SlideShare uma empresa Scribd logo
© Casanova, M. P., Silva, M. A. & Silva, J. (2015). Avaliação de Formação Continua de
Professores num Centro de Formação: um estudo de caso. Teresa Estrela et al. Atas do
XXII Congresso da AFIRSE: Diversidade e Complexidade da Avaliação em Educação e
Formação. (pp.1266-1281).
Avaliação de Formação Continua de Professores
num Centro de Formação: um estudo de caso.
Maria Prazeres S. M. Casanova
Joana Margarida Baptista da Silva
Maria Adelaide Paredes da Silva
RESUMO
Compete aos Centros de Formação de Associação de Escolas desenvolver a
formação contínua de docentes, visando satisfazer as prioridades formativas em con-
texto escolar, tendo como referência os projetos educativos e curriculares, visando a
melhoria da qualidade do ensino e dos resultados da aprendizagem dos alunos. Pro-
move ainda a partilha de conhecimentos e skills, entre pares, orientados para o desen-
volvimento profissional, tendo como objetivo consolidar a organização e autonomia da
escola (cf. Decreto-Lei n.º 22/2014, artigo 4).
Definimos como objetivos desta investigação:
 Identificar as áreas/domínios e modalidades de formação;
 Analisar a avaliação dos formandos relativa às ações frequentadas;
 Conhecer as prioridades de frequência nas ações de formação.
A metodologia utilizada nesta investigação é de caráter quantitativo e qualitati-
vo, utilizando o inquérito como instrumento de resposta fechada em escala de Likert e
uma questão de resposta aberta, aplicado aos formandos-docentes em formação no
ano letivo 2013/2014.
No presente estudo analisaremos os dados recolhidos relativamente a todas as
ações realizadas neste Centro de Formação, considerando as diferentes
áreas/domínios, modalidades, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professo-
res em vigor.
Parece-nos que a avaliação da oferta formativa, por parte dos formandos, é
muito significativa para a redefinição das prioridades formativas, de acordo com as
necessidades identificadas quer pelos formandos quer ainda pelos Diretores dos
Agrupamentos de Escolas ou Escolas não Agrupadas. Este processo avaliativo contribui
também para a melhoria da qualidade dos serviços de formação contínua prestados
pelo Centro de Formação, nomeadamente a nível da mobilização de recursos humanos
qualificados e partilha de conhecimento por via de metodologias inovadoras e contex-
tualizadas, numa lógica de resolução de problemas educativos.
PALAVRAS-CHAVE
Centro de Formação de Associação de Escolas, Avaliação da Formação Continua, For-
mação Continua.
RÉSUMÉ
Les Centres de Formation de l’association d’écoles sont responsables par la
formation continue des enseignants, envisageant répondre aux priorités édu-
catives dans le contexte des écoles, en ayant comme référence les projets pé-
dagogiques, dans le sens d’améliorer la qualité de l'enseignement et les résul-
tats de l’apprentissage des élèves. Favorisent également le partage des con-
naissances et des skills interpairs, le développement professionnel des ensei-
gnants et la consolidation de l'organisation et de l'autonomie des écoles (cf.
décret-loi n ° 22/2014, article 4).
Les objectifs de la recherche:
• Identifier les domaines et les modalités de la formation;
• Analyser l'évaluation des enseignants en formation ;
• Connaître les priorités des professeurs par rapport à leurs besoins ;
La méthodologie utilisée dans cette investigation est d’ordre quantitative et
qualitative, par l’utilisation de l’échelle de Likert comme instrument d'en-
quête un questionnaire de réponse fermées avec une question ouverte, qui a
été appliqué à des enseignants en formation dans l'année scolaire 2013/2014.
Dans cette étude, nous analysons les données recueillies dans toutes les ac-
tions de formation effectuées dans ce Centre de Formation, par rapport aux
différents domaines et modalités, selon le régime juridique de la formation des
enseignants en vigueur.
L'évaluation de la formation par les enseignants, nous semble très significative envi-
sageant la redéfinition des priorités formatives, en matière de formation con-
tinue, et en fonction des besoins identifiés soit par les enseignants en forma-
tion, soit par les directeurs des écoles regroupées ou pas. . Ce processus
d'évaluation contribue également à améliorer la qualité des services de forma-
tion fournis par ce centre la formation, notamment en ce qui concerne la mobi-
lisation de ressources humaines qualifiées et le partage des connaissances à
travers des méthodologies innovantes et contextulisées dans une logique de
construction de réponses formatives pour résoudre des problèmes éducatifs.
MOT-CLÉ
Centres de Formation de l’association d’écoles, Évaluation de la formation,
Formation continue
L'évaluation de la formation continue des profes-
seurs dans le Centre de Formation des écoles
d’Almada: une étude de cas.
Introdução
Os Centros de Formação têm como missão a formação de docentes e demais
atores educativos da Associação de Escolas à qual pertence. O Cento de Formação no
seu quadro de autonomia estabelece parcerias diversas de forma a elaborar o Plano de
Formação, o qual deverá ser o espelho das necessidades de formação detetadas nos
diferentes atores educativos.
O caso que aqui apresentamos refere-se a um Centro de Formação de Associa-
ções de Escolas da Região de Lisboa e Vale do Tejo que desenvolveu ao longo do ano
letivo de 2013-2014 setenta ações de formação nas modalidades de curso de formação,
oficinas de formação e módulos de formação.
1. O papel dos Centros de Formação de Associação de Escolas
Os Centros de Formação de Associação de Escolas são entidades que promo-
vem a formação contínua de diferentes atores educativos. A formação contínua de pro-
fessores baseia-se em alguns princípios orientadores que visam “a melhoria da quali-
dade do ensino e dos resultados do sistema educativo”; a necessidade de contextuali-
zação dos projetos formativos e a sua “adequação às necessidades e prioridades de
formação as escolas e dos próprios docentes”; “valorização da dimensão científica e
pedagógica” (Decreto-Lei 22/2014, art. 3º). É no quadro deste normativo que os Cen-
tros de Formação possuem autonomia quer no domínio pedagógico, quer no domínio
da organização da formação prioritária considerando as necessidades formativas diag-
nosticadas e identificadas pelas escolas e nas escolas. Esta autonomia deverá ser ali-
cerçada em liberdade responsável e em criatividade para encontrar espaços de forma-
ção qualificada e qualificadora. O Centro de Formação estabelece parcerias com enti-
dades públicas e privadas para oferecer às Escolas e especificamente aos professores e
demais atores educativos, formação contextualizada como forma de potenciar os
recursos humanos existentes no concelho. As escolas em colaboração com os Centros
de Formação devem assumir a iniciativa e a gestão do desenvolvimento profissional e
pessoal dos seus profissionais para que os alunos possam realizar aprendizagens
aprofundas e significativas capazes de serem facilmente transferidas e aplicadas para
e em outros contextos.
De modo a que a formação seja de qualidade é necessário a capacidade de con-
ceção e de implementação de planos de formação consistentes e adequados às priori-
dades definidas pelas escolas, pelos professores e outros atores educativos em cotex-
to.
2. Processo Investigativo
2.1. Caracterização das Ações de Formação
No presente estudo analisamos os dados recolhidos ao longo do ano letivo, nas
diferentes ações de formação de docentes, que ocorreram num Centro de Formação
Contínua de professores da DSRLVT (Direção de Serviços Região de Lisboa e Vale do
Tejo). O público-alvo são os docentes que participaram em ações de formação promo-
vidas por este Centro de Formação.
Utilizaremos dados apresentados em dois documentos distintos: a ficha de ins-
crição na ação de formação e o questionário de avaliação da ação propriamente dita.
No ano escolar de 2013-2014 verificamos a existência de setenta ações de for-
mação, nas modalidades de Cursos de Formação, Oficinas de Formação, Módulos de
Formação. Pela análise da Figura 1 verificamos a existência de dois grandes grupos de
Ações de Formação: umas especificais e direcionadas para colmatar necessidades for-
mativas dos professores nos seus grupos de recrutamento e outras de caracter trans-
versal, sendo estas últimas as que se realizaram em maior número considerando a
tipologia Seminários/Conferências. É interessante verificar a existência de módulos de
formação no que concerne à área da Cidadania, pressupondo trabalho prático e desen-
volvido ao longo do tempo (Artigo 7.º do Decreto-Lei n.º 249/92, de 9 de Novembro, o
qual foi revogado pelo Decreto-Lei 22/2014).
Decidimos que as ações de formação sobre a temática da Biblioteca escolar
seriam inseridas na categoria de ações de formação específicas dada a sua especifici-
dade, muito embora as mesmas possam ser frequentadas por qualquer professor de
qualquer grupo de recrutamento.
Figura 2: Número de Formandos por áreas de formação no que concerne a Ações de
Formação Específica.
24 24
9 9
0 2
0
5
10
15
20
25
30
Ações de Formação Específica:
Grupo de recrutamento
Ações de Formação Transversais
Cursos Oficinas Módulos de Formação
4
1 0
6
2
6
9
3 2
46
7
0
78
23
85
138
50
73
0
5
10
15
20
25
30
0
20
40
60
80
100
120
140
Total de ações de
formação
realizadas
Nº de Formandos
Figura 1: Número de Ações de Formação de acordo com diferentes Modalidades de Forma-
ção Continua de Professores.
Ao analisarmos a Figura 2 constatamos que existência de 9 grupos de formação
específica. Inserimos neste grupo a formação referente à Biblioteca escolar, dada a sua
especificidade.
Observamos que o indicador moda se regista nas ações de formação para a
educação pré-escolar e para o 1º ciclo, sendo nestas ações de formação que se regista o
maior número de formandos. Observamos ainda que as ações de formação para os
Departamentos de Ciências Experimentais e de Humanidades e Ciências Sociais pos-
suem um número significativo de participantes.
Figura 3: Número de Formandos por áreas de formação no que concerne a Ações de
Formação Específica.
Ao observarmos a Figura 3 verificamos que as ações de formação sobre Tecno-
logias de Informação e Comunicação apresentam um maior número de formandos (219
formandos). Observamos ainda que o segundo indicador moda se verifica em ações
com temáticas diversas. Se agregarmos as ações de formação relativas a Práticas Peda-
gógicas e a ação sobre Avaliação das Aprendizagens observamos que o número de
formandos seria de 231, o que nos leva a inferir da importância dada pelos professo-
res à sua prática letiva em contexto de sala de aula.
12
2 1 1
7
1
13
219
37
20
75
156
21
183
0
50
100
150
200
250
0
2
4
6
8
10
12
14
Total de ações de formação realizadas Nº de Formandos
Figura 4: Modalidades de Formação Especifica e Transversal.
Observamos a existência de setenta Ações de formação distribuídas por Cursos
de Formação, Oficinas de Formação e Módulos de Formação (Artigo 7.º do Decreto-Lei
n.º 249/92, de 9 de Novembro).
Figura 5: Modalidades de financiamento das Ações de Formação Especificas e das
Ações de Formação Transversais.
Na Figura 5 constatamos que o indicador moda se regista nas ações de forma-
ção financiadas na totalidade pelos formandos. É interessante constatarmos a existên-
cia de ações de formação em que os formandos somente pagam 5 euros para despesas
logísticas.
24 24
9 9
0
2
0
5
10
15
20
25
30
Ações de Formação
Específica: Grupo de
recrutamento
Ações de Formação
Transversais
Cursos
Oficinas
Módulos de
Formação
16
20
4
01 01 0
11
17
0
5
10
15
20
25
Ações de Formação
Específicas: Grupo de
recrutamento
Ações de Formação
Transversais
Financiadas na
Totalidade pelos
Formandos
Gratuitas
Financiada por
Projeto Europeu
Outro Finaciamento
Financiadas pelos
Formandos em 5
euros
Figura 6: Motivos dos professores para frequentarem ações de formação.
Na Figura 6 observamos que os professores identificam mais do que um indi-
cador. O indicador moda aponta para a necessidade de atualização de conhecimentos.
Verificamos ainda que a frequência de ocorrências é a mesma em dois indicadores:
Avaliação do Desempenho docente é a mesma eu para o exercício de Função /Cargos.
Este facto leva a supor que os respondentes são os mesmos, uma vez que os professo-
res para exercerem o cargo de avaliadores externos necessitavam de possuir formação
em avaliação do desempenho docente.
Figura 7: Níveis de ensino lecionados pelos professores em formação.
436
257
43
436
714
78
0
100
200
300
400
500
600
700
800
Avaliação do
Desempenho
Docente
Progresso na
Carreira
Competências
Digitais
Exercício de
Funções / Cargos
Atualização de
Conhecimentos
Outros Motivos
102
275
187
418
513
4
0
100
200
300
400
500
600
Pré-escolar 1º Ciclo 2º Ciclo 3º Ciclo Secundário Educação
Especial
Observamos que o indicador moda se regista no Ensino Secundário, seguido do
indicador que revela a lecionação do 3º ciclo do ensino Básico.
Verifica-se que dos 1211 professores, 351 lecionam dois níveis de ensino. Cons-
tatamos ainda que as educadoras de infância e os professores que lecionam a Educa-
ção pré-escolar e o 1º ciclo do Ensino Básico respetivamente frequentaram na sua
maioria ações de formação transversais uma vez que somente 138 frequentaram ações
específicas para o seu nível de lecionação.
Para avaliação das ações de formação o Centro tem optado por aplicar, salvo
algumas exceções o formulário enviado por mail, pela DGRHE aos CFAE’s., em junho de
