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AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM
E ÉTICA
O INDIVIDUAL E O COLETIVO
UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA
CURSO DE LICENCIATURA EM CIÊNCIAS DA COMPUTAÇÃO
DISCIPLINA DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM
DUPLA: ANDREZA LIRA E WENDDELL JULER
A AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM E ÉTICA
• Os instrumentos de coleta de dados utilizados para “medir” o desempenho e o
aprendizado do aluno (teste e prova);
• Lógica certa: cobrar só o que foi ensinado;
• O que realmente acontece: ensina-se simples e solicita-se uma resposta
complexa.
• “O que é que um instrumento de coleta de dados para a avaliação da
aprendizagem tem a ver com ética?”
• O professor introduz elementos estranhos e desnecessários o que dificulta a
compreensão do aluno a respeito do que está sendo solicitado, conduzindo o
mesmo ao erro.
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• O professor é anti-ético quando passa a cobrar um nível de complexidade
maior do que foi dado em sala de aula;
• Para que não ocorra isso, o professor tem que observar a formulação da
questão;
• Uma resposta insatisfatória, não revelará em princípio, que o estudante não
aprendeu o conteúdo ensinado, mas na verdade não entendeu o que foi
perguntado.
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compreensão da questão formulada pelo o professor.
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• De fato, na maior parte das vezes, os instrumentos não são elaborados de tal
forma que solicitem simples e diretamente aos estudantes o que deverão
responder;
• Os educadores formulam perguntas complexas e difíceis de serem
compreendidas, e não respondidas;
• Neste caso, onde está a ética?
• Os estudantes se sentem enganados, e vão aprender a enganar.
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• O autor Luckesi destaca que estas conditas, da complexidade das avaliações
não são realizadas por má vontade;
• Os atos não justificam as práticas más e sim levantam hipóteses de começar a
mudar;
• É fundamental praticar a ética, pois os educandos se espelham nos seus
educadores.
O INDIVIDUAL E O COLETIVO NA AVALIAÇÃO DA
APRENDIZAGEM
• Enfoque no “EDUCANDO” e na “TURMA DE ESTUDANTES” onde as
práticas de avaliação estão inseridas.
O EDUCANDO
• A prática da avaliação da aprendizagem escolar;
• O ato avaliativo na escola
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O COLETIVO
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RESULTADOS
• Satisfatórios ou Não;
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Avaliação da aprendizagem e éticao individual e o coletivo
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DIAGNÓSTICOS
• Individual;
• Coletivo.
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REFERÊNCIA
LUCKESI, Cipriano Carlos. Avaliação da aprendizagem escolar: um ato
amoroso. In: LUCKESI, Cipriano Carlos. Avaliação da aprendizagem escolar:
estudos e proporções. 22. Ed. São Paulo: Cortez, 2011, p. 243-250/261-266.

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Avaliação da aprendizagem e ética o individual e o coletivo

  • 1. AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM E ÉTICA O INDIVIDUAL E O COLETIVO UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CURSO DE LICENCIATURA EM CIÊNCIAS DA COMPUTAÇÃO DISCIPLINA DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM DUPLA: ANDREZA LIRA E WENDDELL JULER
  • 2. A AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM E ÉTICA • Os instrumentos de coleta de dados utilizados para “medir” o desempenho e o aprendizado do aluno (teste e prova); • Lógica certa: cobrar só o que foi ensinado; • O que realmente acontece: ensina-se simples e solicita-se uma resposta complexa.
  • 3. • “O que é que um instrumento de coleta de dados para a avaliação da aprendizagem tem a ver com ética?”
  • 4. • O professor introduz elementos estranhos e desnecessários o que dificulta a compreensão do aluno a respeito do que está sendo solicitado, conduzindo o mesmo ao erro. http://st.depositphotos.com/2143661/5063/i/450/depositphotos_50634317-The-teacher-put-a-deuce-upset-pupil.jpg
  • 5. • O professor é anti-ético quando passa a cobrar um nível de complexidade maior do que foi dado em sala de aula; • Para que não ocorra isso, o professor tem que observar a formulação da questão; • Uma resposta insatisfatória, não revelará em princípio, que o estudante não aprendeu o conteúdo ensinado, mas na verdade não entendeu o que foi perguntado.
  • 6. • Muitas vezes, o que é difícil não é o conteúdo ensinado, mas sim a compreensão da questão formulada pelo o professor. http://www.somaticaeducar.com.br/arquivo/noticia/normal-1-2010-08-24-19-02-56.jpg http://3.bp.blogspot.com/- mZ58VU15PfY/VXBsTBZTp6I/AAAAAAAAAOc/OsmDWgQ8HRQ/s1600/Resposta%2Badequada.png
  • 7. • De fato, na maior parte das vezes, os instrumentos não são elaborados de tal forma que solicitem simples e diretamente aos estudantes o que deverão responder; • Os educadores formulam perguntas complexas e difíceis de serem compreendidas, e não respondidas; • Neste caso, onde está a ética? • Os estudantes se sentem enganados, e vão aprender a enganar.
  • 9. • O autor Luckesi destaca que estas conditas, da complexidade das avaliações não são realizadas por má vontade; • Os atos não justificam as práticas más e sim levantam hipóteses de começar a mudar; • É fundamental praticar a ética, pois os educandos se espelham nos seus educadores.
  • 10. O INDIVIDUAL E O COLETIVO NA AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM • Enfoque no “EDUCANDO” e na “TURMA DE ESTUDANTES” onde as práticas de avaliação estão inseridas.
  • 11. O EDUCANDO • A prática da avaliação da aprendizagem escolar; • O ato avaliativo na escola http://blogs.universal.org/bispomacedo/wp-content/uploads/2016/01/professor-706x410.jpg
  • 12. O COLETIVO • A turma; • O ato avaliativo: • Ciência dos resultados; • O todo; • Observação da eficiência do seu trabalho e para a escola. http://1.bp.blogspot.com/-Oo06mdQU11M/U-kk5bmUMVI/AAAAAAABWMc/ymePcu8YjrA/s1600/1+a+1+a+a+a+a+cur+turma+atenta.jpg
  • 13. RESULTADOS • Satisfatórios ou Não; • Olhar exclusivamente para o educando individual; • Olhar para o educando e para a turma.
  • 19. REFERÊNCIA LUCKESI, Cipriano Carlos. Avaliação da aprendizagem escolar: um ato amoroso. In: LUCKESI, Cipriano Carlos. Avaliação da aprendizagem escolar: estudos e proporções. 22. Ed. São Paulo: Cortez, 2011, p. 243-250/261-266.