SlideShare uma empresa Scribd logo
1
Carrinho de Emergência
JUNTO AO CARRINHO:
Tábua de compressão torácica
Desfibrilador
Monitor
1ª GAVETA
Medicamentos mais utilizados em situações de emergências clínicas.
Para diluição:
- ABD Ampola com 5ml;
- ABD Ampola com 10ml;
- Cloreto de sódio – ampola de 10ml a 20%.
Aminofilina
Ampola de 10 ml com 240mg (24mg/ml).
Ação:
Dilatação dos brônquios e dos vasos pulmonares, através do relaxamento da
musculatura lisa;
Dilatação das artérias coronárias e aumento do débito cardíaco e da diurese;
Estímulo do centro respiratório.
Diluir em SF 0,9% ou SG 5%.
Administração intravenosa lenta (10 a 20 min).
Não misturar ou infundir no mesmo acesso venoso:
Adrenalina, cálcio, dobutamina, dopamina, fenitoína, prometazina, meperidina, morfina,
cefalosporinas em geral.
Atropina
Ampola de 1 ml com 0,5mg.
Ação:
Parassimpaticolítico: aumenta a freqüência cardíaca;
Broncodilatação;
Midríase;
Redução de salivação;
Antídoto na intoxicação por organofosforados.
Dose máxima em adultos: 2mg/dose.
Administração intravenosa: Pode ser feita sem diluir e em bólus rápido.
Administração endotraqueal: diluir para 3 a 5ml em soro fisiológico.
Bicarbonato de sódio
Ampola de 10ml a 8,4%.
Indicação:
Acidose metabólica;
Hipercalemia;
2
Hipermagnesemia;
Intoxicações por antidepressivos tricíclicos, cocaína ou bloqueadores dos canais de
cálcio.
Na emergência:
Diluir a ampola a 1:1 com ABD e administrar a dose em, no mínimo, 2 minutos, direto
na veia.
Fora das emergências:
Correr em 1-2 horas em bomba de infusão.
Lavar o acesso venoso com 3 a 5ml de SF imediatamente antes e imediatamente depois
da administração em bólus.
Acesso venoso exclusivo.
Cloreto de potássio (KCl)
Ampola de 10 ml a 10%.
Indicação:
Reposição e prevenção de deficiência.
Deve ser diluído antes de administrar.
Diazepam
Ampola de 1 ml com 10 mg;
Ampola de 2 ml com 10 mg.
Ação:
Sedativo de ação longa (sem efeito analgésico);
Ansiolítico;
Anticonvulsivante;
Miorelaxante esquelético.
Bólus ou EV contínua;
Não administrar IM;
Não misturar com nenhuma droga na mesma seringa;
Na infusão contínua, trocar a solução de 4/4h;
Não infundir junto com adrenalina, bicarbonato, dexametasona, dobutamina, fentanil,
furosemida, heparina, hidrocortisona, isoproterenol, lidocaína, meperidina, vitaminas.
EV: ter material de suporte ventilatório.
Dopamina / Revivan
Ampola de 10 ml com 50mg (5mg/ml).
Catecolamina endógena;
Ação:
Inotrópica;
Vasoconstritora sistêmica (pressora em doses altas);
Vasodilatadora renal (em doses baixas).
Geralmente usada diluindo-se uma ampola de 10ml com 5mg/ml em 240ml de SGI.
Paciente de 60 kg: infusão de 60 gotas/minuto = 180 ml/hora.
Pode ser misturada na mesma solução com dobutamina, adrenalina, noradrenalina,
lidocaína, vecurônio ou atracurônio.
Não infundir junto com bicarbonato.
Epinefrina / Adrenalina
Ampola 1mg/1ml.
Ação:
3
Inotrópico (aumenta a contratilidade miocárdica);
Cronotrópico (aumenta a freqüência cardíaca);
Aumenta a resistência vascular periférica;
Aumenta a PA (melhorando a perfusão coronariana).
EV: 1 ampola por dose a cada 3 minutos.
Preferencialmente em veia central em acesso exclusivo;
Não associar com bicarbonato na mesma via.
Hidantal / Fenitoína sódica
Ampola de 5ml a 5% (50mg/ml).
Ação:
Anticonvulsivante;
Antiarrítmico.
Não infundir junto com glicose, amicacina, aminofilina, bicarbonato, dobutamina,
cálcio, heparina, hidrocortisona, lidocaína, morfina.
Diluir em SF para 1 a 10mg/ml para evitar flebite;
Infundir em 20 a 30 minutos;
Após a infusão, lavar equipo e cateter com SF;
Usar em 1 hora após diluição.
Amiodarona / Ancoron
Ampola de 3 ml com 150mg (50mg/ml).
Ação:
Antiarrítmico.
EV: preferir fazer em bólus direto, lento (5 minutos), e evitar correr em equipo (devido
a liberação de substância tóxica em contato com plásticos).
Não misturar ou infundir no mesmo acesso:
Aminofilina, Bicarbonato de sódio, cefazolina, cloreto de sódio e heparina.
Fentanil
Frasco de 10 ml com 0,0785 mg/ml.
Ação:
Analgésico opióide 100 vezes mais potente que a morfina.
EV: bólus lento (3 minutos). Injeção muito rápida pode provocar rigidez torácica e
muscular, broncoconstrição ou laringoespasmo.
Não misturar na mesma seringa ou na mesma linha com fenobarbital ou pentobarbital.
Gardenal / Fenobarbital
Ampola de 1 ml com 200mg.
Indicação:
Profilaxia e tratamento das crises tônico-clônicas generalizadas, crises parciais simples.
EV: infusão lenta (1mg/kg/min);
Diluir em qualquer tipo de soro.
Verificar se a apresentação é para uso EV.
Furosemida / Lasix
Ampola de 2ml com 20mg (10mg/ml).
Diurético de alça.
Indicações:
ICC;
4
Hipertensão;
Hipervolemia;
Edema por insuficiência renal.
EV sem diluir ou diluída a 1mg/ml.
Não misturar com cálcio, cefalosporinas, dopamina, dobutamina, hidrocortisona,
gentamicina, midazolan, morfina.
Prometazina / Fenergan
Ampola de 2 ml com 50mg.
Ação:
Anti-histamínico H1 com ação antialérgica, antivertiginoso, antiemético e sedativo
hipnótico;
