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Caderno   iii
Formação de
Professores do Ensino
Médio
O CURRÍCULO DO ENSINO MÉDIO, SEUS SUJEITOS
E O DESAFIO DA FORMAÇÃO HUMANA INTEGRAL
CADERNO COMPLEMENTAR III
SECRETARIA DE EDUCAÇÃO
DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
Caderno   iii
COMISSÃO ORGANIZADORA SEEDUC-RJ
Subsecretaria de Gestão de Ensino
Superintendência de Gestão das Regionais Pedagógicas (SUPGE)
Ana Valéria da Silva Dantas
Superintendência Pedagógica (SUPED)
Daniela Carvalho de Paulo Silva, Fabiano Farias de Souza e
Cintia Aparecida Garcia Rodrigues
Superintendência de Avaliação e Acompanhamento (SUPAA)
Jaqueline Antunes Farias
Subsecretaria de Gestão de Pessoas
Superintendência de Desenvolvimento de Pessoas (SUPDP)
Elizabeth de Lima Gil Vieira
Formação de Professores do Ensino Médio
Caderno   iii
Formação de Professores do Ensino Médio
O presente anexo apresenta duas nalidades
principais. A primeira consiste em expor a
proposta de Currículo Mínimo para o Ensino
Médio articulado ao eixo trabalho, ciência,
tecnologia e cultura, orientado para um
conjunto de conhecimentos e saberes
cientícos, éticos e estéticos a partir da
diversidade dos seus sujeitos.
A segunda nalidade está em divulgar e
apresentar sugestões de ferramentas
pedagógicas de apoio ao currículo e
diferentes formas de contribuição para a
prática pedagógica, com base em uma
perspectiva que considere as experiências
dos alunos, bem como suas pluralidades,
no intuito de fornecermos subsídios para o
processo de desenvolvimento intelectual,
emocional e social dos alunos.
Dessa forma, propomos uma reexão a
reexão deste texto, considerando os sujeitos
do Ensino Médio diante da perspectiva da
formação humana integral, buscando superar
um dos grandes desaos do Ensino Médio que
é abolir a distância entre a escola e os jovens.
Assim, busca-se demonstrar a importância de
um alinhamento pedagógico que contribua
para o cumprimento destes objetivos, ou seja,
reetir sobre temas pertinentes ao crescimento
intelectual dos alunos, e, igualmente, sobre
temáticas próximas de suas realidades e que os
tornemcidadãoscapazesdeenfrentarosnovos
desaosdomundocontemporâneo.
Introdução
3
Desde 2011, a Secretaria de Estado de
Educação do Rio de Janeiro adota o
Currículo Mínimo em que se consideram os
aspectos intelectivo, físico, psicoemocional-
comportamental e losóco-social, para se
alcançar a formação humana integral. Tais
documentos denem um conjunto de
competências e habilidades mínimas a serem
desenvolvidas pelos alunos da rede estadual,
estabelecendo um padrão básico, com o que
é essencial e que deve ser ensinado-
aprendido em cada componente curricular.
Este documento pode ser encontrado no
portal .www.conexaoprofessor.rj.gov.br
Compreendendo que não há neutralidade
nesse processo e que todo o fazer pedagógico,
do planejamento à avaliação, é um fazer
político e é um processo eminentemente
coletivo, de forma intencionalmente denida, a
construção do Currículo Mínimo cumpriu o
requisito primordial de participação coletiva na
elaboração deste instrumento de apoio
pedagógicoaosdocentes.
A implementação do Currículo Mínimo visa
estabelecer harmonia em uma rede de
ensino múltipla e diversa, uma vez que
propõe um ponto básico de partida, em que
cada professor tem a possibilidade de
contribuir com o que é especíco, peculiar
ou apropriado em cada escola.
O currículo mínimo na rede
estadual: constituição e
desenvolvimento da proposta
Formação de Professores do Ensino Médio
4
Aconcepção,aredação,arevisãoea
consolidação do Currículo Mínimo
foram conduzidas por equipes
disciplinares de professores das
escolas estaduais, com coordenação
de professores universitários a m
de promover um documento que
atendesse às diversas necessidades
especícas do ensino da rede. Este
documento também foi disponibilizado
paraconsultavirtualedebatepresencial
abertoàparticipaçãodosdocentes.
Formação de Professores do Ensino Médio
O referencial pedagógico a ser seguido
orienta uma formação do educando por
competências e habilidades para a
progressão no trabalho, bem como em
estudos posteriores que, fundamentalmente,
vise a assegurar-lhe a formação comum
indispensável ao exercício da cidadania. Na
rede pública estadual de ensino do Rio de
Janeiro, o Ensino Regular, o Curso Normal
em Nível Médio e a Educação de Jovens e
Adultos (EJA) contam com seus respectivos
currículos, visando promover o alinhamento
pedagógicoesperado.
