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Objetivos do capítulo

Entender as premissas, relações e conceitos básicos e as fontes específicas
de capital que fundamentam o custo de capital


Determinar o custo de empréstimo a longo prazo, usando cotações de mercado,
cálculos e uma técnica de aproximação, e os custos das ações preferenciais


Calcular o custo das ações ordinária e convertê-lo no custo de lucros retidos
E no custo de novas emissões de ações ordinárias.


Determinar o custo médio ponderado de capital (CM e PC) e discutir formas
alternativas de ponderações.
Custo do capital
Conceito matemático: É média ponderada dos
custos de todas as fontes de capital utilizadas pelas
empresas.




Conceito Econômico: É a taxa de retorno mínima
que a empresa precisa obter sobre seus projetos de
investimentos, para manter os seus lucros e os
recursos necessários para a empresa.
Quais os tipos de capitais a
   disposição das empresas?

Capital de Terceiros: Formado por fontes externas
às empresas tais como: Debêntures, empréstimos
bancários, financiamento por fornecedores


Capital próprio: É constituído por fontes próprias de
Capitais como lucros retidos, as ações e novas
Integralizações de capital.
Algumas premissas básicas
Todo aporte de capital envolve risco
Operacional e financeiro

O capital de terceiros é uma dívida contraída e o
seu custo é explicito.


O capital próprio não se constitui uma dívida, por
isso é chamado de capital de risco e possui um
custo implícito.
Alguns conceitos básicos

Risco Operacional que a empresa corre de ser incapaz de cobrir
seus custos operacionais

Risco Financeiro: Risco que a empresa corre de ser incapaz de
cumprir com seus compromissos financeiros exigidos. (juros,
empréstimos, dividendos de ações preferenciais)

Custo explícito: A taxa de juros é, acertado no instante         da
contratação da operação de crédito.


Capital de Risco: o investidor ao adquirir uma ação ele assume um
risco de perder o seu investimento, caso a empresa venha a falir.
Qual é o financiamento mais barato?


 O capital de terceiros, tem seus custos incluídos na
 DRE e pagos antes da apuração do resultado final
 (lucro líquido) da empresa, que oferece maiores
 riscos de não recebimento dos dividendos.
Custo do Capital Próprio

Como capital próprio para uma Sociedade Anônima
Temos:

• Ações Ordinárias

• Ações Preferenciais

• Lucros Retidos
Métodos de custeio de capital



Custo de oportunidade do capital

Modelo de Gordon

Modelo CAPM
Custo de oportunidade
       O conceito de custo de oportunidade parte do
principio. Suponha que existam duas grandes áreas de
investimentos. Ou você investe em títulos (poupança,
letras do tesouro, CDB, etc.) ou você investe em negócios
do tipo empresas, imóveis, etc.

Por exemplo:

Se você abriu mão de investir em um CDB , onde espera
ganhar 15% ao ano, para investir em um imóvel de
aluguel, é aceitável que você espere ganhar um pouco
mais no aluguel, logo, o custo de oportunidade é o que
você abriu mão de ganhar no CDB, ou seja 15%
Custo da ação preferencial


Dividendos de ações preferenciais



Cálculo do custo da ação preferencial
Custo da ação preferencial
   O custo da ação preferencial é o custo de hoje
   para    levantar  fundos     utilizando  esse
   instrumento.


Dada sua suposta vida infinita, como você
encontraria o custo para usar ações
preferenciais   como     uma    fonte  de
financiamento a longo prazo?
Recebimentos líquidos

Fundos realmente obtidos pela venda de
um título.

      Custos de colocação

são os custo totais de emissão e venda
de um título, também chamado de custo
de subscrição.
Dividendos de ações preferenciais

  Os dividendos de ações preferenciais podem ser declarados como
  um montante em unidades monetárias - ¨X unidades monetárias
  ao ano”. Quando os dividendos são expressos dessa maneira, a
  ação é freqüentemente expressa como ¨ação preferencial de x
  unidades monetárias¨. Assim sendo, espera-se que cada ação
  preferencial de $4 pague aos acionistas $4 em dividendos, a cada
  ano.