Uso EV: infundir sem diluir em 3 minutos sem deixar extravasar (necrose de
subcutâneo). Injeção acidental em artéria causa lesão grave na extremidade.
Cedilanide / Lanatosídeo C
Ampola de 2ml (0,2 mg/ml).
Digitálico de ação curta;
Uso EV.
Sulfato de magnésio
Ampola de 10ml a 50%.
Anticonvulsivante;
Uso EV ou IM.
Hidrocortisona / Solu-cortef
Frasco-ampola com 500mg + diluente (2ml).
Ação:
Glicocorticóide. Usado na asma grave, reposição hormonal na insuficiência supra renal
e doenças inflamatórias;
Uso EV;
Não esquecer de realizar desinfecção na tampa com fricções de álcool 70%.
Heparina / Liquemine
Frasco 5 ml;
Ampola de 0,25ml com 500UI.
Anticoagulante;
Uso subcutâneo: recomenda-se não aspirar e não massagear o local da aplicação para
evitar trauma do tecido.
Midazolan / Dormonid
Ampola de 3 ml com 15mg.
Ampola de 1 ml com 5mg.
Agente indutor do sono, sedativo e anticonvulsivante;
Uso EV contínua (bomba de infusão) ou bólus lento em 2 a 3 min; pode ser IM quando
o paciente estiver sem acesso venoso.
Haldol / Haloperidol
Ampola de 1ml com 5mg.
Antipsicótico, neuroléptico incisivo;
5
Uso IM ou EV lenta.
Adalat / Nifedipina
Cápsula sublingual 10mg
Anti-hipertensivo e antiarrítmico;
Uso sublingual: Deve-se furar a cápsula, colocar na boca e morder devagar para expelir
o conteúdo, deixá-la debaixo da língua e depois engolir.
Isordil
Cápsula sublingual 10mg.
Vasodilatador coronariano;
Uso sublingual: não mastigar.
Gluconato de cálcio
Frasco-ampola com 10ml a 10% (100mg/ml).
Na parada cardiorespiratória tem importância secundária e deve ser usado só nos casos
com hipocalcemia.
Uso EV por bólus: deve ser lenta no máximo de 0,5ml/min;
Não deve ser infundido ou diluído com bicarbonato, pois precipita. Lavar com soro
fisiológico a via antes e depois de se infundir;
Se infiltrar provoca esclerose da veia e necrose tecidual.
Glicose hipertônica
Ampola de 20ml a 50%.
A glicose é importante na reanimação e nas emergências como choque, parada cardíaca,
coma e insuficiência respiratória grave e durante convulsões;
É preferencial que seja realizada uma glicemia capilar antes de se administrar a glicose.
Uso EV por bólus: diluir a glicose em igual volume de ABD;
O uso de soluções acima de 25% em bólus ou de 12,5% em infusão contínua por tempo
prolongado pode levar a esclerose e trombose de veias.
Cloridrato de lidocaína / Xylocaína
Anestésico local.
Antiarrítmico.
2ª GAVETA
Agulhas 25 x 7
Agulhas 40 x 12
Jelco nº 20
Jelco nº 18
Jelco nº 22
Cateteres Subclávia nº 16
Equipo Macrogotas
Equipo Microgotas
Sonda Uretral nº 8
Sonda Uretral nº 12
Sonda Uretral nº 16
Sonda Nasogástrica nº 12
Sonda Nasogástrica nº 16
6
Lâmina de Bisturi
Naylon 3,0 com agulha
Scalp nº 19
Scalp nº 21
Scalp nº 23
Seringa 1 ml
Seringa 3 ml
Seringa 5 ml
Seringa 10 ml
Seringa 20 ml
Three Way
Xilocaína Geléia
3ª GAVETA
Bicarbonato de Sódio 5%
Eletrodos
Luvas Cirúrgicas nº 7,5
Luvas Cirúrgicas nº 8,0
Soro Glicosado 5% 250ml
Soro Glicosado 5% 500ml
Soro Fisiológico 0,9% 250ml
Soro Fisiológico 0,9% 500ml
Tubo nº 7,0
Tubo nº 7,5
Tubo nº 8,0
Tubo nº 8,5
Tubo nº 9,0
4ª GAVETA
Ambu
Cânula de Guedel
Guia de tubo
Lâmina para Laringo (Nº 2, 3 e 4)
Laringoscópio
Látex
Máscara de Hudson
Óculos Protetor
Umidificador
Um carro de emergência é um armário que contém os equipamentos usados por médicos
e enfermeiros quando acontece uma parada cardíaca. Esta é uma situação que exige
procedimentos de socorro imediatos.
7
O carro de emergência, em vermelho, localiza-se próximo
à cama
• desfibrilador - este é um aparelho elétrico com dois eletrodos que são
colocados sobre o peito. Ele descarrega eletricidade no coração quando
é indicada uma freqüência fatal. O objetivo é dar choques no coração para que
ele volte ao normal. As arritmias fatais incluem fibrilação ventricular
(batimentos cardíacos rápidos, descoordenados e não sincronizados) e
taquicardia ventricular (batimentos cardíacos rápidos que impedem o
coração de bombear adequadamente). Também pode ser usado em freqüências
menos perigosas para fazer o coração voltar ao ritmo normal;
8
Desfibrilador
• equipamento de intubação endotraqueal - intubação endotraqueal é o
procedimento que consiste em colocar um tubo na traquéia quando a pessoa
pára de respirar ou não está respirando adequadamente. O tubo permite que o
equipamento de respiração artificial assuma a tarefa de respirar pelo paciente.
A embalagem inclui tubos de diferentes tamanhos e um laringoscópio, uma
luz especial com uma peça achatada de metal que levanta a língua para que o
tubo possa ser colocado na traquéia;
Instrumentos utilizados na intubação endotraqueal
• cateteres das veias centrais - os cateteres são tubos pequenos colocados nas
grandes veias centrais próximas ao coração, para que líquidos e medicamentos
possam chegar rapidamente aos órgãos importantes;
• drogas cardíacas - durante uma parada cardíaca, algumas drogas potentes
são necessárias para fazer com que o coração recomece a bater ou volte para
