SlideShare uma empresa Scribd logo
ABORDAGEM CLÁSSICA Prof. Leonardo rocha
Evolução da administração científica TAYLOR FORD FAYOL 1916 1913 TAREFAS PRODUÇÃO EM MASSA ESTRUTURA
O FORDISMO
Seguidores de Taylor ,[object Object],[object Object],[object Object],[object Object]
O FORDISMO Ford adotou  três princípios básicos ; 1) Princípio de Intensificação :  Diminuir o tempo de duração com o emprego imediato dos equipamentos e da matéria-prima e a rápida colocação do produto no mercado.  2) Princípio de Economia:  Consiste em reduzir ao mínimo o volume do estoque da matéria-prima em transformação.  3) Princípio de Produtividade:  Aumentar a capacidade de produção do homem no mesmo período (produtividade) por meio da  especialização e da linha de montagem . O operário ganha mais e o empresário tem maior produção. Ford inovou o processo do produção em série absorvendo aspectos do Taylorismo.  Consistia em organizar a linha de montagem de cada fábrica para produzir mais, controlando melhor as fontes de matérias-primas e de energia, os transportes, a formação da mão-de-obra.
FORDISMO x TAYLORISMO "O que havia de especial em Ford (e que, em última análise, distingue o fordismo do Taylorismo) era a sua visão, seu reconhecimento explícito de que a  produção de massa  significava  consumo de massa ” . “ Um novo sistema de reprodução do trabalho, uma nova política de controle e gerência do trabalho, uma nova estética e uma nova psicologia, em suma, um novo tipo de sociedade democrática, racionalizada, modernista e populista“
FORDISMO - Características ,[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],Muitas das práticas administrativas de Ford era conservadoras ou não respondiam às mudanças dos tempos, e o seu domínio sobre o mercado automobilístico foi-lhe pouco a pouco arrancado por empresas com teorias e práticas administrativas mais avançadas.
Henry Ford e a Linha de Montagem ,[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object]
Aspectos da Produção em série ,[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object]
Curiosidades ,[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object]
Observações ,[object Object],[object Object],[object Object]
Indicação de filmes Ford – O homem e a máquina Tucker – um homem e seu sonho Fantástica fábrica de chocolates Fábrica de loucuras
TEORIA CLÁSSICA  DA ADMINISTRAÇÃO ÊNFASE: ESTRUTURA “ Organizando a estrutura da empresa”
HENRI FAYOL  (1841 – 1925) ,[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object]
Fayol afirma a necessidade de um ensino organizado e metodológico da Administração, de caráter geral para  formar administradores , a partir de suas aptidões e qualidades pessoais. Em sua época, essa idéia era uma novidade. A Teoria Clássica ao contrário da Administração Científica se preocupa com a  divisão no nível dos órgãos que compõem a organização , isto é, com os departamentos, divisões, seções e unidades. Administração como Ciência
ABORDAGEM Os aspectos organizacionais são analisados.. ...  de cima para baixo  (da direção, para execução) ...  e do todo para as partes  (da síntese para a análise),  exatamente ao contrário da abordagem de Taylor. Os objetivos tanto da Administração Científica quanto da Teoria Clássica são os mesmo:  a busca da eficiência das organizações . A diferença esta no foco:  Fayol focava a administração e os cargos de gerencia
1. Funções Técnicas:  relacionadas com a produção de bens ou de serviços da empresa. 2. Funções Comerciais:  relacionadas com a compra, venda e permutação. 3. Funções Financeiras:  relacionadas com a procura e gerência de capitais. 4. Funções de Segurança:  relacionadas com a proteção e preservação dos bens e das pessoas. 5. Funções Contábeis:  relacionadas com inventários, registros, balanços, custos e estatísticas. 6.  Funções Administrativas :  coordenam e sincronizam as demais funções. SEGUNDO FAYOL  A EMPRESA TINHA  6 FUNÇÕES BÁSICAS :
Para Fayol existe uma proporcionalidade da função administrativa, isto é, ela se  reparte por todos os níveis da hierarquia da empresa   e não é privativa da alta cúpula.  Em outros termos, a função administrativa não se concentra exclusivamente no topo da empresa, nem é privilégio dos diretores, mas é  distribuída proporcionalmente entre todos os níveis hierárquicos .   À medida que se desce na escala hierárquica, mais aumenta a proporção das outras funções da empresa e, à medida que se sobe na escala hierárquica, mais aumenta a extensão e o volume das funções administrativas. A FUNÇÃO ADMINISTRATIVA
PROPORÇÃO DAS FUNÇÕES
A capacidade principal de um operário é a  capacidade técnica. A capacidade principal do diretor é a  capacidade administrativa. A medida que se eleva na escala hierárquica, a importância relativa da capacidade administrativa aumenta, enquanto a capacidade técnica diminui. AS CAPACIDADES DAS PESSOAS  SEGUNDO FAYOL
1.  Divisão do trabalho:  Consiste na especialização das tarefas e das pessoas para aumentar a eficiência. 2.  Autoridade e responsabilidade:  Autoridade e o direito de dar ordens e o poder de esperar obediência. A responsabilidade é uma conseqüência natural da autoridade e significa o dever de prestar contas. Ambas devem estar equilibradas entre si. 3.  Disciplina:  Depende da obediência, aplicação, energia, comportamento e respeito aos acordos estabelecidos. 4.  Unidade de comando:  Cada empregado deve receber ordens apenas de um superior. É o princípio da autoridade única. PRICÍPIOS GERAIS  DE ADMINISTRAÇÃO PARA FAYOL Os 14 princípios gerais , segundo Fayol, são:
5.  Unidade de direção:  Uma cabeça e um plano para cada conjunto de atividades que tenham o mesmo objetivo. 6.  Subordinação dos interesses individuais aos gerais:  Os interesses gerais da empresa devem sobrepor-se aos interesses particulares das pessoas. 7.  Remuneração do pessoal:  Deve haver justa e garantida satisfação para os empregados e para a organização em termos de retribuição. 8.  Centralização:  Refere-se à concentração da autoridade no topo da hierarquia da organização. 9.  Cadeia escalar:  É a linha de autoridade que vai do escalão mais alto ao mais baixo em função do princípio do comando. PRICÍPIOS GERAIS  DE ADMINISTRAÇÃO PARA FAYOL
10. Ordem:  Um lugar para cada coisa e cada coisa em seus lugar. É a ordem material e humana. 11. Equidade:  Amabilidade e justiça para alcançar a lealdade do pessoal. 12. Estabilidade pessoal:  A rotatividade do pessoal é prejudicial para a eficiência da organização. Quanto mais tempo uma pessoa permanecer no cargo, tanto melhor para a empresa. 13. Iniciativa:  a capacidade de visualizar um plano e assegurar pessoalmente o seu sucesso. 14. Espírito de equipe:  A harmonia entre as pessoas são grandes forças para a organização. PRICÍPIOS GERAIS  DE ADMINISTRAÇÃO PARA FAYOL
Fayol dava a preferência pela  organização linear , que constitui um dos tipos mais simples de organização.  A organização linear se baseia nos princípios de: 1. Unidade de comando e supervisão técnica; 2. Unidade de direção; 3. Centralização da autoridade; 4. Cadeia escalar. Conceito de Linha e Staff
[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],Organização Linear
Luther Gulick (1892–1983):   POSDCORB  p lanning(planejamento),  o rganizing(organização),  s taffing(assessoria),  d irecting(direção),  co ordination(coordenação),  r eporting(informação),  b udgeting(orçamentação) Lyndall Urwick (1891-1984):  princípio da especialização (uma função); autoridade (linha clara); amplitude administrativa (chefe para 5 subordinados) e a importância da departamentalização. James Mooney & Alan Reiley(autores em 1931 da “Indústria progressiva”):  princípios de eficiência organizacional que permitiriam o alcance dos objetivos industriais de “lucro através de serviço”. Líderes da história => superior x subordinado => princípio escalar SEGUIDORES DE FAYOL
Equipe 1.  Abordagem Simplificada da Organização Formal Equipe 2.  Ausência de Trabalhos Experimentais Equipe 3.  O Extremo Racionalismo na Concepção da Administração Equipe 4.  “Teoria da Máquina” Equipe 5.  Abordagem Incompleta da Organização Equipe 6.  Abordagem de Sistema Fechado Cada equipe deverá  pesquisar, resumir e apresentar  comentários sobre a APRECIAÇÃO CRÍTICA DA TEORIA CLÁSSICA ATIVIDADE DE AULA Entrega de resumo digitado com nome dos integrantes pelo  EDMODO Apresentação oral na próxima aula

