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O CONCEITO DE TEATRO – COLEÇÃO PRATICAR A ARTE – PROFESSOR FABRÍCIO SECCHIN – (27) 99961-4393.
AULA: CONTEÚDO: O Conceito de Teatro DATA: PROFESSOR: TURMA: PÁGINA: 1
HABILIDADES: Expressar, comunicar e representar ideias, emoções, sensações por meio das artes, teatro, dança e música, desenvolvendo trabalhos individuais e grupais.
Texto 1 – A Origem do Teatro: xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
A origem do teatro remonta ao homem
primitivo e a todas as suas formas
rituais. O teatro surgiu na Grécia, em
Atenas, por volta de 650 a.C., e surgiu a
partir das celebrações realizadas
sobretudo, para o deus Dionísio,
divindade das festas, fertilidade e vinho.
O teatro, enquanto evento é um termo
de origem grega que designa,
simultaneamente, o conjunto de peças
dramáticas para apresentação em
público. É uma forma de arte na qual
um ou vários atores apresentam uma
determinada história, que desperta, na
plateia, sentimentos variados. O teatro
enquanto espaço, além de designar “a
arte do espetáculo”, também se refere
ao prédio onde podem se apresentar
várias formas de arte.
Texto 2 – Elementos teatrais: xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
2.1 – Texto teatral: É a obra de ficção que deve conter no seu interior o seguinte
esquema:
 Apresentação.
 Desenvolvimento.
 Solução do conflito.
Esse processo construtivo sugere a ideia de unidade da ação, tempo e lugar. Estimulando
o interesse do público.
2.2 – A dramaturgia: Dramaturgia é a arte de escrever peças de teatro, sendo o
dramaturgo a pessoa responsável pela composição dos textos.
2.3 – Atores: São aqueles que materializam o texto através da ação, emprestando ao
personagem fictício, sua voa e expressão.
2.4 – Público: É o que assiste ao espetáculo. É o que vê a obra de arte.
Texto 3 – Gêneros do Teatro: xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
Gêneros teatrais são as formas de apresentação teatral. Será sempre marcado por
questões e pontos de vista de cultura e de cada época. Novas formas de teatro vão
surgindo e fundindo-se umas nas outras. Existem vários gêneros de teatro, dentre os
quais se destacam:
3.1 - Gênero literário dramático: Teve sua origem na Grécia Antiga. O termo “dramático”
quer dizer drama, ou seja, ação. Ele representa ações vividas pelos personagens num
determinado espaço e tempo. Um enredo teatral é limitado, conciso, pois não tem
narrador. Tudo é dito e compreendido através de ações, falas e gestos dos
personagens.
3.2 – O Auto: É um subgênero da literatura dramática. Tem sua origem na Idade Média.
O Auto visava satirizar pessoas. A moral é um elemento decisivo nesse subgênero. De
conteúdo simbólico, costuma representar entidades como a hipocrisia, a bondade, a
avareza, a luxúria, a virtude etc. mostrando o lado negativo ou positivo dos
sentimentos humanos.
3.3 – A Tragédia: É uma forma de drama. Que se caracteriza pela sua seriedade e
dignidade, frequentemente envolvendo um conflito entre uma personagem e algum
poder de instância maior, como a lei, os deuses, o destino ou a sociedade.
3.4 - A Comédia: Peça teatral que tem o propósito de provocar risos e a crítica nos
espectadores, pelas situações cômicas, pela caracterização de tipos e de costumes,
quanto pelo absurdo da história. As personagens apresentam comportamento
exagerado. Raramente enfoca as questões morais ou filosóficas, mas mostra o
homem dentro de suas relações sociais.
3.5 – O Drama: É um gênero onde o enredo se baseia principalmente em conflitos
sentimentais humanos, muitas vezes com um tema geral triste. Ela é uma peça
teatral caracterizada pela seriedade ou solenidade em oposição à comédia
propriamente dita. Normalmente começa de forma solene e grave e termina de
forma leve e feliz.
3.6 – A Mímica: Peça de teatro em que os atores representam apenas por gestos. Um
mímico é alguém que utiliza movimentos corporais para se comunicar, sem o uso da
fala.
3.7 – A Ópera: Um drama encenado com música. A letra da ópera é cantada em lugar de
ser falada. Os cantores são acompanhados por orquestras ou músicos.
3.8 – O Teatro de Fantoches: Apresentação de fantoches, marionetes ou bonecos
manipulados por atores que ficam atrás das cortinas ou por baixo dos palcos.
O CONCEITO DE TEATRO – COLEÇÃO PRATICAR A ARTE – PROFESSOR FABRÍCIO SECCHIN – (27) 99961-4393.
