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Prefeitura Municipal de São Vicente
CIDADE MONUMENTO DA HISTÓRIA PÁTRIA
SECRETARIA DE EDUCAÇÃO
CENTRO MUNICIPALDE EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS
ENSINO MÉDI0
TERMO I
2
A ORIGEM DOS SERES VIVOS
A origem dos seres vivos é um tema bastante instigante e controverso na comunidade
científica. Esse assunto envolve algumas hipóteses, tais como teorias criacionistas e
a teoria da evolução, proposta pelo naturalista britânico Charles Darwin.
Questionamentos sobre a origem da Terra, dos seres vivos e tudo o mais foram feitos
durante séculos (e ainda são, apesar de todos os estudos realizados até hoje), o
mistério que antes rondava isso tudo vem sendo desvendado, porém, talvez nunca
possamos saber tudo com precisão. A origem dos seres vivos, por exemplo, era um
mistério que foi “resolvido” após várias teorias, mas os detalhes são quase impossíveis
de serem descobertos. Na base da dedução e com alguns experimentos, foi assim
que descobriram um pouco mais sobre a origem da vida na Terra.
Teorias da origem dos seres vivos
 Teoria da abiogênese ou Teoria da Geração Espontânea: esta teoria, já
derrubada pelos cientistas, defendia que os seres vivos eram originados de
matéria bruta de forma espontânea. Obviamente, estudos comprovaram que
esta teoria estava completamente errada.
 Teoria da biogênese: esta teoria surgiu para contestar a abiogênese,
defendendo que os seres vivos só se originam de outros seres vivos preexistentes.
 Panspermia: esta teoria defende que a vida na Terra começou a partir de seres
vivos ou substâncias provenientes de outros locais do universo, como se tivesse se
originado em outros planetas e vieram parar na Terra através dos meteoritos –
que, aliás, realmente possuem moléculas orgânicas, tornando provável esta
teoria para aqueles que acreditam e defendem.
 Teoria da evolução química ou teoria da evolução molecular: talvez a teoria
mais defendida pelos cientistas, esta diz que a vida teria surgido de um processo
de evolução química, onde compostos inorgânicos ensaiaram combinações até
originarem moléculas orgânicas simples, que também se combinaram,
produzindo moléculas mais complexas até conseguirem chegar aos primeiros
seres vivos.
As teorias panspermia e da evolução não entram em conflito e em alguns pontos, seus
defensores concordam. Por isso, são as mais defendidas no mundo científico.
A Terra primitiva
Apesar das teorias defendidas, já se tem algo
quase conclusivo: a Terra foi de ambiente hostil
a um ambiente receptivo com algumas
mudanças. Os gases hostis foram diminuindo
aos poucos, a camada de ozônio surgiu, a
temperatura amenizou ao ponto de se
formarem chuvas, os mares foram
transformados em um imenso caldeirão
nutritivo… tudo isso influenciou e ajudou na
3
formação dos seres vivos na Terra.
No começo, eram apenas seres vivos estruturalmente e fisiologicamente mais simples,
com apenas uma célula extremamente simples. Aos poucos, as células simples derma
origem as células mais complexas, com organelas que ajudariam ainda mais
na evolução dos seres vivos. Em resumo, estes fatos favorecem a teoria da evolução,
que defende todo esse processo narrado, mas alguns cientistas ainda não se
“renderam” e também não negam a panspermia, por falta de provas conclusivas.
EXERCÍCIOS:
1. Explique, resumidamente, o que diz as quatro teorias científicas mais aceitas para a
origem dos seres vivos.
2. Quais eram as características da Terra primitiva?
3. Como era a organização estrutural dos primeiros seres vivos?
SERES VIVOS – classificação e reinos.
A classificação dos seres vivos
em 5 reinos foi proposta, em
1969, pelo biólogo e botânico
norte-americano Robert
Whittaker. Ele tem como base as
características fisiológicas destes
seres. Como existem milhões de
espécies de seres vivos, em
nosso planeta, este sistema de
classificação é extremamente
útil. Ele facilita a identificação
dos seres, as relações existentes
entre as espécies de cada reino, além de ajudar no estudo e entendimento da
evolução.
Vale lembrar que dentro dos reinos existe um esquema de classificação interno (filo,
classe, ordem, família e gênero), cujo objetivo é agrupar as espécies de um
determinado reino, de acordo com características específicas.
OS CINCO REINOS
Reino Animal (Animalia)
Principais características: são multicelulares;
não possuem a capacidade de produzir seu
próprio alimento; a maioria das espécies
(cerca de 95%) são invertebrados; a minoria
(cerca de 5%) são animais vertebrados (entre
4
eles o ser humano); possuem a capacidade de locomoção.
Exemplos de representantes deste reino: Homem, cão, gato, zebra, leão, cavalo,
aranhas, serpentes, lagartos, sapos, caranguejo, escorpião, pato, galinha, gavião,
peixes e insetos.
Reino Vegetal (Plantae)
Principais características: composto pelas plantas;
são organismos eucariotos; produzem o próprio
alimento através da fotossíntese; são
multicelulares; com relação às flores e sementes,
algumas espécies produzem e outras não.
Exemplos de representantes deste reino: árvores,
arbustos, gramíneas, musgos, orquídeas, lírios,
palmeiras e samambaias.
Reino dos Fungos (Fungi)
Principais características: a maioria das espécies é
multicelular; absorvem alimento de matéria orgânica,
morta ou viva; geralmente se desenvolvem em locais
com pouca luz e muita umidade; são eucariotas; a
reprodução pode ser sexuada ou assexuada (depende
da espécie).
Exemplos de representantes deste reino: cogumelos,
leveduras e bolores.
Reino dos Protistas (Protista)
Principais características: são eucariotas,
unicelulares e muitos possuem vida livre e vários
outros podem ser causadores de doenças.
Exemplos de representantes deste reino: amebas,
flagelados, esporozoários e algas.
Reino das Moneras (Monera)
Principais características: são unicelulares; não
apresentam núcleo organizado (são procariotas);
são microscópicos (microrganismos); de acordo com
a Biologia Evolutiva, foram as primeiras formas de
vida que se desenvolveram em nosso planeta.
Exemplos de representantes deste reino: bactérias,
cianobactérias e arqueobactérias.
EXERCÍCIOS:
1. Atualmente os seres vivos são classificados em cinco reinos. Quais são eles?
5
2. Mencione três características dos seres pertencentes a cada reino e cite um
representante para cada caso.
ECOLOGIA
A ecologia é um assunto que, definitivamente, está na moda. Devido aos atuais
problemas ambientais que afetam todo o planeta, vemos todos os dias nas
manchetes de jornais e revistas reportagens relacionadas a este tema.
Definição:
A palavra ecologia é originada das palavras gregas “oikos” e “logos” que significam,
respectivamente, Casa e Estudo. Assim ecologia literalmente significa estudo da casa.
Embora a definição literal dê a impressão de que a ecologia se limita a estudar o
ambiente, isto não é verdade. A ecologia é o estudo de todo o relacionamento dos
seres vivos entre si, e destes com o ambiente. Os profissionais que se dedicam a
ecologia são chamados ecólogos.
CONCEITOS BÁSICOS:
• Espécies: Unidade básica da sistemática. Possui várias possíveis definições,
sendo que a mais comum é: grupo de organismos capazes de cruzarem entre si e
obter descendentes férteis. Exemplo: peixes que são da mesma espécie reproduzem-
se entre si, porém não se reproduzem com peixes de outras espécies.
• Condições Ambientais: São as características físicas e químicas de um ambiente.
Estas características não são consumidas pelos seres vivos nem podem se esgotar. As
condições ambientais são extremamente importantes para entender a distribuição
dos seres vivos, pois as espécies, geralmente, apresentam adaptações a um conjunto
de condições específicas. Uma espécie que sobrevive em desertos, por exemplo,
dificilmente sobreviverá em climas polares. Exemplos de condições ambientais:
temperatura, umidade, pH, radiação, pressão atmosférica, etc...
• Recursos Ambientais: É tudo aquilo que pode ser consumido pelos seres vivos no
seu desenvolvimento e sobrevivência. Os recursos ambientais podem ser alvo de
competição entre os seres vivos, e podem se esgotar. Assim, quando algum organismo
utiliza determinado recurso, este se torna indisponível para os outros. Ex: alimento,
água, nutrientes, etc...
• Habitat: Local específico onde vive determinada espécie. O conceito de
habitat inclui o espaço físico e as condições abióticas que determinam onde vive uma
população. Ex: duas espécies de peixes podem habitar um mesmo lago e ainda assim
ter habitats diferentes, pois uma pode viver no fundo do lago enquanto outra vive na
borda. Assim, mais do que o local, o habitat considera também a condição necessária
para uma espécie sobreviver. Várias espécies podem ocupar o mesmo habitat.