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Aula 4 adm administração clássica
Aula 4 adm   administração clássicaAula 4 adm   administração clássica
Aula 4 adm administração clássica
PMY TECNOLOGIA LTDA
 
Teorias da Administração
Teorias da AdministraçãoTeorias da Administração
Teorias da Administração
Alex Eduardo Ribeiro
 
Teoria Classica Power Point Ii
Teoria Classica Power Point IiTeoria Classica Power Point Ii
Teoria Classica Power Point Ii
lupajero
 
Teoria das organizações
Teoria das organizaçõesTeoria das organizações
Teoria das organizações
Juliana Siqueira
 
Teoria clássica da administração 2012_01
Teoria clássica da administração 2012_01Teoria clássica da administração 2012_01
Teoria clássica da administração 2012_01
Milton Henrique do Couto Neto
 
Comportamento Organizacional
Comportamento OrganizacionalComportamento Organizacional
Comportamento Organizacional
Rui Loureiro
 
Gestão de Pessoas
 Gestão de Pessoas Gestão de Pessoas
Gestão de Pessoas
Celso Alfaia Barbosa
 
Administraçao Científica (Taylorismo)
Administraçao Científica (Taylorismo)Administraçao Científica (Taylorismo)
Administraçao Científica (Taylorismo)
admetz01
 
Teoria Clássica
Teoria ClássicaTeoria Clássica
Teoria Clássica
admetz01
 
Antecedentes históricos da administração
Antecedentes históricos da administraçãoAntecedentes históricos da administração
Antecedentes históricos da administração
Sérgio Oliveira
 
