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Aula 3 de 4 Versão Professor
As Comunidades Indígenas
Agora vamos conhecer um pouco das características naturais que atraíram essas diferentes ocupações
humanas ao longo dos séculos para a Região da Bacia do Rio Pardo?
Se você estivesse com fome aonde procuraria comida? Na geladeira? No supermercado? Na
lanchonete?
Imagine se você vivesse exatamente no mesmo lugar, mas há 500 anos.
Nesse tempo não existiam geladeiras nem lanchonetes, tampouco supermercados. Você teria que
conseguir alimentos caçando ou plantando, assim como os indígenas faziam.
A sobrevivência nas florestas eram muito difíceis, por isso, os índios possuíam grande conhecimento
do local em que estavam e seus arredores, para se defenderem de predadores e para cultivar uma vida
tranquila.
Professor de História: Essa aula trata sobre os indígenas e
desmitificando a imagem que a maioria das cartilhas escolares
fazem dos índios como selvagens. Um exemplo de como tratar
esse tema é perguntando aos alunos como eles descreveriam
um índio e como eles acham que era sua vida antes do
colonizador chegar ao Brasil.
Professor de Geografia: Nessa aula seria interessante mostrar a
mudança da paisagem ao longo dos tempos.
Ocupação indígena
A ocupação do território em torno da bacia do Pardo vem de muito antes da chegada dos europeus na
América. Diversos grupos indígenas passaram por aqui e deixaram vestígios materiais, os quais
estudamos para produzir estes materiais.
O primeiro tipo de ocupação indígena que vemos neste território é de sociedades de caçadores e
coletores. Os sítios arqueológicos destas comunidades podem ser encontrados tanto em lugares abertos
como em abrigos rochosos e cavernas. Os sítios encontrados ligados aos grupos caçadores-coletores
costumam estar localizados em regiões planas, em fundos de vales próximos a córregos e rios.
As tribos de caçadores-coletores são representadas por três tipos diferentes de tradições arqueológicas:
Umbu, Humaitá e Itaparica.
Professor: Aqui é importante explicar o
conceito de nômade e sedentário, sendo
os caçadores-coletores tribos nômades.
Existiram muitas tribos nômades na
história do mundo que podem ser
comentadas, os Hunos por exemplo.
Líticos
Ponta de Flecha de sílex.
Este vestígio é uma ponta de projétil usado por alguma etnia indígena
de caçadores-coletores feita em sílex, é uma rocha sedimentar muito
dura e com densidade elevada. Este era um instrumento comumente
utilizado no dia a dia desses povos. Para fazer essa ponta de projétil
era necessário a rocha de sílex e uma outra rocha como esta:
Percutor em quartzito
Este vestígio é um percutor, uma rocha dura (no caso um quartzito)
que causa um impacto em outra rocha, esse processo se chama
lascamento. Quando utilizamos uma rocha contra outra para talhar um
instrumento.
raspador em sílex.
Este objeto, como você pode perceber, tem as extremidades
mais finas e afiadas, elas serviam para raspar e cortar frutas,
legumes, carne de animais, etc.
Este objeto é uma machadinha feita de pedra polida. Era
utilizada na caça de animais selvagens e para derrubar grandes
árvores.
machadinha de pedra polida
Professor de Geografia: Aqui seria
interessante falar um pouco sobre os
diferentes tipos de rocha e suas formações.
Professor de Ciências: Seria interessante falar
para os alunos sobre a densidade dos objetos
e como calculá-la.
Líticos
Ocupações Indígenas
Professor: Como contraposto aos
nômades, aqui podem ser citados
povos que foram sedentários, os
Egípcios por exemplo.
Além dos sítios arqueológicos de comunidades caçadoras-coletoras, existem os sítios ligados a povos
que conheciam a prática do cultivo e confeccionavam peças em cerâmica e ocupavam áreas mais
abertas, pois suas aldeias eram maiores e eles necessitavam de terras para plantar. Esta era a
característica de uma ocupação de grupos indígenas ligados ao que, na Arqueologia, é chamada de
“Tradição Tupiguarani”.
