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ROTEIRO DE LEITURA, RESUMO E ANÁLISE TEXTUAL 1 o  período – 2 a  parte - 2011
Segundo Manual de Normas da FDV (2007, p.14), UM TRABALHO,  para ser científico , DEVE: ,[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object]
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RIGOR CIENTÍFICO E  ÉTICA INTELECTUAL Valdeciliana Andrade
PLÁGIO     apropriação indevida de um texto, ou seja, aquela que não se reporta ao autor e é apresentada como de autoria da pessoa que o utiliza. (GENETTE) Isso ocorre mesmo quando se faz alusão a um texto que não foi lido no original – dá-se a “impressão” de que houve consulta o original. “ Rigor científico e ética intelectual precisam nortear a elaboração de todo e qualquer trabalho acadêmico, seja ele um pequeno ensaio, seja uma revisão bibliográfica [...], seja uma tese de doutorado [...].”(MANUAL DE NORMAS DA FDV, 2007, p.14)
FORMAS DE CHAMADA
SISTEMA DE CHAMADA REFERENCIAÇÃO  ,[object Object],[object Object]
AUTOR - DATA A fim de iniciar esta análise em relação à teia de propugnações científicas existentes, damos partida reconhecendo destaque ao pensamento contemporâneo do jusfilósofo norte americano, professor da matéria “jurisprudência” na Universidade de Oxford, Ronald Dworkin e sucessor 1  do “juspositivista moderado” 2 , Harbert H. L. Hart – cujos estudos e a contribuição teórica se detiveram em rever John Austin e suas idéias, fazendo uma releitura mais ponderada e saudável tanto do formalismo, quanto do ceticismo, corrigindo alguns dos excessos de ambas as proposições (HART, 1994, p.161).  ___________________________ 1  Dado colhido da obra de Norberto Bobbio (1995, p.101). 2   Filiação ideológica divulgada por Bobbio (1995, p. 108 e 133), quanto ao seu posicionamento frente ao Direito.
AUTOR-DATA ,[object Object],Quem quer compreender um texto, em princípio, deve estar disposto a deixar que ele diga alguma coisa por si. Por isso, uma consciência formada hermeneuticamente tem que se mostrar receptiva, desde o princípio, para a alteridade do texto. Mas essa receptividade não pressupõe nem ‘neutralidade’ com relação à coisa nem tampouco auto-anulamento, mas inclui a apropriação que se dá destes. O que importa e dar-se conta das próprias antecipações, para que o próprio texto possa apresentar-se em sua alteridade e obtenha, assim, a possibilidade de confrontar sua verdade com as próprias opiniões prévias.
NUMÉRICA – NOTA DE RODAPÉ ,[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object]
 
PASSOS A SEGUIR... ROTEIRO DE LEITURA, RESUMO E ANÁLISE
TEXTO –  PLURALISMO JURÍDICO, DIREITOS HUMANOS E INTERCULTURALIDADE. AUTOR – Antonio Carlos Wolkmer. REVISTA SEQUÊNCIA – CIDADE – Santa Catarina.
