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Estudaremos como a natureza se recupera de desastres naturais ou antrópicos.
 Krakatoa (27 Ago 1883)
 Mais de 36.000 pessoas morreram
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 Modificações ambientais causadas pelas mudanças
abióticas (clima, pressão, temperatura) obrigaram os
seres vivos a se adaptarem.
 Até a reocupação de locais destruídos...
 Sequência de mudanças, acompanhada pela adaptação
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gradativas e ordenadas.
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comunidade clímax.
 Dependendo do ponto de partida de seu estágio inicial,
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Acontece em regiões que já foram habitadas por seres vivos que sumiram por algum motivo.
 Comunidade pioneira ou ecese
 Grupo inicial de colonizadores
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 Elevada capacidade de adaptação
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por eles criam o substrato ideal
para a instalação de outros
colonizadores após a sua morte.
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 Com o passar do tempo,
atingindo o grau
necessário de
ordenamento e
especialização, a
comunidade alcança seu
máximo
desenvolvimento.
 Tornando-se uma
comunidade clímax.
 Superando as
adversidades ambientais
e compatibilizando com
as condições físico-
químicas do ecossistema.
 As sucessões primárias
levam cerca de 1.000 anos
para formar sua estrutura
clímax.
 Em krakatoa foram
necessários 100
 Partiu de uma
comunidade secundária e
houve menor resistência
do meio (RM).
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 Muitas áreas clímax são destruídas naturalmente,
dando início a novas sucessões.
 Quando isso acontece como consequência de alguma
ação brusca a comunidade clímax subsequente
apresenta outras categorias, e é chamada de disclímax.
 Ecótono: área de transição entre um ecossistema e
outro.
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 Cada comunidade biológica sofre ações ambientais e
produz respostas próprias a elas.
 No estágio clímax, percebe-se uma estabilização ou
homeostase.
Comunidade clímax em floresta amazônica
 Quando o ambiente já apresenta uma camada vegetal,
há possibilidade de surgir a comunidade
intermediária.
 Ela é composta de organismos que só conseguem
sobreviver mediante a existência de uma base.
 Após sucessivas séries, esses seres são capazes de
equilibrar a taxa de água e repor a matéria orgânica.
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Prof. Ronaldo Santana
 Os diferentes biomas se distinguem por apresentar
características diferentes possibilitando
 Adaptação e reprodução
 Biogeografia analisa as características
morfofisiológicas dos biomas, identificando os
animais (zoogeografia) e os vegetais (fitogeografia)
que vivem nos ambientes.
 Alterações naturais no clima
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 Também é um fator que determina a presença ou
ausência de espécies e modifica o ecossistema.
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 Fatores climáticos e geológicos interferindo nas
mudanças na vegetação.
 Caracterizada por musgos,
liquens, gramíneas e
pequenos arbustos.
 O fato do solo ficar
constantemente gelado
impede o desenvolvimento
de árvores grandes no
ambiente.
Regiões árticas do norte do Canadá, Alaska, Europa e Ásia.
 Inverno de duração de
seis a oito meses, com
temperaturas mais
brandas que as da
Tundra.
 Vegetação
predominante de
coníferas.
 Há também musgos,
ervas e liquens.
 Fauna:
 Lobos, raposas, linces,
ursos-negros, esquilos,
répteis e anfíbios.
 Climas secos, com baixa pluviosidade, encontrados na
Ásia Central, África, Austrália, México, etc.
 Vegetação formada por arbustos ralos e esparsos, cactos
e gramíneas.
 Fauna: pequenos roedores, répteis, raposas, insetos,
aracnídeos, etc.
 Centro-oeste da Europa, Ásia, América do norte, parte
da América do Sul (pampas).
 Região intermedi[ária, com plantas herbáceas e
variação climática intensa.
 Podem ser classificadas em:
 Temperadas: estações bem
definidas e chuvas bem
distribuídas ao longo do ano.
 Tropicais: clima quente e
úmido, com chuvas
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 Cada ambiente apresenta características próprias.
 Diferentes espécies estão geograficamente distribuídas
no planeta de acordo com suas peculiaridades.
 Dinâmica populacional
 Modo como uma espécie sobrevive, adapta-se, mantém-
se e como o ecossistema responde às necessidades dela.
 Em condições normais, uma população:
 Surge, cresce e se estabiliza.
 Quando o modelo é afetado, ocorre crescimento
exponencial das espécies, que contribui para o
desequilíbrio.
 O crescimento populacional está sujeito à duas
grandes forças:
 O potencial biótico, que favorece o aumento de uma
população.
 A resistência do meio, que impede o crescimento
indefinido dessa população
 Taxa de natalidade
 Taxa de mortalidade.
 Com tais informações é possível calcular o número de
indivíduos que compõem uma comunidade.
 No entanto, é preciso também considerar os
movimentos de entrada e saída de pessoas nos locais:
 Imigração.
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Págs. 3, 5, 6,
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15 e 16.

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Aula Biologia: Sucessões ecológicas e Biomas [1° Ano do Ensino Médio]

  • 2. Estudaremos como a natureza se recupera de desastres naturais ou antrópicos.
