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Capítulo 01
ECOLOGIA BÁSICA
Mariana Pelissari1
Tarcisio Miguel Teixeira2
RESUMO: Este artigo de revisão faz parte do conjunto de publicações do volume
especial sobre Educação Ambiental da Revista Educere 2014. No conjunto, este
primeiro trabalho consiste em uma revisão dos conceitos técnicos básicos da Ciência
Ambiental. Cumpre a função de instrumentalizar o leitor que não esteja habituado à
terminologia ambiental. Toda ciência possui um ferramental terminológico, a Ciência
Ambiental não é distinta e o diálogo que estes artigos propõem necessitam de uma
padronização da linguagem técnica a ser utilizada, é esta a proposta do primeiro artigo.
PALAVRAS-CHAVE: Ecologia; Termos básicos; Ciência Ambiental.
ECOLOGIA BÁSICA
RESUMO: Este artículo de revisión es parte de lo conjunto de publicaciones del
volumen especial sobre Educación Ambiental de la Revista Educere 2014. En conjunto,
este primero trabajo consiste en la revisión de los conceptos técnicos básicos de la
Ciencia Ambiental. Cumple la función de instrumentalizar o lector que no está
habituado a la terminología ambiental. Toda ciencia poseí un herramental
terminológico, la Ciencia Ambiental no es distinta e lo dialogo que los artículos
proponen necesitan de una estandarización de la lenguaje técnica a ser utilizada, esta es
la propuesta de lo artículo.
PALABRAS-CLAVE: Ecología; términos básicos; Ciencia Ambiental.
INGLÊS
Há o interesse cada vez maior em se formular novos paradigmas que venham a
orientar uma prática preocupada em conciliar tanto a intervenção sobre o espaço como a
conservação dos recursos naturais. O meio ambiente é preocupação que veio pra ficar.
Acompanhando a história das diferentes civilizações nota-se que a preocupação com o
1
Bióloga (UNIPAR) e Técnica em Controle Ambiental (IFPR).
2
Agrônomo, Biólogo, Filósofo, Mestre em Agronomia, acadêmico de Direito, Aluno do curso para
Doutorado em Direito Constitucional, Professor efetivo IFPR campus Umuarama.
meio ambiente foi adquirindo características e dimensões próprias às épocas e regiões
do globo (PHILIPI Jr. et al, 2004). É um processo de adaptação da preocupação
ecológica, pois a nossa relação planeta X humanidade vêm mudando gradativamente.
Hoje é plausível pensar que esta preocupação é fundamental não só para
família humana, mas do próprio planeta.
Todavia, como a humanidade é o único grupo diferenciado pela capacidade de
raciocínio, cabe a ela o ônus da tutela de todos os outros componentes do planeta.
No Brasil esta preocupação deve ser de toda nação. Para configurar que este
compromisso perpassa por todos, a própria Constituição Federal determina:
Art. 225 – Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente
equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade
de vida, impondo-se ao Poder Público e à coletividade o dever de
defendê-lo para as presentes e futuras gerações (BRASIL, 1988).
Aos brasileiros, receber o direito constitucional de um meio ambiente
ecologicamente equilibrado, implica intrinsecamente em receber o dever de defender
este meio ambiente para as gerações presentes e futuras. Esta imposição é para o Estado
e a Nação.
Ao longo deste desenvolvimento da preocupação ecológica, infelizmente, o
florescimento da concepção antropocentrista pretendeu dar ao ser humano poderes
ilimitados sobre o planeta Terra. Com os pressupostos desta centralização das
preocupações humanas e o posicionamento periférico dos interesses da natureza, houve
uma dominação de destruição do ser humana para com a natureza.
Entretanto, é necessário, com grande urgência, que o ser humano conscientiza-
se que faz parte do mundo natural e não pode viver sem ele, são laços de interesse
mútuo em que um tem compromisso de qualidade de vida com o outro (PHILIPI Jr. et
al, 2004).