Citando o pensamento de Lucius Sêneca:
“Nenhum vento sopra a favor de quem não
sabe para onde ir”. Compreendemos a
necessidade da adoção de um documento
que estabeleça um norte para a prática
pedagógica e que seja comum a toda rede
de ensino, com base em uma proposta
pedagógica do “aprender a aprender” de
modo contextualizado, que estimule a
relação do que é ensinado ao cotidiano do
aluno.
De tal modo, atendendo as legislações
vigentes, Diretrizes e Parâmetros Curriculares
Nacionais, como também as matrizes de
referência dos principais exames nacionais e
estaduais, apresentam-se as competências e
habilidades que devem guiar os planos de
curso e nas aulas do docente, sem ferir sua
autonomia.
5
Formação de Professores do Ensino Médio
6
O Currículo Mínimo – em consonância com
uma tendência mundial na educação –
organiza-se de acordo com a necessidade
de centrar o processo de ensino-
aprendizagem no desenvolvimento de
competências e habilidades por parte do
aluno, em diálogo com conceitos centrais.
Moretto (1999) considera que as
habilidades estão associadas ao saber-
fazer: ação física ou mental que indica a
capacidade adquirida. Assim, identicar
variáveis, compreender fenômenos,
relacionar informações, analisar situações-
problema, sintetizar, julgar, correlacionar e
manipular são exemplos de habilidades. Já
as competências são compreendida como a
capacidade de mobilizar, articular e colocar
em ação valores, conhecimentos e
habilidades, visando ao desempenho
eciente e ecaz de atividades ligadas ao
mundo do trabalho.
Ao optar por um currículo voltado para a
construção de competências, afasta-se a
ideia de transmissão de conteúdos sem que
se promovam situações em que o
conhecimento adquirido seja mobilizado.
Perrenoud (1999) defende que o ensino se
baseie em uma construção de competências
apoiada em uma análise prospectiva e
realista das situações da vida, que prepare
para a diversidade do mundo. Sob essa
perspectiva, constitui-se uma organização
curricular que possa edicar competências
que o aluno compreenda como indispensáveis
e que agreguem valor para a sua formação
como cidadão. Portanto, deve ser objeto
permanente de avaliação as competências
Currículo mínimo baseado em
competências e habilidades
As competências/habilidades são
inseparáveis da ação, mas exigem
domínio de conhecimentos.
- Competências se constituem num
conjunto de conhecimentos,
atitudes, capacidades e aptidões
que habilitam alguém para vários
desempenhos da vida.
- Habilidades se ligam a atributos
relacionados não apenas ao
saber-conhecer, mas ao saber-
fazer, saber-conviver e ao saber-
ser.
Formação de Professores do Ensino Médio
a serem desenvolvidas pelos alunos e não
pura e simplesmente os conhecimentos
transmitidos, pois isso limita a atuação do
professor e a formação do aluno. Assim, o
professor rompe a visão clássica de currículo
enquanto tabela de conteúdos e pode servir-
se de diversos instrumentais pedagógicos
para a construção das competências junto
aosalunos.
A produção teórica de Dewey (1936, 1978)
também reforça a importância das
competências na organização curricular, na
medida em que o ensino viabilize a
utilização dos conhecimentos apreendidos
em situações reais de aplicação. Dessa
forma, os saberes escolares podem ser
relacionados ao seu universo de atuação e
os conhecimentos contextualizados em suas
experiências de vida na sociedade.
Retomando a ideia presente neste caderno,
os saberes do cotidiano devem ser
valorizados e o conhecimento escolar
necessita ultrapassar a dimensão
estritamente local, instrumental ou
particularizada. Entretanto, a consecução
deste m implica uma mudança da postura
didático-pedagógica do professor, não mais
como o tradicional transmissor de
informações, mas que, paute sua atuação
com elevado grau de capacitação e
comprometimento e que possam considerar
alguns caminhos como: contextualização,
postura interdisciplinar, foco na
aprendizagem do aluno e conceito de
conteúdo ampliado.
7
Entendemos que o estabelecimento de um
Currículo Mínimo é uma ação norteadora que
não soluciona todas as diculdades da
Educação Básica hoje, mas que cria um solo
rme para o desenvolvimento de um conjunto
de boas práticas educacionais como o ensino
interdisciplinar e contextualizado, o respeito à
diversidade, amparado na oferta de formação
continuada aos professores.
