SlideShare uma empresa Scribd logo
SOBRE CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO


Da leitura da legislação e da literatura publicada, resultante da investigação realizada sobre a
matéria, relativa à avaliação nas suas dimensões formativa e sumativa, observa-se a existência
de aspectos incontornáveis, do ponto de vista conceptual, a que importa atender na definição
dos critérios de avaliação da escola. A explicitação desses aspectos deve ser objecto de
clarificação, devendo ser esse um princípio que norteia a tomada de decisões em todas as
sedes em que tal se supõe.


Os critérios de avaliação devem “indicar com clareza os actos que os alunos devem executar
quando se encontram em situação de aprendizagem e, por outro lado, as características
que o produto final dessa aprendizagem deve apresentar”. [1]


Segundo documento publicado pelo Ministério da Educação, (ME Setembro de 2001) deve ser
assegurada a adequação da lógica classificativa às necessidades da avaliação de desempenho.
Segundo este autor, não é admissível “que o esforço concertado realizado por professores e
alunos no sentido de desenvolver uma avaliação participada, contextualizada e alinhada pelo
currículo seja comprometido por concepções e práticas de classificação individualistas,
casuísticas e reveladoras de um excesso sancionador e comparativista, mais preocupadas com
as subtilezas do pormenor do que com a riqueza do essencial: a promoção do
desenvolvimento global do aluno através das aprendizagens adequadas”. [2]


É fundamental que “os critérios, isto é, as normas ou modelos segundo os quais as
aprendizagens dos alunos são apreciadas, sejam explicitados”, apontando este autor uma
proposta de tipologia defendida por Nunziati (1990), segundo a qual os critérios deverão
organizar-se em torno do conceitos de critérios de realização e critérios de sucesso.


Os critérios de realização tratam-se de critérios de incidência formativa que visam, em última
análise, a regulação da aprendizagem, permitindo a sua (re)orientação. Indicam os actos
concretos que se esperam dos alunos quando se lhes pede para executar uma determinada
tarefa ou obter um determinado produto, estando ligados ao próprio processo de
aprendizagem, do qual constituem um instrumento, exprimindo os procedimentos a
desenvolver pelos alunos com vista a obter os resultados que deles se esperam e a atingir os
objectivos propostos.
Nos critérios de realização, deve haver a preocupação de garantir que estes indicam com
clareza quais as operações a realizar para levar a termo determinada tarefa ou desenvolver
adequadamente determinado processo, devendo ser formulados o mais concretamente
possível para que os alunos «vejam» com clareza aquilo que deles se espera.


Os critérios de sucesso, sendo critérios de incidência sumativa, referem-se aos produtos
obtidos e estabelecem as condições de aceitabilidade desses resultados. São critérios menos
centrados nos processos de aprendizagem e que apontam mais aos produtos obtidos.
Nos critérios de sucesso podem incluir-se critérios como a pertinência (o produto ou resposta
obtidos pelo aluno correspondem àquilo que é pedido), a completude (todos os elementos
esperados estão presentes), a exactidão (ausência de erros ou, em certos casos, a
percentagem de erros admitidos), a originalidade (definida enquanto raridade da solução
encontrada), o volume de conhecimentos ou ideias mobilizados na obtenção do resultado
produzido.[3]



De acordo com José Augusto Pacheco, numa avaliação integrada, a recolha de dados é feita a
partir de diversas fontes, através de instrumentação diversa* e tem o contributo de
professores, alunos e encarregados de educação. Segundo Bélair (1999), avaliar é comunicar, o
que contempla a intenção (clarificação de objectivos e competências), a instrumentação
(negociação dos instrumentos e critérios de avaliação), o julgamento (negociação dos juízos de
valor formulados a partir de critérios específicos) e a decisão (transmissão dos resultados de
avaliação).[4]



Uma das condições para a construção de uma avaliação reguladora é a de que os objectivos
pedagógicos sejam claros e os critérios de avaliação sejam conhecidos e estejam assimilados
pelos actores mais directamente envolvidos no processo de ensino-aprendizagem. Só deste
modo eles podem identificar sucessos e insucessos e, em função disso, (re)orientar as suas
acções no sentido de reforçar os primeiros e tentar ultrapassar os segundos.
Isso obriga a garantir que:
- os alunos são suficiente ou claramente informados sobre as aprendizagens que é suposto
terem de realizar, os objectivos que devem atingir, as tarefas a desenvolver, o caminho a
percorrer.
- os alunos devem conhecer os critérios por referência aos quais as suas aprendizagens
(processos e produtos) são avaliadas, por forma a conseguir que percebam a relação entre o
que se ensina e se espera que eles aprendam.
- as situações de aprendizagem planificadas e estruturadas devem ser adequadas ao
desenvolvimento dos objectivos propostos e à realização das aprendizagens desejadas.
- os critérios de avaliação realmente utilizados pelos professores devem coincidir com aqueles
que eles explicitam (para si próprios e para os alunos), devendo ser garantida a coincidência
entre aquilo que é ensinado e aquilo que é avaliado.
- os alunos deverão apropriar-se dos critérios de avaliação, devendo haver a preocupação de
aferir da correcção das interpretações que se venham a observar.[3]


Retomando José Augusto Pacheco, na definição de critérios de avaliação da aprendizagem dos
alunos e tendo em conta a necessária "transparência do processo de avaliação,
nomeadamente através da clarificação e da explicitação dos critérios adoptados" devem ser
claros os objectos de avaliação, a instrumentação (modalidades de avaliação, a natureza e
pertinência dos dados a recolher e os instrumentos de avaliação), a conversão de resultados
(sublinha-se a necessidade da convergência de indícios - os avaliadores, sobretudo os
professores, devem considerar os dados que possuem dos alunos, aceitando a ideia de que o
processo de notação é uma operação subjectiva apesar dos critérios objectivos em que se
baseiam), a credibilidade da avaliação (a existência de critérios que funcionam como um
verdadeiro código de conduta e de postura ética).
No domínio da credibilidade da avaliação, de acordo com as propostas do Joint Committee on
Standards for Educational Evaluation, deverão ter-se em atenção quatro condições:
• A avaliação deve ser útil. Os critérios devem assegurar que uma avaliação proporcione as
informações práticas de que necessita uma audiência determinada.
• A avaliação deve ser exequível, viável. Os critérios estão concebidos para assegurar uma
avaliação realista, prudente, diplomática e moderada.
• A avaliação deve ser ética. Os critérios estão concebidos para permitir que uma avaliação
seja realizada legal e eticamente.
• A avaliação deve ser exacta, rigorosa. Os critérios estão estabelecidos de modo que uma
avaliação revele e transmita uma informação exacta acerca do que está a ser julgado.[4]



Tendo em conta a clarificação destes aspectos, entendeu-se dever proceder à elaboração do
documento que se segue, sendo assumido como referencial a sujeitar aos ajustamentos que
no quadro da realidade de cada área curricular disciplinar se imponham, cabendo aos
departamentos e professores a sua operacionalização, atendendo ao que acima se refere.


Referências

[1] FERRAZ, M. J., CARVALHO, A., DANTAS, C., CAVACO, H., BARBOSA, J., TOURAIS, L., NEVES,
    N. & FERNANDES, Domingos - coord, (1994), Avaliação Criterial/Avaliação Normativa in
    Pensar avaliação, melhorar a aprendizagem, Lisboa, IIE.
    http://sitio.dgidc.min-edu.pt/secundario/Documents/avaliacao_criterial.pdf

[2] MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO (2001), Avaliação e Desempenho – Texto de Apoio.
    http://sitio.dgidc.min-edu.pt/secundario/Documents/avaliacao_desempenho.pdf

[3] BARBOSA, João, ALAIZ, Vitor e CARDOSO, Carlos - coord (1994), Explicitação de Critérios -
    exigência fundamental de uma avaliação ao serviço da aprendizagem in Pensar avaliação,
    melhorar a aprendizagem, Lisboa, IIE.
    http://sitio.dgidc.min-edu.pt/secundario/Documents/explicitacao_criterios.pdf

[4] PACHECO, José Augusto (2002), Critérios de avaliação na escola in Abrantes, P. e Araújo, F.
    (coord.), Avaliação das Aprendizagens. Das concepções às práticas, Lisboa, M.E.
    http://sitio.dgidc.min-edu.pt/recursos/Lists/Repositrio%20Recursos2/Attachments/384/ReorgC_AvaliacaoAprend.pdf
ESCOLA ANTÓNIO ARROIO

                                                             CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO - 2010/11

A avaliação das aprendizagens dos alunos é realizada de acordo com a legislação em vigor e as orientações curriculares constantes nos programas das várias
disciplinas.

