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Espiral do sucesso

Meus interesses
Re
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tiç

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habilidades

Quem eu sou

Ac
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ão

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comportamento

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AUTOGESTÃO DE CARREIRA - Você no comando da sua vida

  • 2. Um pouco sobre nós Career And Relationship Management® Você no comando da sua vida  Criado em 2006 por Edson Carli para uso em programas de talentos e formação de sucessores;  Implantado em seis paises com milhares de usuários;  Tem como foco o protagonismo e responsabilização de cada um pelo sucesso de sua carreira;  No Brasil, está presente nas principais capitais com seus diferentes programas;  Um novo olhar sobre o processo de formação e educação profissional.
  • 3. C.A.R.M.A.® Um programa para cada momento.  Programa de orientação profissional para jovens em fase pré-vestibular.  Programa de orientação de carreira no formato de group coaching.  Programa de formação de lideranças.  Programa de preparação para aposentadoria.
  • 4. A vida em números 40 horas por semana A vida profissional vai dos 20 aos 65 anos em média Das 292.000 horas disponíveis, você trabalha 86.400 ou aproximadamente 30% Fonte: Rus Slater Page  4
  • 5. Sua carreira irá influenciar Onde morar Quantos filhos terá Com quem casará Qualidade e quantidade do patrimônio Quanto tempo ficará casado Seus estudos
  • 6. Trabalhamos por diferentes motivos Cada fase da vida traz um desafio • Construir um legado; • Orgulho; • Sentir-se útil; • Pertinência; • Proteção de ativos; • Geração de renda.
  • 7. Nossas crenças influenciam como vemos nosso trabalho Nossa relação com trabalho é estranha • Ele afasta os nossos pais; • Ele rouba finais de semana; • Ele é usado como pena; • Ele muda nossa adolescência; • Ele é o preço a pagar; • Ele não traz prazer. Quantas pessoas você conhece que se declaram apaixonadas pelo trabalho?
  • 8. A forma como nos relacionamos com o trabalho Varia do nosso sistema de crenças.
  • 9. Nível 1 do sistema de crenças - DOGMA Eu estou certo e você está errado!
  • 10. Nível 2 do sistema de crenças – SENSO COMUM Eu já vi isto antes, sei como vai acabar!
  • 11. Nível 3 do sistema de crenças – INDICADORES E MEDIDAS Só acredito se for medido e comparado!
  • 12. Nível 4 do sistema de crenças - CONSTRUÇÃO Ser, fazer e obter!
  • 13. Entendemos o mundo de acordo com o que acreditamos Sistemas de crenças. DOGMA  Eu estou certo e você está errado.  Não vou perder tempo tentando te entender.  Binário SENSO COMUM  Já vi este filme várias vezes.  Pelo jeito da coisa sei como vai acabar.  Onde isto já aconteceu antes? Vivência INDICADORES  Quais as evidências deste fato?  Quem atesta esta verdade?  Qual o racional por traz disso? Conhecimento CRENÇA CONSTRUÍDA  Se imagino então posso.  Viver na mente é como viver de fato.  Eu sou meu único limite. Auto-conhecimento Fé
  • 14. O sistema de crenças foi construído ao longo da nossa experiência social família  Todos devem ser tratados de maneira igual;  O esforço deve ser reconhecido;  Os mais fracos recebem mais atenção;  Eu critico, você não. escola trabalho  Tire nota e fique tranquilo;  Hierarquia e funil;  Se não tirar nota, avaliamos seu comportamento;  O longo prazo e feito de curtos prazos;  Se não aprendeu, tentamos de novo, e de novo e de novo.  Quem erra menos é promovido;  Alinhamento;  A teoria nem sempre é prática.
  • 15. Espiral do sucesso Meus interesses Re pe tiç ão ex fl Re ão Minhas habilidades Quem eu sou Ac ei ta ç ão s fa ati S Meu comportamento o çã
  • 16. Espiral Invertida Perda de foco Meus interesses Re pe tiç ão Minhas habilidades Quem eu sou Ac ei ta ç ão s fa ati S Meu comportamento Depressão o çã Obsolescência Vitimização ão ex fl Re
  • 17. en to co nh ec im Intervenções da de s Meus interesses Minhas habilidades Quem eu sou há bit os ati vi Meu comportamento e ud t ni e pl
  • 18. O mundo profissional nos vê como nos portamos O EU profissional é a embalagem do EU verdadeiro.
