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Responsável: Prof. Dr. Luis Carlos Cunha Junior
Goiânia-UFG-EA
HORTICULTURA GERAL
Setor Horticultura
cunhajunior.l.c@ufg.br
HORTICULTURA GERAL
FISIOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO VEGETAL
HORTICULTURA GERAL
FISIOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO VEGETAL
O que é desenvolvimento?
❑ Desenvolvimento é a sequência de eventos ontogenéticos, envolvendo
diferenciação e crescimento, resultando em mudanças na função e na
morfologia. (A ontogenia estuda o desenvolvimento do ser, vegetal ou animal, a partir da
célula ovo ou zigoto até a sua formação definitiva).
❑ O desenvolvimento compreende numerosos processos tais como
divisão celular, expansão celular, síntese de proteínas, elaboração
dos materiais da parede celular, alterações qualitativas e
quantitativas em organelas celulares e muitos outros.
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FISIOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO VEGETAL
Ovo ou zigoto Desenvolvimento Indivíduo adulto
Diferenciação Crescimento Morfogênese
Mudanças qualitativas
Estruturais Funcionais
Mudanças quantitativas
+ =
Emergência e
formação de
órgãos e seu
arranjo no espaço
Células
diferentes
com funções
diferentes
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FISIOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO VEGETAL
De um modo geral o desenvolvimento e
produção das plantas de interesse agrícola
seguem o fluxograma a seguir.
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FISIOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO VEGETAL
Semente
Ciclo
Germinação Planta Adulta
Flor
Fruto
Fruto
Dormência
Umidade
Clima: Temperatura
Luz e O2
Juvenilidade
Tratos Culturais
Clima: Temperatura
Luz/O2/Umidade
Fotoperíodo
Temperatura
Hormônios
Relação C/N
Fixação do Fruto
Umidade
Polinização
Temperatura, Umidade, Desenvolvimento do fruto
etc.
Temperatura
Fisiologia de
Pós-Colheita
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FISIOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO VEGETAL
1. Semente & Germinação
A semente (órgão de propagação), pode ser caracterizada
como uma planta de dimensões e formas embrionárias,
envolvida por um tecido especializado em armazenar
substancias nutritivas.
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FISIOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO VEGETAL
1. Semente & Germinação
A semente (órgão de propagação), pode ser caracterizada como uma planta de dimensões e formas
embrionárias, envolvida por um tecido especializado em armazenar substancias nutritivas.
Pode-se dizer também que nada mais é que o óvulo
fecundado e desenvolvido.
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1. Semente & Germinação
A semente (órgão de propagação), pode ser caracterizada como uma planta de dimensões e formas
embrionárias, envolvida por um tecido especializado em armazenar substancias nutritivas.
Pode-se dizer também que nada mais é que o óvulo fecundado e desenvolvido.
É composta de três partes:
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FISIOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO VEGETAL
1. Semente & Germinação
A semente (órgão de propagação), pode ser caracterizada como uma planta de dimensões e formas
embrionárias, envolvida por um tecido especializado em armazenar substancias nutritivas.
Pode-se dizer também que nada mais é que o óvulo fecundado e desenvolvido.
É composta de três partes:
casca ---- proteção e regulação
tecido de reserva ------ substancias nutritivas no processo de germinação.
eixo embrionário ---- atua no crescimento, pois é o único que apresenta
tecido meristemático.
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1. Semente & Germinação
1. Fases da Germinação
• Embebição: demora de 1 a 2 horas com degradação inicial de reservas
pela quebra de substancias complexas em mais simples.
• Digestão e Translocação: 8 a 10 vezes mais lenta, e envolve o
transporte ativo de substancias. Tem início a fase respiratória.
• Crescimento do Embrião: degradação, transporte e reorganização.
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1. Semente & Germinação
• Dormência
É o fenômeno pelo qual uma semente não germina mesmo quando lhe são
dadas condições ideais para germinação. Ocorre mais em espécies
silvestres.
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1. Semente & Germinação
• Dormência
Dormência vs Quiescência
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1. Semente & Germinação
• Dormência
É o fenômeno pelo qual uma semente não germina mesmo quando lhe são
dadas condições ideais para germinação. Ocorre mais em espécies
silvestres.
Quiescência é uma semente que não está germinando devido às condições
ambientais desfavoráveis.
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1. Semente & Germinação
• Dormência
Dormência vs Quiescência
A dormência é uma condição na qual uma semente madura e fisiologicamente madura não consegue germinar
sob condições favoráveis de germinação. A dormência pode ser causada por vários fatores, como inibidores
químicos, falta de água ou oxigênio, ou camadas externas duras ou impermeáveis.