  • 3.  Krakatoa (27 Ago 1883)  Mais de 36.000 pessoas morreram
  • 6.  Modificações ambientais causadas pelas mudanças abióticas (clima, pressão, temperatura) obrigaram os seres vivos a se adaptarem.  Até a reocupação de locais destruídos...  Sequência de mudanças, acompanhada pela adaptação dos seres vivos, caracteriza uma sucessão ecológica.
  • 7.  A formação de um ecossistema depende de sucessões gradativas e ordenadas.  Até a finalização de um ambiente denominado de comunidade clímax.
  • 8.  Dependendo do ponto de partida de seu estágio inicial, as sucessões podem ser:  Sucessões primárias.  Ocorre em ambientes que nunca houve seres vivos.  Sucessões secundárias. Acontece em regiões que já foram habitadas por seres vivos que sumiram por algum motivo.
  • 9.  Comunidade pioneira ou ecese  Grupo inicial de colonizadores  Resistentes  Elevada capacidade de adaptação  Atividade metabólica realizada por eles criam o substrato ideal para a instalação de outros colonizadores após a sua morte.
  • 11.  Com o passar do tempo, atingindo o grau necessário de ordenamento e especialização, a comunidade alcança seu máximo desenvolvimento.  Tornando-se uma comunidade clímax.  Superando as adversidades ambientais e compatibilizando com as condições físico- químicas do ecossistema.
  • 12.  As sucessões primárias levam cerca de 1.000 anos para formar sua estrutura clímax.  Em krakatoa foram necessários 100  Partiu de uma comunidade secundária e houve menor resistência do meio (RM).
  • 14.  Muitas áreas clímax são destruídas naturalmente, dando início a novas sucessões.  Quando isso acontece como consequência de alguma ação brusca a comunidade clímax subsequente apresenta outras categorias, e é chamada de disclímax.  Ecótono: área de transição entre um ecossistema e outro.
  • 17.  Cada comunidade biológica sofre ações ambientais e produz respostas próprias a elas.  No estágio clímax, percebe-se uma estabilização ou homeostase. Comunidade clímax em floresta amazônica
  • 18.  Quando o ambiente já apresenta uma camada vegetal, há possibilidade de surgir a comunidade intermediária.  Ela é composta de organismos que só conseguem sobreviver mediante a existência de uma base.  Após sucessivas séries, esses seres são capazes de equilibrar a taxa de água e repor a matéria orgânica.
  • 22.  Os diferentes biomas se distinguem por apresentar características diferentes possibilitando  Adaptação e reprodução  Biogeografia analisa as características morfofisiológicas dos biomas, identificando os animais (zoogeografia) e os vegetais (fitogeografia) que vivem nos ambientes.
  • 23.  Alterações naturais no clima  Intensidade luminosa  Características do solo.
  • 25.  Também é um fator que determina a presença ou ausência de espécies e modifica o ecossistema.
  • 27.  Fatores climáticos e geológicos interferindo nas mudanças na vegetação.
  • 28.  Caracterizada por musgos, liquens, gramíneas e pequenos arbustos.  O fato do solo ficar constantemente gelado impede o desenvolvimento de árvores grandes no ambiente. Regiões árticas do norte do Canadá, Alaska, Europa e Ásia.
  • 29.  Inverno de duração de seis a oito meses, com temperaturas mais brandas que as da Tundra.  Vegetação predominante de coníferas.  Há também musgos, ervas e liquens.  Fauna:  Lobos, raposas, linces, ursos-negros, esquilos, répteis e anfíbios.
  • 30.  Climas secos, com baixa pluviosidade, encontrados na Ásia Central, África, Austrália, México, etc.  Vegetação formada por arbustos ralos e esparsos, cactos e gramíneas.  Fauna: pequenos roedores, répteis, raposas, insetos, aracnídeos, etc.
  • 31.  Centro-oeste da Europa, Ásia, América do norte, parte da América do Sul (pampas).  Região intermedi[ária, com plantas herbáceas e variação climática intensa.
  • 32.  Podem ser classificadas em:  Temperadas: estações bem definidas e chuvas bem distribuídas ao longo do ano.  Tropicais: clima quente e úmido, com chuvas abundantes, vegetação diversificadas.  Estados Unidos, Europa Central, Brasil...
  • 41. província de La Pampa, na Argentina
  • 46.  Cada ambiente apresenta características próprias.  Diferentes espécies estão geograficamente distribuídas no planeta de acordo com suas peculiaridades.  Dinâmica populacional  Modo como uma espécie sobrevive, adapta-se, mantém- se e como o ecossistema responde às necessidades dela.
  • 47.  Em condições normais, uma população:  Surge, cresce e se estabiliza.  Quando o modelo é afetado, ocorre crescimento exponencial das espécies, que contribui para o desequilíbrio.
  • 48.  O crescimento populacional está sujeito à duas grandes forças:  O potencial biótico, que favorece o aumento de uma população.  A resistência do meio, que impede o crescimento indefinido dessa população
  • 49.  Taxa de natalidade  Taxa de mortalidade.  Com tais informações é possível calcular o número de indivíduos que compõem uma comunidade.  No entanto, é preciso também considerar os movimentos de entrada e saída de pessoas nos locais:  Imigração.  Emigração.
  • 50. Págs. 3, 5, 6, 9, 12, 13, 14, 15 e 16.