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• Nicho Ecológico: O nicho representa o conjunto de fatores bióticos e abióticos
que definem a distribuição de uma espécie. Classicamente ele é definido como o
“papel” de uma espécie no ecossistema, atualmente, no entanto, essa definição caiu
em desuso. O conceito de nicho considera os recursos e condições ambientais
necessários para a sobrevivência de uma espécie, bem como as interações que estas
realizam com as outras espécies. Muitas vezes, para que uma espécie exista em
determinado local, não só é necessário que as condições e recursos adequados
estejam disponíveis, mas também que outras espécies habitem alí, por exemplo: um
predador não pode sobreviver se não houver presas para ele caçar, mesmo que as
condições ambientais sejam as ideais.
NÍVEIS DE ORGANIZAÇÃO
Para uma melhor análise, os ecólogos buscam organizar o mundo biológico em uma
estrutura hierárquica com vários níveis de organização sendo os superiores mais
complexos do que os inferiores. A figura abaixo mostra os principais níveis, e destaca
aqueles que são alvos de estudo da ecologia.
Organismo: Unidade fundamental
da ecologia. Qualquer ser vivo (uni
ou pluricelular) cujos componentes
funcionam em conjunto para
realizar as funções vitais deste
organismo. Ex: embora cada ser
humano seja formado por milhões
de células, ele pode ser estudado
como um todo, pois todos os órgão
e células de seu corpo trabalham
de maneira a permitir sua
sobrevivência.
População: Conjunto de indivíduos da mesma espécie, de quantidade variada,
habitando e interagindo em um mesmo local. Em circunstâncias naturais, os indivíduos
de uma população jamais estão completamente isolados de outros, e interagem
entre si de várias maneiras diferentes.
7
Comunidade: Assim como indivíduos interagem entre si formando populações, as
populações das diversas espécies de um local interagem entre si formando
comunidades. As populações de um mesmo local podem estar relacionadas às outras
de várias maneiras harmônicas e desarmônicas. Estas interações entre populações de
diversas espécies são essenciais para moldar a comunidade. Exemplo: a comunidade
do Parque Nacional de Brasília, que inclui populações de inúmeras espécies vegetais,
animais e outras.
Ecossistema: Ao contrário dos conceitos anteriores, o ecossistema não considera
somente os seres vivos, mas também as condições ambientais nas quais eles se
encontram. O ecossistema é o resultado das interações entre as comunidades e o
ambiente físico de uma região e, consequentemente é determinado por fatores
bióticos (seres vivos) e abióticos (solo, terreno, clima, temperatura, etc...). Ex: uma
floresta com suas diversas populações que interagem formando comunidades, seu
tipo de solo, seu clima e outras condições ambientais características.
Biosfera: A Terra possui uma ampla variedade de ecossistemas. Chamamos de biosfera
o conjunto de ambientes que suporta todos os seres vivos do planeta. Como não são
conhecidos seres vivos que habitem o centro da terra, nem o espaço, a biosfera é
uma camada de dezenas de quilômetros que circunda a terra, englobando desde as
montanhas mais altas até o fundo dos oceanos, e que contém toda a vida
conhecida. Devido ao imenso número de ecossistemas existentes, a biosfera é
comumente dividida para análise em 3 biociclos:
EXERCÍCIOS:
1. Qual é o foco de estudo da Ecologia?
2. Como podemos definir o conceito de “espécie”?
3. Diferencie o “habitat” do “nicho ecológico”.
4. Quais são os níveis de organização dos seres vivos?
5. Diferencie o biociclo terrestre, do biociclo marinho e do biociclo dulcícola.
IMPACTOS AMBIENTAIS
Os impactos ambientais podem ser definidos como
alterações no meio ambiente provocadas pelo homem e
suas atividades.
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Como exemplo dos impactos ambientais negativos, podemos citar a poluição e a
morte de animais
Segundo a resolução Conama Nº001 de janeiro de 1986, o impacto ambiental é
definido como qualquer alteração das propriedades físicas, químicas e biológicas do
meio ambiente, causada por qualquer forma de matéria ou energia resultante das
atividades humanas que, direta ou indiretamente, afetam a saúde, a segurança e o
bem-estar da população; as atividades sociais e econômicas; a biota; as condições
estéticas e sanitárias do meio ambiente; e a qualidade dos recursos ambientais.
Analisando essa resolução, percebemos que qualquer atividade que o homem exerça
no meio ambiente provocará um impacto ambiental. Esse impacto, no entanto, pode
ser positivo ou não. Infelizmente, na grande maioria das vezes, os impactos são
negativos, acarretando degradação e poluição do ambiente.
Os impactos negativos no meio ambiente estão diretamente relacionados com
oaumento crescente das áreas urbanas, o aumento de veículos automotivos, o uso
irresponsável dos recursos, o consumo exagerado de bens materiais e a produção
constante de lixo. Percebemos, portanto, que não apenas as grandes empresas
afetam o meio, nós, com pequenas atitudes, provocamos impactos ambientais
diariamente.
Dentre os principais impactos ambientais negativos causados pelo homem, podemos
citar a diminuição dos mananciais, extinção de espécies, inundações, erosões,
poluição, mudanças climáticas, destruição da camada de ozônio, chuva ácida,
agravamento do efeito estufa e destruição de habitats. Isso acarreta,
consequentemente, o aumento do número de doenças na população e em outros
seres vivos e afeta a qualidade de vida.
Vale destacar que os impactos ambientais positivos, apesar de ocorrerem em menor
quantidade, também acontecem. Ao construirmos uma área de proteção ambiental,
recuperarmos áreas degradadas, limparmos lagos e promovermos campanhas de
plantio de mudas, estamos também causando impacto no meio ambiente. Essas
medidas, no entanto, provocam modificações e alteram a qualidade de vida dos
humanos e de outros seres de uma maneira positiva.
Você também pode ajudar a diminuir o impacto ambiental negativo. Veja a seguir
algumas dicas:
- Economize água;
- Evite o consumo exagerado de energia;
- Separe os lixos orgânicos e recicláveis;
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- Diminua o uso de automóveis;
- Consuma apenas o necessário e evite compras compulsivas;
- Utilize produtos ecológicos e biodegradáveis;
- Não jogue lixos nas ruas;
- Não jogue fora objetos e roupas que não usa mais. Opte por fazer doações.
Com atitudes simples, podemos diminuir nossos efeitos no meio ambiente. Pense nisso!
Atenção: Empresas e obras que podem causar grande impacto ambiental negativo
devem apresentar um Estudo de Impacto Ambiental (EIA) e o Relatório de Impacto
Ambiental (RIMA) para que as atividades sejam ou não liberadas.
DESMATAMENTO
O desmatamento é um dos mais graves problemas ambientais da atualidade, pois
além de devastar as florestas e os recursos naturais, compromete o equilíbrio do
planeta em seus diversos elementos, incluindo os ecossistemas, afetando gravemente
também a economia e a sociedade. Dessa forma, toda vez que uma área florestal é
removida, temos aí uma prática de desmatamento, que também pode ser chamado
de “desflorestamento”.
Causas do desmatamento
O desmatamento, embora seja uma ação antrópica (humana), não é feito por acaso.
Existem alguns motivos que provocam ou intensificam a ocorrência desse problema,
entre os quais, podemos mencionar:
a) Expansão agropecuária: o avanço das áreas agricultáveis e da fronteira
agrícola provoca o avanço das atividades humanas sobre o meio natural, fazendo
com que áreas inteiras de matas sejam substituídas por pastagens, campos agrícolas
ou áreas rurais à espera de valorização financeira.
b) Atividade mineradora: a prática da mineração também é um dos grandes fatores
responsáveis pela devastação das florestas, pois áreas inteiras são devastadas para a
instalação de equipamentos e atividades de exploração de reservas dos mais diversos
minérios, tais como o ouro, a prata, a bauxita (alumínio), o ferro, o zinco e muitos
outros.
c) Maior demanda por recursos naturais: há, no mundo, um aumento exagerado do
consumismo, com uma maior procura por matérias-primas e, consequentemente, por
recursos naturais. Assim, os bens oferecidos pela natureza são explorados cada vez
mais intensamente, com destaque para a madeira, o óleo de palma e demais
elementos, que, quando retirados, provocam a destruição das florestas.
d) Crescimento da urbanização: com o incremento da urbanização tanto no Brasil
como no mundo, as áreas verdes localizadas tanto nas áreas ao redor das cidades
quanto dentro dos limites urbanos são removidas para a construção de moradias,
empreendimentos, prédios, indústrias e muitos outras formas de intervenção do
homem sobre o seu espaço.
e) aumento das queimadas: acidentais ou intencionais, as queimadas criminosas sobre
áreas naturais vêm se alastrando, com frequentes notícias a respeito surgindo nos
jornais e revistas. Em tempos de estiagem, a vegetação fica mais seca e o fogo
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alastra-se com maior facilidade, de forma que qualquer faísca, dependendo da
localidade, pode provocar uma verdadeira catástrofe.
Consequências do desmatamento
São várias as consequências e impactos gerados pelo desmatamento, haja vista que
a intervenção do homem sobre o meio natural fatalmente acarreta desequilíbrios.
