SlideShare uma empresa Scribd logo
Banco de dados - Mapeamento MER - Relacional
Banco de dados - Mapeamento MER - Relacional
• Após o projeto conceitual do banco de dados,
passamos para o projeto lógico;
• Nesta etapa, recebemos um esquema
conceitual e o convertemos para um esquema
lógico;
– Particularmente, vamos estudar como converter
um diagrama entidade-relacionamento para um
conjunto de tabelas do modelo relacional;
• Esta conversão é feita através de sete regras;
Mapeamento MER - Relacional
• Regra 1: Mapeamento de Entidades Fortes
– Cada entidade forte deve ser transformada em
uma relação;
– Todos os atributos simples da entidade devem ser
incluídos na relação;
– Apenas os componentes simples dos atributos
compostos devem ser incluídos na relação;
– Um dos atributos chaves da entidade deve ser
escolhido como chave primária da relação;
Mapeamento MER - Relacional
• Regra 1: Mapeamento de Entidades Fortes
– Exemplo: Seja a entidade Empregado abaixo:
Mapeamento MER - Relacional
• Regra 1: Mapeamento de Entidades Fortes:
– Exemplo: Pela aplicação da Regra1, temos a
seguinte relação:
• Empregado (Matrícula, Nome, Salário, Rua, Número,
Bairro, Cidade, UF, CEP);
Mapeamento MER - Relacional
• Regra 2: Mapeamento de Entidades Fracas
– Cada entidade fraca deve ser transformada em
uma relação, seguindo as mesmas restrições da
Regra 1 para os seus atributos simples e
compostos;
– Incluir os atributos da chave primária da tabela
dominante como chave estrangeira da relação;
– A chave primária da relação deve ser a
combinação dos atributos da chave primária da
relação dominante e da chave da entidade fraca;
Mapeamento MER - Relacional
• Regra 2: Mapeamento de Entidades Fracas
– Exemplo: Sejam as duas entidades abaixo
relacionadas;
Mapeamento MER - Relacional
• Regra 2: Mapeamento de Entidades Fracas
– Exemplo:
• Temos as seguintes relações:
• Empregado (Matrícula, Nome, Salário, Rua, Número,
Bairro, Cidade, UF, CEP);
• Dependente (MatriculaEmpregado, Nome, Parentesco),
pela aplicação da Regra 2;
Mapeamento MER - Relacional
• Regra 3: Mapeamento de Relacionamentos
Um para Um:
– Deve-se identificar as entidades que participam
do relacionamento;
– Existem três soluções possíveis:
• Escolha da chave estrangeira;
• Relacionamento incorporado;
• Relação de relacionamento;
Mapeamento MER - Relacional
• Regra 3: Mapeamento de Relacionamentos
Um para Um:
– Escolha da chave estrangeira:
• Deve-se escolher uma das relações e inserir nela a
chave estrangeira da outra relação;
– Geralmente, as entidades com participação total no
relacionamento exercem este papel, ou seja recebem a chave
estrangeira;
• Incluir também todos os atributos do relacionamento
como atributos da tabela;
• É a solução mais utilizada para mapear este tipo de
relacionamento;
Mapeamento MER - Relacional
• Regra 3: Mapeamento de Relacionamentos
Um para Um:
– Escolha da chave estrangeira:
• Exemplo: Sejam as entidades mostradas abaixo:
Mapeamento MER - Relacional
• Regra 3: Mapeamento de Relacionamentos
Um para Um:
– Escolha da chave estrangeira:
• Exemplo:
– Temos as seguintes relações:
– Empregado (Matrícula, Nome, Salário, Rua, Número, Bairro,
Cidade, UF, CEP), pela aplicação da Regra 1;
– Departamento (Código, Nome, Gerente, DataInício), pela
aplicação da Regra 3 com a escolha da chave estrangeira;
Mapeamento MER - Relacional
• Regra 3: Mapeamento de Relacionamentos
Um para Um:
– Relação incorporada:
• Incorporar as duas entidades e o relacionamento em
uma única relação;
• Solução utilizada quando as duas entidades têm
participação total no relacionamento;
– Relação de relacionamento:
• O relacionamento é transformado em uma relação;
• A relação incorpora a chave primária das duas
entidades como chave estrangeira;
Mapeamento MER - Relacional
• Regra 4: Mapeamento de Relacionamentos
Um para Muitos:
– Deve-se incluir a chave primária da relação que
representa a entidade que aparece do lado “1” do
relacionamento como chave estrangeira na outra
relação;
– Isto acontece porque cada instância da outra
entidade está relacionada a apenas uma instância
da outra entidade;
– Incluir também os atributos do relacionamento na
relação que contém a chave estrangeira;
Mapeamento MER - Relacional
• Regra 4: Mapeamento de Relacionamentos
Um para Muitos:
– Exemplo: Sejam as duas entidades abaixo
relacionadas;
Mapeamento MER - Relacional
• Regra 4: Mapeamento de Relacionamentos
Um para Muitos
– Exemplo:
• Temos as seguintes relações;
• Departamento (Codigo, Nome);
• Empregado (Matrícula, Nome, Salário, Rua, Número,
Bairro, Cidade, UF, CEP, CodDepto);
Mapeamento MER - Relacional
• Regra 5: Mapeamento de Relacionamentos
Muitos para Muitos
– Deve-se criar uma nova relação para o
relacionamento;
– Incluir as chaves primárias das duas entidades que
participam do relacionamento na relação;
• A combinação destas chaves formará a chave primária
da relação;
– Incluir também na relação os atributos do
relacionamento;
Mapeamento MER - Relacional
• Regra 5: Mapeamento de Relacionamentos
Muitos para Muitos
– Exemplo: Sejam as entidades abaixo:
•
Mapeamento MER - Relacional
• Regra 5: Mapeamento de Relacionamentos
Muitos para Muitos
– Exemplo:
• Teremos as seguintes relações:
• Empregado (CodEmp, Nome, Salário, Endereço);
• Projeto (CodProjeto, NomeProjeto);
• Trabalha(CodEmp, CodProjeto, NumHoras)
Mapeamento MER - Relacional
• Regra 6: Mapeamento de atributos
multivalorados
– Deve-se criar uma nova relação para o atributo
multivalorado;
– Inlcuir na relação o atributo multivalorado;
– Inlcuir a chave primária da relação que representa
a entidade ao qual o atributo está associado como
chave estrangeira;
– A chave primária será a combinação da chave
estrangeira e do atributo multivalorado;
Mapeamento MER - Relacional
• Regra 6: Mapeamento de atributos
multivalorados
– Exemplo: Vamos considerar a entidade abaixo:
Mapeamento MER - Relacional
• Regra 6: Mapeamento de atributos
multivalorados
– Exemplo:
• Teremos as seguintes relações:
• Cliente (CodCliente, Nome, CPF, Salário);
• TelefoneCliente (CodCliente, Telefone);
Mapeamento MER - Relacional
• Regra 7: Mapeamento de relacionamentos n-
ários
– Para relacionamentos n-ários (n>2), deve-se criar
uma nova relação para representar o
relacionamento;
– As chaves primárias de cada relação que
representa uma entidade participante do
relacionamento devem ser inseridas na relação;
Mapeamento MER - Relacional
• Regra 7: Mapeamento de relacionamentos n-
ários
– Os atributos do relacionamento também devem
ser inclusos na relação;
– A chave primária da relação será a combinação
das chaves primárias das relações;
Mapeamento MER - Relacional
• Regra 7: Mapeamento de relacionamentos n-
ários
– Exemplo: Seja o relacionamento abaixo:
Mapeamento MER - Relacional
• Regra 7: Mapeamento de relacionamentos n-
ários
– Exemplo:
• Teremos as seguintes relações:
• Aluno (Matrícula, Nome, Telefone);
• Disciplina (Código, Nome, CargaHorária);
• Semestre (Codigo, Titulo);
• Matrícula (MatrículaAluno, CodDisciplina,
CodSemestre)
Mapeamento MER - Relacional
• Regra 8: Mapeamento de Generalização
– Duas alternativas:
• Criação de uma tabela para cada entidade mapeada:
– As entidades mais especializadas recebem a chave primária da
tabela genérica
• Criação de uma tabela para cada entidade especializada:
– As tabelas especializadas agregam todos os atributos
presentes na entidade genérica
Mapeamento MER - Relacional
• Vamos agora converter um DER que descreve
um domínio acadêmico para o modelo
relacional;
• A conversão será feita usando as sete regras
do algoritmo de mapeamento;
• O DER utilizado é mostrado no próximo slide;
Estudo de Caso
Banco de dados - Mapeamento MER - Relacional
• Pela Regra 1, temos o mapeamento das
entidades fortes;
• Obtemos as seguintes relações:
– Departamento (Codigo, Nome);
– Professor (Matrícula, Nome);
– Curso (Codigo, Nome);
– Disciplina (Codigo, Nome, CargaHoraria);
– Semestre (Codigo, Titulo);
– Aluno (Matrícula, Nome, Telefone);
Estudo de Caso
• O mapeamento da classe Dependente é feito
pela Regra 2:
– Encontramos a seguinte relação:
• Dependente(MatriculaProfessor, Nome, Parentesco);
Estudo de Caso
• Pela Regra 3, mapeamos o relacionamento
“gerenciado” entre Departamento e Professor;
– A relação Departamento fica com a seguinte
forma:
• Departamento (Codigo, Nome, Gerente);
• O atributo Gerente é uma chave estrangeira que faz
referência à matrícula do professor que gerencia o
departamento;
• O método usado foi o da escolha da chave estrangeira;
Estudo de Caso
• Pela Regra 4, mapeamos os seguintes
relacionamentos:
– O relacionamento “possui” entre Departamento e
Professor:
• Professor (Matrícula, Nome, CodDepto);
– O relacionamento “oferece” entre Departamento
e Curso:
• Curso (Codigo, Nome, CodDepto);
Estudo de Caso
• Pela Regra 4, mapeamos os seguintes
relacionamentos:
– O relacionamento “responsável” entre
Departamento e Disciplina;
• Disciplina (Codigo, Titulo, CodDepto);
– O relacionamento “possui” entre Curso e Aluno;
– Aluno (Matrícula, CodCurso, Nome, Telefone);
Estudo de Caso
• Pela Regra 5, mapeamos os seguintes
relacionamentos:
– O relacionamento “possui” entre Curso e
Disciplina;
• DisciplinaCurso (CodDisciplina, CodCurso);
• Note que as chaves primárias das duas tabelas são
colocadas como chaves estrangeiras na nova relação;
• A combinação das duas chaves estrangeiras forma a
chave primária da relação;
Estudo de Caso
• Pela Regra 6, mapeamos o atributo
multivalorado “Telefone”, da classe Aluno:
– TelefoneAluno (MatrículaAluno, Telefone);
– Note que uma nova relação é criada para mapear
este atributo;
– A chave primária da tabela que representa a
entidade ao qual o atributo está relacionado é
incluída como chave estrangeira na relação criada;
Estudo de Caso
• Pela Regra 7, mapeamos os seguintes
relacionamentos:
– O relacionamento “leciona”, entre Professor,
Disciplina e Semestre;
• Leciona (MatrículaProfessor, CodDisciplina,
CodSemestre);
• Note que a chave primária das relações que
representam as três entidades que compõem o
relacionamento são inclusas como chaves estrangeiras;
• A combinação destas chaves formam a chave primária
da relação;
Estudo de Caso
• Pela Regra 7, mapeamos os seguintes
relacionamentos:
– O relacionamento “cursada”, entre Disciplina,
Aluno e Semestre;
• MatrículaDisciplina (CodDisciplina, MatrículaAluno,
CodSemestre);
Estudo de Caso
• No fim, temos o seguinte esquema lógico
relacional:
– Departamento (Codigo, Nome, Gerente);
– Professor (Matrícula, Nome, CodDepto);
– Curso (Codigo, Nome, CodDepto);
– Disciplina (Codigo, Nome, CargaHoraria,
CodDepto);
– Semestre (Codigo, Titulo);
– Aluno (CodCurso, Matrícula, Nome, Telefone);
Estudo de Caso
• No fim, temos o seguinte esquema lógico
relacional:
– DisciplinaCurso (IDDisciplina, IDCurso);
– TelefoneAluno (MatrículaAluno, IDCurso, Telefone);
– Leciona (MatrículaProfessor, IDDisciplina,
IDSemestre);
– MatrículaDisciplina (IDDisciplina, MatrículaAluno,
IDCurso, IDSemestre);
– Dependente(MatriculaProfessor, Nome,
Parentesco);
Estudo de Caso
• Para facilitar o seu entendimento, o esquema
relacional gerado deve ser descrito em um
dicionário de dados;
• Este dicionário deve conter as seguintes
informações:
– Descrição de todas as relações;
– Descrição de cada atributo das relações;
• Tipo de dado, restrições, etc;
Considerações Finais
• Exemplo de descrição da relação Departamento:
Departamento: Relação que armazena os dados de cada departamento da
instituição
Atributo Descrição Tipo Restrições
Codigo Atributo que representa o
código de identificação
do departamento
String  Chave Primária
Nome Atributo que representa o
nome do departamento
String  Não Nulo
Gerente Atributo que armazena o
código do professor que
gerencia o departamento
String  Não Nulo;
 Chave estrangeira que
referencia o atributo
“Matrícula” da relação
“Professor”
Considerações Finais