um ritmo mais estável.
As arritmias graves mais comuns durante uma parada cardíaca são:
• fibrilação ventricular - as contrações do ventrículo (cavidade principal do
coração) são incapazes de promover o bombeamento do sangue;
• taquicardia ventricular - contração rápida do ventrículo que produz fluxo
sangüíneo insuficiente;
9
• assistolia - ausência total de atividade elétrica e, portanto, de contrações
cardíacas;
• atividade elétrica sem pulso (AESP) - há atividade elétrica no coração, mas
com contrações inadequadas;
• bradicardia - ritmos variados que fazem com que o coração bata tão devagar
que não bombeie sangue suficiente.
Estas são algumas das drogas utilizadas para tratar as arritmias:
• adrenalina - utilizada na fibrilação ventricular, na taquicardia ventricular sem
pulso, na assistolia, na atividade elétrica sem pulso e, às vezes, na bradicardia;
• atropina - utilizada na assistolia, na bradicardia e, às vezes, na atividade
elétrica sem pulso;
• xilocaína - utilizada na fibrilação e na taquicardia ventriculares.
Outros equipamentos são usados no departamento de emergência, incluindo a prato de
tubo peitoral, que guarda o equipamento necessário para colocar um tubo peitoral entre
as costelas e o pulmão, para tornar a expandir o pulmão colapsado; e o prato de orelha,
nariz e garganta, que guarda os equipamentos especiais usados geralmente para
sangramentos nasais e para remover corpos estranhos da orelha, do nariz ou da
garganta.
CONFERÊNCIA DO CARRINHO DE EMERGÊNCIA
o A conferência do carrinho de emergência será realizada pela enfermeira sempre
que for utilizado, para ser lacrado;
o A conferência deve contemplar estoque mínimo, prazos de validade de todo o
material, bem como o funcionamento do desfibrilador, laringoscópio,
ressuscitador manual e outros;
o Todo o material quebrado, vencido ou insuficiente deverá ser reposto;
o A checagem do material deverá ser registrada, datada e assinada em impresso
próprio.
o Após o uso da medicação, o material deverá ser reposto mediante prescrição
médica devidamente checada pela enfermagem, materiais com pedido da
enfermeira. No caso de psicotrópicos, faz-se necessário o uso de receita branca;
o A conferência do cardioversor deve ser realizada diariamente pelo enfermeiro, e
registrado em impresso próprio;
GAVETA DE MEDICAÇÕES
Adenosina 02ampolas
Adrenalina 20 ampolas
Atropina 05 ampolas
Água destilada 10 ampolas
Bicarbonato de sódio 8,4% 05 ampolas
Cetamina 01 frasco
Diazepan 05 ampolas
Dopamina 05 ampolas
Dobutamina 05 ampolas
Fenitoína 03 ampolas
Fentanil 03 ampolas
Fenobarbital sódico 03 ampolas
Flumazenil 02 ampolas
10
Furosemida 05 ampolas
Gluconato de cálcio 05 ampolas
Glicose 50% 05 ampolas
Glicose 25% 05 ampolas
Heparina 02 frascos
Hidrocortisona 100mg 02 frascos
Hidrocortisona 500mg 02 frascos
Lidocaína 2% s/ vaso 02 frascos
Meperidina 06 ampolas
Metrocoplamida 04 ampolas
Midazolan 06 ampolas
Morfina 02 ampolas
Nalaxone 02 ampolas
Sulfato de Magnésio 02 ampolas
Soro fisiológico 0,9% 250 ml 02 unidades
Soro fisiológico 0,9% 500 ml 02 unidades
Terbutalina 02 ampolas
MATERIAIS
Abocath 14 05 unidades
Abocath 16 05 unidades
Abocath 18 05 unidades
Abocath 20 05 unidades
Abocath 22 05 unidades
Abocath 24 05 unidades
Agulha 40x12 10 unidades
Agulha 30x8 10 unidades
Agulha 25x7 10 unidades
Agulhas13X4,5 10 unidades
Atadura Crepe n° 15 05 unidades
Agulha de coleta de LCR 22G 02 unidades
Cadarço 01 rolo
Cânula de Guedel n°0 02 unidades
Cânula de Guedel n°1 02 unidades
Cânula de Guedel n°2 02 unidades
Cânula de Guedel n°3 02 unidades
Coletor de urina sistema fechado 01 unidade
Coletor de secreções sistema aberto 01 unidade
Equipo macro gotas 05 unidades
Esparadrapo 01 rolo
Eletrodos 20 unidades
Fio de sutura Nylon 3-0 04 unidades
Fio de sutura Nylon 4-0 04 unidades
Fio de sutura algodão 2-0 04 unidades
Lâmina de bisturi 11 02 unidades
Lâmina de bisturi 23 02 unidades
Micropore 01 unidade
11
Pacote de gaze 05 unidades
Polifix 02 unidades
Seringa 20 ml 05 unidades
Seringa 10 ml 05 unidades
Seringa 05 ml 05 unidades
Seringa 03 ml 05 unidades
Seringa 01 ml 05 unidades
Scalp 25 05 unidades
Scalp 23 05 unidades
Scalp 21 05 unidades
Sonda de aspiração 08 05 unidades
Sonda de aspiração 10 05 unidades
Sonda de aspiração 12 05 unidades
Sonda de aspiração 14 05 unidades
Sonda nasogástrica 08 05 unidades
Sonda nasogástrica 10 05 unidades
Sonda nasogástrica 12 05 unidades
Sonda nasogástrica 14 05 unidades
Sonda nasogástrica 16 05 unidades
Torneirinha de três vias 04 unidades
Tubo orotraqueal 2,5 03 unidades
Tubo orotraqueal 3,0 03 unidades
Tubo orotraqueal 3,5 03 unidades
Tubo orotraqueal 4,0 03 unidades
Tubo orotraqueal 4,5 03 unidades
Tubo orotraqueal 5,0 03 unidades
Tubo orotraqueal 5,5 03 unidades
Tubo orotraqueal 6,0 05 unidade
Tubo orotraqueal 6,5 05 unidade
Tubo orotraqueal 7,0 05 unidade
Tubo orotraqueal 7,5 05 unidade
Tubo orotraqueal 8,0 05 unidade
Tubo orotraqueal 8,5 05 unidade
Tubo orotraqueal 9,0 05 unidade