Dentre tais problemas, podemos citar:
a) Perda da biodiversidade: com a destruição das florestas, o habitat natural de muitas
espécies torna-se escasso ou inexistente, contribuindo para a morte de muitos animais
e até mesmo a extinção dos tipos endêmicos, aqueles que só se encontram em
localidades restritas. Tal configuração traz problemas para a cadeia alimentar e pode
impactar até atividades econômicas, tais como a caça e a pesca.
b) Erosão dos solos: sem as árvores, o solo de muitas localidades fica desprotegido,
sendo facilmente impactado pela ação dos agentes erosivos, tais como a água das
chuvas e dos rios, além de outros elementos. Com a consequente erosão, ocorre a
perda de muitas áreas.
c) Extinção de rios: a remoção das florestas provoca a destruição, em alguns casos,
de nascentes que alimentam os rios. Além disso, as áreas de encosta, nas margens dos
cursos d'água, sofrem com o aumento da erosão, o que faz com que mais terra e
rochas sejam “jogadas” no leito dos rios, o que provoca o seu enfraquecimento.
d) Efeitos climáticos: o clima e as temperaturas dependem das condições naturais.
Muitas florestas contribuem fornecendo umidade para o ambiente, de forma que a
retirada dessas implica a alteração do equilíbrio climático de muitas regiões, isso sem
falar na intensificação do efeito estufa.
e) Desertificação: além das erosões, os solos podem sofrer com a ausência da
vegetação. Em áreas áridas e semiáridas, pode ocorrer a desertificação, com a perda
de nutrientes do solo, além do processo de arenização, que ocorre em regiões de
clima úmido e de solos arenosos.
f) Perda de recursos naturais: os recursos naturais, mesmo aqueles renováveis, podem
entrar em escassez com o desmatamento. É o caso da água, madeira, além de
inúmeras matérias-primas medicinais retiradas a partir do extrativismo vegetal.
POLUIÇÃO DO SOLO
O solo é a camada superficial da crosta terrestre, sendo
de fundamental importância para a vida de várias
espécies. No entanto, as atividades humanas têm
provocado a poluição do solo, fato extremamente
prejudicial para todos nós.
A produção exagerada de lixo é uma das principais
responsáveis pela poluição do solo. Durante o processo
de decomposição de restos de alimentos, ocorre a produção de gases e de chorume,
que é um líquido extremamente poluente e com forte odor. O chorume infiltra o solo,
causando a sua contaminação, além de atingir o lençol freático (água subterrânea).
A utilização de agrotóxicos, pesticidas e fertilizantes químicos nas atividades agrícolas
11
também contamina o solo. Esses produtos químicos são prejudiciais às formas de vida
microbiológica presentes no solo, alterando de forma drástica sua composição.
O solo contaminado acaba afetando as plantações e as áreas de pastagens. Sendo
assim, os vegetais absorvem essas substâncias, que são ingeridas pelos humanos e por
outros animais.
Assim como a agricultura, a mineração também contribui para a poluição do
solo. Essa atividade, através de escavações e aberturas de imensas crateras, altera de
forma significativa a estrutura natural do solo, e o uso de substâncias químicas agrava
esse desastre ambiental.
Entre as possíveis medidas para combater a poluição do solo estão: a redução da
produção do lixo, destino e tratamento adequado do lixo, reciclagem, saneamento
ambiental, métodos agrícolas que possam substituir os agrotóxicos, entre outros.
EFEITO ESTUFA
O efeito estufa é um fenômeno natural ocasionado pela concentração de gases na
atmosfera.
Esses gases formam uma camada que permite a passagem dos raios solares e a
absorção de calor.
Esse processo mantém a Terra em uma temperatura adequada, garantido o calor
necessário. Sem esse processo, certamente a Terra seria muito fria e afetaria a
sobrevivência dos seres vivos.
Como ocorre o Efeito Estufa?
Quando os raios solares atingem a superfície terrestre, devido a camada de gases de
efeito estufa, em torno de 50% deles ficam retidos na atmosfera. A outra parte, atinge
a superfície terrestre, aquecendo-a e irradiando calor.
Os gases de efeito estufa podem ser comparados a isolantes. Eles absorvem parte da
energia irradiada pela Terra.
Entretanto, nas últimas décadas, a liberação de gases de efeito estufa em virtude de
atividades humanas aumentou consideravelmente.
Assim, com o acúmulo de gases na atmosfera, mais quantidade de calor está sendo
retida, ocasionando o aumento de temperatura. Essa situação dá origem
ao aquecimento global.
Esquema de como ocorre o Efeito
Estufa
O efeito estufa pode ser comparado
ao que ocorre no interior de um
veículo estacionado, com os vidros
fechados e recebendo diretamente
a luz solar. O vidro deixa passar a luz
solar mas impede a saída do calor.
Gases de Efeito Estufa
 Vapor de água (H2O):
encontrado em suspensão na
atmosfera.
12
 Monóxido de Carbono (CO): gás incolor, inflamável, inodoro, tóxico, produzido
pela queima em condições de pouco oxigênio e pela alta temperatura do
carvão ou outros materiais ricos em carbono, como os derivados do petróleo.
 Dióxido de Carbono (CO2): expelido pela queima de combustíveis utilizados em
veículos automotores à base de petróleo e gás, da queima de carvão mineral
nas indústrias, e da queima das florestas.
 Clorofluorcarbonos (CFC): composto formado por carbono, cloro e flúor,
proveniente dos aerossóis e do sistema de refrigeração.
 Óxido de Nitrogênio : conjunto de compostos formados pela combinação de
oxigênio com o nitrogênio. É usado em motores de combustão interna, fornos,
estufas, caldeiras, incineradores, pela indústria química e pela indústria de
explosivos.
 Dióxido de Enxofre (SO2): é um gás denso, incolor, não inflamável, altamente
tóxico, formado por oxigênio e enxofre. É usado na indústria, principalmente na
produção de ácido sulfúrico e também é expelido pelos vulcões.
 Metano (CH4): gás incolor, inodoro e se inalado é tóxico. É expelido pelo gado,
ou seja, na digestão dos animais herbívoros, decomposição de lixo orgânico,
extração de combustíveis, dentre outros.
Efeito Estufa e Aquecimento Global
A intensificação do efeito estufa é resultado da crescente queima dos combustíveis
fósseis que representam a base da industrialização e de muitas atividades humanas.
As queimadas nas florestas para transformar suas áreas em plantação, criação de
gado e pastagens, também colaboram para o aumento do efeito estufa.
A consequência dessa elevação dos gases de efeito estufa na atmosfera é
o aquecimento global.
Segundo pesquisas, a temperatura média da Terra, nos últimos cem anos, sofreu uma
elevação de cerca 0,5ºC. Se a atual taxa de poluição atmosférica seguir na mesma
proporção, estima-se que entre os anos de 2025 e 2050, a temperatura apresentará
um aumento de 2,5 a 5ºC.
O aquecimento da Terra resultará nos seguintes efeitos:
 Derretimento de grandes massas de gelo das regiões polares, ocasionando o
aumento do nível do mar. Isso poderá levar a submersão de cidades litorâneas,
forçando a migração de pessoas.
 Aumento de casos de desastres naturais como inundações, tempestades e
furações.
 Extinção de espécies.
 Desertificação de áreas naturais.
 As secas poderão ser mais frequentes.
 As mudanças climáticas podem ainda afetar a produção de alimentos, pois
muitas áreas produtivas podem ser afetadas.
Conheça também as relações e diferenças entre o Efeito Estufa e o Aquecimento
Global.
Outro problema associado à presença de gases poluentes na atmosfera é a chuva
ácida. Ela resulta da quantidade exagerada de produtos da queima de combustíveis
fósseis liberados na atmosfera, em consequência das atividades humanas.
Saiba mais sobre as Mudanças Climáticas.
Para alertar sobre a situação do efeito estufa e do aquecimento global, diversos
países, entre eles o Brasil, assinaram o Protocolo de Kyoto, em 1997.
13
Antes disso, foi assinado em 1987 o Protocolo de Montreal. O intuito principal é a
redução da emissão de produtos que causam danos à camada de ozônio.
DESTRUIÇÃO DA CAMADA DE OZÔNIO
O que é a camada de ozônio e sua importância.
Camada de ozônio é uma área da estratosfera (altas
camadas da atmosfera, de 25 a 35 km de altitude) que
possui uma elevada concentração de ozônio. Esta
camada funciona como uma espécie de "escudo
protetor" para o planeta Terra, pois absorve cerca de
98% da radiação ultravioleta de alta frequência
emitida pelo Sol. Sem esta camada a vida humana em
nosso planeta seria praticamente impossível de existir.
Infelizmente o homem vem produzindo substâncias que destroem a camada de
ozônio, tornando-a fina, em alguns lugares do mundo, principalmente sobre as regiões
próximas ao Polo Sul e Polo Norte.
Das substâncias prejudiciais se encontram o grupo:
- - Gases clorofluorcarbonos (CFCs) - os mais perigosos;
Dos óxidos nítricos e nitrosos - expelidos pelos exaustores dos veículos;
Os Clorofluorcarbonos (CFCs) e a Camada de Ozônio
Os CFCs são usados como propelentes em aerossóis, como isolantes em equipamentos
de refrigeração e na produção de materiais plásticos. Depois de liberados no ar
demoram cerca de oito anos para chegar à estratosfera que, atingidos pela radiação
ultravioleta se desintegram e liberam cloro. O cloro reage com o ozônio, que logo
depois é transformado em oxigênio (O2). Porém, o oxigênio não tem a capacidade
de proteção como o ozônio. Cada átomo de cloro de CFC pode destruir 100 mil
moléculas de oxigênio.