Estruturas organizacionais
Estruturas organizacionaisEstruturas organizacionais
Estruturas organizacionais
Rafael Evans
 
Teoria das Organizações
Teoria das OrganizaçõesTeoria das Organizações
Teoria das Organizações
Claudio Toldo
 
Frederick winslow taylor
Frederick winslow taylorFrederick winslow taylor
Frederick winslow taylor
Natália Carvalho
 
Teorias Administrativas - Henri Fayol
Teorias Administrativas - Henri FayolTeorias Administrativas - Henri Fayol
Teorias Administrativas - Henri Fayol
Franciéle Garcês
 
Teoria comportamental slide
Teoria comportamental  slideTeoria comportamental  slide
Teoria comportamental slide
Sabrina Suellen
 
04. Teoria Clássica
04. Teoria Clássica04. Teoria Clássica
04. Teoria Clássica
Debora Miceli
 
Teoria clássica fayol - Administração
Teoria clássica fayol - AdministraçãoTeoria clássica fayol - Administração
Teoria clássica fayol - Administração
Márcio Aquino dos Santos
 
Gestão de Pessoas - Contexto atual e Gestão por Competências
Gestão de Pessoas - Contexto atual e Gestão por CompetênciasGestão de Pessoas - Contexto atual e Gestão por Competências
Gestão de Pessoas - Contexto atual e Gestão por Competências
Marcos Alves
 
Abordagem Estruturalista
Abordagem EstruturalistaAbordagem Estruturalista
Abordagem Estruturalista
César de Souza
 
Teoria geral da administração
Teoria geral da administraçãoTeoria geral da administração
Teoria geral da administração
Denis Carlos Sodré
 

Mais procurados (20)

Aula 4 adm administração clássica
Aula 4 adm   administração clássicaAula 4 adm   administração clássica
Aula 4 adm administração clássica
 
Teorias da Administração
Teorias da AdministraçãoTeorias da Administração
Teorias da Administração
 
Teoria Classica Power Point Ii
Teoria Classica Power Point IiTeoria Classica Power Point Ii
Teoria Classica Power Point Ii
 
Teoria das organizações
Teoria das organizaçõesTeoria das organizações
Teoria das organizações
 
Teoria clássica da administração 2012_01
Teoria clássica da administração 2012_01Teoria clássica da administração 2012_01
Teoria clássica da administração 2012_01
 
Comportamento Organizacional
Comportamento OrganizacionalComportamento Organizacional
Comportamento Organizacional
 
Gestão de Pessoas
 Gestão de Pessoas Gestão de Pessoas
Gestão de Pessoas
 
Administraçao Científica (Taylorismo)
Administraçao Científica (Taylorismo)Administraçao Científica (Taylorismo)
Administraçao Científica (Taylorismo)
 
Teoria Clássica
Teoria ClássicaTeoria Clássica
Teoria Clássica
 
Antecedentes históricos da administração
Antecedentes históricos da administraçãoAntecedentes históricos da administração
Antecedentes históricos da administração
 
Estruturas organizacionais
Estruturas organizacionaisEstruturas organizacionais
Estruturas organizacionais
 
Teoria das Organizações
Teoria das OrganizaçõesTeoria das Organizações
Teoria das Organizações
 
Frederick winslow taylor
Frederick winslow taylorFrederick winslow taylor
Frederick winslow taylor
 
Teorias Administrativas - Henri Fayol
Teorias Administrativas - Henri FayolTeorias Administrativas - Henri Fayol
Teorias Administrativas - Henri Fayol
 
Teoria comportamental slide
Teoria comportamental  slideTeoria comportamental  slide
Teoria comportamental slide
 
04. Teoria Clássica
04. Teoria Clássica04. Teoria Clássica
04. Teoria Clássica
 
Teoria clássica fayol - Administração
Teoria clássica fayol - AdministraçãoTeoria clássica fayol - Administração
Teoria clássica fayol - Administração
 
Gestão de Pessoas - Contexto atual e Gestão por Competências
Gestão de Pessoas - Contexto atual e Gestão por CompetênciasGestão de Pessoas - Contexto atual e Gestão por Competências
Gestão de Pessoas - Contexto atual e Gestão por Competências
 
Abordagem Estruturalista
Abordagem EstruturalistaAbordagem Estruturalista
Abordagem Estruturalista
 
Teoria geral da administração
Teoria geral da administraçãoTeoria geral da administração
Teoria geral da administração
 

Destaque

Teoria clássica
Teoria clássicaTeoria clássica
Teoria clássica
Susana Pimentel
 
Henry fayol
Henry fayolHenry fayol
Administração Científica de Taylor
Administração Científica de TaylorAdministração Científica de Taylor
Administração Científica de Taylor
Emma Baltazar
 
Fordismo E Taylorismo
Fordismo E TaylorismoFordismo E Taylorismo
Fordismo E Taylorismo
Jaque_
 
