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A MATURAÇÃO DO ESQUELETO EM INFANTIL-JUVENIL-ADOLESCENTE: O
POTENCIAL DE CRESCIMENTO NOS OSSOS TUBULARES PODE SER
MEDIDO PELA AVALIAÇÃO DA PROGRESSÃO DA OSSIFICAÇÃO DAS
EPÍFISES.
Os centros de ossificação do esqueleto aparecem e progridem em uma
sequência previsível em crianças normais, e a maturação do esqueleto
pode ser comparada a padrões normais para diferentes idades. Isso
forma a base para a idade óssea ou idade do esqueleto, que é a única
determinação quantitativa de maturação de rede somática disponível,
fazendo, assim, um espelho do tempo de maturação e crescimento. Não
estão claros quais fatores determinam esse padrão de maturação
normal, mas é certo que fatores genéticos e múltiplos hormônios,
incluindo Tiroxina e GH estão envolvidos. Estudos em pacientes com
mutações de genes para o receptor de estrogênio ou para enzimas
aromatase demonstraram que o estrogênio é o principal responsável
pela fusão epifisária, embora pareça improvável que o estrogênio seja o
único responsável por todos os aspectos da maturação do esqueleto.
Após o período neonatal, uma radiografia da mão e do punho esquerdo
é comumente utilizada para comparação com padrões publicados no
Atlas de Greülich et Pyle. Em casos limítrofes com pouca cartilagem de
crescimento devido à idade cronológica pode-se radiografar os ossos
longos, entretanto, para evitar excesso de irradiação ionizante o RX das
pernas e da coluna vertebral são suficientes. Entretanto, existem
variantes que devem ser consideradas para fins de avaliação como p. ex.,
podem não ser aplicados em crianças com displasias ósseas, problemas
endócrinos específicos e outras formas de retardo ou aceleração de
crescimento. À medida que a biologia da placa de crescimento é
estudada, fica aparente que o meio ambiente hormonal, bem como a
capacidade intrínseca (e finita) dos condrócitos para proliferar, leva
finalmente à parada de crescimento.
A idade óssea é o reflexo do grau de envelhecimento da placa de
crescimento, e isso auxilia na estimativa de crescimento longitudinal em
seres humanos.
GROWTH INVOLVING LOW HEIGHT: MATURITY OF SKELETON ("BONE
AGE") IN INFANT, YOUTH AND PRE-PUBERTY.
THE MATURATION OF THE SKELETON IN CHILD, YOUTH AND TEEN:
POTENTIAL GROWTH IN TUBULAR BONES CAN BE MEASURED BY
EVALUATION OF PROGRESSION OF EPIPHYSEAL OSSIFICATION.
PHYSIOLOGY-ENDOCRINOLOGY-NEUROENDOCRINOLOGY-GENETICS-
ENDOCRINE-PEDIATRICS (SUBDIVISION OF ENDOCRINOLOGY): DR. JOÃO
SANTOS CAIO JR. ET DRA. HENRIQUETA VERLANGIERI CAIO.
The ossification centers in skeleton appear and progress in a predictable
sequence in normal child and maturation of the skeleton can be
compared to standard patterns for different ages. This forms the basis
for bone age or age of the skeleton, which is the only quantitative
determination of the maturation of somatic available network, thereby
making a mirror of the growth and maturation time. It is not clear what
factors determine this pattern of normal maturation, but it is certain
that genetic factors and multiple hormones, including thyroxine and GH
are involved. Studies in patients with mutations of genes for estrogen
receptor or aromatase enzymes demonstrated that estrogen is primarily
responsible for epiphyseal fusion,
although it seems unlikely that estrogen is
solely responsible for all aspects of
skeletal maturation. After the neonatal
period, a radiograph of the left hand and
wrist is commonly used for comparison
with standards published by Greulich et
Pyle Atlas. In borderline low growth
cartilage cases due to chronological age
can radiograph the long bones, however
to avoid excess ionizing irradiation RX legs
and spine are sufficie
However there are variants that should be
considered for evaluation purposes for ex.,
cannot be used in children with skeletal
dysplasia, endocrine problems and other
specific forms of retardation or acceleration of growth. As the biological
growth plate is studied, it becomes apparent that the hormonal
environment, as well as the intrinsic (and finite) the ability of
chondrocytes to proliferate eventually leads to growth arrest. The bone
age reflects the degree of aging of the growth plate, and this assists in
estimating longitudinal growth in humans.
Dr. João Santos Caio Jr.