2.1 PLURALISMO JURÍDICO NA PERSPECTIVA DA ALTERIDADE E DA PARTICIPAÇÃO 2.2 DIREITOS HUMANOS: SUA DIMENSÃO INTERCULTURAL E EMANCIPATÓRIA
 
i. Explicar o que significa cada aspecto – remeter à fonte teórica (referência); ii. Expor como este aspecto é visto no texto (dar exemplos); iii. Avaliar o emprego realizado pelo autor (fazer crítica). ,[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],2 – Tratar de um aspecto teórico, o qual deve obedecer aos seguintes pressupostos: iv. Comentar as possíveis intenções do autor em utilizar ou mesmo empregar tal recurso e mostrar o efeito disso no leitor –  concluir
3.1 QUANTO À ESTRUTURA TEXTUAL É certo que a leitura é algo de extrema importância para o humanidade. Por meio dela é transmitido ao leitor, conhecimentos, informações cruciais para a vida, cultura e hábitos de povos. Por meio da leitura, pode-se “viajar” por um mundo novo de curiosidades e novidades. No entanto, também é sabido que não só a leitura, mas também a compreensão da leitura que foi feita é de uma importância ímpar. Neste sentido, este estudo visa trabalhar a compreensão de alguns aspectos linguísticos do texto de Boaventura de Souza Santos (2005), cuja temática está centrada no fascismo social e nas segregações existentes na sociedade.  Por ser o universo linguístico muito amplo, não é possível tratar de todos os aspectos que estão presentes neste texto. Por isso, ater-nos-emos tão somente a dois temas, quais sejam: coesão e coerência.  TEULLER
3.1 QUANTO À ESTRUTURA TEXTUAL    introdução 3.1.1 A coesão por remissão   Júlio César Bebber, em “Influência da personalidade do juiz ao decidir”(2009), produziu um texto coesivo. Koch (2001, p.35) define coesão textual como um “[...] fenômeno que diz respeito ao modo como os elementos lingüísticos presentes na superfície textual se encontram interligados, por meio de recursos também lingüísticos, formando seqüências veiculadoras de sentidos.” Ainda ao tratar da coesão textual, Koch (2001, p.36) a classifica em dois tipos. O primeiro é a coesão por remissão; o segundo, a coesão por seqüenciação.
A coesão por remissão desempenha o papel de referenciar ou sinalizar um texto. A referenciação se procede pelo uso de recursos gramaticais (como, por exemplo, pronomes pessoais de terceira pessoa e os demais pronomes), ou de recursos de ordem léxica (como os sinônimos e os hiperônimos), ou, ainda, por reiteração ou por elipse.  Apenas a título de esclarecimento, por não ser um objetivo deste texto tratar sobre este assunto, como acima já assinalado, a sinalização, por sua vez, se faz pela organização do texto, ao utilizar-se, por exemplo, de termos como “a diante”, “respectivamente” e “abaixo”.
Bebber se valeu do recurso da coesão por remissão como referenciadora na produção do texto supracitado, conforme se verifica no trecho “[...] O juiz que não analisa suas emoções para decidir é um sujeito fraco e covarde. Tem medo de seus sentimentos. Por isso não sabe lidar com  eles . [...]” (BEBBER, 2009, p.37) e, ainda, no fragmento seguinte: “Nesse mesmo sentido são as afirmações do sociólogo americano Karl Llewllyn e de Ricaséns Siches. Segundo  aquele , a mente do juiz [...].  Este , por sua vez, assevera que o juiz [...].” (BEBBER, 2009, p.40)
No primeiro trecho, o pronome “eles” retoma o termo “sentimentos”; já no segundo trecho, o autor usou os pronomes demonstrativos “aquele” e “este” para retomar os teóricos Llewllyn e Siches, respectivamente, pois “[...] [o pronome]  este , numa oração, refere-se ao termo mais próximo, ou seja, ao enunciado em segundo lugar, e [o demonstrativo]  aquele  refere-se ao mais afastado, ao enunciado em primeiro lugar [...].”(ALMEIDA, 2005, p.185)   Assim, uma provável intenção do autor utilizar isso seria fazer um texto com leitura menos truncada, mais facilitada e fluente. Outra intenção poderia ser a de evitar a repetição, que, por vezes, prejudica a leitura de um texto. Felipe Fiene
[object Object],[object Object],[object Object],   Posicionar-se criticamente quanto a algumas idéias apresentadas;    Estabelecer paralelos entre as idéias expostas e outras já vistas – interlocução com outros autores . ,[object Object],[object Object]
[object Object],ALGUMAS QUESTÕES PARA AUXILIÁ-LOS… ,[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object]
i) Abordar como o aspecto é tratado pelo autor do texto fonte; ii) Recorrer a outros autores para discutir o pressuposto eleito para ser criticado – tecer considerações acerca do que for citado (não se restringir a mera citação) iii) Estabelecer paralelos entre o que os autores dizem – construir uma crítica consistente. iv) Promover discussão EM QUE VOCÊ TEÇA CRÍTICAS; v) Concluir o texto com as nuanças mais relevantes que foram discutidas por você. 1 – Fazer uma breve introdução, na qual se deve mostrar a relevância desse assunto, apresentar uma visão geral do texto, aludindo à temática principal, e delimitar um aspecto aspecto que será tratado; 2 – Tratar de um aspecto teórico, o qual deve obedecer aos seguintes pressupostos:
O assunto abordado no texto “Mãos de Ediene” de Fritz Utzeri revela uma face triste de nosso país – a exploração do trabalho infantil. Na verdade, este texto é uma denúncia e, ao mesmo tempo, um convite. É denúncia, pois revela que a mutilação de crianças em trabalhos considerados semi-escravos não é um fato isolado como o de “Ediene” (UTZERI, 1999).
