SlideShare uma empresa Scribd logo
DIAGNÓSTICO NUTRICIONAL E
   ADUBAÇÃO DA VIDEIRA
     NIAGARA ROSADA


   Engº Agrº Dr. Marco Antonio Tecchio
           Pesquisador Científico

       CENTRO DE FRUTAS
             IAC
TÓPICOS ABORDADOS


Aspectos gerais da nutrição de plantas
Calagem
Adubação de plantio, de formação e de produção
Diagnostico nutricional de plantas
Projetos desenvolvidos pelo Centro de Frutas na área de nutrição da
videira
      Levantamento nutricional da videira no Estado de São Paulo


       Influência de porta-enxertos na videira Niagara Rosada
cultivada nas regiões Leste e Noroeste do Estado de São
Paulo.
Fatores tecnológicos que afetam a produtividade


POTENCIAL
PRODUÇÃO
                FATORES     DE
                PROTEÇÃO
            PRAGAS
            DOENÇAS                         FATORES DE CONSTRUÇÃO
                      PLANTAS
                      DANINHAS
                                 CULTIVAR
                                 ADEQUADA
                                            POPULAÇÃO
                                            DE PLANTAS
                                            ADEQUADA
                                                         FERTILIDADE DO
                                                             SOLO



                                                                          DISPONIBILIDADE
                                                                             DÍDRICA
Elementos essenciais da planta




    Ar + Água = 93 a 95%
    Solo = 5 a 7% *
Variável em função:
      Condições climáticas;
      Tipo de solo -      Características físicas
                          Características químicas
      Técnicas de cultivo Aração profunda;
                          Irrigação;
      Produtividade;
      Variedade copa e porta-enxerto;
M (adubo) = (M(exigência) – M(fornecimento) X F
M = nutrientes – N, P, K, Ca, Mg, S, B, Cu, Fe, Mn, Zn, etc...
Exigência = necessidade da planta
Fornecimento = o que o solo pode contribuir
F = Fator>1 – compensar perdas:      Volatização – N e S
                                     Lixiviação – N, K, S, B, Cl
                                     Fixação – P, K, N, B…
                                     Erosão – todos.
Participação do solo – 20 a 80%.
-Distribuição do sistema radicular das espécies frutíferas
       - Profundidade de 0-40 cm

                               OPERAÇÕES
-Limpeza da área
- Amostragem de solo
- CALAGEM - Até 5 toneladas de calcário:
               calagem - gradagem - aração – gradagem
               A gradagem faria uma pré-incorporação na camada superficial
do solo, posteriormente a aração incorporaria na profundidade adequada.
               + 5 toneladas de calcário
               1/2 dose de calcário -      aração - 1/2 dose de calcário -
gradagem, repetindo posteriormente a operação de aração e gradagem.
Retirada de amostra de solo
          (Produtor)

       Análise do solo
        (Laboratório)

Interpretação e Recomendação
(Pesquisador e Extensionista)

        UTILIZAÇÃO
         (Produtor)
AMOSTRAGEM ANTES
       DA
  IMPLANTAÇÃO
    DO POMAR
AMOSTRAGEM DO SOLO




15 a 20 subamostras   amostra composta (500 g)
AMOSTRAGEM DO SOLO
Definição de corretivos

Corretivos    são    substâncias   capazes    de   corrigir
características desfavoráveis do solo, no caso a acidez do
solo e ainda        levar nutrientes vegetais ao solo,
principalmente Ca+2 e Mg+2

A acidez do solo é avaliada através do índice Ph

pH ideal para a videira6.0 a 6,5

V% = 70 a 80.

QUANTIDADE DE CÁLCARIO A SER APLICADO

       Estado de São Paulo

       NC (t/ha) = CTC x ( V2 – V1) /10xPRNT
OBJETIVOS DA CALAGEM

AUMENTAR OS TEORES DE Ca2+ e Mg2+ (fonte)

ELEVAR O pH DO SOLO


REDUZIR Al3+, Mn3+ e Fe3

AUMENTAR A DISPONIBILIDADE DE N, P, K, e ALGUNS
MICRONUTRIENTES.
MICRONUTRIENTES

ESTIMULAR O CRESCIMENTO DE MICROORGANISMOS
Distribuição uniforme na área;
Vento – baixa velocidade
Teor de umidade do solo adequado;
Conhecimento do PRNT do calcário;
Profundidade de incorporação;
Preferência para calcário com alto teor de MgO.
Recomendação IAC (TERRA et al ,2003)
  PARA UVA RÚSTICA DE MESA
  Adubação de implantação – aplicar/cova
                              10L esterco curral
                              1 Kg calcário dolomítico
                              P e k – análise do solo
          P resina, mg/dm3           K+ trocável, mmolc/ dm3
      0-12      13-30     >30       0-1.5     1.6-3.0    >3.0
            P2O5, g/cova                   K2O, g/cova
       80        60        40         40        30        20

Aplicar em cobertura 20 g N/vez aos 30 e 120 dias após o plantio
Recomendação IAC (TERRA et al. ,2003)
  PARA UVA RÚSTICA DE MESA
  Adubação de formação – baseado em análise do solo

Nitrogênio      P resina, mg/dm3      K+ trocável, mmolc/ dm3
              0-12    13-30     >30   0-1.5     1.6-3.0   >3.0
N, g/planta        P2O5, g/cova             K2O, g/cova
    20         30      20       10     30          20      10

  Aplicação em cobertura, parcelada em 3 x. Primeira 30 dias
          após a brotação e as demais até dezembro
Meta de         N           P resina, mg/dm3         K+ trocável, mmolc/ dm3
 produtividade
                              0-12      13-30      >30   0-1.5    1.6-3.0     >3.0
     T/há        N, kg/ha            P2O5, kg/ha                 K2O, kg/ha
      <13          70         320        180       80     225       110       60
     13-22         100        400        250       100    300       150       75
      >22          130        500        310       120    380       190       90


1 - Sulcos - Março/Abril - Esterco curral , 100% P e 1/2 K
2 - Cobertura            inicio da brotação – 1/2 N
3 - Fases chumbinho a ½ baga - 1/2 N e 1/2 K
       Teor B no solo < 0.21mg/dm3 – aplicar 1,5 Kg/ha de B
                         - 3 pulverizações com ácido bórico (g/l)
Meta de          N          P resina, mg/dm3        K+ trocável, mmolc/ dm3
produtividade
                            0-12      13-30      >30   0-1.5    1.6-3.0     >3.0
       t/ha       N, g/ha          P2O5, kg/ha                 K2O, kg/ha
       <13          70       320       180       80     225       110       60
       13-22        100      400       250       100    300       150       75
       >22          130      500       310       120    380       190       90
                    130
Quantidade recomendada:
         Kg/ha g/plantag adubo           Recomendado 400g 4-14-8 **
N        130    26 (8)*                  130g nitrocálcio          16g
P2O5     120    24 (3)                   130g SS                   56g
K2O      90     18 (16)                  35g KCl                   32g
OBS:     *Exigência nutricional para produção de 3Kg uva/planta.
         ** Adubação com 400g de 4-14-8
RECOMENDAÇÃO               170g 4-14-8 /planta
PRODUTORES                 400g 4-14-8 /planta

ESPAÇAMENTO                1,8 x 0,8m = 6.940 plantas/ha
QDADE APLICADA A MAIS      230g/planta x 6.940 plantas/ha
                           =1.596Kg
PREÇO DA TONELADA 4-14-8 R$ 680,00
VALOR TOTAL                R$1.085,00 + custo aplicação
Preço na análise de solo   R$ 30,00
• Amostrar os pomares em função:


         Idade da planta
         Variedade copa e porta-enxerto
         Calagem e adubação anteriores.
         Textura do solo
         Topografia.

• Loca de amostragem:
           •Próximo a linha de plantio

• Profundidade de amostragem: 0-20 e 20-40cm.
• Frequencia: 2 ou 3 anos.
Princípio - “As alterações fisiológicas em função de
desequilíbrios nutricionais, tornam-se mais evidentes nas
folhas”
Premissas:
      - Relação entre o suprimento de nutrientes x teor foliar;
      - Relação entre teor de nutrientes x produtividade.
Fundamental - Valores de referência
      Época de amostragem
     Órgão amostrado: Folha completa (limbo+pecíolo),
Limbo e Pecíolo.
      Número de folhas amostradas – 50 a 100 folhas/área
Nível crítico
Faixas de interpretação de nutrientes
Sistema Integrado de Diagnose e Recomendação (DRIS)
Terra (2003)
Época – pleno florescimento
Órgão – folha, limbo e pecíolo
Terra (2003)
Época – pleno florescimento
Órgão – folha, limbo e pecíolo
Apoio Financeiro: FAPESP
Coordenador: Marco Antonio Tecchio
Colaboradores: Maurilo Monteiro Terra, Luiz Teixeira, Erasmo José
Paioli Pires, Mara Fernandes Moura, José Luiz Hernandes, Casa da
Agricultura de Louveira, Jundiaí, Jales e de São Miguel Arcanjo e
Prefeitura de Louveira.
3,7 2,0
                                 Regioanal agrícola Campinas

       13,8
                                 Regioanal agrícola Itapetininga

                                 Regional Agricola Jales
 2,0
                                 Regional Agricola Sorocaba

10,2                             Regional Agricola Bragança Paulista

                                 Regional Agricola Piracicaba
                        66,8

                               São Miguel
                               Arcanjo
Avaliar a produtividade, teores de nutrientes nas
análises de solo e folhas dos vinhedos;
Interpretar os resultados de análise de solo e de folhas;
Correlacionar os dados de produção com os resultados
de análise de solo e de folhas;
Identificar possíveis problemas nutricionais;
Estabelecer faixas de teores de nutrientes para cada
região de estudo.
Número de vinhedos amostrados
Região de Jundiaí – 45
Região de Jales – 25
Região de São Miguel Arcanjo - 25