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Engenharia de Software - Conceitos e Modelos de Desenvolvimento
Engenharia de Software - Conceitos e Modelos de Desenvolvimento Engenharia de Software - Conceitos e Modelos de Desenvolvimento
Engenharia de Software - Conceitos e Modelos de Desenvolvimento
Sérgio Souza Costa
 
Aula 9 banco de dados
Aula 9   banco de dadosAula 9   banco de dados
Aula 9 banco de dados
Jorge Ávila Miranda
 
Banco de Dados II Aula 03 - Modelagem de Dados (Modelo Lógico)
Banco de Dados II Aula 03 - Modelagem de Dados (Modelo Lógico)Banco de Dados II Aula 03 - Modelagem de Dados (Modelo Lógico)
Banco de Dados II Aula 03 - Modelagem de Dados (Modelo Lógico)
Leinylson Fontinele
 
1.Introdução Banco de Dados
1.Introdução Banco de Dados1.Introdução Banco de Dados
1.Introdução Banco de Dados
vini_campos
 
Banco de Dados II Aula 02 - Modelagem de Dados (Definição, Modelo conceitual)
Banco de Dados II  Aula 02 - Modelagem de Dados (Definição, Modelo conceitual)Banco de Dados II  Aula 02 - Modelagem de Dados (Definição, Modelo conceitual)
Banco de Dados II Aula 02 - Modelagem de Dados (Definição, Modelo conceitual)
Leinylson Fontinele
 
Aula 4 - Diagrama Entidade Relacionamento (com exercício no final)
Aula 4  - Diagrama Entidade Relacionamento (com exercício no final)Aula 4  - Diagrama Entidade Relacionamento (com exercício no final)
Aula 4 - Diagrama Entidade Relacionamento (com exercício no final)
Janynne Gomes
 
ICC - Aula 05 - Estrutura de controle, sequencial e condicional
ICC - Aula 05 - Estrutura de controle, sequencial e condicionalICC - Aula 05 - Estrutura de controle, sequencial e condicional
ICC - Aula 05 - Estrutura de controle, sequencial e condicional
Felipe J. R. Vieira
 
Manual de portugol
Manual de portugolManual de portugol
Manual de portugol
Gabriel Faustino
 
03 mer2
03 mer203 mer2
03 mer2
Fabiano Sales
 
Aula 4 - Teste de mesa
Aula 4 - Teste de mesaAula 4 - Teste de mesa
Aula 4 - Teste de mesa
Pacc UAB
 
Introdução a Linguagem de Programação C
Introdução a Linguagem de Programação CIntrodução a Linguagem de Programação C
Introdução a Linguagem de Programação C
Gercélia Ramos
 
Aula 11 - Vetores unidimensionais - parte 1
Aula 11 - Vetores unidimensionais - parte 1Aula 11 - Vetores unidimensionais - parte 1
Aula 11 - Vetores unidimensionais - parte 1
Pacc UAB
 
Modelagem de Dados
Modelagem de DadosModelagem de Dados
Modelagem de Dados
Roberto Grande
 
Aula 4 banco de dados
Aula 4   banco de dados Aula 4   banco de dados
Aula 4 banco de dados
Jorge Ávila Miranda
 
Engenharia Requisitos - Aula4 06 03 2006
Engenharia Requisitos - Aula4 06 03 2006Engenharia Requisitos - Aula4 06 03 2006
Engenharia Requisitos - Aula4 06 03 2006
Luís Fernando Richter
 
Curso de HTML5 - Aula 01
Curso de HTML5 - Aula 01   Curso de HTML5 - Aula 01
Curso de HTML5 - Aula 01
Léo Dias
 
Algoritmo aula 01-f
Algoritmo   aula 01-fAlgoritmo   aula 01-f
Algoritmo aula 01-f
Professor Samuel Ribeiro
 
Banco de Dados - Introdução - Projeto de Banco de Dados - DER
Banco de Dados - Introdução - Projeto de Banco de Dados - DERBanco de Dados - Introdução - Projeto de Banco de Dados - DER
Banco de Dados - Introdução - Projeto de Banco de Dados - DER
Rangel Javier
 
Analise de Requisitos Software
Analise de Requisitos SoftwareAnalise de Requisitos Software
Analise de Requisitos Software
Rildo (@rildosan) Santos
 