Nesse aspecto é indispensável compreender os conceitos básicos integrantes
desta ciência denominada, ecologia. Pois, aprende-se a cuidar e respeitar daquilo e
daqueles que se tem conhecimento. Refazendo o caminho do gênio italiano Leonardo da
Vinci: “quanto mais conhecemos, mais amamos”.
A palavra ecologia vem do grego oikos, que significa “casa”, nosso meio
ambiente mais próximo, e logos é estudo, ciência, tratado. Assim, ecologia é a ciência
através da qual estudamos como os organismos (animais, plantas e micro-organismos)
interagem dentro do e no mundo natural. Com as duplas crises de um desenvolvimento
populacional muito rápido e uma aceleração da deterioração do meio ambiente terrestre,
a ecologia assumiu uma importância extrema. Tudo na superfície da terra está inter-
relacionado e, com os empreendimentos humanos, afeta-se diretamente o resultado dos
processos naturais. Assim, a própria espécie humana é uma parte importante da
economia da natureza (RICKLEFS , 2003).
Uma espécie é um conjunto de indivíduos que tem muitos caracteres em
comum e podem naturalmente cruzar entre si para produzir descendentes férteis. Como
exemplo temos o grupo de onças-pintadas (Panthera onca) forma uma espécie, todos
são semelhantes do ponto de vista genético e morfológico e podem naturalmente se
intercruzar.
Uma população é um conjunto de indivíduos da mesma espécie que habita
uma certa área por um certo momento, grupos da mesma espécie podem ser encontradas
em locais e momentos distintos. Por exemplo, o conjunto de lontras (Lutra longicaudis)
do Parque Nacional do Itatiaia-RJ constitui a população do referido animal nos limites
dessa unidade de conservação. Já o conjunto de lontras do Parque Nacional de Bocaina-
SP constitui outra população da mesma espécie (FILHO, 2007).
Muitas populações de diferentes espécies vivendo no mesmo lugar constituem
uma comunidade ou biocenose.
Os organismos e os seus ambientes físicos e químicos formam um
ecossistema.
Todos os ecossistemas estão ligados juntos numa única biosfera, a qual inclui
todos os meio ambientes e organismos na superfície da Terra (RICKLEFS , 2003).
Dentro da ecologia são utilizados termos de uso cotidiano da ciência que são
apresentados a seguir.
O nicho ecológico refere-se ao papel funcional que um organismo desempenha
na comunidade.
Habitats são os lugares, ou posicionamentos físicos, nos quais os organismos
vivem (RICKLEFS, 2003).
Dentro de uma população pode apresentar uma zona de transição entre duas ou
mais comunidades diversas entre uma área de extensão considerável denominada de
ecótone (ODUM, 1983).
Populações de uma mesma espécie, mas que estão fisicamente separadas e
adaptadas as condições locais são denominadas de ecotipo (COELHO, 2000). Os
ecotipos apresentam uma variação genética devido ao processo de adaptação muito
estreita ao ambiente específico.
O grupo de indivíduos com o mesmo conjunto de caracteres gerais e servem
como representantes padrão da espécie ou de uma subespécie são denominado biótipos.
Os biomas são as grandes comunidades-clímax da Terra, ou seja, devido ao
seu grau evolutivo e extensão, atingiram uma relativa estabilidade de sua composição
faunística e, principalmente, florística. Estende-se por uma área geográfica bastante
grande e sua existência é controlada pelo macroclima (DAJOZ, 1972). No Brasil temos
como exemplo de biomas a floresta amazônica, o cerrado, a caatinga, etc.
Para satisfazer suas necessidades de alimentação, proteção, transporte e
reprodução os seres vivos associam-se com outros seres vivos, de mesma espécie ou de
espécie diferente. Surgindo assim, as relações ecológicas.
A seguir, os diversos tipos de interações bióticas (Tabela 1).
TABELA 1 – Interações bióticas
Relações
Harmônicas
Intraespecífica
Colônias
Associação entre
indivíduos da mesma
espécie, que mantêm uma
relação
anatomofisiológica.
