SlideShare uma empresa Scribd logo
Professor
           Marcelo


Cinética
Química

                       1
CINÉTICA QUÍMICA

É o estudo da velocidade das reações e os fatores
que nela influenciam .




                                                    2
CINÉTICA QUÍMICA




                   3
CINÉTICA QUÍMICA




                   4
CINÉTICA QUÍMICA




                   5
CINÉTICA QUÍMICA

Cálculo da Velocidade Média de uma Reação: dividir
a velocidade média de consumo ou formação pelo
coeficiente estequiométrico apropriado.




                                                     6
CINÉTICA QUÍMICA
         Condições de ocorrência de reações
1.Afinidade química
2.Contato entre os reagentes
3.Choques eficazes
Uma reação química ocorre através das colisões efetivas
( eficazes) entre as substâncias reagentes.

Colisão Efetiva = colisão geometricamente perfeita com
energia suficiente para alcançar o complexo ativado,
estrutura intermediária entre reagentes e produtos.
                                                          7
TEORIA DAS COLISÕES:




                            HI + HI




 I2 + H2

                       I2      H2
                                    8
- Complexo ativado (instável e altamente
energético): onde as ligações iniciais se
enfraquecem e as novas ligações começam a
se formar.




                                            9
- Energia de Ativação (Ea): quantidade de
energia fornecida aos reagentes para que
eles se transformem em complexo ativado.


- Quanto menor a
Energia de Ativação
(Ea), maior a velocidade
da reação, e vice-versa.




                                            10
CINÉTICA QUÍMICA

CATALISADOR: substância que, adicionada ao sistema,
aumenta a velocidade da reação, sem ser consumida,
diminuindo a energia de ativação.




                                                  11
CINÉTICA QUÍMICA
INIBIDOR: substância que diminui a velocidade das
reações, por formar um complexo ativado de alta
energia de ativação. O inibidor é consumido pela reação.




                                                       12
CATÁLISE
Catálise Homogênea: é aquela em que os reagentes
e o catalisador constituem uma só fase (sistema
monofásico ou solução).



Catálise Heterogênea: é aquela em que os
reagentes e o catalisador constituem um sistema
polifásico. Em outras palavras, há superfície de
separação entre os reagentes e o catalisador.


                                                   13
CATÁLISE
             - Autocatálise: o catalisador é
             um dos produtos da reação.




- Venenos de catalisador: diminuem ou mesmo
destroem a ação do catalisador.




                                               14
LEI DA VELOCIDADE

 “A velocidade de uma reação é diretamente
 proporcional ao produto das concentrações
 molares dos reagentes, elevadas a expoentes
 determinados experimentalmente”
- Reações Elementares (uma só etapa): os
expoentes que elevam as concentrações coincidem
com os coeficientes da reação.




                                                  15
LEI DA VELOCIDADE

- Reações não-elementares (várias etapas): a
velocidade da reação é determinada pela
velocidade da etapa mais lenta do mecanismo.




                                               16

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Aula de cinética quimica
Aula de cinética quimicaAula de cinética quimica
Aula de cinética quimica
Isabele Félix
 
Cinética Química - Fisico-química
Cinética Química - Fisico-químicaCinética Química - Fisico-química
Cinética Química - Fisico-química
Danilo Alves
 
Cinetica quimica
Cinetica quimicaCinetica quimica
Cinetica quimica
Liana Maia
 
Cinética química
Cinética químicaCinética química
Cinética química
japquimica
 
Cinética química
Cinética químicaCinética química
Cinética química
Vinicius Bispo Viana
 
CINÉTICA QUÍMICA
CINÉTICA QUÍMICACINÉTICA QUÍMICA
CINÉTICA QUÍMICA
eglailima
 
Ana nery cinética química
Ana nery   cinética químicaAna nery   cinética química
Ana nery cinética química
Escola Técnica Ana Nery
 
cinética quimica
cinética quimicacinética quimica
cinética quimica
Jordana De Oliveira Silva
 
Velocidade das Reações Químicas
Velocidade das Reações QuímicasVelocidade das Reações Químicas
Velocidade das Reações Químicas
Margarida Bernardo Santos
 
Cinética química
Cinética químicaCinética química
Cinética química
Lerisson Freitas
 
Cinética Química
Cinética QuímicaCinética Química
Cinética Química
Carlos Priante
 
