Aula teórica sobre os conceitos gerais de metabolismos e sua importância na saúde humana.
Este ppt é muito importante para alunos só secundários e universitários
SUMÁRIO
Fontes alimentares,
Ponto defumança
Recomendações
Conceitos
Digestão das
proteínas
Proteólise, proteogenese
e sub-produtos da sua
degradação
Absorção das
proteínas
Aminoácidos e sua
utilização pela células
3.
SUMÁRIO
Visão geral doconteúdo da aula:
As transformações químicas sofridas pelos nutrientes nos tecidos permitem a obtenção da energia necessária ao
funcionamento celular.
A metabolização de tais nutrientes converge no ciclo tricarboxílico, principal fonte de coenzimas reduzidas que são
levadas às cadeias de transporte de elétrons mitocondriais, que permitem assim a obtenção da fonte energética, o
ATP.
O metabolismo dos nutrientes é muito regulado para que possa atuar ante as diversas situações fisiológicas e
patológicas.
A atividade metabólica das células nos diferentes tecidos é regulada de maneira coordenada, graças principalmente
aos hormônios.
4.
SUMÁRIO
Objectivos da aula:
Proporcionaruma visão global do metabolismo em seus aspectos energéticos e químicos (vias
metabólicas fundamentais.)..
Descrever, de um modo geral, os principais sistemas de regulação do metabolismo.
Incidir sobre os aspectos do metabolismo mais ligados à nutrição
CONCEITOS
PROTEÍNAS: são moléculasde alto peso molecular, formadas pela polimerização de
aminoácidos e constituem 50% do peso celular.
C→ Carbono
O→ Oxigênio
H→ Hidrogênio +
N→ Nitrogênio
C + O = grupo carboxílico (-COOˉ)
N + H = grupo amina (-NH3ˉ)
Ligados ao carbono central, C alfa (C2)
7.
CONCEITOS
PROTEÍNAS: são moléculasde alto peso molecular, formadas pela polimerização de
aminoácidos e constituem 50% do peso celular.
C→ Carbono
H→ Hidrogênio
O→ Oxigênio
N→ Nitrogênio
α
2 1
PROteínas >> Reacçõesde MAILLARD – reacções de escurecimento
Relação entre BIOquímica das PROteínas e NUTRIÇÃO
Importância culinária
↑Tº
14.
Saber à-proteína oupeptídeo característico do alimento – proteínas
parcialmente decompostas
Relação entre BIOquímica das PROteínas e NUTRIÇÃO
Queijos maturados Presuntos curados
15.
Sabor umami –característico do ác. Glutâmico (glutamato monosódico)
Relação entre BIOquímica das PROteínas e NUTRIÇÃO
Sabor doce ou amargo
Aditivo de gusto aos alimentos
16.
PROPRIEDADES FUNCIONAIS DASPROTEÍNAS
PFP
Hidratação
Inteiracção P-P
De superfície
Para bebida
Na panificação
Derivados de leite
Inteiração H2O-P
Síntese ezimas
Absorção e retençõa de água; molhabilidade; formação de gel;
adesividade; dispersibilidade; solubilidade e viscosidade.
Formação de gel; coagulação; formação de estrutura
(fibras e gluten)
Emulsificação; formação de espuma; formação de películas.
Solubilidade de PH; estabilidade térmica e viscosidade.
Formação matriz, filme viscoelástica e coesão; desnaturação;
formação de gel; absorção, emulsificação e aeração.
Emulsificação; retenção de gordura; viscosidade; aeração; formação
de gel e coagulação.
Formação de gel; viscosidade e solubilidade.
Catalizadores biológicos; alteram côr, textura, sabor e valor nutritive
dos alimentos.
Digestão das proteínas
Digestibilidadede fonte protéica de origem a Animal e Vegetal
Via
de
degração
metabólica
Glicose Ácidos
gordos
Proteínas
Enzimas
Falta de
digestão de
Proteínas
Sintomas de
diarreia
Falta de
absorção de
Proteínas
A falta de >>
19.
