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Profa. Dra. Letícia Pontes
Profa. Dra. Mitzy Reichembach
Enfa. Ms Bruna Morelli Bottega
Enfa. Ms Jéssica de F. Gomes
Enfa. Ms Mariá ComparinMachado
Enfa. Ms Fabíola do N. Moreira
Grupo de Pesquisa Tecnologia e Inovação em
Saúde Pesquisa para mudança
na Prática Clínica
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desenvolvimento
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propõe um modelo
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Enfermagem, emparceria coma CAPES, emcriar um programa de
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PROFISSIONAL cominteresse em
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 Implementação e ajustes
PROGRAMA DE PÓS GRADUAÇÃO EM
PRÁTICA DO CUIDADO EM SAÚDE
MODALIDADE – MESTRADO PROFI SSI ONAL
Universidade Federal do Paraná
Curitiba
Estado
d
o Paraná
Complexo
Hospital de
Clínicas
UFPR
Atores envolvidos:
Professores da Pós Graduação Profissional
Mestrandos Enfermeiros
A quem se dirige:
Enfermeiros inseridos na Prática Clinica e no atendimento beira
leito de pacientes hospitalizados
Pacientes que procuram o Sistema Único de Saúde (SUS)
Articulações realizadas:
Outras áreas de conhecimento – Informática/ Design
Comissão de Sistematização da Assistência de Enfermagem (COMISAE) do
CHC/UFPR
Grupo de Pesquisa
Tecnologia e Inovação
em Saúde (TIS)
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EDITAL N° 27/2016 Acordo CAPES/COFEN de apoio a
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Um dos desafios para a consolidação
etapas de um dos seus elementos
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da SAE é a operacionalização de todas as
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Observações na prática,apontam dificuldades dos enfermeiros na operacionalização do
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Implica em uma Avaliação Clínica com menor foco nos conhecimentos da enfermagem
1. Desenvolver tecnologia – aplicativos para dispositivos móveis
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Auxiliar o enfermeiro na avaliação clínica diária, que contemple
aspectos importantes para a elaboração do planejamento do
cuidado de enfermagem;
Pesquisa Metodológica, de Desenvolvimento Tecnológico em duas diferentes
fases:
 Fase de Desenvolvimento
da Tecnologia :
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mapa conceitual do
aplicativo;
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implementação e
prototipagem;
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MÉTODO
 Fase Exploratória:
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do enfermeiro;
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participantes –
considerados na sua
junto aos
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prática da
avaliação clínica diária dos
pacientes sob seus cuidados.
Desenvolvimento de Quatro Aplicativos para dispositivos móveis.
Avaliação Clínica
Fundamentada na Teoria das
Necessidades Humanas Básicas
(Wanda Aguiar Horta)
Permite ao enfermeiro a
operacionalização da 1ª etapa
do PE – essencial para as
próximas etapas –
Resultados
Gera uma Evolução Clínica padronizada em PDF, a partir dos
dados registrados durante a avaliação do paciente, a qual
pode ser impressa e inserida emprontuário.
Aplicativos desenvolvidos que
avaliação clínica de:
permitem
N0: BR512019002538-5 N0: BR512019002537-7 N0: BR512019002539-3Nº: BR512020000020-7
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Paliativista do MS
Resultados
Os aplicativos incluem funções de inteligência ar ti ficial:
Alerta visual quando registrado um dado vital alterado
Soma automática dos escores das escalas de avaliação
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Telas de cadastro e login do usuário.
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Apresenta diversas interfaces
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Glasgow – amplamente utilizada no
exame neurológico para avaliar o
nível de consciência.
A escala
avaliação
de Rass auxilia na
da sonolência/sedação e
agitação dos pacientes.
(NAMIGAR et al., 2017; RHEA, 2019).
O não reconhecimento da deterioração
do estado clínico dos pacientes a
partir de sinais vitais
e, o consequente atraso na
implicam
eventos
intervenção de
enfermagem o
desenvolvimento de
adversos graves.
(LEONARD; KYRIACOS, 2015).
Foram avaliados 21 itens e, para cada um dos itens identificou- se o
índice de validade de conteúdo (IVC).
