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O QUE SÃO? COMO IDENTIFICAR? COMO INTERVIR?
CARTILHAS PARA PROFISSIONAIS DE SAÚDE:
Quando uma mulher se torna mãe, ela passará por muitas mudanças e
adaptações, e esse acontecimento também afetará sua família e suas relações
(1, 2, 3). Para a criança que nasce, as mudanças também são intensas: ela sai de
sua condição intra-uterina e se depara com uma realidade que não entende e
diante da qual se encontra ainda indefesa. No início da vida, ela só pode contar
com seu corpo para dizer ao mundo como se sente e do que precisa. Assim, a
mãe precisa ter disponibilidade suficiente para se adaptar ao bebê e fornecer
tudo o que ele precisa (4). Entretanto, essa comunicação não-verbal pode ser
um desafio para quem cuida de um bebê.
Quando, por qualquer razão, a mãe não consegue entender as
necessidades da criança e atendê-las satisfatoriamente (sejam elas físicas, de
atenção ou de acolhimento diante de possíveis angústias e medos), o corpo do
bebê indicará essa dificuldade. Além do choro, as suas principais funções de
regulação funcional podem ser afetadas (5, 6).
Sendo assim, sintomas nas áreas do sono, alimentação, digestão,
respiração, pele e comportamento podem também estar relacionados a
alguma dificuldade na relação do bebê com seus pais/cuidadores ou com o
contexto (7, 8, 9). Dessa forma, quanto mais precocemente essas dificuldades
forem detectadas, maior a possibilidade de minimizar ou evitar danos ao
desenvolvimento infantil (7, 10).
No Brasil, assim como em outros países (11, 12, 13), os estudos sobre as
manifestações somáticas funcionais dos bebês ainda são escassos e
desvalorizados na prática clínica (14, 15, 16). Em função disso, esta cartilha aborda
a temática dos sintomas somáticos funcionais na primeira infância, com o
objetivo de auxiliar os profissionais e agentes comunitários de saúde que
trabalham na assistência de famílias com bebês.
Esse material é um produto derivado de uma pesquisa que envolveu a
UFCSPA, a UFRGS e a UNISINOS, intitulada "Sintomas Psicofuncionais:
Mapeamento e Avaliação" - SINBEBÊ, realizada no estado do Rio Grande do Sul
entre os anos de 2012 e 2016. Tal estudo objetivou mapear a presença de
sintomas somáticos funcionais (ou sintomas psicofuncionais) em bebês de seis
a 12 meses de vida. Esperamos que esse material seja útil para a sua prática
profissional. Boa leitura!
apresentação
Quem cuida de um bebê desempenha um papel fundamental na
sua vida (17, 18).
Quando a mãe (ou o cuidador) está impossibilitada de cumprir
essas funções de “tradução” dos sinais do bebê, compreensão e
atendimento de suas demandas, este poderá reagir através do corpo para
manifestar os seus conflitos e necessidades, sinalizando essa dificuldade
interacional ou relacional com a mãe/cuidador (23). Assim, podem surgir
sintomas somáticos funcionais, que são entendidos como manifestações
somáticas e/ou do comportamento da criança que sinalizam dificuldades
na relação e/ou interação mãe/cuidador-bebê (5). É importante
diagnosticar e tratar precocemente tais manifestações, pois estes sintomas
podem, mais tarde, persistir ou mesmo aparecer de forma mais grave ou
intensa (7, 10), impactando o desenvolvimento infantil (24).
o que isso significa?
de olho na relação mãe-bebê
o que sÃo sintomas SOMÁTICOS FUNCIONAIS?