2010.
Quadro I – Indicadores constantes da Ficha de Avaliação da Formação (adap. DGRHE,
2010).
A.1 Avaliação geral da ação
1. Os objetivos propostos foram cumpridos
2. A metodologia foi adequada aos participantes
3. Os trabalhos práticos propostos apresentaram coerência
4. A gestão dos recursos foi adequada
5. O espaço em que decorreu a ação foi adequado
6. O equipamento informático foi adequado
7. Relação do(s) formador(es( com o grupo de formandos
8. A ação de formação veio ao encontro das minhas necessidades de formação
9. As competências adquiridas vão ter impacto na minha atividade profissional
10. Após esta formação irei utilizar mais as TIC nos processos de ensino e aprendi-
zagem
A.2. Avaliação dos Formadores
2.1 Conhecimentos/ Conteúdos
1. Os conteúdos foram adequados
2. Houve aprofundamento dos temas
3. A articulação dos diferentes conteúdos temáticos foi concretizada
4. O formador demonstrou dominar os conteúdos tratados
2.2 Exposição
1. A linguagem utilizada foi clara e assertiva
2. A adaptação do discurso aos destinatários / finalidades foi conseguida
3. Houve capacidade para esclarecer as dúvidas surgidas
A.3. Organização da Ação pelo Centro
1. A Divulgação / Informação foi oportuna
2. A calendarização foi ajustada
3. O atendimento aos formandos foi eficiente
4. O material entregue respondeu às necessidades
B – Apreciação Global
Fraca, Satisfatória, Boa, Muito Boa ou Excelente
Todos os inquéritos foram aplicados em formato impresso. Por esse motivo os
formandos nem sempre respondem a todos os indicadores.
Parece-nos importante, dadas as especificidades que analisemos as ações de
formação segundo as modalidades de formação: cursos de formação e oficina de for-
mação. Faremos ainda uma análise global das diferentes ações no seu conjunto. No
que se refere aos dois módulos de formação não faremos qualquer análise uma vez
que foram usados formulários diferentes. Assim como não iremos analisar os seminá-
rios promovidos e os projetos internacionais em que o Centro de Formação participa.
2.2. Avaliação dos formandos que frequentaram Cursos de Formação
Figura 8: Avaliação Geral dos Cursos de Formação
No que se refere à soma dos dados do nível 3 com o nível 4 verificamos que
todos os indicadores apresentam uma percentagem positiva acima de 65%. O indicador
3 - Os trabalhos práticos propostos apresentaram coerência – é o indicador com % mais
inferior, por outro lado o indicador moda é o indicador 7 - Relação dos formadores
com o grupo de formandos. A percentagem atribuída ao nível 1 e 2 é reduzida, situan-
do-se ente 0,2% e 3%.
0,0
10,0
20,0
30,0
40,0
50,0
60,0
70,0
80,0
90,0
100,0
% Total do Nível 1 e 2 % Total do Nível 3 e 4
0,2
2,2 1,2 0,5
70,1
70,7 69,8 70,0
0,0
10,0
20,0
30,0
40,0
50,0
60,0
70,0
80,0
1. Os conteúdos foram
adequados
2. Houve
aprofundamento dos
temas
3. A articulação dos
diferentes conteúdos
temáticos foi
concretizada
4. O formador
demonstrou dominar os
conteúdos tratados
% Total do Nível 3 e 4 % Total do Nível 1 e 2
Figura 9: Avaliação dos Formadores do Cursos de Formação no que respeita a Conhe-
cimentos/Conteúdos
Relativamente à avaliação dos formadores por parte dos formandos verificamos
que a soma dos dados dos níveis 3 e 4 obtém uma % em todos os indicadores entre
69,8 e 70,7. O indicador moda é a existência, nos cursos de formação, de aprofunda-
mento dos temas.
É interessante verificar que este mesmo indicador 'constitui também o indica-
dor moda ao somarmos o nível 1 com os resultados obtidos no nível 2.
Este facto leva-nos a poder inferir que a grande % de formandos considera que houve
aprofundamento dos temas, contudo alguns formandos não pensam o mesmo.
Se relacionarmos este dado, com o número de horas de formação dos cursos de for-
mação verificamos na maioria os mesmos têm 25 horas ou 15 horas o que poderá jus-
tificar esta opinião.
0,0
20,0
40,0
60,0
80,0
1. A linguagem
utilizada foi clara e
assertiva
2. A adaptação do
discurso aos
destinatários /
finalidades foi
conseguida
3. Houve capacidade
para esclarecer as
dúvidas surgidas
0,5 0,4 0,2
69,5
71,8 72,0
% Total do Nível 1 e 2 % Total do Nível 3 e 4
Figura 10: Avaliação dos Formadores do Cursos de Formação no que respeita a Exposi-
ção.
Ao nível da exposição, o indicador moda respeitante à soma dos dados do nível
3 e 4 refere a existência de capacidade para esclarecer dúvidas. Todos os indicadores
apresentam uma percentagem superior a 69%.
1,1
4,0 1,1 2,4
67,7 67,2 68,8 67,3
0,0
10,0
20,0
30,0
40,0
50,0
60,0
70,0
80,0
1. A Divulgação /
Informação foi oportuna
2. A calendarização foi
ajustada
3. O atendimento aos
formandos foi eficiente
4. O material entregue
respondeu às necessidades
% Total do Nível 1 e 2 % Total do Nível 3 e 4
Figura 11: Avaliação da Organização dos Cursos de Formação pelo Centro de Forma-
ção.
Verificamos que o indicador moda refere que o atendimento aos formandos foi
eficiente.
Todos os indicadores apresentam uma percentagem superior a 67% no que res-
peita à soma dos dados dos níveis 3 e 4. Constatamos ainda que o indicador com %
menor no que se refere à soma dos dados do nível 3 e 4 é também o que apresenta
uma percentagem superior no que se refere à soma dos dados do nível 1 e 2.
2.3. Avaliação dos formandos que frequentaram Oficinas de Formação
0,3 0,7 1,0 0,3
4,9
1,4 0,0 0,3 0,7 0,3
93,7
96,5 97,9 97,6
87,1
97,2
93,4
88,5
95,1
93,0
0,0
10,0
20,0
30,0
40,0
50,0
60,0
70,0
80,0
90,0
100,0
1. Os objectivos
propostosforam
cumpridos
2. A metodologia
foi adequada aos
participantes
3. Os trabalhos
práticos
propostos
apresentaram
coerência
4. A gestão dos
recursosfoi
adequada
5. O espaço em
que decorreua
acção foi
adequado
6. O
equipamento
informático foi
adequado
7. Relação do(s)
formador(es(
com o grupo de
formandos
8. A acção de
formação veio ao
encontro das
minhas
necessidadesde
formação
9. As
competências
adquiridasvão
ter impacto na
minha actividade
profissional
10. Após esta
formação irei
utilizar maisas
TIC nos
processosde
ensino e
aprendizagem
% Total do Nível 1 e 2 % Total do Nível 3 e 4
Figura 12: Avaliação Geral das Oficinas e Formação.
Apuramos que a avaliação dos formandos no que se refere à apreciação global
da ação é muito boa. O indicador moda refere que os trabalhos práticos propostos
apresentaram coerência (97,9%). Conferimos que os formandos consideram que o
espaço em que decorre as oficinas de formação poderia ser melhorado.
0,0 1,7 0,7 0,0
87,5 83,6 88,2 88,2
0,0
10,0
20,0
30,0
40,0
50,0
60,0
70,0
80,0
90,0
100,0
1. Os conteúdos foram
adequados
2. Houve aprofundamento dos
temas
3. A articulação dos diferentes
conteúdos temáticos foi
concretizada
4. O formador demonstrou
dominar os conteúdos tratados
% Total do Nível 1 e 2 % Total do Nível 3 e 4
Figura 13: Avaliação dos Formadores das Oficinas de Formação no que respeita a
Conhecimentos/Conteúdos
Comprovamos que a soma dos dados do nível 3 e 4 se situa acima de 83%.
Encontramos dois indicadores moda referindo que a articulação entre os diferentes
conteúdos temáticos foi concretizada e que o formador demonstrou dominar os con-
teúdos tratados.
1,0 0,0 0,0
88,5 88,9 88,5
0,0
20,0
40,0
60,0
80,0
100,0
1. A linguagem utilizada foi
clara e assertiva
2. A adaptação do discurso
aos destinatários / finalidades
foi conseguida
3. Houve capacidade para
esclarecer as dúvidas surgidas
% Total do Nível 1 e 2 % Total do Nível 3 e 4
Figura 14: Avaliação dos Formadores do Cursos de Formação no que respeita a Exposi-
ção.
Observamos que a avaliação efetuada se situa acima de 88%.
Verificamos que o indicador moda, no que concerne à soma dos dados do nível
2 e 3, situa-se acima de 88%. Concluímos ainda que a adaptação do discurso aos desti-
natários / finalidades foi conseguida.
4,9 4,9
0,0 1,7
85,7 83,3
93,4
85,0
0,0
10,0
20,0
30,0
40,0
50,0
60,0
70,0
80,0
90,0
100,0
1. A Divulgação /
Informação foi
oportuna
2. A calendarização
foi ajustada
3. O atendimento
aos formandos foi
eficiente
4. O material
entregue
respondeu às
necessidades
% Total do Nível 1 e 2 % Total do Nível 3 e 4
Figura 15: Avaliação da Organização dos Cursos de Formação pelo Centro de Forma-
ção
No que se refere à organização da ação verificamos que avaliação é muito boa,
situando-se a percentagem das respostas acima de 80%. Constatamos que 4,9% dos
formandos entendem que a Divulgação/Informação não foi oportuna assim como a
calendarização não foi ajustada.
.
2.4. Avaliação dos formandos que frequentaram Cursos de Formação e Oficinas de
Formação
Figura 16: Avaliação Geral das Ações de Formação: Cursos e Oficinas de Formação.
Verificamos pela análise que o indicador moda no nível 4 se regista no indica-
dor 7 – relação do formador com o grupo de formandos (70,2%), por seu lado o indica-
dor que regista menor frequência de ocorrências é o indicador nº 5 – o espaço em que
decorreu a ação foi adequado. Todos os indicadores neste nível se situam acima de 52
%.
0,2 1,2 0,9 1,1
3,6 2,0 0,4 2,1 2,5 2,0
15,7 17,2 17,7
21,7 21,3 20,4
6,9
16,9
19,7 19,2
61,0
58,8 57,4
54,5
52,0
55,4
70,2
57,8
55,6 55,8
0,0
10,0
20,0
30,0
40,0
50,0
60,0
70,0
80,0
Nível 1 % Nível 2 % Nível 3 % Nível 4 %
No que concerne ao nível 3, indicador moda regista-se no indicador 4 – a ges-
tão de recursos foi adequada, por seu lado o indicador que regista menor frequência
de ocorrências é o indicador 7 – relação do formador com o grupo de formandos.
Se somarmos a frequência de ocorrências do nível 3 com o nível 4 em cada um
dos indicadores verificamos que apresentam uma percentagem superior a 76. No nível
1 e 2 a frequência de ocorrências é residual, em que o indicador moda no nível 2 é de
3,6%. É interessante verificar que este indicador é o que apresenta a menor frequência
de ocorrências no nível 4.
Figura 17: Avaliação dos Formadores das Ações de Formação (Cursos e Oficinas de
Formação), no que respeita a Conhecimentos/Conteúdos.
Ao analisarmos o quadro Avaliação dos formadores no que se refere ao nível 4
verificamos que o indicador moda se regista no domínio dos conteúdos pelos forma-
dores, enquanto no nível 3 constitui o indicador moda.
O indicador aprofundamento dos temas regista a menor percentagem no nível
4 enquanto no nível 3 constitui o indicador moda. Se somarmos as frequências de
ocorrências do nível 3 com as do nível 4 verificamos que todas se encontram acima de
75%.
As frequências de ocorrências no nível 1 e 2 são residuais.
Figura 18: Avaliação dos Formadores das Ações de Formação (Cursos e Oficinas de
Formação), no que respeita a Exposição.
0,2 2,0 1,1 0,4
13,0
29,7
18,2
5,0
62,8
45,1
57,7
70,9
0,0
10,0
20,0
30,0
40,0
50,0
60,0
70,0
80,0
1. Os conteúdos
foram adequados
2. Houve
aprofundamento
dos temas
3. A articulação dos
diferentes
conteúdos
temáticos foi
concretizada
4. O formador
demonstrou
dominar os
conteúdos tratados
Nível 1 % Nível 2 % Nível 3 % Nível 4 %
6,3 10,5 9,2
69,0 66,3 68,1
0,0
10,0
20,0
30,0
40,0
50,0
60,0
70,0
80,0
1. A linguagem utilizada
foi clara e assertiva
2. A adaptação do
discurso aos
destinatários /
finalidades foi
conseguida
3. Houve capacidade para
esclarecer as dúvidas
surgidas
Nível 1 % Nível 2 % Nível 3 % Nível 4 %
Verificamos que todos os indicadores registam frequência de ocorrências acima
de 65%, no nível 4. O indicador moda refere que a linguagem utilizada foi clara asserti-
va.
Figura 19: Avaliação da Organização das Ações de Formação (Cursos e Oficinas de
Formação), pelo Centro de Formação.
Verificamos que a avaliação de nível 4 se situação numa percentagem igual ao
superior a 55%.
Globalmente a avaliação é positiva. Se
somarmos os dados do nível 3 com os dados
obtidos no nível 4 verificamos que a percen-
tagem é igual ou superior a 75%. A avaliação
atribuída no nível 1 e 2 situa-se entre o 0% e
o 4%.
Constatamos que o indicador moda se regista
na avaliação excelente quando os formandos
foram convidados a avaliarem numa escala
de Fraca, Satisfatória, Boa, Muito Boa ou Exce-
lente a Ação de Formação que frequentaram.
2,0 4,0 0,8 2,0
19,8 22,6
16,3 19,7
53,9 50,0
60,0
53,5
0,0
10,0
20,0
30,0
40,0
50,0
60,0
70,0
A Divulgação /
Informação foi
oportuna
A calendarização
foi ajustada
O atendimento aos
formandos foi
eficiente
O material
entregue
respondeu às
necessidades
Nível 1 % Nível 2 % Nível 3 % Nível 4 %
Figura 20: Avaliação da Organização
das Ações de Formação (Cursos e
Oficinas de Formação), pelo Centro
de Formação.
0 1,0
6,2
28,2
36,1
0
10
20
30
40
Algumas Considerações Finais
Constamos a existência 1211 formandos nas diferentes modalidades de forma-
ção: Cursos de Formação, Oficinas de Formação e Módulos de Formação.
Verifica-se que somente 945 formandos reponderam a este inquérito de avalia-
ção da formação, existindo 266 formandos que responderam a outros formulários com
outros indicadores.
No inquérito analisado verificamos que nem todos os respondentes avaliaram
todos os indicadores.
É interessante estabelecer a relação entre o indicador aprofundamento da temá-
tica e o número de horas de formação e compreendemos que os formandos avaliam de
forma mais positiva as ações que tiveram mais horas de formação ou seja as oficinas.
Referências bibliográficas
Decreto-Lei n.º 249/92, de 9 de Novembro (com as alterações que lhe foram introduzi-
das pela Lei n.º 60/93, de 20 de Agosto, pelo Decreto-Lei n.º 274/94, de 28 de
Outubro pelo Decreto-Lei n.º 207/96, de 2 de Novembro, pelo Decreto-Lei n.º
155/99, de 10 de Maio e pelo Decreto-Lei n.º 15/2007, de 19 de Janeiro).
Decreto-Lei n.º 22/2014, de 11 de fevereiro