Características dos vinhedos amostrados
                       Sistema de condução   Porta-enxerto
Jundiaí                Espaldeira            IAC 766
Jales                  Latada                IAC 572
São Miguel Arcanjo Espaldeira                Ripária do Traviú
Identificação dos vinhedos e marcação das plantas
Amostragem de folhas.
Épocas -      Pleno florescimento
             ►2 folhas inteiras – para análise FOLHA COMPLETA
           ►2 folhas separadas em limbo e pecíolo – para análise de
LIMBO E PECÍOLO.
             ►1 folha – retirado pecíolo – leitura teor de nitrato e
potássio.
Amostragem de solo.
       Instrumento – trado tipo sondaterra
       20 amostras simples de solo: 0-20cm
                                    20-40cm
                                    Próximo a linha de plantio
                                    No meio da rua
      Análise química – pH, MO, P, K, Ca, Mg, Al trocável, H + Al,
SB, CTC, V%, B, Cu, Zn, Fe e Mn.
AVALIAÇÕES
DADOS GERAIS
Datas –   Poda, Colheita e duração do ciclo

ANÁLISE DE SOLO
ANÁLISE QUÍMICA DO TECIDO FOLIAR
Tabela 1 – Resultados médios da análise química do solo em amostragem realizada no
meio da entrelinha de plantio a 0-20cm e 20-40cm de profundidade em                                           vinhedos de
“Niagara Rosada” nas regiões de Jundiaí, São Miguel Arcanjo (SMA) e Jales, 2007.
                         AMOSTRAGEM A 0-20CM PROFUNDIDADE
             pH       M.O. Presina         S         H+Al             K          Ca          Mg           SB CTC V%
                          -3       -3 _ _ _ _ _ _ __ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _                   -3 _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ __ _ _ __ _
 Região    CaCl2 g dm mg dm                                                 mmolc dm
 Jundiaí    5,6 C 29 B 479 B             7B           22 A 4,2 B 80 B 16 B 100 B 122 B 79 C
  SMA       6,4 A     39 A 702 A 30 A                 15 B 5,7 A 207 A 25 A 238 A 254 A 93 A
  Jales     6,1 B     28 B 347 B         9B           14 B 3,6 B 97 B 22 A 123 B 137 B 87 B
 Média       5,9      31,2   509        13,6          18,3           4,5 117,7                21        141,9 160,3 84,5
  CV%        6,4      23,4   58,3 156,0 29,7                        41,3 51,4 45,9 47,3 40,8 10,0
                Boro         Cobre               Ferro             Manganês                      Zinco
              _______ ______ ____ __ ___                     -3 __ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ __ _ _ _ _ _ _ _ _ _
 Região                                          mg dm
 Jundiaí       0,56 A        11,3 A               46 A                 19,0 A                       9,5 A
  SMA          0,73 A        13,2 A               38 A                14,0 AB                       7,6 A
  Jales        0,62 A         9,1 A               27 B                  8,3 B                      11,1 A
 Média           0,62         11,3                 39,1                    15,1                       9,4
  CV%           105,3         65,0                 43,9                  72,1                        61,2
ANÁLISE DO SOLO – INTERPRETAÇÃO

 Prof.    pH      M.O.       P              S    K      Ca   Mg       Al         H + Al   SB   T         V        m
          CaCl2   g.dm -3        mg.dm -3                          mmolc.dm -3                                %
 0 - 20   4,0      12        7          12       1      10    5        4          20      16   36        44       4,25

 M. baixo                   0-5
 Baixo                      6-12                Baixo        0-3                   Baixo           0-4
 Médio                      13-30               Médio        4-7
 Alto                       31-60                                                  Médio        5-8
 Muito alto                  >60                Alto         >7                    Alto             >8

P – 347 a 702mg/dm3
                                            Ca – 80 a 207mg/dm3 Mg – 16 a 25mg/dm3



   Causa: Excesso de calcário e adubo fosfatado
1 ciclo r = 0,47*
                                                                          2 ciclo r = 0,48*
                                                          30,0




                               Produtividade (t ha-1 )
                                                          25,0

                                                          20,0

                                                          15,0

                                                          10,0

                                                           5,0

                                                           0,0
                                                                 5          25              45                65        85        105
                                                                                        B Folha Completa (mg kg-1 )



                                                                                      1 ciclo    r = 0,42*
                                                         30,0
                   Produtividade (t ha-1)


                                                         25,0

                                                         20,0

                                                         15,0

                                                         10,0

                                                          5,0

                                                          0,0
                                                                35   40          45             50       55        60        65   70
                                                                                       B Pecíolo (mg kg-1 )




Figura 1 Correlações entre a produtividade da videira ‘Niagara Rosada’
com o teor de B na folha completa e no pecíolo coletados durante o pleno
florescimento, nos vinhedos em São Miguel Arcanjo, SP..
2 ciclo r = 0,51*
 Produtividade (t ha-1 )   30,0

                           25,0

                           20,0

                           15,0

                           10,0

                            5,0

                            0,0
                                  0   4   8    12      16    20     24    28   32   36   40
                                                    Relação k/Mg no pecíolo


Figura 2 Correlação entre a produtividade da videira ‘Niagara Rosada’
com a relação k/Mg no pecíolo coletado durante o pleno florescimento,
nos vinhedos em São Miguel Arcanjo, SP.
Figura 3 Correlação entre o teor de Ca no solo com o teor de K na folha
coletada durante o pleno florescimento, nos vinhedos em São Miguel
Arcanjo, SP.
Figura 4 Correlação entre o teor de Mg no solo com o teor de K na
folha coletada durante o pleno florescimento, nos vinhedos em São
Miguel Arcanjo, SP.
Figura 5 Correlação entre o teor de K no solo com o teor de Ca na folha
coletada durante o pleno florescimento, nos vinhedos em São Miguel
Arcanjo, SP.
Sistema Integrado de Diagnose e Recomendação (DRIS)
       Balanço nutricional utilizando a relação entre nutrientes.
       Etapas:
       ►Seleção de vinhedos, amostragem de folhas e produtividade.
       ►Definição da população padrão – alta produtividade;
        ►Cálculo das relações dos nutrientes da população padrão –
estabelecimento dos Índices de nutrientes:
IN, IP, IK, ICa, IMg e IS – ideal = 0
Exemplo: IN – N/P, N/K, N/Ca, N/Mg, N/S
Quanto mais positivo – excesso; Quanto mais negativo – deficiência
        ►IBN – Índice de balanço de nutrientes – somatório dos índices
de nutrientes – ideal = 0
       ►Comparação das relações da população padrão com a amostra
DADOS DE PRODUTIVIDADES DE CADA REGIÃO -
      SEPARADOS EM FUNÇÃO DA MÉDIA DE
               PRODUTIVIDADE


Produtividade média em São Miguel Arcanjo- 16,3t ha-1
      População alta prod. - Produtividade>16,3 – 14 vinhedos
      População baixa prod.–Produtividade<16,3




OBJETIVO - comparar os teores de nutrientes nas folhas e no
solo nestas duas populações, com o intuito de se conhecer o
nutriente que pode estar afetando a produtividade.
Tabela 1 - Índices DRIS para cada nutriente baseado na metodologia de
JONES (1981).
          Prod.
Vinhedo                                   Índice DRIS                             IBN     Seqüência deficiência a excesso
           t/ha
                   N   P     K    Ca    Mg     B    Cu    Fe    Mn    Zn     S
  24        6     14    6     8    -9    7    -15     0   20    -29   -17    15   140   Mn>Zn>B>Ca>Cu>P>Mg>K>N>S>Fe
  23        7      -2 -9     -6    6    12      6   -11   19     -1   -23    10   106   Zn>Cu>P>K>N>Mn>Ca>B>S>Mg>Fe
  12        7      -1 -16    -5    1     0    -10    11    -8   18      1     8    79   P>B>Fe>K>N>Mg>Ca>Zn>S>Cu>Mn
  3        11     10    0    -7    8     6    -28    -4    8    10     -5     4   90    B>K>Zn>Cu>P>S>Mg>Ca>Fe>N>Mn
  9        11     -11 2      15    -1   10     -4    -6   11     -9     1   -10   79    N>S>Mn>Cu>B>Ca>Zn>P>Mg>Fe>K
  19       11      -5 -9    -10    -8    1     -3    15    4     9      2     2   68    K>P>Ca>N>B>Mg>S>Zn>Fe>Mn>Cu
  10       11      6    7     7    1     -1    -3     4   -16    -1    -4     0    52   Fe>Zn>B>Mn>Mg>S>Ca>Cu>N>K>P
  18       13      -1   1    -2    6     2      7     0    -9    -2    -3     1   33    Fe>Zn>Mn>K>N>Cu>S>P>Mg>Ca>B
  21       14      6    2    -4    -6    7    -11    11    5     -4   -10     4   71    B>Zn>Ca>Mn.K>P>S>Fe>N>Mg>Cu
  16       15     10 -6      -4    -8   14      0     0   -16    -3    10     4   74    Fe>Ca>P>K>Mn>Cu>B>S>Zn>N>Mg
  15       17      -7 -7    -13   -12   -17    -5    78   -27   10      4    -5    65   Fe>Mg>K>Ca>N>P>S>B>Zn>Mn>Cu
  20       18      4   -2    -9   11     -3    -5    -4    2    13    -13     7    74   ZN>K>B>Cu>Mg.P>Fe>N>S>Ca>Mn
  8        19     -13 13    -18   12     -5    13     1    -6    -1     8    -4   94    K>N>Fe>Mg>S>Mn>Cu>Zn>Ca>B>P
  13       19      -1 -9      3    4     -5     8    14   -19   17     -5    -7    93   Fe>P>S>Mg>Zn>N>K>Ca>B>Cu>Mn
  14       20      -4 -5     -5   -10    4      6    24    -9    2      0    -3   72    Ca>Fe>K>P>N>S>Zn>Mn>Mg>B>Cu
  2        20      2   -2    -1    4     -3   -17    12    3     6     -5     2   58    B>Zn>Mg>P>K>N>S>Fe>Ca>Mn>Cu
  4        20      -2   5     2    8     5      8    10    -1   -18   -15    -2   78    Mn>Zn>N>S>Fe>K>Mg>P>Ca>B>Cu
  6        20      -7 10     11    0     4      6    -2    -7    -4   -12    -1   63    Zn>N>Fe>Mn>Cu>S>Ca>Mg>B>P>K
  5        21      5    1     9    -4    -5    -1    -2    -6    -5     8     1   45    Fe>Mn>Mg>Ca>Cu>B>P>S>N>Zn>K
  22       23      -1   4    -4    4     9      2   -15    -5    6      3    -4   56    Cu>Fe>K>S>N>B>Zn>P>Ca>Mn>Mg
  7        25      -4 -2     -5    -4    0     -1    -1    5     8      4     1    36   K>Ca>N>P>B>Cu>Mg>S>Zn>Fe>Mn
  11       26      3 -16     -7    -1    4      8     3   10     -3     5    -7   68    P>K>S>Mn>Ca>N>Cu>Mg>Zn>B>Fe
  1        26      1   -1    -9    6     -3    -8    -4    0    13     -1     8   55    K>B>Cu>Mg>Zn>P>Fe>N>Ca>S>Mn
  17       27      4    1     5   -12   -11     3    -2    1     -3    12     0    54   Ca>Mg>Mn>Cu>S>Fe>P>B>N>K>Zn
ÍNDICE DE BALANÇO DE NUTRIENTES
                                  FLORESCIMENTO         AMOLECIMENTO BAGAS
    Populações        t/há   FOLHA LIMBO PECIOLO FOLHA LIMBO PECIOLO
 Alta produtividade   16,5    29,0      33,2     32,6   33,9     33,5  34,7
Baixa produtividade    8,4    43,9      39,0     42,6   49,1     51,2  45,8