No início da vida, o bebê não tem condições psicológicas para
entender o mundo em que vive. Ele não possui recursos para construir
representações mentais, através da palavra, que poderiam lhe ajudar a
descarregar as suas angústias e sofrimentos (19, 20), como acontece mais
tarde. Assim, o bebê necessita que o cuidador pense por ele, que
compreenda e contenha seus sentimentos, dando a eles um nome, um
significado e uma resposta adequada. A capacidade de identificar, nomear
e pensar sobre os próprios estados afetivos desenvolve-se na criança a
partir das primeiras relações com os cuidadores, desde que eles cumpram
essa função de acolher, conter, decodificar, nomear e devolver em níveis
apropriados a angústia da criança (17, 21, 22).
Que sintomas somáticos funcionais um bebê pode apresentar?
Esses sintomas atingem as principais funções somáticas do bebê.
Na tabela encontram-se os principais sintomas identificados para cada
uma das funções somáticas afetadas:
ALIME NTAÇ ÃO
Distúrbios na quantidade e qualidade da alimentação (7).
Dificuldades com tipos específicos de alimentos que
devem ser introduzidos ao longo do primeiro ano de
vida (7).
Regurgitação, cólica, soluço, prisão de ventre
e diarreia (5).
DIGESTÃO
RESPIRAÇÃO
Asma, bronquite, alergias respiratórias e infecções de
repetição, como laringites e faringites (7).
COMPORTAMENTO
Temperamento difícil, irritação e choro frequente, baixa
consolabilidade, ansiedade, medos constantes,
dificuldades de vínculo e ansiedade de separação (5, 7).
Problemas de pele, como eczemas e alergias
cutâneas (5, 7).
Assim como as manifestações respiratórias, tem como
característica o agravamento em momentos de
crise (5, 7).
PELE
SONO
Insônia, dormir mal, acordar-se muitas vezes durante a
noite, demorar para dormir, dormir muito tarde, dormir
pouco ou demais para a idade, não ter horário na
rotina de sono (7).
Função
Somática Afetada principais sinais e sintomas
como identificar?
COMO ESTÃO OS NOSSOS BEBÊS?
Nessas situações, geralmente existe uma busca recorrente dos
pais/cuidadores pelos serviços de saúde. Embora não se desconsidere
eventuais vulnerabilidades orgânicas constitucionais do bebê ou
provocadas pelo ambiente, percebe-se que, mesmo diante de diversas
alternativas de tratamento (por exemplo, reorganização de rotinas,
prescrição de tratamento farmacológico, inserção de medicamento
específico, etc.), as manifestações somáticas permanecem, sendo
refratárias a estas, o que leva ao esgotamento da mãe, do pai e da família
como um todo.
Assim, destaca-se o fato de o sintoma, embora sendo expresso pelo
corpo, tratar-se de um indicativo de dificuldades relacionais, devendo,
portanto, ser entendido como parte de um contexto. Por isso, é preciso
atentar não apenas para o sintoma e sua causa, que pode ser identificada
como física, mas principalmente para a vulnerabilidade física e emocional
do bebê, que levou ao surgimento desse sintoma. Daí a necessidade de
analisar o contexto da criança, o que inclui as suas características
pessoais e dos cuidadores, a relação do bebê com seus cuidadores, a
comunicação e os afetos presentes nessa relação, o estado geral de saúde
do bebê, etc. (25, 26, 27, 28, 29, 30).
Na avaliação realizada com bebês gaúchos, encontrou-se uma
expressiva frequência de sintomas somáticos funcionais, conforme indicado
na tabela:
* Avaliação realizada a partir do Symptom Check List - Avaliação dos distúrbios psicofuncionais da primeira infância (Robert-Tissot et al., 1989).