 Três itens receberam 100% de concordância
 Dez itens atingiram IVC de 0,8
 Quatro itens atingiram IVC de 0,6.
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avaliados em comparação aos relacionados a
e usabilidade foram melhor
confiabilidade e eficiência
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software no período da avaliação preliminar, foi possível detectar
fragilidades nos app e implantar medidas corretivas.
Avaliação Preliminar
Avaliação Preliminar
A aplicação do software na prática clínica
para a Avaliação Preliminar possibilitou
detectar fragilidades e potencialidades.
 Pontos positivos destacados:
Alertas na tela para parâmetros vitais
alterados
O conteúdo – que contempla todos os
aspectos importantes e possíveis de o enfermeiro
avaliar, respeitando a dinâmica do seu processo
de trabalho e, priorizando as necessidades
reais do paciente
 Dificuldades: comandos lentos e problemas de operacionalização
devido à conexão coma internet, ocasionando perda de dados.
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interface do software; e maior período de avaliação para
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Parceria dentro dos limites financeiros disponíveis – empresa Junior
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desenvolvimento dos aplicativos
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avaliação
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Estratégias para superar os desafios
CONCLUSÃO
Osaplicativos desenvolvidos consistem eminovação na coleta de
dados para a avaliação clínica do enfermeiro em pacientes
hospitalizados
Contempla a avaliação das condições fisiológicas, sociais e
espirituais, permitindo que o PE seja realizado de modo ordenado
e resolutivo para umadequado plano de cuidados com o registro dos
dados de forma padronizada, cumprindo a Resolução 358/2009 do
COFEN
CONCLUSÃO
Permite uma Avaliação Clínica utilizando-se do raciocínio clínico e
pensamento crítico, instrumentos que fortalecem a ciência do cuidado,
promove a valorização da Enfermagem e, melhora a qualidade da
assistência e segurança dos pacientes assistidos pelo SUS
Oferece um modelo de avaliação clínica específico do enfermeiro,
possível de execução, considerando as demandas do seu processo de
trabalho, melhorando a Gestão do Trabalho do Enfermeiro.
CONCLUSÃO
A utilização dessa tecnologia tem o potencial de:
Otimizar o processo de trabalho do enfermeiro, em diversos
cenários c l í ni c os
Darsuporte para o uso efetivo do PE e, consequentemente,
contribuindo para a consolidação da SAE
Provocarmudança na Prática Clínica
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Avalia tis

  • 1. Profa. Dra. Letícia Pontes Profa. Dra. Mitzy Reichembach Enfa. Ms Bruna Morelli Bottega Enfa. Ms Jéssica de F. Gomes Enfa. Ms Mariá ComparinMachado Enfa. Ms Fabíola do N. Moreira Grupo de Pesquisa Tecnologia e Inovação em Saúde Pesquisa para mudança na Prática Clínica
  • 2. Trata-se desenvolvimento Assistencial, que da experiência no de uma Tecnologia propõe um modelo de Avaliação Clínica específica para o Enfermeiro emdiversos cenários de uma unidade hospitalar
  • 3. A partir da iniciativa sui generis do Conselho Federal de Enfermagem, emparceria coma CAPES, emcriar um programa de apoio a PROGRAMAS DE PÓS- GRADUAÇÃO DA ÁREA DE ENFERMAGEM– MODALIDADE MESTRADO PROFISSIONAL cominteresse em Desenvolvimento de pesquisas com foco na Sistematização da Assistência de Enfermagem
  • 4. Tema:Valorização da Enfermagem Sub Tema: Gestão do Trabalho Período da Experiência:  Desenvolvimento da Tecnologia – Agosto/2018 a Junho/2019  Avaliação Preliminar em Julho de 2019  Tecnologia finalizada em Agosto de 2019  Implementação e ajustes