Figura 6 Relação entre IBN e Produtividade da videira ‘Niagara
Rosada’, nos vinhedos de São Miguel Arcanjo, Jundiaí e Jales.
Figura 7 Teores foliares de N, P, K, Ca, Mg, S, B, Cu, Fe, Mn e Zn
ótimos para videira ‘Niagara Rosada’ derivados dos índices DRIS.
IMPORTÂNCIA PRÁTICA DO PROJETO
       O levantamento nutricional realizado nas regiões de Jundiaí, São
Miguel Arcanjo e Jales, foi de extrema importância, pois forneceu
informações que irão dar suporte a pesquisas na área de adubação e
calagem nas regiões de estudo.
       Deve-se também considerar a importância prática deste trabalho,
uma vez que, nos vinhedos selecionados, os dados de análise de solo e
folhas, bem como a recomendação de adubação e calagem, foram
repassados para os produtores.
       Este projeto também colaborou para a formação de recursos
humanos, pois inúmeros estudantes de graduação auxiliaram nas diversas
atividades relacionadas no levantamento. Ressalta-se também que parte
dos dados foram utilizados na dissertação de mestrado da aluna de pós-
graduação do Instituto Agronômico
Influência de porta-enxertos na videira Niagara Rosada
 cultivada nas regiões Leste e Noroeste do Estado de
                     São Paulo.
OBJETIVOS

  Recomendar nas condições de cultivo das regiões Leste e
Noroeste do Estado de São Paulo, o        porta-enxerto mais
adequado para a cultivar de videira “Niagara Rosada”,
levando-se em consideração a produtividade, as características
físicas e físico-químicas dos cachos.


  A quantificação dos nutrientes extraídos pelas podas poderá
auxiliar na revisão da recomendação de adubação para a
videira Niagara Rosada.
Engº Agrº Dr. Marco Antonio Tecchio
     Email: tecchio@iac.sp.gov.br
        Telefone: 11-45827284

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Sorgo morfologia e fisiologia
Sorgo morfologia e fisiologiaSorgo morfologia e fisiologia
Sorgo morfologia e fisiologia
Geagra UFG
 
HERBICIDAS (INIBIDORES DE ACCase, FOTOSSISTEMA I e FOTOSSISTEMA II)
HERBICIDAS (INIBIDORES DE ACCase, FOTOSSISTEMA I e FOTOSSISTEMA II)HERBICIDAS (INIBIDORES DE ACCase, FOTOSSISTEMA I e FOTOSSISTEMA II)
HERBICIDAS (INIBIDORES DE ACCase, FOTOSSISTEMA I e FOTOSSISTEMA II)
Geagra UFG
 
Pragas e Doenças do Feijoeiro
Pragas e Doenças do FeijoeiroPragas e Doenças do Feijoeiro
Pragas e Doenças do Feijoeiro
Killer Max
 
Manejo de plantas daninhas
Manejo de plantas daninhasManejo de plantas daninhas
Manejo de plantas daninhas
CETEP, FTC, FASA..
 
Herbicidas
HerbicidasHerbicidas
Herbicidas
Geagra UFG
 
Fenologia da soja, milho e algodão
Fenologia da soja, milho e algodãoFenologia da soja, milho e algodão
Fenologia da soja, milho e algodão
Geagra UFG
 
Adubação
AdubaçãoAdubação
Manejo Integrado de Pragas
Manejo Integrado de PragasManejo Integrado de Pragas
Manejo Integrado de Pragas
AgriculturaSustentavel
 
Identificação de plantas daninhas
Identificação de plantas daninhasIdentificação de plantas daninhas
Identificação de plantas daninhas
Geagra UFG
 
Adubação de Frutos Tropicais
Adubação de Frutos Tropicais Adubação de Frutos Tropicais
Adubação de Frutos Tropicais
Agricultura Sao Paulo
 
Fitopatologia
FitopatologiaFitopatologia
Fitopatologia
Jadson Belem de Moura
 
Tecnologia de Aplicação
Tecnologia de AplicaçãoTecnologia de Aplicação
Tecnologia de Aplicação
Geagra UFG
 
MORFOLOGIA E FISIOLOGIA DO ALGODOEIRO
MORFOLOGIA E FISIOLOGIA DO ALGODOEIROMORFOLOGIA E FISIOLOGIA DO ALGODOEIRO
MORFOLOGIA E FISIOLOGIA DO ALGODOEIRO
Geagra UFG
 
Manejo de plantio do algodão.
Manejo de plantio do algodão.Manejo de plantio do algodão.
Manejo de plantio do algodão.
Geagra UFG
 
Aula 03 manejo de plantas ornamentais - copia
Aula 03   manejo de plantas ornamentais - copiaAula 03   manejo de plantas ornamentais - copia
Aula 03 manejo de plantas ornamentais - copia
CETEP, FTC, FASA..
 
Aula girassol 2-2012
Aula girassol 2-2012Aula girassol 2-2012
Aula girassol 2-2012
Governo do Estado do Paraná
 
Poda de fruteiras pdf
Poda de fruteiras pdfPoda de fruteiras pdf
Poda de fruteiras pdf
Margarida Guimaraes
 
MECANISMO DE AÇÃO DOS HERBICIDAS
MECANISMO DE AÇÃO DOS HERBICIDASMECANISMO DE AÇÃO DOS HERBICIDAS
MECANISMO DE AÇÃO DOS HERBICIDAS
Geagra UFG
 
Cultura do Feijão Caupi e Cultura do Milho
Cultura do Feijão Caupi e Cultura do MilhoCultura do Feijão Caupi e Cultura do Milho
Cultura do Feijão Caupi e Cultura do Milho
Ítalo Arrais
 
Aula 7 olericultura
Aula 7 olericulturaAula 7 olericultura
Aula 7 olericultura
Jadson Belem de Moura
 

Mais procurados (20)

Sorgo morfologia e fisiologia
Sorgo morfologia e fisiologiaSorgo morfologia e fisiologia
Sorgo morfologia e fisiologia
 
HERBICIDAS (INIBIDORES DE ACCase, FOTOSSISTEMA I e FOTOSSISTEMA II)
HERBICIDAS (INIBIDORES DE ACCase, FOTOSSISTEMA I e FOTOSSISTEMA II)HERBICIDAS (INIBIDORES DE ACCase, FOTOSSISTEMA I e FOTOSSISTEMA II)
HERBICIDAS (INIBIDORES DE ACCase, FOTOSSISTEMA I e FOTOSSISTEMA II)
 
Pragas e Doenças do Feijoeiro
Pragas e Doenças do FeijoeiroPragas e Doenças do Feijoeiro
Pragas e Doenças do Feijoeiro
 
Manejo de plantas daninhas
Manejo de plantas daninhasManejo de plantas daninhas
Manejo de plantas daninhas
 
Herbicidas
HerbicidasHerbicidas
Herbicidas
 
Fenologia da soja, milho e algodão
Fenologia da soja, milho e algodãoFenologia da soja, milho e algodão
Fenologia da soja, milho e algodão
 
Adubação
AdubaçãoAdubação
Adubação
 
Manejo Integrado de Pragas
Manejo Integrado de PragasManejo Integrado de Pragas
Manejo Integrado de Pragas
 
Identificação de plantas daninhas
Identificação de plantas daninhasIdentificação de plantas daninhas
Identificação de plantas daninhas
 
Adubação de Frutos Tropicais
Adubação de Frutos Tropicais Adubação de Frutos Tropicais
Adubação de Frutos Tropicais
 
Fitopatologia
FitopatologiaFitopatologia
Fitopatologia
 
Tecnologia de Aplicação
Tecnologia de AplicaçãoTecnologia de Aplicação
Tecnologia de Aplicação
 
MORFOLOGIA E FISIOLOGIA DO ALGODOEIRO
MORFOLOGIA E FISIOLOGIA DO ALGODOEIROMORFOLOGIA E FISIOLOGIA DO ALGODOEIRO
MORFOLOGIA E FISIOLOGIA DO ALGODOEIRO
 
Manejo de plantio do algodão.
Manejo de plantio do algodão.Manejo de plantio do algodão.
Manejo de plantio do algodão.
 