Pretende-se a transformação de um currículo
que, em passado recente, já primou pelo
tecnicismo ou apreensão de conhecimentos
baseado em mera repetição de conteúdos
para um caminho que se dirija e favoreça
cada vez mais para um diálogo entre os
componentes curriculares. Para apoiar
aplicação e desenvolvimento empírico desta
proposta, a SEEDUC-RJ disponibiliza um
conjunto de ferramentas pedagógicas de
apoio ao currículo, de forma a contribuir com
a prática docente.
Formação de Professores do Ensino Médio
8
Formação de Professores do Ensino Médio
9
Material de apoio pedagógico:
ferramentas para auxiliar o
trabalho docente
Os principais questionamentos com relação às
perspectivas tradicionais do currículo são
insinuações de que se reduzem exclusivamente à
dimensão técnica, distanciando-se da dimensão
política que faz o aluno enquadrar-se à ordem
social estabelecida, sem espaço para o despertar
de uma visão crítica. Entretanto, percebe-se no
Currículo Mínimo uma dimensão explicativa que
nos ajuda a compreender “o que” e “por que”
fazemosdeumamaneiraenãodeoutra,alémde
uma dimensão prescritiva que nos coloca a
necessidade de denirmos antecipadamente
nossas metas enossaspossibilidades dealcance.
Dessaforma,promoveressainiciativaparaarede
teve como nalidade oferecer um conjunto de
ferramentas pedagógicas que servissem de
suporteaotrabalhodoprofessor.
Juntamente com o Currículo Mínimo, foram
disponibilizados diversos recursos pedagógicos
digitais no portal Conexão Professor
( ), em que podemwww.conexãoprofessor.com.br
ser encontradas as Orientações Pedagógicas,
documento complementar que tem por objetivos
aperfeiçoar sua utilização, oferecer sugestões de
atividades, pontos de interdisciplinaridade,
indicações bibliográcas, inclusive dos livros do
PNLD (Programa Nacional do Livro Didático),
recursos digitais, entre outros. Em complemento a
essasferramentas,tambémestãoàdisposiçãodos
docentes um banco de objetos pedagógicos
digitais e materiais de apoio pedagógico como
Atividades Autorreguladas, material Mais
Educação e Orientações Metodológicas para uso
das teleaulas do Programa Autonomia no Ensino
Regular,totalmentealinhadosaoCurrículoMínimo,
oferecendo recursos para tornar as aulas mais
dinâmicas e próximas da atual sociedade digital.
Formação de Professores do Ensino Médio
10
1) Clique no link ”Currículo Mínimo” 2) Insira a sua matrícula e seu CPF
3) Clique no ícone da disciplina desejada
4) Selecione a modalidade de ensino
e em seguida a série/ano desejada
A seguir, um passo-a-passo de como o
Currículo Mínimo e outros materiais de apoio
pedagógicos também podem ser acessados.
No portal ,www.conexaoprofessor.rj.gov.br
acessando as seguintes telas:
Formação de Professores do Ensino Médio
Esperamos que os materiais disponibilizados
possam contribuir para o enriquecimento das
aulas e, efetivamente, forneçam subsídios que
viabilizem a elaboração de instrumentos
pedagógicosparaasuaprópriautilização.
Ainda, segundo o Art. 2º da Resolução
SEEDUC nº 4.866 de 14 de fevereiro de
2013, que dispõe sobre a implantação do
Currículo Mínimo, “o cumprimento do
Currículo Mínimo é obrigatório em sua
totalidade no ano letivo vigente, respeitando
a autonomia do professor para possíveis
ajustes, no interior do Currículo Mínimo
xado para o ano/série de sua atuação, que
melhorem a progressão do ensino das
competências e habilidades desse Currículo
de acordo com as necessidades da
unidade/turma.”
Ou seja, o Currículo Mínimo não tem a
pretensão de apontar uma estrada já pronta
e pavimentada, pois, tal como o navegante,
é na lida diária que os educadores vão
descobrindo e inventando rotas, desvios e
pontes que fazem do percurso e da chegada
um todo interligado e indissociável. Ele
indica, sim, um ponto de partida e alguns
caminhos possíveis para que cada um possa
construir sua própria trajetória. Na sua
bagagem, teorias que embasam a prática,
planejamento, avaliação, competências a
desenvolver e atividades a realizar, de
acordo com uma base comum para o seu
planejamento anual, em que todo professor
tem liberdade metodológica assim como de
inclusão de outros conteúdos que considerar
adequados de acordo com a realidade em
questão, considerandoumaperspectivaintegral
naformaçãodoaluno.