Absorção das proteínas
Factoresde complicação:
Cirrose: ↓ albumina → ↓ Lipoproteína = ↓ transporte de lípidos
Jejuno e íleo
Taxa diária de renovação
protéica (3% do todo corpóreo)
São perdidas diariamente::
- Na pele: 5g de proteína;
- No sangue: 20g;
- No TGI: 70g;
- Na massa muscular: 25g.
Amónia: eliminada pela ureia
Transporte de sódio
Regulação de aa
essenciais
Ciclo de ureia
20.
Conceitos importantes
proteogenese: conjuntode vários aminoácidos ligados entre si, formando
petídeos, armazenados no meócito.
peptídeos: forma de acumulação de aminoácidos (>100 aa) no
organismo vivo.
proteólise: egradação dos polipetídeos para disponibilização de
aminoácidos.
21.
Distribuição da glicoseno organismo
GLICOGÊNIO
GLICOSE
Glicólise
FRUTOSE Gliconeogênese
Glicogenólise
Glicogênes
e
Ácidos gordos
Esqueleto carbónico
Via das Pentoses
Sangue
Gliceraldeido
Ácido pirúvico
Diidroxiacetona
Lactato
Gli 6-P
Fru 6-P
Fru 1-6P
2 ATP
2 ADP + P
NAD
Acetil CoA
Ribose
O2
isomerase
Fosfofrutoquinase
Aldolase
Síntee de aminoácidos
isomerase
Fru 1-6P
Frutoquinase
Via dos polióis
Catarata
Tecido adiposo
NADH
DNA
Cadeia respiratória
Síntese de ácidos gordos
2 ADP + P
2 ATP
H
esteróis
colesterol
Aldolase B
Acetil CoA
Ácido cítrico Acetil CoA + oxalacetato
Ácido acetoácético
aminoácidos
ácidos godos
Malato
Síntese
ácidos
gordos
CoA
H2O
NAD H
CoA
CO2
Ácido oxalacético
CO2
CO2
1
2
3
22.
Ciclo de krebs
Distribuiçãoda glicose no organismo
Acetil CoA
Ácido cítrico Acetil CoA + oxalacetato
Ácido acetoácético
ácidos godos
CoA
H2O
CO2
Ácido oxalacético
Ácido isocítrico
Ácido alfa-cetoglutárico
H NAD
Ácido succínico
Ácido fumárico
Ácido málico
H2O
CO2
H NAD
ATP
CoA
FAD H
H2O
NAD H
H2O
H2O
23.
Distribuição da gordurano organismo
glicogênio
glicose Lipólise
frutose
Liponeogenese
Glicogenólise
Glicogênes
e
Ácidos gordos Sangue
GLICERALDEIDO 3-P
Ácido pirúvico
Diidroxiacetona
Lactato
NAD
Acetil CoA O2
isomerase
Fru 1-6P
Frutoquinase
Tecido adiposo
2 ADP + P
2 ATP
H
esteróis
colesterol
Aldolase B
Acetil CoA
ÁCIDO CÍTRICO Acetil CoA + oxalacetato
ÁCIDO ACETOÁCÉTICO
aminoácidos
ácidos godos
Malato
Síntese
ácidos
gordos
CoA
H2O
NAD
H CoA
CO2
ÁCIDO OXALACÉTICO
CO2
CO2
glicerol 3-p glicerol
triglicerideo
TECIDO ADIPOSO
ÁCIDO OXALACÉTICO
Acetona Dihidroxibutirico
pulmão cetonúria urinal
triglicerideos
Beta-oxidação
O que é cotose
e acidose???
Sais biliares
24.
Distribuição da glicoseno organismo – Relacionado a Proteína
GLICOGÊNIO
GLICOSE
Glicólise
FRUTOSE Gliconeogênese
Glicogenólise
Glicogênes
e
Ácidos gordos
Esqueleto carbónico
Via das Pentoses
Sangue
Gliceraldeido
Ácido pirúvico
Diidroxiacetona
Lactato
Gli 6-P
Fru 6-P
Fru 1-6P
2 ATP
2 ADP + P
NAD
Acetil CoA
Ribose
O2
isomerase
Fosfofrutoquinase
Aldolase
Síntee de aminoácidos
isomerase
Fru 1-6P
Frutoquinase
Via dos polióis
Catarata
Tecido adiposo
NADH
DNA
Cadeia respiratória
Síntese de ácidos gordos
2 ADP + P
2 ATP
H
esteróis
colesterol
Aldolase B
Acetil CoA
Ácido cítrico Acetil CoA + oxalacetato
Ácido acetoácético
aminoácidos
ácidos godos
Malato
Síntese
ácidos
gordos
CoA
H2O
NAD
H
CoA
CO2
Ácido oxalacético
CO2
CO2
1
25.