Aula 03 manejo de plantas ornamentais - copia
Aula 03   manejo de plantas ornamentais - copiaAula 03   manejo de plantas ornamentais - copia
Aula 03 manejo de plantas ornamentais - copia
 
Aula girassol 2-2012
Aula girassol 2-2012Aula girassol 2-2012
Aula girassol 2-2012
 
Poda de fruteiras pdf
Poda de fruteiras pdfPoda de fruteiras pdf
Poda de fruteiras pdf
 
MECANISMO DE AÇÃO DOS HERBICIDAS
MECANISMO DE AÇÃO DOS HERBICIDASMECANISMO DE AÇÃO DOS HERBICIDAS
MECANISMO DE AÇÃO DOS HERBICIDAS
 
Cultura do Feijão Caupi e Cultura do Milho
Cultura do Feijão Caupi e Cultura do MilhoCultura do Feijão Caupi e Cultura do Milho
Cultura do Feijão Caupi e Cultura do Milho
 
Aula 7 olericultura
Aula 7 olericulturaAula 7 olericultura
Aula 7 olericultura
 

Destaque

Viticultura
ViticulturaViticultura
V WSF, Juazeiro - Marcos botton - Captura massal como estratégia para a supre...
V WSF, Juazeiro - Marcos botton - Captura massal como estratégia para a supre...V WSF, Juazeiro - Marcos botton - Captura massal como estratégia para a supre...
V WSF, Juazeiro - Marcos botton - Captura massal como estratégia para a supre...
Oxya Agro e Biociências
 
Calda bordalesa
Calda bordalesaCalda bordalesa
Calda bordalesa
mvezzone
 
Palestra Uva e Vinho no Estado de São Paulo
Palestra Uva e Vinho no Estado de São PauloPalestra Uva e Vinho no Estado de São Paulo
Palestra Uva e Vinho no Estado de São Paulo
guest73f85657
 
Cultivo protegido de uva aumenta produtividade em 100%
Cultivo protegido de uva aumenta produtividade em 100%Cultivo protegido de uva aumenta produtividade em 100%
Cultivo protegido de uva aumenta produtividade em 100%
Agricultura Sao Paulo
 
Míldio
MíldioMíldio
Míldio da videira (Plasmopara viticola)
Míldio da videira (Plasmopara viticola)Míldio da videira (Plasmopara viticola)
Míldio da videira (Plasmopara viticola)
Tales Gonçalves Rodrigues
 
A semiótica na educação física uva - quixeramobim
A semiótica na educação física   uva - quixeramobimA semiótica na educação física   uva - quixeramobim
A semiótica na educação física uva - quixeramobim
Prof. Antônio Martins de Almeida Filho
 
Defensivos alternativos
Defensivos alternativosDefensivos alternativos
Defensivos alternativos
Josimar Oliveira
 
Vinho ou Suco de Uva?
Vinho ou Suco de Uva?Vinho ou Suco de Uva?
Vinho ou Suco de Uva?
ASD Remanescentes
 
Cultura Da Videira 22
Cultura Da Videira 22Cultura Da Videira 22
Cultura Da Videira 22
joseseben
 
Vitivinicultura manual do formando
Vitivinicultura manual do formandoVitivinicultura manual do formando
Vitivinicultura manual do formando
Inês Aietorod
 
Uva
UvaUva
Diagnóstico Visual do Estado Nutricional de Plantas
Diagnóstico Visual do Estado Nutricional de PlantasDiagnóstico Visual do Estado Nutricional de Plantas
Diagnóstico Visual do Estado Nutricional de Plantas
Herbert de Carvalho
 
Fungos nas Plantas - Oídio e Míldio
Fungos nas Plantas - Oídio e MíldioFungos nas Plantas - Oídio e Míldio
Fungos nas Plantas - Oídio e Míldio
Bruno Djvan Ramos Barbosa
 
Trabalho videira
Trabalho videiraTrabalho videira
Trabalho videira
Luís Filipe Marinho
 
Videira
VideiraVideira
Videira
Líbian Volsi
 
Aula de nutrição mineral
Aula de nutrição mineralAula de nutrição mineral
Aula de nutrição mineral
Bruno Rodrigues
 

Destaque (18)

Viticultura
ViticulturaViticultura
Viticultura
 
V WSF, Juazeiro - Marcos botton - Captura massal como estratégia para a supre...
V WSF, Juazeiro - Marcos botton - Captura massal como estratégia para a supre...V WSF, Juazeiro - Marcos botton - Captura massal como estratégia para a supre...
V WSF, Juazeiro - Marcos botton - Captura massal como estratégia para a supre...
 
Calda bordalesa
Calda bordalesaCalda bordalesa
Calda bordalesa
 
Palestra Uva e Vinho no Estado de São Paulo
Palestra Uva e Vinho no Estado de São PauloPalestra Uva e Vinho no Estado de São Paulo
Palestra Uva e Vinho no Estado de São Paulo
 
Cultivo protegido de uva aumenta produtividade em 100%
Cultivo protegido de uva aumenta produtividade em 100%Cultivo protegido de uva aumenta produtividade em 100%
Cultivo protegido de uva aumenta produtividade em 100%
 
Míldio
MíldioMíldio
Míldio
 
Míldio da videira (Plasmopara viticola)
Míldio da videira (Plasmopara viticola)Míldio da videira (Plasmopara viticola)
Míldio da videira (Plasmopara viticola)
 
A semiótica na educação física uva - quixeramobim
A semiótica na educação física   uva - quixeramobimA semiótica na educação física   uva - quixeramobim
A semiótica na educação física uva - quixeramobim
 
Defensivos alternativos
Defensivos alternativosDefensivos alternativos
Defensivos alternativos
 
Vinho ou Suco de Uva?
Vinho ou Suco de Uva?Vinho ou Suco de Uva?
Vinho ou Suco de Uva?
 
Cultura Da Videira 22
Cultura Da Videira 22Cultura Da Videira 22
Cultura Da Videira 22
 
Vitivinicultura manual do formando
Vitivinicultura manual do formandoVitivinicultura manual do formando
Vitivinicultura manual do formando
 
Uva
UvaUva
Uva
 
Diagnóstico Visual do Estado Nutricional de Plantas
Diagnóstico Visual do Estado Nutricional de PlantasDiagnóstico Visual do Estado Nutricional de Plantas
Diagnóstico Visual do Estado Nutricional de Plantas
 
Fungos nas Plantas - Oídio e Míldio
Fungos nas Plantas - Oídio e MíldioFungos nas Plantas - Oídio e Míldio
Fungos nas Plantas - Oídio e Míldio
 
Trabalho videira
Trabalho videiraTrabalho videira
Trabalho videira
 
Videira
VideiraVideira
Videira
 
Aula de nutrição mineral
Aula de nutrição mineralAula de nutrição mineral
Aula de nutrição mineral
 

Semelhante a Diagnóstico Nutricional E Adubação Da Videira Niagara Rosada

Adubação eucalip
Adubação eucalipAdubação eucalip
Seminário stab 2013 agrícola - 07. influência do corte de cana crua na adub...
Seminário stab 2013   agrícola - 07. influência do corte de cana crua na adub...Seminário stab 2013   agrícola - 07. influência do corte de cana crua na adub...
Seminário stab 2013 agrícola - 07. influência do corte de cana crua na adub...
STAB Setentrional
 
7ª apresentação do 5º horti serra gaúcha 22 5-2013
7ª apresentação do 5º horti serra gaúcha 22 5-20137ª apresentação do 5º horti serra gaúcha 22 5-2013
7ª apresentação do 5º horti serra gaúcha 22 5-2013
Fattore
 
Palestra - análise de solo ÊNFASE EM MORANGO E BANANEIRA
Palestra - análise de solo ÊNFASE EM MORANGO E BANANEIRAPalestra - análise de solo ÊNFASE EM MORANGO E BANANEIRA
Palestra - análise de solo ÊNFASE EM MORANGO E BANANEIRA
CETEP, FTC, FASA..
 