Aula 5 - Estruturas de seleção simples e composta - parte 1
Aula 5 - Estruturas de seleção simples e composta - parte 1Aula 5 - Estruturas de seleção simples e composta - parte 1
Aula 5 - Estruturas de seleção simples e composta - parte 1
Pacc UAB
 

Mais procurados (20)

Engenharia de Software - Conceitos e Modelos de Desenvolvimento
Engenharia de Software - Conceitos e Modelos de Desenvolvimento Engenharia de Software - Conceitos e Modelos de Desenvolvimento
Engenharia de Software - Conceitos e Modelos de Desenvolvimento
 
Aula 9 banco de dados
Aula 9   banco de dadosAula 9   banco de dados
Aula 9 banco de dados
 
Banco de Dados II Aula 03 - Modelagem de Dados (Modelo Lógico)
Banco de Dados II Aula 03 - Modelagem de Dados (Modelo Lógico)Banco de Dados II Aula 03 - Modelagem de Dados (Modelo Lógico)
Banco de Dados II Aula 03 - Modelagem de Dados (Modelo Lógico)
 
1.Introdução Banco de Dados
1.Introdução Banco de Dados1.Introdução Banco de Dados
1.Introdução Banco de Dados
 
Banco de Dados II Aula 02 - Modelagem de Dados (Definição, Modelo conceitual)
Banco de Dados II  Aula 02 - Modelagem de Dados (Definição, Modelo conceitual)Banco de Dados II  Aula 02 - Modelagem de Dados (Definição, Modelo conceitual)
Banco de Dados II Aula 02 - Modelagem de Dados (Definição, Modelo conceitual)
 
Aula 4 - Diagrama Entidade Relacionamento (com exercício no final)
Aula 4  - Diagrama Entidade Relacionamento (com exercício no final)Aula 4  - Diagrama Entidade Relacionamento (com exercício no final)
Aula 4 - Diagrama Entidade Relacionamento (com exercício no final)
 
ICC - Aula 05 - Estrutura de controle, sequencial e condicional
ICC - Aula 05 - Estrutura de controle, sequencial e condicionalICC - Aula 05 - Estrutura de controle, sequencial e condicional
ICC - Aula 05 - Estrutura de controle, sequencial e condicional
 
Manual de portugol
Manual de portugolManual de portugol
Manual de portugol
 
03 mer2
03 mer203 mer2
03 mer2
 
Aula 4 - Teste de mesa
Aula 4 - Teste de mesaAula 4 - Teste de mesa
Aula 4 - Teste de mesa
 
Introdução a Linguagem de Programação C
Introdução a Linguagem de Programação CIntrodução a Linguagem de Programação C
Introdução a Linguagem de Programação C
 
Aula 11 - Vetores unidimensionais - parte 1
Aula 11 - Vetores unidimensionais - parte 1Aula 11 - Vetores unidimensionais - parte 1
Aula 11 - Vetores unidimensionais - parte 1
 
Modelagem de Dados
Modelagem de DadosModelagem de Dados
Modelagem de Dados
 
Aula 4 banco de dados
Aula 4   banco de dados Aula 4   banco de dados
Aula 4 banco de dados
 
Engenharia Requisitos - Aula4 06 03 2006
Engenharia Requisitos - Aula4 06 03 2006Engenharia Requisitos - Aula4 06 03 2006
Engenharia Requisitos - Aula4 06 03 2006
 
Curso de HTML5 - Aula 01
Curso de HTML5 - Aula 01   Curso de HTML5 - Aula 01
Curso de HTML5 - Aula 01
 
Algoritmo aula 01-f
Algoritmo   aula 01-fAlgoritmo   aula 01-f
Algoritmo aula 01-f
 
Banco de Dados - Introdução - Projeto de Banco de Dados - DER
Banco de Dados - Introdução - Projeto de Banco de Dados - DERBanco de Dados - Introdução - Projeto de Banco de Dados - DER
Banco de Dados - Introdução - Projeto de Banco de Dados - DER
 
Analise de Requisitos Software
Analise de Requisitos SoftwareAnalise de Requisitos Software
Analise de Requisitos Software
 
Aula 5 - Estruturas de seleção simples e composta - parte 1
Aula 5 - Estruturas de seleção simples e composta - parte 1Aula 5 - Estruturas de seleção simples e composta - parte 1
Aula 5 - Estruturas de seleção simples e composta - parte 1
 

Destaque

DER - Diagrama de Entidade e Relacionamentos
DER - Diagrama de Entidade e RelacionamentosDER - Diagrama de Entidade e Relacionamentos
DER - Diagrama de Entidade e Relacionamentos
Cláudio Amaral
 
Diagrama Entidade Relacionamento - Bancos de Dados I
Diagrama Entidade Relacionamento - Bancos de Dados IDiagrama Entidade Relacionamento - Bancos de Dados I
Diagrama Entidade Relacionamento - Bancos de Dados I
Djonathas Cardoso
 
Exercícios de relacionamento 2012
Exercícios de relacionamento 2012Exercícios de relacionamento 2012
Exercícios de relacionamento 2012
Vitor Leal Diniz
 
Apostila modelagem de banco de dados
Apostila modelagem de banco de dadosApostila modelagem de banco de dados
Apostila modelagem de banco de dados
Fernanda Moran Menezes
 
Bdm aula 7 - normalização parte2 - ticianne darin
Bdm   aula 7 - normalização parte2 - ticianne darinBdm   aula 7 - normalização parte2 - ticianne darin
Bdm aula 7 - normalização parte2 - ticianne darin
Ticianne Darin
 
Modelo entidade relacionamento
Modelo entidade relacionamentoModelo entidade relacionamento
Modelo entidade relacionamento
Carlos Melo
 
Apostila Modelo ER (Entidade Relacionamento)
Apostila Modelo ER (Entidade Relacionamento)Apostila Modelo ER (Entidade Relacionamento)
Apostila Modelo ER (Entidade Relacionamento)
Ricardo Terra
 
Banco de dados - Aula 1 SQL
Banco de dados - Aula 1 SQLBanco de dados - Aula 1 SQL
Banco de dados - Aula 1 SQL
Daniel Brandão
 
Aula 1 - Programação Dinâmica para Web
Aula 1 - Programação Dinâmica para WebAula 1 - Programação Dinâmica para Web
Aula 1 - Programação Dinâmica para Web
Daniel Brandão
 
Modelagem relacional e normalização de dados
Modelagem relacional e normalização de dadosModelagem relacional e normalização de dados
Modelagem relacional e normalização de dados
julianaveregue
 
Modelo Conceitual
Modelo ConceitualModelo Conceitual
Modelo Conceitual
kottrim
 
Tipos de dados em MySQL
Tipos de dados em MySQLTipos de dados em MySQL
Tipos de dados em MySQL
Daniel Brandão
 
Introdução ao Banco de dados - Prof. Daniel Brandão
Introdução ao Banco de dados - Prof. Daniel BrandãoIntrodução ao Banco de dados - Prof. Daniel Brandão
Introdução ao Banco de dados - Prof. Daniel Brandão
Daniel Brandão
 
Oficina postgresql basico_consegi2010
Oficina postgresql basico_consegi2010Oficina postgresql basico_consegi2010
Oficina postgresql basico_consegi2010
Fabrízio Mello
 
Mapeamento objeto relacional
Mapeamento objeto relacionalMapeamento objeto relacional
Mapeamento objeto relacional
Reinaldo Coelho Sartorelli
 
Relatório da uml
Relatório da umlRelatório da uml
Relatório da uml
Andre Oliveira
 
Padrões Atuais e Futuros para Infraestrutura de Dados Espaciais
Padrões Atuais e Futuros para Infraestrutura de Dados EspaciaisPadrões Atuais e Futuros para Infraestrutura de Dados Espaciais
Padrões Atuais e Futuros para Infraestrutura de Dados Espaciais
Luis Bermudez
 
Exercício resolvido normalização
Exercício resolvido normalizaçãoExercício resolvido normalização
Exercício resolvido normalização
Ticianne Darin
 
Banco de Dados - Modelo Lógico, Chave primária e Chave estrangeira
Banco de Dados - Modelo Lógico, Chave primária e Chave estrangeiraBanco de Dados - Modelo Lógico, Chave primária e Chave estrangeira
Banco de Dados - Modelo Lógico, Chave primária e Chave estrangeira
Natanael Simões
 
Introdução ao PostGIS
Introdução ao PostGISIntrodução ao PostGIS
Introdução ao PostGIS
Fernando Quadro
 

Destaque (20)

DER - Diagrama de Entidade e Relacionamentos
DER - Diagrama de Entidade e RelacionamentosDER - Diagrama de Entidade e Relacionamentos
DER - Diagrama de Entidade e Relacionamentos
 