Os seguintes descritores estabelecem e clarificam os critérios de avaliação e classificação transversais a todas as disciplinas. Os conselhos de disciplina
deverão completá-los com critérios para a avaliação das competências específicas da sua disciplina:
                Muito insuficiente           Insuficiente                       Médio                           Bom                        Muito Bom
Domínio
                (0 – 6)                      (7 – 9)                            (10 – 13)                       (14 – 17)                  (18 – 20)

                Tem dificuldade em           Comete frequentemente erros de     Exprime-se de forma clara e     Exprime-se                 Os mesmos do anterior e:
                comunicar em português,      ortografia e/ou de construção de   compreensível em português.     correctamente,
                exprimindo-se de forma       frases.                                                            comunicando de forma       Os trabalhos são muito
                incompreensível.                                                Recolhe informação relevante    clara em português.        bem redigidos e
                                             Tem dificuldade em interpretar     na internet e noutros                                      apresentados, recorrendo a
                Não recolhe a informação     os outros. Não encontra a          suportes. Apresenta os          Recolhe e selecciona, de   ferramentas tecnológicas
                que necessita.               informação quando precisa, ou      trabalhos de forma adequada,    forma crítica, a           diversificadas.
                                             não sabe seleccionar o que é       utilizando software de          informação na internet e
                Apresenta como trabalhos     relevante.                         processamento de texto e de     noutros suportes.          Revela grande originalidade
Competências
                seus partes de textos e                                         apresentações.                                             nos trabalhos que
 transversais
                imagens que recolheu da      Apresenta trabalhos que não são                                    Apresenta os trabalhos     apresenta e muito cuidado
                internet ou que copiou de    inteiramente originais e/ou não    Os trabalhos são originais, e   de forma adequada,         em evidenciar citações, e
                outros autores.              refere autores e páginas web       referem devidamente outros      utilizando software de     explicitar as referências a
                                             consultados ou citados.            autores consultados ou          processamento de texto,    publicações, páginas web
                Não utiliza as TIC para os                                      citados.                        de apresentações e         ou outros autores
                seus trabalhos ou para       Os trabalhos são mal                                               outros.                    consultados ou citados.
                comunicar.                   apresentados em suporte digital.   Comunica via correio
                                             Não utiliza correio electrónico.   electrónico.                    Comunica via correio       Participa de fóruns online,
                                                                                                                electrónico e online.      sobre a disciplina.
Muito insuficiente                 Insuficiente                          Médio                              Bom                      Muito Bom
  Domínio
                       (0 – 6)                         (7 – 9)                           (10 – 13)                         (14 – 17)                    (18 – 20)

               Não entrega os            Não entrega alguns trabalhos,        Realiza os trabalhos que lhe      O mesmo do anterior e:           O mesmo do anterior
               trabalhos que lhe são     participa pouco nas aulas ou         são solicitados, com alguma                                        e:
               solicitados. Não          participa despropositadamente,       autonomia.                        Tem a iniciativa de participar
               participa nas aulas ou    solicita frequentemente o auxílio                                      na aula com trabalhos e          Traz para o grupo ou
               participa de forma a      do professor ou dos colegas para     Geralmente, é assíduo e           intervenções pertinentes e       para a turma
               perturbar os              realizar as suas tarefas, sem se     pontual e cumpre os prazos        relevantes, mesmo sem ser        informações e
               trabalhos.                esforçar para as fazer sozinho.      estabelecidos para entrega de     solicitado. É autónomo na        propostas que
                                                                              trabalhos.                        condução da sua                  melhoram as
Competências   Não é assíduo. Não é      Chega atrasado às aulas, falta sem                                     aprendizagem.                    aprendizagens de
  pessoais e   pontual. Não traz para    motivo relevante ou não cumpre       Traz, normalmente, o material                                      todos.
   sociais     a aula o material         os prazos estabelecidos.             necessário ao decorrer da aula.   Nos grupos em que trabalha,
               necessário.               Frequentemente, não tem o                                              tem um papel activo e auxilia
                                         material necessário para a aula.     Trabalha em equipa, em            os colegas nas suas
               Recusa-se a trabalhar                                          interacção com os colegas,        dificuldades.
               em equipa ou impede       Não interage com os colegas ou       cumpre a sua parte nas tarefas
               os outros de trabalhar.   não deixa espaço para a              e sabe ouvir os outros.
               Trata colegas e           participação dos outros no
               professores de forma      trabalho de grupo. Não respeita o    Respeita professor e colegas no
               incorrecta.               professor ou os colegas.             âmbito das actividades da
                                                                              disciplina.
Instrumentos de avaliação


Partindo do modelo claramente construtivista subjacente à legislação em vigor que coloca a
tónica na avaliação formativa e reguladora do ensino e das aprendizagens, pensamos que
estas devem ser avaliadas recorrendo a uma diversidade de estratégias, técnicas e
instrumentos. Esta diversidade surge da preponderância manifesta nos normativos da
avaliação para a aprendizagem de cariz formativo em detrimento da avaliação da
aprendizagem.

Os instrumentos de avaliação são:
       meios de recolha de informações que após uma análise interpretativa por parte do
       professor implicam um feedback/comunicação no sentido de promover a
       transparência do processo.
       suportes de actividades e estratégias de aprendizagem no seio de uma perspectiva
       contextualizada da aprendizagem e avaliação.

Na escolha dos instrumentos deve-se ter em conta os seguintes pressupostos:
       - Para quê?
       - O quê?
       - Como? Que feedback?
       - Quando?
       - Quem são os intervenientes?



Tendo em conta que os instrumentos permitem avaliar competências e, entendendo estas
como formas complexas de mobilização de saberes e recursos, fazemos a distinção entre
instrumentos abertos e fechados.

Instrumentos abertos – resposta “aberta”, “múltipla”:
       - Resolução de problemas;
       - Produção de textos;
       - Relatórios;
       - Trabalho de projecto;
       - Diário;
       - Portefólio;
       - Apresentação oral.
       (…)
Instrumentos fechados – todos aqueles que permitem a verificação das aprendizagens com um
universo de incidência mais limitado.




Referências bibliográficas

LE BOTERF, G., (1994), De la compétence. Essai sur un attracteur étrange, Paris, Les Editions
d’organisation.

PERALTA, M. H., (2002), Como avaliar competências? in Abrantes, P. e Araújo, F. (coord.),
Avaliação das Aprendizagens. Das concepções às práticas, Lisboa, M.E.

PERRENOUD, P., (1999), Construir as competências desde a Escola, Porto Alegre, Artmed.

