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Construindo uma universidade sustentável, social e economicamente  includente Renato Dagnino   Dep. de Política C&T - Unicamp 1º Seminário Internacional - 2004 “ Ciência e Tecnologia na América Latina: A Universidade como Promotora do Desenvolvimento Sustentável”
- que pesquisa (investigação) temos que fazer?  - que  cidadãos  devemos formar”?
“ Como é possível pensar o presente  com um pensamento elaborado para problemas de um  passado   superado ? Se o fazemos, seremos  anacrônicos  face à época em que vivemos, atuaremos como  fósseis  e não como seres modernos.”   Antonio Gramsci, 1930
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que vai ocorrer com a  comunidade universitária?  com seu coração  vermelho   e seu cérebro cinzento…
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Concorda com o  instrumentalismo  (a tecnociência é   controlável ) e com o  substantivismo  (é  condicionada pelos  valores capitalistas  e tem tido conseqüências catastróficas)  As tecnologias não são ferramentas, mas  suportes para valores  e estilos de vida Grupos com valores alternativos aos dominantes, para poderem prosperar têm que se  incorporar ao processo de concepção da tecnociência  e criar instituições para seu  controle democrático
1985 2010 DEMOCRATIZAÇÃO POLÍTICA 2025 DEMOCRATIZAÇÃO POLÍTICA tempo ADEQUAÇÃO SÓCIO-TÉCNICA DEMOCRATIZAÇÃO ECONÔMICA
FRONTEIRA DO CONHECIMENTO DINÂMICA INOVATIVA CONVENCIONAL Classe Rica Grande Empresa DINÂMICA ALTERNATIVA Classe Pobre DEMANDA  produtos HiTec NECESSIDADE 4.000 Brasil 30.000 EUA Renda (US$)
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Construindo uma universidade sustentável, social e economicamente includente

  • 1. Construindo uma universidade sustentável, social e economicamente includente Renato Dagnino Dep. de Política C&T - Unicamp 1º Seminário Internacional - 2004 “ Ciência e Tecnologia na América Latina: A Universidade como Promotora do Desenvolvimento Sustentável”
  • 2. - que pesquisa (investigação) temos que fazer? - que cidadãos devemos formar”?
  • 3. “ Como é possível pensar o presente com um pensamento elaborado para problemas de um passado superado ? Se o fazemos, seremos anacrônicos face à época em que vivemos, atuaremos como fósseis e não como seres modernos.” Antonio Gramsci, 1930
  • 4. vs.
  • 5. que vai ocorrer com a comunidade universitária? com seu coração vermelho e seu cérebro cinzento…
  • 6. Que fazemos hoje na (e com) nossa universidade? DOCÊNCIA INVESTIGAÇÃO (pesquisa) EXTENSÃO
  • 7. DOCÊNCIA: repetitiva, autoritária, ineficaz, visão neutra e determinista INVESTIGAÇÃO: disciplinar, auto-referenciada, mimética, desfocada, cientificista, irrelevante, conservadora
  • 8. EXTENSÃO : depois de exercer o direito à “liberdade acadêmica” e o dever de buscar a “qualidade”, marginalmente, e no tempo que nos sobra... “ extendemos” o que fazemos à sociedade para retribuir o que gasta em nos manter...
  • 9. DOCÊNCIA: repetitiva, autoritária, ineficaz, visão neutra e determinista INVESTIGAÇÃO: disciplinar, auto-generada, mimética, desfocada, cientificista, irrelevante, conservadora EXTENSÃO : ex-post, “consciência pesada”, paternalista, postura cômoda: verdade e ética
  • 10. Que teríamos que fazer na universidade? - - EXTENSÃO INTENÇÃO - - 1
  • 11. INTENÇÃO : internalizar a agenda da inclusão social como balizamento da investigação e da docência
  • 12. Que teríamos que fazer na universidade? - INVESTIGAÇÃO EXVESTIGAÇÃO 2
  • 13. EXVESTIGAÇÃO : com os estudantes e os movimentos sociais, construir conhecimento “hacia fuera” : problem oriented e policy oriented
  • 14. Que teríamos que fazer na universidade? DOCÊNCIA - - - - DECÊNCIA 3
  • 15. DECÊNCIA : envolver-nos de verdade com a tarefa de dessacralizar e politizar a ciência e contribuir para uma sociedade decente, nos desfazendo do “cumplo y miento” do dever
  • 16. DOCÊNCIA INVESTIGAÇÃO EXTENSÃO INTENÇÃO EXVESTIGAÇÃO DECÊNCIA Revisando os modelos atuais para conceber alternativas...