NÃO 63% 100
SIM 37% 60
TOTAL 100% 160
BEBê TEM SINTOMA? porcentagem frequência
ALIMENTAÇÃO Momento de refeição do bebê considerado difícil 11.7
RESPIRAÇÃO Possui problemas respiratórios frequentemente 21.3
ALERGIA
Alergia, de intensidade forte, a alimentos
Alergia, de intensidade forte, cutânea
4.3
4.3
Sente dor de barriga em todas as refeições ou
quase todas
Fica constipado (com dificuldade de evacuar)
2.6
2.6
DIGESTÃO
SONO
Tempo para dormir costuma ser mais de uma hora
Pesadelos em todas, ou quase todas, as noites
9.1
4.3
Função Somática
Afetada
principais sinais e sintomas frequência
PELE
Eczema de pele de duração de uma semana a
crônica
2,6
COMPORTAMENTO
Frequência alta de crises de raiva
Intensidade forte de crises de raiva
MEDO E
TIMIDEZ
Medo de intensidade forte
Timidez de intensidade forte
13.5
5.2
SEPARAÇÃO
Frequência alta de dificuldade de
separação
13.5
7
10
como devo intervir?
Em caso de dúvidas quanto ao desenvolvimento do bebê, é
importante contatar o pediatra ou outros profissionais de saúde
especializados no atendimento de bebês, que tenham uma visão completa
do crescimento e do desenvolvimento infantil e poderão realizar o
encaminhamento para profissionais de saúde mental (psicólogo e
psiquiatra). Estes farão o atendimento à família, para investigar dificuldades
contextuais, familiares, conjugais e/ou individuais de cada progenitor que
podem estar interferindo no aparecimento desses sintomas do bebê.
Destaca-se que os sintomas físicos podem ser transitórios e
inclusive se modificar à medida que o bebê cresce e adquire novas
habilidades de regulação do seu organismo e comportamento. Por
exemplo, um bebê que apresenta dificuldades com o sono pode passar a
dormir melhor. Contudo, é necessário investigar se o bebê não começou a
apresentar dificuldades alimentares ou problemas de pele ou
comportamento. Essas aparentes “resoluções” dos sintomas podem indicar
que o padrão de dificuldades na relação pais-bebê não se alterou e
continua sobrecarregando psiquicamente a criança. Por isso, fique atento
e, caso constate a presença de sintomas somáticos funcionais nos bebês
que você acompanha, comunique ao pediatra ou realize o
encaminhamento para um profissional especializado
REFERÊNCIAS
1. Brazelton, T. B., & Cramer, B. G. (1992). As primeiras relações. São Paulo: Martins Fontes.
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bébé et ses partenaires (pp. 179-186). Paris: Eshel.
10. Feliciano, D. S., & Souza, A. S. L. (2011). Para além do seio: Uma proposta de intervenção psicanalítica pais-bebê a partir de
dificuldades na amamentação. Jornal de Psicanálise, 44(81), 145-161.
11. Robert-Tissot, C., Cramer, B., Stern, D. N., Rusconi Serpa, S., Bachmann, J-P., Palacio-Espasa, F., Knauer, D., Muralt, M., Berney, C.,
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and adaptation during feeding: a longitudinal observational study. BMC Pregnancy Childbirth, 14(274). doi: 10.1186/1471-2393-14-274
13. Tissot, H., Favez, N., Frascarolo, F., & Despland, J. N. (2016). Coparenting behaviors as mediators between postpartum parental
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15. Scalco, M. O., & Donelli, T. M. S. (2014). Os sintomas psicofuncionais e a relação mãe-bebês gêmeos aos nove meses de idade.
Temas em Psicologia, 22(1), 55-66.
16. Scalco, M. O., & Donelli, T. M. S. (2014). Transtornos respiratórios e relação mãe-bebê no primeiro ano de vida. Psicologia
Argumento, 32(79), 131-141.
17. Bowlby, J. A. (1989). Apego: A natureza do vínculo. São Paulo: Martins Fontes.
18. Winnicott D W. (1958/1988). Textos selecionados: da Pediatria à Psicanálise. Francisco Alves.
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20. McDougall, J. (1996). Teatros do corpo: O psicossoma em Psicanálise. São Paulo: Martins Fontes.
21. Winnicott, D. W. (1960/1990). Teoria do relacionamento paterno-infantil. Em: O ambiente e os processos de maturação (pp.