Exemplo:
Algas, protozoários,
corais, cracas,
caravelas.
Sociedades
Associação entre
indivíduos da mesma
espécie, não ligados
anatomicamente e
organizados de modo
cooperativo.
Exemplo:
Castores,
gorilas,
homens, peixes,
formigas, abelhas,
cupins.
Interespecífica
Mutualismo
Associação de duas
espécies, em que ambas
se beneficiam, sendo
obrigatória para os
envolvidos.
Exemplo:
Cupim x
protozoários,
algas x fungos,
plantas x insetos.
Protocooperação
Associação não
obrigatória à
sobrevivência, mas com
benefícios para ambos.
Exemplo:
caranguejo e
anêmona,
crocodilo e ave-
palito.
Comensalismo
Associação em que uma
das espécies se beneficia
com restos alimentares da
outra, que não é
prejudicada.
Exemplo:
Rêmora x tubarão,
hiena x leão.
Inquilinismo
Associação em que uma
das espécies se fixa ou se
abriga em outra, sem
prejudicá-la.
Exemplo:
Bromélia x árvore
(suporte),
Orquídea x árvore
(suporte).
Relações
desarmônicas
Intraespecífica
Competição
Relação entre indivíduos
da mesma espécie que
disputam alimento,
espaço e parceiro sexual.
Exemplo:
Todos os seres vivos
Canibalismo
Relação em que um
indivíduo mata o outro da
mesma espécie, com fins
alimentares.
Exemplo:
aranhas,
ratos, peixes,
louva-a-deus.
Interespecífica
Competição
Relação entre indivíduos
de espécies diferentes,
que concorrem pelos
mesmos fatores do
ambiente.
Exemplo:
Todos os seres vivos
Parasitismo
Associação em que uma
das espécies, geralmente
a menor, vive sobre ou no
interior da outra,
alimentando-se dela e,
geralmente, ocasionando
doenças.
Exemplo:
Cipó-chumbo
x outros vegetais;
vermes x mamífero;
vírus, bactérias,
fungos e protozoários
x outros seres
vivos.
Predatismo
Relação em que uma das
espécies, a predadora,
mata a outra com
objetivo alimentar.
Exemplo:
Mamífero carnívoro
(predador) x
mamífero herbívoro
(presa).
Amensalismo
Relação em que uma das
espécies inibe o
crescimento ou
reprodução da outra.
Exemplo:
Eucalipto x
gramíneas,
fungos x bactérias,
algas x peixes
(Maré vermelha).
Fonte: Filho, 2007.
As plantas, os animais e microrganismos estão interconectados entre si por suas
cadeias alimentares e outras interações, formando um todo complexo comumente
chamado de comunidade biológica. As inter-relações dentro da comunidade governam
o fluxo de energia e o ciclo dos elementos dentro do ecossistema. Estas inter-relações
também influenciam os processos populacionais, dessa forma determinando as
abundâncias relativas dos organismos (RICKLEFS, 2003).
A cadeia alimentar é uma sequência de seres vivos, na qual, iniciando-se
pelos produtores, a matéria e energia é transferida entre eles quando um elemento
alimenta-se do outro componente da cadeia (RICKLEFS, 2003).
Os produtores são os organismos que são capazes de absorver energia do meio
ambiente e acumulá-la na forma de energia química nas matérias orgânicas sintetizadas
(alimentos). Os consumidores primários são os organismos que se alimentam dos
produtores. Os consumidores secundários sobrevivem à custa dos consumidores
primários, sendo carnívoros (RICKLEFS, 2003).
Existem outros níveis de consumidores dependendo da cadeia alimentar que se
esteja analisando.
Os decompositores, principalmente microrganismos (bactérias e fungos),
atuam sobre todos os níveis da cadeia alimentar decompondo os organismos mortos ou
seus resíduos (urina e fezes). Nesta sua atividade ocorre a mineralização dos
componentes orgânicos e estes são devolvidos à natureza para a reutilização pelos
produtores (RICKLEFS, 2003).