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Administração de medicamentos por via endovenosa pdf
Administração de medicamentos por via endovenosa pdfAdministração de medicamentos por via endovenosa pdf
Administração de medicamentos por via endovenosa pdf
jaddy xavier
 
Drogas vasoativas
Drogas vasoativasDrogas vasoativas
Drogas vasoativas
resenfe2013
 
Drogas na sala de urgência
Drogas na sala de urgênciaDrogas na sala de urgência
Drogas na sala de urgência
gisa_legal
 
Drogas vasoativas
Drogas vasoativasDrogas vasoativas
Drogas vasoativas
Lindiane Eloisa
 
Aula acessos venosos
Aula acessos venososAula acessos venosos
Aula acessos venosos
Viviane da Silva
 
Carrinho de emergencia
Carrinho de emergenciaCarrinho de emergencia
Carrinho de emergencia
andrei caldas
 
Intoxicação exógena
Intoxicação exógenaIntoxicação exógena
Intoxicação exógena
Efigênia Barros
 
Aula-Drogas-em-UTI_2016.pptx
Aula-Drogas-em-UTI_2016.pptxAula-Drogas-em-UTI_2016.pptx
Aula-Drogas-em-UTI_2016.pptx
shaiane2
 
Urgencia e emergencia - aula 1 (1).pptx
Urgencia e emergencia - aula 1 (1).pptxUrgencia e emergencia - aula 1 (1).pptx
Urgencia e emergencia - aula 1 (1).pptx
EnfermeiraLuciana1
 
Enfermagem em Urgência Emergência
Enfermagem em Urgência EmergênciaEnfermagem em Urgência Emergência
Enfermagem em Urgência Emergência
Wellington Moreira Ribeiro
 
Unidade de Terapia Intensiva (parte 2)
Unidade de Terapia Intensiva (parte 2)Unidade de Terapia Intensiva (parte 2)
Unidade de Terapia Intensiva (parte 2)
Will Nunes
 
Medicamentos potencialmente perigosos: contaminação de superfícies, risco amb...
Medicamentos potencialmente perigosos: contaminação de superfícies, risco amb...Medicamentos potencialmente perigosos: contaminação de superfícies, risco amb...
Medicamentos potencialmente perigosos: contaminação de superfícies, risco amb...
angelitamelo
 
Calculo de medicamentos
Calculo de medicamentosCalculo de medicamentos
Calculo de medicamentos
Viviane Campos
 
administração de medicamentos Via retal
administração de medicamentos Via retaladministração de medicamentos Via retal
administração de medicamentos Via retal
Viviane da Silva
 
Administração de medicamentos em enfermagem
Administração de medicamentos em enfermagemAdministração de medicamentos em enfermagem
Administração de medicamentos em enfermagem
Marcio Pinto da Silva
 
Aula PCR
Aula PCRAula PCR
Aula PCR
Anestesiador
 
Adm med via intramuscular
Adm med via intramuscularAdm med via intramuscular
Adm med via intramuscular
Viviane da Silva
 
Pcr
PcrPcr
ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTOS POR VIA ENDOVENOSA
ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTOS POR VIA ENDOVENOSAADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTOS POR VIA ENDOVENOSA
ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTOS POR VIA ENDOVENOSA
Ithallo Alves
 
Saúde do Adulto I Estudo de caso iii com rede
Saúde do Adulto I Estudo de caso iii com redeSaúde do Adulto I Estudo de caso iii com rede
Saúde do Adulto I Estudo de caso iii com rede
Angelica Reis Angel
 

Mais procurados (20)

Administração de medicamentos por via endovenosa pdf
Administração de medicamentos por via endovenosa pdfAdministração de medicamentos por via endovenosa pdf
Administração de medicamentos por via endovenosa pdf
 
Drogas vasoativas
Drogas vasoativasDrogas vasoativas
Drogas vasoativas
 
Drogas na sala de urgência
Drogas na sala de urgênciaDrogas na sala de urgência
Drogas na sala de urgência
 
Drogas vasoativas
Drogas vasoativasDrogas vasoativas
Drogas vasoativas
 
Aula acessos venosos
Aula acessos venososAula acessos venosos
Aula acessos venosos
 
Carrinho de emergencia
Carrinho de emergenciaCarrinho de emergencia
Carrinho de emergencia
 
Intoxicação exógena
Intoxicação exógenaIntoxicação exógena
Intoxicação exógena
 
Aula-Drogas-em-UTI_2016.pptx
Aula-Drogas-em-UTI_2016.pptxAula-Drogas-em-UTI_2016.pptx
Aula-Drogas-em-UTI_2016.pptx
 
Urgencia e emergencia - aula 1 (1).pptx
Urgencia e emergencia - aula 1 (1).pptxUrgencia e emergencia - aula 1 (1).pptx
Urgencia e emergencia - aula 1 (1).pptx
 
Enfermagem em Urgência Emergência
Enfermagem em Urgência EmergênciaEnfermagem em Urgência Emergência
Enfermagem em Urgência Emergência
 
Unidade de Terapia Intensiva (parte 2)
Unidade de Terapia Intensiva (parte 2)Unidade de Terapia Intensiva (parte 2)
Unidade de Terapia Intensiva (parte 2)
 
Medicamentos potencialmente perigosos: contaminação de superfícies, risco amb...
Medicamentos potencialmente perigosos: contaminação de superfícies, risco amb...Medicamentos potencialmente perigosos: contaminação de superfícies, risco amb...
Medicamentos potencialmente perigosos: contaminação de superfícies, risco amb...
 
Calculo de medicamentos
Calculo de medicamentosCalculo de medicamentos
Calculo de medicamentos
 
administração de medicamentos Via retal
administração de medicamentos Via retaladministração de medicamentos Via retal
administração de medicamentos Via retal
 
Administração de medicamentos em enfermagem
Administração de medicamentos em enfermagemAdministração de medicamentos em enfermagem
Administração de medicamentos em enfermagem
 
Aula PCR
Aula PCRAula PCR
Aula PCR
 
Adm med via intramuscular
Adm med via intramuscularAdm med via intramuscular
Adm med via intramuscular
 
Pcr
PcrPcr
Pcr
 
ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTOS POR VIA ENDOVENOSA
ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTOS POR VIA ENDOVENOSAADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTOS POR VIA ENDOVENOSA
ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTOS POR VIA ENDOVENOSA
 
Saúde do Adulto I Estudo de caso iii com rede
Saúde do Adulto I Estudo de caso iii com redeSaúde do Adulto I Estudo de caso iii com rede
Saúde do Adulto I Estudo de caso iii com rede
 

Semelhante a Carrinho de emergencia

GUIA DO PLANTONISTA 01 - Principais drogas utilizadas em PA.pdf
GUIA DO PLANTONISTA 01 - Principais drogas utilizadas em PA.pdfGUIA DO PLANTONISTA 01 - Principais drogas utilizadas em PA.pdf
GUIA DO PLANTONISTA 01 - Principais drogas utilizadas em PA.pdf
RafaelMacedo358130
 
Guia do plantonista 01 principais drogas utilizadas em pa
Guia do plantonista 01   principais drogas utilizadas em paGuia do plantonista 01   principais drogas utilizadas em pa
Guia do plantonista 01 principais drogas utilizadas em pa
aptonia
 