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22. Bion, W. R. (1973). Atenção e interpretação. Rio de Janeiro: Imago.
23. Jerusalinsky, J., & Berlinck, M. T. (2008). Leitura de bebês. Estilos da Clinica, 13(24), 122-131.
24. Simpson, T. E., Condon, E., Price, R. M., Finch, B. K., Sadler, L. S., & Ordway, M. R. (2015). Demystifying infant mental health:
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25. Ahlqvist-Björkroth, S., Vaarno, J., Junttila, N., Pajulo, M., Räihä, H., Niinikoski, H., & Lagström, H. (2016). Initiation and exclusivity
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26. Bob, P., Selesova, P., & Kukla, L. (2015). Dissociative symptoms and mother's marital status in young adult population. Medicine
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27. Daryanani, I., Hamilton, J. L., McArthur, B. A., Steinberg, L., Abramson, L. Y., & Alloy, L. B. (2017). Cognitive vulnerabilities to
depression for adolescents in single-mother and two-parent families. Journal of Youth and Adolescence, 46: 213-227.
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28. Emmott, E. H., & Mace, R. (2015). Practical support from fathers and grandmothers is associated with lower levels of
breastfeeding in the UK Millennium Cohort Study. PLoS ONE, 10(7). e0133547. doi:10.1371/journal.pone.0133547
29. Holden, L., Dobson, A. J., Ware, R. S., Hockey, R., & Lee, C. (2015). Longitudinal trajectory patterns of social support: Correlates
and associated mental health in an Australian national cohort of young women. Quality of Life Research, 24(9), 2075-2086.
doi:10.1007/s11136-015-0946-2
30. Rudzik, A. E. F., & Ball, H. L. (2015). Exploring maternal perceptions of infant sleep and feeding method among mothers in the
United Kingdom: A qualitative focus group study. Maternal and Child Health Journal, 20, 33-40. doi: 10.1007/s10995-015-1798-7
* Robert-Tissot C. et al. (1989). Le questionnaire “Sympton Check-List”. In S. Lebovici. P. Mazet, J. P. Visier (Orgs.), L’evaluation des
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- Profa. Dra. Daniela Centenaro Levandowski - UFCSPA
- Profa. Dra. Giana Bitencourt Frizzo - UFRGS
- Profa. Dra. Tagma Marina Schneider Donelli - UNISINOS
- Profa. Dra. Angela Helena Marin - UNISINOS
- Gabriela Nunes Maia - Doutoranda em Ciências da Saúde - UFCSPA
- Flávia Santos da Silva - Bolsista de Iniciação Científica- UFCSPA

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Cartilha Sintomas em Bebês

  • 1. O QUE SÃO? COMO IDENTIFICAR? COMO INTERVIR? CARTILHAS PARA PROFISSIONAIS DE SAÚDE:
  • 2. Quando uma mulher se torna mãe, ela passará por muitas mudanças e adaptações, e esse acontecimento também afetará sua família e suas relações (1, 2, 3). Para a criança que nasce, as mudanças também são intensas: ela sai de sua condição intra-uterina e se depara com uma realidade que não entende e diante da qual se encontra ainda indefesa. No início da vida, ela só pode contar com seu corpo para dizer ao mundo como se sente e do que precisa. Assim, a mãe precisa ter disponibilidade suficiente para se adaptar ao bebê e fornecer tudo o que ele precisa (4). Entretanto, essa comunicação não-verbal pode ser um desafio para quem cuida de um bebê. Quando, por qualquer razão, a