Tomazielo - Planejamento e conduçao modificada patrocinio 29 09
Tomazielo - Planejamento e conduçao modificada patrocinio 29 09Tomazielo - Planejamento e conduçao modificada patrocinio 29 09
Tomazielo - Planejamento e conduçao modificada patrocinio 29 09
Revista Cafeicultura
 
Adubação racional econômica do cafeeiro josé braz matiello – fundação procafé
Adubação racional  econômica do cafeeiro josé braz matiello – fundação procaféAdubação racional  econômica do cafeeiro josé braz matiello – fundação procafé
Adubação racional econômica do cafeeiro josé braz matiello – fundação procafé
Manejo Da Lavoura Cafeeira
 
Correção do solo e adubação da soja
Correção do solo e adubação da soja Correção do solo e adubação da soja
Correção do solo e adubação da soja
Geagra UFG
 
ADUBAÇÃO DA NOGUEIRA-MACADÂMIA
ADUBAÇÃO DA NOGUEIRA-MACADÂMIAADUBAÇÃO DA NOGUEIRA-MACADÂMIA
ADUBAÇÃO DA NOGUEIRA-MACADÂMIA
Rural Pecuária
 
Melancia em substrato de lã de rocha
Melancia em substrato de lã de rochaMelancia em substrato de lã de rocha
Melancia em substrato de lã de rocha
Armindo Rosa
 
cana-de-açúcar
cana-de-açúcarcana-de-açúcar
cana-de-açúcar
Djair Felix
 
Palestra Manuel Macedo.pdf
Palestra Manuel Macedo.pdfPalestra Manuel Macedo.pdf
Palestra Manuel Macedo.pdf
Dalton Sarango Guamán
 
Nutrição do jatobá
Nutrição do jatobáNutrição do jatobá
Nutrição do jatobá
Gabriella Barbosa
 
Nutrição do jatobá
Nutrição do jatobáNutrição do jatobá
Nutrição do jatobá
Gabriella Barbosa
 
Fertilizantes de liberação lenta
Fertilizantes de liberação lentaFertilizantes de liberação lenta
Fertilizantes de liberação lenta
Daniel Staciarini Corrêa
 
Gladyston carvalho Tecnologias Aplicadas à Sustentabilidade da Cafeicultura
Gladyston  carvalho Tecnologias Aplicadas à Sustentabilidade da Cafeicultura Gladyston  carvalho Tecnologias Aplicadas à Sustentabilidade da Cafeicultura
Gladyston carvalho Tecnologias Aplicadas à Sustentabilidade da Cafeicultura
Revista Cafeicultura
 
(2) 01. avaliação da fertilidade do solo fernando freire
(2) 01. avaliação da fertilidade do solo   fernando freire(2) 01. avaliação da fertilidade do solo   fernando freire
(2) 01. avaliação da fertilidade do solo fernando freire
igorjlc
 
Adubação Racional do Cafeeiro Por Marcelo Jordão Filho - UFLA 2017
Adubação Racional do Cafeeiro  Por Marcelo Jordão Filho  - UFLA 2017Adubação Racional do Cafeeiro  Por Marcelo Jordão Filho  - UFLA 2017
Adubação Racional do Cafeeiro Por Marcelo Jordão Filho - UFLA 2017
Revista Cafeicultura
 
CULTURA DO TRIGO.pptx
CULTURA DO TRIGO.pptxCULTURA DO TRIGO.pptx
CULTURA DO TRIGO.pptx
LUCIANOMAURCIOBEZERR3
 
Ii.fertilizacao do solo
Ii.fertilizacao do soloIi.fertilizacao do solo
Fabiano paganella ap 2012 fruticultura 4
Fabiano paganella ap 2012 fruticultura 4Fabiano paganella ap 2012 fruticultura 4
Fabiano paganella ap 2012 fruticultura 4
fruticultura
 

Semelhante a Diagnóstico Nutricional E Adubação Da Videira Niagara Rosada (20)

Adubação eucalip
Adubação eucalipAdubação eucalip
Adubação eucalip
 
Seminário stab 2013 agrícola - 07. influência do corte de cana crua na adub...
Seminário stab 2013   agrícola - 07. influência do corte de cana crua na adub...Seminário stab 2013   agrícola - 07. influência do corte de cana crua na adub...
Seminário stab 2013 agrícola - 07. influência do corte de cana crua na adub...
 
7ª apresentação do 5º horti serra gaúcha 22 5-2013
7ª apresentação do 5º horti serra gaúcha 22 5-20137ª apresentação do 5º horti serra gaúcha 22 5-2013
7ª apresentação do 5º horti serra gaúcha 22 5-2013
 
Palestra - análise de solo ÊNFASE EM MORANGO E BANANEIRA
Palestra - análise de solo ÊNFASE EM MORANGO E BANANEIRAPalestra - análise de solo ÊNFASE EM MORANGO E BANANEIRA
Palestra - análise de solo ÊNFASE EM MORANGO E BANANEIRA
 
Tomazielo - Planejamento e conduçao modificada patrocinio 29 09
Tomazielo - Planejamento e conduçao modificada patrocinio 29 09Tomazielo - Planejamento e conduçao modificada patrocinio 29 09
Tomazielo - Planejamento e conduçao modificada patrocinio 29 09
 
Adubação racional econômica do cafeeiro josé braz matiello – fundação procafé
Adubação racional  econômica do cafeeiro josé braz matiello – fundação procaféAdubação racional  econômica do cafeeiro josé braz matiello – fundação procafé
Adubação racional econômica do cafeeiro josé braz matiello – fundação procafé
 
Correção do solo e adubação da soja
Correção do solo e adubação da soja Correção do solo e adubação da soja
Correção do solo e adubação da soja
 
ADUBAÇÃO DA NOGUEIRA-MACADÂMIA
ADUBAÇÃO DA NOGUEIRA-MACADÂMIAADUBAÇÃO DA NOGUEIRA-MACADÂMIA
ADUBAÇÃO DA NOGUEIRA-MACADÂMIA
 
Melancia em substrato de lã de rocha
Melancia em substrato de lã de rochaMelancia em substrato de lã de rocha
Melancia em substrato de lã de rocha
 
cana-de-açúcar
cana-de-açúcarcana-de-açúcar
cana-de-açúcar
 
Palestra Manuel Macedo.pdf
Palestra Manuel Macedo.pdfPalestra Manuel Macedo.pdf
Palestra Manuel Macedo.pdf
 
Nutrição do jatobá
Nutrição do jatobáNutrição do jatobá
Nutrição do jatobá
 
Nutrição do jatobá
Nutrição do jatobáNutrição do jatobá
Nutrição do jatobá
 
Fertilizantes de liberação lenta
Fertilizantes de liberação lentaFertilizantes de liberação lenta
Fertilizantes de liberação lenta
 
Gladyston carvalho Tecnologias Aplicadas à Sustentabilidade da Cafeicultura
Gladyston  carvalho Tecnologias Aplicadas à Sustentabilidade da Cafeicultura Gladyston  carvalho Tecnologias Aplicadas à Sustentabilidade da Cafeicultura
Gladyston carvalho Tecnologias Aplicadas à Sustentabilidade da Cafeicultura
 
(2) 01. avaliação da fertilidade do solo fernando freire
(2) 01. avaliação da fertilidade do solo   fernando freire(2) 01. avaliação da fertilidade do solo   fernando freire
(2) 01. avaliação da fertilidade do solo fernando freire
 
Adubação Racional do Cafeeiro Por Marcelo Jordão Filho - UFLA 2017
Adubação Racional do Cafeeiro  Por Marcelo Jordão Filho  - UFLA 2017Adubação Racional do Cafeeiro  Por Marcelo Jordão Filho  - UFLA 2017
Adubação Racional do Cafeeiro Por Marcelo Jordão Filho - UFLA 2017
 
CULTURA DO TRIGO.pptx
CULTURA DO TRIGO.pptxCULTURA DO TRIGO.pptx
CULTURA DO TRIGO.pptx
 
Ii.fertilizacao do solo
Ii.fertilizacao do soloIi.fertilizacao do solo
Ii.fertilizacao do solo
 
Fabiano paganella ap 2012 fruticultura 4
Fabiano paganella ap 2012 fruticultura 4Fabiano paganella ap 2012 fruticultura 4
Fabiano paganella ap 2012 fruticultura 4
 

Mais de Agricultura Sao Paulo

Usina de Lixo Verde tem expectativa de desfecho
Usina de Lixo Verde  tem expectativa de desfechoUsina de Lixo Verde  tem expectativa de desfecho
Usina de Lixo Verde tem expectativa de desfecho
Agricultura Sao Paulo
 
Laboratórios de ponta são inaugurados no IAC
Laboratórios de ponta são inaugurados no IACLaboratórios de ponta são inaugurados no IAC
Laboratórios de ponta são inaugurados no IAC
Agricultura Sao Paulo
 
Globo Rural Responde: Laranja atacada
Globo Rural Responde: Laranja atacadaGlobo Rural Responde: Laranja atacada
Globo Rural Responde: Laranja atacada
Agricultura Sao Paulo
 
IAC/SAA apresenta o censo de irrigação na cana para 2019
IAC/SAA apresenta o censo de irrigação na cana para 2019IAC/SAA apresenta o censo de irrigação na cana para 2019
IAC/SAA apresenta o censo de irrigação na cana para 2019
Agricultura Sao Paulo
 
Chuvas de Maio de 2019 & previsões para Junho, Julho e Agosto
Chuvas de Maio de 2019 & previsões para Junho, Julho e AgostoChuvas de Maio de 2019 & previsões para Junho, Julho e Agosto
Chuvas de Maio de 2019 & previsões para Junho, Julho e Agosto
Agricultura Sao Paulo
 
Nova variedades no campo
Nova variedades no campoNova variedades no campo
Nova variedades no campo
Agricultura Sao Paulo
 
Batata-Semente produzida no ar
Batata-Semente produzida no arBatata-Semente produzida no ar
Batata-Semente produzida no ar
Agricultura Sao Paulo
 
Nova técnica para cultivo de maracujá no PR
Nova técnica para cultivo de maracujá no PR Nova técnica para cultivo de maracujá no PR
Nova técnica para cultivo de maracujá no PR
Agricultura Sao Paulo
 
Captação de água em debate
Captação de água em debateCaptação de água em debate
Captação de água em debate
Agricultura Sao Paulo
 
Novas Cultivares de uvas para região sul
Novas Cultivares de uvas para região sul     Novas Cultivares de uvas para região sul
Novas Cultivares de uvas para região sul
Agricultura Sao Paulo
 
Globo Rural Responde:manchas brancas em limoeiro
Globo Rural Responde:manchas brancas em limoeiroGlobo Rural Responde:manchas brancas em limoeiro
Globo Rural Responde:manchas brancas em limoeiro
Agricultura Sao Paulo
 
Captação de água em debate
Captação de água em debateCaptação de água em debate
Captação de água em debate
Agricultura Sao Paulo
 