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

O PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSAS DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA (PIBID) E AS DISPO...
O PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSAS DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA (PIBID) E AS DISPO...O PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSAS DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA (PIBID) E AS DISPO...
O PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSAS DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA (PIBID) E AS DISPO...
ProfessorPrincipiante
 
Slide
SlideSlide
Matemática matriz curricular
Matemática matriz curricularMatemática matriz curricular
Matemática matriz curricular
Nero Cachorro
 
POLÍTICAS PÚBLICAS, EXPERIÊNCIA PIBID E INÍCIO À CARREIRA DOCENTE
POLÍTICAS PÚBLICAS, EXPERIÊNCIA PIBID E INÍCIO À CARREIRA DOCENTEPOLÍTICAS PÚBLICAS, EXPERIÊNCIA PIBID E INÍCIO À CARREIRA DOCENTE
POLÍTICAS PÚBLICAS, EXPERIÊNCIA PIBID E INÍCIO À CARREIRA DOCENTE
ProfessorPrincipiante
 
Trabalho Da 4ª SessãO Tarefa 1 ApresentaçãO Do Modelo De Auto AvaliaçãO Em P...
Trabalho Da 4ª SessãO Tarefa 1  ApresentaçãO Do Modelo De Auto AvaliaçãO Em P...Trabalho Da 4ª SessãO Tarefa 1  ApresentaçãO Do Modelo De Auto AvaliaçãO Em P...
Trabalho Da 4ª SessãO Tarefa 1 ApresentaçãO Do Modelo De Auto AvaliaçãO Em P...
margaridaalbuquerque
 
Plano de Ampliação e Recomposição da Aprendizagem
Plano de Ampliação e Recomposição da AprendizagemPlano de Ampliação e Recomposição da Aprendizagem
Plano de Ampliação e Recomposição da Aprendizagem
GoisBemnoEnem
 
Entrevista Lurdes Rodrigues
Entrevista  Lurdes  RodriguesEntrevista  Lurdes  Rodrigues
Entrevista Lurdes Rodrigues
machado
 
