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GEOGRAFIA (APLICADA AO ENEM)
AULA 6
PROF.: MÁRCIO TAVARES
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
CONEXÕES DE SABERES
Projeto de Extensão – Proex
Pré – Enem Comunitário - UFAL
CARTOGRAFIA ENEM:
COMO ESSE TEMA É
COBRADO?
SÚMARIO
1. Introdução: o que é cartografia?;
2. Elementos de um mapa:
2.1. Título;
2.2. Convenções ou simbologia cartográfica;
2.3. Projeções Cartográficas;
2.4. Escalas.
3. Questões;
4. Referências
INTRODUÇÃO
O que é cartografia:
Cartografia é a ciência que reúne a arte e as técnicas para produção de
representações gráficas da superfície terrestre.
As civilizações humanas mapeiam seus arredores há milênios.
Conforme os estudos e técnicas em Cartografia foram se desenvolvendo,
os mapas ficaram cada vez mais repletos de informações, e mais fáceis de
ler também.
Por isso, são amplamente utilizados em diversas áreas do
conhecimento no que tange a espacialização de informações, na
elaboração e acompanhamento de políticas públicas, e também no
cotidiano, para facilitar a mobilidade e orientar e informar seus usuários.
mapa da cidade de paris em 1618. é possível notar que o
mapa, além de buscar informar o leitor sobre a cidade,
preza também pela qualidade artística.
Elementos de um
mapa: Título
O título costuma ser a primeira informação que o leitor de um mapa
procura e recebe sobre ele. Seu objetivo é informar, de forma sucinta, o
conteúdo do mapa. O título costuma estar localizado na parte superior de um
mapa.
Algumas informações que costumam conter no título: período (anos,
meses, etc), localidade (país, cidade, bairro, etc), e tema (vegetação,
densidade demográfica, linhas de metrô, etc), entre outros.
Elementos de um
mapa: Título
Elementos de um mapa: convenções ou
simbologia cartográfica
As informações geográficas possuem
características que podem ser assumidas como
qualitativas ou quantitativas. Por informação
qualitativa deve ser entendida como a informação
que tem caráter de apresentar a tipificação da
informação, ou seja, a sua qualificação. Por
exemplo, uma igreja, uma estrada, um rio, uma
área de vegetação, uma ocorrência de determinado
tipo de solo, um tipo específico de cobertura
vegetal. A simbologia adotada irá apenas qualificar
o tipo de ocorrência, juntamente com o seu
posicionamento geográfico, sendo estes os seus
principais atributos.
Já as informações quantitativas são
caracterizadas por representar um valor
mensurável para o fenômeno ou à sua ocorrência.
Também podem dar uma ideia de hierarquia ou de
priorização de elementos, ou podem associar
valores quantificáveis para a representação do
fenômeno.
Por exemplo, a ocorrência de estradas,
distintas por classes (autoestrada, 1a classe,
federal, estadual, pista simples, pista dupla, etc),
que fornecem uma idéia de hierarquia, ordenação
ou prioridade.
Elementos de um mapa: convenções ou
simbologia cartográfica
Atributo comum, por exemplo: água,
jurisdição administrativa, tipo de solo ou
vegetação. Usado desta forma, uma
convenção de área é graficamente
uniforme e cobre toda área de
representação do fenômeno.
Elementos de um mapa: projeções
cartográficas.
Uma projeção cartográfica nada mais é do que o resultado de um conjunto de operações
que permite representar no plano, por meio de paralelos e meridianos, os fenômenos que
estão dispostos na superfície de uma esfera.
Elementos de um mapa: projeções
cartográficas.
Ao fazerem a transferência de informações, os cartógrafos deparam com um problema
insolúvel: qualquer que seja a projeção adotada, sempre haverá algum tipo de distorção, nas
áreas, nas formas ou nas distâncias da superfície terrestre.
As projeções podem ser agrupadas em três categorias principais, dependendo da figura
geométrica empregada em sua construção:
- Cilíndricas;
- Cônicas ou azimutais (também chamadas planas).