  • 5. PROGRAMA DE PÓS GRADUAÇÃO EM PRÁTICA DO CUIDADO EM SAÚDE MODALIDADE – MESTRADO PROFI SSI ONAL Universidade Federal do Paraná Curitiba Estado d o Paraná
  • 7. Atores envolvidos: Professores da Pós Graduação Profissional Mestrandos Enfermeiros A quem se dirige: Enfermeiros inseridos na Prática Clinica e no atendimento beira leito de pacientes hospitalizados Pacientes que procuram o Sistema Único de Saúde (SUS) Articulações realizadas: Outras áreas de conhecimento – Informática/ Design Comissão de Sistematização da Assistência de Enfermagem (COMISAE) do CHC/UFPR Grupo de Pesquisa Tecnologia e Inovação em Saúde (TIS)
  • 8. Apoio Financeiro: EDITAL N° 27/2016 Acordo CAPES/COFEN de apoio a PROGRAMAS DE PÓS- GRADUAÇÃO DA ÁREA DE ENFERMAGEM – MODALIDADEMESTRADO PROFISSIONAL
  • 9. Um dos desafios para a consolidação etapas de um dos seus elementos JUSTIFICATIVA da SAE é a operacionalização de todas as Processo de Enfermagem
  • 10. JUSTIFICATIVA Observações na prática,apontam dificuldades dos enfermeiros na operacionalização do Processo de Enfermagem (PE) como, por exemplo:  Muitas demandas de trabalho para o enfermeiro  Recursos humanos inadequado  A incerteza dos enfermeiros na realização do exame físico de pacientes sob seus cuidados e seu registro  A tendência em reproduzir o modelo de avaliação clínica praticada pelo profissional médico – a qualjá está consolidada para o seu processo de trabalho Implica em uma Avaliação Clínica com menor foco nos conhecimentos da enfermagem
  • 11. 1. Desenvolver tecnologia – aplicativos para dispositivos móveis OBJETIVOS: 2. Sistematizar tanto a avaliação clínica, quanto o registro dos dados Auxiliar o enfermeiro na avaliação clínica diária, que contemple aspectos importantes para a elaboração do planejamento do cuidado de enfermagem;
  • 12. Pesquisa Metodológica, de Desenvolvimento Tecnológico em duas diferentes fases:  Fase de Desenvolvimento da Tecnologia : •Definição dos requisitos e mapa conceitual do aplicativo; •Geração alternativas de implementação e prototipagem; •Avaliação preliminar. MÉTODO  Fase Exploratória: • Revisão de literatura – aspectos essenciais para a avaliação clínica do enfermeiro; • Busca de informações participantes – considerados na sua junto aos aspectos prática da avaliação clínica diária dos pacientes sob seus cuidados.
  • 13. Desenvolvimento de Quatro Aplicativos para dispositivos móveis. Avaliação Clínica Fundamentada na Teoria das Necessidades Humanas Básicas (Wanda Aguiar Horta) Permite ao enfermeiro a operacionalização da 1ª etapa do PE – essencial para as próximas etapas – Resultados Gera uma Evolução Clínica padronizada em PDF, a partir dos dados registrados durante a avaliação do paciente, a qual pode ser impressa e inserida emprontuário.
  • 14. Aplicativos desenvolvidos que avaliação clínica de: permitem N0: BR512019002538-5 N0: BR512019002537-7 N0: BR512019002539-3Nº: BR512020000020-7 Resultados Nº: BR512020000025+8 Princípios da Filosofia Paliativista do MS
  • 15. Resultados Os aplicativos incluem funções de inteligência ar ti ficial: Alerta visual quando registrado um dado vital alterado Soma automática dos escores das escalas de avaliação Geração automática da avaliação clínica.
  • 16. Telas de cadastro e login do usuário. Após a solicitação do cadastro, o administrador do sistema realiza a autorização. Função criada para restringir o acesso ao app, garantindo a segurança das informações. Apresenta diversas interfaces
  • 17. Primeira interface dos aplicativos para dados de eidentificação histórico/anamnese Os dados são salvos para as avaliações seguintes, porém há possibilidade de alterá- los a qualquer momento.