Organização inicial 2013
Organização inicial 2013Organização inicial 2013
Organização inicial 2013
vivianelima
 
Formação recomposição da Aprendizagem
Formação recomposição da Aprendizagem Formação recomposição da Aprendizagem
Formação recomposição da Aprendizagem
carmensilva723002
 
Texto avaliação
Texto avaliaçãoTexto avaliação
Texto avaliação
elannialins
 
Relatório MBA Gestão Empreendedora – Educação
Relatório MBA Gestão Empreendedora – EducaçãoRelatório MBA Gestão Empreendedora – Educação
Relatório MBA Gestão Empreendedora – Educação
PPGE UFF
 
Formação BE 4
Formação BE 4Formação BE 4
Formação BE 4
isabelmariaribeiromendes
 
COMPETÊNCIA DOCENTE FRENTE À DEMANDA SOCIAL NA CONTEMPORANEIDADE Vanda Pere...
COMPETÊNCIA DOCENTE FRENTE À DEMANDA SOCIAL  NA CONTEMPORANEIDADE  Vanda Pere...COMPETÊNCIA DOCENTE FRENTE À DEMANDA SOCIAL  NA CONTEMPORANEIDADE  Vanda Pere...
COMPETÊNCIA DOCENTE FRENTE À DEMANDA SOCIAL NA CONTEMPORANEIDADE Vanda Pere...
christianceapcursos
 
Apostilha 1ºencontro 9ºano
Apostilha 1ºencontro 9ºanoApostilha 1ºencontro 9ºano
Apostilha 1ºencontro 9ºano
luciaoliv
 
3ª SessãO Power Point
3ª SessãO   Power Point3ª SessãO   Power Point
3ª SessãO Power Point
gabriel crespo
 
PPC
PPCPPC
5 manual de-elaboracao_da_proposta_pedagogica
5 manual de-elaboracao_da_proposta_pedagogica5 manual de-elaboracao_da_proposta_pedagogica
5 manual de-elaboracao_da_proposta_pedagogica
Waleska Ufal Letras
 
Pacto
PactoPacto
Dossie2 celjs 2013
 Dossie2 celjs 2013 Dossie2 celjs 2013
Dossie2 celjs 2013
cmevangelico
 

Mais procurados (19)

O PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSAS DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA (PIBID) E AS DISPO...
O PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSAS DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA (PIBID) E AS DISPO...O PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSAS DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA (PIBID) E AS DISPO...
O PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSAS DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA (PIBID) E AS DISPO...
 
Slide
SlideSlide
Slide
 
Matemática matriz curricular
Matemática matriz curricularMatemática matriz curricular
Matemática matriz curricular
 
POLÍTICAS PÚBLICAS, EXPERIÊNCIA PIBID E INÍCIO À CARREIRA DOCENTE
POLÍTICAS PÚBLICAS, EXPERIÊNCIA PIBID E INÍCIO À CARREIRA DOCENTEPOLÍTICAS PÚBLICAS, EXPERIÊNCIA PIBID E INÍCIO À CARREIRA DOCENTE
POLÍTICAS PÚBLICAS, EXPERIÊNCIA PIBID E INÍCIO À CARREIRA DOCENTE
 
Trabalho Da 4ª SessãO Tarefa 1 ApresentaçãO Do Modelo De Auto AvaliaçãO Em P...
Trabalho Da 4ª SessãO Tarefa 1  ApresentaçãO Do Modelo De Auto AvaliaçãO Em P...Trabalho Da 4ª SessãO Tarefa 1  ApresentaçãO Do Modelo De Auto AvaliaçãO Em P...
Trabalho Da 4ª SessãO Tarefa 1 ApresentaçãO Do Modelo De Auto AvaliaçãO Em P...
 
Plano de Ampliação e Recomposição da Aprendizagem
Plano de Ampliação e Recomposição da AprendizagemPlano de Ampliação e Recomposição da Aprendizagem
Plano de Ampliação e Recomposição da Aprendizagem
 
Entrevista Lurdes Rodrigues
Entrevista  Lurdes  RodriguesEntrevista  Lurdes  Rodrigues
Entrevista Lurdes Rodrigues
 
Organização inicial 2013
Organização inicial 2013Organização inicial 2013
Organização inicial 2013
 
Formação recomposição da Aprendizagem
Formação recomposição da Aprendizagem Formação recomposição da Aprendizagem
Formação recomposição da Aprendizagem
 
Texto avaliação
Texto avaliaçãoTexto avaliação
Texto avaliação
 
Relatório MBA Gestão Empreendedora – Educação
Relatório MBA Gestão Empreendedora – EducaçãoRelatório MBA Gestão Empreendedora – Educação
Relatório MBA Gestão Empreendedora – Educação
 
Formação BE 4
Formação BE 4Formação BE 4
Formação BE 4
 
COMPETÊNCIA DOCENTE FRENTE À DEMANDA SOCIAL NA CONTEMPORANEIDADE Vanda Pere...
COMPETÊNCIA DOCENTE FRENTE À DEMANDA SOCIAL  NA CONTEMPORANEIDADE  Vanda Pere...COMPETÊNCIA DOCENTE FRENTE À DEMANDA SOCIAL  NA CONTEMPORANEIDADE  Vanda Pere...
COMPETÊNCIA DOCENTE FRENTE À DEMANDA SOCIAL NA CONTEMPORANEIDADE Vanda Pere...
 
Apostilha 1ºencontro 9ºano
Apostilha 1ºencontro 9ºanoApostilha 1ºencontro 9ºano
Apostilha 1ºencontro 9ºano
 
3ª SessãO Power Point
3ª SessãO   Power Point3ª SessãO   Power Point
3ª SessãO Power Point
 
PPC
PPCPPC
PPC
 
5 manual de-elaboracao_da_proposta_pedagogica
5 manual de-elaboracao_da_proposta_pedagogica5 manual de-elaboracao_da_proposta_pedagogica
5 manual de-elaboracao_da_proposta_pedagogica
 
Pacto
PactoPacto
Pacto
 
Dossie2 celjs 2013
 Dossie2 celjs 2013 Dossie2 celjs 2013
Dossie2 celjs 2013
 

Semelhante a Avaliação formação contínua mpsmcasanova1

Parecer orientativo 2011 último
Parecer orientativo 2011   últimoParecer orientativo 2011   último
Parecer orientativo 2011 último
CoordPedPoloBG
 
Parecer orientativo 2011_sala do educador
Parecer orientativo 2011_sala do educadorParecer orientativo 2011_sala do educador
Parecer orientativo 2011_sala do educador
escolamuller
 
Orientativo pefe 2018 (1)
Orientativo pefe 2018 (1)Orientativo pefe 2018 (1)
Orientativo pefe 2018 (1)
Gleibiane Silva
 
Planificação Curricular
Planificação CurricularPlanificação Curricular
Planificação Curricular
Cristina Couto Varela
 
3ciclo. (1)
3ciclo. (1)3ciclo. (1)
3ciclo. (1)
Socorro Barros
 
PLANO_DE_CURSO_2022_ANOS_FINAIS.pdf
PLANO_DE_CURSO_2022_ANOS_FINAIS.pdfPLANO_DE_CURSO_2022_ANOS_FINAIS.pdf
PLANO_DE_CURSO_2022_ANOS_FINAIS.pdf
Antonio Burnat
 
Adequação curricular
Adequação curricularAdequação curricular
Adequação curricular
Anaí Peña
 
Referencial de formação contínua be 2009 PPT
Referencial de formação contínua be 2009 PPTReferencial de formação contínua be 2009 PPT
Referencial de formação contínua be 2009 PPT
cristinamlcoelho
 
Cbc anos finais - matemática
Cbc   anos finais - matemáticaCbc   anos finais - matemática
Cbc anos finais - matemática
Antônio Fernandes
 
PROCESSOS FORMATIVOS PARA PROFESSORES PRINCIPIANTES NA EDUCAÇÃO SUPERIOR
PROCESSOS FORMATIVOS PARA PROFESSORES PRINCIPIANTES NA EDUCAÇÃO SUPERIORPROCESSOS FORMATIVOS PARA PROFESSORES PRINCIPIANTES NA EDUCAÇÃO SUPERIOR
PROCESSOS FORMATIVOS PARA PROFESSORES PRINCIPIANTES NA EDUCAÇÃO SUPERIOR
ProfessorPrincipiante
 
Formação docente
Formação docenteFormação docente
Formação docente
Siany Goes Salviano
 
Apres projeto
Apres projetoApres projeto
Apres projeto
Siany Goes Salviano
 
Referencial de formação contínua be 2009
Referencial de formação contínua be 2009Referencial de formação contínua be 2009
Referencial de formação contínua be 2009
cristinamlcoelho
 
Projeto didáticas e práticas de ensino
Projeto didáticas e práticas de ensinoProjeto didáticas e práticas de ensino
Projeto didáticas e práticas de ensino
Maria Cecilia Silva
 
Apresenta visita técnica mt
Apresenta   visita técnica  mtApresenta   visita técnica  mt
Apresenta visita técnica mt
jcmerij
 
Dissertacao
Dissertacao Dissertacao
Dissertacao
Pedro Marcelino Maloa
 
O PAPEL DO PROFESSOR NA FORMAÇÃO CONTINUADA – A DISCUSSÃO DE POLÍTICAS EDUCAC...
O PAPEL DO PROFESSOR NA FORMAÇÃO CONTINUADA – A DISCUSSÃO DE POLÍTICAS EDUCAC...O PAPEL DO PROFESSOR NA FORMAÇÃO CONTINUADA – A DISCUSSÃO DE POLÍTICAS EDUCAC...
O PAPEL DO PROFESSOR NA FORMAÇÃO CONTINUADA – A DISCUSSÃO DE POLÍTICAS EDUCAC...
ProfessorPrincipiante
 
2a Sessao[1]
2a Sessao[1]2a Sessao[1]
2a Sessao[1]
guest18311b1
 
2a Sessao[1]
2a Sessao[1]2a Sessao[1]
2a Sessao[1]
celesteoliveira
 
2a Sessao[1]
2a Sessao[1]2a Sessao[1]
2a Sessao[1]
guest18311b1
 

Semelhante a Avaliação formação contínua mpsmcasanova1 (20)

Parecer orientativo 2011 último
Parecer orientativo 2011   últimoParecer orientativo 2011   último
Parecer orientativo 2011 último
 