Elementos de um mapa: projeções
cartográficas.
Elementos de um mapa: projeções
cartográficas.
Elementos de um mapa: projeções
cartográficas.
PRA FICAR LIGADO:
A organização das Nações Unidas (ONU) utiliza como símbolo uma projeção azimutal
centralizada no Polo Norte. Dessa Forma, nenhum país ocupa o centro da figura. Porém,
como a maioria dos países desenvolvidos se encontra no hemisfério norte, o símbolo passa
uma noção de centro-periferia geocêntrica, ou seja, ricos no centro e pobres na periferia.
Elementos de um mapa: projeções
cartográficas.
Elementos de um mapa: projeções
cartográficas a projeção cilíndrica de Mercator
e Peters, as mais polêmica.
Baseiam em parâmetros diferentes, duas das mais
famosas projeções cilíndricas representam o mundo de
maneira bastante diferenciada.
Criada pelo geógrafo e cartógrafo flamengo Gerhard
Kremer, o Mercator, ainda no século XVI. O ponto forte
da projeção de Mercator é do tipo conforme e mantém a
precisão nas distâncias, sendo usada até hoje.
Esse modelo privilegia as formas dos
continentes, mas distorce as áreas.
Elementos de um mapa: projeções
cartográficas a projeção cilíndrica de Mercator
e Peters, as mais polêmica.
Ao acusar a projeção Mercator de ser um
instrumento dos países ricos, ao norte, para
colonizar as nações menos desenvolvidas, ao
sul, o alemão Arno Peters apresentou, em
1973, seu modelo, a projeção cilíndrica
equivalente.
Peters optou pela proporção entre as áreas,
chegando a uma representação em que os
países ao sul ganham mais destaque.
Aula 6 - Projeto Conexões (UFAL) - Pré - Enem. Cartografia.pptx
outras projeções
outras projeções
outras projeções
outras projeções
Escalas:
A escala cartográfica indica uma relação matemática entre a dimensão real e a dimensão
projetada no mapa. É representada por uma barra de escala ou pela relação 1:X (sendo X o
valor real), sempre com os dois números na mesma unidade de comprimento (cm, km, etc),
como 1:2500 ou 1:1000000.
O tamanho da escala depende do tamanho da área escolhida para ser representada.
Costuma ser exposta na parte inferior de um mapa.
Existem 3 tipos de escala cartográfica. São elas:
•Escala gráfica;
•Escala de equivalência e;
•Escala numérica.
Os dois corriqueiramente utilizados em mapas são a escala gráfica e a escala numérica.
Escala cartográfica – Exemplo de escala gráfica
A escala gráfica é representada por um pequeno
segmento de reta graduado, sobre o qual está
estabelecida diretamente a relação entre as distâncias
no mapa indicadas a cada trecho deste segmento, e a
distância real de um território.
Desta maneira, caso a distância entre 2 construções no
mapa seja de 5 cm, a distância real entre elas será de
250 metros.
QUESTÕES:
QUESTÕES:
QUESTÕES:
2 – (ENEM 2011) Os mapas árabes ainda
desenhavam o sul em cima e o norte embaixo, mas no
século XIII a Europa já havia restabelecido a ordem
natural do universo. O norte estava em cima e o sul
embaixo. O mundo era um corpo, ao norte estava o
rosto, limpo, que olhava o céu. Ao sul estavam as partes
baixas, sujas, onde iam parar as imundícies e os seres
escuros que eram a imagem invertida dos luminosos
habitantes do norte.
QUESTÕES:
A confecção de um mapa pode significar uma leitura ideológica do espaço.
Assim, a Projeção de Mercator, muito utilizada para a visualização dos
continentes, caracteriza-se por
A) apresentar um hemisfério terrestre envolvido por um cone. As deformações
aumentam na direção da base do cone.
B) partir de um plano tangente sobre a esfera terrestre. Seus paralelos e meridianos
são projetados a partir do centro do plano.