Por outro lado, a quiescência é uma condição em que a semente está viva, mas em repouso temporário. As
sementes quiescentes estão em um estado de dormência leve e podem germinar assim que as condições
certas estiverem presentes. A quiescência é frequentemente induzida por fatores externos, como baixa
temperatura ou baixa umidade. As sementes quiescentes têm inibidores químicos presentes em seus tecidos,
que evitam a germinação antes do momento certo.
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1. Semente & Germinação
• Dormência
Dormência vs Quiescência
A quiescência é um estado de inatividade temporária em que a semente está em repouso até que ocorram as
condições ambientais adequadas para sua germinação.
Por outro lado, a dormência é um estado de inatividade em que a semente não germina mesmo que as
condições ambientais sejam favoráveis. A dormência pode ser quebrada por processos específicos de
tratamento, como a escarificação (quebra da dureza da casca) ou a estratificação (exposição à temperatura
baixa). Já a quiescência pode ser interrompida simplesmente pela exposição da semente às condições
adequadas para a germinação, como umidade, temperatura e luz.
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1. Semente & Germinação
• Dormência
É o fenômeno pelo qual uma semente não germina mesmo quando lhe são dadas
condições ideais para germinação. Ocorre mais em espécies silvestres.
Quiescência é uma semente que não está germinando devido às condições ambientais
desfavoráveis.
Acredita-se que a dormência é um mecanismo de defesa da semente.
A maioria das plantas produzem sementes entre verão e outono, lançando-
as ao solo praticamente no inverno.
Se germinassem logo em seguida dificilmente teriam condições de
sobreviverem.
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Semente
Ciclo
Germinação Planta Adulta
Flor
Fruto
Fruto
Dormência
Umidade
Clima: Temperatura
Luz e O2
Juvenilidade
Tratos Culturais
Clima: Temperatura
Luz/O2/Umidade
Fotoperíodo
Temperatura
Hormônios
Relação C/N
Fixação do Fruto
Umidade
Polinização
Temperatura, Umidade, Desenvolvimento do fruto
etc.
Temperatura
Fisiologia de
Pós-Colheita
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2. Juvenilidade
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2. Juvenilidade
A fase juvenil é uma das fases do desenvolvimento vegetal e se
caracteriza pelo período de crescimento inicial da planta, em que ela
ainda não atingiu a maturidade reprodutiva. Durante essa fase, a
planta passa por uma série de mudanças fisiológicas e morfológicas
que a preparam para a fase adulta.
Uma das principais características da fase juvenil é a baixa capacidade
reprodutiva da planta. Isso ocorre porque a planta ainda não
desenvolveu completamente os órgãos reprodutivos, como flores e
frutos, que são essenciais para a produção de sementes e a
propagação da espécie. Durante a fase juvenil, a planta concentra a
maior parte de sua energia no crescimento vegetativo, aumentando
sua massa e tamanho.
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2. Juvenilidade
Além disso, a fase juvenil é um período em que a planta é mais
suscetível a estresses ambientais e ataques de patógenos. Isso ocorre
porque a planta ainda não desenvolveu completamente seu sistema
de defesa e resposta a estímulos externos. Por isso, é importante
fornecer cuidados adequados, como irrigação e adubação
balanceada, para garantir o crescimento saudável da planta durante
essa fase.
A duração da fase juvenil varia de acordo com a espécie vegetal,
podendo durar alguns meses em plantas anuais ou até mesmo vários
anos em árvores perenes. Ao atingir a fase adulta, a planta estará
apta a produzir flores e frutos e iniciar um novo ciclo de crescimento
e reprodução.
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2. Juvenilidade
Considera-se que uma planta está nesta fase de crescimento
vegetativo, quando não floresce, independente das condições
ambiente que lhe são impostas.
Caracteriza-se por ter nesta fase um acelerado crescimento
vegetativo.
A duração varia com a espécie, sendo em geral de 1 a 2 meses
em plantas anuais e alguns anos em plantas perenes.
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2. Juvenilidade
Características fisiológicas
Na fase Juvenil de um modo geral as plantas apresentam:
a) maior capacidade de formar raízes adventícias;
b) geotropismo (Hera :jovem- rastejante, adulta - crescimento vertical)
Causas da Juvenilidade
Há substancias nas sementes ou no sistema radicular
juvenil, que mantém a planta em estado juvenil.
A medida que a planta cresce, ou que aumenta a
distancia do ápice ao sistema radicular, perde sua eficácia.