Experimento 8 Cinética química
Experimento 8   Cinética químicaExperimento 8   Cinética química
Experimento 8 Cinética química
Silvanildo Macário
 
Relatorio quimica geral_2 - cinetica
Relatorio quimica geral_2 - cineticaRelatorio quimica geral_2 - cinetica
Relatorio quimica geral_2 - cinetica
Íngrede Silva
 
Velocidade das reações químicas
Velocidade das reações químicasVelocidade das reações químicas
Velocidade das reações químicas
Piedade Alves
 
Relatorio
Relatorio Relatorio
Relatorio
Fernando Mendes
 
Relatório 10
Relatório 10Relatório 10
Catalisadores
CatalisadoresCatalisadores
Catalisadores
Bianca Moraes
 
Cinética química
Cinética químicaCinética química
Cinética química
Elisama Cella
 
Cinética química
Cinética químicaCinética química
Cinética química
jolielinda1008
 
Modulo 6 reações quimicas e equilibrio homogenoo
Modulo 6 reações quimicas e equilibrio homogenooModulo 6 reações quimicas e equilibrio homogenoo
Modulo 6 reações quimicas e equilibrio homogenoo
Natércia Rodrigues
 

Mais procurados (20)

Aula de cinética quimica
Aula de cinética quimicaAula de cinética quimica
Aula de cinética quimica
 
Cinética Química - Fisico-química
Cinética Química - Fisico-químicaCinética Química - Fisico-química
Cinética Química - Fisico-química
 
Cinetica quimica
Cinetica quimicaCinetica quimica
Cinetica quimica
 
Cinética química
Cinética químicaCinética química
Cinética química
 
Cinética química
Cinética químicaCinética química
Cinética química
 
CINÉTICA QUÍMICA
CINÉTICA QUÍMICACINÉTICA QUÍMICA
CINÉTICA QUÍMICA
 
Ana nery cinética química
Ana nery   cinética químicaAna nery   cinética química
Ana nery cinética química
 
cinética quimica
cinética quimicacinética quimica
cinética quimica
 
Velocidade das Reações Químicas
Velocidade das Reações QuímicasVelocidade das Reações Químicas
Velocidade das Reações Químicas
 
Cinética química
Cinética químicaCinética química
Cinética química
 
Cinética Química
Cinética QuímicaCinética Química
Cinética Química
 
Experimento 8 Cinética química
Experimento 8   Cinética químicaExperimento 8   Cinética química
Experimento 8 Cinética química
 
Relatorio quimica geral_2 - cinetica
Relatorio quimica geral_2 - cineticaRelatorio quimica geral_2 - cinetica
Relatorio quimica geral_2 - cinetica
 
Velocidade das reações químicas
Velocidade das reações químicasVelocidade das reações químicas
Velocidade das reações químicas
 
Relatorio
Relatorio Relatorio
Relatorio
 
Relatório 10
Relatório 10Relatório 10
Relatório 10
 
Catalisadores
CatalisadoresCatalisadores
Catalisadores
 
Cinética química
Cinética químicaCinética química
Cinética química
 
Cinética química
Cinética químicaCinética química
Cinética química
 
Modulo 6 reações quimicas e equilibrio homogenoo
Modulo 6 reações quimicas e equilibrio homogenooModulo 6 reações quimicas e equilibrio homogenoo
Modulo 6 reações quimicas e equilibrio homogenoo
 

Semelhante a Cinética química 2012

CINÉTICA QUÍMICA.pdf
CINÉTICA QUÍMICA.pdfCINÉTICA QUÍMICA.pdf
CINÉTICA QUÍMICA.pdf
CarolinnaSousa1
 
Cinética química
Cinética químicaCinética química
Cinética química
kirkfc
 
Cinetica Química
Cinetica QuímicaCinetica Química
Cinetica Química
Mariana Cypriano
 
A Biologia E Os Desafios De Actualidade (Enzimas)
A Biologia E Os Desafios De Actualidade (Enzimas)A Biologia E Os Desafios De Actualidade (Enzimas)
A Biologia E Os Desafios De Actualidade (Enzimas)
Nuno Correia
 
Teoria das colisões
Teoria das colisõesTeoria das colisões
Teoria das colisões
Amadeu Afonso Afonso
 