  • 19. Construindo a nova crença...  Nosso EU profissional difere do nosso EU verdadeiro;  A figura profissional é um produto que criamos e apresentamos ao mercado;  O mercado é composto dos clientes que concordam em pagar pelo nosso produto;  Nossa empresa é nosso cliente;  Logo sou um fornecedor de competências;  Como fornecedor devo ter uma estratégia para conquistar mercado e obter mais valor pelo meu produto;  Logo, eu gerencio minha carreira.
  • 20. Nosso produto merece embalagens distintas
  • 21. Para entender melhor, o efeito Coca Cola.
  • 22. Quanto vale o seu produto? Preço e valor são coisas distintas. Preço Valor  Sacrifício que o cliente está disposto a fazer;  Aquilo que o cliente obtém com seu produto;  Compensação pelo esforço ou dedicação desprendida;  Vinculado ao desejo ou necessidade;  Saída de recursos;  Pode chegar ao inestimável;  Tendência a ser reduzido com o tempo.  Necessita de constante atualização.  Mantêm-se firme ao longo do tempo;
  • 23. Quando o valor é constante A relação custo benefício é corroída.
  • 24. C.A.R.M.A Passo a passo para a criação do plano.
  • 25. Primeiro passo - Definir diretrizes
  • 26. Segundo passo - Definir objetivos realistas 5 anos 1 ano Page  26 3 anos
  • 27. Terceiro passo - Identificar apoiadores e bloqueadores Page  27
  • 28. Quarto passo - Entender o conceito de valor dos clientes
  • 29. Quinto passo - Definir o plano e suas variáveis Page  29
  • 30. Sexto passo - Detalhamento e gestão Page  30
  • 32. Baseado em um best seller Autogestão de Carreira  Cinco países;  Seis mil exemplares vendidos;  Na lista dos mais vendidos da Publish News;  Recomendado por professores e coaches.
  • 33. Duas formas de aplicação Individual Clínica  Sessões semanais;  Intensivo de doze horas;  Exercícios monitorados;  Quatro noites;  Tarefas complementares;  Exercícios monitorados;  Foco na elaboração do plano.  Suporte para tarefas complementares.

Notas do Editor

  1. Slide de boas vindas, procure manter esta imagem na tela enquanto as pessoas chegam para a apresentação ou durante a fase inicial de apresentações e troca de cartões. Tópicos: Este é o nosso carro chefe entre os programas de orientação profissional que constituem o método C.A.R.M.A. O foco deste programa é o desenvolvimento da percepção dos indivíduos como fornecedores de competências para um mercado que pode ser formado de uma empresa ou de muitas. A base do programa C.A.R.M.A. Pro é o protagonismo. Colocar o participante no comando da sua estratégia de carreira, sem falsas expectativas nem tampouco espaço para a vitimização. A carreira profissional pode ser o ativo mais valioso de uma pessoa e portanto, deve ser gerenciada e mantida de maneira estratégica.
  2. Este slide serve para introduzir o conceito do método C.A.R.M.A., demonstrando aos espectadores que se trata de um método estruturado, com abrangência internacional e respaldado por vários clientes. O objetivo é marcar o território prevenindo dúvidas sobre a idoneidade do programa.
  3. Uma rápida visualização dos módulos existentes para consolidar a estrutura do programa. Lembre-se que o foco deve ser o programa a ser apresentado. Os outros são mera referência. Discurso: Perceba que temos uma programa específico para cada momento da carreira. Iniciando na fase de escolha da profissão e levando o conceito até a a transição pós-aposentadoria.