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2. Juvenilidade
- Laranjeira: presença de espinhos e porte esguio → período de 6 a
10 anos
- Bambu: ausência de pendão floral → período de 30 a 40 anos
- Maracujazeiro: folhas inteiras → período de alguns meses
- Tomateiro: 7 folhas para florescer
- Outras: goiabeira (1-2 anos)
mangueira (3-5 anos)
abacateiro (3-5 anos)
cajueiro (1-2 anos)
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2. Juvenilidade
Qual maneira de driblar ou reduzir o
tempo de juvenilidade ?
Existem diversas maneiras de reduzir o tempo de juvenilidade em plantas, entre elas:
Propagação vegetativa: essa técnica consiste em produzir novas plantas a partir de
partes vegetativas de uma planta adulta, como estacas, ramos, folhas ou raízes. Como
essas partes já são geneticamente maduras, a nova planta já começa em um estágio
mais avançado de desenvolvimento, reduzindo o tempo de juvenilidade.
Enxertia: essa técnica consiste em unir duas plantas de espécies diferentes ou não, de
forma que a parte superior (copa) da planta enxertada seja responsável pela produção
de flores e frutos, enquanto a parte inferior (porta-enxerto) é responsável pelo sistema
radicular e pelo fornecimento de nutrientes. Ao utilizar um porta-enxerto ou parte
superior (copa) que já passou da fase juvenil, é possível reduzir o tempo de juvenilidade
da planta enxertada.
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2. Juvenilidade
Qual maneira de driblar ou reduzir o
tempo de juvenilidade ?
Uso de reguladores de crescimento: alguns reguladores de crescimento, como o ácido
giberélico, podem estimular o crescimento vegetativo e reprodutivo das plantas,
reduzindo o tempo de juvenilidade.
É importante destacar que cada espécie vegetal possui suas particularidades e que o
uso dessas técnicas deve ser avaliado caso a caso, levando em consideração as
características da planta e do ambiente em que ela será cultivada.
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Semente
Ciclo
Germinação Planta Adulta
Flor
Fruto
Fruto
Dormência
Umidade
Clima: Temperatura
Luz e O2
Juvenilidade
Tratos Culturais
Clima: Temperatura
Luz/O2/Umidade
Fotoperíodo
Temperatura
Hormônios
Relação C/N
Fixação do Fruto
Umidade
Polinização
Temperatura, Umidade, Desenvolvimento do fruto
etc.
Temperatura
Fisiologia de
Pós-Colheita
1ª: vegetativa ou juvenil
Inicia-se com a germinação
da semente indo até a
planta adulta vegetativa
2ª: adulta reprodutiva
Inicia-se a partir da
indução floral, resultando
na floração e formação dos
frutos e sementes
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3. Dormência de gemas
Adormência de gemas é um processo em que as gemas, que são estruturas
responsáveis pelo crescimento e desenvolvimento de ramos e folhas, entram em
um estado de inatividade temporária. Durante esse período, a gema não cresce e
não se desenvolve, mesmo que as condições externas sejam favoráveis para o
seu desenvolvimento.
Existem diferentes fatores que podem induzir a dormência de gemas, como a falta de
luz, o frio intenso e a escassez de água. Além disso, algumas plantas têm gemas
que possuem uma dormência natural, que é necessária para garantir que a planta
se desenvolva no momento correto.
A dormência de gemas é importante para a sobrevivência das plantas, pois permite
que elas resistam a condições ambientais adversas, como o frio intenso do
inverno. Quando as condições externas voltam a ser favoráveis, a gema sai do
estado de dormência e volta a crescer e se desenvolver. Esse processo é
controlado por hormônios vegetais, como o ácido abscísico, que induz a
dormência, e o ácido giberélico, que estimula o crescimento das gemas.
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3. Dormência de gemas
O crescimento reprodutivo não é um processo contínuo,
já que está associado a períodos de paralisação do
desenvolvimento.
A paralisação pode ser causada por:
. Ambiente desfavorável
. Dormência
. Dominância apical causada por auxinas
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3. Dormência de gemas
O crescimento reprodutivo não é um processo contínuo, já que está
associado a períodos de paralisação do desenvolvimento.
A paralisação pode ser causada por:
. Ambiente desfavorável
. Dormência
. Dominância apical causada por auxinas
A dormência é um mecanismo de defesa, pois impede
o crescimento em períodos desfavoráveis, os quais
provocariam a morte dessas plantas.
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3. Dormência de gemas
Assim como as sementes , as gemas vegetativas e
floríferas de certas plantas podem atravessar períodos
dormentes.
Esse fenômeno ocorre geralmente em plantas de clima
temperado, e em algumas de clima tropical, embora não haja
inverno.