Taylorismo, fordismo e toyotismo 3 1
Taylorismo, fordismo e toyotismo 3 1Taylorismo, fordismo e toyotismo 3 1
Taylorismo, fordismo e toyotismo 3 1
edsonfgodoy
 
taylor ,fayol,ford e gant
taylor ,fayol,ford e ganttaylor ,fayol,ford e gant
taylor ,fayol,ford e gant
Walter Oliveira
 
FORDISMO, TAYLORISMO E TOYOTISMO
FORDISMO, TAYLORISMO E TOYOTISMOFORDISMO, TAYLORISMO E TOYOTISMO
FORDISMO, TAYLORISMO E TOYOTISMO
Prof. Noe Assunção
 
Slides Dinamica Henri Fayol (sem vídeo)
Slides Dinamica Henri Fayol (sem vídeo)Slides Dinamica Henri Fayol (sem vídeo)
Slides Dinamica Henri Fayol (sem vídeo)
Saulo Vinícius Pereira
 
Fordismo
FordismoFordismo
Fordismo
SuperaInf
 
Administração Ford
Administração FordAdministração Ford
Administração Ford
Herlon Moitinho
 
Karl marx
Karl marxKarl marx
Karl marx
Tamires Deolin
 
Henry ford, Peter Drucker e Frederick Taylor
Henry ford, Peter Drucker e Frederick TaylorHenry ford, Peter Drucker e Frederick Taylor
Henry ford, Peter Drucker e Frederick Taylor
João Silva
 
Teoria CláSsica Da AdministraçãO
Teoria CláSsica Da AdministraçãOTeoria CláSsica Da AdministraçãO
Teoria CláSsica Da AdministraçãO
UEM
 
2 escola classica da administracao
2   escola classica da administracao2   escola classica da administracao
2 escola classica da administracao
Isabella Couto Reis
 
Fordismo
FordismoFordismo
Introdução a administração 2012_01
Introdução a administração 2012_01Introdução a administração 2012_01
Introdução a administração 2012_01
Milton Henrique do Couto Neto
 
Teoria científica - Fordismo
Teoria científica - FordismoTeoria científica - Fordismo
Teoria científica - Fordismo
Reginaldo Marcos Martins
 
Taylorismo e Fordismo
Taylorismo e FordismoTaylorismo e Fordismo
Taylorismo e Fordismo
Sergio Pinto
 
Tga clássica
Tga clássicaTga clássica
Tga clássica
Charles BENIGNO
 
Fordismo
FordismoFordismo
Fordismo
admetz01
 

Destaque (20)

Teoria clássica
Teoria clássicaTeoria clássica
Teoria clássica
 
Henry fayol
Henry fayolHenry fayol
Henry fayol
 
Administração Científica de Taylor
Administração Científica de TaylorAdministração Científica de Taylor
Administração Científica de Taylor
 
Fordismo E Taylorismo
Fordismo E TaylorismoFordismo E Taylorismo
Fordismo E Taylorismo
 
Taylorismo, fordismo e toyotismo 3 1
Taylorismo, fordismo e toyotismo 3 1Taylorismo, fordismo e toyotismo 3 1
Taylorismo, fordismo e toyotismo 3 1
 
taylor ,fayol,ford e gant
taylor ,fayol,ford e ganttaylor ,fayol,ford e gant
taylor ,fayol,ford e gant
 
FORDISMO, TAYLORISMO E TOYOTISMO
FORDISMO, TAYLORISMO E TOYOTISMOFORDISMO, TAYLORISMO E TOYOTISMO
FORDISMO, TAYLORISMO E TOYOTISMO
 
Slides Dinamica Henri Fayol (sem vídeo)
Slides Dinamica Henri Fayol (sem vídeo)Slides Dinamica Henri Fayol (sem vídeo)
Slides Dinamica Henri Fayol (sem vídeo)
 
Fordismo
FordismoFordismo
Fordismo
 
Administração Ford
Administração FordAdministração Ford
Administração Ford
 
Karl marx
Karl marxKarl marx
Karl marx
 
Henry ford, Peter Drucker e Frederick Taylor
Henry ford, Peter Drucker e Frederick TaylorHenry ford, Peter Drucker e Frederick Taylor
Henry ford, Peter Drucker e Frederick Taylor
 
Teoria CláSsica Da AdministraçãO
Teoria CláSsica Da AdministraçãOTeoria CláSsica Da AdministraçãO
Teoria CláSsica Da AdministraçãO
 
2 escola classica da administracao
2   escola classica da administracao2   escola classica da administracao
2 escola classica da administracao
 
Fordismo
FordismoFordismo
Fordismo
 
Introdução a administração 2012_01
Introdução a administração 2012_01Introdução a administração 2012_01
Introdução a administração 2012_01
 
Teoria científica - Fordismo
Teoria científica - FordismoTeoria científica - Fordismo
Teoria científica - Fordismo
 
Taylorismo e Fordismo
Taylorismo e FordismoTaylorismo e Fordismo
Taylorismo e Fordismo
 
Tga clássica
Tga clássicaTga clássica
Tga clássica
 
Fordismo
FordismoFordismo
Fordismo
 

Semelhante a Aula 4 tga - Fordismo e Abordagem Clássica de Fayol

Os seguidores das idéias de taylor aula 06-03-012
Os seguidores das idéias de taylor  aula 06-03-012Os seguidores das idéias de taylor  aula 06-03-012
Os seguidores das idéias de taylor aula 06-03-012
Helena Reis
 