Já outros povos indígenas cultivadores e ceramistas, denominados de “Tradição Itararé“, instalavam
suas moradias tanto em regiões de relevo mais planos como em relevo mais altos e, até mesmo, em
abrigos rochosos e entradas de cavernas.
Estas diferenças no aproveitamento e uso da paisagem está relacionado à maneira como cada povo
ocupava e necessitava do meio ambiente, e também às suas características culturais.
Cerâmicos
Os vestígios encontrados nos sítios arqueológicos de cerâmica,
como o próprio nome diz, eram compostos por pedaços de
peças de cerâmica, em alguns destes pedaços foi possível
observar a existência de decoração e pintura na cor
avermelhada. Estes vestígios estão ligados aos antigos grupos
indígenas agricultores-ceramistas, que ocuparam a região, há
muito tempo atrás.
Cerâmica é o nome que damos a técnica de produzir objetos de argila. Primeiramente os objetos
são moldados e em seguida são queimados, para que aquela massa pastosa cozinhe e se
solidifique. Essa técnica não foi utilizada somente por indígenas, até hoje vemos muitos objetos
feitos de cerâmica: vasos, telhas, enfeites, etc.
Fragmento de carena cerâmica, apresentando vestígios de pintura vermelha.
Exemplo de fragmento cerâmico
coletado.
Os Indígenas Brasileiros hoje
Segundo o Censo do IBGE de 2010, o Brasil indígena é hoje composto por mais de 220 povos
contatados que falam mais de 180 línguas distintas, que se dividem em várias aldeias ao longo do
território brasileiro de norte a sul.
Nos dias atuais, algumas sociedades indígenas que vivem próximas às grandes cidades, já utilizam
diversos objetos do cotidiano das pessoas que moram em cidades, desde uma camiseta até um grande
computador e ainda assim lutam para preservar seus costumes e suas tradições.
E, você utiliza objetos indígenas?
Professor: Aqui seria interessante pedir
para que os alunos desenhassem como
é um indígena em sua visão e fazer
uma discussão sobre os indígenas da
época pré-histórica e os indígenas
vivendo hoje no Brasil.

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Bacia do Rio Pardo- Aula 3 - Versão Professor

  • 1. Aula 3 de 4 Versão Professor
  • 2. As Comunidades Indígenas Agora vamos conhecer um pouco das características naturais que atraíram essas diferentes ocupações humanas ao longo dos séculos para a Região da Bacia do Rio Pardo? Se você estivesse com fome aonde procuraria comida? Na geladeira? No supermercado? Na lanchonete? Imagine se você vivesse exatamente no mesmo lugar, mas há 500 anos. Nesse tempo não existiam geladeiras nem lanchonetes, tampouco supermercados. Você teria que conseguir alimentos caçando ou plantando, assim como os indígenas faziam. A sobrevivência nas florestas eram muito difíceis, por isso, os índios possuíam grande conhecimento do local em que estavam e seus arredores, para se defenderem de predadores e para cultivar uma vida tranquila. Professor de História: Essa aula trata sobre os indígenas e desmitificando a imagem que a maioria das cartilhas escolares fazem dos índios como selvagens. Um exemplo de como tratar esse tema é perguntando aos alunos como eles descreveriam um índio e como eles acham que era sua vida antes do colonizador chegar ao Brasil. Professor de Geografia: Nessa aula seria interessante mostrar a mudança da paisagem ao longo dos tempos.
  • 3. Ocupação indígena A ocupação do território em torno da bacia do Pardo vem de muito antes da chegada dos europeus na América. Diversos grupos indígenas passaram por aqui e deixaram vestígios materiais, os quais estudamos para produzir estes materiais. O primeiro tipo de ocupação indígena que vemos neste território é de sociedades de caçadores e coletores. Os sítios arqueológicos destas comunidades podem ser encontrados tanto em lugares abertos como em abrigos rochosos e cavernas. Os sítios encontrados ligados aos grupos caçadores-coletores costumam estar localizados em regiões planas, em fundos de vales próximos a córregos e rios. As tribos de caçadores-coletores são representadas por três tipos diferentes de tradições arqueológicas: Umbu, Humaitá e Itaparica. Professor: Aqui é importante explicar o conceito de nômade e sedentário, sendo os caçadores-coletores tribos nômades. Existiram muitas tribos nômades na história do mundo que podem ser comentadas, os Hunos por exemplo.