mãe não consegue entender as necessidades da criança e atendê-las satisfatoriamente (sejam elas físicas, de atenção ou de acolhimento diante de possíveis angústias e medos), o corpo do bebê indicará essa dificuldade. Além do choro, as suas principais funções de regulação funcional podem ser afetadas (5, 6). Sendo assim, sintomas nas áreas do sono, alimentação, digestão, respiração, pele e comportamento podem também estar relacionados a alguma dificuldade na relação do bebê com seus pais/cuidadores ou com o contexto (7, 8, 9). Dessa forma, quanto mais precocemente essas dificuldades forem detectadas, maior a possibilidade de minimizar ou evitar danos ao desenvolvimento infantil (7, 10). No Brasil, assim como em outros países (11, 12, 13), os estudos sobre as manifestações somáticas funcionais dos bebês ainda são escassos e desvalorizados na prática clínica (14, 15, 16). Em função disso, esta cartilha aborda a temática dos sintomas somáticos funcionais na primeira infância, com o objetivo de auxiliar os profissionais e agentes comunitários de saúde que trabalham na assistência de famílias com bebês. Esse material é um produto derivado de uma pesquisa que envolveu a UFCSPA, a UFRGS e a UNISINOS, intitulada "Sintomas Psicofuncionais: Mapeamento e Avaliação" - SINBEBÊ, realizada no estado do Rio Grande do Sul entre os anos de 2012 e 2016. Tal estudo objetivou mapear a presença de sintomas somáticos funcionais (ou sintomas psicofuncionais) em bebês de seis a 12 meses de vida. Esperamos que esse material seja útil para a sua prática profissional. Boa leitura! apresentação
  • 3. Quem cuida de um bebê desempenha um papel fundamental na sua vida (17, 18). Quando a mãe (ou o cuidador) está impossibilitada de cumprir essas funções de “tradução” dos sinais do bebê, compreensão e atendimento de suas demandas, este poderá reagir através do corpo para manifestar os seus conflitos e necessidades, sinalizando essa dificuldade interacional ou relacional com a mãe/cuidador (23). Assim, podem surgir sintomas somáticos funcionais, que são entendidos como manifestações somáticas e/ou do comportamento da criança que sinalizam dificuldades na relação e/ou interação mãe/cuidador-bebê (5). É importante diagnosticar e tratar precocemente tais manifestações, pois estes sintomas podem, mais tarde, persistir ou mesmo aparecer de forma mais grave ou intensa (7, 10), impactando o desenvolvimento infantil (24). o que isso significa? de olho na relação mãe-bebê o que sÃo sintomas SOMÁTICOS FUNCIONAIS? No início da vida, o bebê não tem condições psicológicas para entender o mundo em que vive. Ele não possui recursos para construir representações mentais, através da palavra, que poderiam lhe ajudar a descarregar as suas angústias e sofrimentos (19, 20), como acontece mais tarde. Assim, o bebê necessita que o cuidador pense por ele, que compreenda e contenha seus sentimentos, dando a eles um nome, um significado e uma resposta adequada. A capacidade de identificar, nomear e pensar sobre os próprios estados afetivos desenvolve-se na criança a partir das primeiras relações com os cuidadores, desde que eles cumpram essa função de acolher, conter, decodificar, nomear e devolver em níveis apropriados a angústia da criança (17, 21, 22).