As estatísticas de trabalho forçado na américa Latina são assustadores. Dados da Organização Internacional do Trabalho (OIT) revelam que há cerca de 1,3 milhões de trabalhadores na América Latina e no Caribe de um total de 12,3 milhões 1 . Numa sociedade democrática que preza pelos direitos dos seres humanos – isso é uma atrocidade.  Mas a realidade é pior, pois, segundo Vidotti (2006, p. 140),
Dentre esses trabalhadores reduzidos a condições análogas à de escravo, há inúmeras crianças e adolescentes, como denuncia a Comissão Pastoral da Terra. Na verdade, os dados estatísticos produzidos pelo Ministério do Trabalho não trazem detalhes do número de crianças e adolescentes libertados (VIDOTTI, 2006, p.140). Isso mostra que a nossa realidade é frágil e que caso como o de Ediene (UTZERI, 1999), que traz tanto incômodo, é mais comum do que se pode imaginar.
A exploração infantil, aludida por Utzeri (1999), não melhorou com o passar dos anos. Ao contrário, apenas piorou. Vale dizer que a denúncia de Utzeri ultrapassa o nível do texto, pois ele revela que crianças estão sendo roubadas em sua infância, em sua educação, em seus corpos. A indignação do autor tem caráter de denúncia, pois mostrar as piores formas de trabalho que são exercidas pelas crianças.
Mas a questão que impõe é – o que são essas “piores formas”. Na Convenção da OIT, buscou-se definir o significado dessa expressão –  foram apontadas todas as formas de escravidão ou práticas análogas à escravidão, como venda e tráfico de criança, sujeição por dívida, servidão, trabalho forçado ou compulsório, inclusive recrutamento forçado ou compulsório. Com esta definição do trabalho infantil em condições análogas a de escravo, tem-se nitidamente a segurança de que isso é muito mais constante em nossa sociedade do que imaginamos. Por isso, o texto de Utzeri, ao trazer a imagem de Ediene, apenas ilustra um cenário real da nossa sociedade.
Problema, probleminha, Problemão!!!
“ Segundo livro de Valdeciliana da Silva Ramos Andrade e Valéria Cristina Barbosa Gabriel, há dialogismo no texto, pois existe uma interação do autor com o leitor na leitura de Passargada. (2005, p. 98-99), e comprova isso em seu texto quando explica que: “dialogismo ocorre quando há interação verbal do autor com o leitor, quando existe trocas enunciativas entre eles”. No texto o tu destinatário consegue entender o texto, conseqüentemente, se sente incluído no texto…”
Segundo Bedaque (2006, p.31), “o grande problema, ainda não solucionado pelos estudiosos do direito processual, é a morosidade do instrumento estatal de solução de controvérsias, que acaba comprometendo sua eficácia prática” e os juizados especiais aparecem justamente para solucionar isto, o que pode ser comprovado segundo citações do próprio Boaventura: “o processo nos juizados especiais valoriza os critérios autocomposição, da equidade, da oralidade, da economia processual, da informalidade, da simplicidade, da celeridade”. (SANTOS, 2007, p.58 e 59) O tema é de extrema importância, pois, segundo o autor: Os juizados especiais têm sido apontados como uma das melhores soluções, dentro da estrutura do judiciário, de celeridade para a solução das contendas.[...] 1   1  (SANTOS, 2007, p.61)
“ A subjetividade do texto é não-marcada, uma vez que quando necessário que o autor dê sua opinião ele o faz de maneira velada, mascarada ou então cita falas de moradores de Pasárgada para expressar sua opinião. Segundo Valdeciliana da Silva Ramos Andrade e Valéria Cristina Barbosa Gabriel, no livro  OS MEANDROS DISCURSIVOS DO TEXTO JURÍDICO:  da leitura à produção, p.97, o autor utiliza esse recurso para “dar a falsa ilusão da objetividade e para excluir qualquer marca de pessoalidade”.”