Dopamina
DopaminaDopamina
Dopamina
Karla Ntz
 
Prof. Francielle Constantino Pereira.pdf
Prof. Francielle Constantino Pereira.pdfProf. Francielle Constantino Pereira.pdf
Prof. Francielle Constantino Pereira.pdf
FrancielleConstantin
 
medicac0esdeurgencia.pdf
medicac0esdeurgencia.pdfmedicac0esdeurgencia.pdf
medicac0esdeurgencia.pdf
KauaneStanley
 
medicac0esdeurgencia.pdf
medicac0esdeurgencia.pdfmedicac0esdeurgencia.pdf
medicac0esdeurgencia.pdf
KauaneStanley
 
Lista de medicamentos
Lista de medicamentosLista de medicamentos
Lista de medicamentos
Paula Nascimento
 
Aula 2 - Principais Medicamentos Utilizados em Emergencia.pdf
Aula 2 - Principais Medicamentos Utilizados em Emergencia.pdfAula 2 - Principais Medicamentos Utilizados em Emergencia.pdf
Aula 2 - Principais Medicamentos Utilizados em Emergencia.pdf
TerezaSilva37
 
aula2-principaismedicamentosutilizadosememergencia-230727164253-bf668225 (1)....
aula2-principaismedicamentosutilizadosememergencia-230727164253-bf668225 (1)....aula2-principaismedicamentosutilizadosememergencia-230727164253-bf668225 (1)....
aula2-principaismedicamentosutilizadosememergencia-230727164253-bf668225 (1)....
vaniceandrade1
 
Aula 07 (1).pptx UTI PACIENTES CRITICOS ENF
Aula 07 (1).pptx UTI PACIENTES CRITICOS ENFAula 07 (1).pptx UTI PACIENTES CRITICOS ENF
Aula 07 (1).pptx UTI PACIENTES CRITICOS ENF
JordevBarbosa
 
AuDROGAS EM UTIntensiva drogas vasoativas
AuDROGAS EM UTIntensiva drogas vasoativasAuDROGAS EM UTIntensiva drogas vasoativas
AuDROGAS EM UTIntensiva drogas vasoativas
josianeavila3
 
Antiepiléticos e Hipnóticos
Antiepiléticos e Hipnóticos Antiepiléticos e Hipnóticos
Antiepiléticos e Hipnóticos
Ivanilson Gomes
 
Drogas vasoativas
Drogas vasoativasDrogas vasoativas
Drogas vasoativas
RLCR
 
Trabalhodemedicao 140422093746-phpapp02
Trabalhodemedicao 140422093746-phpapp02Trabalhodemedicao 140422093746-phpapp02
Trabalhodemedicao 140422093746-phpapp02
scarMorais
 
Padronização das soluções medicamentosas
Padronização das soluções medicamentosasPadronização das soluções medicamentosas
Padronização das soluções medicamentosas
Ricardo Nascimento
 
DVA's utilizadas na emergência
DVA's utilizadas na emergênciaDVA's utilizadas na emergência
DVA's utilizadas na emergência
LAURA EMANUELLA MARINHO
 
Drogas de interesse em Alta Complexidade.pdf
Drogas de interesse em Alta Complexidade.pdfDrogas de interesse em Alta Complexidade.pdf
Drogas de interesse em Alta Complexidade.pdf
FrancielleConstantin
 
Drogasvasoativas 110421075151-phpapp01
Drogasvasoativas 110421075151-phpapp01Drogasvasoativas 110421075151-phpapp01
Drogasvasoativas 110421075151-phpapp01
Antonio Alarcon
 
Drogas vasoativas out 2012
Drogas  vasoativas  out 2012Drogas  vasoativas  out 2012
Drogas vasoativas out 2012
kamila27
 
Pdf diretrizes diretrizes21
Pdf diretrizes diretrizes21Pdf diretrizes diretrizes21
Pdf diretrizes diretrizes21
Núria Bernardo
 

Semelhante a Carrinho de emergencia (20)

GUIA DO PLANTONISTA 01 - Principais drogas utilizadas em PA.pdf
GUIA DO PLANTONISTA 01 - Principais drogas utilizadas em PA.pdfGUIA DO PLANTONISTA 01 - Principais drogas utilizadas em PA.pdf
GUIA DO PLANTONISTA 01 - Principais drogas utilizadas em PA.pdf
 
Guia do plantonista 01 principais drogas utilizadas em pa
Guia do plantonista 01   principais drogas utilizadas em paGuia do plantonista 01   principais drogas utilizadas em pa
Guia do plantonista 01 principais drogas utilizadas em pa
 
Dopamina
DopaminaDopamina
Dopamina
 
Prof. Francielle Constantino Pereira.pdf
Prof. Francielle Constantino Pereira.pdfProf. Francielle Constantino Pereira.pdf
Prof. Francielle Constantino Pereira.pdf
 
medicac0esdeurgencia.pdf
medicac0esdeurgencia.pdfmedicac0esdeurgencia.pdf
medicac0esdeurgencia.pdf
 
medicac0esdeurgencia.pdf
medicac0esdeurgencia.pdfmedicac0esdeurgencia.pdf
medicac0esdeurgencia.pdf
 
Lista de medicamentos
Lista de medicamentosLista de medicamentos
Lista de medicamentos
 
Aula 2 - Principais Medicamentos Utilizados em Emergencia.pdf
Aula 2 - Principais Medicamentos Utilizados em Emergencia.pdfAula 2 - Principais Medicamentos Utilizados em Emergencia.pdf
Aula 2 - Principais Medicamentos Utilizados em Emergencia.pdf
 
aula2-principaismedicamentosutilizadosememergencia-230727164253-bf668225 (1)....
aula2-principaismedicamentosutilizadosememergencia-230727164253-bf668225 (1)....aula2-principaismedicamentosutilizadosememergencia-230727164253-bf668225 (1)....
aula2-principaismedicamentosutilizadosememergencia-230727164253-bf668225 (1)....
 