  4. Rus Slater é um estudioso do tema carreira e defende, assim como nós, que cada pessoa pode e deve ser responsável pelo desenvolvimento de sua carreira profissional. Estes números demonstram que quando entramos na fase de vida economicamente ativa (à partir de 22 a 25 anos) as atividades profissionais demandarão cerca de 30% de todo o nosso tempo, considerando o tempo que passamos dormindo. Logo, permitir que a carreira siga seu caminho de maneira autônoma ou que as decisões que as afetam sejam tomadas unicamente por outras pessoas é no mínimo uma atitude de risco. Dica: Neste slide o ponto fundamental é conseguir a atenção das pessoas para a importância da carreira no contexto total da vida.
  5. Este é um slide com animações, portanto, pratique a sequencia de apresentações. Dica: Evite simplesmente ler o que está na tela, procure buscar na audiência, referências para o que está escrito. Nos anos 80 havia uma pesquisa que dizia que sua companheira ou companheiro estava a menos de 8km de você pois normalmente casamos com alguém de nosso convívio (isto foi antes do facebook).
  6. Independentemente do quanto amamos aquilo que fazemos, nossa atividades profissionais tem como objetivo principal atender ao grupo de expectativas que nos impulsionam em determinado momento da vida. Pode ser que ao buscarmos trabalho, estejamos necessitando da renda deste trabalho para coisas essenciais como comprar comida e pagar pela moradia. Se, nossa necessidade for básica a este ponto, dificilmente a cabeça estará voltada para temas como realização, gosto ou não gosto do trabalho. O objetivo será adquirir renda. Muitas pessoas ingressaram no mundo profissional para atender necessidades básicas ou de segurança (pagar uma casa em um local melhor). Alguns jovens, também conhecidos como as gerações letra (cada dia uma letra nova) por terem as necessidades fundamentais atendidas pelos pais, adentram o mercado de trabalho com expectativas mais elevadas e portanto, com condições de escolha mais abrangentes. Como ser parte de algo, sentir-se realizado e assim por diante. Dica: Neste slide é importante demonstrar que a motivação de carreira pode ser distinta e que nem sempre é possível iniciar uma carreira buscando unicamente a realização pessoal.
  7. Posto que muitas vezes o trabalho é uma forma de suprir necessidades, nem sempre ele é visto como algo agradável. O ócio é agradável, o hobby é agradável, mesmo que as vezes, o hobby dê um trabalho danado (pense por exemplo num atleta de voo livre. Quanto trabalho ele tem para chegar ao topo da montanha com todo seu equipamento, montar, voar, pousar, desmontar e etc..). O fato que é no imaginário popular, trabalho e diversão são coisas distintas. Na busca pelo equilíbrio, as pessoas tendem a trabalhar menos. Nossa proposta é que as pessoas procurem trabalhar diferente, focando naquilo que amam fazer. Dica: Conte histórias do passado, como os pais forçavam os filhos rebeldes a trabalhar. Lição de casa é trabalho, pessoa rebelde dá trabalho, quem não estuda tem que trabalhar e finalmente, prisioneiros são condenados a trabalhos forçados. Deixe a pergunta em vermelho em aberto e busque na audiência alguém que queira falar sobre isto.
  8. Nossa relação com trabalho está escrita em nosso sistema de crenças. Um sistema de crenças funciona como um programa de computador que organiza nosso subconsciente e determina como lidamos com a realidade. Ele atua diretamente na nossa capacidade de decidir o que é certo e errado e portanto, atua diretamente em nossos comportamentos. Dica: Busque como referência as frases mais comuns ditas pelas mães e que hoje são um tormento para os filhos: Nunca fale com estranhos : O que mais precisamos fazer no trabalho e falar com estranhos. Não se misture com esta gente: O mundo nos cobra por aceitação e diversidade. Sempre seja você mesmo: Somos muitos e lidamos com personagens o tempo todo. Diga a verdade, doa a quem doer: Experimente por uma semana e depois conversamos...