Unidade 4
Unidade 4Unidade 4
Unidade 4
guest5d7719
 
Cinética química
Cinética químicaCinética química
Aula 1 Cf1
Aula 1 Cf1Aula 1 Cf1
Aula 1 Cf1
Caio Maximino
 
Slide - Química.pptx
Slide - Química.pptxSlide - Química.pptx
Slide - Química.pptx
MateusCoelho36
 
Cinetica
CineticaCinetica
Cinetica
rejane moraes
 
Enzimas
EnzimasEnzimas
Enzimas
ricardotaek25
 
Farmacologia
Farmacologia Farmacologia
Farmacologia
kkf Ribeiro
 
Cinética química aula 02
Cinética química   aula 02Cinética química   aula 02
Cinética química aula 02
Flávio Carmo da Silva
 
Resumo de enzimas
Resumo de enzimasResumo de enzimas
Resumo de enzimas
Breder S Dornelas
 
Factores que influenciam a velocidade de uma reacção
Factores que influenciam a velocidade de uma reacçãoFactores que influenciam a velocidade de uma reacção
Factores que influenciam a velocidade de uma reacção
Amadeu Afonso Afonso
 
Princípios da Farmacologia
Princípios da FarmacologiaPrincípios da Farmacologia
Princípios da Farmacologia
Railenne De Oliveira Celestino
 
Teoria das Colisões e Teoria do Complexo Ativado
Teoria das Colisões e Teoria do Complexo AtivadoTeoria das Colisões e Teoria do Complexo Ativado
Teoria das Colisões e Teoria do Complexo Ativado
ssuser28cafb
 
apresentação de Cinetica Quimica turma do terceiro ano
apresentação de Cinetica Quimica turma do terceiro anoapresentação de Cinetica Quimica turma do terceiro ano
apresentação de Cinetica Quimica turma do terceiro ano
IgorAngel1
 
As Enzimas
As EnzimasAs Enzimas
As Enzimas
Adriana Alves
 
Velocidade de reação
Velocidade de reaçãoVelocidade de reação
Velocidade de reação
Isaque Marques Pascoal
 

Semelhante a Cinética química 2012 (20)

CINÉTICA QUÍMICA.pdf
CINÉTICA QUÍMICA.pdfCINÉTICA QUÍMICA.pdf
CINÉTICA QUÍMICA.pdf
 
Cinética química
Cinética químicaCinética química
Cinética química
 
Cinetica Química
Cinetica QuímicaCinetica Química
Cinetica Química
 
A Biologia E Os Desafios De Actualidade (Enzimas)
A Biologia E Os Desafios De Actualidade (Enzimas)A Biologia E Os Desafios De Actualidade (Enzimas)
A Biologia E Os Desafios De Actualidade (Enzimas)
 
Teoria das colisões
Teoria das colisõesTeoria das colisões
Teoria das colisões
 
Unidade 4
Unidade 4Unidade 4
Unidade 4
 
Cinética química
Cinética químicaCinética química
Cinética química
 
Aula 1 Cf1
Aula 1 Cf1Aula 1 Cf1
Aula 1 Cf1
 
Slide - Química.pptx
Slide - Química.pptxSlide - Química.pptx
Slide - Química.pptx
 
Cinetica
CineticaCinetica
Cinetica
 
Enzimas
EnzimasEnzimas
Enzimas
 
Farmacologia
Farmacologia Farmacologia
Farmacologia
 
Cinética química aula 02
Cinética química   aula 02Cinética química   aula 02
Cinética química aula 02
 
Resumo de enzimas
Resumo de enzimasResumo de enzimas
Resumo de enzimas
 
Factores que influenciam a velocidade de uma reacção
Factores que influenciam a velocidade de uma reacçãoFactores que influenciam a velocidade de uma reacção
Factores que influenciam a velocidade de uma reacção
 
Princípios da Farmacologia
Princípios da FarmacologiaPrincípios da Farmacologia
Princípios da Farmacologia
 
Teoria das Colisões e Teoria do Complexo Ativado
Teoria das Colisões e Teoria do Complexo AtivadoTeoria das Colisões e Teoria do Complexo Ativado
Teoria das Colisões e Teoria do Complexo Ativado
 
apresentação de Cinetica Quimica turma do terceiro ano
apresentação de Cinetica Quimica turma do terceiro anoapresentação de Cinetica Quimica turma do terceiro ano
apresentação de Cinetica Quimica turma do terceiro ano
 