Aula 07 (1).pptx UTI PACIENTES CRITICOS ENF
Aula 07 (1).pptx UTI PACIENTES CRITICOS ENFAula 07 (1).pptx UTI PACIENTES CRITICOS ENF
Aula 07 (1).pptx UTI PACIENTES CRITICOS ENF
 
AuDROGAS EM UTIntensiva drogas vasoativas
AuDROGAS EM UTIntensiva drogas vasoativasAuDROGAS EM UTIntensiva drogas vasoativas
AuDROGAS EM UTIntensiva drogas vasoativas
 
Antiepiléticos e Hipnóticos
Antiepiléticos e Hipnóticos Antiepiléticos e Hipnóticos
Antiepiléticos e Hipnóticos
 
Drogas vasoativas
Drogas vasoativasDrogas vasoativas
Drogas vasoativas
 
Trabalhodemedicao 140422093746-phpapp02
Trabalhodemedicao 140422093746-phpapp02Trabalhodemedicao 140422093746-phpapp02
Trabalhodemedicao 140422093746-phpapp02
 
Padronização das soluções medicamentosas
Padronização das soluções medicamentosasPadronização das soluções medicamentosas
Padronização das soluções medicamentosas
 
DVA's utilizadas na emergência
DVA's utilizadas na emergênciaDVA's utilizadas na emergência
DVA's utilizadas na emergência
 
Drogas de interesse em Alta Complexidade.pdf
Drogas de interesse em Alta Complexidade.pdfDrogas de interesse em Alta Complexidade.pdf
Drogas de interesse em Alta Complexidade.pdf
 
Drogasvasoativas 110421075151-phpapp01
Drogasvasoativas 110421075151-phpapp01Drogasvasoativas 110421075151-phpapp01
Drogasvasoativas 110421075151-phpapp01
 
Drogas vasoativas out 2012
Drogas  vasoativas  out 2012Drogas  vasoativas  out 2012
Drogas vasoativas out 2012
 
Pdf diretrizes diretrizes21
Pdf diretrizes diretrizes21Pdf diretrizes diretrizes21
Pdf diretrizes diretrizes21
 