SLIDES A PASSAR.ppt
SLIDES A PASSAR.pptSLIDES A PASSAR.ppt
SLIDES A PASSAR.ppt
JonalvoAbsairLopesLo
 
TGA Escolas.da.adm. .eap.-.unip.-.mlm
TGA Escolas.da.adm. .eap.-.unip.-.mlmTGA Escolas.da.adm. .eap.-.unip.-.mlm
TGA Escolas.da.adm. .eap.-.unip.-.mlm
Isis Struckl
 
Evolução na Administra
Evolução na AdministraEvolução na Administra
Evolução na Administra
Wanderlei Queiroga
 
Modelos de produção
Modelos de produçãoModelos de produção
Modelos de produção
Thiago OLiveira da Silva
 
Aula4
Aula4Aula4
Aula engmet - parte 1
Aula   engmet - parte 1Aula   engmet - parte 1
Aula engmet - parte 1
engmetodos
 
Aula engmet - parte 1
Aula   engmet - parte 1Aula   engmet - parte 1
Aula engmet - parte 1
Marina Ribeiro
 
APRESENTAÇÃO DE GESTÃO INDUSTRIAL .ppt
APRESENTAÇÃO DE GESTÃO INDUSTRIAL .pptAPRESENTAÇÃO DE GESTÃO INDUSTRIAL .ppt
APRESENTAÇÃO DE GESTÃO INDUSTRIAL .ppt
Agnaldo26
 
Abordagem..
Abordagem..Abordagem..
Abordagem..
Clayton Lopes Magro
 
Trabalho Fayol, Teoria classica
Trabalho Fayol, Teoria classicaTrabalho Fayol, Teoria classica
Trabalho Fayol, Teoria classica
Renice Dos Santos
 
1) Henri Ford e Alfred Sloan
1) Henri Ford e Alfred Sloan1) Henri Ford e Alfred Sloan
Soc trabalho parte ii - aula 1 - versão blog
Soc trabalho   parte ii - aula 1 - versão blogSoc trabalho   parte ii - aula 1 - versão blog
Soc trabalho parte ii - aula 1 - versão blog
Carmem Rocha
 
Apontamentos Trabalho apresentação formas.ppt
Apontamentos Trabalho apresentação formas.pptApontamentos Trabalho apresentação formas.ppt
Apontamentos Trabalho apresentação formas.ppt
Ricardo815517
 
Aula 10 fadm
Aula 10 fadmAula 10 fadm
Aula 10 fadm
Francisco L Carvalho
 
Organizações & Sustentabilidade
Organizações & SustentabilidadeOrganizações & Sustentabilidade
Organizações & Sustentabilidade
Future Press, E-Press, Presentations,
 
Jules Henri Fayol
Jules Henri FayolJules Henri Fayol
Jules Henri Fayol
Jose Donizetti Moraes
 
Aula 1.pptx
Aula 1.pptxAula 1.pptx
Aula 1.pptx
lisasantos34
 
Racionalização
RacionalizaçãoRacionalização
Racionalização
Carla Teixeira
 
Racionalização
RacionalizaçãoRacionalização
Racionalização
Carla Teixeira
 

Semelhante a Aula 4 tga - Fordismo e Abordagem Clássica de Fayol (20)

Os seguidores das idéias de taylor aula 06-03-012
Os seguidores das idéias de taylor  aula 06-03-012Os seguidores das idéias de taylor  aula 06-03-012
Os seguidores das idéias de taylor aula 06-03-012
 
SLIDES A PASSAR.ppt
SLIDES A PASSAR.pptSLIDES A PASSAR.ppt
SLIDES A PASSAR.ppt
 
TGA Escolas.da.adm. .eap.-.unip.-.mlm
TGA Escolas.da.adm. .eap.-.unip.-.mlmTGA Escolas.da.adm. .eap.-.unip.-.mlm
TGA Escolas.da.adm. .eap.-.unip.-.mlm
 
Evolução na Administra
Evolução na AdministraEvolução na Administra
Evolução na Administra
 
Modelos de produção
Modelos de produçãoModelos de produção
Modelos de produção
 
Aula4
Aula4Aula4
Aula4
 
Aula engmet - parte 1
Aula   engmet - parte 1Aula   engmet - parte 1
Aula engmet - parte 1
 
Aula engmet - parte 1
Aula   engmet - parte 1Aula   engmet - parte 1
Aula engmet - parte 1
 
APRESENTAÇÃO DE GESTÃO INDUSTRIAL .ppt
APRESENTAÇÃO DE GESTÃO INDUSTRIAL .pptAPRESENTAÇÃO DE GESTÃO INDUSTRIAL .ppt
APRESENTAÇÃO DE GESTÃO INDUSTRIAL .ppt
 
Abordagem..
Abordagem..Abordagem..
Abordagem..
 