  9. O sistema de crenças é formado por quatro camadas distintas, sendo que quanto mais conhecemos do mundo, mais tendemos a acreditar baseados em camadas superiores. Quanto mais ignorantes (no verdadeiro sentido da palavra ignorar –> Desconhecer) mais tendemos a tomar decisões baseados em níveis inferiores. O nível mais elementar do sistema é o dogma. Base de todas as religiões, times de futebol, tendências de moda e também a base de toda a intolerância do mundo. São verdades absolutas que não permitem espaço para qualquer questionamento. Exemplos de dogma: Sem faculdade você não vai ser nada na vida. Por traz de toda fortuna existe um crime. Nesta empresa só os bajuladores tem vez. A empresa é quem deve investir no desenvolvimento dos funcionários. Dica. Peça que a audiência pense em alguma verdade absoluta e como isto soa estranho quando dito em voz alta.
  10. O segundo nível do sistema de crenças é construído ao longo de nossas vidas e é alimentado por experiências boas e ruins, vividas ou presenciadas por nós. No slide pode ser que a pessoa de costas seja um simples cidadão que solicitou a presença da força tática para auxiliá-lo com penetras em sua festa, ou ainda ele pode ter encontrado um artefato no jardim e chamou a força tática com medo de uma bomba. Mas... Nosso senso comum ao ver esta cena nos indica que existe um confronto prestes a acontecer, pois, policiais e carecas tatuados normalmente não se misturam muito bem. O senso comum nos faz acreditar que a vida segue em círculos e que portanto, o que aconteceu no passado tende a acontecer novamente no futuro. Dica. Lembre as pessoas que o senso comum é tão forte, que para contratar alguém, sempre pedimos o currículo e as referências. Se aconteceu antes, pode acontecer agora.
  11. O terceiro nível de nossos sistema de crenças é baseado em indicadores e evidências. Mesmo desconhecendo o tema e não tendo nenhuma experiência anterior vivida, ao recebermos indicadores e evidências nosso cérebro passa a acreditar como isto fosse a mais pura verdade. Ao visualizarmos dois anúncios comuns de venda de automóveis. Se eles trouxerem uma indicação dizendo : Nota dada pelos proprietários. No primeiro a nota é 2, no segundo a nota é 8. Mesmo sem conhecer os carros, as regras de avaliação e nem tampouco os avaliadores, tendemos a acreditar que o veículo que recebeu nota 8 é melhor. Dica: Sempre buscando a empatia com o público, cite o caso dos exames de sangue laboratoriais. Poucos dos presentes são médicos. Todos já fizeram um exame de sangue uma vez na vida. Todos abriram o exame e checaram as informações: Substancia xpto, 0,6 mg/ L esperado entre 0,2 e 1,0. Com esta informação todos acreditam que não há problema, está tudo normal. Embora a maioria não saiba o que é nem para o que serve a substância xpto.
  12. O quarto nível do sistema de crenças não é recebido de fora. Somos nós que o construímos. Nosso cérebro é uma estrutura fantástica e poderosa mas, não distingue uma lembrança real de uma construída. Logo, podemos sim, escolher no que vamos acreditar. A partir daí nossa vida pode tomar novos rumos. Se eu escolher acreditar que: Sou dono do meu destino e posso muda-lo; Minha carreira é uma sucessão de atividades que eu posso programar, desempenhar e encerrar; Não dou vítima dos fatos, os fatos são reflexos de minhas ações; Tudo e absolutamente tudo serve para meu aprendizado; A vida não trata de se descobrir mas sim de se construir. Dica. Este slide é fundamental no processo de convencimento. Algumas pessoas podem se mostrar incrédulas e para tanto, tenha algumas histórias de mudança de vida. Incluindo a sua própria.
  13. Este é um slide de revisão e serve unicamente para cristalizar o conceito do sistema de crenças. Demonstre que o sistema é construído de cima para baixo: Acredito por que tenho fé, depois porque vivi, depois por que entendi e finalmente porque me vejo no sistema. O processo de convencimento de uma pessoa segue no caminho contrário. Primeiro tentamos construir uma crença através da auto percepção. Se não funcionar, apresentamos evidências. Se ainda não funcionar, apresentamos casos e depoimentos. Se ainda assim não funcionar, só resta ser dogmático: “é assim e ponto final”
  14. O sistema de crenças que possuímos está diretamente relacionado com os sistemas sociais em que vivemos. Estes sistemas por mais complexos que sejam tem suas origens em três sistemas elementares: Família, Escola e Trabalho. Dica: Descreva o sistema familiar explanando sobre as características de uma família. Como existem milhares de modelos de família, utilize como exemplo as famílias modelo de comerciais de margarina. Explore cada um dos itens do slide. Progrida para o modelo escola, demonstrando a mudança de ambiente onde tudo é perdoado para um ambiente onde as métricas são claras e simples. Finalmente, compare estes dois mundos com o mundo do trabalho finalizando com a reflexão de “porque os sistemas anteriores não suportam as relações profissionais”. Pessoas que consideram as empresas como famílias ou escolas, tendem a ter suas expectativas frustradas.