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Aula roteiro 2011.1 - 1o.per. - 2a.parte (alunos)

  • 1. ROTEIRO DE LEITURA, RESUMO E ANÁLISE TEXTUAL 1 o período – 2 a parte - 2011
  • 2.
  • 3.
  • 4.
  • 5.
  • 6.
  • 7. RIGOR CIENTÍFICO E ÉTICA INTELECTUAL Valdeciliana Andrade
  • 8. PLÁGIO  apropriação indevida de um texto, ou seja, aquela que não se reporta ao autor e é apresentada como de autoria da pessoa que o utiliza. (GENETTE) Isso ocorre mesmo quando se faz alusão a um texto que não foi lido no original – dá-se a “impressão” de que houve consulta o original. “ Rigor científico e ética intelectual precisam nortear a elaboração de todo e qualquer trabalho acadêmico, seja ele um pequeno ensaio, seja uma revisão bibliográfica [...], seja uma tese de doutorado [...].”(MANUAL DE NORMAS DA FDV, 2007, p.14)
  • 10.
  • 11. AUTOR - DATA A fim de iniciar esta análise em relação à teia de propugnações científicas existentes, damos partida reconhecendo destaque ao pensamento contemporâneo do jusfilósofo norte americano, professor da matéria “jurisprudência” na Universidade de Oxford, Ronald Dworkin e sucessor 1 do “juspositivista moderado” 2 , Harbert H. L. Hart – cujos estudos e a contribuição teórica se detiveram em rever John Austin e suas idéias, fazendo uma releitura mais ponderada e saudável tanto do formalismo, quanto do ceticismo, corrigindo alguns dos excessos de ambas as proposições (HART, 1994, p.161). ___________________________ 1 Dado colhido da obra de Norberto Bobbio (1995, p.101). 2 Filiação ideológica divulgada por Bobbio (1995, p. 108 e 133), quanto ao seu posicionamento frente ao Direito.
  • 12.
  • 13.
  • 14.  
  • 15. PASSOS A SEGUIR... ROTEIRO DE LEITURA, RESUMO E ANÁLISE
  • 16. TEXTO – PLURALISMO JURÍDICO, DIREITOS HUMANOS E INTERCULTURALIDADE. AUTOR – Antonio Carlos Wolkmer. REVISTA SEQUÊNCIA – CIDADE – Santa Catarina.
  • 17. 2.1 PLURALISMO JURÍDICO NA PERSPECTIVA DA ALTERIDADE E DA PARTICIPAÇÃO 2.2 DIREITOS HUMANOS: SUA DIMENSÃO INTERCULTURAL E EMANCIPATÓRIA
  • 18.  
  • 19.