Distribuição da gordurano organismo – Relacionado a Proteína
glicogênio
glicose Proteólise
frutose
Glicogenólise
Glicogênes
e
Ácidos gordos Sangue
GLICERALDEIDO 3-P
Ácido pirúvico
Diidroxiacetona
Lactato
NAD
Acetil CoA O2
isomerase
Fru 1-6P
Frutoquinase
Tecido adiposo
2 ADP + P
2 ATP
H
esteróis
colesterol
Aldolase B
Acetil CoA
ÁCIDO CÍTRICO Acetil CoA + oxalacetato
ácido acetoácético
AMINOÁCIDOS
ácidos godos
Malato
Síntese
ácidos
gordos
CoA
H2O
NAD
H CoA
CO2
ÁCIDO OXALACÉTICO
CO2
CO2
aminoácidos Peptídeos
Proteína
Meócito
ÁCIDO OXALACÉTICO
Acetona dihidroxibutirico
pulmão cetonúria urinal
Protéina
Beta-oxidação
Sais biliares
26.
Referências
Livros de bioquímica
1.David L. Nelson, et al. Princípios de Bioquímica de Lehninger, 6ª Edição, editora Artmed,
2014
2. Jane Rizzo Palermo. Bioquímica da Nutrição, 2ª Edição, Editora Atheneu, São Paulo – Brasil,
2014.
3. Graziela Brusch Brinques. Bioquímca dos Alimentos. Editora Pearson. São Paulo – Brasil.
2015
4. Consulta aberta.
Notas do Editor
#7 A numeração convencional de aminoácidos, os nomes tradicionais dos átomos de carbono adjacentes ao grupo carboxila são identificados pelas letras gregas a,~- y, por exemplo. Na nomenclatura oficial IUPAC, ou nomenclatura sistemática, o átomo de carbono carboxílico recebe o número 1, sendo os carbonos adjacentes numerados sequencialmente. Assim, o carbono-a dos nomes tradicionais é o carbono-2 na nomenclatura sistemática.
#8 Ligação carboxila de um aa com a de um grupo amina de um outro aa
#9 Ligação carboxila de um aa com a de um grupo amina de um outro aa
#10 Ligação carboxila de um aa com a de um grupo amina de um outro aa
#16 Ligação carboxila de um aa com a de um grupo amina de um outro aa
#17 A pepsina é considerada uma endopeptidase porque hidrolisa ligações peptídicas do interior da cadeia de aminoácidos, formando moléculas menores de polipeptídeos que seguirão para o intestino delgado
#19 Fígado: glicose como substância de degração (glicogenólise e gliconegênese)
Músculo: glicose como fonte de utilização: fonte de energia
#21 Do glicog~enio até ácido pirúvico acontece no meio anaeróbico, e
De ácido pirúvico até as outras reacções acontecem no meio aeróbico.
O clico de ácido cítrico acontece na mitochondria
Em situações de super alimentação o piruvato é estimulado para produção de ácidos gordos
Papel do citrato: Como a CoA mitocondrial não pode atravessar a membrana da mitocôndria para o citosol, a porção acetil étransportada ao citosol na forma de citrato
#23 O ácido aceto-acético: se forma no figado (quando se depende só de gordura para produzir energia)
#24 Do glicog~enio até ácido pirúvico acontece no meio anaeróbico, e
De ácido pirúvico até as outras reacções acontecem no meio aeróbico.
O clico de ácido cítrico acontece na mitochondria
Em situações de super alimentação o piruvato é estimulado para produção de ácidos gordos
Papel do citrato: Como a CoA mitocondrial não pode atravessar a membrana da mitocôndria para o citosol, a porção acetil étransportada ao citosol na forma de citrato
#25 O ácido aceto-acético: se forma no figado (quando se depende só de gordura para produzir energia)