Estas relações alimentares podem ser representadas através de pirâmides. Estas
pirâmides alimentares podem ser constituídas a partir de três critérios diferentes: por
número de indivíduos, por biomassa e por energia (RICKLEFS, 2003).
A pirâmide de números tem na sua base, normalmente, os produtores, que são
em maior número do que os consumidores primários. Estes, por sua vez, são em maior
número do que os consumidores secundários e, assim segue-se, até o último nível da
pirâmide com o menor número de indivíduos.
A pirâmide de biomassa também inicia pelos produtores e segue pelos níveis
de consumidores, todavia o fator analisado é a biomassa de cada nível trófico, que irá
diminuindo gradativamente.
O terceiro tipo, a pirâmide de energia, constrói-se como as demais e o critério é
a energia existente em cada nível, que decai conforme se progride para o ápice da
pirâmide.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Não é nossa proposta explorar toda a terminologia da Ciência Ambiental.
Sobretudo porque é uma tarefa impossível. Existem hoje inúmeros dicionários
ambientais genéricos e outros subespecializados, como glossários de Direito Ambiental,
dicionários agronômicos, geológicos e outros. Como os artigos são dirigidos aos
educadores de Ensino Fundamental e Médio, tivemos a preocupação de introduzir
aqueles termos que mais são utilizados nestes níveis de ensino e que permitirão uma
leitura proveitosa dos demais componentes deste volume.
REFERÊNCIAS:
BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil. Disponível em:
<http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicaocompilado.htm>.
Acesso em: 26 set. 2013.
COELHO, R. M. P. Fundamentos da Ecologia. Porto Alegre: Editora Artmed, 2000.
DAJOZ, R. Ecologia Geral. São Paulo: Editora Vozes, 1972.
FILHO, I. D. Ecologia Geral. Rio de Janeiro: Editora Ciência Moderna Ltda, 2007.
ODUM, E. P. Ecologia. Rio de Janeiro: Editora Guanabara, 1983.
PHILIPPI Jr, A. et al. Curso de Gestão Ambiental. Barueri: Editora Manole, 2004.
Coleção Ambiental – USP.
RICKLEFS, R. E. A Economia da Natureza. 5. ed. Rio de Janeiro: Editora Guanabara
Koogan, 2003.

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Capítulo 01

  • 1. Capítulo 01 ECOLOGIA BÁSICA Mariana Pelissari1 Tarcisio Miguel Teixeira2 RESUMO: Este artigo de revisão faz parte do conjunto de publicações do volume especial sobre Educação Ambiental da Revista Educere 2014. No conjunto, este primeiro trabalho consiste em uma revisão dos conceitos técnicos básicos da Ciência Ambiental. Cumpre a função de instrumentalizar o leitor que não esteja habituado à terminologia ambiental. Toda ciência possui um ferramental terminológico, a Ciência Ambiental não é distinta e o diálogo que estes artigos propõem necessitam de uma padronização da linguagem técnica a ser utilizada, é esta a proposta do primeiro artigo. PALAVRAS-CHAVE: Ecologia; Termos básicos; Ciência Ambiental. ECOLOGIA BÁSICA RESUMO: Este artículo de revisión es parte de lo conjunto de publicaciones del volumen especial sobre Educación Ambiental de la Revista Educere 2014. En conjunto, este primero trabajo consiste en la revisión de los conceptos técnicos básicos de la Ciencia Ambiental. Cumple la función de instrumentalizar o lector que no está habituado a la terminología ambiental. Toda ciencia poseí un herramental terminológico, la Ciencia Ambiental no es distinta e lo dialogo que los artículos proponen necesitan de una estandarización de la lenguaje técnica a ser utilizada, esta es la propuesta de lo artículo. PALABRAS-CLAVE: Ecología; términos básicos; Ciencia Ambiental. INGLÊS Há o interesse cada vez maior em se formular novos paradigmas que venham a orientar uma prática preocupada em conciliar tanto a intervenção sobre o espaço como a conservação dos recursos naturais. O meio ambiente é preocupação que veio pra ficar. Acompanhando a história das diferentes civilizações nota-se que a preocupação com o 1 Bióloga (UNIPAR) e Técnica em Controle Ambiental (IFPR). 2 Agrônomo, Biólogo, Filósofo, Mestre em Agronomia, acadêmico de Direito, Aluno do curso para Doutorado em Direito Constitucional, Professor efetivo IFPR campus Umuarama.