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3. Dormência de gemas
As espécies de clima temperado, no inverno paralisam o crescimento e
desprendem suas folhas e entram em repouso. Durante o período de
dormência tem-se que:
- Aumento de substancias inibidoras na gema terminal (Fenóis e Ácido
abscísico) e queda das Giberilinas.
- Há transformação de materiais tais como amido em açucares e ácidos
graxos.
- Reforço das paredes celulares, pelo aumento de lignina.
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3. Dormência de gemas
As espécies de clima temperado, no inverno paralisam o crescimento e desprendem suas folhas e
entram em repouso. Durante o período de dormência tem-se que:
- Aumento de substancias inibidoras na gema terminal (Fenóis e Ácido
abscísico) e queda das Giberilinas.
- Há transformação de materiais tais como amido em açucares e ácidos graxos.
- Reforço das paredes celulares, pelo aumento de lignina.
- Não cessam os processos vitais tais como respiração.
- Ocorre paralisação do crescimento.
- Maior resistência a geadas e secas em virtude do baixo conteúdo hídrico, e
da maior quantidade de reservas existentes.
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3. Dormência de gemas
• Causa de dormência
• Dias curtos e baixas temperaturas === elevam o teor de fenóis e
ácido abscísico nas gemas terminais, e reduzem o teor de
giberilinas (crescimento).
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• Dias curtos e baixas temperaturas === elevam o teor de fenóis e ácido abscísico nas
gemas terminais, e reduzem o teor de giberilinas (crescimento).
• Com a exposição a baixas temperaturas no inverno, ocorre uma
queda gradual no nível de inibidores (ácido abscísico)
acompanhado ou não de aumento progressivo de promotores de
crescimento ( giberilinas).
3. Dormência de gemas
• Causa de dormência
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FISIOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO VEGETAL
• Dias curtos e baixas temperaturas === elevam o teor de fenóis e ácido abscísico nas
gemas terminais, e reduzem o teor de giberilinas (crescimento).
• Com a exposição a baixas temperaturas no inverno, ocorre uma queda gradual no nível de
inibidores (ácido abscísico) acompanhado ou não de aumento progressivo de promotores
de crescimento ( giberilinas).
• A retomada do crescimento ocorre assim que a temperatura
ambiente atinge níveis compatíveis com o crescimento vegetal.
3. Dormência de gemas
• Causa de dormência
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FISIOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO VEGETAL
• Dias curtos e baixas temperaturas === elevam o teor de fenóis e ácido abscísico nas
gemas terminais, e reduzem o teor de giberilinas (crescimento).
• Com a exposição a baixas temperaturas no inverno, ocorre uma queda gradual no nível de
inibidores (ácido abscísico) acompanhado ou não de aumento progressivo de promotores
de crescimento ( giberilinas).
• A retomada do crescimento ocorre assim que a temperatura ambiente atinge níveis
compatíveis com o crescimento vegetal.
Exigências para quebra de dormência:
. Macieira - 1200 a 1500 horas abaixo de 7,2ºC
. Pereira - 1200 a 1500 horas abaixo de 7,2º C
. Pessegueiro - 50 a 1200 horas abaixo de 7,2º C
3. Dormência de gemas
• Causa de dormência
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Caso o período de frio hibernal seja insuficiente, tem-se:
3. Dormência de gemas
• Causa de dormência
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Caso o período de frio hibernal seja insuficiente, tem-se:
. Brotação deficiente de gemas floríferas e vegetativas
. Atraso na abertura das gemas e de forma não uniforme
. Período prolongado de brotação
. Queda de gemas
. Deformação de folhas e flores
3. Dormência de gemas
• Causa de dormência
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- Frio: diminui a formação e concentração de
substancias inibidoras nos tecidos
- Luz: tempo nublado
3. Dormência de gemas
• Causa de dormência
• Quebra de dormência
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- Frio: diminui a formação e concentração de substancias inibidoras nos
tecidos
- Luz: tempo nublado
- Artificiais:
Melhoramento Genético → cvs menos exigentes em frio
Poda → da gema apical elimina a dominância causada por
auxinas, permitindo o crescimento de gemas laterais.
3. Dormência de gemas
• Causa de dormência
• Quebra de dormência
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- Frio: diminui a formação e concentração de substancias inibidoras nos tecidos
- Luz: tempo nublado
- Artificiais:
Melhoramento Genético → cvs menos exigentes em frio
Poda → da gema apical elimina a dominância causada por auxinas,permitindo o crescimento de gemas laterais.