Endocrinologia – Neuroendocrinologista
CRM 20611
Dra. Henriqueta V. Caio
Endocrinologista – Medicina Interna
CRM 28930
Como saber mais:
1. Pode-se dizer que o crescimento sofre influências de fatores
intrínsecos (genéticos, metabólicos, malformações, muitas vezes
correlacionados, ou seja, podem ser geneticamente determinados) e de
fatores extrínsecos, dentre os quais se destacam a alimentação, a saúde,
a higiene, a habitação e os cuidados gerais com a criança/infantil/
juvenil/pré-púbere...
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2. Como consequência, as condições em que ocorre o crescimento, em
cada momento da vida da criança, incluindo o período intrauterino,
determinam as suas possibilidades de atingir ou não seu potencial
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altura final do indivíduo é o resultado da interação entre sua carga
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AUTORIZADO O USO DOS DIREITOS AUTORAIS COM CITAÇÃO DOS
AUTORES PROSPECTIVOS ET REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA.
Referências Bibliográficas:
Caio Jr, João Santos, Dr.; Endocrinologista, Neuroendocrinologista, Caio,H. V., Dra. Endocrinologista, Medicina Interna – Van Der
Häägen Brazil, São Paulo, Brasil; DB Cheek. Composição corporal, hormônios, nutrição e crescimento do adolescente. In:
Grumbach MM, Sepultura GD, Mayer FE, eds. Controlo do início da puberdade. New York: John Wiley & Sons, 1974: 424-47;
Bonjour J, Theintz G, Buchs B, Slosman D, Rizzoli R. anos críticos e fases da puberdade para a acumulação de massa óssea
vertebral e femoral durante a adolescência. J Clin Endocrinol Metab 1991 ; 73 : 555 -63; Slemenda CW, Reister TK, Hui SL, Miller
JZ, Christian JC, Johnston CC.Influência sobre a mineralização óssea em crianças e adolescentes:. Evidência para efeitos de
maturação sexual e atividade física variando J Pediatr 1994 ;125 : 201 -7; Martha PM Jr, Rogol AD, Veldhuis JD, Kerrigan JR,
Goodman DW, a Blizzard RM. Alterações nas propriedades pulsátil da concentrações circulantes de hormônio do crescimento
durante a puberdade em meninos. J Clin Endocrinol Metab 1989 ; 69 : 563 -70; Ho KY, Evans WS, a Blizzard RM, et al. Efeitos da
idade e sexo do perfil de 24 horas de crescimento a secreção hormonal no homem. Importância da concentração de estradiol
endógeno J Clin Endocrinol Metab 1987 ; 64 : 51-8; Lacy KA, Parkin JM. A criança curto normal: estudo da comunidade de
crianças em Newcastle-upon-Tyne. Arch Dis Child 1974 ; 49 : 417 -24; Greulich WW, Pyle SI. Atlas radiográficos de
desenvolvimento do esqueleto da mão e do punho. 2 ed. Stanford, CA: Stanford University Press, 1959; Roche AF, Chumlea WC,
Thissen D. Avaliação da maturidade esquelética da mão e punho: método Fels. Springfield, IL: Charles C Thomas, 1988; Tanner
JM, Whitehouse RH, Cameron N, Marshall WA, Healy MJR, Goldstein H. Avaliação da maturidade esquelética e previsão de
altura adulta. 2 ed. New York: Academic Press, 1983; Epstein LH, Asa RR, Valaski A. Obesidade Infantil. Pediatr Clin North
Am1985 ; 32 : 363 -79; Forbes GB. Influência da nutrição. In: Forbes GB, ed. Composição do corpo humano: o crescimento,
envelhecimento, nutrição e atividade. New York: Springer-Verlag, 1987: 209-47.
Site Van Der Häägen Brazil
www.vanderhaagenbrazil.com.br
www.clinicavanderhaagen.com.br
www.crescimentoinfoco.com
www.obesidadeinfoco.com.br
http://drcaiojr.site.med.br
http://dracaio.site.med.br
Joao Santos Caio Jr
http://google.com/+JoaoSantosCaioJr
google.com/+JoãoSantosCaioJrvdh
google.com/+VANDERHAAGENBRAZILvdh
Video
http://youtu.be/woonaiFJQwY
VAN DER HAAGEN BRAZI
Instagram
https://instagram.com/clinicascaio/
Google Maps:
http://maps.google.com.br/maps/place?cid=5099901339000351730&q=Van+Der+Haagen+Brasil&hl=pt&sll=-
23.578256,46.645653&sspn=0.005074,0.009645&ie =UTF8&ll=-23.575591,-46.650481&spn=0,0&t = h&z=17

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Crescer envolvendo baixa estatura maturação do esqueleto “idade óssea” infantil juvenil pré púbere.