  • 4. Que sintomas somáticos funcionais um bebê pode apresentar? Esses sintomas atingem as principais funções somáticas do bebê. Na tabela encontram-se os principais sintomas identificados para cada uma das funções somáticas afetadas: ALIME NTAÇ ÃO Distúrbios na quantidade e qualidade da alimentação (7). Dificuldades com tipos específicos de alimentos que devem ser introduzidos ao longo do primeiro ano de vida (7). Regurgitação, cólica, soluço, prisão de ventre e diarreia (5). DIGESTÃO RESPIRAÇÃO Asma, bronquite, alergias respiratórias e infecções de repetição, como laringites e faringites (7). COMPORTAMENTO Temperamento difícil, irritação e choro frequente, baixa consolabilidade, ansiedade, medos constantes, dificuldades de vínculo e ansiedade de separação (5, 7). Problemas de pele, como eczemas e alergias cutâneas (5, 7). Assim como as manifestações respiratórias, tem como característica o agravamento em momentos de crise (5, 7). PELE SONO Insônia, dormir mal, acordar-se muitas vezes durante a noite, demorar para dormir, dormir muito tarde, dormir pouco ou demais para a idade, não ter horário na rotina de sono (7). Função Somática Afetada principais sinais e sintomas
  • 5. como identificar? COMO ESTÃO OS NOSSOS BEBÊS? Nessas situações, geralmente existe uma busca recorrente dos pais/cuidadores pelos serviços de saúde. Embora não se desconsidere eventuais vulnerabilidades orgânicas constitucionais do bebê ou provocadas pelo ambiente, percebe-se que, mesmo diante de diversas alternativas de tratamento (por exemplo, reorganização de rotinas, prescrição de tratamento farmacológico, inserção de medicamento específico, etc.), as manifestações somáticas permanecem, sendo refratárias a estas, o que leva ao esgotamento da mãe, do pai e da família como um todo. Assim, destaca-se o fato de o sintoma, embora sendo expresso pelo corpo, tratar-se de um indicativo de dificuldades relacionais, devendo, portanto, ser entendido como parte de um contexto. Por isso, é preciso atentar não apenas para o sintoma e sua causa, que pode ser identificada como física, mas principalmente para a vulnerabilidade física e emocional do bebê, que levou ao surgimento desse sintoma. Daí a necessidade de analisar o contexto da criança, o que inclui as suas características pessoais e dos cuidadores, a relação do bebê com seus cuidadores, a comunicação e os afetos presentes nessa relação, o estado geral de saúde do bebê, etc. (25, 26, 27, 28, 29, 30). Na avaliação realizada com bebês gaúchos, encontrou-se uma expressiva frequência de sintomas somáticos funcionais, conforme indicado na tabela: * Avaliação realizada a partir do Symptom Check List - Avaliação dos distúrbios psicofuncionais da primeira infância (Robert-Tissot et al., 1989). NÃO 63% 100 SIM 37% 60 TOTAL 100% 160 BEBê TEM SINTOMA? porcentagem frequência
  • 6. ALIMENTAÇÃO Momento de refeição do bebê considerado difícil 11.7 RESPIRAÇÃO Possui problemas respiratórios frequentemente 21.3 ALERGIA Alergia, de intensidade forte, a alimentos Alergia, de intensidade forte, cutânea 4.3 4.3 Sente dor de barriga em todas as refeições ou quase todas Fica constipado (com dificuldade de evacuar) 2.6 2.6 DIGESTÃO SONO Tempo para dormir costuma ser mais de uma hora Pesadelos em todas, ou quase todas, as noites 9.1 4.3 Função Somática Afetada principais sinais e sintomas frequência PELE Eczema de pele de duração de uma semana a crônica 2,6 COMPORTAMENTO Frequência alta de crises de raiva Intensidade forte de crises de raiva MEDO E TIMIDEZ Medo de intensidade forte Timidez de intensidade forte 13.5 5.2 SEPARAÇÃO Frequência alta de dificuldade de separação 13.5 7 10