Quando os CFCs começaram a ser utilizados, houve um marco na história da indústria,
e supostamente, achavam que eles não interagiam com outras substâncias, ou seja,
eram inertes. Mas, na década de 80, descobriu-se que ele era inerte apenas na
superfície, e ao chegar na alta atmosfera, tinha um efeito devastador. A partir desse
momento, diversos estudos foram feitos com base nos satélites e descobriu-se que os
efeitos eram imediatos e as consequências gravíssimas para o planeta terra.
No Brasil, a camada de ozônio ainda não chegou a perder nem 5% do seu tamanho
original, pois a produção de CFCs sempre foi muito baixa, diferentemente dos países
da Europa, os maiores produtores. Os EUA, Europa, norte da China e Japão, já
perderam 6% da proteção do ozônio. Desde 1 de janeiro de 2010, foi proibida a
produção dos CFCs no mundo.
Consequências:
Essa diminuição da concentração de O3 na atmosfera tem provocado o aumento
da quantidade de raios ultravioleta que chegam à superfície terrestre, provocando
14
diversos impactos para o meio ambiente do mundo inteiro. Entre os impactos,
destacam-se:
• Impactos sobre o organismo humano: envelhecimento precoce, mutação
genética, problemas no sistema imunológico e câncer de pele.
• Impacto sobre as plantas: A grande quantidade de raios ultravioleta pode
comprometer o processo de fotossíntese, impactando o sistema nutritivo das plantas e
o seu crescimento.
• Redução de espécies: A superexposição de raios UV pode prejudicar o
desenvolvimento de diversas espécies marítimas, como peixes, camarões, caranguejos
e fitoplânctons (base da cadeia alimentar marítima). Além disso, o contato com essa
radiação pode causar diversas mutações genéticas, alterando totalmente o DNA dos
seres vivos.
• Contribuição para o aquecimento global: A diminuição da camada de Ozônio
e o aumento da quantidade de raios UV podem contribuir para a aceleração do
aquecimento global.
A maioria dos cientistas atribuiu como principal causa para a destruição da camada
de Ozônio as atividades realizadas pelo ser humano desde a Revolução Industrial, que
lançaram uma enorme quantidade de CFCs e halogênios na atmosfera. Muito
encontrados em espumas, aparelhos de refrigeração e extintores, os CFCs e
halogênios, em contato com o Ozônio, provocam a degradação das moléculas desse
gás. Isso acontece porque as moléculas de Ozônio ligam-se aos átomos dessas
substâncias, formando outro elemento, ocorrência que ocasiona a diminuição da
concentração desse gás na atmosfera.
Em virtude dessa constatação, vários países adotaram medidas visando à diminuição
do uso dos CFCs e halogênios. Em 1987, diversos países assinaram o Protocolo de
Montreal, no qual se comprometeram a erradicar o uso de substâncias que
provocassem algum dano à Camada de Ozônio e a implantar uma série de medidas
para proteção dessa importante camada da atmosfera. Atualmente esse protocolo é
adotado por 197 países, sendo o único acordo multilateral com adoção universal do
mundo. O Protocolo de Montreal possui mais países adeptos que o Protocolo de
Quioto, que visava à implantação de uma série de medidas para a diminuição da
emissão de gases que aceleram o efeito estufa.
EXERCÍCIOS:
1. O que são impactos ambientais? Dê um exemplo.
2. Comente sobre as causas do desmatamento.
3. de que maneira a utilização de agrotóxicos, pesticidas e fertilizantes prejudica o
solo e os seres vivos?
4. Sobre o Efeito Estufa, responda:
a) É um fenômeno bom ou ruim? Justifique.
b) Qual é a relação existente entre o Efeito Estufa e o Aquecimento Global?
c) Cite três consequências do Aquecimento Global.
15
5. Sobre a Camada de Ozônio, responda:
a) Qual é a sua importância?
b) De que maneira o ser humano está destruindo essa camada?
c) Como podemos minimizar essa destruição?
Os problemas provocados pelo lixo
O aumento populacional nas cidades, aliado a uma sociedade extremamente
consumista, faz gerar vários problemas ambientais. O
lixo urbano é um desses problemas, ele pode ser de
origem domiciliar (sobras de alimentos, papéis,
plásticos, vidros, papelão), origem industrial (apresenta
constituição variada, entre gasosa, líquida ou sólida), o
hospitalar (seringas, agulhas, curativos, gazes,
ataduras, peças atômicas, etc.) e o lixo desse século:
o tecnológico (pilhas e aparelhos eletrônicos em
geral).
Lixão a céu aberto
A destinação final do lixo nem sempre ocorre de forma correta, o lixo hospitalar, por
exemplo, deve ser incinerado, queimado em forno de micro-ondas ou tratado em
autoclave (esterilização por meio de vapores) e ser isolado da população, porém,
parte desse lixo é depositada em lixões a céu aberto, o que pode causar a
proliferação de doenças.
Mas não é só o lixo hospitalar que gera problemas para a população e o meio
ambiente, durante o processo de decomposição da parte orgânica biodegradável
do lixo (restos de alimentos) ocorre a liberação de gases poluentes, o que ocasiona a
poluição do ar, além do chorume (liberação da umidade contida nos resíduos
orgânicos), que polui o lençol freático.
O lixão desprovido de estrutura ideal para tratamento do lixo tem como
consequências: a poluição do solo, das águas superficiais e subterrâneas, além da
poluição atmosférica. Outro agravante é a proliferação de doenças como diarreia,
amebíase, parasitose, entre outras.
O destino adequado para o lixo urbano é o aterro sanitário, com estrutura para o
tratamento dos gases e do chorume. Outra alternativa é a incineração, que também
deve conter sistemas de tratamento para os gases liberados. Mas o processo de
incineração e a implantação de aterros sanitários para o tratamento de grandes
quantidades de lixo são caros, por isso é necessário que haja a conscientização da
população, de forma que produza menos lixo, o que pode ocorrer através de ações
como a coleta seletiva e a reciclagem.
A coleta seletiva do lixo é uma prática fácil e que contribui bastante para a redução
16
do lixo destinado aos aterros. Outra solução para o lixo é a reciclagem, uma forma de
colaborar com o meio ambiente e obter dinheiro.
No Brasil, aproximadamente 80% das latinhas de alumínio são recicladas, contribuindo
para a redução de utilização da bauxita, que é a matéria prima necessária para se
obter as latas de alumínio. Mas a principal atitude a ser tomada é a redução do
consumismo e do desperdício.
A política dos 5 R's
Pode-se dizer que as preocupações com a coleta, o tratamento e a destinação dos
resíduos sólidos representa, porém, apenas uma parte do problema ambiental. Vale
lembrar que a geração de resíduos é precedida por uma outra ação impactante
sobre o meio ambiente - a extração de recursos naturais. A política dos cinco R's deve
priorizar a redução do consumo e o reaproveitamento dos materiais em relação à sua
própria reciclagem.
– Reduzir
- Repensar
- Reaproveitar
- Reciclar
- Recusar consumir produtos que gerem impactos socioambientais significativos.
Os cinco R's fazem parte de um processo educativo que tem por objetivo uma
mudança de hábitos no cotidiano dos cidadãos. A questão-chave é levar o cidadão
a repensar seus valores e práticas, reduzindo o consumo exagerado e o desperdício.
O quarto R (reciclagem) é colocado em prática pelas indústrias que substituem parte
da matéria-prima por sucata (produtos já utilizados), seja de papel, vidro, plástico ou
metal, entre outros. Ainda é preciso que se amplie o mercado para produtos advindos
deste processo.
Com a valorização da reciclagem, as empresas vem inserindo, nos produtos e em suas
embalagens, símbolos padronizados que indicam a composição dos materiais. Esse
tipo de rotulagem ambiental tem, também, por objetivo facilitar a identificação e
separação dos materiais, encaminhando-os para a reciclagem.
As vantagens dessas práticas estão na redução do (a):
• Extração de recursos naturais;
• Redução dos resíduos nos aterros e o aumento da sua vida útil;
17
• Redução dos gastos do poder público com o tratamento do lixo;
• Redução do uso de energia nas indústrias e intensificação da economia local
(sucateiros, catadores, etc.).
EXERCÍCIOS:
1. Como podemos caracterizar o “lixo”?
2. Qual seria a destinação correta para o lixo hospitalar?
3. Quais as consequências do descarte de lixo nos chamados “lixões a céu aberto”?
4. Qual seria a destinação correta para o lixo urbano ( com exceção do lixo
hospitalar)?