Diagrama Entidade Relacionamento - Bancos de Dados I
Diagrama Entidade Relacionamento - Bancos de Dados IDiagrama Entidade Relacionamento - Bancos de Dados I
Diagrama Entidade Relacionamento - Bancos de Dados I
 
Exercícios de relacionamento 2012
Exercícios de relacionamento 2012Exercícios de relacionamento 2012
Exercícios de relacionamento 2012
 
Apostila modelagem de banco de dados
Apostila modelagem de banco de dadosApostila modelagem de banco de dados
Apostila modelagem de banco de dados
 
Bdm aula 7 - normalização parte2 - ticianne darin
Bdm   aula 7 - normalização parte2 - ticianne darinBdm   aula 7 - normalização parte2 - ticianne darin
Bdm aula 7 - normalização parte2 - ticianne darin
 
Modelo entidade relacionamento
Modelo entidade relacionamentoModelo entidade relacionamento
Modelo entidade relacionamento
 
Apostila Modelo ER (Entidade Relacionamento)
Apostila Modelo ER (Entidade Relacionamento)Apostila Modelo ER (Entidade Relacionamento)
Apostila Modelo ER (Entidade Relacionamento)
 
Banco de dados - Aula 1 SQL
Banco de dados - Aula 1 SQLBanco de dados - Aula 1 SQL
Banco de dados - Aula 1 SQL
 
Aula 1 - Programação Dinâmica para Web
Aula 1 - Programação Dinâmica para WebAula 1 - Programação Dinâmica para Web
Aula 1 - Programação Dinâmica para Web
 
Modelagem relacional e normalização de dados
Modelagem relacional e normalização de dadosModelagem relacional e normalização de dados
Modelagem relacional e normalização de dados
 
Modelo Conceitual
Modelo ConceitualModelo Conceitual
Modelo Conceitual
 
Tipos de dados em MySQL
Tipos de dados em MySQLTipos de dados em MySQL
Tipos de dados em MySQL
 
Introdução ao Banco de dados - Prof. Daniel Brandão
Introdução ao Banco de dados - Prof. Daniel BrandãoIntrodução ao Banco de dados - Prof. Daniel Brandão
Introdução ao Banco de dados - Prof. Daniel Brandão
 
Oficina postgresql basico_consegi2010
Oficina postgresql basico_consegi2010Oficina postgresql basico_consegi2010
Oficina postgresql basico_consegi2010
 
Mapeamento objeto relacional
Mapeamento objeto relacionalMapeamento objeto relacional
Mapeamento objeto relacional
 
Relatório da uml
Relatório da umlRelatório da uml
Relatório da uml
 
Padrões Atuais e Futuros para Infraestrutura de Dados Espaciais
Padrões Atuais e Futuros para Infraestrutura de Dados EspaciaisPadrões Atuais e Futuros para Infraestrutura de Dados Espaciais
Padrões Atuais e Futuros para Infraestrutura de Dados Espaciais
 
Exercício resolvido normalização
Exercício resolvido normalizaçãoExercício resolvido normalização
Exercício resolvido normalização
 
Banco de Dados - Modelo Lógico, Chave primária e Chave estrangeira
Banco de Dados - Modelo Lógico, Chave primária e Chave estrangeiraBanco de Dados - Modelo Lógico, Chave primária e Chave estrangeira
Banco de Dados - Modelo Lógico, Chave primária e Chave estrangeira
 
Introdução ao PostGIS
Introdução ao PostGISIntrodução ao PostGIS
Introdução ao PostGIS
 

Semelhante a Banco de dados - Mapeamento MER - Relacional

FICHA4_Esquema Relacional _BD_Novo-1.pdf
FICHA4_Esquema Relacional _BD_Novo-1.pdfFICHA4_Esquema Relacional _BD_Novo-1.pdf
FICHA4_Esquema Relacional _BD_Novo-1.pdf
helton56
 
Bases De Dados
Bases De DadosBases De Dados
Bases De Dados
arturafonsosousa
 
TI para Concursos: Modelagem Conceitual de Bancos de Dados
TI para Concursos: Modelagem Conceitual de Bancos de DadosTI para Concursos: Modelagem Conceitual de Bancos de Dados
TI para Concursos: Modelagem Conceitual de Bancos de Dados
Estratégia Concursos
 
Cap3 (1).ppt
Cap3 (1).pptCap3 (1).ppt
Cap3 (1).ppt
OdeirFortunato2
 
Banco de dados [ aula 2 ]
Banco de dados [ aula 2 ]Banco de dados [ aula 2 ]
Banco de dados [ aula 2 ]
Thiago Luis Colozio Casácio
 
Mapeamento de Objetos para o Modelo Relacional.ppt
Mapeamento de Objetos para o Modelo Relacional.pptMapeamento de Objetos para o Modelo Relacional.ppt
Mapeamento de Objetos para o Modelo Relacional.ppt
JoberthSilva
 
BANCO DE DADOS - Modelo conceitual - MER e DER.pdf
BANCO DE DADOS - Modelo conceitual - MER e DER.pdfBANCO DE DADOS - Modelo conceitual - MER e DER.pdf
BANCO DE DADOS - Modelo conceitual - MER e DER.pdf
ssusera5d99a
 
Aula projetologico
Aula projetologicoAula projetologico
Aula projetologico
ジョ ビダル
 
Bd aula3
Bd aula3Bd aula3
Bd aula3
Tecksantos
 
Aulas de banco de dados
Aulas de banco de dadosAulas de banco de dados
Aulas de banco de dados
Oseas_Lima
 
bd_aula02-IPMY.pdf
bd_aula02-IPMY.pdfbd_aula02-IPMY.pdf
bd_aula02-IPMY.pdf
ssuser69006f
 
3 modelo relacional
3 modelo relacional3 modelo relacional
3 modelo relacional
Marcos Souza
 
Aula 3-IDB - Modelo Conceptual-2.pdf
Aula 3-IDB - Modelo Conceptual-2.pdfAula 3-IDB - Modelo Conceptual-2.pdf
Aula 3-IDB - Modelo Conceptual-2.pdf
Celestino24
 
Aula3BD-Modelo-Entidade-Relacionamento1.pdf
Aula3BD-Modelo-Entidade-Relacionamento1.pdfAula3BD-Modelo-Entidade-Relacionamento1.pdf
Aula3BD-Modelo-Entidade-Relacionamento1.pdf
DanielaJoaoGoularted
 
Introdução a Banco de Dados
Introdução a Banco de DadosIntrodução a Banco de Dados
Introdução a Banco de Dados
Daniel Brandão
 
BD I - Aula 03 - Atributos, Tuplas, PK, FK, Relacionamento, Int. Ref
BD I - Aula 03 - Atributos, Tuplas, PK, FK, Relacionamento, Int. RefBD I - Aula 03 - Atributos, Tuplas, PK, FK, Relacionamento, Int. Ref
BD I - Aula 03 - Atributos, Tuplas, PK, FK, Relacionamento, Int. Ref
Rodrigo Kiyoshi Saito
 
BD I - Aula 04 A - Resumo MER e Mapeamento Relacional
BD I - Aula 04 A - Resumo MER e Mapeamento RelacionalBD I - Aula 04 A - Resumo MER e Mapeamento Relacional
BD I - Aula 04 A - Resumo MER e Mapeamento Relacional
Rodrigo Kiyoshi Saito
 
Base de dados tic 10º ano
Base de dados   tic 10º anoBase de dados   tic 10º ano
Base de dados tic 10º ano
Este FC Juniores
 
Análise de redes sociais: novas oportunidades de geração de conhecimento na Web
Análise de redes sociais: novas oportunidades de geração de conhecimento na WebAnálise de redes sociais: novas oportunidades de geração de conhecimento na Web
Análise de redes sociais: novas oportunidades de geração de conhecimento na Web
Dalton Martins
 
Aula 7 análise fatorial
Aula 7  análise fatorialAula 7  análise fatorial
Aula 7 análise fatorial
Rodrigo Rodrigues
 

Semelhante a Banco de dados - Mapeamento MER - Relacional (20)

FICHA4_Esquema Relacional _BD_Novo-1.pdf
FICHA4_Esquema Relacional _BD_Novo-1.pdfFICHA4_Esquema Relacional _BD_Novo-1.pdf
FICHA4_Esquema Relacional _BD_Novo-1.pdf
 
Bases De Dados
Bases De DadosBases De Dados
Bases De Dados
 
TI para Concursos: Modelagem Conceitual de Bancos de Dados
TI para Concursos: Modelagem Conceitual de Bancos de DadosTI para Concursos: Modelagem Conceitual de Bancos de Dados
TI para Concursos: Modelagem Conceitual de Bancos de Dados
 