  Os dividendos das ações preferenciais podem também ser
  declarados como uma taxa percentual anual. Essa taxa representa
  um percentual do valor nominal, ou de face, das ações, valor que
  se iguala aos dividendos anuais dessa forma, uma ação
  preferencial de 8%, com um valor nominal de $50, pagaria um
  dividendo anual de $4 por ação (0,08 x $50 nominal = $4).
Resolução com a utilização do modelo de
               Gordon
  A taxa de crescimento é obtida dividindo-se o dividendo pago no primeiro ano
  ($2,97) pelo dividendo pago no último ano ($3,80), essa divisão resulta no
  fator 0,782, cujo fator mais próximo na tabela é 0,784, correspondente a taxa
  de 5% ( mais precisamente 5,05%). Substituindo no modelo obtém-se o custo
  de 13% que representa o retorno exigido pelos acionistas atuais sobre o seu
  investimento para deixar o preço de mercado das ações existentes inalterado.
Cálculo do custo da ação
          preferencial

O custo da ação preferencial, kp , é obtido dividindo-se o
dividendo anual preferencial, Dn , pelos recebimentos
líquidos da venda da ação preferencial, Np . Os
recebimentos líquidos representam o montante de
dinheiro a ser recebido, livre de quaisquer despesas de
emissão e venda (despesas de colocação –
underwriting), exigidas para se negociar a ação.
EXEMPLO




A Duchess Corporation esta pensando em emitir
ações preferenciais de 10% (dividendos anuais),
que devem ser vendidas pelo valor nominal de
de $87 por ação. O custo de emissão e venda de
cada ação deve ser de $5 por ação..
Cálculo do custo:
O primeiro passo é calcular o custo anual em dinheiro, já
que o dividendo é declarado como uma porcentagem do
valor nominal da ação. $87. O dividendo anual é de
$8.70 (0,10 x $87)


Os recebimentos líquidos de venda da ação podem ser
determinados subtraindo-se os custos de subscrição do
preço de venda. Isso resulta num valor de $82 ($87 - $5)

Os recebimentos líquidos de venda da ação podem ser
determinados subtraindo-se os custos de subscrição do
preço de venda. Isso resulta num valor de $82 ($87 - $5)
O custo da ação ordinária

O custo da ação ordinária é o nível de retorno que a
empresa deve obter sobre esse tipo de capital para
manter o preço da ação.

    É a taxa pela qual os investidores descontam os
    esperados da empresa para determinar o valor de suas
    ações.
    Como se utilizar o modelo de avaliação de
    crescimento constante (modelo de Gordon) ou
    o CAPM para se determinar o custo da ação
    ordinária de uma empresa?
Como achar o custo da ação ordinária
usando a taxa de crescimento constante
  O modelo de Gordon baseia-se na premissa amplamente
  aceita de que o valor da ação é igual ao valor presente do
  fluxo de todos os dividendos futuros que se espera da
  mesma durante um horizonte infinito de tempo


                               Po= preço corrente da ação
                               ordinária

                               D1 = dividendo por ação esperado
                               no final do ano

                               KS = taxa de retorno exigida obre
                               a ação ordinária

                                g=   taxa anual de crescimento
                               constante dos dividendos
Exemplo com a utilização do modelo de
              Gordon
  A Duchess Corporation deseja determinar o custo das ações
  ordinárias, Ks .O preço vigente de mercado, P0 ,de cada ação ordinária
  da empresa é $50. A empresa espera pagar um dividendo, D1 de $4
  no final do próximo ano. 1995. Os dividendos pagos sobre as ações
  ordinárias, em circulação, durante os últimos seis anos (1989 – 1994)
  são mostrados no quadro abaixo.
Como achar o custo da ação ordinária
     usando o modelo CAPM

  Descreve a relação entre o retorno exigido, ou custo
  da ação ordinária Ks , e os riscos não diversificáveis
  (chamado também de risco sistemático) ou relevantes
  da empresa. O modelo beta para avaliação de ações
  é:




  R f = taxa de retorno ativo de risco
  K s = retorno de mercado – retorno sobre a carteira   do mercado
EXEMPLO COM A UTILIZAÇÃO DO MODELO CAPM


    A Duchess Corporation deseja também calcular com o emprego
    do CAPM. Das informações à empresa fornecidas por seus
    assessores de investimentos, além de suas próprias análises,
    sabe-se que a taxa livre de risco, Rf é igual a 7%; o beta, b, da
    empresa é igual a 1,50; e o retorno do mercado, Km é igual a
    11%. Substituindo-se os valores na equação contata-se que o
    custo da ação ordinária, Ks é o mesmo encontrado pelo modelo
    de Gordon, de 13%.
Custo dos lucros retidos
Se os lucros não fossem retidos, seriam pagos aos
acionistas comuns na forma de dividendos. Os custos
dos lucros retidos, Kr para a empresa, é o mesmo
que o custo de uma emissão adicional de ações
ordinárias inteiramente subscrita.