Chuvas de Abril de 2019 & previsões para junho, julho e agosto
Chuvas de Abril de 2019 & previsões para junho, julho e agostoChuvas de Abril de 2019 & previsões para junho, julho e agosto
Chuvas de Abril de 2019 & previsões para junho, julho e agosto
Agricultura Sao Paulo
 
Extremistas não terão vez na agricultura paulista
Extremistas não terão vez na agricultura paulistaExtremistas não terão vez na agricultura paulista
Extremistas não terão vez na agricultura paulista
Agricultura Sao Paulo
 
Amendoim na palha, o caminho para reduzir erosão e custo
Amendoim na palha, o caminho para reduzir erosão e custoAmendoim na palha, o caminho para reduzir erosão e custo
Amendoim na palha, o caminho para reduzir erosão e custo
Agricultura Sao Paulo
 
Para ter raiz profunda é preciso também aprofundar o conhecimento
Para ter raiz profunda é preciso também aprofundar o conhecimentoPara ter raiz profunda é preciso também aprofundar o conhecimento
Para ter raiz profunda é preciso também aprofundar o conhecimento
Agricultura Sao Paulo
 
As tecnologias do negócio cana-de-açúcar gerando os melhores resultados
As tecnologias do negócio cana-de-açúcar gerando os melhores resultados As tecnologias do negócio cana-de-açúcar gerando os melhores resultados
As tecnologias do negócio cana-de-açúcar gerando os melhores resultados
Agricultura Sao Paulo
 
Águas de Março de 2019 & previsões para abril a junho de 2019
Águas de Março de 2019 & previsões para abril a junho de 2019Águas de Março de 2019 & previsões para abril a junho de 2019
Águas de Março de 2019 & previsões para abril a junho de 2019
Agricultura Sao Paulo
 
A importância do manejo dos insumos e agua: desafios na produtividade de MPB
A importância do manejo dos insumos e agua: desafios na produtividade de MPBA importância do manejo dos insumos e agua: desafios na produtividade de MPB
A importância do manejo dos insumos e agua: desafios na produtividade de MPB
Agricultura Sao Paulo
 
Nematoides são responsaveis por perdas de até 30% dos canaviais
Nematoides são responsaveis por perdas de até 30% dos canaviaisNematoides são responsaveis por perdas de até 30% dos canaviais
Nematoides são responsaveis por perdas de até 30% dos canaviais
Agricultura Sao Paulo
 

Mais de Agricultura Sao Paulo (20)

Usina de Lixo Verde tem expectativa de desfecho
Usina de Lixo Verde  tem expectativa de desfechoUsina de Lixo Verde  tem expectativa de desfecho
Usina de Lixo Verde tem expectativa de desfecho
 
Laboratórios de ponta são inaugurados no IAC
Laboratórios de ponta são inaugurados no IACLaboratórios de ponta são inaugurados no IAC
Laboratórios de ponta são inaugurados no IAC
 
Globo Rural Responde: Laranja atacada
Globo Rural Responde: Laranja atacadaGlobo Rural Responde: Laranja atacada
Globo Rural Responde: Laranja atacada
 
IAC/SAA apresenta o censo de irrigação na cana para 2019
IAC/SAA apresenta o censo de irrigação na cana para 2019IAC/SAA apresenta o censo de irrigação na cana para 2019
IAC/SAA apresenta o censo de irrigação na cana para 2019
 
Chuvas de Maio de 2019 & previsões para Junho, Julho e Agosto
Chuvas de Maio de 2019 & previsões para Junho, Julho e AgostoChuvas de Maio de 2019 & previsões para Junho, Julho e Agosto
Chuvas de Maio de 2019 & previsões para Junho, Julho e Agosto
 
Nova variedades no campo
Nova variedades no campoNova variedades no campo
Nova variedades no campo
 
Batata-Semente produzida no ar
Batata-Semente produzida no arBatata-Semente produzida no ar
Batata-Semente produzida no ar
 
Nova técnica para cultivo de maracujá no PR
Nova técnica para cultivo de maracujá no PR Nova técnica para cultivo de maracujá no PR
Nova técnica para cultivo de maracujá no PR
 
Captação de água em debate
Captação de água em debateCaptação de água em debate
Captação de água em debate
 
Novas Cultivares de uvas para região sul
Novas Cultivares de uvas para região sul     Novas Cultivares de uvas para região sul
Novas Cultivares de uvas para região sul
 
Globo Rural Responde:manchas brancas em limoeiro
Globo Rural Responde:manchas brancas em limoeiroGlobo Rural Responde:manchas brancas em limoeiro
Globo Rural Responde:manchas brancas em limoeiro
 
Captação de água em debate
Captação de água em debateCaptação de água em debate
Captação de água em debate
 
Chuvas de Abril de 2019 & previsões para junho, julho e agosto
Chuvas de Abril de 2019 & previsões para junho, julho e agostoChuvas de Abril de 2019 & previsões para junho, julho e agosto
Chuvas de Abril de 2019 & previsões para junho, julho e agosto
 
Extremistas não terão vez na agricultura paulista
Extremistas não terão vez na agricultura paulistaExtremistas não terão vez na agricultura paulista
Extremistas não terão vez na agricultura paulista
 
Amendoim na palha, o caminho para reduzir erosão e custo
Amendoim na palha, o caminho para reduzir erosão e custoAmendoim na palha, o caminho para reduzir erosão e custo
Amendoim na palha, o caminho para reduzir erosão e custo
 
Para ter raiz profunda é preciso também aprofundar o conhecimento
Para ter raiz profunda é preciso também aprofundar o conhecimentoPara ter raiz profunda é preciso também aprofundar o conhecimento
Para ter raiz profunda é preciso também aprofundar o conhecimento
 
As tecnologias do negócio cana-de-açúcar gerando os melhores resultados
As tecnologias do negócio cana-de-açúcar gerando os melhores resultados As tecnologias do negócio cana-de-açúcar gerando os melhores resultados
As tecnologias do negócio cana-de-açúcar gerando os melhores resultados
 
Águas de Março de 2019 & previsões para abril a junho de 2019
Águas de Março de 2019 & previsões para abril a junho de 2019Águas de Março de 2019 & previsões para abril a junho de 2019
Águas de Março de 2019 & previsões para abril a junho de 2019
 
A importância do manejo dos insumos e agua: desafios na produtividade de MPB
A importância do manejo dos insumos e agua: desafios na produtividade de MPBA importância do manejo dos insumos e agua: desafios na produtividade de MPB
A importância do manejo dos insumos e agua: desafios na produtividade de MPB
 
Nematoides são responsaveis por perdas de até 30% dos canaviais
Nematoides são responsaveis por perdas de até 30% dos canaviaisNematoides são responsaveis por perdas de até 30% dos canaviais
Nematoides são responsaveis por perdas de até 30% dos canaviais
 