Cap3 (1).ppt
Cap3 (1).pptCap3 (1).ppt
Cap3 (1).ppt
 
Banco de dados [ aula 2 ]
Banco de dados [ aula 2 ]Banco de dados [ aula 2 ]
Banco de dados [ aula 2 ]
 
Mapeamento de Objetos para o Modelo Relacional.ppt
Mapeamento de Objetos para o Modelo Relacional.pptMapeamento de Objetos para o Modelo Relacional.ppt
Mapeamento de Objetos para o Modelo Relacional.ppt
 
BANCO DE DADOS - Modelo conceitual - MER e DER.pdf
BANCO DE DADOS - Modelo conceitual - MER e DER.pdfBANCO DE DADOS - Modelo conceitual - MER e DER.pdf
BANCO DE DADOS - Modelo conceitual - MER e DER.pdf
 
Aula projetologico
Aula projetologicoAula projetologico
Aula projetologico
 
Bd aula3
Bd aula3Bd aula3
Bd aula3
 
Aulas de banco de dados
Aulas de banco de dadosAulas de banco de dados
Aulas de banco de dados
 
bd_aula02-IPMY.pdf
bd_aula02-IPMY.pdfbd_aula02-IPMY.pdf
bd_aula02-IPMY.pdf
 
3 modelo relacional
3 modelo relacional3 modelo relacional
3 modelo relacional
 
Aula 3-IDB - Modelo Conceptual-2.pdf
Aula 3-IDB - Modelo Conceptual-2.pdfAula 3-IDB - Modelo Conceptual-2.pdf
Aula 3-IDB - Modelo Conceptual-2.pdf
 
Aula3BD-Modelo-Entidade-Relacionamento1.pdf
Aula3BD-Modelo-Entidade-Relacionamento1.pdfAula3BD-Modelo-Entidade-Relacionamento1.pdf
Aula3BD-Modelo-Entidade-Relacionamento1.pdf
 
Introdução a Banco de Dados
Introdução a Banco de DadosIntrodução a Banco de Dados
Introdução a Banco de Dados
 
BD I - Aula 03 - Atributos, Tuplas, PK, FK, Relacionamento, Int. Ref
BD I - Aula 03 - Atributos, Tuplas, PK, FK, Relacionamento, Int. RefBD I - Aula 03 - Atributos, Tuplas, PK, FK, Relacionamento, Int. Ref
BD I - Aula 03 - Atributos, Tuplas, PK, FK, Relacionamento, Int. Ref
 
BD I - Aula 04 A - Resumo MER e Mapeamento Relacional
BD I - Aula 04 A - Resumo MER e Mapeamento RelacionalBD I - Aula 04 A - Resumo MER e Mapeamento Relacional
BD I - Aula 04 A - Resumo MER e Mapeamento Relacional
 
Base de dados tic 10º ano
Base de dados   tic 10º anoBase de dados   tic 10º ano
Base de dados tic 10º ano
 
Análise de redes sociais: novas oportunidades de geração de conhecimento na Web
Análise de redes sociais: novas oportunidades de geração de conhecimento na WebAnálise de redes sociais: novas oportunidades de geração de conhecimento na Web
Análise de redes sociais: novas oportunidades de geração de conhecimento na Web
 
Aula 7 análise fatorial
Aula 7  análise fatorialAula 7  análise fatorial
Aula 7 análise fatorial
 

Mais de Daniel Brandão

Aula 2 - POO: Fundamentos da linguagem Java
Aula 2 - POO: Fundamentos da linguagem JavaAula 2 - POO: Fundamentos da linguagem Java
Aula 2 - POO: Fundamentos da linguagem Java
Daniel Brandão
 
Aula 1 - Introdução a POO
Aula 1 -  Introdução a POOAula 1 -  Introdução a POO
Aula 1 - Introdução a POO
Daniel Brandão
 
Sapiens - Feedback de Prática Docente com Google Forms
Sapiens - Feedback de Prática Docente com Google FormsSapiens - Feedback de Prática Docente com Google Forms
Sapiens - Feedback de Prática Docente com Google Forms
Daniel Brandão
 
{Palestra} Criação Web com Frameworks Front-end
{Palestra} Criação Web com Frameworks Front-end{Palestra} Criação Web com Frameworks Front-end
{Palestra} Criação Web com Frameworks Front-end
Daniel Brandão
 
PHP Aula 06 - Include, Require e Querystring
PHP Aula 06 - Include, Require e QuerystringPHP Aula 06 - Include, Require e Querystring
PHP Aula 06 - Include, Require e Querystring
Daniel Brandão
 
PHP Aula 05 - E-mails, Cookies e Sessoes
PHP Aula 05 - E-mails, Cookies e SessoesPHP Aula 05 - E-mails, Cookies e Sessoes
PHP Aula 05 - E-mails, Cookies e Sessoes
Daniel Brandão
 
Aula 04 PHP - Utilizando Funções e Manipulando Arquivos
Aula 04 PHP - Utilizando Funções e Manipulando ArquivosAula 04 PHP - Utilizando Funções e Manipulando Arquivos
Aula 04 PHP - Utilizando Funções e Manipulando Arquivos
Daniel Brandão
 
Aula 04 Sistema de Informação - Processo e Requisitos de Sistemas
Aula 04 Sistema de Informação - Processo e Requisitos de SistemasAula 04 Sistema de Informação - Processo e Requisitos de Sistemas
Aula 04 Sistema de Informação - Processo e Requisitos de Sistemas
Daniel Brandão
 
Aula 3 Sistemas de Informação - Tipos de SI
Aula 3 Sistemas de Informação - Tipos de SIAula 3 Sistemas de Informação - Tipos de SI
Aula 3 Sistemas de Informação - Tipos de SI
Daniel Brandão
 
Aula03 PHP - Estruturas Condicionais
Aula03 PHP - Estruturas CondicionaisAula03 PHP - Estruturas Condicionais
Aula03 PHP - Estruturas Condicionais
Daniel Brandão
 
Aula 02 - Sistemas, Dados, Informação
Aula 02 - Sistemas, Dados, InformaçãoAula 02 - Sistemas, Dados, Informação
Aula 02 - Sistemas, Dados, Informação
Daniel Brandão
 
Aula 02 - Introdução ao PHP
Aula 02 - Introdução ao PHPAula 02 - Introdução ao PHP
Aula 02 - Introdução ao PHP
Daniel Brandão
 
Aula 01 - Introdução ao Sistema de Informação
Aula 01 - Introdução ao Sistema de InformaçãoAula 01 - Introdução ao Sistema de Informação
Aula 01 - Introdução ao Sistema de Informação
Daniel Brandão
 
Introdução à informática
Introdução à informáticaIntrodução à informática
Introdução à informática
Daniel Brandão
 
Programação Orientação a Objetos - Herança
Programação Orientação a Objetos - HerançaProgramação Orientação a Objetos - Herança
Programação Orientação a Objetos - Herança
Daniel Brandão
 
Encapsulamento em Orientação a Objetos
Encapsulamento em Orientação a ObjetosEncapsulamento em Orientação a Objetos
Encapsulamento em Orientação a Objetos
Daniel Brandão
 
Arrays (vetores) em Java
Arrays (vetores) em JavaArrays (vetores) em Java
Arrays (vetores) em Java
Daniel Brandão
 
Palestra - Profissão: Desenvolvedor
Palestra - Profissão: DesenvolvedorPalestra - Profissão: Desenvolvedor
Palestra - Profissão: Desenvolvedor
Daniel Brandão
 
Fórmulas Condicionais em Excel
Fórmulas Condicionais em ExcelFórmulas Condicionais em Excel
Fórmulas Condicionais em Excel
Daniel Brandão
 
Aula 03 - Definições da linguagem Java
Aula 03 - Definições da linguagem JavaAula 03 - Definições da linguagem Java
Aula 03 - Definições da linguagem Java
Daniel Brandão
 

Mais de Daniel Brandão (20)

Aula 2 - POO: Fundamentos da linguagem Java
Aula 2 - POO: Fundamentos da linguagem JavaAula 2 - POO: Fundamentos da linguagem Java
Aula 2 - POO: Fundamentos da linguagem Java
 
Aula 1 - Introdução a POO
Aula 1 -  Introdução a POOAula 1 -  Introdução a POO
Aula 1 - Introdução a POO
 
Sapiens - Feedback de Prática Docente com Google Forms
Sapiens - Feedback de Prática Docente com Google FormsSapiens - Feedback de Prática Docente com Google Forms
Sapiens - Feedback de Prática Docente com Google Forms
 
{Palestra} Criação Web com Frameworks Front-end
{Palestra} Criação Web com Frameworks Front-end{Palestra} Criação Web com Frameworks Front-end
{Palestra} Criação Web com Frameworks Front-end
 
PHP Aula 06 - Include, Require e Querystring
PHP Aula 06 - Include, Require e QuerystringPHP Aula 06 - Include, Require e Querystring
PHP Aula 06 - Include, Require e Querystring
 