Trabalho Fayol, Teoria classica
Trabalho Fayol, Teoria classicaTrabalho Fayol, Teoria classica
Trabalho Fayol, Teoria classica
 
1) Henri Ford e Alfred Sloan
1) Henri Ford e Alfred Sloan1) Henri Ford e Alfred Sloan
1) Henri Ford e Alfred Sloan
 
Soc trabalho parte ii - aula 1 - versão blog
Soc trabalho   parte ii - aula 1 - versão blogSoc trabalho   parte ii - aula 1 - versão blog
Soc trabalho parte ii - aula 1 - versão blog
 
Apontamentos Trabalho apresentação formas.ppt
Apontamentos Trabalho apresentação formas.pptApontamentos Trabalho apresentação formas.ppt
Apontamentos Trabalho apresentação formas.ppt
 
Aula 10 fadm
Aula 10 fadmAula 10 fadm
Aula 10 fadm
 
Organizações & Sustentabilidade
Organizações & SustentabilidadeOrganizações & Sustentabilidade
Organizações & Sustentabilidade
 
Jules Henri Fayol
Jules Henri FayolJules Henri Fayol
Jules Henri Fayol
 
Aula 1.pptx
Aula 1.pptxAula 1.pptx
Aula 1.pptx
 
Racionalização
RacionalizaçãoRacionalização
Racionalização
 
Racionalização
RacionalizaçãoRacionalização
Racionalização
 

Mais de Prof. Leonardo Rocha

MUDANÇA ORGANIZACIONAL
MUDANÇA ORGANIZACIONALMUDANÇA ORGANIZACIONAL
MUDANÇA ORGANIZACIONAL
Prof. Leonardo Rocha
 
CENÁRIOS
CENÁRIOSCENÁRIOS
CONFIGURAÇÕES
CONFIGURAÇÕESCONFIGURAÇÕES
CONFIGURAÇÕES
Prof. Leonardo Rocha
 
MODELOS DE GESTÃO
MODELOS DE GESTÃOMODELOS DE GESTÃO
MODELOS DE GESTÃO
Prof. Leonardo Rocha
 
MODELO DE NEGÓCIOS
MODELO DE NEGÓCIOSMODELO DE NEGÓCIOS
MODELO DE NEGÓCIOS
Prof. Leonardo Rocha
 
Aula de Empreendedorismo Social Unibrasil - Realidade Social
Aula de Empreendedorismo Social Unibrasil - Realidade SocialAula de Empreendedorismo Social Unibrasil - Realidade Social
Aula de Empreendedorismo Social Unibrasil - Realidade Social
Prof. Leonardo Rocha
 
Aula de Empreendedorismo Social Unibrasil - Plano de Negócios
Aula de Empreendedorismo Social Unibrasil - Plano de NegóciosAula de Empreendedorismo Social Unibrasil - Plano de Negócios
Aula de Empreendedorismo Social Unibrasil - Plano de Negócios
Prof. Leonardo Rocha
 
Aula de Empreendedorismo Social Unibrasil - Terceiro Setor
Aula de Empreendedorismo Social Unibrasil - Terceiro SetorAula de Empreendedorismo Social Unibrasil - Terceiro Setor
Aula de Empreendedorismo Social Unibrasil - Terceiro Setor
Prof. Leonardo Rocha
 
Aula de Empreendedorismo Social Unibrasil - Empreendedorismo e Inovação
Aula de Empreendedorismo Social Unibrasil - Empreendedorismo e InovaçãoAula de Empreendedorismo Social Unibrasil - Empreendedorismo e Inovação
Aula de Empreendedorismo Social Unibrasil - Empreendedorismo e Inovação
Prof. Leonardo Rocha
 
Aula de Empreendedorismo Social Unibrasil - Projetos Sociais
Aula de Empreendedorismo Social Unibrasil - Projetos SociaisAula de Empreendedorismo Social Unibrasil - Projetos Sociais
Aula de Empreendedorismo Social Unibrasil - Projetos Sociais
Prof. Leonardo Rocha
 
Aula de Empreendedorismo Social Unibrasil - Tecnologias Sociais
Aula de Empreendedorismo Social Unibrasil - Tecnologias SociaisAula de Empreendedorismo Social Unibrasil - Tecnologias Sociais
Aula de Empreendedorismo Social Unibrasil - Tecnologias Sociais
Prof. Leonardo Rocha
 
Aula de Empreendedorismo Social Unibrasil - Empreendedorismo Social
Aula de Empreendedorismo Social Unibrasil - Empreendedorismo SocialAula de Empreendedorismo Social Unibrasil - Empreendedorismo Social
Aula de Empreendedorismo Social Unibrasil - Empreendedorismo Social
Prof. Leonardo Rocha
 
Teoria Neoclássica
Teoria NeoclássicaTeoria Neoclássica
Teoria Neoclássica
Prof. Leonardo Rocha
 
Aula 9 - Configurações Organizacionais de Mintzberg
Aula 9 - Configurações Organizacionais de MintzbergAula 9 - Configurações Organizacionais de Mintzberg
Aula 9 - Configurações Organizacionais de Mintzberg
Prof. Leonardo Rocha
 