As Enzimas
As EnzimasAs Enzimas
As Enzimas
 
Velocidade de reação
Velocidade de reaçãoVelocidade de reação
Velocidade de reação
 

Mais de José Marcelo Cangemi

A luz visível 2022 9º ano vivenda
A luz visível 2022   9º ano vivendaA luz visível 2022   9º ano vivenda
A luz visível 2022 9º ano vivenda
José Marcelo Cangemi
 
Dica fuvest 2014
Dica fuvest 2014Dica fuvest 2014
Dica fuvest 2014
José Marcelo Cangemi
 
Dica vunesp 2014
Dica vunesp 2014Dica vunesp 2014
Dica vunesp 2014
José Marcelo Cangemi
 
Revisão 2013 (mod. 1 a 3)
Revisão 2013 (mod. 1 a 3)Revisão 2013 (mod. 1 a 3)
Revisão 2013 (mod. 1 a 3)
José Marcelo Cangemi
 
Equilibrio iônico
Equilibrio iônicoEquilibrio iônico
Equilibrio iônico
José Marcelo Cangemi
 
Cotidianode ácidos, bases e sais.
Cotidianode ácidos, bases e sais.Cotidianode ácidos, bases e sais.
Cotidianode ácidos, bases e sais.
José Marcelo Cangemi
 
Apresentação cotidiano óxidos 2013 coc
Apresentação cotidiano óxidos 2013 cocApresentação cotidiano óxidos 2013 coc
Apresentação cotidiano óxidos 2013 coc
José Marcelo Cangemi
 
Termoqumica 2013 objetivo
Termoqumica 2013   objetivoTermoqumica 2013   objetivo
Termoqumica 2013 objetivo
José Marcelo Cangemi
 
3º ano forças intermoleculares - objetivo
3º ano   forças intermoleculares - objetivo3º ano   forças intermoleculares - objetivo
3º ano forças intermoleculares - objetivo
José Marcelo Cangemi
 
Ligações químicas 2013 objetivo
Ligações químicas 2013   objetivoLigações químicas 2013   objetivo
Ligações químicas 2013 objetivo
José Marcelo Cangemi
 
1º ano separação de misturas 2013 - coc franca
1º ano   separação de misturas 2013 - coc franca1º ano   separação de misturas 2013 - coc franca
1º ano separação de misturas 2013 - coc franca
José Marcelo Cangemi
 
Dispersões 2013 objetivo
Dispersões 2013   objetivoDispersões 2013   objetivo
Dispersões 2013 objetivo
José Marcelo Cangemi
 
Poluição da água objetivo ituverava - 2013
Poluição da água   objetivo ituverava - 2013Poluição da água   objetivo ituverava - 2013
Poluição da água objetivo ituverava - 2013
José Marcelo Cangemi
 
Teoria atômico molecular - objetivo ituverava 2013
Teoria atômico molecular - objetivo ituverava 2013Teoria atômico molecular - objetivo ituverava 2013
Teoria atômico molecular - objetivo ituverava 2013
José Marcelo Cangemi
 
Aula modelo atômico bohr 2013
Aula modelo atômico bohr   2013Aula modelo atômico bohr   2013
Aula modelo atômico bohr 2013
José Marcelo Cangemi
 
Tratamento de água objetivo ituverava - 2013
Tratamento de água   objetivo ituverava - 2013Tratamento de água   objetivo ituverava - 2013
Tratamento de água objetivo ituverava - 2013
José Marcelo Cangemi
 
Modelos atômicos 2013 objetivo ituverava
Modelos  atômicos 2013   objetivo ituveravaModelos  atômicos 2013   objetivo ituverava
Modelos atômicos 2013 objetivo ituverava
José Marcelo Cangemi
 
áGua objetivo ituverava - 2013
áGua   objetivo ituverava - 2013áGua   objetivo ituverava - 2013
áGua objetivo ituverava - 2013
José Marcelo Cangemi
 
Mod. 1 ciência e química - objetivo ituverava
Mod. 1   ciência e química - objetivo ituveravaMod. 1   ciência e química - objetivo ituverava
Mod. 1 ciência e química - objetivo ituverava
José Marcelo Cangemi
 