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Avaliação na educação
Avaliação na educaçãoAvaliação na educação
Avaliação na educação
Labted UEL
 
Avaliação
AvaliaçãoAvaliação
Avaliação
Jocéia Nunes Mata
 
Tipos de avaliacao
Tipos de avaliacaoTipos de avaliacao
Tipos de avaliacao
Kajdy Ejdy
 
Avaliação - concepções segundo olhares de professores e alunos
Avaliação - concepções segundo olhares de professores e alunosAvaliação - concepções segundo olhares de professores e alunos
Avaliação - concepções segundo olhares de professores e alunos
Everaldo Gomes
 
Questões sobre Avaliação
Questões sobre AvaliaçãoQuestões sobre Avaliação
Questões sobre Avaliação
Celismara Seleguin
 
Estudos sobre avaliação da aprendizagem
Estudos sobre avaliação da aprendizagemEstudos sobre avaliação da aprendizagem
Estudos sobre avaliação da aprendizagem
Ana Rita S de Souza
 
Avaliação escolar
Avaliação escolarAvaliação escolar
Avaliação escolar
fatima amitaflustosa
 
Avaliação educacional
Avaliação educacionalAvaliação educacional
Avaliação educacional
Lucilé Ribeiro
 
Alguns conceitos de avaliação
Alguns conceitos de avaliaçãoAlguns conceitos de avaliação
Alguns conceitos de avaliação
Elis Zampieri
 
Relação entre avaliação formativa e somativa
Relação entre avaliação formativa e somativaRelação entre avaliação formativa e somativa
Relação entre avaliação formativa e somativa
Alessandra Vieira da Silva
 
Avaliação
AvaliaçãoAvaliação
Avaliação Escolar - Texto de Libâneo (1994)
Avaliação Escolar - Texto de Libâneo (1994)Avaliação Escolar - Texto de Libâneo (1994)
Avaliação Escolar - Texto de Libâneo (1994)
Mario Amorim
 
Metodologias e ferramentas de avaliação
Metodologias e ferramentas de avaliaçãoMetodologias e ferramentas de avaliação
Metodologias e ferramentas de avaliação
Roberto Costa
 
AVALIAÇÃO EDUCACIONAL: PESPECTIVIAS
AVALIAÇÃO EDUCACIONAL: PESPECTIVIASAVALIAÇÃO EDUCACIONAL: PESPECTIVIAS
AVALIAÇÃO EDUCACIONAL: PESPECTIVIAS
Vyeyra Santos
 
Avaliação da aprendizagem(e sua importância)
Avaliação da aprendizagem(e sua importância)Avaliação da aprendizagem(e sua importância)
Avaliação da aprendizagem(e sua importância)
Vania Diniz
 
O que é avaliação
O que é avaliaçãoO que é avaliação
O que é avaliação
Fernando Pimentel
 
Sugestão de avaliação
Sugestão de avaliaçãoSugestão de avaliação
Sugestão de avaliação
Maria Cristina Bortolozo
 
Monografia- Avaliação da aprendizagem para além de provas e testes
Monografia- Avaliação da aprendizagem para além de provas e testesMonografia- Avaliação da aprendizagem para além de provas e testes
Monografia- Avaliação da aprendizagem para além de provas e testes
Luciene Silva
 
Avaliação no ensino superior
Avaliação no ensino superiorAvaliação no ensino superior
Avaliação no ensino superior
Ana Claudia Dalcin
 
Repensando a avaliação
Repensando a avaliaçãoRepensando a avaliação
Repensando a avaliação
Edson Mamprin
 

Mais procurados (20)

Avaliação na educação
Avaliação na educaçãoAvaliação na educação
Avaliação na educação
 
Avaliação
AvaliaçãoAvaliação
Avaliação
 
Tipos de avaliacao
Tipos de avaliacaoTipos de avaliacao
Tipos de avaliacao
 
Avaliação - concepções segundo olhares de professores e alunos
Avaliação - concepções segundo olhares de professores e alunosAvaliação - concepções segundo olhares de professores e alunos
Avaliação - concepções segundo olhares de professores e alunos
 
Questões sobre Avaliação
Questões sobre AvaliaçãoQuestões sobre Avaliação
Questões sobre Avaliação
 
Estudos sobre avaliação da aprendizagem
Estudos sobre avaliação da aprendizagemEstudos sobre avaliação da aprendizagem
Estudos sobre avaliação da aprendizagem
 
Avaliação escolar
Avaliação escolarAvaliação escolar
Avaliação escolar
 
Avaliação educacional
Avaliação educacionalAvaliação educacional
Avaliação educacional
 
Alguns conceitos de avaliação
Alguns conceitos de avaliaçãoAlguns conceitos de avaliação
Alguns conceitos de avaliação
 
Relação entre avaliação formativa e somativa
Relação entre avaliação formativa e somativaRelação entre avaliação formativa e somativa
Relação entre avaliação formativa e somativa
 
Avaliação
AvaliaçãoAvaliação
Avaliação
 
Avaliação Escolar - Texto de Libâneo (1994)
Avaliação Escolar - Texto de Libâneo (1994)Avaliação Escolar - Texto de Libâneo (1994)
Avaliação Escolar - Texto de Libâneo (1994)
 
Metodologias e ferramentas de avaliação
Metodologias e ferramentas de avaliaçãoMetodologias e ferramentas de avaliação
Metodologias e ferramentas de avaliação
 
AVALIAÇÃO EDUCACIONAL: PESPECTIVIAS
AVALIAÇÃO EDUCACIONAL: PESPECTIVIASAVALIAÇÃO EDUCACIONAL: PESPECTIVIAS
AVALIAÇÃO EDUCACIONAL: PESPECTIVIAS
 
Avaliação da aprendizagem(e sua importância)
Avaliação da aprendizagem(e sua importância)Avaliação da aprendizagem(e sua importância)
Avaliação da aprendizagem(e sua importância)
 
O que é avaliação
O que é avaliaçãoO que é avaliação
O que é avaliação
 
Sugestão de avaliação
Sugestão de avaliaçãoSugestão de avaliação
Sugestão de avaliação
 
Monografia- Avaliação da aprendizagem para além de provas e testes
Monografia- Avaliação da aprendizagem para além de provas e testesMonografia- Avaliação da aprendizagem para além de provas e testes
Monografia- Avaliação da aprendizagem para além de provas e testes
 
Avaliação no ensino superior
Avaliação no ensino superiorAvaliação no ensino superior
Avaliação no ensino superior
 
Repensando a avaliação
Repensando a avaliaçãoRepensando a avaliação
Repensando a avaliação
 

Destaque

INSTRUMENTOS E CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
INSTRUMENTOS E CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃOINSTRUMENTOS E CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
INSTRUMENTOS E CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
Edlauva Santos
 
PNAIC - Avaliação
PNAIC - AvaliaçãoPNAIC - Avaliação
PNAIC - Avaliação
ElieneDias
 
Criterios avaliacao-fernando pessoa 2012-13
Criterios avaliacao-fernando pessoa 2012-13Criterios avaliacao-fernando pessoa 2012-13
Criterios avaliacao-fernando pessoa 2012-13
Pedro Costa
 
Critérios de avaliação geografia 7ºano
Critérios de avaliação geografia 7ºanoCritérios de avaliação geografia 7ºano
Critérios de avaliação geografia 7ºano
EB2,3 de Quarteira
 
Publico Dos Blogues
Publico Dos BloguesPublico Dos Blogues
Publico Dos Blogues
J. Martins
 
Criterios de Avaliacao
Criterios de AvaliacaoCriterios de Avaliacao
Criterios de Avaliacao
J. Martins
 
Regionalização dos países
Regionalização dos paísesRegionalização dos países
Regionalização dos países
maritese
 
Humanismo x Behaviorismo
Humanismo x BehaviorismoHumanismo x Behaviorismo
Humanismo x Behaviorismo
mairamatoscosta
 
Critérios para avaliação bimestral 0 a 3 anos eliane pera
Critérios para avaliação bimestral 0 a 3 anos eliane peraCritérios para avaliação bimestral 0 a 3 anos eliane pera
Critérios para avaliação bimestral 0 a 3 anos eliane pera
vivila
 
TéCnicas E Instrumentos De AvaliaçãO
TéCnicas E Instrumentos De AvaliaçãOTéCnicas E Instrumentos De AvaliaçãO
TéCnicas E Instrumentos De AvaliaçãO
Messias Matusse
 
Slide tipos de avaliação
Slide tipos de avaliaçãoSlide tipos de avaliação
Slide tipos de avaliação
Gisele Lopes
 
Pesquisa experimental
Pesquisa experimentalPesquisa experimental
Pesquisa experimental
Lucovolan
 