  • 2. meio ambiente foi adquirindo características e dimensões próprias às épocas e regiões do globo (PHILIPI Jr. et al, 2004). É um processo de adaptação da preocupação ecológica, pois a nossa relação planeta X humanidade vêm mudando gradativamente. Hoje é plausível pensar que esta preocupação é fundamental não só para família humana, mas do próprio planeta. Todavia, como a humanidade é o único grupo diferenciado pela capacidade de raciocínio, cabe a ela o ônus da tutela de todos os outros componentes do planeta. No Brasil esta preocupação deve ser de toda nação. Para configurar que este compromisso perpassa por todos, a própria Constituição Federal determina: Art. 225 – Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao Poder Público e à coletividade o dever de defendê-lo para as presentes e futuras gerações (BRASIL, 1988). Aos brasileiros, receber o direito constitucional de um meio ambiente ecologicamente equilibrado, implica intrinsecamente em receber o dever de defender este meio ambiente para as gerações presentes e futuras. Esta imposição é para o Estado e a Nação. Ao longo deste desenvolvimento da preocupação ecológica, infelizmente, o florescimento da concepção antropocentrista pretendeu dar ao ser humano poderes ilimitados sobre o planeta Terra. Com os pressupostos desta centralização das preocupações humanas e o posicionamento periférico dos interesses da natureza, houve uma dominação de destruição do ser humana para com a natureza. Entretanto, é necessário, com grande urgência, que o ser humano conscientiza- se que faz parte do mundo natural e não pode viver sem ele, são laços de interesse mútuo em que um tem compromisso de qualidade de vida com o outro (PHILIPI Jr. et al, 2004). Nesse aspecto é indispensável compreender os conceitos básicos integrantes desta ciência denominada, ecologia. Pois, aprende-se a cuidar e respeitar daquilo e daqueles que se tem conhecimento. Refazendo o caminho do gênio italiano Leonardo da Vinci: “quanto mais conhecemos, mais amamos”. A palavra ecologia vem do grego oikos, que significa “casa”, nosso meio ambiente mais próximo, e logos é estudo, ciência, tratado. Assim, ecologia é a ciência através da qual estudamos como os organismos (animais, plantas e micro-organismos)
  • 3. interagem dentro do e no mundo natural. Com as duplas crises de um desenvolvimento populacional muito rápido e uma aceleração da deterioração do meio ambiente terrestre, a ecologia assumiu uma importância extrema. Tudo na superfície da terra está inter- relacionado e, com os empreendimentos humanos, afeta-se diretamente o resultado dos processos naturais. Assim, a própria espécie humana é uma parte importante da economia da natureza (RICKLEFS , 2003). Uma espécie é um conjunto de indivíduos que tem muitos caracteres em comum e podem naturalmente cruzar entre si para produzir descendentes férteis. Como exemplo temos o grupo de onças-pintadas (Panthera onca) forma uma espécie, todos são semelhantes do ponto de vista genético e morfológico e podem naturalmente se intercruzar. Uma população é um conjunto de indivíduos da mesma espécie que habita uma certa área por um certo momento, grupos da mesma espécie podem ser encontradas em locais e momentos distintos. Por exemplo, o