Parecer orientativo 2011_sala do educador
Parecer orientativo 2011_sala do educadorParecer orientativo 2011_sala do educador
Parecer orientativo 2011_sala do educador
 
Orientativo pefe 2018 (1)
Orientativo pefe 2018 (1)Orientativo pefe 2018 (1)
Orientativo pefe 2018 (1)
 
Planificação Curricular
Planificação CurricularPlanificação Curricular
Planificação Curricular
 
3ciclo. (1)
3ciclo. (1)3ciclo. (1)
3ciclo. (1)
 
PLANO_DE_CURSO_2022_ANOS_FINAIS.pdf
PLANO_DE_CURSO_2022_ANOS_FINAIS.pdfPLANO_DE_CURSO_2022_ANOS_FINAIS.pdf
PLANO_DE_CURSO_2022_ANOS_FINAIS.pdf
 
Adequação curricular
Adequação curricularAdequação curricular
Adequação curricular
 
Referencial de formação contínua be 2009 PPT
Referencial de formação contínua be 2009 PPTReferencial de formação contínua be 2009 PPT
Referencial de formação contínua be 2009 PPT
 
Cbc anos finais - matemática
Cbc   anos finais - matemáticaCbc   anos finais - matemática
Cbc anos finais - matemática
 
PROCESSOS FORMATIVOS PARA PROFESSORES PRINCIPIANTES NA EDUCAÇÃO SUPERIOR
PROCESSOS FORMATIVOS PARA PROFESSORES PRINCIPIANTES NA EDUCAÇÃO SUPERIORPROCESSOS FORMATIVOS PARA PROFESSORES PRINCIPIANTES NA EDUCAÇÃO SUPERIOR
PROCESSOS FORMATIVOS PARA PROFESSORES PRINCIPIANTES NA EDUCAÇÃO SUPERIOR
 
Formação docente
Formação docenteFormação docente
Formação docente
 
Apres projeto
Apres projetoApres projeto
Apres projeto
 
Referencial de formação contínua be 2009
Referencial de formação contínua be 2009Referencial de formação contínua be 2009
Referencial de formação contínua be 2009
 
Projeto didáticas e práticas de ensino
Projeto didáticas e práticas de ensinoProjeto didáticas e práticas de ensino
Projeto didáticas e práticas de ensino
 
Apresenta visita técnica mt
Apresenta   visita técnica  mtApresenta   visita técnica  mt
Apresenta visita técnica mt
 
Dissertacao
Dissertacao Dissertacao
Dissertacao
 
O PAPEL DO PROFESSOR NA FORMAÇÃO CONTINUADA – A DISCUSSÃO DE POLÍTICAS EDUCAC...
O PAPEL DO PROFESSOR NA FORMAÇÃO CONTINUADA – A DISCUSSÃO DE POLÍTICAS EDUCAC...O PAPEL DO PROFESSOR NA FORMAÇÃO CONTINUADA – A DISCUSSÃO DE POLÍTICAS EDUCAC...
O PAPEL DO PROFESSOR NA FORMAÇÃO CONTINUADA – A DISCUSSÃO DE POLÍTICAS EDUCAC...
 
2a Sessao[1]
2a Sessao[1]2a Sessao[1]
2a Sessao[1]
 
2a Sessao[1]
2a Sessao[1]2a Sessao[1]
2a Sessao[1]
 
2a Sessao[1]
2a Sessao[1]2a Sessao[1]
2a Sessao[1]
 

Último

Trabalho Colaborativo na educação especial.pdf
Trabalho Colaborativo na educação especial.pdfTrabalho Colaborativo na educação especial.pdf
Trabalho Colaborativo na educação especial.pdf
marcos oliveira
 
Texto e atividade - O que fazemos com a água que usamos.
Texto e atividade -  O que fazemos com a água que usamos.Texto e atividade -  O que fazemos com a água que usamos.
Texto e atividade - O que fazemos com a água que usamos.
Mary Alvarenga
 
Estudo Infantil - MISSÕES NACIONAIS - IGREJA BATISTA
Estudo Infantil - MISSÕES NACIONAIS - IGREJA BATISTAEstudo Infantil - MISSÕES NACIONAIS - IGREJA BATISTA
Estudo Infantil - MISSÕES NACIONAIS - IGREJA BATISTA
deboracorrea21
 
Licao de adultos Topico 1 CPAD edit.pptx
Licao de adultos Topico 1 CPAD edit.pptxLicao de adultos Topico 1 CPAD edit.pptx
Licao de adultos Topico 1 CPAD edit.pptx
jetroescola
 
Relatório de Atividades 2020 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2020 CENSIPAM.pdfRelatório de Atividades 2020 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2020 CENSIPAM.pdf
Falcão Brasil
 
Caça-palavras e cruzadinha - Encontros consonantais.
Caça-palavras e cruzadinha -  Encontros consonantais.Caça-palavras e cruzadinha -  Encontros consonantais.
Caça-palavras e cruzadinha - Encontros consonantais.
Mary Alvarenga
 
Oceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsx
Oceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsxOceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsx
Oceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsx
Luzia Gabriele
 
Auxiliar Adolescente 2024 3 trimestre 24
Auxiliar Adolescente 2024 3 trimestre 24Auxiliar Adolescente 2024 3 trimestre 24
Auxiliar Adolescente 2024 3 trimestre 24
DirceuSilva26
 
Slides Lição 2, Betel, A Igreja e a relevância, para a adoração verdadeira no...
Slides Lição 2, Betel, A Igreja e a relevância, para a adoração verdadeira no...Slides Lição 2, Betel, A Igreja e a relevância, para a adoração verdadeira no...
Slides Lição 2, Betel, A Igreja e a relevância, para a adoração verdadeira no...
LuizHenriquedeAlmeid6
 
oficia de construção de recursos para aluno DI.pdf
oficia de construção de recursos para aluno DI.pdfoficia de construção de recursos para aluno DI.pdf
oficia de construção de recursos para aluno DI.pdf
marcos oliveira
 
Infografia | Presidência húngara do Conselho da UE
Infografia | Presidência húngara do Conselho da UEInfografia | Presidência húngara do Conselho da UE
Infografia | Presidência húngara do Conselho da UE
Centro Jacques Delors
 
A experiência do professor. Publicado EM 08.07.2024
A experiência do professor. Publicado EM 08.07.2024A experiência do professor. Publicado EM 08.07.2024
A experiência do professor. Publicado EM 08.07.2024
Espanhol Online
 
CALENDÁRIO GRADUAÇÃO 2024-07ddddd-04 (1).pdf
CALENDÁRIO GRADUAÇÃO 2024-07ddddd-04 (1).pdfCALENDÁRIO GRADUAÇÃO 2024-07ddddd-04 (1).pdf
CALENDÁRIO GRADUAÇÃO 2024-07ddddd-04 (1).pdf
CristviaFerreira
 
FILMES DE ABRIL_BECRE D. CARLOS I_2023_24
FILMES DE ABRIL_BECRE D. CARLOS I_2023_24FILMES DE ABRIL_BECRE D. CARLOS I_2023_24
FILMES DE ABRIL_BECRE D. CARLOS I_2023_24
Sandra Pratas
 
EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_RITA E CLÁUDIA_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_RITA E CLÁUDIA_22_23EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_RITA E CLÁUDIA_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_RITA E CLÁUDIA_22_23
Sandra Pratas
 
IV Jornada Nacional Tableau - Apresentações.pptx
IV Jornada Nacional Tableau - Apresentações.pptxIV Jornada Nacional Tableau - Apresentações.pptx
IV Jornada Nacional Tableau - Apresentações.pptx
Ligia Galvão
 
farmacologia-segura-em-mapas-mentais-reduzindo-os-riscos-da-terapeutica-24040...
farmacologia-segura-em-mapas-mentais-reduzindo-os-riscos-da-terapeutica-24040...farmacologia-segura-em-mapas-mentais-reduzindo-os-riscos-da-terapeutica-24040...
farmacologia-segura-em-mapas-mentais-reduzindo-os-riscos-da-terapeutica-24040...
AngelicaCostaMeirele2
 
Relatório de Atividades 2021/2022 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2021/2022 CENSIPAM.pdfRelatório de Atividades 2021/2022 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2021/2022 CENSIPAM.pdf
Falcão Brasil
 
Temática – Projeto para Empreendedores Locais
Temática – Projeto para Empreendedores LocaisTemática – Projeto para Empreendedores Locais
Temática – Projeto para Empreendedores Locais
Colaborar Educacional
 
Slides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptx
Slides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptxSlides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptx
Slides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 

Último (20)

Trabalho Colaborativo na educação especial.pdf
Trabalho Colaborativo na educação especial.pdfTrabalho Colaborativo na educação especial.pdf
Trabalho Colaborativo na educação especial.pdf
 
Texto e atividade - O que fazemos com a água que usamos.
Texto e atividade -  O que fazemos com a água que usamos.Texto e atividade -  O que fazemos com a água que usamos.
Texto e atividade - O que fazemos com a água que usamos.
 
Estudo Infantil - MISSÕES NACIONAIS - IGREJA BATISTA
Estudo Infantil - MISSÕES NACIONAIS - IGREJA BATISTAEstudo Infantil - MISSÕES NACIONAIS - IGREJA BATISTA
Estudo Infantil - MISSÕES NACIONAIS - IGREJA BATISTA
 
Licao de adultos Topico 1 CPAD edit.pptx
Licao de adultos Topico 1 CPAD edit.pptxLicao de adultos Topico 1 CPAD edit.pptx
Licao de adultos Topico 1 CPAD edit.pptx
 
Relatório de Atividades 2020 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2020 CENSIPAM.pdfRelatório de Atividades 2020 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2020 CENSIPAM.pdf
 
Caça-palavras e cruzadinha - Encontros consonantais.
Caça-palavras e cruzadinha -  Encontros consonantais.Caça-palavras e cruzadinha -  Encontros consonantais.
Caça-palavras e cruzadinha - Encontros consonantais.
 
Oceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsx
Oceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsxOceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsx
Oceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsx
 
Auxiliar Adolescente 2024 3 trimestre 24
Auxiliar Adolescente 2024 3 trimestre 24Auxiliar Adolescente 2024 3 trimestre 24
Auxiliar Adolescente 2024 3 trimestre 24
 
Slides Lição 2, Betel, A Igreja e a relevância, para a adoração verdadeira no...
Slides Lição 2, Betel, A Igreja e a relevância, para a adoração verdadeira no...Slides Lição 2, Betel, A Igreja e a relevância, para a adoração verdadeira no...
Slides Lição 2, Betel, A Igreja e a relevância, para a adoração verdadeira no...
 
oficia de construção de recursos para aluno DI.pdf
oficia de construção de recursos para aluno DI.pdfoficia de construção de recursos para aluno DI.pdf
oficia de construção de recursos para aluno DI.pdf
 
Infografia | Presidência húngara do Conselho da UE
Infografia | Presidência húngara do Conselho da UEInfografia | Presidência húngara do Conselho da UE
Infografia | Presidência húngara do Conselho da UE
 
A experiência do professor. Publicado EM 08.07.2024
A experiência do professor. Publicado EM 08.07.2024A experiência do professor. Publicado EM 08.07.2024
A experiência do professor. Publicado EM 08.07.2024
 
CALENDÁRIO GRADUAÇÃO 2024-07ddddd-04 (1).pdf
CALENDÁRIO GRADUAÇÃO 2024-07ddddd-04 (1).pdfCALENDÁRIO GRADUAÇÃO 2024-07ddddd-04 (1).pdf
CALENDÁRIO GRADUAÇÃO 2024-07ddddd-04 (1).pdf
 
FILMES DE ABRIL_BECRE D. CARLOS I_2023_24
FILMES DE ABRIL_BECRE D. CARLOS I_2023_24FILMES DE ABRIL_BECRE D. CARLOS I_2023_24
FILMES DE ABRIL_BECRE D. CARLOS I_2023_24
 
EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_RITA E CLÁUDIA_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_RITA E CLÁUDIA_22_23EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_RITA E CLÁUDIA_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_RITA E CLÁUDIA_22_23
 
IV Jornada Nacional Tableau - Apresentações.pptx
IV Jornada Nacional Tableau - Apresentações.pptxIV Jornada Nacional Tableau - Apresentações.pptx
IV Jornada Nacional Tableau - Apresentações.pptx
 
farmacologia-segura-em-mapas-mentais-reduzindo-os-riscos-da-terapeutica-24040...
farmacologia-segura-em-mapas-mentais-reduzindo-os-riscos-da-terapeutica-24040...farmacologia-segura-em-mapas-mentais-reduzindo-os-riscos-da-terapeutica-24040...
farmacologia-segura-em-mapas-mentais-reduzindo-os-riscos-da-terapeutica-24040...
 
Relatório de Atividades 2021/2022 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2021/2022 CENSIPAM.pdfRelatório de Atividades 2021/2022 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2021/2022 CENSIPAM.pdf
 
Temática – Projeto para Empreendedores Locais
Temática – Projeto para Empreendedores LocaisTemática – Projeto para Empreendedores Locais
Temática – Projeto para Empreendedores Locais
 
Slides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptx
Slides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptxSlides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptx
Slides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptx
 