  • 7. como devo intervir? Em caso de dúvidas quanto ao desenvolvimento do bebê, é importante contatar o pediatra ou outros profissionais de saúde especializados no atendimento de bebês, que tenham uma visão completa do crescimento e do desenvolvimento infantil e poderão realizar o encaminhamento para profissionais de saúde mental (psicólogo e psiquiatra). Estes farão o atendimento à família, para investigar dificuldades contextuais, familiares, conjugais e/ou individuais de cada progenitor que podem estar interferindo no aparecimento desses sintomas do bebê. Destaca-se que os sintomas físicos podem ser transitórios e inclusive se modificar à medida que o bebê cresce e adquire novas habilidades de regulação do seu organismo e comportamento. Por exemplo, um bebê que apresenta dificuldades com o sono pode passar a dormir melhor. Contudo, é necessário investigar se o bebê não começou a apresentar dificuldades alimentares ou problemas de pele ou comportamento. Essas aparentes “resoluções” dos sintomas podem indicar que o padrão de dificuldades na relação pais-bebê não se alterou e continua sobrecarregando psiquicamente a criança. Por isso, fique atento e, caso constate a presença de sintomas somáticos funcionais nos bebês que você acompanha, comunique ao pediatra ou realize o encaminhamento para um profissional especializado REFERÊNCIAS 1. Brazelton, T. B., & Cramer, B. G. (1992). As primeiras relações. São Paulo: Martins Fontes. 2. Klaus, M. H., & Kennel, J. H. (1992). Pais-bebê: A formação do apego. Porto Alegre: Artmed. 3. Bornstein, M. H., Putnick, D. L., & Suwalsky, J. T. (2016). Emotional interactions in European American mother-infant first born and second born dyads: A within-family study. Developmental Psychology, 52(9), 1363-1369. 4. Mellier, D. (2014). The psychic envelopes in psychoanalytic theories of infancy. Frontiers of Psychology, 5(734), 1-9. doi: 10.3389/fpsyg.2014.00734 5. Kreisler, L. (1978). A criança psicossomática. Lisboa: Estampa. 6. Marcelli, D., & Cohen, D. (2016). Infância e Psicopatologia. Porto Alegre: Artmed 7. Batista-Pinto, E. (2004). Os sintomas psicofuncionais e as consultas terapêuticas pais/bebê. Estudos de Psicologia, 9(3), 451-457. 8. Mazet, P., & Stoleru, S. (1990). Manual de psicopatologia do recém-nascido. Porto Alegre: Artes Médicas. 9. Robert-Tissot, C., Rusconi-Serpa, S., Bachman, J.-P., Besson, G., Cramer, B., Knauer, D., Muralt, M. de, & Palácio-Espasa, F. (1989). Le questionnaire “Sympton Check-List”. In S. Lebovici. P. Mazet, & J.-P. Visier (Orgs.), L’evaluation des interactions précoces entre le bébé et ses partenaires (pp. 179-186). Paris: Eshel. 10. Feliciano, D. S., & Souza, A. S. L. (2011). Para além do seio: Uma proposta de intervenção psicanalítica pais-bebê a partir de dificuldades na amamentação. Jornal de Psicanálise, 44(81), 145-161. 11. Robert-Tissot, C., Cramer, B., Stern, D. N., Rusconi Serpa, S., Bachmann, J-P., Palacio-Espasa, F., Knauer, D., Muralt, M., Berney, C., Mendiguren. G. (1996). Outcome evaluation in brief mother-infant psychotherapies: Reports on 75 cases. Infant Mental Health Journal, 17(2), 97-114. 12. Squires, C., Lalanne, C., Murday, N., Simoglou, V., & Vaivre-Douret, L. (2014). The influence of eating disorders on mother' sensitivy and adaptation during feeding: a longitudinal observational study. BMC Pregnancy Childbirth, 14(274). doi: 10.1186/1471-2393-14-274