conjunto de lontras (Lutra longicaudis) do Parque Nacional do Itatiaia-RJ constitui a população do referido animal nos limites dessa unidade de conservação. Já o conjunto de lontras do Parque Nacional de Bocaina- SP constitui outra população da mesma espécie (FILHO, 2007). Muitas populações de diferentes espécies vivendo no mesmo lugar constituem uma comunidade ou biocenose. Os organismos e os seus ambientes físicos e químicos formam um ecossistema. Todos os ecossistemas estão ligados juntos numa única biosfera, a qual inclui todos os meio ambientes e organismos na superfície da Terra (RICKLEFS , 2003). Dentro da ecologia são utilizados termos de uso cotidiano da ciência que são apresentados a seguir. O nicho ecológico refere-se ao papel funcional que um organismo desempenha na comunidade. Habitats são os lugares, ou posicionamentos físicos, nos quais os organismos vivem (RICKLEFS, 2003). Dentro de uma população pode apresentar uma zona de transição entre duas ou mais comunidades diversas entre uma área de extensão considerável denominada de ecótone (ODUM, 1983). Populações de uma mesma espécie, mas que estão fisicamente separadas e adaptadas as condições locais são denominadas de ecotipo (COELHO, 2000). Os
  • 4. ecotipos apresentam uma variação genética devido ao processo de adaptação muito estreita ao ambiente específico. O grupo de indivíduos com o mesmo conjunto de caracteres gerais e servem como representantes padrão da espécie ou de uma subespécie são denominado biótipos. Os biomas são as grandes comunidades-clímax da Terra, ou seja, devido ao seu grau evolutivo e extensão, atingiram uma relativa estabilidade de sua composição faunística e, principalmente, florística. Estende-se por uma área geográfica bastante grande e sua existência é controlada pelo macroclima (DAJOZ, 1972). No Brasil temos como exemplo de biomas a floresta amazônica, o cerrado, a caatinga, etc. Para satisfazer suas necessidades de alimentação, proteção, transporte e reprodução os seres vivos associam-se com outros seres vivos, de mesma espécie ou de espécie diferente. Surgindo assim, as relações ecológicas. A seguir, os diversos tipos de interações bióticas (Tabela 1). TABELA 1 – Interações bióticas Relações Harmônicas Intraespecífica Colônias Associação entre indivíduos da mesma espécie, que mantêm uma relação anatomofisiológica. Exemplo: Algas, protozoários, corais, cracas, caravelas. Sociedades Associação entre indivíduos da mesma espécie, não ligados anatomicamente e organizados de modo cooperativo. Exemplo: Castores, gorilas, homens, peixes, formigas, abelhas, cupins. Interespecífica Mutualismo Associação de duas espécies, em que ambas se beneficiam, sendo obrigatória para os envolvidos. Exemplo: Cupim x protozoários, algas x fungos, plantas x insetos. Protocooperação Associação não obrigatória à sobrevivência, mas com benefícios para ambos. Exemplo: caranguejo e anêmona, crocodilo e ave- palito. Comensalismo Associação em que uma das espécies se beneficia com restos alimentares da outra, que não é prejudicada. Exemplo: Rêmora x tubarão, hiena x leão. Inquilinismo Associação em que uma das espécies se fixa ou se abriga em outra, sem prejudicá-la. Exemplo: Bromélia x árvore (suporte), Orquídea x árvore (suporte).
