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A Flor e o Cisne:
Diálogos poéticos entre Florbela Espanca e Rubén Darío
Doutoranda: Renata Oliveira Bomfim
Orientadora: Profª. Dra. Ester Abreu Vieira de Oliveira/ UFES
Coorientadora: Profª. Dra. Ana Luiza Vilela/ UÉvora
UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO
CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS E NATURAIS
PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM LETRAS
O germe da
pesquisa
Eu quero amar, amar, perdidamente!
Amar só por amar; Aqui... além...
Mais Este e Aquele, o Outro e a toda gente...
Amar! Amar! E não amar ninguém!
Recordar? Esquecer? Indiferente!...
Prender ou desprender? É mal? É bem?
Quem disser que se pode amar alguém
Durante a vida inteira é porque mente!
Há uma primavera em cada vida;
É preciso cantá-la assim florida,
Pois se Deus nos deu voz foi p’ra cantar!
E se um dia hei de ser pó, cinza e nada
Que seja a minha noite uma alvorada,
Que me saiba perder... p’ra me encontrar...
(ESPANCA, 1999, p. 232, grifo nosso).
Amar, amar, amar, amar siempre, con todo
el ser con la tierra y con el cielo,
con lo claro del sol y lo obscuro del lodo.
Amar por ciencia y amar por todo anhelo.
Y cuando la montaña de la vida
nos sea dura y larga y alta y llena de abismos,
amar la inmensidad, que es de amor encendida,
¡y arder en la fusión de nuestros pechos mismos!
(DARÍO, 2011-g, p. 427, grifo nosso).
Caminhos
metodológicos
Acreditamos que as teorias que dão suporte a
esta pesquisa também deveriam dialogar entre
si, de forma a possibilitassem que fizessemos
uma comparação descolonizada e dialógica das
obras de Florbela e de Darío, não com o intuito
de desvendar o seu pleno significado, mas, de
amplificá-lo.
•Literatura Comparada
•Teoria da Linguagem (M. Bakhtin)
•Estética da Recepção (Jauss)
•Pós-colonialismo
•Psicologia arquetípica jungueana
Primeira parte
Florbela Espanca: vida e obra
• Retratos florbelianos;
• Publicações:
-Trocando Olhares (1916-17)
-Livro de Mágoas (1919)
-Livro de Sóror Saudade (1923)
-Charneca em flor (1931)/ história de um livro.
• Guido Battelli, apóstolo florbeliano;
• Charneca em flor um boom literário.
Segunda parte
Rubén Darío: vida e obra
• RETRATO DE RUBÉN DARÍO
• Primeiras publicações: Epistolas y poemas
(1885), Abrojos (1887) e Rimas (1887)
• Azul… (1888)
• Prosas profanas y otros poemas (1897)
• Cantos de vida y esperanza (1905)
• Após 1905...
• A FLOR E O CISNE: COTEJOS
POÉTICOS ENTRE FLORBELA
ESPANCA E RUBÉN DARÍO
- O mundo interior de Florbela e Darío
- Florbela Espanca e Rubén Darío frente as
estét.icas finisseculares
• RESISTÊNCIA
-A resistência em Florbela Espanca e Rubén Darío
• EROTISMO
-O erotismo em Florbela Espanca e Rubén Darío
• MITO
-O mito em Florbela Espanca e Rubén Darío
-Animus e Anima
Terceira parte
A Flor e o Cisne
Obrigada!!
!
Essas duas fotos são dois momentos marcantes do percurso de pesquisa: a primeira é ter tido contato com o espólio de Florbela
Espanca, e a segunda participar do X Festival de Poesia de Granada/ Nicarágua (foto com o poeta Francisco de Assis , ou Chichi)

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  • 1. A Flor e o Cisne: Diálogos poéticos entre Florbela Espanca e Rubén Darío Doutoranda: Renata Oliveira Bomfim Orientadora: Profª. Dra. Ester Abreu Vieira de Oliveira/ UFES Coorientadora: Profª. Dra. Ana Luiza Vilela/ UÉvora UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS E NATURAIS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM LETRAS
  • 2. O germe da pesquisa Eu quero amar, amar, perdidamente! Amar só por amar; Aqui... além... Mais Este e Aquele, o Outro e a toda gente... Amar! Amar! E não amar ninguém! Recordar? Esquecer? Indiferente!... Prender ou desprender? É mal? É bem? Quem disser que se pode amar alguém Durante a vida inteira é porque mente! Há uma primavera em cada vida; É preciso cantá-la assim florida, Pois se Deus nos deu voz foi p’ra cantar! E se um dia hei de ser pó, cinza e nada Que seja a minha noite uma alvorada, Que me saiba perder... p’ra me encontrar... (ESPANCA, 1999, p. 232, grifo nosso). Amar, amar, amar, amar siempre, con todo el ser con la tierra y con el cielo, con lo claro del sol y lo obscuro del lodo. Amar por ciencia y amar por todo anhelo. Y cuando la montaña de la vida nos sea dura y larga y alta y llena de abismos, amar la inmensidad, que es de amor encendida, ¡y arder en la fusión de nuestros pechos mismos! (DARÍO, 2011-g, p. 427, grifo nosso).
  • 3. Caminhos metodológicos Acreditamos que as teorias que dão suporte a esta pesquisa também deveriam dialogar entre si, de forma a possibilitassem que fizessemos uma comparação descolonizada e dialógica das obras de Florbela e de Darío, não com o intuito de desvendar o seu pleno significado, mas, de amplificá-lo. •Literatura Comparada •Teoria da Linguagem (M. Bakhtin) •Estética da Recepção (Jauss) •Pós-colonialismo •Psicologia arquetípica jungueana
  • 4. Primeira parte Florbela Espanca: vida e obra • Retratos florbelianos; • Publicações: -Trocando Olhares (1916-17) -Livro de Mágoas (1919) -Livro de Sóror Saudade (1923) -Charneca em flor (1931)/ história de um livro. • Guido Battelli, apóstolo florbeliano; • Charneca em flor um boom literário.
  • 5. Segunda parte Rubén Darío: vida e obra • RETRATO DE RUBÉN DARÍO • Primeiras publicações: Epistolas y poemas (1885), Abrojos (1887) e Rimas (1887) • Azul… (1888) • Prosas profanas y otros poemas (1897) • Cantos de vida y esperanza (1905) • Após 1905...
  • 6. • A FLOR E O CISNE: COTEJOS POÉTICOS ENTRE FLORBELA ESPANCA E RUBÉN DARÍO - O mundo interior de Florbela e Darío - Florbela Espanca e Rubén Darío frente as estét.icas finisseculares • RESISTÊNCIA -A resistência em Florbela Espanca e Rubén Darío • EROTISMO -O erotismo em Florbela Espanca e Rubén Darío • MITO -O mito em Florbela Espanca e Rubén Darío -Animus e Anima Terceira parte A Flor e o Cisne
  • 7. Obrigada!! ! Essas duas fotos são dois momentos marcantes do percurso de pesquisa: a primeira é ter tido contato com o espólio de Florbela Espanca, e a segunda participar do X Festival de Poesia de Granada/ Nicarágua (foto com o poeta Francisco de Assis , ou Chichi)