C) conservar as formas, mas distorcer as superfícies das massas continentais. Seus
paralelos e meridianos formam ângulos retos.
D) alterar a forma dos continentes, preservando a área. Seus paralelos e meridianos
formam ângulos retos.
E) representar as formas e as superfícies dos continentes proporcionais à realidade. As
linhas de meridianos acompanham a curvatura da terra.
QUESTÕES:
A confecção de um mapa pode significar uma leitura ideológica do espaço.
Assim, a Projeção de Mercator, muito utilizada para a visualização dos
continentes, caracteriza-se por
A) apresentar um hemisfério terrestre envolvido por um cone. As deformações
aumentam na direção da base do cone.
B) partir de um plano tangente sobre a esfera terrestre. Seus paralelos e meridianos
são projetados a partir do centro do plano.
C) conservar as formas, mas distorcer as superfícies das massas continentais. Seus
paralelos e meridianos formam ângulos retos.
D) alterar a forma dos continentes, preservando a área. Seus paralelos e meridianos
formam ângulos retos.
E) representar as formas e as superfícies dos continentes proporcionais à realidade. As
linhas de meridianos acompanham a curvatura da terra.
QUESTÕES:
3 - ENEM – (2018) Anamorfose é a transformação cartográfica espacial em que a forma dos objetos
é distorcida, de forma a realçar o tema. A área das unidades espaciais às quais o tema se refere é
alterada de forma proporcional ao respectivo valor.
GASPAR, A. J. Dicionário de ciências cartográficas. Lisboa: Lidei, 2004
QUESTÕES:
A técnica descrita foi aplicada na seguinte forma de representação do
espaço:
A
)
E)
D)
C)
B)
QUESTÕES:
A técnica descrita foi aplicada na seguinte forma de representação do
espaço:
A
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E)
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C)
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Aula 6 - Projeto Conexões (UFAL) - Pré - Enem. Cartografia.pptx
REFERÊNCIAS
PENA, Rodolfo F. Alves. "Simbologia dos mapas"; Brasil Escola. Disponível em:
https://brasilescola.uol.com.br/geografia/simbologia-dos-mapas.htm. Acesso em 27 de Julho de 2023.
Martinelli, M., 2003, Os mapas da geografia e cartografia temática. Contexto, São Paulo, Moraes, A. C. R.,
1981, Geografia: pequena história crítica. Hucitec, São Paulo.
IBGE – Educa.

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  • 2. CARTOGRAFIA ENEM: COMO ESSE TEMA É COBRADO?
  • 3. SÚMARIO 1. Introdução: o que é cartografia?; 2. Elementos de um mapa: 2.1. Título; 2.2. Convenções ou simbologia cartográfica; 2.3. Projeções Cartográficas; 2.4. Escalas. 3. Questões; 4. Referências
  • 4. INTRODUÇÃO O que é cartografia: Cartografia é a ciência que reúne a arte e as técnicas para produção de representações gráficas da superfície terrestre. As civilizações humanas mapeiam seus arredores há milênios. Conforme os estudos e técnicas em Cartografia foram se desenvolvendo, os mapas ficaram cada vez mais repletos de informações, e mais fáceis de ler também. Por isso, são amplamente utilizados em diversas áreas do conhecimento no que tange a espacialização de informações, na elaboração e acompanhamento de políticas públicas, e também no cotidiano, para facilitar a mobilidade e orientar e informar seus usuários.
  • 5. mapa da cidade de paris em 1618. é possível notar que o mapa, além de buscar informar o leitor sobre a cidade, preza também pela qualidade artística.
  • 6. Elementos de um mapa: Título O título costuma ser a primeira informação que o leitor de um mapa procura e recebe sobre ele. Seu objetivo é informar, de forma sucinta, o conteúdo do mapa. O título costuma estar localizado na parte superior de um mapa. Algumas informações que costumam conter no título: período (anos, meses, etc), localidade (país, cidade, bairro, etc), e tema (vegetação, densidade demográfica, linhas de metrô, etc), entre outros.