Aula modelo atômico bohr 2013 - coc
Aula modelo atômico bohr   2013 - cocAula modelo atômico bohr   2013 - coc
Aula modelo atômico bohr 2013 - coc
José Marcelo Cangemi
 

Mais de José Marcelo Cangemi (20)

A luz visível 2022 9º ano vivenda
A luz visível 2022   9º ano vivendaA luz visível 2022   9º ano vivenda
A luz visível 2022 9º ano vivenda
 
Dica fuvest 2014
Dica fuvest 2014Dica fuvest 2014
Dica fuvest 2014
 
Dica vunesp 2014
Dica vunesp 2014Dica vunesp 2014
Dica vunesp 2014
 
Revisão 2013 (mod. 1 a 3)
Revisão 2013 (mod. 1 a 3)Revisão 2013 (mod. 1 a 3)
Revisão 2013 (mod. 1 a 3)
 
Equilibrio iônico
Equilibrio iônicoEquilibrio iônico
Equilibrio iônico
 
Cotidianode ácidos, bases e sais.
Cotidianode ácidos, bases e sais.Cotidianode ácidos, bases e sais.
Cotidianode ácidos, bases e sais.
 
Apresentação cotidiano óxidos 2013 coc
Apresentação cotidiano óxidos 2013 cocApresentação cotidiano óxidos 2013 coc
Apresentação cotidiano óxidos 2013 coc
 
Termoqumica 2013 objetivo
Termoqumica 2013   objetivoTermoqumica 2013   objetivo
Termoqumica 2013 objetivo
 
3º ano forças intermoleculares - objetivo
3º ano   forças intermoleculares - objetivo3º ano   forças intermoleculares - objetivo
3º ano forças intermoleculares - objetivo
 
Ligações químicas 2013 objetivo
Ligações químicas 2013   objetivoLigações químicas 2013   objetivo
Ligações químicas 2013 objetivo
 
1º ano separação de misturas 2013 - coc franca
1º ano   separação de misturas 2013 - coc franca1º ano   separação de misturas 2013 - coc franca
1º ano separação de misturas 2013 - coc franca
 
Dispersões 2013 objetivo
Dispersões 2013   objetivoDispersões 2013   objetivo
Dispersões 2013 objetivo
 
Poluição da água objetivo ituverava - 2013
Poluição da água   objetivo ituverava - 2013Poluição da água   objetivo ituverava - 2013
Poluição da água objetivo ituverava - 2013
 
Teoria atômico molecular - objetivo ituverava 2013
Teoria atômico molecular - objetivo ituverava 2013Teoria atômico molecular - objetivo ituverava 2013
Teoria atômico molecular - objetivo ituverava 2013
 
Aula modelo atômico bohr 2013
Aula modelo atômico bohr   2013Aula modelo atômico bohr   2013
Aula modelo atômico bohr 2013
 
Tratamento de água objetivo ituverava - 2013
Tratamento de água   objetivo ituverava - 2013Tratamento de água   objetivo ituverava - 2013
Tratamento de água objetivo ituverava - 2013
 
Modelos atômicos 2013 objetivo ituverava
Modelos  atômicos 2013   objetivo ituveravaModelos  atômicos 2013   objetivo ituverava
Modelos atômicos 2013 objetivo ituverava
 
áGua objetivo ituverava - 2013
áGua   objetivo ituverava - 2013áGua   objetivo ituverava - 2013
áGua objetivo ituverava - 2013
 
Mod. 1 ciência e química - objetivo ituverava
Mod. 1   ciência e química - objetivo ituveravaMod. 1   ciência e química - objetivo ituverava
Mod. 1 ciência e química - objetivo ituverava
 
Aula modelo atômico bohr 2013 - coc
Aula modelo atômico bohr   2013 - cocAula modelo atômico bohr   2013 - coc
Aula modelo atômico bohr 2013 - coc
 

Último

GÊNERO TEXTUAL - POEMA.pptx
GÊNERO      TEXTUAL     -     POEMA.pptxGÊNERO      TEXTUAL     -     POEMA.pptx
GÊNERO TEXTUAL - POEMA.pptx
Marlene Cunhada
 
Pintura Romana .pptx
Pintura Romana                     .pptxPintura Romana                     .pptx
Pintura Romana .pptx
TomasSousa7
 
TUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGG
TUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGTUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGG
TUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGG
ProfessoraTatianaT
 
A SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIAS
A SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIASA SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIAS
A SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIAS
HisrelBlog
 
REGULAMENTO DO CONCURSO DESENHOS AFRO/2024 - 14ª edição - CEIRI /UREI (ficha...
REGULAMENTO  DO CONCURSO DESENHOS AFRO/2024 - 14ª edição - CEIRI /UREI (ficha...REGULAMENTO  DO CONCURSO DESENHOS AFRO/2024 - 14ª edição - CEIRI /UREI (ficha...
REGULAMENTO DO CONCURSO DESENHOS AFRO/2024 - 14ª edição - CEIRI /UREI (ficha...
Eró Cunha
 
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdfUFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
Manuais Formação
 
Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...
Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...
Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...
fran0410
 
Leonardo da Vinci .pptx
Leonardo da Vinci                  .pptxLeonardo da Vinci                  .pptx
Leonardo da Vinci .pptx
TomasSousa7
 
As sequências didáticas: práticas educativas
As sequências didáticas: práticas educativasAs sequências didáticas: práticas educativas
As sequências didáticas: práticas educativas
rloureiro1
 
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptxSlides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...
A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...
A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...
ANDRÉA FERREIRA
 
Cartinhas de solidariedade e esperança.pptx
Cartinhas de solidariedade e esperança.pptxCartinhas de solidariedade e esperança.pptx
Cartinhas de solidariedade e esperança.pptx
Zenir Carmen Bez Trombeta
 
OS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdf
OS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdfOS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdf
OS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdf
AmiltonAparecido1
 
Dicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de curso
Dicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de cursoDicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de curso
Dicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de curso
Simone399395
 
Aula Contrato Individual de Trabalho .pdf
Aula Contrato Individual de Trabalho .pdfAula Contrato Individual de Trabalho .pdf
Aula Contrato Individual de Trabalho .pdf
Pedro Luis Moraes
 
Testes + soluções_Mensagens12 )11111.pdf
Testes + soluções_Mensagens12 )11111.pdfTestes + soluções_Mensagens12 )11111.pdf
Testes + soluções_Mensagens12 )11111.pdf
lveiga112
 
epidemias endemia-pandemia-e-epidemia (1).ppt
epidemias endemia-pandemia-e-epidemia (1).pptepidemias endemia-pandemia-e-epidemia (1).ppt
epidemias endemia-pandemia-e-epidemia (1).ppt
MarceloMonteiro213738
 
D20 - Descritores SAEB de Língua Portuguesa
D20 - Descritores SAEB de Língua PortuguesaD20 - Descritores SAEB de Língua Portuguesa
D20 - Descritores SAEB de Língua Portuguesa
eaiprofpolly
 
Rimas, Luís Vaz de Camões. pptx
Rimas, Luís Vaz de Camões.          pptxRimas, Luís Vaz de Camões.          pptx
Rimas, Luís Vaz de Camões. pptx
TomasSousa7
 
Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptxSlides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 

Último (20)

GÊNERO TEXTUAL - POEMA.pptx
GÊNERO      TEXTUAL     -     POEMA.pptxGÊNERO      TEXTUAL     -     POEMA.pptx
GÊNERO TEXTUAL - POEMA.pptx
 
Pintura Romana .pptx
Pintura Romana                     .pptxPintura Romana                     .pptx
Pintura Romana .pptx
 
TUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGG
TUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGTUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGG
TUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGG
 
A SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIAS
A SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIASA SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIAS
A SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIAS
 
REGULAMENTO DO CONCURSO DESENHOS AFRO/2024 - 14ª edição - CEIRI /UREI (ficha...
REGULAMENTO  DO CONCURSO DESENHOS AFRO/2024 - 14ª edição - CEIRI /UREI (ficha...REGULAMENTO  DO CONCURSO DESENHOS AFRO/2024 - 14ª edição - CEIRI /UREI (ficha...
REGULAMENTO DO CONCURSO DESENHOS AFRO/2024 - 14ª edição - CEIRI /UREI (ficha...
 
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdfUFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
 
Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...
Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...
Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...
 
Leonardo da Vinci .pptx
Leonardo da Vinci                  .pptxLeonardo da Vinci                  .pptx
Leonardo da Vinci .pptx
 
As sequências didáticas: práticas educativas
As sequências didáticas: práticas educativasAs sequências didáticas: práticas educativas
As sequências didáticas: práticas educativas
 
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptxSlides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
 
A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...
A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...
A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...
 