  • 20. 3.1 QUANTO À ESTRUTURA TEXTUAL É certo que a leitura é algo de extrema importância para o humanidade. Por meio dela é transmitido ao leitor, conhecimentos, informações cruciais para a vida, cultura e hábitos de povos. Por meio da leitura, pode-se “viajar” por um mundo novo de curiosidades e novidades. No entanto, também é sabido que não só a leitura, mas também a compreensão da leitura que foi feita é de uma importância ímpar. Neste sentido, este estudo visa trabalhar a compreensão de alguns aspectos linguísticos do texto de Boaventura de Souza Santos (2005), cuja temática está centrada no fascismo social e nas segregações existentes na sociedade. Por ser o universo linguístico muito amplo, não é possível tratar de todos os aspectos que estão presentes neste texto. Por isso, ater-nos-emos tão somente a dois temas, quais sejam: coesão e coerência. TEULLER
  • 21. 3.1 QUANTO À ESTRUTURA TEXTUAL  introdução 3.1.1 A coesão por remissão   Júlio César Bebber, em “Influência da personalidade do juiz ao decidir”(2009), produziu um texto coesivo. Koch (2001, p.35) define coesão textual como um “[...] fenômeno que diz respeito ao modo como os elementos lingüísticos presentes na superfície textual se encontram interligados, por meio de recursos também lingüísticos, formando seqüências veiculadoras de sentidos.” Ainda ao tratar da coesão textual, Koch (2001, p.36) a classifica em dois tipos. O primeiro é a coesão por remissão; o segundo, a coesão por seqüenciação.
  • 22. A coesão por remissão desempenha o papel de referenciar ou sinalizar um texto. A referenciação se procede pelo uso de recursos gramaticais (como, por exemplo, pronomes pessoais de terceira pessoa e os demais pronomes), ou de recursos de ordem léxica (como os sinônimos e os hiperônimos), ou, ainda, por reiteração ou por elipse. Apenas a título de esclarecimento, por não ser um objetivo deste texto tratar sobre este assunto, como acima já assinalado, a sinalização, por sua vez, se faz pela organização do texto, ao utilizar-se, por exemplo, de termos como “a diante”, “respectivamente” e “abaixo”.
  • 23. Bebber se valeu do recurso da coesão por remissão como referenciadora na produção do texto supracitado, conforme se verifica no trecho “[...] O juiz que não analisa suas emoções para decidir é um sujeito fraco e covarde. Tem medo de seus sentimentos. Por isso não sabe lidar com eles . [...]” (BEBBER, 2009, p.37) e, ainda, no fragmento seguinte: “Nesse mesmo sentido são as afirmações do sociólogo americano Karl Llewllyn e de Ricaséns Siches. Segundo aquele , a mente do juiz [...]. Este , por sua vez, assevera que o juiz [...].” (BEBBER, 2009, p.40)
  • 24. No primeiro trecho, o pronome “eles” retoma o termo “sentimentos”; já no segundo trecho, o autor usou os pronomes demonstrativos “aquele” e “este” para retomar os teóricos Llewllyn e Siches, respectivamente, pois “[...] [o pronome] este , numa oração, refere-se ao termo mais próximo, ou seja, ao enunciado em segundo lugar, e [o demonstrativo] aquele refere-se ao mais afastado, ao enunciado em primeiro lugar [...].”(ALMEIDA, 2005, p.185)   Assim, uma provável intenção do autor utilizar isso seria fazer um texto com leitura menos truncada, mais facilitada e fluente. Outra intenção poderia ser a de evitar a repetição, que, por vezes, prejudica a leitura de um texto. Felipe Fiene
  • 25.
  • 26.
  • 27. i) Abordar como o aspecto é tratado pelo autor do texto fonte; ii) Recorrer a outros autores para discutir o pressuposto eleito para ser criticado – tecer considerações acerca do que for citado (não se restringir a mera citação) iii) Estabelecer paralelos entre o que os autores dizem – construir uma crítica consistente. iv) Promover discussão EM QUE VOCÊ TEÇA CRÍTICAS; v) Concluir o texto com as nuanças mais relevantes que foram discutidas por você. 1 – Fazer uma breve introdução, na qual se deve mostrar a relevância desse assunto, apresentar uma visão geral do texto, aludindo à temática principal, e delimitar um aspecto aspecto que será tratado; 2 – Tratar de um aspecto teórico, o qual deve obedecer aos seguintes pressupostos:
  • 28. O assunto abordado no texto “Mãos de Ediene” de Fritz Utzeri revela uma face triste de nosso país – a exploração do trabalho infantil. Na verdade, este texto é uma denúncia e, ao mesmo tempo, um convite. É denúncia, pois revela que a mutilação de crianças em trabalhos considerados semi-escravos não é um fato isolado como o de “Ediene” (UTZERI, 1999).