  • 8. Elementos de um mapa: convenções ou simbologia cartográfica As informações geográficas possuem características que podem ser assumidas como qualitativas ou quantitativas. Por informação qualitativa deve ser entendida como a informação que tem caráter de apresentar a tipificação da informação, ou seja, a sua qualificação. Por exemplo, uma igreja, uma estrada, um rio, uma área de vegetação, uma ocorrência de determinado tipo de solo, um tipo específico de cobertura vegetal. A simbologia adotada irá apenas qualificar o tipo de ocorrência, juntamente com o seu posicionamento geográfico, sendo estes os seus principais atributos. Já as informações quantitativas são caracterizadas por representar um valor mensurável para o fenômeno ou à sua ocorrência. Também podem dar uma ideia de hierarquia ou de priorização de elementos, ou podem associar valores quantificáveis para a representação do fenômeno. Por exemplo, a ocorrência de estradas, distintas por classes (autoestrada, 1a classe, federal, estadual, pista simples, pista dupla, etc), que fornecem uma idéia de hierarquia, ordenação ou prioridade.
  • 9. Elementos de um mapa: convenções ou simbologia cartográfica Atributo comum, por exemplo: água, jurisdição administrativa, tipo de solo ou vegetação. Usado desta forma, uma convenção de área é graficamente uniforme e cobre toda área de representação do fenômeno.
  • 10. Elementos de um mapa: projeções cartográficas. Uma projeção cartográfica nada mais é do que o resultado de um conjunto de operações que permite representar no plano, por meio de paralelos e meridianos, os fenômenos que estão dispostos na superfície de uma esfera.
  • 11. Elementos de um mapa: projeções cartográficas. Ao fazerem a transferência de informações, os cartógrafos deparam com um problema insolúvel: qualquer que seja a projeção adotada, sempre haverá algum tipo de distorção, nas áreas, nas formas ou nas distâncias da superfície terrestre. As projeções podem ser agrupadas em três categorias principais, dependendo da figura geométrica empregada em sua construção: - Cilíndricas; - Cônicas ou azimutais (também chamadas planas).
  • 12. Elementos de um mapa: projeções cartográficas.
  • 13. Elementos de um mapa: projeções cartográficas.
  • 14. Elementos de um mapa: projeções cartográficas. PRA FICAR LIGADO: A organização das Nações Unidas (ONU) utiliza como símbolo uma projeção azimutal centralizada no Polo Norte. Dessa Forma, nenhum país ocupa o centro da figura. Porém, como a maioria dos países desenvolvidos se encontra no hemisfério norte, o símbolo passa uma noção de centro-periferia geocêntrica, ou seja, ricos no centro e pobres na periferia.
  • 15. Elementos de um mapa: projeções cartográficas.
  • 16. Elementos de um mapa: projeções cartográficas a projeção cilíndrica de Mercator e Peters, as mais polêmica. Baseiam em parâmetros diferentes, duas das mais famosas projeções cilíndricas representam o mundo de maneira bastante diferenciada. Criada pelo geógrafo e cartógrafo flamengo Gerhard Kremer, o Mercator, ainda no século XVI. O ponto forte da projeção de Mercator é do tipo conforme e mantém a precisão nas distâncias, sendo usada até hoje. Esse modelo privilegia as formas dos continentes, mas distorce as áreas.
  • 17. Elementos de um mapa: projeções cartográficas a projeção cilíndrica de Mercator e Peters, as mais polêmica. Ao acusar a projeção Mercator de ser um instrumento dos países ricos, ao norte, para colonizar as nações menos desenvolvidas, ao sul, o alemão Arno Peters apresentou, em 1973, seu modelo, a projeção cilíndrica equivalente. Peters optou pela proporção entre as áreas, chegando a uma representação em que os países ao sul ganham mais destaque.