  • 8. 13. Tissot, H., Favez, N., Frascarolo, F., & Despland, J. N. (2016). Coparenting behaviors as mediators between postpartum parental depressive symptoms and toddler’s symptoms. Frontiers of Psychology, 7(1912). doi: 10.3389/fpsyg.2016.01912 14. Rocha, M. A. R. S. (2009). A clínica da parentalidade: Atendimentos precoces e psicoprofiláticos em direção à saúde física e mental. Dissertação de Mestrado. PUCSP, São Paulo. 15. Scalco, M. O., & Donelli, T. M. S. (2014). Os sintomas psicofuncionais e a relação mãe-bebês gêmeos aos nove meses de idade. Temas em Psicologia, 22(1), 55-66. 16. Scalco, M. O., & Donelli, T. M. S. (2014). Transtornos respiratórios e relação mãe-bebê no primeiro ano de vida. Psicologia Argumento, 32(79), 131-141. 17. Bowlby, J. A. (1989). Apego: A natureza do vínculo. São Paulo: Martins Fontes. 18. Winnicott D W. (1958/1988). Textos selecionados: da Pediatria à Psicanálise. Francisco Alves. 19. Marty, P. (1993). A psicossomática do adulto. Porto Alegre: Artes Médicas. 20. McDougall, J. (1996). Teatros do corpo: O psicossoma em Psicanálise. São Paulo: Martins Fontes. 21. Winnicott, D. W. (1960/1990). Teoria do relacionamento paterno-infantil. Em: O ambiente e os processos de maturação (pp. 38-54). Porto Alegre: Artes Médicas. 22. Bion, W. R. (1973). Atenção e interpretação. Rio de Janeiro: Imago. 23. Jerusalinsky, J., & Berlinck, M. T. (2008). Leitura de bebês. Estilos da Clinica, 13(24), 122-131. 24. Simpson, T. E., Condon, E., Price, R. M., Finch, B. K., Sadler, L. S., & Ordway, M. R. (2015). Demystifying infant mental health: What the primary care provider needs to know. Journal of Pediatric Health Care, 30(1), 38-48. doi: http://dx.doi.org.ez41.periodicos.capes.gov.br/10.1016/j.pedhc.2015.09.011 25. Ahlqvist-Björkroth, S., Vaarno, J., Junttila, N., Pajulo, M., Räihä, H., Niinikoski, H., & Lagström, H. (2016). Initiation and exclusivity of breastfeeding: association with mothers’ and fathers’ prenatal and postnatal depression and marital distress. Acta Obstetricia et Gynecologica Scandinavica, 95, 396-404. doi: 10.1111/aogs.12857 26. Bob, P., Selesova, P., & Kukla, L. (2015). Dissociative symptoms and mother's marital status in young adult population. Medicine (Baltimore), 94(2), e408. doi: 10.1097/MD.0000000000000408. 27. Daryanani, I., Hamilton, J. L., McArthur, B. A., Steinberg, L., Abramson, L. Y., & Alloy, L. B. (2017). Cognitive vulnerabilities to depression for adolescents in single-mother and two-parent families. Journal of Youth and Adolescence, 46: 213-227. doi:10.1007/s10964-016-0607-y 28. Emmott, E. H., & Mace, R. (2015). Practical support from fathers and grandmothers is associated with lower levels of breastfeeding in the UK Millennium Cohort Study. PLoS ONE, 10(7). e0133547. doi:10.1371/journal.pone.0133547 29. Holden, L., Dobson, A. J., Ware, R. S., Hockey, R., & Lee, C. (2015). Longitudinal trajectory patterns of social support: Correlates and associated mental health in an Australian national cohort of young women. Quality of Life Research, 24(9), 2075-2086. doi:10.1007/s11136-015-0946-2 30. Rudzik, A. E. F., & Ball, H. L. (2015). Exploring maternal perceptions of infant sleep and feeding method among mothers in the United Kingdom: A qualitative focus group study. Maternal and Child Health Journal, 20, 33-40. doi: 10.1007/s10995-015-1798-7 * Robert-Tissot C. et al. (1989). Le questionnaire “Sympton Check-List”. In S. Lebovici. P. Mazet, J. P. Visier (Orgs.), L’evaluation des interactions précoces entre le bébé et ses partenaires (pp. 179-186). Paris: Eshel material desenvolvido por: - Profa. Dra. Daniela Centenaro Levandowski - UFCSPA - Profa. Dra. Giana Bitencourt Frizzo - UFRGS - Profa. Dra. Tagma Marina Schneider Donelli - UNISINOS - Profa. Dra. Angela Helena Marin - UNISINOS - Gabriela Nunes Maia - Doutoranda em Ciências da Saúde - UFCSPA - Flávia Santos da Silva - Bolsista de Iniciação Científica- UFCSPA