Aula 5 abordagem comportamental
Aula 5   abordagem comportamentalAula 5   abordagem comportamental
Aula 5 abordagem comportamental
Prof. Leonardo Rocha
 
Aula 4 - Reengenharia e DO
Aula 4 - Reengenharia e DOAula 4 - Reengenharia e DO
Aula 4 - Reengenharia e DO
Prof. Leonardo Rocha
 
Aula 5 - Teoria das Relações Humanas
Aula 5  - Teoria das Relações HumanasAula 5  - Teoria das Relações Humanas
Aula 5 - Teoria das Relações Humanas
Prof. Leonardo Rocha
 
Aula 4 - Organogramas, Fluxogramas e Funcionagrama
Aula 4 - Organogramas, Fluxogramas e FuncionagramaAula 4 - Organogramas, Fluxogramas e Funcionagrama
Aula 4 - Organogramas, Fluxogramas e Funcionagrama
Prof. Leonardo Rocha
 
Aula 3 - Gestão da Mudança
Aula 3 - Gestão da MudançaAula 3 - Gestão da Mudança
Aula 3 - Gestão da Mudança
Prof. Leonardo Rocha
 

Mais de Prof. Leonardo Rocha (20)

MUDANÇA ORGANIZACIONAL
MUDANÇA ORGANIZACIONALMUDANÇA ORGANIZACIONAL
MUDANÇA ORGANIZACIONAL
 
CENÁRIOS
CENÁRIOSCENÁRIOS
CENÁRIOS
 
CONFIGURAÇÕES
CONFIGURAÇÕESCONFIGURAÇÕES
CONFIGURAÇÕES
 
MODELOS DE GESTÃO
MODELOS DE GESTÃOMODELOS DE GESTÃO
MODELOS DE GESTÃO
 
MODELO DE NEGÓCIOS
MODELO DE NEGÓCIOSMODELO DE NEGÓCIOS
MODELO DE NEGÓCIOS
 
Aula de Empreendedorismo Social Unibrasil - Realidade Social
Aula de Empreendedorismo Social Unibrasil - Realidade SocialAula de Empreendedorismo Social Unibrasil - Realidade Social
Aula de Empreendedorismo Social Unibrasil - Realidade Social
 
Aula de Empreendedorismo Social Unibrasil - Plano de Negócios
Aula de Empreendedorismo Social Unibrasil - Plano de NegóciosAula de Empreendedorismo Social Unibrasil - Plano de Negócios
Aula de Empreendedorismo Social Unibrasil - Plano de Negócios
 
Aula de Empreendedorismo Social Unibrasil - Terceiro Setor
Aula de Empreendedorismo Social Unibrasil - Terceiro SetorAula de Empreendedorismo Social Unibrasil - Terceiro Setor
Aula de Empreendedorismo Social Unibrasil - Terceiro Setor
 
Aula de Empreendedorismo Social Unibrasil - Empreendedorismo e Inovação
Aula de Empreendedorismo Social Unibrasil - Empreendedorismo e InovaçãoAula de Empreendedorismo Social Unibrasil - Empreendedorismo e Inovação
Aula de Empreendedorismo Social Unibrasil - Empreendedorismo e Inovação
 
Aula de Empreendedorismo Social Unibrasil - Projetos Sociais
Aula de Empreendedorismo Social Unibrasil - Projetos SociaisAula de Empreendedorismo Social Unibrasil - Projetos Sociais
Aula de Empreendedorismo Social Unibrasil - Projetos Sociais
 
Aula de Empreendedorismo Social Unibrasil - Tecnologias Sociais
Aula de Empreendedorismo Social Unibrasil - Tecnologias SociaisAula de Empreendedorismo Social Unibrasil - Tecnologias Sociais
Aula de Empreendedorismo Social Unibrasil - Tecnologias Sociais
 
Aula de Empreendedorismo Social Unibrasil - Empreendedorismo Social
Aula de Empreendedorismo Social Unibrasil - Empreendedorismo SocialAula de Empreendedorismo Social Unibrasil - Empreendedorismo Social
Aula de Empreendedorismo Social Unibrasil - Empreendedorismo Social
 
Teoria Neoclássica
Teoria NeoclássicaTeoria Neoclássica
Teoria Neoclássica
 
Aula 9 - Configurações Organizacionais de Mintzberg
Aula 9 - Configurações Organizacionais de MintzbergAula 9 - Configurações Organizacionais de Mintzberg
Aula 9 - Configurações Organizacionais de Mintzberg
 
Aula 5 abordagem comportamental
Aula 5   abordagem comportamentalAula 5   abordagem comportamental
Aula 5 abordagem comportamental
 
Aula 4 - Reengenharia e DO
Aula 4 - Reengenharia e DOAula 4 - Reengenharia e DO
Aula 4 - Reengenharia e DO
 
Aula 5 - Teoria das Relações Humanas
Aula 5  - Teoria das Relações HumanasAula 5  - Teoria das Relações Humanas
Aula 5 - Teoria das Relações Humanas
 
Aula 4 - Organogramas, Fluxogramas e Funcionagrama
Aula 4 - Organogramas, Fluxogramas e FuncionagramaAula 4 - Organogramas, Fluxogramas e Funcionagrama
Aula 4 - Organogramas, Fluxogramas e Funcionagrama
 