5. Quais as desvantagens da incineração?
6. Explique a importância da Coleta Seletiva e da Reciclagem.
Fontes:
https://www.estudopratico.com.br/a-origem-dos-seres-vivos/
https://netnature.wordpress.com/2016/07/28/a-atmosfera-primitiva-e-a-origem-da-
vida/
https://www.suapesquisa.com/resumos/cinco_reinos.htm
https://www.colegioweb.com.br/seres-vivos/os-principais-reinos.html
http://brasilescola.uol.com.br/biologia/ecologia.htm
http://educacao.globo.com/biologia/assunto/ecologia.html
http://www.pensamentoverde.com.br/meio-ambiente/o-homem-e-a-destruicao-do-
meio-ambiente/
https://www.todamateria.com.br/efeito-estufa/

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Cejain medio bio_termo1

  • 1. 1 Prefeitura Municipal de São Vicente CIDADE MONUMENTO DA HISTÓRIA PÁTRIA SECRETARIA DE EDUCAÇÃO CENTRO MUNICIPALDE EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS ENSINO MÉDI0 TERMO I
  • 2. 2 A ORIGEM DOS SERES VIVOS A origem dos seres vivos é um tema bastante instigante e controverso na comunidade científica. Esse assunto envolve algumas hipóteses, tais como teorias criacionistas e a teoria da evolução, proposta pelo naturalista britânico Charles Darwin. Questionamentos sobre a origem da Terra, dos seres vivos e tudo o mais foram feitos durante séculos (e ainda são, apesar de todos os estudos realizados até hoje), o mistério que antes rondava isso tudo vem sendo desvendado, porém, talvez nunca possamos saber tudo com precisão. A origem dos seres vivos, por exemplo, era um mistério que foi “resolvido” após várias teorias, mas os detalhes são quase impossíveis de serem descobertos. Na base da dedução e com alguns experimentos, foi assim que descobriram um pouco mais sobre a origem da vida na Terra. Teorias da origem dos seres vivos  Teoria da abiogênese ou Teoria da Geração Espontânea: esta teoria, já derrubada pelos cientistas, defendia que os seres vivos eram originados de matéria bruta de forma espontânea. Obviamente, estudos comprovaram que esta teoria estava completamente errada.  Teoria da biogênese: esta teoria surgiu para contestar a abiogênese, defendendo que os seres vivos só se originam de outros seres vivos preexistentes.  Panspermia: esta teoria defende que a vida na Terra começou a partir de seres vivos ou substâncias provenientes de outros locais do universo, como se tivesse se originado em outros planetas e vieram parar na Terra através dos meteoritos – que, aliás, realmente possuem moléculas orgânicas, tornando provável esta teoria para aqueles que acreditam e defendem.  Teoria da evolução química ou teoria da evolução molecular: talvez a teoria mais defendida pelos cientistas, esta diz que a vida teria surgido de um processo de evolução química, onde compostos inorgânicos ensaiaram combinações até originarem moléculas orgânicas simples, que também se combinaram, produzindo moléculas mais complexas até conseguirem chegar aos primeiros seres vivos. As teorias panspermia e da evolução não entram em conflito e em alguns pontos, seus defensores concordam. Por isso, são as mais defendidas no mundo científico. A Terra primitiva Apesar das teorias defendidas, já se tem algo quase conclusivo: a Terra foi de ambiente hostil a um ambiente receptivo com algumas mudanças. Os gases hostis foram diminuindo aos poucos, a camada de ozônio surgiu, a temperatura amenizou ao ponto de se formarem chuvas, os mares foram transformados em um imenso caldeirão nutritivo… tudo isso influenciou e ajudou na
  • 3. 3 formação dos seres vivos na Terra. No começo, eram apenas seres vivos estruturalmente e fisiologicamente mais simples, com apenas uma célula extremamente simples. Aos poucos, as células simples derma origem as células mais complexas, com organelas que ajudariam ainda mais na evolução dos seres vivos. Em resumo, estes fatos favorecem a teoria da evolução, que defende todo esse processo narrado, mas alguns cientistas ainda não se “renderam” e também não negam a panspermia, por falta de provas conclusivas. EXERCÍCIOS: 1. Explique, resumidamente, o que diz as quatro teorias científicas mais aceitas para a origem dos seres vivos. 2. Quais eram as características da Terra primitiva? 3. Como era a organização estrutural dos primeiros seres vivos? SERES VIVOS – classificação e reinos. A classificação dos seres vivos em 5 reinos foi proposta, em 1969, pelo biólogo e botânico norte-americano Robert Whittaker. Ele tem como base as características fisiológicas destes seres. Como existem milhões de espécies de seres vivos, em nosso planeta, este sistema de classificação é extremamente útil. Ele facilita a identificação dos seres, as relações existentes entre as espécies de cada reino, além de ajudar no estudo e entendimento da evolução. Vale lembrar que dentro dos reinos existe um esquema de classificação interno (filo, classe, ordem, família e gênero), cujo objetivo é agrupar as espécies de um determinado reino, de acordo com características específicas. OS CINCO REINOS Reino Animal (Animalia) Principais características: são multicelulares; não possuem a capacidade de produzir seu próprio alimento; a maioria das espécies (cerca de 95%) são invertebrados; a minoria (cerca de 5%) são animais vertebrados (entre
  • 4. 4 eles o ser humano); possuem a capacidade de locomoção. Exemplos de representantes deste reino: Homem, cão, gato, zebra, leão, cavalo, aranhas, serpentes, lagartos, sapos, caranguejo, escorpião, pato, galinha, gavião, peixes e insetos. Reino Vegetal (Plantae) Principais características: composto pelas plantas; são organismos eucariotos; produzem o próprio alimento através da fotossíntese; são multicelulares; com relação às flores e sementes, algumas espécies produzem e outras não. Exemplos de representantes deste reino: árvores, arbustos, gramíneas, musgos, orquídeas, lírios, palmeiras e samambaias. Reino dos Fungos (Fungi) Principais características: a maioria das espécies é multicelular; absorvem alimento de matéria orgânica, morta ou viva; geralmente se desenvolvem em locais com pouca luz e muita umidade; são eucariotas; a reprodução pode ser sexuada ou assexuada (depende da espécie). Exemplos de representantes deste reino: cogumelos, leveduras e bolores. Reino dos Protistas (Protista) Principais características: são eucariotas, unicelulares e muitos possuem vida livre e vários outros podem ser causadores de doenças. Exemplos de representantes deste reino: amebas, flagelados, esporozoários e algas. Reino das Moneras (Monera) Principais características: são unicelulares; não apresentam núcleo organizado (são procariotas); são microscópicos (microrganismos); de acordo com a Biologia Evolutiva, foram as primeiras formas de vida que se desenvolveram em nosso planeta. Exemplos de representantes deste reino: bactérias, cianobactérias e arqueobactérias. EXERCÍCIOS: 1. Atualmente os seres vivos são classificados em cinco reinos. Quais são eles?
  • 5. 5 2. Mencione três características dos seres pertencentes a cada reino e cite um representante para cada caso. ECOLOGIA A ecologia é um assunto que, definitivamente, está na moda. Devido aos atuais problemas ambientais que afetam todo o planeta, vemos todos os dias nas manchetes de jornais e revistas reportagens relacionadas a este tema. Definição: A palavra ecologia é originada das palavras gregas “oikos” e “logos” que significam, respectivamente, Casa e Estudo. Assim ecologia literalmente significa estudo da casa. Embora a definição literal dê a impressão de que a ecologia se limita a estudar o ambiente, isto não é verdade. A ecologia é o estudo de todo o relacionamento dos seres vivos entre si, e destes com o ambiente. Os profissionais que se dedicam a ecologia são chamados ecólogos. CONCEITOS BÁSICOS: • Espécies: Unidade básica da sistemática. Possui várias possíveis definições, sendo que a mais comum é: grupo de organismos capazes de cruzarem entre si e obter descendentes férteis. Exemplo: peixes que são da mesma espécie reproduzem- se entre si, porém não se reproduzem com peixes de outras espécies. • Condições Ambientais: São as características físicas e químicas de um ambiente. Estas características não são consumidas pelos seres vivos nem podem se esgotar. As condições ambientais são extremamente importantes para entender a distribuição dos seres vivos, pois as espécies, geralmente, apresentam adaptações a um conjunto de condições específicas. Uma espécie que sobrevive em desertos, por exemplo, dificilmente sobreviverá em climas polares. Exemplos de condições ambientais: temperatura, umidade, pH, radiação, pressão atmosférica, etc... • Recursos Ambientais: É tudo aquilo que pode ser consumido pelos seres vivos no seu desenvolvimento e sobrevivência. Os recursos ambientais podem ser alvo de competição entre os seres vivos, e podem se esgotar. Assim, quando algum organismo utiliza determinado recurso, este se torna indisponível para os outros. Ex: alimento, água, nutrientes, etc... • Habitat: Local específico onde vive determinada espécie. O conceito de habitat inclui o espaço físico e as condições abióticas que determinam onde vive uma população. Ex: duas espécies de peixes podem habitar um mesmo lago e ainda assim ter habitats diferentes, pois uma pode viver no fundo do lago enquanto outra vive na borda. Assim, mais do que o local, o habitat considera também a condição necessária para uma espécie sobreviver. Várias espécies podem ocupar o mesmo habitat.