  15. Este é um slide animado, treine algumas vezes a sequência até ter confiança. A lógica é demonstrar como os quatro temos formam a espitral ascendente do sucesso: Quem eu sou, ou seja a minha visão de mundo através de reflexão intencional ou não, definr os meus interesses. Meus interesses, ou seja minja zona de atenção dita as coisas que terei mais vontade de fazer e isto por repetição acaba se tornando uma habilidade. Por exemplo, um esporte, a leitura, a escrita, o desenho e etc. Minhas habilidade quando interiorizadas fazem com que eu execute tarefas cada vez melhor, o que traz satisfação e assim tendo a repetir mais e mais incorporando ao meu comportamento. Este comportamento colocado atrai pessoas que gostam dele e na busca natural de ser aceito pelo bando, incorporo o comportamento a minha essência, influenciando que eu sou e retroalimentando a espiral que cresce rumo ao infinito.
  16. Este é um slide animado. Recomenda-se que seja ensaiado até atingir a fluência necessária à explicação. O objetivo é demonstrar como a falta de alguns componente, faz com que a espiral gire ao contrário e puxe a pessoa para baixo. Partindo do desenho anterior: Se, eu não refletir sobre que sou, não serei capaz de determinar com clareza os meus interesses, gerando uma perda de foco. Sem foco, não consigo identificar a zona de plenitude e não me fixo em nada o que compromete a geração de habilidades. Sem habilidades torno-me obsoleto em pouco tempo. A obsolecência inibe a formação de zonas de satisfação o que acaba por gerar um comportamento depressivo. Ao me tornar depressivo, afasto as pessoas do meu convívio e passo ao isolamento e a vitimização. Quando aceito que sou vítima, não olho mais para o meu interior e assim a espiral se alimenta, consumindo todo o potencial de resultado.
  17. Este é um slide animado. Recomenda-se que seja ensaiado até atingir a fluência necessária à explicação. O objetivo é demonstrar as intervenços necessárias para a reversão do sentido de movimento da espiral. Ao iniciar o processo de autoconhecimento com eliminação de crenças destrutivas e valorização dos pontos fortes, voltamos a construir um volume de interesses. A disciplina na adotação de novas atividaes, baseadas nestes interesses, promove a criação de novas habilidades que eliminam a sensação de inutilidade e trazem de volta o sentimento de plenitude. A repetição de bons resultados, reforça a aoutestima mudando o comportamento destrutivo. O novo comportamento ao se repetir de maneira estruturada a e disciplinada tende a criar novos hábitos mais saudáveis e isto influencia diretamente a essência da pessoa que retoma a direção de subida.
  18. Fazendo o gancho com o slide anterior. É fundamental manter a espiral na direção crescente, pois ela impacta em nossos comportamentos e os comportamentos são a forma como o mundo nos percebe. Na prática, executamos vários personagens em nossas relações. Com nossos pais, somos filhos; Com nossos filhos, somos pais; Com nossos superiores, somos subordinados e com estes somos superiores. Ou seja, temos um protocolo de comportamento para cada relação. Assim, podemos dizer que temos um conjunto de comportamentos em ambiente profissional que difere do conjunto que usamos no ambiente pessoal. Em resumo, temos o EU verdadeiro e o EU profissional. Dica. Este é um dos pilares do método C.A.R.M.A. Se a ideia de termos um produto não for aceita, o trabalho todo se compromete. Certifique-se que a audiência concorda com o tema usando a frase: Isto faz sentido para vocês?