Metodologia da pesquisa
Metodologia da pesquisaMetodologia da pesquisa
Metodologia da pesquisa
LURDINHA BEZERRA
 
Avaliação tipos e funções 2
Avaliação tipos e funções 2Avaliação tipos e funções 2
Avaliação tipos e funções 2
SimoneHelenDrumond
 
Planejamento 4º ano
Planejamento 4º anoPlanejamento 4º ano
Planejamento 4º ano
silvinha331
 
Planejamento bimestral ed. infantil
Planejamento bimestral ed. infantilPlanejamento bimestral ed. infantil
Planejamento bimestral ed. infantil
keillacr
 

Destaque (16)

INSTRUMENTOS E CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
INSTRUMENTOS E CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃOINSTRUMENTOS E CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
INSTRUMENTOS E CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
 
PNAIC - Avaliação
PNAIC - AvaliaçãoPNAIC - Avaliação
PNAIC - Avaliação
 
Criterios avaliacao-fernando pessoa 2012-13
Criterios avaliacao-fernando pessoa 2012-13Criterios avaliacao-fernando pessoa 2012-13
Criterios avaliacao-fernando pessoa 2012-13
 
Critérios de avaliação geografia 7ºano
Critérios de avaliação geografia 7ºanoCritérios de avaliação geografia 7ºano
Critérios de avaliação geografia 7ºano
 
Publico Dos Blogues
Publico Dos BloguesPublico Dos Blogues
Publico Dos Blogues
 
Criterios de Avaliacao
Criterios de AvaliacaoCriterios de Avaliacao
Criterios de Avaliacao
 
Regionalização dos países
Regionalização dos paísesRegionalização dos países
Regionalização dos países
 
Humanismo x Behaviorismo
Humanismo x BehaviorismoHumanismo x Behaviorismo
Humanismo x Behaviorismo
 
Critérios para avaliação bimestral 0 a 3 anos eliane pera
Critérios para avaliação bimestral 0 a 3 anos eliane peraCritérios para avaliação bimestral 0 a 3 anos eliane pera
Critérios para avaliação bimestral 0 a 3 anos eliane pera
 
TéCnicas E Instrumentos De AvaliaçãO
TéCnicas E Instrumentos De AvaliaçãOTéCnicas E Instrumentos De AvaliaçãO
TéCnicas E Instrumentos De AvaliaçãO
 
Slide tipos de avaliação
Slide tipos de avaliaçãoSlide tipos de avaliação
Slide tipos de avaliação
 
Pesquisa experimental
Pesquisa experimentalPesquisa experimental
Pesquisa experimental
 
Metodologia da pesquisa
Metodologia da pesquisaMetodologia da pesquisa
Metodologia da pesquisa
 
Avaliação tipos e funções 2
Avaliação tipos e funções 2Avaliação tipos e funções 2
Avaliação tipos e funções 2
 
Planejamento 4º ano
Planejamento 4º anoPlanejamento 4º ano
Planejamento 4º ano
 
Planejamento bimestral ed. infantil
Planejamento bimestral ed. infantilPlanejamento bimestral ed. infantil
Planejamento bimestral ed. infantil
 

Semelhante a Critérios de Avaliação da Escola

Panorama de Educação Física - Prêmio Victor Civita 2011
Panorama de Educação Física - Prêmio Victor Civita 2011Panorama de Educação Física - Prêmio Victor Civita 2011
Panorama de Educação Física - Prêmio Victor Civita 2011
Fundação Victor Civita
 
Avaliação de Desempenho Docente: Teorias e Métodos
Avaliação de Desempenho Docente: Teorias e MétodosAvaliação de Desempenho Docente: Teorias e Métodos
Avaliação de Desempenho Docente: Teorias e Métodos
viviprof
 
Addtm
AddtmAddtm
Avaliação do Desempenho Docente
Avaliação do Desempenho DocenteAvaliação do Desempenho Docente
Avaliação do Desempenho Docente
Alan Ciriaco
 
CAT_ Aedlv__19_julho_v4.pptx
CAT_ Aedlv__19_julho_v4.pptxCAT_ Aedlv__19_julho_v4.pptx
CAT_ Aedlv__19_julho_v4.pptx
Rosalina Simão Nunes
 
Pedagogia avaliação em ea d(atv 07)
Pedagogia avaliação em ea d(atv 07)Pedagogia avaliação em ea d(atv 07)
Pedagogia avaliação em ea d(atv 07)
aline totti
 
CAT_ Aedlv__03_setembro.pptx
CAT_ Aedlv__03_setembro.pptxCAT_ Aedlv__03_setembro.pptx
CAT_ Aedlv__03_setembro.pptx
Rosalina Simão Nunes
 
30 09 PORTIFOLIO Avaliação de Desempenho Docente aluna Elisabete Jorgino
30 09 PORTIFOLIO Avaliação de Desempenho Docente aluna Elisabete Jorgino30 09 PORTIFOLIO Avaliação de Desempenho Docente aluna Elisabete Jorgino
30 09 PORTIFOLIO Avaliação de Desempenho Docente aluna Elisabete Jorgino
betejorgino
 
Avaliacao formativa
Avaliacao formativaAvaliacao formativa
Avaliacao formativa
Marcelo Brito
 
Avaliação
AvaliaçãoAvaliação
Avaliação
Marcos Ra
 
Delinear a avaliação pedagógica num contexto online
Delinear a avaliação pedagógica num contexto onlineDelinear a avaliação pedagógica num contexto online
Delinear a avaliação pedagógica num contexto online
diamorais
 
Dispositivo de Avaliação
Dispositivo de AvaliaçãoDispositivo de Avaliação
Dispositivo de Avaliação
viviprof
 
Avaliação
AvaliaçãoAvaliação
Avaliação
escolawashington
 
Guia de elaboracao_%20_portugues_90527
Guia de elaboracao_%20_portugues_90527Guia de elaboracao_%20_portugues_90527
Guia de elaboracao_%20_portugues_90527
elannialins
 
Delinear a avaliação pedagógica num contexto online
Delinear a avaliação pedagógica num contexto onlineDelinear a avaliação pedagógica num contexto online
Delinear a avaliação pedagógica num contexto online
Nelson Soares
 
Avaliação educacional.pptx
Avaliação educacional.pptxAvaliação educacional.pptx
Avaliação educacional.pptx
justinocarlos
 
ICDA_4.ª sessão_2junho.pptx
ICDA_4.ª sessão_2junho.pptxICDA_4.ª sessão_2junho.pptx
ICDA_4.ª sessão_2junho.pptx
ureaSofiaCruzMedeiro
 
Gestão-da-Aprendizagem.pdf
Gestão-da-Aprendizagem.pdfGestão-da-Aprendizagem.pdf
Gestão-da-Aprendizagem.pdf
AparecidadeArajoSilv
 
Avaliação da Profissionalidade Docente
Avaliação da Profissionalidade DocenteAvaliação da Profissionalidade Docente
Avaliação da Profissionalidade Docente
Rogério Da Costa Ribeiro
 
Proposta de design_final_de_avaliação
Proposta de design_final_de_avaliaçãoProposta de design_final_de_avaliação
Proposta de design_final_de_avaliação
Externato Secundário do Soito
 

Semelhante a Critérios de Avaliação da Escola (20)

Panorama de Educação Física - Prêmio Victor Civita 2011
Panorama de Educação Física - Prêmio Victor Civita 2011Panorama de Educação Física - Prêmio Victor Civita 2011
Panorama de Educação Física - Prêmio Victor Civita 2011
 
Avaliação de Desempenho Docente: Teorias e Métodos
Avaliação de Desempenho Docente: Teorias e MétodosAvaliação de Desempenho Docente: Teorias e Métodos
Avaliação de Desempenho Docente: Teorias e Métodos
 
Addtm
AddtmAddtm
Addtm
 
Avaliação do Desempenho Docente
Avaliação do Desempenho DocenteAvaliação do Desempenho Docente
Avaliação do Desempenho Docente
 