Avaliação formação contínua mpsmcasanova1

  • 1. © Casanova, M. P., Silva, M. A. & Silva, J. (2015). Avaliação de Formação Continua de Professores num Centro de Formação: um estudo de caso. Teresa Estrela et al. Atas do XXII Congresso da AFIRSE: Diversidade e Complexidade da Avaliação em Educação e Formação. (pp.1266-1281). Avaliação de Formação Continua de Professores num Centro de Formação: um estudo de caso. Maria Prazeres S. M. Casanova Joana Margarida Baptista da Silva Maria Adelaide Paredes da Silva RESUMO Compete aos Centros de Formação de Associação de Escolas desenvolver a formação contínua de docentes, visando satisfazer as prioridades formativas em con- texto escolar, tendo como referência os projetos educativos e curriculares, visando a melhoria da qualidade do ensino e dos resultados da aprendizagem dos alunos. Pro- move ainda a partilha de conhecimentos e skills, entre pares, orientados para o desen- volvimento profissional, tendo como objetivo consolidar a organização e autonomia da escola (cf. Decreto-Lei n.º 22/2014, artigo 4). Definimos como objetivos desta investigação:  Identificar as áreas/domínios e modalidades de formação;  Analisar a avaliação dos formandos relativa às ações frequentadas;  Conhecer as prioridades de frequência nas ações de formação. A metodologia utilizada nesta investigação é de caráter quantitativo e qualitati- vo, utilizando o inquérito como instrumento de resposta fechada em escala de Likert e uma questão de resposta aberta, aplicado aos formandos-docentes em formação no ano letivo 2013/2014. No presente estudo analisaremos os dados recolhidos relativamente a todas as ações realizadas neste Centro de Formação, considerando as diferentes áreas/domínios, modalidades, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professo- res em vigor. Parece-nos que a avaliação da oferta formativa, por parte dos formandos, é muito significativa para a redefinição das prioridades formativas, de acordo com as necessidades identificadas quer pelos formandos quer ainda pelos Diretores dos Agrupamentos de Escolas ou Escolas não Agrupadas. Este processo avaliativo contribui também para a melhoria da qualidade dos serviços de formação contínua prestados pelo Centro de Formação, nomeadamente a nível da mobilização de recursos humanos qualificados e partilha de conhecimento por via de metodologias inovadoras e contex- tualizadas, numa lógica de resolução de problemas educativos. PALAVRAS-CHAVE Centro de Formação de Associação de Escolas, Avaliação da Formação Continua, For- mação Continua.
  • 2. RÉSUMÉ Les Centres de Formation de l’association d’écoles sont responsables par la formation continue des enseignants, envisageant répondre aux priorités édu- catives dans le contexte des écoles, en ayant comme référence les projets pé- dagogiques, dans le sens d’améliorer la qualité de l'enseignement et les résul- tats de l’apprentissage des élèves. Favorisent également le partage des con- naissances et des skills interpairs, le développement professionnel des ensei- gnants et la consolidation de l'organisation et de l'autonomie des écoles (cf. décret-loi n ° 22/2014, article 4). Les objectifs de la recherche: • Identifier les domaines et les modalités de la formation; • Analyser l'évaluation des enseignants en formation ; • Connaître les priorités des professeurs par rapport à leurs besoins ; La méthodologie utilisée dans cette investigation est d’ordre quantitative et qualitative, par l’utilisation de l’échelle de Likert comme instrument d'en- quête un questionnaire de réponse fermées avec une question ouverte, qui a été appliqué à des enseignants en formation dans l'année scolaire 2013/2014. Dans cette étude, nous analysons les données recueillies dans toutes les ac- tions de formation effectuées dans ce Centre de Formation, par rapport aux différents domaines et modalités, selon le régime juridique de la formation des enseignants en vigueur. L'évaluation de la formation par les enseignants, nous semble très significative envi- sageant la redéfinition des priorités formatives, en matière de formation con- tinue, et en fonction des besoins identifiés soit par les enseignants en forma- tion, soit par les directeurs des écoles regroupées ou pas. . Ce processus d'évaluation contribue également à améliorer la qualité des services de forma- tion fournis par ce centre la formation, notamment en ce qui concerne la mobi- lisation de ressources humaines qualifiées et le partage des connaissances à travers des méthodologies innovantes et contextulisées dans une logique de construction de réponses formatives pour résoudre des problèmes éducatifs. MOT-CLÉ Centres de Formation de l’association d’écoles, Évaluation de la formation, Formation continue L'évaluation de la formation continue des profes- seurs dans le Centre de Formation des écoles d’Almada: une étude de cas.
  • 3. Introdução Os Centros de Formação têm como missão a formação de docentes e demais atores educativos da Associação de Escolas à qual pertence. O Cento de Formação no seu quadro de autonomia estabelece parcerias diversas de forma a elaborar o Plano de Formação, o qual deverá ser o espelho das necessidades de formação detetadas nos diferentes atores educativos. O caso que aqui apresentamos refere-se a um Centro de Formação de Associa- ções de Escolas da Região de Lisboa e Vale do Tejo que desenvolveu ao longo do ano letivo de 2013-2014 setenta ações de formação nas modalidades de curso de formação, oficinas de formação e módulos de formação. 1. O papel dos Centros de Formação de Associação de Escolas Os Centros de Formação de Associação de Escolas são entidades que promo- vem a formação contínua de diferentes atores educativos. A formação contínua de pro- fessores baseia-se em alguns princípios orientadores que visam “a melhoria da quali- dade do ensino e dos resultados do sistema educativo”; a necessidade de contextuali- zação dos projetos formativos e a sua “adequação às necessidades e prioridades de formação as escolas e dos próprios docentes”; “valorização da dimensão científica e pedagógica” (Decreto-Lei 22/2014, art. 3º). É no quadro deste normativo que os Cen- tros de Formação possuem autonomia quer no domínio pedagógico, quer no domínio da organização da formação prioritária considerando as necessidades formativas diag- nosticadas e identificadas pelas escolas e nas escolas. Esta autonomia deverá ser ali- cerçada em liberdade responsável e em criatividade para encontrar espaços de forma- ção qualificada e qualificadora. O Centro de Formação estabelece parcerias com enti- dades públicas e privadas para oferecer às Escolas e especificamente aos professores e demais atores educativos, formação contextualizada como forma de potenciar os recursos humanos existentes no concelho. As escolas em colaboração com os Centros de Formação devem assumir a iniciativa e a gestão do desenvolvimento profissional e pessoal dos seus profissionais para que os alunos possam realizar aprendizagens aprofundas e significativas capazes de serem facilmente transferidas e aplicadas para e em outros contextos. De modo a que a formação seja de qualidade é necessário a capacidade de con- ceção e de implementação de planos de formação consistentes e adequados às priori- dades definidas pelas escolas, pelos professores e outros atores educativos em cotex- to. 2. Processo Investigativo 2.1. Caracterização das Ações de Formação No presente estudo analisamos os dados recolhidos ao longo do ano letivo, nas diferentes ações de formação de docentes, que ocorreram num Centro de Formação Contínua de professores da DSRLVT (Direção de Serviços Região de Lisboa e Vale do Tejo). O público-alvo são os docentes que participaram em ações de formação promo- vidas por este Centro de Formação. Utilizaremos dados apresentados em dois documentos distintos: a ficha de ins- crição na ação de formação e o questionário de avaliação da ação propriamente dita. No ano escolar de 2013-2014 verificamos a existência de setenta ações de for- mação, nas modalidades de Cursos de Formação, Oficinas de Formação, Módulos de
  • 4. Formação. Pela análise da Figura 1 verificamos a existência de dois grandes grupos de Ações de Formação: umas especificais e direcionadas para colmatar necessidades for- mativas dos professores nos seus grupos de recrutamento e outras de caracter trans- versal, sendo estas últimas as que se realizaram em maior número considerando a tipologia Seminários/Conferências. É interessante verificar a existência de módulos de formação no que concerne à área da Cidadania, pressupondo trabalho prático e desen- volvido ao longo do tempo (Artigo 7.º do Decreto-Lei n.º 249/92, de 9 de Novembro, o qual foi revogado pelo Decreto-Lei 22/2014). Decidimos que as ações de formação sobre a temática da Biblioteca escolar seriam inseridas na categoria de ações de formação específicas dada a sua especifici- dade, muito embora as mesmas possam ser frequentadas por qualquer professor de qualquer grupo de recrutamento. Figura 2: Número de Formandos por áreas de formação no que concerne a Ações de Formação Específica. 24 24 9 9 0 2 0 5 10 15 20 25 30 Ações de Formação Específica: Grupo de recrutamento Ações de Formação Transversais Cursos Oficinas Módulos de Formação 4 1 0 6 2 6 9 3 2 46 7 0 78 23 85 138 50 73 0 5 10 15 20 25 30 0 20 40 60 80 100 120 140 Total de ações de formação realizadas Nº de Formandos Figura 1: Número de Ações de Formação de acordo com diferentes Modalidades de Forma- ção Continua de Professores.
  • 5. Ao analisarmos a Figura 2 constatamos que existência de 9 grupos de formação específica. Inserimos neste grupo a formação referente à Biblioteca escolar, dada a sua especificidade. Observamos que o indicador moda se regista nas ações de formação para a educação pré-escolar e para o 1º ciclo, sendo nestas ações de formação que se regista o maior número de formandos. Observamos ainda que as ações de formação para os Departamentos de Ciências Experimentais e de Humanidades e Ciências Sociais pos- suem um número significativo de participantes. Figura 3: Número de Formandos por áreas de formação no que concerne a Ações de Formação Específica. Ao observarmos a Figura 3 verificamos que as ações de formação sobre Tecno- logias de Informação e Comunicação apresentam um maior número de formandos (219 formandos). Observamos ainda que o segundo indicador moda se verifica em ações com temáticas diversas. Se agregarmos as ações de formação relativas a Práticas Peda- gógicas e a ação sobre Avaliação das Aprendizagens observamos que o número de formandos seria de 231, o que nos leva a inferir da importância dada pelos professo- res à sua prática letiva em contexto de sala de aula. 12 2 1 1 7 1 13 219 37 20 75 156 21 183 0 50 100 150 200 250 0 2 4 6 8 10 12 14 Total de ações de formação realizadas Nº de Formandos
  • 6. Figura 4: Modalidades de Formação Especifica e Transversal. Observamos a existência de setenta Ações de formação distribuídas por Cursos de Formação, Oficinas de Formação e Módulos de Formação (Artigo 7.º do Decreto-Lei n.º 249/92, de 9 de Novembro). Figura 5: Modalidades de financiamento das Ações de Formação Especificas e das Ações de Formação Transversais. Na Figura 5 constatamos que o indicador moda se regista nas ações de forma- ção financiadas na totalidade pelos formandos. É interessante constatarmos a existên- cia de ações de formação em que os formandos somente pagam 5 euros para despesas logísticas. 24 24 9 9 0 2 0 5 10 15 20 25 30 Ações de Formação Específica: Grupo de recrutamento Ações de Formação Transversais Cursos Oficinas Módulos de Formação 16 20 4 01 01 0 11 17 0 5 10 15 20 25 Ações de Formação Específicas: Grupo de recrutamento Ações de Formação Transversais Financiadas na Totalidade pelos Formandos Gratuitas Financiada por Projeto Europeu Outro Finaciamento Financiadas pelos Formandos em 5 euros
  • 7. Figura 6: Motivos dos professores para frequentarem ações de formação. Na Figura 6 observamos que os professores identificam mais do que um indi- cador. O indicador moda aponta para a necessidade de atualização de conhecimentos. Verificamos ainda que a frequência de ocorrências é a mesma em dois indicadores: Avaliação do Desempenho docente é a mesma eu para o exercício de Função /Cargos. Este facto leva a supor que os respondentes são os mesmos, uma vez que os professo- res para exercerem o cargo de avaliadores externos necessitavam de possuir formação em avaliação do desempenho docente. Figura 7: Níveis de ensino lecionados pelos professores em formação. 436 257 43 436 714 78 0 100 200 300 400 500 600 700 800 Avaliação do Desempenho Docente Progresso na Carreira Competências Digitais Exercício de Funções / Cargos Atualização de Conhecimentos Outros Motivos 102 275 187 418 513 4 0 100 200 300 400 500 600 Pré-escolar 1º Ciclo 2º Ciclo 3º Ciclo Secundário Educação Especial