Diagnóstico Nutricional E Adubação Da Videira Niagara Rosada

  • 1. DIAGNÓSTICO NUTRICIONAL E ADUBAÇÃO DA VIDEIRA NIAGARA ROSADA Engº Agrº Dr. Marco Antonio Tecchio Pesquisador Científico CENTRO DE FRUTAS IAC
  • 2. TÓPICOS ABORDADOS Aspectos gerais da nutrição de plantas Calagem Adubação de plantio, de formação e de produção Diagnostico nutricional de plantas Projetos desenvolvidos pelo Centro de Frutas na área de nutrição da videira Levantamento nutricional da videira no Estado de São Paulo Influência de porta-enxertos na videira Niagara Rosada cultivada nas regiões Leste e Noroeste do Estado de São Paulo.
  • 3. Fatores tecnológicos que afetam a produtividade POTENCIAL PRODUÇÃO FATORES DE PROTEÇÃO PRAGAS DOENÇAS FATORES DE CONSTRUÇÃO PLANTAS DANINHAS CULTIVAR ADEQUADA POPULAÇÃO DE PLANTAS ADEQUADA FERTILIDADE DO SOLO DISPONIBILIDADE DÍDRICA
  • 4. Elementos essenciais da planta Ar + Água = 93 a 95% Solo = 5 a 7% *
  • 5. Variável em função: Condições climáticas; Tipo de solo - Características físicas Características químicas Técnicas de cultivo Aração profunda; Irrigação; Produtividade; Variedade copa e porta-enxerto;
  • 6.
  • 7. M (adubo) = (M(exigência) – M(fornecimento) X F M = nutrientes – N, P, K, Ca, Mg, S, B, Cu, Fe, Mn, Zn, etc... Exigência = necessidade da planta Fornecimento = o que o solo pode contribuir F = Fator>1 – compensar perdas: Volatização – N e S Lixiviação – N, K, S, B, Cl Fixação – P, K, N, B… Erosão – todos. Participação do solo – 20 a 80%.
  • 8.
  • 9. -Distribuição do sistema radicular das espécies frutíferas - Profundidade de 0-40 cm OPERAÇÕES -Limpeza da área - Amostragem de solo - CALAGEM - Até 5 toneladas de calcário: calagem - gradagem - aração – gradagem A gradagem faria uma pré-incorporação na camada superficial do solo, posteriormente a aração incorporaria na profundidade adequada. + 5 toneladas de calcário 1/2 dose de calcário - aração - 1/2 dose de calcário - gradagem, repetindo posteriormente a operação de aração e gradagem.
  • 10.
  • 11. Retirada de amostra de solo (Produtor) Análise do solo (Laboratório) Interpretação e Recomendação (Pesquisador e Extensionista) UTILIZAÇÃO (Produtor)
  • 12. AMOSTRAGEM ANTES DA IMPLANTAÇÃO DO POMAR
  • 13. AMOSTRAGEM DO SOLO 15 a 20 subamostras amostra composta (500 g)
  • 14.
  • 16.
  • 17.
  • 18.
  • 19. Definição de corretivos Corretivos são substâncias capazes de corrigir características desfavoráveis do solo, no caso a acidez do solo e ainda levar nutrientes vegetais ao solo, principalmente Ca+2 e Mg+2 A acidez do solo é avaliada através do índice Ph pH ideal para a videira6.0 a 6,5 V% = 70 a 80. QUANTIDADE DE CÁLCARIO A SER APLICADO Estado de São Paulo NC (t/ha) = CTC x ( V2 – V1) /10xPRNT
  • 20. OBJETIVOS DA CALAGEM AUMENTAR OS TEORES DE Ca2+ e Mg2+ (fonte) ELEVAR O pH DO SOLO REDUZIR Al3+, Mn3+ e Fe3 AUMENTAR A DISPONIBILIDADE DE N, P, K, e ALGUNS MICRONUTRIENTES. MICRONUTRIENTES ESTIMULAR O CRESCIMENTO DE MICROORGANISMOS
  • 21. Distribuição uniforme na área; Vento – baixa velocidade Teor de umidade do solo adequado; Conhecimento do PRNT do calcário; Profundidade de incorporação; Preferência para calcário com alto teor de MgO.
  • 22.
  • 23. Recomendação IAC (TERRA et al ,2003) PARA UVA RÚSTICA DE MESA Adubação de implantação – aplicar/cova 10L esterco curral 1 Kg calcário dolomítico P e k – análise do solo P resina, mg/dm3 K+ trocável, mmolc/ dm3 0-12 13-30 >30 0-1.5 1.6-3.0 >3.0 P2O5, g/cova K2O, g/cova 80 60 40 40 30 20 Aplicar em cobertura 20 g N/vez aos 30 e 120 dias após o plantio
  • 24. Recomendação IAC (TERRA et al. ,2003) PARA UVA RÚSTICA DE MESA Adubação de formação – baseado em análise do solo Nitrogênio P resina, mg/dm3 K+ trocável, mmolc/ dm3 0-12 13-30 >30 0-1.5 1.6-3.0 >3.0 N, g/planta P2O5, g/cova K2O, g/cova 20 30 20 10 30 20 10 Aplicação em cobertura, parcelada em 3 x. Primeira 30 dias após a brotação e as demais até dezembro
  • 25. Meta de N P resina, mg/dm3 K+ trocável, mmolc/ dm3 produtividade 0-12 13-30 >30 0-1.5 1.6-3.0 >3.0 T/há N, kg/ha P2O5, kg/ha K2O, kg/ha <13 70 320 180 80 225 110 60 13-22 100 400 250 100 300 150 75 >22 130 500 310 120 380 190 90 1 - Sulcos - Março/Abril - Esterco curral , 100% P e 1/2 K 2 - Cobertura inicio da brotação – 1/2 N 3 - Fases chumbinho a ½ baga - 1/2 N e 1/2 K Teor B no solo < 0.21mg/dm3 – aplicar 1,5 Kg/ha de B - 3 pulverizações com ácido bórico (g/l)
  • 26.
  • 27. Meta de N P resina, mg/dm3 K+ trocável, mmolc/ dm3 produtividade 0-12 13-30 >30 0-1.5 1.6-3.0 >3.0 t/ha N, g/ha P2O5, kg/ha K2O, kg/ha <13 70 320 180 80 225 110 60 13-22 100 400 250 100 300 150 75 >22 130 500 310 120 380 190 90 130 Quantidade recomendada: Kg/ha g/plantag adubo Recomendado 400g 4-14-8 ** N 130 26 (8)* 130g nitrocálcio 16g P2O5 120 24 (3) 130g SS 56g K2O 90 18 (16) 35g KCl 32g OBS: *Exigência nutricional para produção de 3Kg uva/planta. ** Adubação com 400g de 4-14-8
  • 28. RECOMENDAÇÃO 170g 4-14-8 /planta PRODUTORES 400g 4-14-8 /planta ESPAÇAMENTO 1,8 x 0,8m = 6.940 plantas/ha QDADE APLICADA A MAIS 230g/planta x 6.940 plantas/ha =1.596Kg PREÇO DA TONELADA 4-14-8 R$ 680,00 VALOR TOTAL R$1.085,00 + custo aplicação Preço na análise de solo R$ 30,00
  • 29.
  • 30.
  • 31. • Amostrar os pomares em função: Idade da planta Variedade copa e porta-enxerto Calagem e adubação anteriores. Textura do solo Topografia. • Loca de amostragem: •Próximo a linha de plantio • Profundidade de amostragem: 0-20 e 20-40cm. • Frequencia: 2 ou 3 anos.
  • 32.
  • 33. Princípio - “As alterações fisiológicas em função de desequilíbrios nutricionais, tornam-se mais evidentes nas folhas” Premissas: - Relação entre o suprimento de nutrientes x teor foliar; - Relação entre teor de nutrientes x produtividade. Fundamental - Valores de referência Época de amostragem Órgão amostrado: Folha completa (limbo+pecíolo), Limbo e Pecíolo. Número de folhas amostradas – 50 a 100 folhas/área
  • 34.
  • 35.
  • 36. Nível crítico Faixas de interpretação de nutrientes Sistema Integrado de Diagnose e Recomendação (DRIS)
  • 37. Terra (2003) Época – pleno florescimento Órgão – folha, limbo e pecíolo
  • 38. Terra (2003) Época – pleno florescimento Órgão – folha, limbo e pecíolo
  • 39. Apoio Financeiro: FAPESP Coordenador: Marco Antonio Tecchio Colaboradores: Maurilo Monteiro Terra, Luiz Teixeira, Erasmo José Paioli Pires, Mara Fernandes Moura, José Luiz Hernandes, Casa da Agricultura de Louveira, Jundiaí, Jales e de São Miguel Arcanjo e Prefeitura de Louveira.
  • 40. 3,7 2,0 Regioanal agrícola Campinas 13,8 Regioanal agrícola Itapetininga Regional Agricola Jales 2,0 Regional Agricola Sorocaba 10,2 Regional Agricola Bragança Paulista Regional Agricola Piracicaba 66,8 São Miguel Arcanjo
  • 41. Avaliar a produtividade, teores de nutrientes nas análises de solo e folhas dos vinhedos; Interpretar os resultados de análise de solo e de folhas; Correlacionar os dados de produção com os resultados de análise de solo e de folhas; Identificar possíveis problemas nutricionais; Estabelecer faixas de teores de nutrientes para cada região de estudo.
  • 42. Número de vinhedos amostrados Região de Jundiaí – 45 Região de Jales – 25 Região de São Miguel Arcanjo - 25 Características dos vinhedos amostrados Sistema de condução Porta-enxerto Jundiaí Espaldeira IAC 766 Jales Latada IAC 572 São Miguel Arcanjo Espaldeira Ripária do Traviú
  • 43. Identificação dos vinhedos e marcação das plantas
  • 44. Amostragem de folhas. Épocas - Pleno florescimento ►2 folhas inteiras – para análise FOLHA COMPLETA ►2 folhas separadas em limbo e pecíolo – para análise de LIMBO E PECÍOLO. ►1 folha – retirado pecíolo – leitura teor de nitrato e potássio.
  • 45.
  • 46. Amostragem de solo. Instrumento – trado tipo sondaterra 20 amostras simples de solo: 0-20cm 20-40cm Próximo a linha de plantio No meio da rua Análise química – pH, MO, P, K, Ca, Mg, Al trocável, H + Al, SB, CTC, V%, B, Cu, Zn, Fe e Mn.