  • 17. Modelo da Investigação - extensão
  • 18. tecido social “ sinal” de relevância qualidade campo de relevância com relevância e qualidade TECIDO DE RELAÇÕES, CAMPO DE RELEVÂNCIA E CRITÉRIO DE QUALIDADE militares empresas sociedade conhecimento comunidade de pesquisa
  • 19. tecido social conhecimento comunidade de pesquisa “ sinal” de relevância qualidade campo de relevância com relevância e qualidade militares empresas sociedade
  • 20. o crescimento dos artigos publicados pelo crescimento dos doutores formados por ano É EXPLICADO BRASIL (1980-2000)
  • 21. EMPRESA inovação universidade conhecimento sociedade benefícios mas…, para chegar à sociedade, o conhecimento tem que passar pela empresa
  • 22. Patentes BRASIL CORÉIA Artigos Científicos 1980 2000
  • 23. o crescimento do gasto privado em P&de (US$ bi) CORÉIA (1980-2000) crescimento das patentes é explicado pelo 10,0 2,5 5,0 7,5 92 1980 84 88 96 2000 92 1980 84 88 96 2000 500 1500 1000 2000 2500 3000 3500 Patentes
  • 24. Onde está quem faz P&D?
  • 25. COMUNIDADE DE PESQUISA EMPRESA P&D RH para CONCEBER Tecnologia PAÍSES AVANÇADOS IMPORTAÇÃO DE TECNOLOGIA EMPRESA ? RH para OPERAR Tecnologia Importada COMUNIDADE DE PESQUISA MANEIRA DE FAZER CIÊNCIA LEGITIMAÇÃO / IMITAÇÃO PAÍSES PERIFÉRICOS
  • 26. que vai ocorrer com a comunidade universitária? com seu coração vermelho e seu cérebro cinzento…
  • 27. pobre, contraditória (e esquizofrênica ) comunidade universitária... com seu coração vermelho, que deseja a inclusão e seu cérebro cinzento, que reproduz a exclusão
  • 28. Para qual cenário nos devemos preparar? Que futuro desejamos construir?
  • 29. Cenário tendencial : comunidade universitária fóssil e autista com cérebro cinzento e coração cinzento
  • 30. Neutra: dispositivos técnicos são simplesmente concatenações de mecanismos causais sem conteúdo de valor. Condicionada por valores: a tecnociência carrega valor em si própria. como a comunidade universitária entende a tecnociência?
  • 31. Autônoma: a sociedade não decide como ela se desenvolve. Não depende da sociedade o próximo passo da evolução dos sistemas técnicos. Eles têm suas próprias leis imanentes. A sociedade apenas as segue. Controlada pelo homem: a sociedade determina a evolução da tecnociência como a comunidade universitária entende a tecnociência?
  • 32. NEUTRA CONDICIONADA POR VALORES CONTROLADA PELO HOMEM AUTÔNOMA INSTRUMENTALISMO Visão padrão otimista TEORIA CRÍTICA DETERMINISMO Marxismo Tradicional SUBSTANTIVISMO Escola de Frankfurt
  • 33. Concorda com o instrumentalismo (a tecnociência é controlável ) e com o substantivismo (é condicionada pelos valores capitalistas e tem tido conseqüências catastróficas) As tecnologias não são ferramentas, mas suportes para valores e estilos de vida Grupos com valores alternativos aos dominantes, para poderem prosperar têm que se incorporar ao processo de concepção da tecnociência e criar instituições para seu controle democrático
  • 34. 1985 2010 DEMOCRATIZAÇÃO POLÍTICA 2025 DEMOCRATIZAÇÃO POLÍTICA tempo ADEQUAÇÃO SÓCIO-TÉCNICA DEMOCRATIZAÇÃO ECONÔMICA
  • 35. FRONTEIRA DO CONHECIMENTO DINÂMICA INOVATIVA CONVENCIONAL Classe Rica Grande Empresa DINÂMICA ALTERNATIVA Classe Pobre DEMANDA produtos HiTec NECESSIDADE 4.000 Brasil 30.000 EUA Renda (US$)
  • 36. Cenário pró-ativo: comunidade universitária criativa e conectada com atores portadores de futuro e coração também vermelho , que não teme nelas introduzir os seus valores com cérebro vermelho : estratégias alternativas de “intenção”, “ exvestigação” e “ decência”