CAT_ Aedlv__19_julho_v4.pptx
CAT_ Aedlv__19_julho_v4.pptxCAT_ Aedlv__19_julho_v4.pptx
CAT_ Aedlv__19_julho_v4.pptx
 
Pedagogia avaliação em ea d(atv 07)
Pedagogia avaliação em ea d(atv 07)Pedagogia avaliação em ea d(atv 07)
Pedagogia avaliação em ea d(atv 07)
 
CAT_ Aedlv__03_setembro.pptx
CAT_ Aedlv__03_setembro.pptxCAT_ Aedlv__03_setembro.pptx
CAT_ Aedlv__03_setembro.pptx
 
30 09 PORTIFOLIO Avaliação de Desempenho Docente aluna Elisabete Jorgino
30 09 PORTIFOLIO Avaliação de Desempenho Docente aluna Elisabete Jorgino30 09 PORTIFOLIO Avaliação de Desempenho Docente aluna Elisabete Jorgino
30 09 PORTIFOLIO Avaliação de Desempenho Docente aluna Elisabete Jorgino
 
Avaliacao formativa
Avaliacao formativaAvaliacao formativa
Avaliacao formativa
 
Avaliação
AvaliaçãoAvaliação
Avaliação
 
Delinear a avaliação pedagógica num contexto online
Delinear a avaliação pedagógica num contexto onlineDelinear a avaliação pedagógica num contexto online
Delinear a avaliação pedagógica num contexto online
 
Dispositivo de Avaliação
Dispositivo de AvaliaçãoDispositivo de Avaliação
Dispositivo de Avaliação
 
Avaliação
AvaliaçãoAvaliação
Avaliação
 
Guia de elaboracao_%20_portugues_90527
Guia de elaboracao_%20_portugues_90527Guia de elaboracao_%20_portugues_90527
Guia de elaboracao_%20_portugues_90527
 
Delinear a avaliação pedagógica num contexto online
Delinear a avaliação pedagógica num contexto onlineDelinear a avaliação pedagógica num contexto online
Delinear a avaliação pedagógica num contexto online
 
Avaliação educacional.pptx
Avaliação educacional.pptxAvaliação educacional.pptx
Avaliação educacional.pptx
 
ICDA_4.ª sessão_2junho.pptx
ICDA_4.ª sessão_2junho.pptxICDA_4.ª sessão_2junho.pptx
ICDA_4.ª sessão_2junho.pptx
 
Gestão-da-Aprendizagem.pdf
Gestão-da-Aprendizagem.pdfGestão-da-Aprendizagem.pdf
Gestão-da-Aprendizagem.pdf
 
Avaliação da Profissionalidade Docente
Avaliação da Profissionalidade DocenteAvaliação da Profissionalidade Docente
Avaliação da Profissionalidade Docente
 
Proposta de design_final_de_avaliação
Proposta de design_final_de_avaliaçãoProposta de design_final_de_avaliação
Proposta de design_final_de_avaliação
 

Mais de complementoindirecto

Cavalo Lusitano
Cavalo LusitanoCavalo Lusitano
Cavalo Lusitano
complementoindirecto
 
O Estudante do Ensino Secundário
O Estudante do Ensino SecundárioO Estudante do Ensino Secundário
O Estudante do Ensino Secundário
complementoindirecto
 
O Espectador
O EspectadorO Espectador
O Espectador
complementoindirecto
 
O riso
O risoO riso
Cindy Sherman
Cindy ShermanCindy Sherman
Cindy Sherman
complementoindirecto
 
flávia
fláviaflávia
A Pantera Cor-de-Rosa
A Pantera Cor-de-RosaA Pantera Cor-de-Rosa
A Pantera Cor-de-Rosa
complementoindirecto
 
Árvore Prometeu
Árvore PrometeuÁrvore Prometeu
Árvore Prometeu
complementoindirecto
 
Robert Mapplethorpe
Robert MapplethorpeRobert Mapplethorpe
Robert Mapplethorpe
complementoindirecto
 
Pink Slime
Pink SlimePink Slime
BrickArt
BrickArtBrickArt
Big Brother
Big BrotherBig Brother
Testes em Animais
Testes em AnimaisTestes em Animais
Testes em Animais
complementoindirecto
 
Body Art
Body ArtBody Art
Charles Manson
Charles MansonCharles Manson
Charles Manson
complementoindirecto
 
12 k erica-
12 k erica-12 k erica-
Wearable Art
Wearable ArtWearable Art
Wearable Art
complementoindirecto
 
História da Tatuagem
História da Tatuagem História da Tatuagem
História da Tatuagem
complementoindirecto
 
Escova de dentes
Escova de dentesEscova de dentes
Escova de dentes
complementoindirecto
 
Aldous Huxley
Aldous HuxleyAldous Huxley
Aldous Huxley
complementoindirecto
 

Mais de complementoindirecto (20)

Cavalo Lusitano
Cavalo LusitanoCavalo Lusitano
Cavalo Lusitano
 
O Estudante do Ensino Secundário
O Estudante do Ensino SecundárioO Estudante do Ensino Secundário
O Estudante do Ensino Secundário
 
O Espectador
O EspectadorO Espectador
O Espectador
 
O riso
O risoO riso
O riso
 
Cindy Sherman
Cindy ShermanCindy Sherman
Cindy Sherman
 
flávia
fláviaflávia
flávia
 
A Pantera Cor-de-Rosa
A Pantera Cor-de-RosaA Pantera Cor-de-Rosa
A Pantera Cor-de-Rosa
 
Árvore Prometeu
Árvore PrometeuÁrvore Prometeu
Árvore Prometeu
 
Robert Mapplethorpe
Robert MapplethorpeRobert Mapplethorpe
Robert Mapplethorpe
 
Pink Slime
Pink SlimePink Slime
Pink Slime
 
BrickArt
BrickArtBrickArt
BrickArt
 
Big Brother
Big BrotherBig Brother
Big Brother
 
Testes em Animais
Testes em AnimaisTestes em Animais
Testes em Animais
 
Body Art
Body ArtBody Art
Body Art
 
Charles Manson
Charles MansonCharles Manson
Charles Manson
 
12 k erica-
12 k erica-12 k erica-
12 k erica-
 
Wearable Art
Wearable ArtWearable Art
Wearable Art
 
História da Tatuagem
História da Tatuagem História da Tatuagem
História da Tatuagem
 
Escova de dentes
Escova de dentesEscova de dentes
Escova de dentes
 
Aldous Huxley
Aldous HuxleyAldous Huxley
Aldous Huxley
 

Último

Slides Lição 9, Betel, Ordenança para uma vida de santificação, 2Tr24.pptx
Slides Lição 9, Betel, Ordenança para uma vida de santificação, 2Tr24.pptxSlides Lição 9, Betel, Ordenança para uma vida de santificação, 2Tr24.pptx
Slides Lição 9, Betel, Ordenança para uma vida de santificação, 2Tr24.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
Famílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do Assaré
Famílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do AssaréFamílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do Assaré
Famílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do Assaré
profesfrancleite
 
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdfUFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
Manuais Formação
 
759-fortaleza-resultado-definitivo-prova-objetiva-2024-05-28.pdf
759-fortaleza-resultado-definitivo-prova-objetiva-2024-05-28.pdf759-fortaleza-resultado-definitivo-prova-objetiva-2024-05-28.pdf
759-fortaleza-resultado-definitivo-prova-objetiva-2024-05-28.pdf
MessiasMarianoG
 
CADERNO DE CONCEITOS E ORIENTAÇÕES DO CENSO ESCOLAR 2024.pdf
CADERNO DE CONCEITOS E ORIENTAÇÕES DO CENSO ESCOLAR 2024.pdfCADERNO DE CONCEITOS E ORIENTAÇÕES DO CENSO ESCOLAR 2024.pdf
CADERNO DE CONCEITOS E ORIENTAÇÕES DO CENSO ESCOLAR 2024.pdf
NatySousa3
 