11
Formação de Professores do Ensino Médio
12
Após a implementação do Currículo Mínimo
pela Secretaria de Estado de Educação
(SEEDUC-RJ), surgiu a necessidade de
intensicar a capacitação e a formação do
professor para o uso do Currículo Mínimo
no cotidiano da sala de aula, através de
diferentes ações, dentre elas, a elaboração
de Planos de Trabalho, que busquem, cada
vez mais, a autonomia autoral.
Além de recursos da Tecnologia da
Informação e Comunicação, a capacitação
também conta com encontros presenciais
englobando um conjunto de atividades
diversas, tais como: trabalho coletivo,
reuniões pedagógicas, trocas cotidianas
com os pares, participação na gestão
escolar, congressos, seminários; enm, um
conjunto de elementos que possam oferecer
ocasião de informação, reexão, discussão
e trocas que favoreçam o aprimoramento
prossional. O curso, de 160 horas (um
ano), é oferecido pela Fundação Centro de
Ciências e Educação Superior a Distância
do Estado (Cecierj)/Consórcio Cederj,
vinculada à Secretaria de Ciência e
Tecnologia, e dividido em quatro módulos.
Os professores que participam do
Aperfeiçoamento recebem um auxílio
mensal durante o curso e, após a conclusão,
podem, ainda, fazer uma complementação
de estudos para receber certicado de
Especialização Lato Sensu no componente
curricular de formação.
O objetivo é que o processo se traduza, de
fato, em uma mudança nos procedimentos
de ensino e aprendizagem na sala de aula,
Programa de formação
continuada de professores
Anualmente, são disponibilizadas
mais de 7 mil vagas para formação
continuada de professores da rede,
visando à capacitação com novas
metodologias de ensino e em
conteúdos vinculados ao Currículo
Mínimo.
Formação de Professores do Ensino Médio
ou seja, deseja-se que a formação continuada
possa,aomesmotempo,contribuirparaelevar
oníveldeconhecimentodaáreaespecícaeda
práticapedagógica.
13
A inuência das novas diretrizes
curriculares nacionais para o
ensino médio na área curricular
da rede estadual
As Diretrizes Curriculares Nacionais para o
Ensino Médio, através do Parecer CNE/CEB
05/2011 e da Resolução CNE/CEB
02/2012, elegem as dimensões do
trabalho, da ciência, da tecnologia e da
cultura como base da proposta e do
desenvolvimento curricular, que devem se
articular como um eixo a partir do qual se
pode atribuir sentido a cada componente
curricular.
Sendo assim, a implementação do Currículo
Mínimo na rede de ensino deve ser
considerada dentro da perspectiva do
projeto pedagógico adotado na unidade
escolar, visando a integrar-se às práticas
pedagógicas do corpo docente.
Portanto, deve ser constante a busca pela
unidade entre o que se planeja e o que se
realiza, em que o planejamento pedagógico
deve partir de uma realidade concreta para a
realização de objetivos e metas denidos para
a educação no estado do Rio de Janeiro. Assim
cumprimos a proposta de zelo pela educação
brasileira, considerando-se a formação dos
alunos nas dimensões intelectual, afetiva e
social, visando à formação integral do
indivíduonasuaplenitude.
Os agentes de leitura têm como
algumas de suas atribuições a
realização de atividades de incentivo
à leitura e de formação de leitores,
bem como o acompanhamento de
programas e projetos de leitura. Estes
prossionais recebem apoio dos
mediadores de leitura, que atuam no
âmbito de um grupo de escolas das
Diretorias Regionais, com a função
de garantir a realização das ações
dos agentes de leitura.
Aredeestadualpossuimediadoresde
Tecnologia Educacional, prossionais
que atuam em itinerância nas
unidadesescolaresdaredeeauxiliam
os professores na utilização dos
equipamentos disponíveis em sua
escola,noplanejamentodesuasaulas
com a utilização de softwares
especícos, dos objetos de
aprendizagem e orientações
pedagógicas existentes em nossos
Portais “Conexão Professor“ e
“ConexãoAluno”.
Formação de Professores do Ensino Médio
14
REFLEXÃO E AÇÃO
- Entre no Conexão Professor e faça a leitura
das Orientações Pedagógicas do atual
bimestre.
- Organize uma roda de conversa com os
professores sobre as possibilidades de
utilização do material, especicamente no
quetangeaospontosdeinterdiciplinalidade.
- Reúna as ferramentas presentes nas
Orientações Pedagógicas escolhidas que
podem contribuir para o seu planejamento
de aula.
Referências bibliográcas
DEWEY, John, (1938). Democratização e
educação. São Paulo: Companhia Editora
Nacional.