  • 5. Relações desarmônicas Intraespecífica Competição Relação entre indivíduos da mesma espécie que disputam alimento, espaço e parceiro sexual. Exemplo: Todos os seres vivos Canibalismo Relação em que um indivíduo mata o outro da mesma espécie, com fins alimentares. Exemplo: aranhas, ratos, peixes, louva-a-deus. Interespecífica Competição Relação entre indivíduos de espécies diferentes, que concorrem pelos mesmos fatores do ambiente. Exemplo: Todos os seres vivos Parasitismo Associação em que uma das espécies, geralmente a menor, vive sobre ou no interior da outra, alimentando-se dela e, geralmente, ocasionando doenças. Exemplo: Cipó-chumbo x outros vegetais; vermes x mamífero; vírus, bactérias, fungos e protozoários x outros seres vivos. Predatismo Relação em que uma das espécies, a predadora, mata a outra com objetivo alimentar. Exemplo: Mamífero carnívoro (predador) x mamífero herbívoro (presa). Amensalismo Relação em que uma das espécies inibe o crescimento ou reprodução da outra. Exemplo: Eucalipto x gramíneas, fungos x bactérias, algas x peixes (Maré vermelha). Fonte: Filho, 2007. As plantas, os animais e microrganismos estão interconectados entre si por suas cadeias alimentares e outras interações, formando um todo complexo comumente chamado de comunidade biológica. As inter-relações dentro da comunidade governam o fluxo de energia e o ciclo dos elementos dentro do ecossistema. Estas inter-relações também influenciam os processos populacionais, dessa forma determinando as abundâncias relativas dos organismos (RICKLEFS, 2003). A cadeia alimentar é uma sequência de seres vivos, na qual, iniciando-se pelos produtores, a matéria e energia é transferida entre eles quando um elemento alimenta-se do outro componente da cadeia (RICKLEFS, 2003). Os produtores são os organismos que são capazes de absorver energia do meio ambiente e acumulá-la na forma de energia química nas matérias orgânicas sintetizadas (alimentos). Os consumidores primários são os organismos que se alimentam dos produtores. Os consumidores secundários sobrevivem à custa dos consumidores primários, sendo carnívoros (RICKLEFS, 2003).
  • 6. Existem outros níveis de consumidores dependendo da cadeia alimentar que se esteja analisando. Os decompositores, principalmente microrganismos (bactérias e fungos), atuam sobre todos os níveis da cadeia alimentar decompondo os organismos mortos ou seus resíduos (urina e fezes). Nesta sua atividade ocorre a mineralização dos componentes orgânicos e estes são devolvidos à natureza para a reutilização pelos produtores (RICKLEFS, 2003). Estas relações alimentares podem ser representadas através de pirâmides. Estas pirâmides alimentares podem ser constituídas a partir de três critérios diferentes: por número de indivíduos, por biomassa e por energia (RICKLEFS, 2003). A pirâmide de números tem na sua base, normalmente, os produtores, que são em maior número do que os consumidores primários. Estes, por sua vez, são em maior número do que os consumidores secundários e, assim segue-se, até o último nível da pirâmide com o menor número de indivíduos. A pirâmide de biomassa também inicia pelos produtores e segue pelos níveis de consumidores, todavia o fator analisado é a biomassa de cada nível trófico, que irá diminuindo gradativamente. O terceiro tipo, a pirâmide de energia, constrói-se como as demais e o critério é a energia existente em cada nível, que decai conforme se progride para o ápice da pirâmide. CONSIDERAÇÕES FINAIS Não é nossa proposta explorar toda a terminologia da Ciência Ambiental. Sobretudo porque é uma tarefa impossível. Existem hoje inúmeros dicionários ambientais genéricos e outros subespecializados, como glossários de Direito Ambiental, dicionários agronômicos, geológicos e outros. Como os artigos são dirigidos aos educadores de Ensino Fundamental e Médio, tivemos a preocupação de introduzir aqueles termos que mais são utilizados nestes níveis de ensino e que permitirão uma leitura proveitosa dos demais componentes deste volume. REFERÊNCIAS: BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil. Disponível em:
  • 7. <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicaocompilado.htm>. Acesso em: 26 set. 2013. COELHO, R. M. P. Fundamentos da Ecologia. Porto Alegre: Editora Artmed, 2000. DAJOZ, R. Ecologia Geral. São Paulo: Editora Vozes, 1972. FILHO, I. D. Ecologia Geral. Rio de Janeiro: Editora Ciência Moderna Ltda, 2007. ODUM, E. P. Ecologia. Rio de Janeiro: Editora Guanabara, 1983. PHILIPPI Jr, A. et al. Curso de Gestão Ambiental. Barueri: Editora Manole, 2004. Coleção Ambiental – USP. RICKLEFS, R. E. A Economia da Natureza. 5. ed. Rio de Janeiro: Editora Guanabara Koogan, 2003.