O que é um Ménage a Trois Contemporâneo .pdf
O que é um Ménage a Trois Contemporâneo .pdfO que é um Ménage a Trois Contemporâneo .pdf
O que é um Ménage a Trois Contemporâneo .pdf
Pastor Robson Colaço
 
Atividade letra da música - Espalhe Amor, Anavitória.
Atividade letra da música - Espalhe  Amor, Anavitória.Atividade letra da música - Espalhe  Amor, Anavitória.
Atividade letra da música - Espalhe Amor, Anavitória.
Mary Alvarenga
 
Livro: Pedagogia do Oprimido - Paulo Freire
Livro: Pedagogia do Oprimido - Paulo FreireLivro: Pedagogia do Oprimido - Paulo Freire
Livro: Pedagogia do Oprimido - Paulo Freire
WelberMerlinCardoso
 
PowerPoint Newton gostava de Ler - Saber em Gel.pdf
PowerPoint Newton gostava de Ler - Saber em Gel.pdfPowerPoint Newton gostava de Ler - Saber em Gel.pdf
PowerPoint Newton gostava de Ler - Saber em Gel.pdf
1000a
 
Rimas, Luís Vaz de Camões. pptx
Rimas, Luís Vaz de Camões.          pptxRimas, Luís Vaz de Camões.          pptx
Rimas, Luís Vaz de Camões. pptx
TomasSousa7
 
Slides Lição 10, Central Gospel, A Batalha Do Armagedom, 1Tr24.pptx
Slides Lição 10, Central Gospel, A Batalha Do Armagedom, 1Tr24.pptxSlides Lição 10, Central Gospel, A Batalha Do Armagedom, 1Tr24.pptx
Slides Lição 10, Central Gospel, A Batalha Do Armagedom, 1Tr24.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
livro ciclo da agua educação infantil.pdf
livro ciclo da agua educação infantil.pdflivro ciclo da agua educação infantil.pdf
livro ciclo da agua educação infantil.pdf
cmeioctaciliabetesch
 
Leonardo da Vinci .pptx
Leonardo da Vinci                  .pptxLeonardo da Vinci                  .pptx
Leonardo da Vinci .pptx
TomasSousa7
 
APOSTILA DE TEXTOS CURTOS E INTERPRETAÇÃO.pdf
APOSTILA DE TEXTOS CURTOS E INTERPRETAÇÃO.pdfAPOSTILA DE TEXTOS CURTOS E INTERPRETAÇÃO.pdf
APOSTILA DE TEXTOS CURTOS E INTERPRETAÇÃO.pdf
RenanSilva991968
 
Egito antigo resumo - aula de história.pdf
Egito antigo resumo - aula de história.pdfEgito antigo resumo - aula de história.pdf
Egito antigo resumo - aula de história.pdf
sthefanydesr
 
UFCD_5420_Integração de sistemas de informação - conceitos_índice.pdf
UFCD_5420_Integração de sistemas de informação - conceitos_índice.pdfUFCD_5420_Integração de sistemas de informação - conceitos_índice.pdf
UFCD_5420_Integração de sistemas de informação - conceitos_índice.pdf
Manuais Formação
 
Apresentação_Primeira_Guerra_Mundial 9 ANO-1.pptx
Apresentação_Primeira_Guerra_Mundial 9 ANO-1.pptxApresentação_Primeira_Guerra_Mundial 9 ANO-1.pptx
Apresentação_Primeira_Guerra_Mundial 9 ANO-1.pptx
JulianeMelo17
 
Especialidade - Animais Ameaçados de Extinção(1).pdf
Especialidade - Animais Ameaçados de Extinção(1).pdfEspecialidade - Animais Ameaçados de Extinção(1).pdf
Especialidade - Animais Ameaçados de Extinção(1).pdf
DanielCastro80471
 
iNTRODUÇÃO À Plantas terrestres e Plantas aquáticas. (1).pdf
iNTRODUÇÃO À Plantas terrestres e Plantas aquáticas. (1).pdfiNTRODUÇÃO À Plantas terrestres e Plantas aquáticas. (1).pdf
iNTRODUÇÃO À Plantas terrestres e Plantas aquáticas. (1).pdf
andressacastro36
 
Pintura Romana .pptx
Pintura Romana                     .pptxPintura Romana                     .pptx
Pintura Romana .pptx
TomasSousa7
 

Último (20)

Slides Lição 9, Betel, Ordenança para uma vida de santificação, 2Tr24.pptx
Slides Lição 9, Betel, Ordenança para uma vida de santificação, 2Tr24.pptxSlides Lição 9, Betel, Ordenança para uma vida de santificação, 2Tr24.pptx
Slides Lição 9, Betel, Ordenança para uma vida de santificação, 2Tr24.pptx
 
Famílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do Assaré
Famílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do AssaréFamílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do Assaré
Famílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do Assaré
 
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdfUFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
 
759-fortaleza-resultado-definitivo-prova-objetiva-2024-05-28.pdf
759-fortaleza-resultado-definitivo-prova-objetiva-2024-05-28.pdf759-fortaleza-resultado-definitivo-prova-objetiva-2024-05-28.pdf
759-fortaleza-resultado-definitivo-prova-objetiva-2024-05-28.pdf
 
CADERNO DE CONCEITOS E ORIENTAÇÕES DO CENSO ESCOLAR 2024.pdf
CADERNO DE CONCEITOS E ORIENTAÇÕES DO CENSO ESCOLAR 2024.pdfCADERNO DE CONCEITOS E ORIENTAÇÕES DO CENSO ESCOLAR 2024.pdf
CADERNO DE CONCEITOS E ORIENTAÇÕES DO CENSO ESCOLAR 2024.pdf
 
O que é um Ménage a Trois Contemporâneo .pdf
O que é um Ménage a Trois Contemporâneo .pdfO que é um Ménage a Trois Contemporâneo .pdf
O que é um Ménage a Trois Contemporâneo .pdf
 
Atividade letra da música - Espalhe Amor, Anavitória.
Atividade letra da música - Espalhe  Amor, Anavitória.Atividade letra da música - Espalhe  Amor, Anavitória.
Atividade letra da música - Espalhe Amor, Anavitória.
 
Livro: Pedagogia do Oprimido - Paulo Freire
Livro: Pedagogia do Oprimido - Paulo FreireLivro: Pedagogia do Oprimido - Paulo Freire
Livro: Pedagogia do Oprimido - Paulo Freire
 
PowerPoint Newton gostava de Ler - Saber em Gel.pdf
PowerPoint Newton gostava de Ler - Saber em Gel.pdfPowerPoint Newton gostava de Ler - Saber em Gel.pdf
PowerPoint Newton gostava de Ler - Saber em Gel.pdf
 
Rimas, Luís Vaz de Camões. pptx
Rimas, Luís Vaz de Camões.          pptxRimas, Luís Vaz de Camões.          pptx
Rimas, Luís Vaz de Camões. pptx
 
Slides Lição 10, Central Gospel, A Batalha Do Armagedom, 1Tr24.pptx
Slides Lição 10, Central Gospel, A Batalha Do Armagedom, 1Tr24.pptxSlides Lição 10, Central Gospel, A Batalha Do Armagedom, 1Tr24.pptx
Slides Lição 10, Central Gospel, A Batalha Do Armagedom, 1Tr24.pptx
 
livro ciclo da agua educação infantil.pdf
livro ciclo da agua educação infantil.pdflivro ciclo da agua educação infantil.pdf
livro ciclo da agua educação infantil.pdf
 
Leonardo da Vinci .pptx
Leonardo da Vinci                  .pptxLeonardo da Vinci                  .pptx
Leonardo da Vinci .pptx
 
APOSTILA DE TEXTOS CURTOS E INTERPRETAÇÃO.pdf
APOSTILA DE TEXTOS CURTOS E INTERPRETAÇÃO.pdfAPOSTILA DE TEXTOS CURTOS E INTERPRETAÇÃO.pdf
APOSTILA DE TEXTOS CURTOS E INTERPRETAÇÃO.pdf
 