______, (1978). Vida e educação. 10ª ed.
São Paulo: Malhoramentos.
MORETTO, V. P. Reexões construtivistas
sobre habilidades e competências. Dois
Pontos: Teoria & Prática em Gestão. Belo
Horizonte, v. 5, n. 42, p. 50-54, Maio/junho
1999.
P E R R E N O U D, ( 1 9 9 9 ) . C o n s t r u i r
competências desde a escola. Porto Alegre:
Artmed.
Caderno   iii

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  • 2. Formação de Professores do Ensino Médio O CURRÍCULO DO ENSINO MÉDIO, SEUS SUJEITOS E O DESAFIO DA FORMAÇÃO HUMANA INTEGRAL CADERNO COMPLEMENTAR III SECRETARIA DE EDUCAÇÃO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
  • 4. COMISSÃO ORGANIZADORA SEEDUC-RJ Subsecretaria de Gestão de Ensino Superintendência de Gestão das Regionais Pedagógicas (SUPGE) Ana Valéria da Silva Dantas Superintendência Pedagógica (SUPED) Daniela Carvalho de Paulo Silva, Fabiano Farias de Souza e Cintia Aparecida Garcia Rodrigues Superintendência de Avaliação e Acompanhamento (SUPAA) Jaqueline Antunes Farias Subsecretaria de Gestão de Pessoas Superintendência de Desenvolvimento de Pessoas (SUPDP) Elizabeth de Lima Gil Vieira Formação de Professores do Ensino Médio
  • 6. Formação de Professores do Ensino Médio O presente anexo apresenta duas nalidades principais. A primeira consiste em expor a proposta de Currículo Mínimo para o Ensino Médio articulado ao eixo trabalho, ciência, tecnologia e cultura, orientado para um conjunto de conhecimentos e saberes cientícos, éticos e estéticos a partir da diversidade dos seus sujeitos. A segunda nalidade está em divulgar e apresentar sugestões de ferramentas pedagógicas de apoio ao currículo e diferentes formas de contribuição para a prática pedagógica, com base em uma perspectiva que considere as experiências dos alunos, bem como suas pluralidades, no intuito de fornecermos subsídios para o processo de desenvolvimento intelectual, emocional e social dos alunos. Dessa forma, propomos uma reexão a reexão deste texto, considerando os sujeitos do Ensino Médio diante da perspectiva da formação humana integral, buscando superar um dos grandes desaos do Ensino Médio que é abolir a distância entre a escola e os jovens. Assim, busca-se demonstrar a importância de um alinhamento pedagógico que contribua para o cumprimento destes objetivos, ou seja, reetir sobre temas pertinentes ao crescimento intelectual dos alunos, e, igualmente, sobre temáticas próximas de suas realidades e que os tornemcidadãoscapazesdeenfrentarosnovos desaosdomundocontemporâneo. Introdução 3
  • 7. Desde 2011, a Secretaria de Estado de Educação do Rio de Janeiro adota o Currículo Mínimo em que se consideram os aspectos intelectivo, físico, psicoemocional- comportamental e losóco-social, para se alcançar a formação humana integral. Tais documentos denem um conjunto de competências e habilidades mínimas a serem desenvolvidas pelos alunos da rede estadual, estabelecendo um padrão básico, com o que é essencial e que deve ser ensinado- aprendido em cada componente curricular. Este documento pode ser encontrado no portal .www.conexaoprofessor.rj.gov.br Compreendendo que não há neutralidade nesse processo e que todo o fazer pedagógico, do planejamento à avaliação, é um fazer político e é um processo eminentemente coletivo, de forma intencionalmente denida, a construção do Currículo Mínimo cumpriu o requisito primordial de participação coletiva na elaboração deste instrumento de apoio pedagógicoaosdocentes. A implementação do Currículo Mínimo visa estabelecer harmonia em uma rede de ensino múltipla e diversa, uma vez que propõe um ponto básico de partida, em que cada professor tem a possibilidade de contribuir com o que é especíco, peculiar ou apropriado em cada escola. O currículo mínimo na rede estadual: constituição e desenvolvimento da proposta Formação de Professores do Ensino Médio 4 Aconcepção,aredação,arevisãoea consolidação do Currículo Mínimo foram conduzidas por equipes disciplinares de professores das escolas estaduais, com coordenação de professores universitários a m de promover um documento que atendesse às diversas necessidades especícas do ensino da rede. Este documento também foi disponibilizado paraconsultavirtualedebatepresencial abertoàparticipaçãodosdocentes.