  • 6. 6 • Nicho Ecológico: O nicho representa o conjunto de fatores bióticos e abióticos que definem a distribuição de uma espécie. Classicamente ele é definido como o “papel” de uma espécie no ecossistema, atualmente, no entanto, essa definição caiu em desuso. O conceito de nicho considera os recursos e condições ambientais necessários para a sobrevivência de uma espécie, bem como as interações que estas realizam com as outras espécies. Muitas vezes, para que uma espécie exista em determinado local, não só é necessário que as condições e recursos adequados estejam disponíveis, mas também que outras espécies habitem alí, por exemplo: um predador não pode sobreviver se não houver presas para ele caçar, mesmo que as condições ambientais sejam as ideais. NÍVEIS DE ORGANIZAÇÃO Para uma melhor análise, os ecólogos buscam organizar o mundo biológico em uma estrutura hierárquica com vários níveis de organização sendo os superiores mais complexos do que os inferiores. A figura abaixo mostra os principais níveis, e destaca aqueles que são alvos de estudo da ecologia. Organismo: Unidade fundamental da ecologia. Qualquer ser vivo (uni ou pluricelular) cujos componentes funcionam em conjunto para realizar as funções vitais deste organismo. Ex: embora cada ser humano seja formado por milhões de células, ele pode ser estudado como um todo, pois todos os órgão e células de seu corpo trabalham de maneira a permitir sua sobrevivência. População: Conjunto de indivíduos da mesma espécie, de quantidade variada, habitando e interagindo em um mesmo local. Em circunstâncias naturais, os indivíduos de uma população jamais estão completamente isolados de outros, e interagem entre si de várias maneiras diferentes.
  • 7. 7 Comunidade: Assim como indivíduos interagem entre si formando populações, as populações das diversas espécies de um local interagem entre si formando comunidades. As populações de um mesmo local podem estar relacionadas às outras de várias maneiras harmônicas e desarmônicas. Estas interações entre populações de diversas espécies são essenciais para moldar a comunidade. Exemplo: a comunidade do Parque Nacional de Brasília, que inclui populações de inúmeras espécies vegetais, animais e outras. Ecossistema: Ao contrário dos conceitos anteriores, o ecossistema não considera somente os seres vivos, mas também as condições ambientais nas quais eles se encontram. O ecossistema é o resultado das interações entre as comunidades e o ambiente físico de uma região e, consequentemente é determinado por fatores bióticos (seres vivos) e abióticos (solo, terreno, clima, temperatura, etc...). Ex: uma floresta com suas diversas populações que interagem formando comunidades, seu tipo de solo, seu clima e outras condições ambientais características. Biosfera: A Terra possui uma ampla variedade de ecossistemas. Chamamos de biosfera o conjunto de ambientes que suporta todos os seres vivos do planeta. Como não são conhecidos seres vivos que habitem o centro da terra, nem o espaço, a biosfera é uma camada de dezenas de quilômetros que circunda a terra, englobando desde as montanhas mais altas até o fundo dos oceanos, e que contém toda a vida conhecida. Devido ao imenso número de ecossistemas existentes, a biosfera é comumente dividida para análise em 3 biociclos: EXERCÍCIOS: 1. Qual é o foco de estudo da Ecologia? 2. Como podemos definir o conceito de “espécie”? 3. Diferencie o “habitat” do “nicho ecológico”. 4. Quais são os níveis de organização dos seres vivos? 5. Diferencie o biociclo terrestre, do biociclo marinho e do biociclo dulcícola. IMPACTOS AMBIENTAIS Os impactos ambientais podem ser definidos como alterações no meio ambiente provocadas pelo homem e suas atividades.
  • 8. 8 Como exemplo dos impactos ambientais negativos, podemos citar a poluição e a morte de animais Segundo a resolução Conama Nº001 de janeiro de 1986, o impacto ambiental é definido como qualquer alteração das propriedades físicas, químicas e biológicas do meio ambiente, causada por qualquer forma de matéria ou energia resultante das atividades humanas que, direta ou indiretamente, afetam a saúde, a segurança e o bem-estar da população; as atividades sociais e econômicas; a biota; as condições estéticas e sanitárias do meio ambiente; e a qualidade dos recursos ambientais. Analisando essa resolução, percebemos que qualquer atividade que o homem exerça no meio ambiente provocará um impacto ambiental. Esse impacto, no entanto, pode ser positivo ou não. Infelizmente, na grande maioria das vezes, os impactos são negativos, acarretando degradação e poluição do ambiente. Os impactos negativos no meio ambiente estão diretamente relacionados com oaumento crescente das áreas urbanas, o aumento de veículos automotivos, o uso irresponsável dos recursos, o consumo exagerado de bens materiais e a produção constante de lixo. Percebemos, portanto, que não apenas as grandes empresas afetam o meio, nós, com pequenas atitudes, provocamos impactos ambientais diariamente. Dentre os principais impactos ambientais negativos causados pelo homem, podemos citar a diminuição dos mananciais, extinção de espécies, inundações, erosões, poluição, mudanças climáticas, destruição da camada de ozônio, chuva ácida, agravamento do efeito estufa e destruição de habitats. Isso acarreta, consequentemente, o aumento do número de doenças na população e em outros seres vivos e afeta a qualidade de vida. Vale destacar que os impactos ambientais positivos, apesar de ocorrerem em menor quantidade, também acontecem. Ao construirmos uma área de proteção ambiental, recuperarmos áreas degradadas, limparmos lagos e promovermos campanhas de plantio de mudas, estamos também causando impacto no meio ambiente. Essas medidas, no entanto, provocam modificações e alteram a qualidade de vida dos humanos e de outros seres de uma maneira positiva. Você também pode ajudar a diminuir o impacto ambiental negativo. Veja a seguir algumas dicas: - Economize água; - Evite o consumo exagerado de energia; - Separe os lixos orgânicos e recicláveis;
  • 9. 9 - Diminua o uso de automóveis; - Consuma apenas o necessário e evite compras compulsivas; - Utilize produtos ecológicos e biodegradáveis; - Não jogue lixos nas ruas; - Não jogue fora objetos e roupas que não usa mais. Opte por fazer doações. Com atitudes simples, podemos diminuir nossos efeitos no meio ambiente. Pense nisso! Atenção: Empresas e obras que podem causar grande impacto ambiental negativo devem apresentar um Estudo de Impacto Ambiental (EIA) e o Relatório de Impacto Ambiental (RIMA) para que as atividades sejam ou não liberadas. DESMATAMENTO O desmatamento é um dos mais graves problemas ambientais da atualidade, pois além de devastar as florestas e os recursos naturais, compromete o equilíbrio do planeta em seus diversos elementos, incluindo os ecossistemas, afetando gravemente também a economia e a sociedade. Dessa forma, toda vez que uma área florestal é removida, temos aí uma prática de desmatamento, que também pode ser chamado de “desflorestamento”. Causas do desmatamento O desmatamento, embora seja uma ação antrópica (humana), não é feito por acaso. Existem alguns motivos que provocam ou intensificam a ocorrência desse problema, entre os quais, podemos mencionar: a) Expansão agropecuária: o avanço das áreas agricultáveis e da fronteira agrícola provoca o avanço das atividades humanas sobre o meio natural, fazendo com que áreas inteiras de matas sejam substituídas por pastagens, campos agrícolas ou áreas rurais à espera de valorização financeira. b) Atividade mineradora: a prática da mineração também é um dos grandes fatores responsáveis pela devastação das florestas, pois áreas inteiras são devastadas para a instalação de equipamentos e atividades de exploração de reservas dos mais diversos minérios, tais como o ouro, a prata, a bauxita (alumínio), o ferro, o zinco e muitos outros. c) Maior demanda por recursos naturais: há, no mundo, um aumento exagerado do consumismo, com uma maior procura por matérias-primas e, consequentemente, por recursos naturais. Assim, os bens oferecidos pela natureza são explorados cada vez mais intensamente, com destaque para a madeira, o óleo de palma e demais elementos, que, quando retirados, provocam a destruição das florestas. d) Crescimento da urbanização: com o incremento da urbanização tanto no Brasil como no mundo, as áreas verdes localizadas tanto nas áreas ao redor das cidades quanto dentro dos limites urbanos são removidas para a construção de moradias, empreendimentos, prédios, indústrias e muitos outras formas de intervenção do homem sobre o seu espaço. e) aumento das queimadas: acidentais ou intencionais, as queimadas criminosas sobre áreas naturais vêm se alastrando, com frequentes notícias a respeito surgindo nos jornais e revistas. Em tempos de estiagem, a vegetação fica mais seca e o fogo