Cartinhas de solidariedade e esperança.pptx
Cartinhas de solidariedade e esperança.pptxCartinhas de solidariedade e esperança.pptx
Cartinhas de solidariedade e esperança.pptx
 
OS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdf
OS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdfOS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdf
OS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdf
 
Dicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de curso
Dicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de cursoDicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de curso
Dicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de curso
 
Aula Contrato Individual de Trabalho .pdf
Aula Contrato Individual de Trabalho .pdfAula Contrato Individual de Trabalho .pdf
Aula Contrato Individual de Trabalho .pdf
 
Testes + soluções_Mensagens12 )11111.pdf
Testes + soluções_Mensagens12 )11111.pdfTestes + soluções_Mensagens12 )11111.pdf
Testes + soluções_Mensagens12 )11111.pdf
 
epidemias endemia-pandemia-e-epidemia (1).ppt
epidemias endemia-pandemia-e-epidemia (1).pptepidemias endemia-pandemia-e-epidemia (1).ppt
epidemias endemia-pandemia-e-epidemia (1).ppt
 
D20 - Descritores SAEB de Língua Portuguesa
D20 - Descritores SAEB de Língua PortuguesaD20 - Descritores SAEB de Língua Portuguesa
D20 - Descritores SAEB de Língua Portuguesa
 
Rimas, Luís Vaz de Camões. pptx
Rimas, Luís Vaz de Camões.          pptxRimas, Luís Vaz de Camões.          pptx
Rimas, Luís Vaz de Camões. pptx
 
Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptxSlides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
 

Cinética química 2012

  • 1. Professor Marcelo Cinética Química 1
  • 2. CINÉTICA QUÍMICA É o estudo da velocidade das reações e os fatores que nela influenciam . 2
  • 6. CINÉTICA QUÍMICA Cálculo da Velocidade Média de uma Reação: dividir a velocidade média de consumo ou formação pelo coeficiente estequiométrico apropriado. 6
  • 7. CINÉTICA QUÍMICA Condições de ocorrência de reações 1.Afinidade química 2.Contato entre os reagentes 3.Choques eficazes Uma reação química ocorre através das colisões efetivas ( eficazes) entre as substâncias reagentes. Colisão Efetiva = colisão geometricamente perfeita com energia suficiente para alcançar o complexo ativado, estrutura intermediária entre reagentes e produtos. 7
  • 8. TEORIA DAS COLISÕES: HI + HI I2 + H2 I2 H2 8
  • 9. - Complexo ativado (instável e altamente energético): onde as ligações iniciais se enfraquecem e as novas ligações começam a se formar. 9
  • 10. - Energia de Ativação (Ea): quantidade de energia fornecida aos reagentes para que eles se transformem em complexo ativado. - Quanto menor a Energia de Ativação (Ea), maior a velocidade da reação, e vice-versa. 10
  • 11. CINÉTICA QUÍMICA CATALISADOR: substância que, adicionada ao sistema, aumenta a velocidade da reação, sem ser consumida, diminuindo a energia de ativação. 11
  • 12. CINÉTICA QUÍMICA INIBIDOR: substância que diminui a velocidade das reações, por formar um complexo ativado de alta energia de ativação. O inibidor é consumido pela reação. 12
  • 13. CATÁLISE Catálise Homogênea: é aquela em que os reagentes e o catalisador constituem uma só fase (sistema monofásico ou solução). Catálise Heterogênea: é aquela em que os reagentes e o catalisador constituem um sistema polifásico. Em outras palavras, há superfície de separação entre os reagentes e o catalisador. 13
  • 14. CATÁLISE - Autocatálise: o catalisador é um dos produtos da reação. - Venenos de catalisador: diminuem ou mesmo destroem a ação do catalisador. 14
  • 15. LEI DA VELOCIDADE “A velocidade de uma reação é diretamente proporcional ao produto das concentrações molares dos reagentes, elevadas a expoentes determinados experimentalmente” - Reações Elementares (uma só etapa): os expoentes que elevam as concentrações coincidem com os coeficientes da reação. 15
  • 16. LEI DA VELOCIDADE - Reações não-elementares (várias etapas): a velocidade da reação é determinada pela velocidade da etapa mais lenta do mecanismo. 16