  • 8. Formação de Professores do Ensino Médio O referencial pedagógico a ser seguido orienta uma formação do educando por competências e habilidades para a progressão no trabalho, bem como em estudos posteriores que, fundamentalmente, vise a assegurar-lhe a formação comum indispensável ao exercício da cidadania. Na rede pública estadual de ensino do Rio de Janeiro, o Ensino Regular, o Curso Normal em Nível Médio e a Educação de Jovens e Adultos (EJA) contam com seus respectivos currículos, visando promover o alinhamento pedagógicoesperado. Citando o pensamento de Lucius Sêneca: “Nenhum vento sopra a favor de quem não sabe para onde ir”. Compreendemos a necessidade da adoção de um documento que estabeleça um norte para a prática pedagógica e que seja comum a toda rede de ensino, com base em uma proposta pedagógica do “aprender a aprender” de modo contextualizado, que estimule a relação do que é ensinado ao cotidiano do aluno. De tal modo, atendendo as legislações vigentes, Diretrizes e Parâmetros Curriculares Nacionais, como também as matrizes de referência dos principais exames nacionais e estaduais, apresentam-se as competências e habilidades que devem guiar os planos de curso e nas aulas do docente, sem ferir sua autonomia. 5
  • 9. Formação de Professores do Ensino Médio 6 O Currículo Mínimo – em consonância com uma tendência mundial na educação – organiza-se de acordo com a necessidade de centrar o processo de ensino- aprendizagem no desenvolvimento de competências e habilidades por parte do aluno, em diálogo com conceitos centrais. Moretto (1999) considera que as habilidades estão associadas ao saber- fazer: ação física ou mental que indica a capacidade adquirida. Assim, identicar variáveis, compreender fenômenos, relacionar informações, analisar situações- problema, sintetizar, julgar, correlacionar e manipular são exemplos de habilidades. Já as competências são compreendida como a capacidade de mobilizar, articular e colocar em ação valores, conhecimentos e habilidades, visando ao desempenho eciente e ecaz de atividades ligadas ao mundo do trabalho. Ao optar por um currículo voltado para a construção de competências, afasta-se a ideia de transmissão de conteúdos sem que se promovam situações em que o conhecimento adquirido seja mobilizado. Perrenoud (1999) defende que o ensino se baseie em uma construção de competências apoiada em uma análise prospectiva e realista das situações da vida, que prepare para a diversidade do mundo. Sob essa perspectiva, constitui-se uma organização curricular que possa edicar competências que o aluno compreenda como indispensáveis e que agreguem valor para a sua formação como cidadão. Portanto, deve ser objeto permanente de avaliação as competências Currículo mínimo baseado em competências e habilidades As competências/habilidades são inseparáveis da ação, mas exigem domínio de conhecimentos. - Competências se constituem num conjunto de conhecimentos, atitudes, capacidades e aptidões que habilitam alguém para vários desempenhos da vida. - Habilidades se ligam a atributos relacionados não apenas ao saber-conhecer, mas ao saber- fazer, saber-conviver e ao saber- ser.
  • 10. Formação de Professores do Ensino Médio a serem desenvolvidas pelos alunos e não pura e simplesmente os conhecimentos transmitidos, pois isso limita a atuação do professor e a formação do aluno. Assim, o professor rompe a visão clássica de currículo enquanto tabela de conteúdos e pode servir- se de diversos instrumentais pedagógicos para a construção das competências junto aosalunos. A produção teórica de Dewey (1936, 1978) também reforça a importância das competências na organização curricular, na medida em que o ensino viabilize a utilização dos conhecimentos apreendidos em situações reais de aplicação. Dessa forma, os saberes escolares podem ser relacionados ao seu universo de atuação e os conhecimentos contextualizados em suas experiências de vida na sociedade. Retomando a ideia presente neste caderno, os saberes do cotidiano devem ser valorizados e o conhecimento escolar necessita ultrapassar a dimensão estritamente local, instrumental ou particularizada. Entretanto, a consecução deste m implica uma mudança da postura didático-pedagógica do professor, não mais como o tradicional transmissor de informações, mas que, paute sua atuação com elevado grau de capacitação e comprometimento e que possam considerar alguns caminhos como: contextualização, postura interdisciplinar, foco na aprendizagem do aluno e conceito de conteúdo ampliado. 7