  • 47.
  • 48. AVALIAÇÕES DADOS GERAIS Datas – Poda, Colheita e duração do ciclo ANÁLISE DE SOLO ANÁLISE QUÍMICA DO TECIDO FOLIAR
  • 49.
  • 50.
  • 51. Tabela 1 – Resultados médios da análise química do solo em amostragem realizada no meio da entrelinha de plantio a 0-20cm e 20-40cm de profundidade em vinhedos de “Niagara Rosada” nas regiões de Jundiaí, São Miguel Arcanjo (SMA) e Jales, 2007. AMOSTRAGEM A 0-20CM PROFUNDIDADE pH M.O. Presina S H+Al K Ca Mg SB CTC V% -3 -3 _ _ _ _ _ _ __ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ -3 _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ __ _ _ __ _ Região CaCl2 g dm mg dm mmolc dm Jundiaí 5,6 C 29 B 479 B 7B 22 A 4,2 B 80 B 16 B 100 B 122 B 79 C SMA 6,4 A 39 A 702 A 30 A 15 B 5,7 A 207 A 25 A 238 A 254 A 93 A Jales 6,1 B 28 B 347 B 9B 14 B 3,6 B 97 B 22 A 123 B 137 B 87 B Média 5,9 31,2 509 13,6 18,3 4,5 117,7 21 141,9 160,3 84,5 CV% 6,4 23,4 58,3 156,0 29,7 41,3 51,4 45,9 47,3 40,8 10,0 Boro Cobre Ferro Manganês Zinco _______ ______ ____ __ ___ -3 __ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ __ _ _ _ _ _ _ _ _ _ Região mg dm Jundiaí 0,56 A 11,3 A 46 A 19,0 A 9,5 A SMA 0,73 A 13,2 A 38 A 14,0 AB 7,6 A Jales 0,62 A 9,1 A 27 B 8,3 B 11,1 A Média 0,62 11,3 39,1 15,1 9,4 CV% 105,3 65,0 43,9 72,1 61,2
  • 52. ANÁLISE DO SOLO – INTERPRETAÇÃO Prof. pH M.O. P S K Ca Mg Al H + Al SB T V m CaCl2 g.dm -3 mg.dm -3 mmolc.dm -3 % 0 - 20 4,0 12 7 12 1 10 5 4 20 16 36 44 4,25 M. baixo 0-5 Baixo 6-12 Baixo 0-3 Baixo 0-4 Médio 13-30 Médio 4-7 Alto 31-60 Médio 5-8 Muito alto >60 Alto >7 Alto >8 P – 347 a 702mg/dm3 Ca – 80 a 207mg/dm3 Mg – 16 a 25mg/dm3 Causa: Excesso de calcário e adubo fosfatado
  • 53.
  • 54. 1 ciclo r = 0,47* 2 ciclo r = 0,48* 30,0 Produtividade (t ha-1 ) 25,0 20,0 15,0 10,0 5,0 0,0 5 25 45 65 85 105 B Folha Completa (mg kg-1 ) 1 ciclo r = 0,42* 30,0 Produtividade (t ha-1) 25,0 20,0 15,0 10,0 5,0 0,0 35 40 45 50 55 60 65 70 B Pecíolo (mg kg-1 ) Figura 1 Correlações entre a produtividade da videira ‘Niagara Rosada’ com o teor de B na folha completa e no pecíolo coletados durante o pleno florescimento, nos vinhedos em São Miguel Arcanjo, SP..
  • 55. 2 ciclo r = 0,51* Produtividade (t ha-1 ) 30,0 25,0 20,0 15,0 10,0 5,0 0,0 0 4 8 12 16 20 24 28 32 36 40 Relação k/Mg no pecíolo Figura 2 Correlação entre a produtividade da videira ‘Niagara Rosada’ com a relação k/Mg no pecíolo coletado durante o pleno florescimento, nos vinhedos em São Miguel Arcanjo, SP.
  • 56.
  • 57. Figura 3 Correlação entre o teor de Ca no solo com o teor de K na folha coletada durante o pleno florescimento, nos vinhedos em São Miguel Arcanjo, SP.
  • 58. Figura 4 Correlação entre o teor de Mg no solo com o teor de K na folha coletada durante o pleno florescimento, nos vinhedos em São Miguel Arcanjo, SP.
  • 59. Figura 5 Correlação entre o teor de K no solo com o teor de Ca na folha coletada durante o pleno florescimento, nos vinhedos em São Miguel Arcanjo, SP.
  • 60. Sistema Integrado de Diagnose e Recomendação (DRIS) Balanço nutricional utilizando a relação entre nutrientes. Etapas: ►Seleção de vinhedos, amostragem de folhas e produtividade. ►Definição da população padrão – alta produtividade; ►Cálculo das relações dos nutrientes da população padrão – estabelecimento dos Índices de nutrientes: IN, IP, IK, ICa, IMg e IS – ideal = 0 Exemplo: IN – N/P, N/K, N/Ca, N/Mg, N/S Quanto mais positivo – excesso; Quanto mais negativo – deficiência ►IBN – Índice de balanço de nutrientes – somatório dos índices de nutrientes – ideal = 0 ►Comparação das relações da população padrão com a amostra
  • 61. DADOS DE PRODUTIVIDADES DE CADA REGIÃO - SEPARADOS EM FUNÇÃO DA MÉDIA DE PRODUTIVIDADE Produtividade média em São Miguel Arcanjo- 16,3t ha-1 População alta prod. - Produtividade>16,3 – 14 vinhedos População baixa prod.–Produtividade<16,3 OBJETIVO - comparar os teores de nutrientes nas folhas e no solo nestas duas populações, com o intuito de se conhecer o nutriente que pode estar afetando a produtividade.
  • 62. Tabela 1 - Índices DRIS para cada nutriente baseado na metodologia de JONES (1981). Prod. Vinhedo Índice DRIS IBN Seqüência deficiência a excesso t/ha N P K Ca Mg B Cu Fe Mn Zn S 24 6 14 6 8 -9 7 -15 0 20 -29 -17 15 140 Mn>Zn>B>Ca>Cu>P>Mg>K>N>S>Fe 23 7 -2 -9 -6 6 12 6 -11 19 -1 -23 10 106 Zn>Cu>P>K>N>Mn>Ca>B>S>Mg>Fe 12 7 -1 -16 -5 1 0 -10 11 -8 18 1 8 79 P>B>Fe>K>N>Mg>Ca>Zn>S>Cu>Mn 3 11 10 0 -7 8 6 -28 -4 8 10 -5 4 90 B>K>Zn>Cu>P>S>Mg>Ca>Fe>N>Mn 9 11 -11 2 15 -1 10 -4 -6 11 -9 1 -10 79 N>S>Mn>Cu>B>Ca>Zn>P>Mg>Fe>K 19 11 -5 -9 -10 -8 1 -3 15 4 9 2 2 68 K>P>Ca>N>B>Mg>S>Zn>Fe>Mn>Cu 10 11 6 7 7 1 -1 -3 4 -16 -1 -4 0 52 Fe>Zn>B>Mn>Mg>S>Ca>Cu>N>K>P 18 13 -1 1 -2 6 2 7 0 -9 -2 -3 1 33 Fe>Zn>Mn>K>N>Cu>S>P>Mg>Ca>B 21 14 6 2 -4 -6 7 -11 11 5 -4 -10 4 71 B>Zn>Ca>Mn.K>P>S>Fe>N>Mg>Cu 16 15 10 -6 -4 -8 14 0 0 -16 -3 10 4 74 Fe>Ca>P>K>Mn>Cu>B>S>Zn>N>Mg 15 17 -7 -7 -13 -12 -17 -5 78 -27 10 4 -5 65 Fe>Mg>K>Ca>N>P>S>B>Zn>Mn>Cu 20 18 4 -2 -9 11 -3 -5 -4 2 13 -13 7 74 ZN>K>B>Cu>Mg.P>Fe>N>S>Ca>Mn 8 19 -13 13 -18 12 -5 13 1 -6 -1 8 -4 94 K>N>Fe>Mg>S>Mn>Cu>Zn>Ca>B>P 13 19 -1 -9 3 4 -5 8 14 -19 17 -5 -7 93 Fe>P>S>Mg>Zn>N>K>Ca>B>Cu>Mn 14 20 -4 -5 -5 -10 4 6 24 -9 2 0 -3 72 Ca>Fe>K>P>N>S>Zn>Mn>Mg>B>Cu 2 20 2 -2 -1 4 -3 -17 12 3 6 -5 2 58 B>Zn>Mg>P>K>N>S>Fe>Ca>Mn>Cu 4 20 -2 5 2 8 5 8 10 -1 -18 -15 -2 78 Mn>Zn>N>S>Fe>K>Mg>P>Ca>B>Cu 6 20 -7 10 11 0 4 6 -2 -7 -4 -12 -1 63 Zn>N>Fe>Mn>Cu>S>Ca>Mg>B>P>K 5 21 5 1 9 -4 -5 -1 -2 -6 -5 8 1 45 Fe>Mn>Mg>Ca>Cu>B>P>S>N>Zn>K 22 23 -1 4 -4 4 9 2 -15 -5 6 3 -4 56 Cu>Fe>K>S>N>B>Zn>P>Ca>Mn>Mg 7 25 -4 -2 -5 -4 0 -1 -1 5 8 4 1 36 K>Ca>N>P>B>Cu>Mg>S>Zn>Fe>Mn 11 26 3 -16 -7 -1 4 8 3 10 -3 5 -7 68 P>K>S>Mn>Ca>N>Cu>Mg>Zn>B>Fe 1 26 1 -1 -9 6 -3 -8 -4 0 13 -1 8 55 K>B>Cu>Mg>Zn>P>Fe>N>Ca>S>Mn 17 27 4 1 5 -12 -11 3 -2 1 -3 12 0 54 Ca>Mg>Mn>Cu>S>Fe>P>B>N>K>Zn
  • 63. ÍNDICE DE BALANÇO DE NUTRIENTES FLORESCIMENTO AMOLECIMENTO BAGAS Populações t/há FOLHA LIMBO PECIOLO FOLHA LIMBO PECIOLO Alta produtividade 16,5 29,0 33,2 32,6 33,9 33,5 34,7 Baixa produtividade 8,4 43,9 39,0 42,6 49,1 51,2 45,8 Figura 6 Relação entre IBN e Produtividade da videira ‘Niagara Rosada’, nos vinhedos de São Miguel Arcanjo, Jundiaí e Jales.
  • 64. Figura 7 Teores foliares de N, P, K, Ca, Mg, S, B, Cu, Fe, Mn e Zn ótimos para videira ‘Niagara Rosada’ derivados dos índices DRIS.
  • 65. IMPORTÂNCIA PRÁTICA DO PROJETO O levantamento nutricional realizado nas regiões de Jundiaí, São Miguel Arcanjo e Jales, foi de extrema importância, pois forneceu informações que irão dar suporte a pesquisas na área de adubação e calagem nas regiões de estudo. Deve-se também considerar a importância prática deste trabalho, uma vez que, nos vinhedos selecionados, os dados de análise de solo e folhas, bem como a recomendação de adubação e calagem, foram repassados para os produtores. Este projeto também colaborou para a formação de recursos humanos, pois inúmeros estudantes de graduação auxiliaram nas diversas atividades relacionadas no levantamento. Ressalta-se também que parte dos dados foram utilizados na dissertação de mestrado da aluna de pós- graduação do Instituto Agronômico
  • 66. Influência de porta-enxertos na videira Niagara Rosada cultivada nas regiões Leste e Noroeste do Estado de São Paulo.
  • 67. OBJETIVOS Recomendar nas condições de cultivo das regiões Leste e Noroeste do Estado de São Paulo, o porta-enxerto mais adequado para a cultivar de videira “Niagara Rosada”, levando-se em consideração a produtividade, as características físicas e físico-químicas dos cachos. A quantificação dos nutrientes extraídos pelas podas poderá auxiliar na revisão da recomendação de adubação para a videira Niagara Rosada.
  • 68. Engº Agrº Dr. Marco Antonio Tecchio Email: tecchio@iac.sp.gov.br Telefone: 11-45827284