PHP Aula 05 - E-mails, Cookies e Sessoes
PHP Aula 05 - E-mails, Cookies e SessoesPHP Aula 05 - E-mails, Cookies e Sessoes
PHP Aula 05 - E-mails, Cookies e Sessoes
 
Aula 04 PHP - Utilizando Funções e Manipulando Arquivos
Aula 04 PHP - Utilizando Funções e Manipulando ArquivosAula 04 PHP - Utilizando Funções e Manipulando Arquivos
Aula 04 PHP - Utilizando Funções e Manipulando Arquivos
 
Aula 04 Sistema de Informação - Processo e Requisitos de Sistemas
Aula 04 Sistema de Informação - Processo e Requisitos de SistemasAula 04 Sistema de Informação - Processo e Requisitos de Sistemas
Aula 04 Sistema de Informação - Processo e Requisitos de Sistemas
 
Aula 3 Sistemas de Informação - Tipos de SI
Aula 3 Sistemas de Informação - Tipos de SIAula 3 Sistemas de Informação - Tipos de SI
Aula 3 Sistemas de Informação - Tipos de SI
 
Aula03 PHP - Estruturas Condicionais
Aula03 PHP - Estruturas CondicionaisAula03 PHP - Estruturas Condicionais
Aula03 PHP - Estruturas Condicionais
 
Aula 02 - Sistemas, Dados, Informação
Aula 02 - Sistemas, Dados, InformaçãoAula 02 - Sistemas, Dados, Informação
Aula 02 - Sistemas, Dados, Informação
 
Aula 02 - Introdução ao PHP
Aula 02 - Introdução ao PHPAula 02 - Introdução ao PHP
Aula 02 - Introdução ao PHP
 
Aula 01 - Introdução ao Sistema de Informação
Aula 01 - Introdução ao Sistema de InformaçãoAula 01 - Introdução ao Sistema de Informação
Aula 01 - Introdução ao Sistema de Informação
 
Introdução à informática
Introdução à informáticaIntrodução à informática
Introdução à informática
 
Programação Orientação a Objetos - Herança
Programação Orientação a Objetos - HerançaProgramação Orientação a Objetos - Herança
Programação Orientação a Objetos - Herança
 
Encapsulamento em Orientação a Objetos
Encapsulamento em Orientação a ObjetosEncapsulamento em Orientação a Objetos
Encapsulamento em Orientação a Objetos
 
Arrays (vetores) em Java
Arrays (vetores) em JavaArrays (vetores) em Java
Arrays (vetores) em Java
 
Palestra - Profissão: Desenvolvedor
Palestra - Profissão: DesenvolvedorPalestra - Profissão: Desenvolvedor
Palestra - Profissão: Desenvolvedor
 
Fórmulas Condicionais em Excel
Fórmulas Condicionais em ExcelFórmulas Condicionais em Excel
Fórmulas Condicionais em Excel
 
Aula 03 - Definições da linguagem Java
Aula 03 - Definições da linguagem JavaAula 03 - Definições da linguagem Java
Aula 03 - Definições da linguagem Java
 

Último

Noite Alva! José Ernesto Ferraresso.ppsx
Noite Alva! José Ernesto Ferraresso.ppsxNoite Alva! José Ernesto Ferraresso.ppsx
Noite Alva! José Ernesto Ferraresso.ppsx
Luzia Gabriele
 
Relatório de Atividades 2011 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2011 CENSIPAM.pdfRelatório de Atividades 2011 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2011 CENSIPAM.pdf
Falcão Brasil
 
1°ao5°ano_HISTÓRIA_ORGANIZADOR CURRICULAR BIMESTRAL (1) educação infantil fu...
1°ao5°ano_HISTÓRIA_ORGANIZADOR CURRICULAR BIMESTRAL (1)  educação infantil fu...1°ao5°ano_HISTÓRIA_ORGANIZADOR CURRICULAR BIMESTRAL (1)  educação infantil fu...
1°ao5°ano_HISTÓRIA_ORGANIZADOR CURRICULAR BIMESTRAL (1) educação infantil fu...
antonio carlos
 
A perspectiva colaborativa e as novas práticas de inclusão. (1).pptx
A perspectiva colaborativa e as novas práticas de inclusão. (1).pptxA perspectiva colaborativa e as novas práticas de inclusão. (1).pptx
A perspectiva colaborativa e as novas práticas de inclusão. (1).pptx
marcos oliveira
 
Relatório de Atividades 2019 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2019 CENSIPAM.pdfRelatório de Atividades 2019 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2019 CENSIPAM.pdf
Falcão Brasil
 
Painel para comemerorar odia dos avós grátis.pdf
Painel  para comemerorar odia dos avós grátis.pdfPainel  para comemerorar odia dos avós grátis.pdf
Painel para comemerorar odia dos avós grátis.pdf
marcos oliveira
 
escrita criativa utilizada na arteterapia
escrita criativa   utilizada na arteterapiaescrita criativa   utilizada na arteterapia
escrita criativa utilizada na arteterapia
shirleisousa9166
 
Seminário de Gestão Pública e Defesa Civil
Seminário de Gestão Pública e Defesa CivilSeminário de Gestão Pública e Defesa Civil
Seminário de Gestão Pública e Defesa Civil
EduardoLealSilva
 
NR-12-Treinamento-Maquinas-Rotativas.ppt
NR-12-Treinamento-Maquinas-Rotativas.pptNR-12-Treinamento-Maquinas-Rotativas.ppt
NR-12-Treinamento-Maquinas-Rotativas.ppt
Vanessa F. Rezende
 
Guia referencial de Apoio - Planejamento Escolar 2024.pdf
Guia referencial de Apoio - Planejamento Escolar 2024.pdfGuia referencial de Apoio - Planejamento Escolar 2024.pdf
Guia referencial de Apoio - Planejamento Escolar 2024.pdf
FLAVIOROBERTOGOUVEA
 
Infografia | Presidência húngara do Conselho da UE
Infografia | Presidência húngara do Conselho da UEInfografia | Presidência húngara do Conselho da UE
Infografia | Presidência húngara do Conselho da UE
Centro Jacques Delors
 
TEORIAS UECE.pdf química geral nome de cientistas famosos da química
TEORIAS UECE.pdf química geral nome de cientistas famosos da químicaTEORIAS UECE.pdf química geral nome de cientistas famosos da química
TEORIAS UECE.pdf química geral nome de cientistas famosos da química
VictorEmanoel37
 
Relatório de Atividades 2016 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2016 CENSIPAM.pdfRelatório de Atividades 2016 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2016 CENSIPAM.pdf
Falcão Brasil
 
Slides Lição 2, Betel, A Igreja e a relevância, para a adoração verdadeira no...
Slides Lição 2, Betel, A Igreja e a relevância, para a adoração verdadeira no...Slides Lição 2, Betel, A Igreja e a relevância, para a adoração verdadeira no...
Slides Lição 2, Betel, A Igreja e a relevância, para a adoração verdadeira no...
LuizHenriquedeAlmeid6
 
Alfabetização de adultos.pdf
Alfabetização de             adultos.pdfAlfabetização de             adultos.pdf
Alfabetização de adultos.pdf
arodatos81
 
CALENDÁRIO GRADUAÇÃO 2024-07ddddd-04 (1).pdf
CALENDÁRIO GRADUAÇÃO 2024-07ddddd-04 (1).pdfCALENDÁRIO GRADUAÇÃO 2024-07ddddd-04 (1).pdf
CALENDÁRIO GRADUAÇÃO 2024-07ddddd-04 (1).pdf
CristviaFerreira
 
EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23
Sandra Pratas
 
Caderno_de_referencias_Ocupacaohumana_IV_FlaviaCoelho_compressed.pdf
Caderno_de_referencias_Ocupacaohumana_IV_FlaviaCoelho_compressed.pdfCaderno_de_referencias_Ocupacaohumana_IV_FlaviaCoelho_compressed.pdf
Caderno_de_referencias_Ocupacaohumana_IV_FlaviaCoelho_compressed.pdf
shirleisousa9166
 
Licao de adultos Topico 1 CPAD edit.pptx
Licao de adultos Topico 1 CPAD edit.pptxLicao de adultos Topico 1 CPAD edit.pptx
Licao de adultos Topico 1 CPAD edit.pptx
jetroescola
 

Último (20)

Noite Alva! José Ernesto Ferraresso.ppsx
Noite Alva! José Ernesto Ferraresso.ppsxNoite Alva! José Ernesto Ferraresso.ppsx
Noite Alva! José Ernesto Ferraresso.ppsx
 
Relatório de Atividades 2011 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2011 CENSIPAM.pdfRelatório de Atividades 2011 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2011 CENSIPAM.pdf
 
1°ao5°ano_HISTÓRIA_ORGANIZADOR CURRICULAR BIMESTRAL (1) educação infantil fu...
1°ao5°ano_HISTÓRIA_ORGANIZADOR CURRICULAR BIMESTRAL (1)  educação infantil fu...1°ao5°ano_HISTÓRIA_ORGANIZADOR CURRICULAR BIMESTRAL (1)  educação infantil fu...
1°ao5°ano_HISTÓRIA_ORGANIZADOR CURRICULAR BIMESTRAL (1) educação infantil fu...
 