Egito antigo resumo - aula de história.pdf
Egito antigo resumo - aula de história.pdfEgito antigo resumo - aula de história.pdf
Egito antigo resumo - aula de história.pdf
 
UFCD_5420_Integração de sistemas de informação - conceitos_índice.pdf
UFCD_5420_Integração de sistemas de informação - conceitos_índice.pdfUFCD_5420_Integração de sistemas de informação - conceitos_índice.pdf
UFCD_5420_Integração de sistemas de informação - conceitos_índice.pdf
 
Apresentação_Primeira_Guerra_Mundial 9 ANO-1.pptx
Apresentação_Primeira_Guerra_Mundial 9 ANO-1.pptxApresentação_Primeira_Guerra_Mundial 9 ANO-1.pptx
Apresentação_Primeira_Guerra_Mundial 9 ANO-1.pptx
 
Especialidade - Animais Ameaçados de Extinção(1).pdf
Especialidade - Animais Ameaçados de Extinção(1).pdfEspecialidade - Animais Ameaçados de Extinção(1).pdf
Especialidade - Animais Ameaçados de Extinção(1).pdf
 
iNTRODUÇÃO À Plantas terrestres e Plantas aquáticas. (1).pdf
iNTRODUÇÃO À Plantas terrestres e Plantas aquáticas. (1).pdfiNTRODUÇÃO À Plantas terrestres e Plantas aquáticas. (1).pdf
iNTRODUÇÃO À Plantas terrestres e Plantas aquáticas. (1).pdf
 
Pintura Romana .pptx
Pintura Romana                     .pptxPintura Romana                     .pptx
Pintura Romana .pptx
 