  19. Resgate a idéia anterior sobre a cença construída e repasse cada frase buscando a concordânca da audiência. “Bem, agora que entendemos a importância de diferenciar o EU verdadeiro do EU profissional, iniciamos o processo de construção da nova crença que nos colocará no comando da espiral de sucesso”.
  20. Slide auto explicativo que faz a associação entre a criação de um produto profissional que nada mais é que nosso conhecimento e nossas habilidades embaladas por nossas atitudes. Toda vez que criamos um protocolo de comunicação (atitudes) temos em mente um grupo de pessoas que pretendemos atingir com este protocolo (família, amigos, trabalho) este grupos de pessoas são as partes envolvidas em nossas carreiras ou, usando uma expressão técnica, são nossos stakeholders.
  21. Fundamental compreendermos que o fato de criar diferentes embalagens, não nos credencia a ser diferentes pessoas. Quem somos é a nossa essência e deve ser único. Chamamos isto de efeito Coca Cola. Embora apresente diferentes embalagens para diferentes finalidades, o líquido que existe na embalagem é sempre o mesmo. Quando muda o líquido, todos percebem que se trata de uma farsa e portanto não consomem. Seja você mesmo e busque sempre ajustar sua embalagem ao seu público.
  22. Se nosso Eu profissional é um produto que oferecemos aos diferentes mercados, quanto nossos clientes estão dispostos a pagar por ele. Todas as decisões que tomamos desde as mais simples as mais complexas passam em nosso cérebro pelo nosso sistema de crenças e são validadas de acordo com critérios conscientes e inconscientes de custo e benefício. Da mesma forma, nossos clientes podem nos apoiar ou não, de acordo com o preço que estão dispostos a pagar ante aos nossos comportamentos. Para cada unidade de valor que geramos em nossas relações, unidades de preço são computadas e quando a relação é negativa, o relacionamento tende a fracassar. Se a relação é positiva, ele se perpetua. Dica. Apresente cuidadosamente os conceitos de preço e valor. Use metáforas do tipo: Quanto vale um copo de água. Por que o refrigerante gelado e no copo custa mais que o mesmo refrigerante quente e na prateleira do supermercado?
  23. Este slide solidifica o conceito de custo e valor quando apresentado com uma história. Imagine que um funcionário foi contratado em 2006 por um custo total (Salário, benefícios, tempo para treinamento, atenção dos superiores ) de 25 unidades e as competências deste funcionário equivalem a 45 unidades. A relação valor 45 para custo 25 é positiva para o cliente e portanto a contratação foi efetivada. Com o passar dos anos, este mesmo funcionário nunca deixou que sua performance caísse. Ele sempre fez tudo o que lhe foi pedido, atingiu as metas acordadas e manteve seu valor fiel em 45 unidades (desprezemos aqui efeitos inflacionários). Contudo, a cada ano o seu custo total (salário + Benefícios + tempo de treinamento e atenção dos superiores foi aumentando) seja em critérios econômicos seja em critérios administrativos pois seu comportamento variou em decorrência de mais confiança no que fazia. Entre 2011 e 2012 o funcionário foi desligado da empresa. Em sua entrevista de desligamento ele sentenciou: passei sete anos de minha vida nesta empresa, nunca deixei de fazer meu trabalho, ninguém reconhece meu valor e agora eu não sirvo. Pergunte a audiência se conhecem alguma história assim. Explique que para cada unidade de custo nova, este funcionário deveria oferecer uma unidade de valor equivalente, mantendo a relação de custo e benefício.
  24. Entender o processo de criação de valor e assumir o comando da carreira é a proposta do Método C.A.R.M.A. No programa C.A.R.M.A. Pro, aprenderemos como construir uma visão sistêmica de carreira. Desenvolver um produto profissional e acima de tudo, gerenciar a expectativa de valor da nossa rede. A tradução de Career And Relationship Management é gestão de carreira e relacionamentos. Portanto, gerenciar a rede de relacionamento é o ponto forte deste método.