Considerando-se esse pressuposto, pode-se dizer
que:

                     K r= K     s

Na prática o custo dos lucros retidos é são sempre menores
que os custos de uma nova emissão de ações ordinárias devido
a ausência dos custos de subscrição ou deságio.
Custo do Capital de Terceiros

O custo do Capital de terceiros compreende,
empréstimos, ações preferenciais, debêntures
(títulos de dívida).

Na realidade as ações preferenciais são um tipo
de capital próprio, entretanto em função do
pagamento dos dividendos serem similares aos
pagamentos dos juros das debentures, para
efeito de cálculo de custo, considera-se como
uma obrigação.
Custo das Debêntures (títulos de dívida)

 Os títulos de divida são emitidos por empresas e
 governos. Os títulos emitidos pelo governo, são
 conhecidos como títulos da dívida pública, os
 principais são: BTN (bonus do tesouro nacional)
 LTN (letras do tesouro nacional) NTN (notas do
 tesouro nacional). Os titulo da dívida externa
 brasileira, vendidos nos EUA são os C Bonds.

 Nosso assunto aqui entretanto envolve os títulos
 de dívida de empresas privadas que são
 chamadas no Brasil de debêntures.
Custo das Debêntures (títulos de dívida)

 As debêntures podem ser emitidas por
 sociedades anônimas de capital aberto ou
 fechado. As debêntures podem ser de dois tipos:

 Debêntures Simples

 Debêntures conversíveis em ações.
Características dos Títulos de Dívida

 Os títulos de dívida, sejam públicos ou privados, se
 caracterizam por possuir um valor nominal de 1.000
 unidades monetárias, por exemplo R$1.000 ou US$ 1.000
 e também por pagarem rendimentos pré-fixados a seus
 investidores a cada 6 meses ou anualmente. durante um
 período que vai de 3 a 30 anos.

 As debêntures são conversíveis se o investidor assim o
 desejar serem convertidas em ações da empresa
 emitente. Nesse caso o investidor não receberia o valor
 do resgate do título e sim ações da empresa.
USANDO COTAÇÕES DE CUSTO:

Quando os recebimentos líquidos provenientes da venda
de um título são iguais ao seu valor nominal, o custo
antes do imposto iguala-se à taxa de juros do cupom.



Por exemplo:
Um titulo com uma taxa de juros do cupom de 10%, cujos
recebimentos líquidos igualam-se ao valor nominal do titulo, $1.000,
teria um custo antes do imposto de 10%.
Exemplo:
A Duchess Corporation, o maior fabricante de
hardware, está pensando em vender $10 milhões em
títulos de dívida de vinte anos, a 9% (taxa de juro anual
declarada), tendo cada o valor nominal de $ 1.000. Já
que os títulos com risco semelhante rendem mais de
9%, a empresa precisa vender os títulos por $980, para
compensar a taxa de juros do cupom mais baixa. Os
custos de colocação pagos para a corretora são de 2%
do valor nominal do título ( 2%X1.000) ou $20. Os
recebimentos da empresa provenientes da venda de
cada título, são $960 ($980 - $20)
SOLUÇÃO COM O USO DA HP12C


 Entradas 20   90       960   1.000

 Funções   n   PMT   CHS/PV    FV       i

 Saídas                               9.452
Custo de Empréstimos



  O custo específico do financiamento deve ser determinado após o
imposto de renda. Uma vez que os juros incidentes sobre o débito
são dedutíveis do imposto, eles reduzem os rendimentos da
empresa, sujeitos a impostos, na importância correspondente aos
juros dedutíveis.
Exemplo:
          Ki = Kd X ( 1 - IR)