Carrinho de emergencia

  • 1. 1 Carrinho de Emergência JUNTO AO CARRINHO: Tábua de compressão torácica Desfibrilador Monitor 1ª GAVETA Medicamentos mais utilizados em situações de emergências clínicas. Para diluição: - ABD Ampola com 5ml; - ABD Ampola com 10ml; - Cloreto de sódio – ampola de 10ml a 20%. Aminofilina Ampola de 10 ml com 240mg (24mg/ml). Ação: Dilatação dos brônquios e dos vasos pulmonares, através do relaxamento da musculatura lisa; Dilatação das artérias coronárias e aumento do débito cardíaco e da diurese; Estímulo do centro respiratório. Diluir em SF 0,9% ou SG 5%. Administração intravenosa lenta (10 a 20 min). Não misturar ou infundir no mesmo acesso venoso: Adrenalina, cálcio, dobutamina, dopamina, fenitoína, prometazina, meperidina, morfina, cefalosporinas em geral. Atropina Ampola de 1 ml com 0,5mg. Ação: Parassimpaticolítico: aumenta a freqüência cardíaca; Broncodilatação; Midríase; Redução de salivação; Antídoto na intoxicação por organofosforados. Dose máxima em adultos: 2mg/dose. Administração intravenosa: Pode ser feita sem diluir e em bólus rápido. Administração endotraqueal: diluir para 3 a 5ml em soro fisiológico. Bicarbonato de sódio Ampola de 10ml a 8,4%. Indicação: Acidose metabólica; Hipercalemia;
  • 2. 2 Hipermagnesemia; Intoxicações por antidepressivos tricíclicos, cocaína ou bloqueadores dos canais de cálcio. Na emergência: Diluir a ampola a 1:1 com ABD e administrar a dose em, no mínimo, 2 minutos, direto na veia. Fora das emergências: Correr em 1-2 horas em bomba de infusão. Lavar o acesso venoso com 3 a 5ml de SF imediatamente antes e imediatamente depois da administração em bólus. Acesso venoso exclusivo. Cloreto de potássio (KCl) Ampola de 10 ml a 10%. Indicação: Reposição e prevenção de deficiência. Deve ser diluído antes de administrar. Diazepam Ampola de 1 ml com 10 mg; Ampola de 2 ml com 10 mg. Ação: Sedativo de ação longa (sem efeito analgésico); Ansiolítico; Anticonvulsivante; Miorelaxante esquelético. Bólus ou EV contínua; Não administrar IM; Não misturar com nenhuma droga na mesma seringa; Na infusão contínua, trocar a solução de 4/4h; Não infundir junto com adrenalina, bicarbonato, dexametasona, dobutamina, fentanil, furosemida, heparina, hidrocortisona, isoproterenol, lidocaína, meperidina, vitaminas. EV: ter material de suporte ventilatório. Dopamina / Revivan Ampola de 10 ml com 50mg (5mg/ml). Catecolamina endógena; Ação: Inotrópica; Vasoconstritora sistêmica (pressora em doses altas); Vasodilatadora renal (em doses baixas). Geralmente usada diluindo-se uma ampola de 10ml com 5mg/ml em 240ml de SGI. Paciente de 60 kg: infusão de 60 gotas/minuto = 180 ml/hora. Pode ser misturada na mesma solução com dobutamina, adrenalina, noradrenalina, lidocaína, vecurônio ou atracurônio. Não infundir junto com bicarbonato. Epinefrina / Adrenalina Ampola 1mg/1ml. Ação:
  • 3. 3 Inotrópico (aumenta a contratilidade miocárdica); Cronotrópico (aumenta a freqüência cardíaca); Aumenta a resistência vascular periférica; Aumenta a PA (melhorando a perfusão coronariana). EV: 1 ampola por dose a cada 3 minutos. Preferencialmente em veia central em acesso exclusivo; Não associar com bicarbonato na mesma via. Hidantal / Fenitoína sódica Ampola de 5ml a 5% (50mg/ml). Ação: Anticonvulsivante; Antiarrítmico. Não infundir junto com glicose, amicacina, aminofilina, bicarbonato, dobutamina, cálcio, heparina, hidrocortisona, lidocaína, morfina. Diluir em SF para 1 a 10mg/ml para evitar flebite; Infundir em 20 a 30 minutos; Após a infusão, lavar equipo e cateter com SF; Usar em 1 hora após diluição. Amiodarona / Ancoron Ampola de 3 ml com 150mg (50mg/ml). Ação: Antiarrítmico. EV: preferir fazer em bólus direto, lento (5 minutos), e evitar correr em equipo (devido a liberação de substância tóxica em contato com plásticos). Não misturar ou infundir no mesmo acesso: Aminofilina, Bicarbonato de sódio, cefazolina, cloreto de sódio e heparina. Fentanil Frasco de 10 ml com 0,0785 mg/ml. Ação: Analgésico opióide 100 vezes mais potente que a morfina. EV: bólus lento (3 minutos). Injeção muito rápida pode provocar rigidez torácica e muscular, broncoconstrição ou laringoespasmo. Não misturar na mesma seringa ou na mesma linha com fenobarbital ou pentobarbital. Gardenal / Fenobarbital Ampola de 1 ml com 200mg. Indicação: Profilaxia e tratamento das crises tônico-clônicas generalizadas, crises parciais simples. EV: infusão lenta (1mg/kg/min); Diluir em qualquer tipo de soro. Verificar se a apresentação é para uso EV. Furosemida / Lasix Ampola de 2ml com 20mg (10mg/ml). Diurético de alça. Indicações: ICC;
  • 4. 4 Hipertensão; Hipervolemia; Edema por insuficiência renal. EV sem diluir ou diluída a 1mg/ml. Não misturar com cálcio, cefalosporinas, dopamina, dobutamina, hidrocortisona, gentamicina, midazolan, morfina. Prometazina / Fenergan Ampola de 2 ml com 50mg. Ação: Anti-histamínico H1 com ação antialérgica, antivertiginoso, antiemético e sedativo hipnótico; Uso EV: infundir sem diluir em 3 minutos sem deixar extravasar (necrose de subcutâneo). Injeção acidental em artéria causa lesão grave na extremidade. Cedilanide / Lanatosídeo C Ampola de 2ml (0,2 mg/ml). Digitálico de ação curta; Uso EV. Sulfato de magnésio Ampola de 10ml a 50%. Anticonvulsivante; Uso EV ou IM. Hidrocortisona / Solu-cortef Frasco-ampola com 500mg + diluente (2ml). Ação: Glicocorticóide. Usado na asma grave, reposição hormonal na insuficiência supra renal e doenças inflamatórias; Uso EV; Não esquecer de realizar desinfecção na tampa com fricções de álcool 70%. Heparina / Liquemine Frasco 5 ml; Ampola de 0,25ml com 500UI. Anticoagulante; Uso subcutâneo: recomenda-se não aspirar e não massagear o local da aplicação para evitar trauma do tecido. Midazolan / Dormonid Ampola de 3 ml com 15mg. Ampola de 1 ml com 5mg. Agente indutor do sono, sedativo e anticonvulsivante; Uso EV contínua (bomba de infusão) ou bólus lento em 2 a 3 min; pode ser IM quando o paciente estiver sem acesso venoso. Haldol / Haloperidol Ampola de 1ml com 5mg. Antipsicótico, neuroléptico incisivo;
  • 5. 5 Uso IM ou EV lenta. Adalat / Nifedipina Cápsula sublingual 10mg Anti-hipertensivo e antiarrítmico; Uso sublingual: Deve-se furar a cápsula, colocar na boca e morder devagar para expelir o conteúdo, deixá-la debaixo da língua e depois engolir. Isordil Cápsula sublingual 10mg. Vasodilatador coronariano; Uso sublingual: não mastigar. Gluconato de cálcio Frasco-ampola com 10ml a 10% (100mg/ml). Na parada cardiorespiratória tem importância secundária e deve ser usado só nos casos com hipocalcemia. Uso EV por bólus: deve ser lenta no máximo de 0,5ml/min; Não deve ser infundido ou diluído com bicarbonato, pois precipita. Lavar com soro fisiológico a via antes e depois de se infundir; Se infiltrar provoca esclerose da veia e necrose tecidual. Glicose hipertônica Ampola de 20ml a 50%. A glicose é importante na reanimação e nas emergências como choque, parada cardíaca, coma e insuficiência respiratória grave e durante convulsões; É preferencial que seja realizada uma glicemia capilar antes de se administrar a glicose. Uso EV por bólus: diluir a glicose em igual volume de ABD; O uso de soluções acima de 25% em bólus ou de 12,5% em infusão contínua por tempo prolongado pode levar a esclerose e trombose de veias. Cloridrato de lidocaína / Xylocaína Anestésico local. Antiarrítmico. 2ª GAVETA Agulhas 25 x 7 Agulhas 40 x 12 Jelco nº 20 Jelco nº 18 Jelco nº 22 Cateteres Subclávia nº 16 Equipo Macrogotas Equipo Microgotas Sonda Uretral nº 8 Sonda Uretral nº 12 Sonda Uretral nº 16 Sonda Nasogástrica nº 12 Sonda Nasogástrica nº 16