  • 23. Escalas: A escala cartográfica indica uma relação matemática entre a dimensão real e a dimensão projetada no mapa. É representada por uma barra de escala ou pela relação 1:X (sendo X o valor real), sempre com os dois números na mesma unidade de comprimento (cm, km, etc), como 1:2500 ou 1:1000000. O tamanho da escala depende do tamanho da área escolhida para ser representada. Costuma ser exposta na parte inferior de um mapa. Existem 3 tipos de escala cartográfica. São elas: •Escala gráfica; •Escala de equivalência e; •Escala numérica. Os dois corriqueiramente utilizados em mapas são a escala gráfica e a escala numérica.
  • 24. Escala cartográfica – Exemplo de escala gráfica A escala gráfica é representada por um pequeno segmento de reta graduado, sobre o qual está estabelecida diretamente a relação entre as distâncias no mapa indicadas a cada trecho deste segmento, e a distância real de um território. Desta maneira, caso a distância entre 2 construções no mapa seja de 5 cm, a distância real entre elas será de 250 metros.
  • 27. QUESTÕES: 2 – (ENEM 2011) Os mapas árabes ainda desenhavam o sul em cima e o norte embaixo, mas no século XIII a Europa já havia restabelecido a ordem natural do universo. O norte estava em cima e o sul embaixo. O mundo era um corpo, ao norte estava o rosto, limpo, que olhava o céu. Ao sul estavam as partes baixas, sujas, onde iam parar as imundícies e os seres escuros que eram a imagem invertida dos luminosos habitantes do norte.
  • 28. QUESTÕES: A confecção de um mapa pode significar uma leitura ideológica do espaço. Assim, a Projeção de Mercator, muito utilizada para a visualização dos continentes, caracteriza-se por A) apresentar um hemisfério terrestre envolvido por um cone. As deformações aumentam na direção da base do cone. B) partir de um plano tangente sobre a esfera terrestre. Seus paralelos e meridianos são projetados a partir do centro do plano. C) conservar as formas, mas distorcer as superfícies das massas continentais. Seus paralelos e meridianos formam ângulos retos. D) alterar a forma dos continentes, preservando a área. Seus paralelos e meridianos formam ângulos retos. E) representar as formas e as superfícies dos continentes proporcionais à realidade. As linhas de meridianos acompanham a curvatura da terra.
  • 29. QUESTÕES: A confecção de um mapa pode significar uma leitura ideológica do espaço. Assim, a Projeção de Mercator, muito utilizada para a visualização dos continentes, caracteriza-se por A) apresentar um hemisfério terrestre envolvido por um cone. As deformações aumentam na direção da base do cone. B) partir de um plano tangente sobre a esfera terrestre. Seus paralelos e meridianos são projetados a partir do centro do plano. C) conservar as formas, mas distorcer as superfícies das massas continentais. Seus paralelos e meridianos formam ângulos retos. D) alterar a forma dos continentes, preservando a área. Seus paralelos e meridianos formam ângulos retos. E) representar as formas e as superfícies dos continentes proporcionais à realidade. As linhas de meridianos acompanham a curvatura da terra.
  • 30. QUESTÕES: 3 - ENEM – (2018) Anamorfose é a transformação cartográfica espacial em que a forma dos objetos é distorcida, de forma a realçar o tema. A área das unidades espaciais às quais o tema se refere é alterada de forma proporcional ao respectivo valor. GASPAR, A. J. Dicionário de ciências cartográficas. Lisboa: Lidei, 2004
  • 31. QUESTÕES: A técnica descrita foi aplicada na seguinte forma de representação do espaço: A ) E) D) C) B)
  • 32. QUESTÕES: A técnica descrita foi aplicada na seguinte forma de representação do espaço: A ) E) D) C) B)
  • 34. REFERÊNCIAS PENA, Rodolfo F. Alves. "Simbologia dos mapas"; Brasil Escola. Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/geografia/simbologia-dos-mapas.htm. Acesso em 27 de Julho de 2023. Martinelli, M., 2003, Os mapas da geografia e cartografia temática. Contexto, São Paulo, Moraes, A. C. R., 1981, Geografia: pequena história crítica. Hucitec, São Paulo. IBGE – Educa.