A perspectiva colaborativa e as novas práticas de inclusão. (1).pptx
A perspectiva colaborativa e as novas práticas de inclusão. (1).pptxA perspectiva colaborativa e as novas práticas de inclusão. (1).pptx
A perspectiva colaborativa e as novas práticas de inclusão. (1).pptx
 
Relatório de Atividades 2019 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2019 CENSIPAM.pdfRelatório de Atividades 2019 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2019 CENSIPAM.pdf
 
Painel para comemerorar odia dos avós grátis.pdf
Painel  para comemerorar odia dos avós grátis.pdfPainel  para comemerorar odia dos avós grátis.pdf
Painel para comemerorar odia dos avós grátis.pdf
 
escrita criativa utilizada na arteterapia
escrita criativa   utilizada na arteterapiaescrita criativa   utilizada na arteterapia
escrita criativa utilizada na arteterapia
 
Seminário de Gestão Pública e Defesa Civil
Seminário de Gestão Pública e Defesa CivilSeminário de Gestão Pública e Defesa Civil
Seminário de Gestão Pública e Defesa Civil
 
NR-12-Treinamento-Maquinas-Rotativas.ppt
NR-12-Treinamento-Maquinas-Rotativas.pptNR-12-Treinamento-Maquinas-Rotativas.ppt
NR-12-Treinamento-Maquinas-Rotativas.ppt
 
FOTOS_AS CIÊNCIAS EM AÇÃO .
FOTOS_AS CIÊNCIAS EM AÇÃO                .FOTOS_AS CIÊNCIAS EM AÇÃO                .
FOTOS_AS CIÊNCIAS EM AÇÃO .
 
Guia referencial de Apoio - Planejamento Escolar 2024.pdf
Guia referencial de Apoio - Planejamento Escolar 2024.pdfGuia referencial de Apoio - Planejamento Escolar 2024.pdf
Guia referencial de Apoio - Planejamento Escolar 2024.pdf
 
Infografia | Presidência húngara do Conselho da UE
Infografia | Presidência húngara do Conselho da UEInfografia | Presidência húngara do Conselho da UE
Infografia | Presidência húngara do Conselho da UE
 
TEORIAS UECE.pdf química geral nome de cientistas famosos da química
TEORIAS UECE.pdf química geral nome de cientistas famosos da químicaTEORIAS UECE.pdf química geral nome de cientistas famosos da química
TEORIAS UECE.pdf química geral nome de cientistas famosos da química
 
Relatório de Atividades 2016 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2016 CENSIPAM.pdfRelatório de Atividades 2016 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2016 CENSIPAM.pdf
 
Slides Lição 2, Betel, A Igreja e a relevância, para a adoração verdadeira no...
Slides Lição 2, Betel, A Igreja e a relevância, para a adoração verdadeira no...Slides Lição 2, Betel, A Igreja e a relevância, para a adoração verdadeira no...
Slides Lição 2, Betel, A Igreja e a relevância, para a adoração verdadeira no...
 
Alfabetização de adultos.pdf
Alfabetização de             adultos.pdfAlfabetização de             adultos.pdf
Alfabetização de adultos.pdf
 
CALENDÁRIO GRADUAÇÃO 2024-07ddddd-04 (1).pdf
CALENDÁRIO GRADUAÇÃO 2024-07ddddd-04 (1).pdfCALENDÁRIO GRADUAÇÃO 2024-07ddddd-04 (1).pdf
CALENDÁRIO GRADUAÇÃO 2024-07ddddd-04 (1).pdf
 
EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23
 
Caderno_de_referencias_Ocupacaohumana_IV_FlaviaCoelho_compressed.pdf
Caderno_de_referencias_Ocupacaohumana_IV_FlaviaCoelho_compressed.pdfCaderno_de_referencias_Ocupacaohumana_IV_FlaviaCoelho_compressed.pdf
Caderno_de_referencias_Ocupacaohumana_IV_FlaviaCoelho_compressed.pdf
 
Licao de adultos Topico 1 CPAD edit.pptx
Licao de adultos Topico 1 CPAD edit.pptxLicao de adultos Topico 1 CPAD edit.pptx
Licao de adultos Topico 1 CPAD edit.pptx
 