Onde:
Ki = custo da dívida após impostos
Kd = Custo da dívida antes do imposto
IR = Alíquota do Imposto de renda



Supondo-se um custo aproximado de 9,4%
para a empresa com uma taxa de 40% de
imposto de renda o custo do imposto é de
5,6% [ 9,4% X (1 – 0,40)].
O custo médio ponderado de capital
           (CM e PC)


    Cálculo do custo médio ponderado
    de capital (CM e PC)


     Esquema e ponderação
O custo médio ponderado de capital
           (CM e PC)

    O custoo médio ponderado de capital
    (CMePC) reflete, na média, o custo de
    financiamento a longo prazo da empresa.


   Dados os custos de fontes específicas de
   financiamento, como se pode obter os
   pesos apropriados para uso no cálculo co
   CMePC da empresa?.
Cálculo do custo médio ponderado
      de capital l (CM e PC)

  Reflete o futuro custo médio esperado de fundos da
  Empresa a longo prazo; é encontrado ponderando-se
  O custo de cada tipo específico de capital por sua
  Proporção na estrutura de capital da empresa.
PONTOS IMPORTANTES A VERIFICAR


Por conveniência, para efeito de cálculo é melhor converter os pesos
para a forma de decimal e deixar os custos específicos nas forma de
porcentagem.

A soma dos pesos deve igualar-se a 1. Expressando de uma forma
simples, todos os componentes da estrutura de capital devem ser
levados em conta.

O peso das ações ordinárias da empresa, ws é multiplicado seja pelo
custo de lucros retidos, Kr seja pelo custo de novas ações ordinárias, Kn
O custo específico usado no caso de ações ordinárias depende se o
capital próprio da empresa for obtido através de lucros retidos, Kr , ou de
novas ações ordinárias., Kn .
EXEMPLO

No começo do capítulo foram encontrados os custos de capital da
Duchess Corporation, a saber:
Custo de empréstimo, Ki = 5,6%
Custo de ações preferenciais, Kp = 10,6%
Custo de lucros retidos, Kr = 13,0%
Custo de novas ações ordinárias, Kn = 14,0%
A empresa usa os seguintes pesos para calcular o seu custo:
CÁLCULO DO CUSTO MÉDIO PONDERADO




Em vista desse custo de capital ( 9.8) e supondo-se um nível
de risco inalterado a empresa deve aceitar todos Os projetos
que obtenham um retorno maior ou igual a 9,8%.