  • 11. Entendemos que o estabelecimento de um Currículo Mínimo é uma ação norteadora que não soluciona todas as diculdades da Educação Básica hoje, mas que cria um solo rme para o desenvolvimento de um conjunto de boas práticas educacionais como o ensino interdisciplinar e contextualizado, o respeito à diversidade, amparado na oferta de formação continuada aos professores. Pretende-se a transformação de um currículo que, em passado recente, já primou pelo tecnicismo ou apreensão de conhecimentos baseado em mera repetição de conteúdos para um caminho que se dirija e favoreça cada vez mais para um diálogo entre os componentes curriculares. Para apoiar aplicação e desenvolvimento empírico desta proposta, a SEEDUC-RJ disponibiliza um conjunto de ferramentas pedagógicas de apoio ao currículo, de forma a contribuir com a prática docente. Formação de Professores do Ensino Médio 8
  • 12. Formação de Professores do Ensino Médio 9 Material de apoio pedagógico: ferramentas para auxiliar o trabalho docente Os principais questionamentos com relação às perspectivas tradicionais do currículo são insinuações de que se reduzem exclusivamente à dimensão técnica, distanciando-se da dimensão política que faz o aluno enquadrar-se à ordem social estabelecida, sem espaço para o despertar de uma visão crítica. Entretanto, percebe-se no Currículo Mínimo uma dimensão explicativa que nos ajuda a compreender “o que” e “por que” fazemosdeumamaneiraenãodeoutra,alémde uma dimensão prescritiva que nos coloca a necessidade de denirmos antecipadamente nossas metas enossaspossibilidades dealcance. Dessaforma,promoveressainiciativaparaarede teve como nalidade oferecer um conjunto de ferramentas pedagógicas que servissem de suporteaotrabalhodoprofessor. Juntamente com o Currículo Mínimo, foram disponibilizados diversos recursos pedagógicos digitais no portal Conexão Professor ( ), em que podemwww.conexãoprofessor.com.br ser encontradas as Orientações Pedagógicas, documento complementar que tem por objetivos aperfeiçoar sua utilização, oferecer sugestões de atividades, pontos de interdisciplinaridade, indicações bibliográcas, inclusive dos livros do PNLD (Programa Nacional do Livro Didático), recursos digitais, entre outros. Em complemento a essasferramentas,tambémestãoàdisposiçãodos docentes um banco de objetos pedagógicos digitais e materiais de apoio pedagógico como Atividades Autorreguladas, material Mais Educação e Orientações Metodológicas para uso das teleaulas do Programa Autonomia no Ensino Regular,totalmentealinhadosaoCurrículoMínimo, oferecendo recursos para tornar as aulas mais dinâmicas e próximas da atual sociedade digital.
  • 13. Formação de Professores do Ensino Médio 10 1) Clique no link ”Currículo Mínimo” 2) Insira a sua matrícula e seu CPF 3) Clique no ícone da disciplina desejada 4) Selecione a modalidade de ensino e em seguida a série/ano desejada A seguir, um passo-a-passo de como o Currículo Mínimo e outros materiais de apoio pedagógicos também podem ser acessados. No portal ,www.conexaoprofessor.rj.gov.br acessando as seguintes telas:
  • 14. Formação de Professores do Ensino Médio Esperamos que os materiais disponibilizados possam contribuir para o enriquecimento das aulas e, efetivamente, forneçam subsídios que viabilizem a elaboração de instrumentos pedagógicosparaasuaprópriautilização. Ainda, segundo o Art. 2º da Resolução SEEDUC nº 4.866 de 14 de fevereiro de 2013, que dispõe sobre a implantação do Currículo Mínimo, “o cumprimento do Currículo Mínimo é obrigatório em sua totalidade no ano letivo vigente, respeitando a autonomia do professor para possíveis ajustes, no interior do Currículo Mínimo xado para o ano/série de sua atuação, que melhorem a progressão do ensino das competências e habilidades desse Currículo de acordo com as necessidades da unidade/turma.” Ou seja, o Currículo Mínimo não tem a pretensão de apontar uma estrada já pronta e pavimentada, pois, tal como o navegante, é na lida diária que os educadores vão descobrindo e inventando rotas, desvios e pontes que fazem do percurso e da chegada um todo interligado e indissociável. Ele indica, sim, um ponto de partida e alguns caminhos possíveis para que cada um possa construir sua própria trajetória. Na sua bagagem, teorias que embasam a prática, planejamento, avaliação, competências a desenvolver e atividades a realizar, de acordo com uma base comum para o seu planejamento anual, em que todo professor tem liberdade metodológica assim como de inclusão de outros conteúdos que considerar adequados de acordo com a realidade em questão, considerandoumaperspectivaintegral naformaçãodoaluno. 11