AULA: CONTEÚDO: O Conceito de Teatro DATA: PROFESSOR: TURMA: PÁGINA: 2
HABILIDADES: Expressar, comunicar e representar ideias, emoções, sensações por meio das artes, teatro, dança e música, desenvolvendo trabalhos individuais e grupais.
EXERCÍCIO INTERPRETATIVO: XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX
Leia o resumo a seguir da peça teatral “Romeu e Julieta”, de William Shakespeare:
Supostamente criada entre 1593 e 1594, a clássica peça Romeu e Julieta, de
Shakespeare, atravessou gerações e gerações e tornou-se uma obra-prima da literatura
ocidental. A história, passada em Verona, interior da Itália, tem como protagonistas os
apaixonados Romeu Montecchio e Julieta Capuleto.
Verona é o palco do conflito histórico entre duas
famílias tradicionais: os Montecchio e os
Capuleto. Por um infortúnio do destino, Romeu,
filho único da família Montecchio, e Julieta, filha
única da família Capuleto, conhecem-se durante
um baile de máscaras e apaixonam-se
perdidamente. Romeu já estava enamorado de
Rosalina quando conheceu a filha da família rival.
Encantado pela moça desmanchou o
compromisso que tinha com Rosalina e fez de
tudo para ficar com a sua alma gêmea. Julieta
também tinha planos futuros com Páris, um rapaz
de nome em Verona, no entanto, abandona
todos os desejos da família para seguir o seu
coração. A passagem mais lembrada da peça é
aquela presente na cena II do Ato II. Romeu vai
até o jardim dos Capuleto e fala com a sua
amada, que se encontra na sacada:
ROMEU: “_Só ri das cicatrizes quem nunca foi ferido...” (Julieta aparece na sacada de
uma janela) “_Silêncio! Que luz é aquela na janela? É o sol nascente, é Julieta que surge!
Desperte, sol, e mate a lua ciumenta, que está pálida e doente de tristeza, pois vê que
você é mais perfeita que ela! Deixe de servi-la, já que ela é tão invejosa! Seu manto é
esverdeado e triste como a túnica dos dementes: jogue-o fora! É minha dama, é o meu
amor. Se ela ao menos soubesse!... Está falando ou não? Seus olhos falam... Respondo ou
não? Sou muito ousado... não é a mim que ela fala. Duas estrelas devem ter emprestado
o brilho a seu olhar. E se fosse o contrário? Seus olhos no céu, e os astros seriam
apagados, como o dia faz com a luz das velas. E tanta claridade se espalharia no céu, que
os pássaros cantariam, pensando que era dia com luar. Como ela apoia seu rosto na mão!
Como eu queria ser uma luva em sua mão, para poder tocar aquela face!
JULIETA: “_ Ai de mim!”.
ROMEU: “_Ela está falando!... Fale de novo, anjo brilhante, anjo glorioso no alto desta
noite, que faz os mortais arregalarem os olhos e torcerem o pescoço para vê-lo, quando
cavalga as nuvens preguiçosas e veleja pelo ar sereno.
JULIETA: “_Romeu! Romeu! Por que você é Romeu? Negue seu pai, renuncie a seu
nome. Ou, se não quiser, basta me jurar amor, e deixarei de ser uma Capuleto”.
Juntos, Romeu e Julieta vivem um amor proibido e idealizado, condenado pela família de
ambos. Casam-se às escondidas, a celebração é realizada pelo Frei Lourenço, um
confidente de Romeu. Por uma briga que acaba gerando a morte de Teobaldo (primo de
Julieta) e Mercúrio (amigo de Romeu), o príncipe de Verona resolve exilar Romeu.
Desesperada com a partida do amado, Julieta pede auxílio ao frade franciscano que
realizou o casamento.
A ideia do frade é que Julieta tome uma poção que
faça com que ela pareça morta. Romeu, ao receber
a notícia da suposta morte da mulher, entra em
desespero e compra uma substância para provocar
a própria morte. Ao encontrar Julieta desacordada
na cripta dos Capuleto, crê na morte da amada e
toma o veneno que havia trazido. Julieta, ao
acordar, descobre que o amado está morto e, com
um punhal, também dá cabo da própria vida.
A história de amor é trágica, o único consolo que resta ao leitor é saber que, após as
catastróficas mortes dos protagonistas, as famílias Montecchio e Capuleto decidem fazer
um acordo de paz.
1. Depois de ter lido o resumo da peça teatral de William Shakespeare e conhecido o
seu final trágico, reescreva em seu caderno um final feliz para o casal Romeu e
Julieta. Seja criativo. Escreva, no máximo, 10 linhas contado como seria se Romeu e
Julieta não tivessem se matado no fim da história.