  • 8. Observamos que o indicador moda se regista no Ensino Secundário, seguido do indicador que revela a lecionação do 3º ciclo do ensino Básico. Verifica-se que dos 1211 professores, 351 lecionam dois níveis de ensino. Cons- tatamos ainda que as educadoras de infância e os professores que lecionam a Educa- ção pré-escolar e o 1º ciclo do Ensino Básico respetivamente frequentaram na sua maioria ações de formação transversais uma vez que somente 138 frequentaram ações específicas para o seu nível de lecionação. Para avaliação das ações de formação o Centro tem optado por aplicar, salvo algumas exceções o formulário enviado por mail, pela DGRHE aos CFAE’s., em junho de 2010. Quadro I – Indicadores constantes da Ficha de Avaliação da Formação (adap. DGRHE, 2010). A.1 Avaliação geral da ação 1. Os objetivos propostos foram cumpridos 2. A metodologia foi adequada aos participantes 3. Os trabalhos práticos propostos apresentaram coerência 4. A gestão dos recursos foi adequada 5. O espaço em que decorreu a ação foi adequado 6. O equipamento informático foi adequado 7. Relação do(s) formador(es( com o grupo de formandos 8. A ação de formação veio ao encontro das minhas necessidades de formação 9. As competências adquiridas vão ter impacto na minha atividade profissional 10. Após esta formação irei utilizar mais as TIC nos processos de ensino e aprendi- zagem A.2. Avaliação dos Formadores 2.1 Conhecimentos/ Conteúdos 1. Os conteúdos foram adequados 2. Houve aprofundamento dos temas 3. A articulação dos diferentes conteúdos temáticos foi concretizada 4. O formador demonstrou dominar os conteúdos tratados 2.2 Exposição 1. A linguagem utilizada foi clara e assertiva 2. A adaptação do discurso aos destinatários / finalidades foi conseguida 3. Houve capacidade para esclarecer as dúvidas surgidas A.3. Organização da Ação pelo Centro 1. A Divulgação / Informação foi oportuna 2. A calendarização foi ajustada 3. O atendimento aos formandos foi eficiente 4. O material entregue respondeu às necessidades B – Apreciação Global Fraca, Satisfatória, Boa, Muito Boa ou Excelente Todos os inquéritos foram aplicados em formato impresso. Por esse motivo os formandos nem sempre respondem a todos os indicadores. Parece-nos importante, dadas as especificidades que analisemos as ações de formação segundo as modalidades de formação: cursos de formação e oficina de for-
  • 9. mação. Faremos ainda uma análise global das diferentes ações no seu conjunto. No que se refere aos dois módulos de formação não faremos qualquer análise uma vez que foram usados formulários diferentes. Assim como não iremos analisar os seminá- rios promovidos e os projetos internacionais em que o Centro de Formação participa. 2.2. Avaliação dos formandos que frequentaram Cursos de Formação Figura 8: Avaliação Geral dos Cursos de Formação No que se refere à soma dos dados do nível 3 com o nível 4 verificamos que todos os indicadores apresentam uma percentagem positiva acima de 65%. O indicador 3 - Os trabalhos práticos propostos apresentaram coerência – é o indicador com % mais inferior, por outro lado o indicador moda é o indicador 7 - Relação dos formadores com o grupo de formandos. A percentagem atribuída ao nível 1 e 2 é reduzida, situan- do-se ente 0,2% e 3%. 0,0 10,0 20,0 30,0 40,0 50,0 60,0 70,0 80,0 90,0 100,0 % Total do Nível 1 e 2 % Total do Nível 3 e 4
  • 10. 0,2 2,2 1,2 0,5 70,1 70,7 69,8 70,0 0,0 10,0 20,0 30,0 40,0 50,0 60,0 70,0 80,0 1. Os conteúdos foram adequados 2. Houve aprofundamento dos temas 3. A articulação dos diferentes conteúdos temáticos foi concretizada 4. O formador demonstrou dominar os conteúdos tratados % Total do Nível 3 e 4 % Total do Nível 1 e 2 Figura 9: Avaliação dos Formadores do Cursos de Formação no que respeita a Conhe- cimentos/Conteúdos Relativamente à avaliação dos formadores por parte dos formandos verificamos que a soma dos dados dos níveis 3 e 4 obtém uma % em todos os indicadores entre 69,8 e 70,7. O indicador moda é a existência, nos cursos de formação, de aprofunda- mento dos temas. É interessante verificar que este mesmo indicador 'constitui também o indica- dor moda ao somarmos o nível 1 com os resultados obtidos no nível 2. Este facto leva-nos a poder inferir que a grande % de formandos considera que houve aprofundamento dos temas, contudo alguns formandos não pensam o mesmo. Se relacionarmos este dado, com o número de horas de formação dos cursos de for- mação verificamos na maioria os mesmos têm 25 horas ou 15 horas o que poderá jus- tificar esta opinião. 0,0 20,0 40,0 60,0 80,0 1. A linguagem utilizada foi clara e assertiva 2. A adaptação do discurso aos destinatários / finalidades foi conseguida 3. Houve capacidade para esclarecer as dúvidas surgidas 0,5 0,4 0,2 69,5 71,8 72,0 % Total do Nível 1 e 2 % Total do Nível 3 e 4 Figura 10: Avaliação dos Formadores do Cursos de Formação no que respeita a Exposi- ção. Ao nível da exposição, o indicador moda respeitante à soma dos dados do nível 3 e 4 refere a existência de capacidade para esclarecer dúvidas. Todos os indicadores apresentam uma percentagem superior a 69%.
  • 11. 1,1 4,0 1,1 2,4 67,7 67,2 68,8 67,3 0,0 10,0 20,0 30,0 40,0 50,0 60,0 70,0 80,0 1. A Divulgação / Informação foi oportuna 2. A calendarização foi ajustada 3. O atendimento aos formandos foi eficiente 4. O material entregue respondeu às necessidades % Total do Nível 1 e 2 % Total do Nível 3 e 4 Figura 11: Avaliação da Organização dos Cursos de Formação pelo Centro de Forma- ção. Verificamos que o indicador moda refere que o atendimento aos formandos foi eficiente. Todos os indicadores apresentam uma percentagem superior a 67% no que res- peita à soma dos dados dos níveis 3 e 4. Constatamos ainda que o indicador com % menor no que se refere à soma dos dados do nível 3 e 4 é também o que apresenta uma percentagem superior no que se refere à soma dos dados do nível 1 e 2. 2.3. Avaliação dos formandos que frequentaram Oficinas de Formação 0,3 0,7 1,0 0,3 4,9 1,4 0,0 0,3 0,7 0,3 93,7 96,5 97,9 97,6 87,1 97,2 93,4 88,5 95,1 93,0 0,0 10,0 20,0 30,0 40,0 50,0 60,0 70,0 80,0 90,0 100,0 1. Os objectivos propostosforam cumpridos 2. A metodologia foi adequada aos participantes 3. Os trabalhos práticos propostos apresentaram coerência 4. A gestão dos recursosfoi adequada 5. O espaço em que decorreua acção foi adequado 6. O equipamento informático foi adequado 7. Relação do(s) formador(es( com o grupo de formandos 8. A acção de formação veio ao encontro das minhas necessidadesde formação 9. As competências adquiridasvão ter impacto na minha actividade profissional 10. Após esta formação irei utilizar maisas TIC nos processosde ensino e aprendizagem % Total do Nível 1 e 2 % Total do Nível 3 e 4 Figura 12: Avaliação Geral das Oficinas e Formação. Apuramos que a avaliação dos formandos no que se refere à apreciação global da ação é muito boa. O indicador moda refere que os trabalhos práticos propostos apresentaram coerência (97,9%). Conferimos que os formandos consideram que o espaço em que decorre as oficinas de formação poderia ser melhorado.
  • 12. 0,0 1,7 0,7 0,0 87,5 83,6 88,2 88,2 0,0 10,0 20,0 30,0 40,0 50,0 60,0 70,0 80,0 90,0 100,0 1. Os conteúdos foram adequados 2. Houve aprofundamento dos temas 3. A articulação dos diferentes conteúdos temáticos foi concretizada 4. O formador demonstrou dominar os conteúdos tratados % Total do Nível 1 e 2 % Total do Nível 3 e 4 Figura 13: Avaliação dos Formadores das Oficinas de Formação no que respeita a Conhecimentos/Conteúdos Comprovamos que a soma dos dados do nível 3 e 4 se situa acima de 83%. Encontramos dois indicadores moda referindo que a articulação entre os diferentes conteúdos temáticos foi concretizada e que o formador demonstrou dominar os con- teúdos tratados. 1,0 0,0 0,0 88,5 88,9 88,5 0,0 20,0 40,0 60,0 80,0 100,0 1. A linguagem utilizada foi clara e assertiva 2. A adaptação do discurso aos destinatários / finalidades foi conseguida 3. Houve capacidade para esclarecer as dúvidas surgidas % Total do Nível 1 e 2 % Total do Nível 3 e 4 Figura 14: Avaliação dos Formadores do Cursos de Formação no que respeita a Exposi- ção. Observamos que a avaliação efetuada se situa acima de 88%. Verificamos que o indicador moda, no que concerne à soma dos dados do nível 2 e 3, situa-se acima de 88%. Concluímos ainda que a adaptação do discurso aos desti- natários / finalidades foi conseguida. 4,9 4,9 0,0 1,7 85,7 83,3 93,4 85,0 0,0 10,0 20,0 30,0 40,0 50,0 60,0 70,0 80,0 90,0 100,0 1. A Divulgação / Informação foi oportuna 2. A calendarização foi ajustada 3. O atendimento aos formandos foi eficiente 4. O material entregue respondeu às necessidades % Total do Nível 1 e 2 % Total do Nível 3 e 4
  • 13. Figura 15: Avaliação da Organização dos Cursos de Formação pelo Centro de Forma- ção No que se refere à organização da ação verificamos que avaliação é muito boa, situando-se a percentagem das respostas acima de 80%. Constatamos que 4,9% dos formandos entendem que a Divulgação/Informação não foi oportuna assim como a calendarização não foi ajustada. . 2.4. Avaliação dos formandos que frequentaram Cursos de Formação e Oficinas de Formação Figura 16: Avaliação Geral das Ações de Formação: Cursos e Oficinas de Formação. Verificamos pela análise que o indicador moda no nível 4 se regista no indica- dor 7 – relação do formador com o grupo de formandos (70,2%), por seu lado o indica- dor que regista menor frequência de ocorrências é o indicador nº 5 – o espaço em que decorreu a ação foi adequado. Todos os indicadores neste nível se situam acima de 52 %. 0,2 1,2 0,9 1,1 3,6 2,0 0,4 2,1 2,5 2,0 15,7 17,2 17,7 21,7 21,3 20,4 6,9 16,9 19,7 19,2 61,0 58,8 57,4 54,5 52,0 55,4 70,2 57,8 55,6 55,8 0,0 10,0 20,0 30,0 40,0 50,0 60,0 70,0 80,0 Nível 1 % Nível 2 % Nível 3 % Nível 4 %
  • 14. No que concerne ao nível 3, indicador moda regista-se no indicador 4 – a ges- tão de recursos foi adequada, por seu lado o indicador que regista menor frequência de ocorrências é o indicador 7 – relação do formador com o grupo de formandos. Se somarmos a frequência de ocorrências do nível 3 com o nível 4 em cada um dos indicadores verificamos que apresentam uma percentagem superior a 76. No nível 1 e 2 a frequência de ocorrências é residual, em que o indicador moda no nível 2 é de 3,6%. É interessante verificar que este indicador é o que apresenta a menor frequência de ocorrências no nível 4. Figura 17: Avaliação dos Formadores das Ações de Formação (Cursos e Oficinas de Formação), no que respeita a Conhecimentos/Conteúdos. Ao analisarmos o quadro Avaliação dos formadores no que se refere ao nível 4 verificamos que o indicador moda se regista no domínio dos conteúdos pelos forma- dores, enquanto no nível 3 constitui o indicador moda. O indicador aprofundamento dos temas regista a menor percentagem no nível 4 enquanto no nível 3 constitui o indicador moda. Se somarmos as frequências de ocorrências do nível 3 com as do nível 4 verificamos que todas se encontram acima de 75%. As frequências de ocorrências no nível 1 e 2 são residuais. Figura 18: Avaliação dos Formadores das Ações de Formação (Cursos e Oficinas de Formação), no que respeita a Exposição. 0,2 2,0 1,1 0,4 13,0 29,7 18,2 5,0 62,8 45,1 57,7 70,9 0,0 10,0 20,0 30,0 40,0 50,0 60,0 70,0 80,0 1. Os conteúdos foram adequados 2. Houve aprofundamento dos temas 3. A articulação dos diferentes conteúdos temáticos foi concretizada 4. O formador demonstrou dominar os conteúdos tratados Nível 1 % Nível 2 % Nível 3 % Nível 4 % 6,3 10,5 9,2 69,0 66,3 68,1 0,0 10,0 20,0 30,0 40,0 50,0 60,0 70,0 80,0 1. A linguagem utilizada foi clara e assertiva 2. A adaptação do discurso aos destinatários / finalidades foi conseguida 3. Houve capacidade para esclarecer as dúvidas surgidas Nível 1 % Nível 2 % Nível 3 % Nível 4 %
  • 15. Verificamos que todos os indicadores registam frequência de ocorrências acima de 65%, no nível 4. O indicador moda refere que a linguagem utilizada foi clara asserti- va. Figura 19: Avaliação da Organização das Ações de Formação (Cursos e Oficinas de Formação), pelo Centro de Formação. Verificamos que a avaliação de nível 4 se situação numa percentagem igual ao superior a 55%. Globalmente a avaliação é positiva. Se somarmos os dados do nível 3 com os dados obtidos no nível 4 verificamos que a percen- tagem é igual ou superior a 75%. A avaliação atribuída no nível 1 e 2 situa-se entre o 0% e o 4%. Constatamos que o indicador moda se regista na avaliação excelente quando os formandos foram convidados a avaliarem numa escala de Fraca, Satisfatória, Boa, Muito Boa ou Exce- lente a Ação de Formação que frequentaram. 2,0 4,0 0,8 2,0 19,8 22,6 16,3 19,7 53,9 50,0 60,0 53,5 0,0 10,0 20,0 30,0 40,0 50,0 60,0 70,0 A Divulgação / Informação foi oportuna A calendarização foi ajustada O atendimento aos formandos foi eficiente O material entregue respondeu às necessidades Nível 1 % Nível 2 % Nível 3 % Nível 4 % Figura 20: Avaliação da Organização das Ações de Formação (Cursos e Oficinas de Formação), pelo Centro de Formação. 0 1,0 6,2 28,2 36,1 0 10 20 30 40
  • 16. Algumas Considerações Finais Constamos a existência 1211 formandos nas diferentes modalidades de forma- ção: Cursos de Formação, Oficinas de Formação e Módulos de Formação. Verifica-se que somente 945 formandos reponderam a este inquérito de avalia- ção da formação, existindo 266 formandos que responderam a outros formulários com outros indicadores. No inquérito analisado verificamos que nem todos os respondentes avaliaram todos os indicadores. É interessante estabelecer a relação entre o indicador aprofundamento da temá- tica e o número de horas de formação e compreendemos que os formandos avaliam de forma mais positiva as ações que tiveram mais horas de formação ou seja as oficinas. Referências bibliográficas Decreto-Lei n.º 249/92, de 9 de Novembro (com as alterações que lhe foram introduzi- das pela Lei n.º 60/93, de 20 de Agosto, pelo Decreto-Lei n.º 274/94, de 28 de Outubro pelo Decreto-Lei n.º 207/96, de 2 de Novembro, pelo Decreto-Lei n.º 155/99, de 10 de Maio e pelo Decreto-Lei n.º 15/2007, de 19 de Janeiro). Decreto-Lei n.º 22/2014, de 11 de fevereiro