  25. O C.A.R.M.A. Pro é composto de seis passos sendo o primeiro inteiramente voltado para a autoanalise e a descoberta das nossas diretrizes. A diretriz pessoal identifica como queremos levar a nossa vida como um todo e à partir desta conclusão, identificamos o conjunto de atividades que queremos executar como profissões e carreiras. A isto chamamos diretriz profissional.
  26. Definidas as diretrizes pessoal e profissional, teremos uma grande e larga estrada pela frente, composta das várias alternativas de carreiras que podem atender à nossa diretriz. É hora do segundo passo, onde os objetivos profissionais de curto, médio e longo prazo serão traçados. O programa conta com ferramentas de avaliação que trazem realidade a estes planos, apresentando de forma percentual a probabilidade de sucesso em cada um dos objetivos.
  27. Com os objetivos traçados e priorizados, é chegada a hora do terceiro passo onde a rede de relacionamentos será identificada. Para cada objetivo profissional, sempre haverão pessoas que podem ajudar ou bloquear nossa movimentação, independentemente do conceito de valor que estas possuem sobre nós. Um chefe que gosta muito de nosso trabalho pode bloquear uma promoção com medo de perder o funcionário. A família pode influenciar negativamente uma promoção que envolva muitas viagens. Um colega que não admira nosso trabalho pode facilitar nosso deslocamento, simplesmente para não nos ter por perto.
  28. Cada pessoa da nossa rede tem seu próprio conceito de valor e portanto, suas expectativas para conosco. Entender estas expectativas e os fatores que podem atendê-las ou não, nos permite criar estratégias, eliminar deficiências, apresentar resultados e transformar o maior número possível de nãos em sins. Entendendo estas variáveis, assumimos o controle da evolução da nossa carreira, efetuando ajustes necessários de conhecimento, habilidade e principalmente, de atitudes.
  29. Conhecendo as diretrizes, especificando objetivos e entendendo a rede de relacionamentos, seremos capazes de elaborar planos de ação para atingir no tempo esperado a posição de carreira desejada. Neste ponto, o programa C.A.R.M.A. se torna mais efetivo e eficiente pois materializa uma lista de atividades a serem feitas que dão a clara noção do desafio de carreira. Não havendo mais espaço para a vitimização. O sucesso ou não dependerá unicamente das ações do praticante. Logicamente, existem variáveis imponderáveis, como a existência ou não de uma vaga, os ventos da economia, a troca de um gestor e etc. Para tanto, o programa permite que se crie rotas alternativas ou planos “B”. Que devem constar o plano de carreira.
  30. Ultimo passo do programa, definir tarefas com bases de tempo menores, idealmente semanais. Isto facilita a disciplina e materializa os resultados. Neste ponto o praticante aprende como planejar o uso de recursos e como criar evidências e indicadores de progresso para gerenciar sua carreira. Deste ponto em diante, o fator diferenciador entre sucesso e fracasso é unicamente a disciplina para seguir o plano.
  31. Este é um slide demonstrativo do programa e seus formulários. Mantenha-o na tela enquanto apresenta o material didático a ser usado pelos praticantes. Dica. Destaque a eficiência de um processo estruturado com documentos organizados e comente da sua experiência pessoal. Faz bem lembrar aqui que são cinco países usuários (Brasil, Chile, Argentina, Colômbia e Venezuela) com milhares de usuários.
  32. Utilize o gancho do slide anterior para este. O propósito deste slide é dar credibilidade ao método. Não recomendo que use como propaganda do livro. Não é apropriado para o momento. Cite que os praticipantes receberão uma cópia do livro em seus kits de aluno.
  33. Este slide poderá ou não ser apresentado em função de sua estratégia de vendas. Ele apresenta as duas formas de utilização do método. Do ponto de vista econômico, recomenda-se fortemente o uso em modelo clínica devido à sua alta margem de retorno em comparação ao atendimento individual. Em vendas para empresas, procure fazer um combo, com atendimento em clínica para os profissionais em geral e um número limitado de atendimentos individuais para as lideranças.
  34. Deixar este slide na tela com os dados de contato enquanto recebe o feedback e executa as avaliações finais.