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  • 1. O CONCEITO DE TEATRO – COLEÇÃO PRATICAR A ARTE – PROFESSOR FABRÍCIO SECCHIN – (27) 99961-4393. AULA: CONTEÚDO: O Conceito de Teatro DATA: PROFESSOR: TURMA: PÁGINA: 1 HABILIDADES: Expressar, comunicar e representar ideias, emoções, sensações por meio das artes, teatro, dança e música, desenvolvendo trabalhos individuais e grupais. Texto 1 – A Origem do Teatro: xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx A origem do teatro remonta ao homem primitivo e a todas as suas formas rituais. O teatro surgiu na Grécia, em Atenas, por volta de 650 a.C., e surgiu a partir das celebrações realizadas sobretudo, para o deus Dionísio, divindade das festas, fertilidade e vinho. O teatro, enquanto evento é um termo de origem grega que designa, simultaneamente, o conjunto de peças dramáticas para apresentação em público. É uma forma de arte na qual um ou vários atores apresentam uma determinada história, que desperta, na plateia, sentimentos variados. O teatro enquanto espaço, além de designar “a arte do espetáculo”, também se refere ao prédio onde podem se apresentar várias formas de arte. Texto 2 – Elementos teatrais: xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx 2.1 – Texto teatral: É a obra de ficção que deve conter no seu interior o seguinte esquema:  Apresentação.  Desenvolvimento.  Solução do conflito. Esse processo construtivo sugere a ideia de unidade da ação, tempo e lugar. Estimulando o interesse do público. 2.2 – A dramaturgia: Dramaturgia é a arte de escrever peças de teatro, sendo o dramaturgo a pessoa responsável pela composição dos textos. 2.3 – Atores: São aqueles que materializam o texto através da ação, emprestando ao personagem fictício, sua voa e expressão. 2.4 – Público: É o que assiste ao espetáculo. É o que vê a obra de arte. Texto 3 – Gêneros do Teatro: xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx Gêneros teatrais são as formas de apresentação teatral. Será sempre marcado por questões e pontos de vista de cultura e de cada época. Novas formas de teatro vão surgindo e fundindo-se umas nas outras. Existem vários gêneros de teatro, dentre os quais se destacam: 3.1 - Gênero literário dramático: Teve sua origem na Grécia Antiga. O termo “dramático” quer dizer drama, ou seja, ação. Ele representa ações vividas pelos personagens num determinado espaço e tempo. Um enredo teatral é limitado, conciso, pois não tem narrador. Tudo é dito e compreendido através de ações, falas e gestos dos personagens. 3.2 – O Auto: É um subgênero da literatura dramática. Tem sua origem na Idade Média. O Auto visava satirizar pessoas. A moral é um elemento decisivo nesse subgênero. De conteúdo simbólico, costuma representar entidades como a hipocrisia, a bondade, a avareza, a luxúria, a virtude etc. mostrando o lado negativo ou positivo dos sentimentos humanos. 3.3 – A Tragédia: É uma forma de drama. Que se caracteriza pela sua seriedade e dignidade, frequentemente envolvendo um conflito entre uma personagem e algum poder de instância maior, como a lei, os deuses, o destino ou a sociedade. 3.4 - A Comédia: Peça teatral que tem o propósito de provocar risos e a crítica nos espectadores, pelas situações cômicas, pela caracterização de tipos e de costumes, quanto pelo absurdo da história. As personagens apresentam comportamento exagerado. Raramente enfoca as questões morais ou filosóficas, mas mostra o homem dentro de suas relações sociais. 3.5 – O Drama: É um gênero onde o enredo se baseia principalmente em conflitos sentimentais humanos, muitas vezes com um tema geral triste. Ela é uma peça teatral caracterizada pela seriedade ou solenidade em oposição à comédia propriamente dita. Normalmente começa de forma solene e grave e termina de forma leve e feliz. 3.6 – A Mímica: Peça de teatro em que os atores representam apenas por gestos. Um mímico é alguém que utiliza movimentos corporais para se comunicar, sem o uso da fala. 3.7 – A Ópera: Um drama encenado com música. A letra da ópera é cantada em lugar de ser falada. Os cantores são acompanhados por orquestras ou músicos. 3.8 – O Teatro de Fantoches: Apresentação de fantoches, marionetes ou bonecos manipulados por atores que ficam atrás das cortinas ou por baixo dos palcos.