  • 15. Formação de Professores do Ensino Médio 12 Após a implementação do Currículo Mínimo pela Secretaria de Estado de Educação (SEEDUC-RJ), surgiu a necessidade de intensicar a capacitação e a formação do professor para o uso do Currículo Mínimo no cotidiano da sala de aula, através de diferentes ações, dentre elas, a elaboração de Planos de Trabalho, que busquem, cada vez mais, a autonomia autoral. Além de recursos da Tecnologia da Informação e Comunicação, a capacitação também conta com encontros presenciais englobando um conjunto de atividades diversas, tais como: trabalho coletivo, reuniões pedagógicas, trocas cotidianas com os pares, participação na gestão escolar, congressos, seminários; enm, um conjunto de elementos que possam oferecer ocasião de informação, reexão, discussão e trocas que favoreçam o aprimoramento prossional. O curso, de 160 horas (um ano), é oferecido pela Fundação Centro de Ciências e Educação Superior a Distância do Estado (Cecierj)/Consórcio Cederj, vinculada à Secretaria de Ciência e Tecnologia, e dividido em quatro módulos. Os professores que participam do Aperfeiçoamento recebem um auxílio mensal durante o curso e, após a conclusão, podem, ainda, fazer uma complementação de estudos para receber certicado de Especialização Lato Sensu no componente curricular de formação. O objetivo é que o processo se traduza, de fato, em uma mudança nos procedimentos de ensino e aprendizagem na sala de aula, Programa de formação continuada de professores Anualmente, são disponibilizadas mais de 7 mil vagas para formação continuada de professores da rede, visando à capacitação com novas metodologias de ensino e em conteúdos vinculados ao Currículo Mínimo.
  • 16. Formação de Professores do Ensino Médio ou seja, deseja-se que a formação continuada possa,aomesmotempo,contribuirparaelevar oníveldeconhecimentodaáreaespecícaeda práticapedagógica. 13 A inuência das novas diretrizes curriculares nacionais para o ensino médio na área curricular da rede estadual As Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Médio, através do Parecer CNE/CEB 05/2011 e da Resolução CNE/CEB 02/2012, elegem as dimensões do trabalho, da ciência, da tecnologia e da cultura como base da proposta e do desenvolvimento curricular, que devem se articular como um eixo a partir do qual se pode atribuir sentido a cada componente curricular. Sendo assim, a implementação do Currículo Mínimo na rede de ensino deve ser considerada dentro da perspectiva do projeto pedagógico adotado na unidade escolar, visando a integrar-se às práticas pedagógicas do corpo docente. Portanto, deve ser constante a busca pela unidade entre o que se planeja e o que se realiza, em que o planejamento pedagógico deve partir de uma realidade concreta para a realização de objetivos e metas denidos para a educação no estado do Rio de Janeiro. Assim cumprimos a proposta de zelo pela educação brasileira, considerando-se a formação dos alunos nas dimensões intelectual, afetiva e social, visando à formação integral do indivíduonasuaplenitude. Os agentes de leitura têm como algumas de suas atribuições a realização de atividades de incentivo à leitura e de formação de leitores, bem como o acompanhamento de programas e projetos de leitura. Estes prossionais recebem apoio dos mediadores de leitura, que atuam no âmbito de um grupo de escolas das Diretorias Regionais, com a função de garantir a realização das ações dos agentes de leitura. Aredeestadualpossuimediadoresde Tecnologia Educacional, prossionais que atuam em itinerância nas unidadesescolaresdaredeeauxiliam os professores na utilização dos equipamentos disponíveis em sua escola,noplanejamentodesuasaulas com a utilização de softwares especícos, dos objetos de aprendizagem e orientações pedagógicas existentes em nossos Portais “Conexão Professor“ e “ConexãoAluno”.
  • 17. Formação de Professores do Ensino Médio 14 REFLEXÃO E AÇÃO - Entre no Conexão Professor e faça a leitura das Orientações Pedagógicas do atual bimestre. - Organize uma roda de conversa com os professores sobre as possibilidades de utilização do material, especicamente no quetangeaospontosdeinterdiciplinalidade. - Reúna as ferramentas presentes nas Orientações Pedagógicas escolhidas que podem contribuir para o seu planejamento de aula. Referências bibliográcas DEWEY, John, (1938). Democratização e educação. São Paulo: Companhia Editora Nacional. ______, (1978). Vida e educação. 10ª ed. São Paulo: Malhoramentos. MORETTO, V. P. Reexões construtivistas sobre habilidades e competências. Dois Pontos: Teoria & Prática em Gestão. Belo Horizonte, v. 5, n. 42, p. 50-54, Maio/junho 1999. P E R R E N O U D, ( 1 9 9 9 ) . C o n s t r u i r competências desde a escola. Porto Alegre: Artmed.