  • 10. 10 alastra-se com maior facilidade, de forma que qualquer faísca, dependendo da localidade, pode provocar uma verdadeira catástrofe. Consequências do desmatamento São várias as consequências e impactos gerados pelo desmatamento, haja vista que a intervenção do homem sobre o meio natural fatalmente acarreta desequilíbrios. Dentre tais problemas, podemos citar: a) Perda da biodiversidade: com a destruição das florestas, o habitat natural de muitas espécies torna-se escasso ou inexistente, contribuindo para a morte de muitos animais e até mesmo a extinção dos tipos endêmicos, aqueles que só se encontram em localidades restritas. Tal configuração traz problemas para a cadeia alimentar e pode impactar até atividades econômicas, tais como a caça e a pesca. b) Erosão dos solos: sem as árvores, o solo de muitas localidades fica desprotegido, sendo facilmente impactado pela ação dos agentes erosivos, tais como a água das chuvas e dos rios, além de outros elementos. Com a consequente erosão, ocorre a perda de muitas áreas. c) Extinção de rios: a remoção das florestas provoca a destruição, em alguns casos, de nascentes que alimentam os rios. Além disso, as áreas de encosta, nas margens dos cursos d'água, sofrem com o aumento da erosão, o que faz com que mais terra e rochas sejam “jogadas” no leito dos rios, o que provoca o seu enfraquecimento. d) Efeitos climáticos: o clima e as temperaturas dependem das condições naturais. Muitas florestas contribuem fornecendo umidade para o ambiente, de forma que a retirada dessas implica a alteração do equilíbrio climático de muitas regiões, isso sem falar na intensificação do efeito estufa. e) Desertificação: além das erosões, os solos podem sofrer com a ausência da vegetação. Em áreas áridas e semiáridas, pode ocorrer a desertificação, com a perda de nutrientes do solo, além do processo de arenização, que ocorre em regiões de clima úmido e de solos arenosos. f) Perda de recursos naturais: os recursos naturais, mesmo aqueles renováveis, podem entrar em escassez com o desmatamento. É o caso da água, madeira, além de inúmeras matérias-primas medicinais retiradas a partir do extrativismo vegetal. POLUIÇÃO DO SOLO O solo é a camada superficial da crosta terrestre, sendo de fundamental importância para a vida de várias espécies. No entanto, as atividades humanas têm provocado a poluição do solo, fato extremamente prejudicial para todos nós. A produção exagerada de lixo é uma das principais responsáveis pela poluição do solo. Durante o processo de decomposição de restos de alimentos, ocorre a produção de gases e de chorume, que é um líquido extremamente poluente e com forte odor. O chorume infiltra o solo, causando a sua contaminação, além de atingir o lençol freático (água subterrânea). A utilização de agrotóxicos, pesticidas e fertilizantes químicos nas atividades agrícolas
  • 11. 11 também contamina o solo. Esses produtos químicos são prejudiciais às formas de vida microbiológica presentes no solo, alterando de forma drástica sua composição. O solo contaminado acaba afetando as plantações e as áreas de pastagens. Sendo assim, os vegetais absorvem essas substâncias, que são ingeridas pelos humanos e por outros animais. Assim como a agricultura, a mineração também contribui para a poluição do solo. Essa atividade, através de escavações e aberturas de imensas crateras, altera de forma significativa a estrutura natural do solo, e o uso de substâncias químicas agrava esse desastre ambiental. Entre as possíveis medidas para combater a poluição do solo estão: a redução da produção do lixo, destino e tratamento adequado do lixo, reciclagem, saneamento ambiental, métodos agrícolas que possam substituir os agrotóxicos, entre outros. EFEITO ESTUFA O efeito estufa é um fenômeno natural ocasionado pela concentração de gases na atmosfera. Esses gases formam uma camada que permite a passagem dos raios solares e a absorção de calor. Esse processo mantém a Terra em uma temperatura adequada, garantido o calor necessário. Sem esse processo, certamente a Terra seria muito fria e afetaria a sobrevivência dos seres vivos. Como ocorre o Efeito Estufa? Quando os raios solares atingem a superfície terrestre, devido a camada de gases de efeito estufa, em torno de 50% deles ficam retidos na atmosfera. A outra parte, atinge a superfície terrestre, aquecendo-a e irradiando calor. Os gases de efeito estufa podem ser comparados a isolantes. Eles absorvem parte da energia irradiada pela Terra. Entretanto, nas últimas décadas, a liberação de gases de efeito estufa em virtude de atividades humanas aumentou consideravelmente. Assim, com o acúmulo de gases na atmosfera, mais quantidade de calor está sendo retida, ocasionando o aumento de temperatura. Essa situação dá origem ao aquecimento global. Esquema de como ocorre o Efeito Estufa O efeito estufa pode ser comparado ao que ocorre no interior de um veículo estacionado, com os vidros fechados e recebendo diretamente a luz solar. O vidro deixa passar a luz solar mas impede a saída do calor. Gases de Efeito Estufa  Vapor de água (H2O): encontrado em suspensão na atmosfera.
  • 12. 12  Monóxido de Carbono (CO): gás incolor, inflamável, inodoro, tóxico, produzido pela queima em condições de pouco oxigênio e pela alta temperatura do carvão ou outros materiais ricos em carbono, como os derivados do petróleo.  Dióxido de Carbono (CO2): expelido pela queima de combustíveis utilizados em veículos automotores à base de petróleo e gás, da queima de carvão mineral nas indústrias, e da queima das florestas.  Clorofluorcarbonos (CFC): composto formado por carbono, cloro e flúor, proveniente dos aerossóis e do sistema de refrigeração.  Óxido de Nitrogênio : conjunto de compostos formados pela combinação de oxigênio com o nitrogênio. É usado em motores de combustão interna, fornos, estufas, caldeiras, incineradores, pela indústria química e pela indústria de explosivos.  Dióxido de Enxofre (SO2): é um gás denso, incolor, não inflamável, altamente tóxico, formado por oxigênio e enxofre. É usado na indústria, principalmente na produção de ácido sulfúrico e também é expelido pelos vulcões.  Metano (CH4): gás incolor, inodoro e se inalado é tóxico. É expelido pelo gado, ou seja, na digestão dos animais herbívoros, decomposição de lixo orgânico, extração de combustíveis, dentre outros. Efeito Estufa e Aquecimento Global A intensificação do efeito estufa é resultado da crescente queima dos combustíveis fósseis que representam a base da industrialização e de muitas atividades humanas. As queimadas nas florestas para transformar suas áreas em plantação, criação de gado e pastagens, também colaboram para o aumento do efeito estufa. A consequência dessa elevação dos gases de efeito estufa na atmosfera é o aquecimento global. Segundo pesquisas, a temperatura média da Terra, nos últimos cem anos, sofreu uma elevação de cerca 0,5ºC. Se a atual taxa de poluição atmosférica seguir na mesma proporção, estima-se que entre os anos de 2025 e 2050, a temperatura apresentará um aumento de 2,5 a 5ºC. O aquecimento da Terra resultará nos seguintes efeitos:  Derretimento de grandes massas de gelo das regiões polares, ocasionando o aumento do nível do mar. Isso poderá levar a submersão de cidades litorâneas, forçando a migração de pessoas.  Aumento de casos de desastres naturais como inundações, tempestades e furações.  Extinção de espécies.  Desertificação de áreas naturais.  As secas poderão ser mais frequentes.  As mudanças climáticas podem ainda afetar a produção de alimentos, pois muitas áreas produtivas podem ser afetadas. Conheça também as relações e diferenças entre o Efeito Estufa e o Aquecimento Global. Outro problema associado à presença de gases poluentes na atmosfera é a chuva ácida. Ela resulta da quantidade exagerada de produtos da queima de combustíveis fósseis liberados na atmosfera, em consequência das atividades humanas. Saiba mais sobre as Mudanças Climáticas. Para alertar sobre a situação do efeito estufa e do aquecimento global, diversos países, entre eles o Brasil, assinaram o Protocolo de Kyoto, em 1997.