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Custo de capital ii

  • 1. Objetivos do capítulo Entender as premissas, relações e conceitos básicos e as fontes específicas de capital que fundamentam o custo de capital Determinar o custo de empréstimo a longo prazo, usando cotações de mercado, cálculos e uma técnica de aproximação, e os custos das ações preferenciais Calcular o custo das ações ordinária e convertê-lo no custo de lucros retidos E no custo de novas emissões de ações ordinárias. Determinar o custo médio ponderado de capital (CM e PC) e discutir formas alternativas de ponderações.
  • 2. Custo do capital Conceito matemático: É média ponderada dos custos de todas as fontes de capital utilizadas pelas empresas. Conceito Econômico: É a taxa de retorno mínima que a empresa precisa obter sobre seus projetos de investimentos, para manter os seus lucros e os recursos necessários para a empresa.
  • 3. Quais os tipos de capitais a disposição das empresas? Capital de Terceiros: Formado por fontes externas às empresas tais como: Debêntures, empréstimos bancários, financiamento por fornecedores Capital próprio: É constituído por fontes próprias de Capitais como lucros retidos, as ações e novas Integralizações de capital.
  • 4. Algumas premissas básicas Todo aporte de capital envolve risco Operacional e financeiro O capital de terceiros é uma dívida contraída e o seu custo é explicito. O capital próprio não se constitui uma dívida, por isso é chamado de capital de risco e possui um custo implícito.
  • 5. Alguns conceitos básicos Risco Operacional que a empresa corre de ser incapaz de cobrir seus custos operacionais Risco Financeiro: Risco que a empresa corre de ser incapaz de cumprir com seus compromissos financeiros exigidos. (juros, empréstimos, dividendos de ações preferenciais) Custo explícito: A taxa de juros é, acertado no instante da contratação da operação de crédito. Capital de Risco: o investidor ao adquirir uma ação ele assume um risco de perder o seu investimento, caso a empresa venha a falir.
  • 6. Qual é o financiamento mais barato? O capital de terceiros, tem seus custos incluídos na DRE e pagos antes da apuração do resultado final (lucro líquido) da empresa, que oferece maiores riscos de não recebimento dos dividendos.
  • 7. Custo do Capital Próprio Como capital próprio para uma Sociedade Anônima Temos: • Ações Ordinárias • Ações Preferenciais • Lucros Retidos
  • 8. Métodos de custeio de capital Custo de oportunidade do capital Modelo de Gordon Modelo CAPM
  • 9. Custo de oportunidade O conceito de custo de oportunidade parte do principio. Suponha que existam duas grandes áreas de investimentos. Ou você investe em títulos (poupança, letras do tesouro, CDB, etc.) ou você investe em negócios do tipo empresas, imóveis, etc. Por exemplo: Se você abriu mão de investir em um CDB , onde espera ganhar 15% ao ano, para investir em um imóvel de aluguel, é aceitável que você espere ganhar um pouco mais no aluguel, logo, o custo de oportunidade é o que você abriu mão de ganhar no CDB, ou seja 15%
  • 10. Custo da ação preferencial Dividendos de ações preferenciais Cálculo do custo da ação preferencial
  • 11. Custo da ação preferencial O custo da ação preferencial é o custo de hoje para levantar fundos utilizando esse instrumento. Dada sua suposta vida infinita, como você encontraria o custo para usar ações preferenciais como uma fonte de financiamento a longo prazo?
  • 12. Recebimentos líquidos Fundos realmente obtidos pela venda de um título. Custos de colocação são os custo totais de emissão e venda de um título, também chamado de custo de subscrição.
  • 13. Dividendos de ações preferenciais Os dividendos de ações preferenciais podem ser declarados como um montante em unidades monetárias - ¨X unidades monetárias ao ano”. Quando os dividendos são expressos dessa maneira, a ação é freqüentemente expressa como ¨ação preferencial de x unidades monetárias¨. Assim sendo, espera-se que cada ação preferencial de $4 pague aos acionistas $4 em dividendos, a cada ano. Os dividendos das ações preferenciais podem também ser declarados como uma taxa percentual anual. Essa taxa representa um percentual do valor nominal, ou de face, das ações, valor que se iguala aos dividendos anuais dessa forma, uma ação preferencial de 8%, com um valor nominal de $50, pagaria um dividendo anual de $4 por ação (0,08 x $50 nominal = $4).