  • 29. As estatísticas de trabalho forçado na américa Latina são assustadores. Dados da Organização Internacional do Trabalho (OIT) revelam que há cerca de 1,3 milhões de trabalhadores na América Latina e no Caribe de um total de 12,3 milhões 1 . Numa sociedade democrática que preza pelos direitos dos seres humanos – isso é uma atrocidade. Mas a realidade é pior, pois, segundo Vidotti (2006, p. 140),
  • 30. Dentre esses trabalhadores reduzidos a condições análogas à de escravo, há inúmeras crianças e adolescentes, como denuncia a Comissão Pastoral da Terra. Na verdade, os dados estatísticos produzidos pelo Ministério do Trabalho não trazem detalhes do número de crianças e adolescentes libertados (VIDOTTI, 2006, p.140). Isso mostra que a nossa realidade é frágil e que caso como o de Ediene (UTZERI, 1999), que traz tanto incômodo, é mais comum do que se pode imaginar.
  • 31. A exploração infantil, aludida por Utzeri (1999), não melhorou com o passar dos anos. Ao contrário, apenas piorou. Vale dizer que a denúncia de Utzeri ultrapassa o nível do texto, pois ele revela que crianças estão sendo roubadas em sua infância, em sua educação, em seus corpos. A indignação do autor tem caráter de denúncia, pois mostrar as piores formas de trabalho que são exercidas pelas crianças.
  • 32. Mas a questão que impõe é – o que são essas “piores formas”. Na Convenção da OIT, buscou-se definir o significado dessa expressão – foram apontadas todas as formas de escravidão ou práticas análogas à escravidão, como venda e tráfico de criança, sujeição por dívida, servidão, trabalho forçado ou compulsório, inclusive recrutamento forçado ou compulsório. Com esta definição do trabalho infantil em condições análogas a de escravo, tem-se nitidamente a segurança de que isso é muito mais constante em nossa sociedade do que imaginamos. Por isso, o texto de Utzeri, ao trazer a imagem de Ediene, apenas ilustra um cenário real da nossa sociedade.
  • 34. “ Segundo livro de Valdeciliana da Silva Ramos Andrade e Valéria Cristina Barbosa Gabriel, há dialogismo no texto, pois existe uma interação do autor com o leitor na leitura de Passargada. (2005, p. 98-99), e comprova isso em seu texto quando explica que: “dialogismo ocorre quando há interação verbal do autor com o leitor, quando existe trocas enunciativas entre eles”. No texto o tu destinatário consegue entender o texto, conseqüentemente, se sente incluído no texto…”
  • 35. Segundo Bedaque (2006, p.31), “o grande problema, ainda não solucionado pelos estudiosos do direito processual, é a morosidade do instrumento estatal de solução de controvérsias, que acaba comprometendo sua eficácia prática” e os juizados especiais aparecem justamente para solucionar isto, o que pode ser comprovado segundo citações do próprio Boaventura: “o processo nos juizados especiais valoriza os critérios autocomposição, da equidade, da oralidade, da economia processual, da informalidade, da simplicidade, da celeridade”. (SANTOS, 2007, p.58 e 59) O tema é de extrema importância, pois, segundo o autor: Os juizados especiais têm sido apontados como uma das melhores soluções, dentro da estrutura do judiciário, de celeridade para a solução das contendas.[...] 1 1 (SANTOS, 2007, p.61)
  • 36. “ A subjetividade do texto é não-marcada, uma vez que quando necessário que o autor dê sua opinião ele o faz de maneira velada, mascarada ou então cita falas de moradores de Pasárgada para expressar sua opinião. Segundo Valdeciliana da Silva Ramos Andrade e Valéria Cristina Barbosa Gabriel, no livro OS MEANDROS DISCURSIVOS DO TEXTO JURÍDICO: da leitura à produção, p.97, o autor utiliza esse recurso para “dar a falsa ilusão da objetividade e para excluir qualquer marca de pessoalidade”.”

Notas do Editor

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