  • 4. Líticos Ponta de Flecha de sílex. Este vestígio é uma ponta de projétil usado por alguma etnia indígena de caçadores-coletores feita em sílex, é uma rocha sedimentar muito dura e com densidade elevada. Este era um instrumento comumente utilizado no dia a dia desses povos. Para fazer essa ponta de projétil era necessário a rocha de sílex e uma outra rocha como esta: Percutor em quartzito Este vestígio é um percutor, uma rocha dura (no caso um quartzito) que causa um impacto em outra rocha, esse processo se chama lascamento. Quando utilizamos uma rocha contra outra para talhar um instrumento.
  • 5. raspador em sílex. Este objeto, como você pode perceber, tem as extremidades mais finas e afiadas, elas serviam para raspar e cortar frutas, legumes, carne de animais, etc. Este objeto é uma machadinha feita de pedra polida. Era utilizada na caça de animais selvagens e para derrubar grandes árvores. machadinha de pedra polida Professor de Geografia: Aqui seria interessante falar um pouco sobre os diferentes tipos de rocha e suas formações. Professor de Ciências: Seria interessante falar para os alunos sobre a densidade dos objetos e como calculá-la. Líticos
  • 6. Ocupações Indígenas Professor: Como contraposto aos nômades, aqui podem ser citados povos que foram sedentários, os Egípcios por exemplo. Além dos sítios arqueológicos de comunidades caçadoras-coletoras, existem os sítios ligados a povos que conheciam a prática do cultivo e confeccionavam peças em cerâmica e ocupavam áreas mais abertas, pois suas aldeias eram maiores e eles necessitavam de terras para plantar. Esta era a característica de uma ocupação de grupos indígenas ligados ao que, na Arqueologia, é chamada de “Tradição Tupiguarani”. Já outros povos indígenas cultivadores e ceramistas, denominados de “Tradição Itararé“, instalavam suas moradias tanto em regiões de relevo mais planos como em relevo mais altos e, até mesmo, em abrigos rochosos e entradas de cavernas. Estas diferenças no aproveitamento e uso da paisagem está relacionado à maneira como cada povo ocupava e necessitava do meio ambiente, e também às suas características culturais.
  • 7. Cerâmicos Os vestígios encontrados nos sítios arqueológicos de cerâmica, como o próprio nome diz, eram compostos por pedaços de peças de cerâmica, em alguns destes pedaços foi possível observar a existência de decoração e pintura na cor avermelhada. Estes vestígios estão ligados aos antigos grupos indígenas agricultores-ceramistas, que ocuparam a região, há muito tempo atrás. Cerâmica é o nome que damos a técnica de produzir objetos de argila. Primeiramente os objetos são moldados e em seguida são queimados, para que aquela massa pastosa cozinhe e se solidifique. Essa técnica não foi utilizada somente por indígenas, até hoje vemos muitos objetos feitos de cerâmica: vasos, telhas, enfeites, etc. Fragmento de carena cerâmica, apresentando vestígios de pintura vermelha. Exemplo de fragmento cerâmico coletado.
  • 8. Os Indígenas Brasileiros hoje Segundo o Censo do IBGE de 2010, o Brasil indígena é hoje composto por mais de 220 povos contatados que falam mais de 180 línguas distintas, que se dividem em várias aldeias ao longo do território brasileiro de norte a sul. Nos dias atuais, algumas sociedades indígenas que vivem próximas às grandes cidades, já utilizam diversos objetos do cotidiano das pessoas que moram em cidades, desde uma camiseta até um grande computador e ainda assim lutam para preservar seus costumes e suas tradições. E, você utiliza objetos indígenas? Professor: Aqui seria interessante pedir para que os alunos desenhassem como é um indígena em sua visão e fazer uma discussão sobre os indígenas da época pré-histórica e os indígenas vivendo hoje no Brasil.