  • 14. Resolução com a utilização do modelo de Gordon A taxa de crescimento é obtida dividindo-se o dividendo pago no primeiro ano ($2,97) pelo dividendo pago no último ano ($3,80), essa divisão resulta no fator 0,782, cujo fator mais próximo na tabela é 0,784, correspondente a taxa de 5% ( mais precisamente 5,05%). Substituindo no modelo obtém-se o custo de 13% que representa o retorno exigido pelos acionistas atuais sobre o seu investimento para deixar o preço de mercado das ações existentes inalterado.
  • 15. Cálculo do custo da ação preferencial O custo da ação preferencial, kp , é obtido dividindo-se o dividendo anual preferencial, Dn , pelos recebimentos líquidos da venda da ação preferencial, Np . Os recebimentos líquidos representam o montante de dinheiro a ser recebido, livre de quaisquer despesas de emissão e venda (despesas de colocação – underwriting), exigidas para se negociar a ação.
  • 16. EXEMPLO A Duchess Corporation esta pensando em emitir ações preferenciais de 10% (dividendos anuais), que devem ser vendidas pelo valor nominal de de $87 por ação. O custo de emissão e venda de cada ação deve ser de $5 por ação..
  • 17. Cálculo do custo: O primeiro passo é calcular o custo anual em dinheiro, já que o dividendo é declarado como uma porcentagem do valor nominal da ação. $87. O dividendo anual é de $8.70 (0,10 x $87) Os recebimentos líquidos de venda da ação podem ser determinados subtraindo-se os custos de subscrição do preço de venda. Isso resulta num valor de $82 ($87 - $5) Os recebimentos líquidos de venda da ação podem ser determinados subtraindo-se os custos de subscrição do preço de venda. Isso resulta num valor de $82 ($87 - $5)
  • 18. O custo da ação ordinária O custo da ação ordinária é o nível de retorno que a empresa deve obter sobre esse tipo de capital para manter o preço da ação. É a taxa pela qual os investidores descontam os esperados da empresa para determinar o valor de suas ações. Como se utilizar o modelo de avaliação de crescimento constante (modelo de Gordon) ou o CAPM para se determinar o custo da ação ordinária de uma empresa?
  • 19. Como achar o custo da ação ordinária usando a taxa de crescimento constante O modelo de Gordon baseia-se na premissa amplamente aceita de que o valor da ação é igual ao valor presente do fluxo de todos os dividendos futuros que se espera da mesma durante um horizonte infinito de tempo Po= preço corrente da ação ordinária D1 = dividendo por ação esperado no final do ano KS = taxa de retorno exigida obre a ação ordinária g= taxa anual de crescimento constante dos dividendos
  • 20. Exemplo com a utilização do modelo de Gordon A Duchess Corporation deseja determinar o custo das ações ordinárias, Ks .O preço vigente de mercado, P0 ,de cada ação ordinária da empresa é $50. A empresa espera pagar um dividendo, D1 de $4 no final do próximo ano. 1995. Os dividendos pagos sobre as ações ordinárias, em circulação, durante os últimos seis anos (1989 – 1994) são mostrados no quadro abaixo.
  • 21. Como achar o custo da ação ordinária usando o modelo CAPM Descreve a relação entre o retorno exigido, ou custo da ação ordinária Ks , e os riscos não diversificáveis (chamado também de risco sistemático) ou relevantes da empresa. O modelo beta para avaliação de ações é: R f = taxa de retorno ativo de risco K s = retorno de mercado – retorno sobre a carteira do mercado
  • 22. EXEMPLO COM A UTILIZAÇÃO DO MODELO CAPM A Duchess Corporation deseja também calcular com o emprego do CAPM. Das informações à empresa fornecidas por seus assessores de investimentos, além de suas próprias análises, sabe-se que a taxa livre de risco, Rf é igual a 7%; o beta, b, da empresa é igual a 1,50; e o retorno do mercado, Km é igual a 11%. Substituindo-se os valores na equação contata-se que o custo da ação ordinária, Ks é o mesmo encontrado pelo modelo de Gordon, de 13%.
  • 23. Custo dos lucros retidos Se os lucros não fossem retidos, seriam pagos aos acionistas comuns na forma de dividendos. Os custos dos lucros retidos, Kr para a empresa, é o mesmo que o custo de uma emissão adicional de ações ordinárias inteiramente subscrita. Considerando-se esse pressuposto, pode-se dizer que: K r= K s Na prática o custo dos lucros retidos é são sempre menores que os custos de uma nova emissão de ações ordinárias devido a ausência dos custos de subscrição ou deságio.
  • 24. Custo do Capital de Terceiros O custo do Capital de terceiros compreende, empréstimos, ações preferenciais, debêntures (títulos de dívida). Na realidade as ações preferenciais são um tipo de capital próprio, entretanto em função do pagamento dos dividendos serem similares aos pagamentos dos juros das debentures, para efeito de cálculo de custo, considera-se como uma obrigação.