Banco de dados - Mapeamento MER - Relacional

  • 3. • Após o projeto conceitual do banco de dados, passamos para o projeto lógico; • Nesta etapa, recebemos um esquema conceitual e o convertemos para um esquema lógico; – Particularmente, vamos estudar como converter um diagrama entidade-relacionamento para um conjunto de tabelas do modelo relacional; • Esta conversão é feita através de sete regras; Mapeamento MER - Relacional
  • 4. • Regra 1: Mapeamento de Entidades Fortes – Cada entidade forte deve ser transformada em uma relação; – Todos os atributos simples da entidade devem ser incluídos na relação; – Apenas os componentes simples dos atributos compostos devem ser incluídos na relação; – Um dos atributos chaves da entidade deve ser escolhido como chave primária da relação; Mapeamento MER - Relacional
  • 5. • Regra 1: Mapeamento de Entidades Fortes – Exemplo: Seja a entidade Empregado abaixo: Mapeamento MER - Relacional
  • 6. • Regra 1: Mapeamento de Entidades Fortes: – Exemplo: Pela aplicação da Regra1, temos a seguinte relação: • Empregado (Matrícula, Nome, Salário, Rua, Número, Bairro, Cidade, UF, CEP); Mapeamento MER - Relacional
  • 7. • Regra 2: Mapeamento de Entidades Fracas – Cada entidade fraca deve ser transformada em uma relação, seguindo as mesmas restrições da Regra 1 para os seus atributos simples e compostos; – Incluir os atributos da chave primária da tabela dominante como chave estrangeira da relação; – A chave primária da relação deve ser a combinação dos atributos da chave primária da relação dominante e da chave da entidade fraca; Mapeamento MER - Relacional
  • 8. • Regra 2: Mapeamento de Entidades Fracas – Exemplo: Sejam as duas entidades abaixo relacionadas; Mapeamento MER - Relacional
  • 9. • Regra 2: Mapeamento de Entidades Fracas – Exemplo: • Temos as seguintes relações: • Empregado (Matrícula, Nome, Salário, Rua, Número, Bairro, Cidade, UF, CEP); • Dependente (MatriculaEmpregado, Nome, Parentesco), pela aplicação da Regra 2; Mapeamento MER - Relacional
  • 10. • Regra 3: Mapeamento de Relacionamentos Um para Um: – Deve-se identificar as entidades que participam do relacionamento; – Existem três soluções possíveis: • Escolha da chave estrangeira; • Relacionamento incorporado; • Relação de relacionamento; Mapeamento MER - Relacional
  • 11. • Regra 3: Mapeamento de Relacionamentos Um para Um: – Escolha da chave estrangeira: • Deve-se escolher uma das relações e inserir nela a chave estrangeira da outra relação; – Geralmente, as entidades com participação total no relacionamento exercem este papel, ou seja recebem a chave estrangeira; • Incluir também todos os atributos do relacionamento como atributos da tabela; • É a solução mais utilizada para mapear este tipo de relacionamento; Mapeamento MER - Relacional
  • 12. • Regra 3: Mapeamento de Relacionamentos Um para Um: – Escolha da chave estrangeira: • Exemplo: Sejam as entidades mostradas abaixo: Mapeamento MER - Relacional
  • 13. • Regra 3: Mapeamento de Relacionamentos Um para Um: – Escolha da chave estrangeira: • Exemplo: – Temos as seguintes relações: – Empregado (Matrícula, Nome, Salário, Rua, Número, Bairro, Cidade, UF, CEP), pela aplicação da Regra 1; – Departamento (Código, Nome, Gerente, DataInício), pela aplicação da Regra 3 com a escolha da chave estrangeira; Mapeamento MER - Relacional
  • 14. • Regra 3: Mapeamento de Relacionamentos Um para Um: – Relação incorporada: • Incorporar as duas entidades e o relacionamento em uma única relação; • Solução utilizada quando as duas entidades têm participação total no relacionamento; – Relação de relacionamento: • O relacionamento é transformado em uma relação; • A relação incorpora a chave primária das duas entidades como chave estrangeira; Mapeamento MER - Relacional
  • 15. • Regra 4: Mapeamento de Relacionamentos Um para Muitos: – Deve-se incluir a chave primária da relação que representa a entidade que aparece do lado “1” do relacionamento como chave estrangeira na outra relação; – Isto acontece porque cada instância da outra entidade está relacionada a apenas uma instância da outra entidade; – Incluir também os atributos do relacionamento na relação que contém a chave estrangeira; Mapeamento MER - Relacional
  • 16. • Regra 4: Mapeamento de Relacionamentos Um para Muitos: – Exemplo: Sejam as duas entidades abaixo relacionadas; Mapeamento MER - Relacional
  • 17. • Regra 4: Mapeamento de Relacionamentos Um para Muitos – Exemplo: • Temos as seguintes relações; • Departamento (Codigo, Nome); • Empregado (Matrícula, Nome, Salário, Rua, Número, Bairro, Cidade, UF, CEP, CodDepto); Mapeamento MER - Relacional
  • 18. • Regra 5: Mapeamento de Relacionamentos Muitos para Muitos – Deve-se criar uma nova relação para o relacionamento; – Incluir as chaves primárias das duas entidades que participam do relacionamento na relação; • A combinação destas chaves formará a chave primária da relação; – Incluir também na relação os atributos do relacionamento; Mapeamento MER - Relacional
  • 19. • Regra 5: Mapeamento de Relacionamentos Muitos para Muitos – Exemplo: Sejam as entidades abaixo: • Mapeamento MER - Relacional
  • 20. • Regra 5: Mapeamento de Relacionamentos Muitos para Muitos – Exemplo: • Teremos as seguintes relações: • Empregado (CodEmp, Nome, Salário, Endereço); • Projeto (CodProjeto, NomeProjeto); • Trabalha(CodEmp, CodProjeto, NumHoras) Mapeamento MER - Relacional
  • 21. • Regra 6: Mapeamento de atributos multivalorados – Deve-se criar uma nova relação para o atributo multivalorado; – Inlcuir na relação o atributo multivalorado; – Inlcuir a chave primária da relação que representa a entidade ao qual o atributo está associado como chave estrangeira; – A chave primária será a combinação da chave estrangeira e do atributo multivalorado; Mapeamento MER - Relacional
  • 22. • Regra 6: Mapeamento de atributos multivalorados – Exemplo: Vamos considerar a entidade abaixo: Mapeamento MER - Relacional
  • 23. • Regra 6: Mapeamento de atributos multivalorados – Exemplo: • Teremos as seguintes relações: • Cliente (CodCliente, Nome, CPF, Salário); • TelefoneCliente (CodCliente, Telefone); Mapeamento MER - Relacional
  • 24. • Regra 7: Mapeamento de relacionamentos n- ários – Para relacionamentos n-ários (n>2), deve-se criar uma nova relação para representar o relacionamento; – As chaves primárias de cada relação que representa uma entidade participante do relacionamento devem ser inseridas na relação; Mapeamento MER - Relacional
  • 25. • Regra 7: Mapeamento de relacionamentos n- ários – Os atributos do relacionamento também devem ser inclusos na relação; – A chave primária da relação será a combinação das chaves primárias das relações; Mapeamento MER - Relacional
  • 26. • Regra 7: Mapeamento de relacionamentos n- ários – Exemplo: Seja o relacionamento abaixo: Mapeamento MER - Relacional
  • 27. • Regra 7: Mapeamento de relacionamentos n- ários – Exemplo: • Teremos as seguintes relações: • Aluno (Matrícula, Nome, Telefone); • Disciplina (Código, Nome, CargaHorária); • Semestre (Codigo, Titulo); • Matrícula (MatrículaAluno, CodDisciplina, CodSemestre) Mapeamento MER - Relacional
  • 28. • Regra 8: Mapeamento de Generalização – Duas alternativas: • Criação de uma tabela para cada entidade mapeada: – As entidades mais especializadas recebem a chave primária da tabela genérica • Criação de uma tabela para cada entidade especializada: – As tabelas especializadas agregam todos os atributos presentes na entidade genérica Mapeamento MER - Relacional
  • 29. • Vamos agora converter um DER que descreve um domínio acadêmico para o modelo relacional; • A conversão será feita usando as sete regras do algoritmo de mapeamento; • O DER utilizado é mostrado no próximo slide; Estudo de Caso
  • 31. • Pela Regra 1, temos o mapeamento das entidades fortes; • Obtemos as seguintes relações: – Departamento (Codigo, Nome); – Professor (Matrícula, Nome); – Curso (Codigo, Nome); – Disciplina (Codigo, Nome, CargaHoraria); – Semestre (Codigo, Titulo); – Aluno (Matrícula, Nome, Telefone); Estudo de Caso
  • 32. • O mapeamento da classe Dependente é feito pela Regra 2: – Encontramos a seguinte relação: • Dependente(MatriculaProfessor, Nome, Parentesco); Estudo de Caso
  • 33. • Pela Regra 3, mapeamos o relacionamento “gerenciado” entre Departamento e Professor; – A relação Departamento fica com a seguinte forma: • Departamento (Codigo, Nome, Gerente); • O atributo Gerente é uma chave estrangeira que faz referência à matrícula do professor que gerencia o departamento; • O método usado foi o da escolha da chave estrangeira; Estudo de Caso
  • 34. • Pela Regra 4, mapeamos os seguintes relacionamentos: – O relacionamento “possui” entre Departamento e Professor: • Professor (Matrícula, Nome, CodDepto); – O relacionamento “oferece” entre Departamento e Curso: • Curso (Codigo, Nome, CodDepto); Estudo de Caso
  • 35. • Pela Regra 4, mapeamos os seguintes relacionamentos: – O relacionamento “responsável” entre Departamento e Disciplina; • Disciplina (Codigo, Titulo, CodDepto); – O relacionamento “possui” entre Curso e Aluno; – Aluno (Matrícula, CodCurso, Nome, Telefone); Estudo de Caso
  • 36. • Pela Regra 5, mapeamos os seguintes relacionamentos: – O relacionamento “possui” entre Curso e Disciplina; • DisciplinaCurso (CodDisciplina, CodCurso); • Note que as chaves primárias das duas tabelas são colocadas como chaves estrangeiras na nova relação; • A combinação das duas chaves estrangeiras forma a chave primária da relação; Estudo de Caso
  • 37. • Pela Regra 6, mapeamos o atributo multivalorado “Telefone”, da classe Aluno: – TelefoneAluno (MatrículaAluno, Telefone); – Note que uma nova relação é criada para mapear este atributo; – A chave primária da tabela que representa a entidade ao qual o atributo está relacionado é incluída como chave estrangeira na relação criada; Estudo de Caso
  • 38. • Pela Regra 7, mapeamos os seguintes relacionamentos: – O relacionamento “leciona”, entre Professor, Disciplina e Semestre; • Leciona (MatrículaProfessor, CodDisciplina, CodSemestre); • Note que a chave primária das relações que representam as três entidades que compõem o relacionamento são inclusas como chaves estrangeiras; • A combinação destas chaves formam a chave primária da relação; Estudo de Caso
  • 39. • Pela Regra 7, mapeamos os seguintes relacionamentos: – O relacionamento “cursada”, entre Disciplina, Aluno e Semestre; • MatrículaDisciplina (CodDisciplina, MatrículaAluno, CodSemestre); Estudo de Caso
  • 40. • No fim, temos o seguinte esquema lógico relacional: – Departamento (Codigo, Nome, Gerente); – Professor (Matrícula, Nome, CodDepto); – Curso (Codigo, Nome, CodDepto); – Disciplina (Codigo, Nome, CargaHoraria, CodDepto); – Semestre (Codigo, Titulo); – Aluno (CodCurso, Matrícula, Nome, Telefone); Estudo de Caso
  • 41. • No fim, temos o seguinte esquema lógico relacional: – DisciplinaCurso (IDDisciplina, IDCurso); – TelefoneAluno (MatrículaAluno, IDCurso, Telefone); – Leciona (MatrículaProfessor, IDDisciplina, IDSemestre); – MatrículaDisciplina (IDDisciplina, MatrículaAluno, IDCurso, IDSemestre); – Dependente(MatriculaProfessor, Nome, Parentesco); Estudo de Caso
  • 42. • Para facilitar o seu entendimento, o esquema relacional gerado deve ser descrito em um dicionário de dados; • Este dicionário deve conter as seguintes informações: – Descrição de todas as relações; – Descrição de cada atributo das relações; • Tipo de dado, restrições, etc; Considerações Finais
  • 43. • Exemplo de descrição da relação Departamento: Departamento: Relação que armazena os dados de cada departamento da instituição Atributo Descrição Tipo Restrições Codigo Atributo que representa o código de identificação do departamento String  Chave Primária Nome Atributo que representa o nome do departamento String  Não Nulo Gerente Atributo que armazena o código do professor que gerencia o departamento String  Não Nulo;  Chave estrangeira que referencia o atributo “Matrícula” da relação “Professor” Considerações Finais