  • 18. A próxima interface “AvaliaçãoClínica” está dividida em 15 grupos, conforme adaptação da categorização de Horta. Nível de Consciência Sinais Vitais Sono e Repouso Percepção Visual e Auditiva Mobilidade/ Locomoção Cuidado Corporal Hidratação Integridade Cutâneo/Mucosa Função Ventilatória Avaliação Vascular Nutrição Abdome Eliminações Necessidades Psicossociais Necessidades Psicoespirituais Funções de inteligência
  • 19. A avaliação frequente do nível de consciência e a aplicação de escalas são altamente recomendadas em diretrizes de prática clínica. O app apresenta a Escala de Coma de Glasgow – amplamente utilizada no exame neurológico para avaliar o nível de consciência. A escala avaliação de Rass auxilia na da sonolência/sedação e agitação dos pacientes. (NAMIGAR et al., 2017; RHEA, 2019).
  • 20. O não reconhecimento da deterioração do estado clínico dos pacientes a partir de sinais vitais e, o consequente atraso na implicam eventos intervenção de enfermagem o desenvolvimento de adversos graves. (LEONARD; KYRIACOS, 2015).
  • 21.
  • 22.
  • 23.
  • 24.
  • 25. Foram avaliados 21 itens e, para cada um dos itens identificou- se o índice de validade de conteúdo (IVC).  Três itens receberam 100% de concordância  Dez itens atingiram IVC de 0,8  Quatro itens atingiram IVC de 0,6. Os itens relacionados a funcionalidade avaliados em comparação aos relacionados a e usabilidade foram melhor confiabilidade e eficiência Com os apontamentos sugeridos pelos participantes durante a aplicação do software no período da avaliação preliminar, foi possível detectar fragilidades nos app e implantar medidas corretivas. Avaliação Preliminar
  • 26. Avaliação Preliminar A aplicação do software na prática clínica para a Avaliação Preliminar possibilitou detectar fragilidades e potencialidades.  Pontos positivos destacados: Alertas na tela para parâmetros vitais alterados O conteúdo – que contempla todos os aspectos importantes e possíveis de o enfermeiro avaliar, respeitando a dinâmica do seu processo de trabalho e, priorizando as necessidades reais do paciente
  • 27.  Dificuldades: comandos lentos e problemas de operacionalização devido à conexão coma internet, ocasionando perda de dados.  Sugestões: caixa de explicação; acrescentar ummenu comas opções de interface do software; e maior período de avaliação para interação como app. Avaliação Preliminar
  • 28. Parceria dentro dos limites financeiros disponíveis – empresa Junior DESAFIOS Necessidade de Ajustes finos junto a profissionais de outras áreas, que exigiram muitas horas de trabalho Resistência à mudança de alguns profissionais •Atraso na entrega do Produto/Tecnologia para dar realização da experiência continuidade na
  • 29. Reuniões presenciais intensificadas com equipe responsável pelo desenvolvimento dos aplicativos Apresentação do Projeto para a COMISAE e enfermeiros das Unidades envolvidas no Projeto Participação dos enfermeiros na definição do modelo de avaliação Apresentação da Tecnologia no Colegiado de Enfermagem do CHC Apresentação da Tecnologia para os enfermeiros que compõem a COMISAE Estratégias para superar os desafios
  • 30. CONCLUSÃO Osaplicativos desenvolvidos consistem eminovação na coleta de dados para a avaliação clínica do enfermeiro em pacientes hospitalizados Contempla a avaliação das condições fisiológicas, sociais e espirituais, permitindo que o PE seja realizado de modo ordenado e resolutivo para umadequado plano de cuidados com o registro dos dados de forma padronizada, cumprindo a Resolução 358/2009 do COFEN
  • 31. CONCLUSÃO Permite uma Avaliação Clínica utilizando-se do raciocínio clínico e pensamento crítico, instrumentos que fortalecem a ciência do cuidado, promove a valorização da Enfermagem e, melhora a qualidade da assistência e segurança dos pacientes assistidos pelo SUS Oferece um modelo de avaliação clínica específico do enfermeiro, possível de execução, considerando as demandas do seu processo de trabalho, melhorando a Gestão do Trabalho do Enfermeiro.
  • 32. CONCLUSÃO A utilização dessa tecnologia tem o potencial de: Otimizar o processo de trabalho do enfermeiro, em diversos cenários c l í ni c os Darsuporte para o uso efetivo do PE e, consequentemente, contribuindo para a consolidação da SAE Provocarmudança na Prática Clínica
  • 33.