  • 25. Custo das Debêntures (títulos de dívida) Os títulos de divida são emitidos por empresas e governos. Os títulos emitidos pelo governo, são conhecidos como títulos da dívida pública, os principais são: BTN (bonus do tesouro nacional) LTN (letras do tesouro nacional) NTN (notas do tesouro nacional). Os titulo da dívida externa brasileira, vendidos nos EUA são os C Bonds. Nosso assunto aqui entretanto envolve os títulos de dívida de empresas privadas que são chamadas no Brasil de debêntures.
  • 26. Custo das Debêntures (títulos de dívida) As debêntures podem ser emitidas por sociedades anônimas de capital aberto ou fechado. As debêntures podem ser de dois tipos: Debêntures Simples Debêntures conversíveis em ações.
  • 27. Características dos Títulos de Dívida Os títulos de dívida, sejam públicos ou privados, se caracterizam por possuir um valor nominal de 1.000 unidades monetárias, por exemplo R$1.000 ou US$ 1.000 e também por pagarem rendimentos pré-fixados a seus investidores a cada 6 meses ou anualmente. durante um período que vai de 3 a 30 anos. As debêntures são conversíveis se o investidor assim o desejar serem convertidas em ações da empresa emitente. Nesse caso o investidor não receberia o valor do resgate do título e sim ações da empresa.
  • 28. USANDO COTAÇÕES DE CUSTO: Quando os recebimentos líquidos provenientes da venda de um título são iguais ao seu valor nominal, o custo antes do imposto iguala-se à taxa de juros do cupom. Por exemplo: Um titulo com uma taxa de juros do cupom de 10%, cujos recebimentos líquidos igualam-se ao valor nominal do titulo, $1.000, teria um custo antes do imposto de 10%.
  • 29. Exemplo: A Duchess Corporation, o maior fabricante de hardware, está pensando em vender $10 milhões em títulos de dívida de vinte anos, a 9% (taxa de juro anual declarada), tendo cada o valor nominal de $ 1.000. Já que os títulos com risco semelhante rendem mais de 9%, a empresa precisa vender os títulos por $980, para compensar a taxa de juros do cupom mais baixa. Os custos de colocação pagos para a corretora são de 2% do valor nominal do título ( 2%X1.000) ou $20. Os recebimentos da empresa provenientes da venda de cada título, são $960 ($980 - $20)
  • 30. SOLUÇÃO COM O USO DA HP12C Entradas 20 90 960 1.000 Funções n PMT CHS/PV FV i Saídas 9.452
  • 31. Custo de Empréstimos O custo específico do financiamento deve ser determinado após o imposto de renda. Uma vez que os juros incidentes sobre o débito são dedutíveis do imposto, eles reduzem os rendimentos da empresa, sujeitos a impostos, na importância correspondente aos juros dedutíveis.
  • 32. Exemplo: Ki = Kd X ( 1 - IR) Onde: Ki = custo da dívida após impostos Kd = Custo da dívida antes do imposto IR = Alíquota do Imposto de renda Supondo-se um custo aproximado de 9,4% para a empresa com uma taxa de 40% de imposto de renda o custo do imposto é de 5,6% [ 9,4% X (1 – 0,40)].
  • 33. O custo médio ponderado de capital (CM e PC) Cálculo do custo médio ponderado de capital (CM e PC) Esquema e ponderação
  • 34. O custo médio ponderado de capital (CM e PC) O custoo médio ponderado de capital (CMePC) reflete, na média, o custo de financiamento a longo prazo da empresa. Dados os custos de fontes específicas de financiamento, como se pode obter os pesos apropriados para uso no cálculo co CMePC da empresa?.
  • 35. Cálculo do custo médio ponderado de capital l (CM e PC) Reflete o futuro custo médio esperado de fundos da Empresa a longo prazo; é encontrado ponderando-se O custo de cada tipo específico de capital por sua Proporção na estrutura de capital da empresa.
  • 36. PONTOS IMPORTANTES A VERIFICAR Por conveniência, para efeito de cálculo é melhor converter os pesos para a forma de decimal e deixar os custos específicos nas forma de porcentagem. A soma dos pesos deve igualar-se a 1. Expressando de uma forma simples, todos os componentes da estrutura de capital devem ser levados em conta. O peso das ações ordinárias da empresa, ws é multiplicado seja pelo custo de lucros retidos, Kr seja pelo custo de novas ações ordinárias, Kn O custo específico usado no caso de ações ordinárias depende se o capital próprio da empresa for obtido através de lucros retidos, Kr , ou de novas ações ordinárias., Kn .
  • 37. EXEMPLO No começo do capítulo foram encontrados os custos de capital da Duchess Corporation, a saber: Custo de empréstimo, Ki = 5,6% Custo de ações preferenciais, Kp = 10,6% Custo de lucros retidos, Kr = 13,0% Custo de novas ações ordinárias, Kn = 14,0% A empresa usa os seguintes pesos para calcular o seu custo:
  • 38. CÁLCULO DO CUSTO MÉDIO PONDERADO Em vista desse custo de capital ( 9.8) e supondo-se um nível de risco inalterado a empresa deve aceitar todos Os projetos que obtenham um retorno maior ou igual a 9,8%.