Produtos Químicos → modo de ação pouco conhecido: aumenta a
respiração, a permeabilidade protoplasmática e os processos de
oxidação.
Causam adiantamento na floração, uniformidade na abertura das gemas, bem
como encurtam o período de brotação. Ex: Etileno, Giberilinas,
Calciocianamida, etc.
3. Dormência de gemas
• Causa de dormência
• Quebra de dormência
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Semente
Ciclo
Germinação Planta Adulta
Flor
Fruto
Fruto
Dormência
Umidade
Clima: Temperatura
Luz e O2
Juvenilidade
Tratos Culturais
Clima: Temperatura
Luz/O2/Umidade
Fotoperíodo
Temperatura
Hormônios
Relação C/N
Fixação do Fruto
Umidade
Polinização
Temperatura, Umidade, Desenvolvimento do fruto
etc.
Temperatura
Fisiologia de
Pós-Colheita
HORTICULTURA GERAL
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4. Frutificação e amadurecimento
• O que é um fruto ?
Em botânica, um fruto é o órgão resultante da maturação do ovário da flor, que
contém as sementes. É uma estrutura reprodutiva das plantas com flores,
responsável pela proteção e dispersão das sementes, permitindo a perpetuação da
espécie. Existem diferentes tipos de frutos, como os simples (formados a partir de um
único ovário), os compostos (formados a partir de vários ovários), os secos (sem
polpa suculenta) e os carnosos (com polpa suculenta). A forma, tamanho, cor e sabor
dos frutos variam de acordo com a espécie vegetal.
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4. Frutificação e amadurecimento
• O que é um fruto ?
▪ Maturação dos ovários
▪ Desenvolvimento de outros tecidos da flor
▪ Óvulos fecundados = semente
▪ Estágio final da reprodução assexuada
▪ Dispersores das angiospermas
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4. Frutificação e amadurecimento
• O que é um fruto ?
• Desenvolvimento do fruto
▪ Formação do ovário = divisão mitótica + expansão
celular
▪ Divisão celular = balanço de auxina e citocinina
▪ Expansão celular = balanço de auxina e giberelina
▪ Fim da expansão = ovário torna-se disponível à
polinização e desenvolvimento
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4. Frutificação e amadurecimento
• O que é um fruto ?
• Desenvolvimento do fruto
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4. Frutificação e amadurecimento
• O que é um fruto ?
• Desenvolvimento do fruto
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4. Frutificação e amadurecimento
• O que é um fruto ?
• Desenvolvimento do fruto
HORTICULTURA GERAL
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4. Frutificação e amadurecimento
• O que é um fruto ?
• Origem
• Desenvolvimento do fruto
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4. Frutificação e amadurecimento
• O que é um fruto ?
• Origem
• Desenvolvimento do fruto
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4. Frutificação e amadurecimento
• O que é um fruto ?
• Desenvolvimento do fruto
Fase I – até 40 dias após o florescimento, o
déficit hídrico pode comprometer o número e
peso das bagas. O maior efeito da limitação
hídrica na fase I pode ser explicado em parte
pelas características e pela dinâmica das
conexões dos vasos do xilema do pedúnculo.
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4. Frutificação e amadurecimento
• O que é um fruto ?
• Desenvolvimento do fruto
Fase II- Nesta as conexões do
xilema são parcialmente funcionais
próximo ao final da fase II (fase lag
até veraison), entretanto, no final
desta fase, inicia-se um estiramento
e/ou quebra da camada de células
periféricas do xilema, o que
promove a redução do
abastecimento de água e nutrientes
minerais para as bagas.
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4. Frutificação e amadurecimento
• O que é um fruto ?
• Desenvolvimento do fruto
Fase II- Após a alteração na mudança
de cor da baga (veraison), a
camada axial de células do xilema
aparentemente permanece funcional
por algum período. Uma vez que a
conexão xilemática no pedúnculo é
rompida, o abastecimento de água e
nutrientes minerais do ramo para as
bagas, aparentemente torna-se
comprometido.
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4. Frutificação e amadurecimento
• O que é um fruto ?
• Desenvolvimento do fruto
Fase III - Por estar ligado
somente ao floema é onde
ocorre o carreamento de
glicose e frutose e
formação de antocianina e
quebra de clorofila é nesta
etapa que definisse o I.M.
ou I.C.
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Semente
Ciclo
Germinação Planta Adulta
Flor
Fruto
Fruto
Dormência
Umidade
Clima: Temperatura
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Clima: Temperatura
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Fixação do Fruto
Umidade
Polinização
Temperatura, Umidade, Desenvolvimento do fruto
etc.
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