  • 6. 6 Lâmina de Bisturi Naylon 3,0 com agulha Scalp nº 19 Scalp nº 21 Scalp nº 23 Seringa 1 ml Seringa 3 ml Seringa 5 ml Seringa 10 ml Seringa 20 ml Three Way Xilocaína Geléia 3ª GAVETA Bicarbonato de Sódio 5% Eletrodos Luvas Cirúrgicas nº 7,5 Luvas Cirúrgicas nº 8,0 Soro Glicosado 5% 250ml Soro Glicosado 5% 500ml Soro Fisiológico 0,9% 250ml Soro Fisiológico 0,9% 500ml Tubo nº 7,0 Tubo nº 7,5 Tubo nº 8,0 Tubo nº 8,5 Tubo nº 9,0 4ª GAVETA Ambu Cânula de Guedel Guia de tubo Lâmina para Laringo (Nº 2, 3 e 4) Laringoscópio Látex Máscara de Hudson Óculos Protetor Umidificador Um carro de emergência é um armário que contém os equipamentos usados por médicos e enfermeiros quando acontece uma parada cardíaca. Esta é uma situação que exige procedimentos de socorro imediatos.
  • 7. 7 O carro de emergência, em vermelho, localiza-se próximo à cama • desfibrilador - este é um aparelho elétrico com dois eletrodos que são colocados sobre o peito. Ele descarrega eletricidade no coração quando é indicada uma freqüência fatal. O objetivo é dar choques no coração para que ele volte ao normal. As arritmias fatais incluem fibrilação ventricular (batimentos cardíacos rápidos, descoordenados e não sincronizados) e taquicardia ventricular (batimentos cardíacos rápidos que impedem o coração de bombear adequadamente). Também pode ser usado em freqüências menos perigosas para fazer o coração voltar ao ritmo normal;
  • 8. 8 Desfibrilador • equipamento de intubação endotraqueal - intubação endotraqueal é o procedimento que consiste em colocar um tubo na traquéia quando a pessoa pára de respirar ou não está respirando adequadamente. O tubo permite que o equipamento de respiração artificial assuma a tarefa de respirar pelo paciente. A embalagem inclui tubos de diferentes tamanhos e um laringoscópio, uma luz especial com uma peça achatada de metal que levanta a língua para que o tubo possa ser colocado na traquéia; Instrumentos utilizados na intubação endotraqueal • cateteres das veias centrais - os cateteres são tubos pequenos colocados nas grandes veias centrais próximas ao coração, para que líquidos e medicamentos possam chegar rapidamente aos órgãos importantes; • drogas cardíacas - durante uma parada cardíaca, algumas drogas potentes são necessárias para fazer com que o coração recomece a bater ou volte para um ritmo mais estável. As arritmias graves mais comuns durante uma parada cardíaca são: • fibrilação ventricular - as contrações do ventrículo (cavidade principal do coração) são incapazes de promover o bombeamento do sangue; • taquicardia ventricular - contração rápida do ventrículo que produz fluxo sangüíneo insuficiente;
  • 9. 9 • assistolia - ausência total de atividade elétrica e, portanto, de contrações cardíacas; • atividade elétrica sem pulso (AESP) - há atividade elétrica no coração, mas com contrações inadequadas; • bradicardia - ritmos variados que fazem com que o coração bata tão devagar que não bombeie sangue suficiente. Estas são algumas das drogas utilizadas para tratar as arritmias: • adrenalina - utilizada na fibrilação ventricular, na taquicardia ventricular sem pulso, na assistolia, na atividade elétrica sem pulso e, às vezes, na bradicardia; • atropina - utilizada na assistolia, na bradicardia e, às vezes, na atividade elétrica sem pulso; • xilocaína - utilizada na fibrilação e na taquicardia ventriculares. Outros equipamentos são usados no departamento de emergência, incluindo a prato de tubo peitoral, que guarda o equipamento necessário para colocar um tubo peitoral entre as costelas e o pulmão, para tornar a expandir o pulmão colapsado; e o prato de orelha, nariz e garganta, que guarda os equipamentos especiais usados geralmente para sangramentos nasais e para remover corpos estranhos da orelha, do nariz ou da garganta. CONFERÊNCIA DO CARRINHO DE EMERGÊNCIA o A conferência do carrinho de emergência será realizada pela enfermeira sempre que for utilizado, para ser lacrado; o A conferência deve contemplar estoque mínimo, prazos de validade de todo o material, bem como o funcionamento do desfibrilador, laringoscópio, ressuscitador manual e outros; o Todo o material quebrado, vencido ou insuficiente deverá ser reposto; o A checagem do material deverá ser registrada, datada e assinada em impresso próprio. o Após o uso da medicação, o material deverá ser reposto mediante prescrição médica devidamente checada pela enfermagem, materiais com pedido da enfermeira. No caso de psicotrópicos, faz-se necessário o uso de receita branca; o A conferência do cardioversor deve ser realizada diariamente pelo enfermeiro, e registrado em impresso próprio; GAVETA DE MEDICAÇÕES Adenosina 02ampolas Adrenalina 20 ampolas Atropina 05 ampolas Água destilada 10 ampolas Bicarbonato de sódio 8,4% 05 ampolas Cetamina 01 frasco Diazepan 05 ampolas Dopamina 05 ampolas Dobutamina 05 ampolas Fenitoína 03 ampolas Fentanil 03 ampolas Fenobarbital sódico 03 ampolas Flumazenil 02 ampolas
  • 10. 10 Furosemida 05 ampolas Gluconato de cálcio 05 ampolas Glicose 50% 05 ampolas Glicose 25% 05 ampolas Heparina 02 frascos Hidrocortisona 100mg 02 frascos Hidrocortisona 500mg 02 frascos Lidocaína 2% s/ vaso 02 frascos Meperidina 06 ampolas Metrocoplamida 04 ampolas Midazolan 06 ampolas Morfina 02 ampolas Nalaxone 02 ampolas Sulfato de Magnésio 02 ampolas Soro fisiológico 0,9% 250 ml 02 unidades Soro fisiológico 0,9% 500 ml 02 unidades Terbutalina 02 ampolas MATERIAIS Abocath 14 05 unidades Abocath 16 05 unidades Abocath 18 05 unidades Abocath 20 05 unidades Abocath 22 05 unidades Abocath 24 05 unidades Agulha 40x12 10 unidades Agulha 30x8 10 unidades Agulha 25x7 10 unidades Agulhas13X4,5 10 unidades Atadura Crepe n° 15 05 unidades Agulha de coleta de LCR 22G 02 unidades Cadarço 01 rolo Cânula de Guedel n°0 02 unidades Cânula de Guedel n°1 02 unidades Cânula de Guedel n°2 02 unidades Cânula de Guedel n°3 02 unidades Coletor de urina sistema fechado 01 unidade Coletor de secreções sistema aberto 01 unidade Equipo macro gotas 05 unidades Esparadrapo 01 rolo Eletrodos 20 unidades Fio de sutura Nylon 3-0 04 unidades Fio de sutura Nylon 4-0 04 unidades Fio de sutura algodão 2-0 04 unidades Lâmina de bisturi 11 02 unidades Lâmina de bisturi 23 02 unidades Micropore 01 unidade
  • 11. 11 Pacote de gaze 05 unidades Polifix 02 unidades Seringa 20 ml 05 unidades Seringa 10 ml 05 unidades Seringa 05 ml 05 unidades Seringa 03 ml 05 unidades Seringa 01 ml 05 unidades Scalp 25 05 unidades Scalp 23 05 unidades Scalp 21 05 unidades Sonda de aspiração 08 05 unidades Sonda de aspiração 10 05 unidades Sonda de aspiração 12 05 unidades Sonda de aspiração 14 05 unidades Sonda nasogástrica 08 05 unidades Sonda nasogástrica 10 05 unidades Sonda nasogástrica 12 05 unidades Sonda nasogástrica 14 05 unidades Sonda nasogástrica 16 05 unidades Torneirinha de três vias 04 unidades Tubo orotraqueal 2,5 03 unidades Tubo orotraqueal 3,0 03 unidades Tubo orotraqueal 3,5 03 unidades Tubo orotraqueal 4,0 03 unidades Tubo orotraqueal 4,5 03 unidades Tubo orotraqueal 5,0 03 unidades Tubo orotraqueal 5,5 03 unidades Tubo orotraqueal 6,0 05 unidade Tubo orotraqueal 6,5 05 unidade Tubo orotraqueal 7,0 05 unidade Tubo orotraqueal 7,5 05 unidade Tubo orotraqueal 8,0 05 unidade Tubo orotraqueal 8,5 05 unidade Tubo orotraqueal 9,0 05 unidade