  • 2. O CONCEITO DE TEATRO – COLEÇÃO PRATICAR A ARTE – PROFESSOR FABRÍCIO SECCHIN – (27) 99961-4393. AULA: CONTEÚDO: O Conceito de Teatro DATA: PROFESSOR: TURMA: PÁGINA: 2 HABILIDADES: Expressar, comunicar e representar ideias, emoções, sensações por meio das artes, teatro, dança e música, desenvolvendo trabalhos individuais e grupais. EXERCÍCIO INTERPRETATIVO: XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX Leia o resumo a seguir da peça teatral “Romeu e Julieta”, de William Shakespeare: Supostamente criada entre 1593 e 1594, a clássica peça Romeu e Julieta, de Shakespeare, atravessou gerações e gerações e tornou-se uma obra-prima da literatura ocidental. A história, passada em Verona, interior da Itália, tem como protagonistas os apaixonados Romeu Montecchio e Julieta Capuleto. Verona é o palco do conflito histórico entre duas famílias tradicionais: os Montecchio e os Capuleto. Por um infortúnio do destino, Romeu, filho único da família Montecchio, e Julieta, filha única da família Capuleto, conhecem-se durante um baile de máscaras e apaixonam-se perdidamente. Romeu já estava enamorado de Rosalina quando conheceu a filha da família rival. Encantado pela moça desmanchou o compromisso que tinha com Rosalina e fez de tudo para ficar com a sua alma gêmea. Julieta também tinha planos futuros com Páris, um rapaz de nome em Verona, no entanto, abandona todos os desejos da família para seguir o seu coração. A passagem mais lembrada da peça é aquela presente na cena II do Ato II. Romeu vai até o jardim dos Capuleto e fala com a sua amada, que se encontra na sacada: ROMEU: “_Só ri das cicatrizes quem nunca foi ferido...” (Julieta aparece na sacada de uma janela) “_Silêncio! Que luz é aquela na janela? É o sol nascente, é Julieta que surge! Desperte, sol, e mate a lua ciumenta, que está pálida e doente de tristeza, pois vê que você é mais perfeita que ela! Deixe de servi-la, já que ela é tão invejosa! Seu manto é esverdeado e triste como a túnica dos dementes: jogue-o fora! É minha dama, é o meu amor. Se ela ao menos soubesse!... Está falando ou não? Seus olhos falam... Respondo ou não? Sou muito ousado... não é a mim que ela fala. Duas estrelas devem ter emprestado o brilho a seu olhar. E se fosse o contrário? Seus olhos no céu, e os astros seriam apagados, como o dia faz com a luz das velas. E tanta claridade se espalharia no céu, que os pássaros cantariam, pensando que era dia com luar. Como ela apoia seu rosto na mão! Como eu queria ser uma luva em sua mão, para poder tocar aquela face! JULIETA: “_ Ai de mim!”. ROMEU: “_Ela está falando!... Fale de novo, anjo brilhante, anjo glorioso no alto desta noite, que faz os mortais arregalarem os olhos e torcerem o pescoço para vê-lo, quando cavalga as nuvens preguiçosas e veleja pelo ar sereno. JULIETA: “_Romeu! Romeu! Por que você é Romeu? Negue seu pai, renuncie a seu nome. Ou, se não quiser, basta me jurar amor, e deixarei de ser uma Capuleto”. Juntos, Romeu e Julieta vivem um amor proibido e idealizado, condenado pela família de ambos. Casam-se às escondidas, a celebração é realizada pelo Frei Lourenço, um confidente de Romeu. Por uma briga que acaba gerando a morte de Teobaldo (primo de Julieta) e Mercúrio (amigo de Romeu), o príncipe de Verona resolve exilar Romeu. Desesperada com a partida do amado, Julieta pede auxílio ao frade franciscano que realizou o casamento. A ideia do frade é que Julieta tome uma poção que faça com que ela pareça morta. Romeu, ao receber a notícia da suposta morte da mulher, entra em desespero e compra uma substância para provocar a própria morte. Ao encontrar Julieta desacordada na cripta dos Capuleto, crê na morte da amada e toma o veneno que havia trazido. Julieta, ao acordar, descobre que o amado está morto e, com um punhal, também dá cabo da própria vida. A história de amor é trágica, o único consolo que resta ao leitor é saber que, após as catastróficas mortes dos protagonistas, as famílias Montecchio e Capuleto decidem fazer um acordo de paz. 1. Depois de ter lido o resumo da peça teatral de William Shakespeare e conhecido o seu final trágico, reescreva em seu caderno um final feliz para o casal Romeu e Julieta. Seja criativo. Escreva, no máximo, 10 linhas contado como seria se Romeu e Julieta não tivessem se matado no fim da história.