Critérios de Avaliação da Escola

  • 1. SOBRE CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO Da leitura da legislação e da literatura publicada, resultante da investigação realizada sobre a matéria, relativa à avaliação nas suas dimensões formativa e sumativa, observa-se a existência de aspectos incontornáveis, do ponto de vista conceptual, a que importa atender na definição dos critérios de avaliação da escola. A explicitação desses aspectos deve ser objecto de clarificação, devendo ser esse um princípio que norteia a tomada de decisões em todas as sedes em que tal se supõe. Os critérios de avaliação devem “indicar com clareza os actos que os alunos devem executar quando se encontram em situação de aprendizagem e, por outro lado, as características que o produto final dessa aprendizagem deve apresentar”. [1] Segundo documento publicado pelo Ministério da Educação, (ME Setembro de 2001) deve ser assegurada a adequação da lógica classificativa às necessidades da avaliação de desempenho. Segundo este autor, não é admissível “que o esforço concertado realizado por professores e alunos no sentido de desenvolver uma avaliação participada, contextualizada e alinhada pelo currículo seja comprometido por concepções e práticas de classificação individualistas, casuísticas e reveladoras de um excesso sancionador e comparativista, mais preocupadas com as subtilezas do pormenor do que com a riqueza do essencial: a promoção do desenvolvimento global do aluno através das aprendizagens adequadas”. [2] É fundamental que “os critérios, isto é, as normas ou modelos segundo os quais as aprendizagens dos alunos são apreciadas, sejam explicitados”, apontando este autor uma proposta de tipologia defendida por Nunziati (1990), segundo a qual os critérios deverão organizar-se em torno do conceitos de critérios de realização e critérios de sucesso. Os critérios de realização tratam-se de critérios de incidência formativa que visam, em última análise, a regulação da aprendizagem, permitindo a sua (re)orientação. Indicam os actos concretos que se esperam dos alunos quando se lhes pede para executar uma determinada tarefa ou obter um determinado produto, estando ligados ao próprio processo de aprendizagem, do qual constituem um instrumento, exprimindo os procedimentos a desenvolver pelos alunos com vista a obter os resultados que deles se esperam e a atingir os objectivos propostos.
  • 2. Nos critérios de realização, deve haver a preocupação de garantir que estes indicam com clareza quais as operações a realizar para levar a termo determinada tarefa ou desenvolver adequadamente determinado processo, devendo ser formulados o mais concretamente possível para que os alunos «vejam» com clareza aquilo que deles se espera. Os critérios de sucesso, sendo critérios de incidência sumativa, referem-se aos produtos obtidos e estabelecem as condições de aceitabilidade desses resultados. São critérios menos centrados nos processos de aprendizagem e que apontam mais aos produtos obtidos. Nos critérios de sucesso podem incluir-se critérios como a pertinência (o produto ou resposta obtidos pelo aluno correspondem àquilo que é pedido), a completude (todos os elementos esperados estão presentes), a exactidão (ausência de erros ou, em certos casos, a percentagem de erros admitidos), a originalidade (definida enquanto raridade da solução encontrada), o volume de conhecimentos ou ideias mobilizados na obtenção do resultado produzido.[3] De acordo com José Augusto Pacheco, numa avaliação integrada, a recolha de dados é feita a partir de diversas fontes, através de instrumentação diversa* e tem o contributo de professores, alunos e encarregados de educação. Segundo Bélair (1999), avaliar é comunicar, o que contempla a intenção (clarificação de objectivos e competências), a instrumentação (negociação dos instrumentos e critérios de avaliação), o julgamento (negociação dos juízos de valor formulados a partir de critérios específicos) e a decisão (transmissão dos resultados de avaliação).[4] Uma das condições para a construção de uma avaliação reguladora é a de que os objectivos pedagógicos sejam claros e os critérios de avaliação sejam conhecidos e estejam assimilados pelos actores mais directamente envolvidos no processo de ensino-aprendizagem. Só deste modo eles podem identificar sucessos e insucessos e, em função disso, (re)orientar as suas acções no sentido de reforçar os primeiros e tentar ultrapassar os segundos. Isso obriga a garantir que: - os alunos são suficiente ou claramente informados sobre as aprendizagens que é suposto terem de realizar, os objectivos que devem atingir, as tarefas a desenvolver, o caminho a percorrer.
  • 3. - os alunos devem conhecer os critérios por referência aos quais as suas aprendizagens (processos e produtos) são avaliadas, por forma a conseguir que percebam a relação entre o que se ensina e se espera que eles aprendam. - as situações de aprendizagem planificadas e estruturadas devem ser adequadas ao desenvolvimento dos objectivos propostos e à realização das aprendizagens desejadas. - os critérios de avaliação realmente utilizados pelos professores devem coincidir com aqueles que eles explicitam (para si próprios e para os alunos), devendo ser garantida a coincidência entre aquilo que é ensinado e aquilo que é avaliado. - os alunos deverão apropriar-se dos critérios de avaliação, devendo haver a preocupação de aferir da correcção das interpretações que se venham a observar.[3] Retomando José Augusto Pacheco, na definição de critérios de avaliação da aprendizagem dos alunos e tendo em conta a necessária "transparência do processo de avaliação, nomeadamente através da clarificação e da explicitação dos critérios adoptados" devem ser claros os objectos de avaliação, a instrumentação (modalidades de avaliação, a natureza e pertinência dos dados a recolher e os instrumentos de avaliação), a conversão de resultados (sublinha-se a necessidade da convergência de indícios - os avaliadores, sobretudo os professores, devem considerar os dados que possuem dos alunos, aceitando a ideia de que o processo de notação é uma operação subjectiva apesar dos critérios objectivos em que se baseiam), a credibilidade da avaliação (a existência de critérios que funcionam como um verdadeiro código de conduta e de postura ética). No domínio da credibilidade da avaliação, de acordo com as propostas do Joint Committee on Standards for Educational Evaluation, deverão ter-se em atenção quatro condições: • A avaliação deve ser útil. Os critérios devem assegurar que uma avaliação proporcione as informações práticas de que necessita uma audiência determinada. • A avaliação deve ser exequível, viável. Os critérios estão concebidos para assegurar uma avaliação realista, prudente, diplomática e moderada. • A avaliação deve ser ética. Os critérios estão concebidos para permitir que uma avaliação seja realizada legal e eticamente. • A avaliação deve ser exacta, rigorosa. Os critérios estão estabelecidos de modo que uma avaliação revele e transmita uma informação exacta acerca do que está a ser julgado.[4] Tendo em conta a clarificação destes aspectos, entendeu-se dever proceder à elaboração do documento que se segue, sendo assumido como referencial a sujeitar aos ajustamentos que
  • 4. no quadro da realidade de cada área curricular disciplinar se imponham, cabendo aos departamentos e professores a sua operacionalização, atendendo ao que acima se refere. Referências [1] FERRAZ, M. J., CARVALHO, A., DANTAS, C., CAVACO, H., BARBOSA, J., TOURAIS, L., NEVES, N. & FERNANDES, Domingos - coord, (1994), Avaliação Criterial/Avaliação Normativa in Pensar avaliação, melhorar a aprendizagem, Lisboa, IIE. http://sitio.dgidc.min-edu.pt/secundario/Documents/avaliacao_criterial.pdf [2] MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO (2001), Avaliação e Desempenho – Texto de Apoio. http://sitio.dgidc.min-edu.pt/secundario/Documents/avaliacao_desempenho.pdf [3] BARBOSA, João, ALAIZ, Vitor e CARDOSO, Carlos - coord (1994), Explicitação de Critérios - exigência fundamental de uma avaliação ao serviço da aprendizagem in Pensar avaliação, melhorar a aprendizagem, Lisboa, IIE. http://sitio.dgidc.min-edu.pt/secundario/Documents/explicitacao_criterios.pdf [4] PACHECO, José Augusto (2002), Critérios de avaliação na escola in Abrantes, P. e Araújo, F. (coord.), Avaliação das Aprendizagens. Das concepções às práticas, Lisboa, M.E. http://sitio.dgidc.min-edu.pt/recursos/Lists/Repositrio%20Recursos2/Attachments/384/ReorgC_AvaliacaoAprend.pdf
  • 5. ESCOLA ANTÓNIO ARROIO CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO - 2010/11 A avaliação das aprendizagens dos alunos é realizada de acordo com a legislação em vigor e as orientações curriculares constantes nos programas das várias disciplinas. Os seguintes descritores estabelecem e clarificam os critérios de avaliação e classificação transversais a todas as disciplinas. Os conselhos de disciplina deverão completá-los com critérios para a avaliação das competências específicas da sua disciplina: Muito insuficiente Insuficiente Médio Bom Muito Bom Domínio (0 – 6) (7 – 9) (10 – 13) (14 – 17) (18 – 20) Tem dificuldade em Comete frequentemente erros de Exprime-se de forma clara e Exprime-se Os mesmos do anterior e: comunicar em português, ortografia e/ou de construção de compreensível em português. correctamente, exprimindo-se de forma frases. comunicando de forma Os trabalhos são muito incompreensível. Recolhe informação relevante clara em português. bem redigidos e Tem dificuldade em interpretar na internet e noutros apresentados, recorrendo a Não recolhe a informação os outros. Não encontra a suportes. Apresenta os Recolhe e selecciona, de ferramentas tecnológicas que necessita. informação quando precisa, ou trabalhos de forma adequada, forma crítica, a diversificadas. não sabe seleccionar o que é utilizando software de informação na internet e Apresenta como trabalhos relevante. processamento de texto e de noutros suportes. Revela grande originalidade Competências seus partes de textos e apresentações. nos trabalhos que transversais imagens que recolheu da Apresenta trabalhos que não são Apresenta os trabalhos apresenta e muito cuidado internet ou que copiou de inteiramente originais e/ou não Os trabalhos são originais, e de forma adequada, em evidenciar citações, e outros autores. refere autores e páginas web referem devidamente outros utilizando software de explicitar as referências a consultados ou citados. autores consultados ou processamento de texto, publicações, páginas web Não utiliza as TIC para os citados. de apresentações e ou outros autores seus trabalhos ou para Os trabalhos são mal outros. consultados ou citados. comunicar. apresentados em suporte digital. Comunica via correio Não utiliza correio electrónico. electrónico. Comunica via correio Participa de fóruns online, electrónico e online. sobre a disciplina.
  • 6. Muito insuficiente Insuficiente Médio Bom Muito Bom Domínio (0 – 6) (7 – 9) (10 – 13) (14 – 17) (18 – 20) Não entrega os Não entrega alguns trabalhos, Realiza os trabalhos que lhe O mesmo do anterior e: O mesmo do anterior trabalhos que lhe são participa pouco nas aulas ou são solicitados, com alguma e: solicitados. Não participa despropositadamente, autonomia. Tem a iniciativa de participar participa nas aulas ou solicita frequentemente o auxílio na aula com trabalhos e Traz para o grupo ou participa de forma a do professor ou dos colegas para Geralmente, é assíduo e intervenções pertinentes e para a turma perturbar os realizar as suas tarefas, sem se pontual e cumpre os prazos relevantes, mesmo sem ser informações e trabalhos. esforçar para as fazer sozinho. estabelecidos para entrega de solicitado. É autónomo na propostas que trabalhos. condução da sua melhoram as Competências Não é assíduo. Não é Chega atrasado às aulas, falta sem aprendizagem. aprendizagens de pessoais e pontual. Não traz para motivo relevante ou não cumpre Traz, normalmente, o material todos. sociais a aula o material os prazos estabelecidos. necessário ao decorrer da aula. Nos grupos em que trabalha, necessário. Frequentemente, não tem o tem um papel activo e auxilia material necessário para a aula. Trabalha em equipa, em os colegas nas suas Recusa-se a trabalhar interacção com os colegas, dificuldades. em equipa ou impede Não interage com os colegas ou cumpre a sua parte nas tarefas os outros de trabalhar. não deixa espaço para a e sabe ouvir os outros. Trata colegas e participação dos outros no professores de forma trabalho de grupo. Não respeita o Respeita professor e colegas no incorrecta. professor ou os colegas. âmbito das actividades da disciplina.
  • 7. Instrumentos de avaliação Partindo do modelo claramente construtivista subjacente à legislação em vigor que coloca a tónica na avaliação formativa e reguladora do ensino e das aprendizagens, pensamos que estas devem ser avaliadas recorrendo a uma diversidade de estratégias, técnicas e instrumentos. Esta diversidade surge da preponderância manifesta nos normativos da avaliação para a aprendizagem de cariz formativo em detrimento da avaliação da aprendizagem. Os instrumentos de avaliação são: meios de recolha de informações que após uma análise interpretativa por parte do professor implicam um feedback/comunicação no sentido de promover a transparência do processo. suportes de actividades e estratégias de aprendizagem no seio de uma perspectiva contextualizada da aprendizagem e avaliação. Na escolha dos instrumentos deve-se ter em conta os seguintes pressupostos: - Para quê? - O quê? - Como? Que feedback? - Quando? - Quem são os intervenientes? Tendo em conta que os instrumentos permitem avaliar competências e, entendendo estas como formas complexas de mobilização de saberes e recursos, fazemos a distinção entre instrumentos abertos e fechados. Instrumentos abertos – resposta “aberta”, “múltipla”: - Resolução de problemas; - Produção de textos; - Relatórios; - Trabalho de projecto; - Diário; - Portefólio; - Apresentação oral. (…)
  • 8. Instrumentos fechados – todos aqueles que permitem a verificação das aprendizagens com um universo de incidência mais limitado. Referências bibliográficas LE BOTERF, G., (1994), De la compétence. Essai sur un attracteur étrange, Paris, Les Editions d’organisation. PERALTA, M. H., (2002), Como avaliar competências? in Abrantes, P. e Araújo, F. (coord.), Avaliação das Aprendizagens. Das concepções às práticas, Lisboa, M.E. PERRENOUD, P., (1999), Construir as competências desde a Escola, Porto Alegre, Artmed.