  • 13. 13 Antes disso, foi assinado em 1987 o Protocolo de Montreal. O intuito principal é a redução da emissão de produtos que causam danos à camada de ozônio. DESTRUIÇÃO DA CAMADA DE OZÔNIO O que é a camada de ozônio e sua importância. Camada de ozônio é uma área da estratosfera (altas camadas da atmosfera, de 25 a 35 km de altitude) que possui uma elevada concentração de ozônio. Esta camada funciona como uma espécie de "escudo protetor" para o planeta Terra, pois absorve cerca de 98% da radiação ultravioleta de alta frequência emitida pelo Sol. Sem esta camada a vida humana em nosso planeta seria praticamente impossível de existir. Infelizmente o homem vem produzindo substâncias que destroem a camada de ozônio, tornando-a fina, em alguns lugares do mundo, principalmente sobre as regiões próximas ao Polo Sul e Polo Norte. Das substâncias prejudiciais se encontram o grupo: - - Gases clorofluorcarbonos (CFCs) - os mais perigosos; Dos óxidos nítricos e nitrosos - expelidos pelos exaustores dos veículos; Os Clorofluorcarbonos (CFCs) e a Camada de Ozônio Os CFCs são usados como propelentes em aerossóis, como isolantes em equipamentos de refrigeração e na produção de materiais plásticos. Depois de liberados no ar demoram cerca de oito anos para chegar à estratosfera que, atingidos pela radiação ultravioleta se desintegram e liberam cloro. O cloro reage com o ozônio, que logo depois é transformado em oxigênio (O2). Porém, o oxigênio não tem a capacidade de proteção como o ozônio. Cada átomo de cloro de CFC pode destruir 100 mil moléculas de oxigênio. Quando os CFCs começaram a ser utilizados, houve um marco na história da indústria, e supostamente, achavam que eles não interagiam com outras substâncias, ou seja, eram inertes. Mas, na década de 80, descobriu-se que ele era inerte apenas na superfície, e ao chegar na alta atmosfera, tinha um efeito devastador. A partir desse momento, diversos estudos foram feitos com base nos satélites e descobriu-se que os efeitos eram imediatos e as consequências gravíssimas para o planeta terra. No Brasil, a camada de ozônio ainda não chegou a perder nem 5% do seu tamanho original, pois a produção de CFCs sempre foi muito baixa, diferentemente dos países da Europa, os maiores produtores. Os EUA, Europa, norte da China e Japão, já perderam 6% da proteção do ozônio. Desde 1 de janeiro de 2010, foi proibida a produção dos CFCs no mundo. Consequências: Essa diminuição da concentração de O3 na atmosfera tem provocado o aumento da quantidade de raios ultravioleta que chegam à superfície terrestre, provocando
  • 14. 14 diversos impactos para o meio ambiente do mundo inteiro. Entre os impactos, destacam-se: • Impactos sobre o organismo humano: envelhecimento precoce, mutação genética, problemas no sistema imunológico e câncer de pele. • Impacto sobre as plantas: A grande quantidade de raios ultravioleta pode comprometer o processo de fotossíntese, impactando o sistema nutritivo das plantas e o seu crescimento. • Redução de espécies: A superexposição de raios UV pode prejudicar o desenvolvimento de diversas espécies marítimas, como peixes, camarões, caranguejos e fitoplânctons (base da cadeia alimentar marítima). Além disso, o contato com essa radiação pode causar diversas mutações genéticas, alterando totalmente o DNA dos seres vivos. • Contribuição para o aquecimento global: A diminuição da camada de Ozônio e o aumento da quantidade de raios UV podem contribuir para a aceleração do aquecimento global. A maioria dos cientistas atribuiu como principal causa para a destruição da camada de Ozônio as atividades realizadas pelo ser humano desde a Revolução Industrial, que lançaram uma enorme quantidade de CFCs e halogênios na atmosfera. Muito encontrados em espumas, aparelhos de refrigeração e extintores, os CFCs e halogênios, em contato com o Ozônio, provocam a degradação das moléculas desse gás. Isso acontece porque as moléculas de Ozônio ligam-se aos átomos dessas substâncias, formando outro elemento, ocorrência que ocasiona a diminuição da concentração desse gás na atmosfera. Em virtude dessa constatação, vários países adotaram medidas visando à diminuição do uso dos CFCs e halogênios. Em 1987, diversos países assinaram o Protocolo de Montreal, no qual se comprometeram a erradicar o uso de substâncias que provocassem algum dano à Camada de Ozônio e a implantar uma série de medidas para proteção dessa importante camada da atmosfera. Atualmente esse protocolo é adotado por 197 países, sendo o único acordo multilateral com adoção universal do mundo. O Protocolo de Montreal possui mais países adeptos que o Protocolo de Quioto, que visava à implantação de uma série de medidas para a diminuição da emissão de gases que aceleram o efeito estufa. EXERCÍCIOS: 1. O que são impactos ambientais? Dê um exemplo. 2. Comente sobre as causas do desmatamento. 3. de que maneira a utilização de agrotóxicos, pesticidas e fertilizantes prejudica o solo e os seres vivos? 4. Sobre o Efeito Estufa, responda: a) É um fenômeno bom ou ruim? Justifique. b) Qual é a relação existente entre o Efeito Estufa e o Aquecimento Global? c) Cite três consequências do Aquecimento Global.
  • 15. 15 5. Sobre a Camada de Ozônio, responda: a) Qual é a sua importância? b) De que maneira o ser humano está destruindo essa camada? c) Como podemos minimizar essa destruição? Os problemas provocados pelo lixo O aumento populacional nas cidades, aliado a uma sociedade extremamente consumista, faz gerar vários problemas ambientais. O lixo urbano é um desses problemas, ele pode ser de origem domiciliar (sobras de alimentos, papéis, plásticos, vidros, papelão), origem industrial (apresenta constituição variada, entre gasosa, líquida ou sólida), o hospitalar (seringas, agulhas, curativos, gazes, ataduras, peças atômicas, etc.) e o lixo desse século: o tecnológico (pilhas e aparelhos eletrônicos em geral). Lixão a céu aberto A destinação final do lixo nem sempre ocorre de forma correta, o lixo hospitalar, por exemplo, deve ser incinerado, queimado em forno de micro-ondas ou tratado em autoclave (esterilização por meio de vapores) e ser isolado da população, porém, parte desse lixo é depositada em lixões a céu aberto, o que pode causar a proliferação de doenças. Mas não é só o lixo hospitalar que gera problemas para a população e o meio ambiente, durante o processo de decomposição da parte orgânica biodegradável do lixo (restos de alimentos) ocorre a liberação de gases poluentes, o que ocasiona a poluição do ar, além do chorume (liberação da umidade contida nos resíduos orgânicos), que polui o lençol freático. O lixão desprovido de estrutura ideal para tratamento do lixo tem como consequências: a poluição do solo, das águas superficiais e subterrâneas, além da poluição atmosférica. Outro agravante é a proliferação de doenças como diarreia, amebíase, parasitose, entre outras. O destino adequado para o lixo urbano é o aterro sanitário, com estrutura para o tratamento dos gases e do chorume. Outra alternativa é a incineração, que também deve conter sistemas de tratamento para os gases liberados. Mas o processo de incineração e a implantação de aterros sanitários para o tratamento de grandes quantidades de lixo são caros, por isso é necessário que haja a conscientização da população, de forma que produza menos lixo, o que pode ocorrer através de ações como a coleta seletiva e a reciclagem. A coleta seletiva do lixo é uma prática fácil e que contribui bastante para a redução
  • 16. 16 do lixo destinado aos aterros. Outra solução para o lixo é a reciclagem, uma forma de colaborar com o meio ambiente e obter dinheiro. No Brasil, aproximadamente 80% das latinhas de alumínio são recicladas, contribuindo para a redução de utilização da bauxita, que é a matéria prima necessária para se obter as latas de alumínio. Mas a principal atitude a ser tomada é a redução do consumismo e do desperdício. A política dos 5 R's Pode-se dizer que as preocupações com a coleta, o tratamento e a destinação dos resíduos sólidos representa, porém, apenas uma parte do problema ambiental. Vale lembrar que a geração de resíduos é precedida por uma outra ação impactante sobre o meio ambiente - a extração de recursos naturais. A política dos cinco R's deve priorizar a redução do consumo e o reaproveitamento dos materiais em relação à sua própria reciclagem. – Reduzir - Repensar - Reaproveitar - Reciclar - Recusar consumir produtos que gerem impactos socioambientais significativos. Os cinco R's fazem parte de um processo educativo que tem por objetivo uma mudança de hábitos no cotidiano dos cidadãos. A questão-chave é levar o cidadão a repensar seus valores e práticas, reduzindo o consumo exagerado e o desperdício. O quarto R (reciclagem) é colocado em prática pelas indústrias que substituem parte da matéria-prima por sucata (produtos já utilizados), seja de papel, vidro, plástico ou metal, entre outros. Ainda é preciso que se amplie o mercado para produtos advindos deste processo. Com a valorização da reciclagem, as empresas vem inserindo, nos produtos e em suas embalagens, símbolos padronizados que indicam a composição dos materiais. Esse tipo de rotulagem ambiental tem, também, por objetivo facilitar a identificação e separação dos materiais, encaminhando-os para a reciclagem. As vantagens dessas práticas estão na redução do (a): • Extração de recursos naturais; • Redução dos resíduos nos aterros e o aumento da sua vida útil;
  • 17. 17 • Redução dos gastos do poder público com o tratamento do lixo; • Redução do uso de energia nas indústrias e intensificação da economia local (sucateiros, catadores, etc.). EXERCÍCIOS: 1. Como podemos caracterizar o “lixo”? 2. Qual seria a destinação correta para o lixo hospitalar? 3. Quais as consequências do descarte de lixo nos chamados “lixões a céu aberto”? 4. Qual seria a destinação correta para o lixo urbano ( com exceção do lixo hospitalar)? 5. Quais as desvantagens da incineração? 6. Explique a importância da Coleta Seletiva e da Reciclagem. Fontes: https://www.estudopratico.com.br/a-origem-dos-seres-vivos/ https://netnature.wordpress.com/2016/07/28/a-atmosfera-primitiva-e-a-origem-da- vida/ https://www.suapesquisa.com/resumos/cinco_reinos.htm https://www.colegioweb.com.br/seres-vivos/os-principais-reinos.html http://brasilescola.uol.com.br/biologia/ecologia.htm http://educacao.globo.com/biologia/assunto/ecologia.html http://www.pensamentoverde.com.br/meio-ambiente/o-homem-e-a-destruicao-do- meio-ambiente/ https://www.todamateria.com.br/efeito-estufa/