  • 1. A MATURAÇÃO DO ESQUELETO EM INFANTIL-JUVENIL-ADOLESCENTE: O POTENCIAL DE CRESCIMENTO NOS OSSOS TUBULARES PODE SER MEDIDO PELA AVALIAÇÃO DA PROGRESSÃO DA OSSIFICAÇÃO DAS EPÍFISES. Os centros de ossificação do esqueleto aparecem e progridem em uma sequência previsível em crianças normais, e a maturação do esqueleto pode ser comparada a padrões normais para diferentes idades. Isso forma a base para a idade óssea ou idade do esqueleto, que é a única determinação quantitativa de maturação de rede somática disponível, fazendo, assim, um espelho do tempo de maturação e crescimento. Não estão claros quais fatores determinam esse padrão de maturação normal, mas é certo que fatores genéticos e múltiplos hormônios, incluindo Tiroxina e GH estão envolvidos. Estudos em pacientes com mutações de genes para o receptor de estrogênio ou para enzimas aromatase demonstraram que o estrogênio é o principal responsável pela fusão epifisária, embora pareça improvável que o estrogênio seja o único responsável por todos os aspectos da maturação do esqueleto. Após o período neonatal, uma radiografia da mão e do punho esquerdo é comumente utilizada para comparação com padrões publicados no Atlas de Greülich et Pyle. Em casos limítrofes com pouca cartilagem de crescimento devido à idade cronológica pode-se radiografar os ossos
  • 2. longos, entretanto, para evitar excesso de irradiação ionizante o RX das pernas e da coluna vertebral são suficientes. Entretanto, existem variantes que devem ser consideradas para fins de avaliação como p. ex., podem não ser aplicados em crianças com displasias ósseas, problemas endócrinos específicos e outras formas de retardo ou aceleração de crescimento. À medida que a biologia da placa de crescimento é estudada, fica aparente que o meio ambiente hormonal, bem como a capacidade intrínseca (e finita) dos condrócitos para proliferar, leva finalmente à parada de crescimento. A idade óssea é o reflexo do grau de envelhecimento da placa de crescimento, e isso auxilia na estimativa de crescimento longitudinal em seres humanos. GROWTH INVOLVING LOW HEIGHT: MATURITY OF SKELETON ("BONE AGE") IN INFANT, YOUTH AND PRE-PUBERTY. THE MATURATION OF THE SKELETON IN CHILD, YOUTH AND TEEN: POTENTIAL GROWTH IN TUBULAR BONES CAN BE MEASURED BY EVALUATION OF PROGRESSION OF EPIPHYSEAL OSSIFICATION. PHYSIOLOGY-ENDOCRINOLOGY-NEUROENDOCRINOLOGY-GENETICS- ENDOCRINE-PEDIATRICS (SUBDIVISION OF ENDOCRINOLOGY): DR. JOÃO SANTOS CAIO JR. ET DRA. HENRIQUETA VERLANGIERI CAIO. The ossification centers in skeleton appear and progress in a predictable
  • 3. sequence in normal child and maturation of the skeleton can be compared to standard patterns for different ages. This forms the basis for bone age or age of the skeleton, which is the only quantitative determination of the maturation of somatic available network, thereby making a mirror of the growth and maturation time. It is not clear what factors determine this pattern of normal maturation, but it is certain that genetic factors and multiple hormones, including thyroxine and GH are involved. Studies in patients with mutations of genes for estrogen receptor or aromatase enzymes demonstrated that estrogen is primarily responsible for epiphyseal fusion, although it seems unlikely that estrogen is solely responsible for all aspects of skeletal maturation. After the neonatal period, a radiograph of the left hand and wrist is commonly used for comparison with standards published by Greulich et Pyle Atlas. In borderline low growth cartilage cases due to chronological age can radiograph the long bones, however to avoid excess ionizing irradiation RX legs and spine are sufficie However there are variants that should be considered for evaluation purposes for ex., cannot be used in children with skeletal dysplasia, endocrine problems and other specific forms of retardation or acceleration of growth. As the biological growth plate is studied, it becomes apparent that the hormonal environment, as well as the intrinsic (and finite) the ability of chondrocytes to proliferate eventually leads to growth arrest. The bone age reflects the degree of aging of the growth plate, and this assists in estimating longitudinal growth in humans.
  • 4. Dr. João Santos Caio Jr. Endocrinologia – Neuroendocrinologista CRM 20611 Dra. Henriqueta V. Caio Endocrinologista – Medicina Interna CRM 28930 Como saber mais: 1. Pode-se dizer que o crescimento sofre influências de fatores intrínsecos (genéticos, metabólicos, malformações, muitas vezes correlacionados, ou seja, podem ser geneticamente determinados) e de fatores extrínsecos, dentre os quais se destacam a alimentação, a saúde, a higiene, a habitação e os cuidados gerais com a criança/infantil/ juvenil/pré-púbere... http://hormoniocrescimentoadultos.blogspot.com 2. Como consequência, as condições em que ocorre o crescimento, em cada momento da vida da criança, incluindo o período intrauterino, determinam as suas possibilidades de atingir ou não seu potencial máximo de crescimento determinado por sua carga genética... http://longevidadefutura.blogspot.com 3. Com relação ao crescimento linear (estatura), pode-se dizer que a altura final do indivíduo é o resultado da interação entre sua carga genética e os fatores do meio ambiente que permitirão a maior ou menor expressão do seu potencial genético... http://imcobesidade.blogspot.com AUTORIZADO O USO DOS DIREITOS AUTORAIS COM CITAÇÃO DOS AUTORES PROSPECTIVOS ET REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA. Referências Bibliográficas: Caio Jr, João Santos, Dr.; Endocrinologista, Neuroendocrinologista, Caio,H. V., Dra. Endocrinologista, Medicina Interna – Van Der Häägen Brazil, São Paulo, Brasil; DB Cheek. Composição corporal, hormônios, nutrição e crescimento do adolescente. In:
  • 5. Grumbach MM, Sepultura GD, Mayer FE, eds. Controlo do início da puberdade. New York: John Wiley & Sons, 1974: 424-47; Bonjour J, Theintz G, Buchs B, Slosman D, Rizzoli R. anos críticos e fases da puberdade para a acumulação de massa óssea vertebral e femoral durante a adolescência. J Clin Endocrinol Metab 1991 ; 73 : 555 -63; Slemenda CW, Reister TK, Hui SL, Miller JZ, Christian JC, Johnston CC.Influência sobre a mineralização óssea em crianças e adolescentes:. Evidência para efeitos de maturação sexual e atividade física variando J Pediatr 1994 ;125 : 201 -7; Martha PM Jr, Rogol AD, Veldhuis JD, Kerrigan JR, Goodman DW, a Blizzard RM. Alterações nas propriedades pulsátil da concentrações circulantes de hormônio do crescimento durante a puberdade em meninos. J Clin Endocrinol Metab 1989 ; 69 : 563 -70; Ho KY, Evans WS, a Blizzard RM, et al. Efeitos da idade e sexo do perfil de 24 horas de crescimento a secreção hormonal no homem. Importância da concentração de estradiol endógeno J Clin Endocrinol Metab 1987 ; 64 : 51-8; Lacy KA, Parkin JM. A criança curto normal: estudo da comunidade de crianças em Newcastle-upon-Tyne. Arch Dis Child 1974 ; 49 : 417 -24; Greulich WW, Pyle SI. Atlas radiográficos de desenvolvimento do esqueleto da mão e do punho. 2 ed. Stanford, CA: Stanford University Press, 1959; Roche AF, Chumlea WC, Thissen D. Avaliação da maturidade esquelética da mão e punho: método Fels. Springfield, IL: Charles C Thomas, 1988; Tanner JM, Whitehouse RH, Cameron N, Marshall WA, Healy MJR, Goldstein H. Avaliação da maturidade esquelética e previsão de altura adulta. 2 ed. New York: Academic Press, 1983; Epstein LH, Asa RR, Valaski A. Obesidade Infantil. Pediatr Clin North Am1985 ; 32 : 363 -79; Forbes GB. Influência da nutrição. In: Forbes GB, ed. Composição do corpo humano: o crescimento, envelhecimento, nutrição e atividade. New York: Springer-Verlag, 1987: 209-47. Site Van Der Häägen Brazil www.vanderhaagenbrazil.com.br www.clinicavanderhaagen.com.br www.crescimentoinfoco.com www.obesidadeinfoco.com.br http://drcaiojr.site.med.br http://dracaio.site.med.br Joao Santos Caio Jr http://google.com/+JoaoSantosCaioJr google.com/+JoãoSantosCaioJrvdh google.com/+VANDERHAAGENBRAZILvdh Video http://youtu.be/woonaiFJQwY VAN DER HAAGEN BRAZI Instagram https://instagram.com/clinicascaio/ Google Maps: http://maps.google.com.br/maps/place?cid=5099901339000351730&q=Van+Der+Haagen+Brasil&hl=pt&sll=- 23.578256,46.645653&sspn=0.005074,0.009645&ie =UTF8&ll=-23.575591,-46.650481&spn=0,0&t = h&z=17