Aula 3 - Gestão da Mudança
Aula 3 - Gestão da MudançaAula 3 - Gestão da Mudança
Aula 3 - Gestão da Mudança
 
Portfólio empresarial modelo
Portfólio empresarial   modeloPortfólio empresarial   modelo
Portfólio empresarial modelo
 

Último

ATIVIDADES de alfabetização do mês de junho
ATIVIDADES de alfabetização do mês de junhoATIVIDADES de alfabetização do mês de junho
ATIVIDADES de alfabetização do mês de junho
Crisnaiara
 
Slides Lição 12, Betel, Ordenança para amar o próximo, 2Tr24.pptx
Slides Lição 12, Betel, Ordenança para amar o próximo, 2Tr24.pptxSlides Lição 12, Betel, Ordenança para amar o próximo, 2Tr24.pptx
Slides Lição 12, Betel, Ordenança para amar o próximo, 2Tr24.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
Concurso FEMAR Resultado Final Etapa1-EmpregoscomEtapaII.pdf
Concurso FEMAR Resultado Final Etapa1-EmpregoscomEtapaII.pdfConcurso FEMAR Resultado Final Etapa1-EmpregoscomEtapaII.pdf
Concurso FEMAR Resultado Final Etapa1-EmpregoscomEtapaII.pdf
TathyLopes1
 
Planejamento BNCC - 4 ANO -TRIMESTRAL - ENSINO FUNDAMENTAL
Planejamento BNCC - 4 ANO -TRIMESTRAL - ENSINO FUNDAMENTALPlanejamento BNCC - 4 ANO -TRIMESTRAL - ENSINO FUNDAMENTAL
Planejamento BNCC - 4 ANO -TRIMESTRAL - ENSINO FUNDAMENTAL
katbrochier1
 
Aula04A-Potencia em CA eletricidade USP.pdf
Aula04A-Potencia em CA eletricidade USP.pdfAula04A-Potencia em CA eletricidade USP.pdf
Aula04A-Potencia em CA eletricidade USP.pdf
vitorreissouzasilva
 
-Rudolf-Laban-e-a-teoria-do-movimento.ppt
-Rudolf-Laban-e-a-teoria-do-movimento.ppt-Rudolf-Laban-e-a-teoria-do-movimento.ppt
-Rudolf-Laban-e-a-teoria-do-movimento.ppt
fagnerlopes11
 
cidadas 5° ano - ensino fundamental 2 ..
cidadas 5° ano - ensino fundamental 2 ..cidadas 5° ano - ensino fundamental 2 ..
cidadas 5° ano - ensino fundamental 2 ..
MatheusSousa716350
 
MAPAS MENTAIS Conhecimentos Pedagógicos - ATUALIZADO 2024 PROF. Fernanda.pdf
MAPAS MENTAIS Conhecimentos Pedagógicos - ATUALIZADO 2024 PROF. Fernanda.pdfMAPAS MENTAIS Conhecimentos Pedagógicos - ATUALIZADO 2024 PROF. Fernanda.pdf
MAPAS MENTAIS Conhecimentos Pedagógicos - ATUALIZADO 2024 PROF. Fernanda.pdf
GracinhaSantos6
 
Exercicios de Word Básico para a aulas de informatica Basica
Exercicios de Word Básico para a aulas de informatica BasicaExercicios de Word Básico para a aulas de informatica Basica
Exercicios de Word Básico para a aulas de informatica Basica
ElinarioCosta
 
UFCD_7211_Os sistemas do corpo humano_ imunitário, circulatório, respiratório...
UFCD_7211_Os sistemas do corpo humano_ imunitário, circulatório, respiratório...UFCD_7211_Os sistemas do corpo humano_ imunitário, circulatório, respiratório...
UFCD_7211_Os sistemas do corpo humano_ imunitário, circulatório, respiratório...
Manuais Formação
 
PP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptx
PP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptxPP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptx
PP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
Aula Aberta_Avaliação Digital no ensino basico e secundário.pdf
Aula Aberta_Avaliação Digital no ensino basico e secundário.pdfAula Aberta_Avaliação Digital no ensino basico e secundário.pdf
Aula Aberta_Avaliação Digital no ensino basico e secundário.pdf
Marília Pacheco
 
A importância das conjunções- Ensino Médio
A importância das conjunções- Ensino MédioA importância das conjunções- Ensino Médio
A importância das conjunções- Ensino Médio
nunesly
 
Aula de fundamentos de Programação Orientada a Objeto na linguagem de program...
Aula de fundamentos de Programação Orientada a Objeto na linguagem de program...Aula de fundamentos de Programação Orientada a Objeto na linguagem de program...
Aula de fundamentos de Programação Orientada a Objeto na linguagem de program...
samucajaime015
 
Aula de filosofia sobre Sexo, Gênero e sexualidade
Aula de filosofia sobre Sexo, Gênero e sexualidadeAula de filosofia sobre Sexo, Gênero e sexualidade
Aula de filosofia sobre Sexo, Gênero e sexualidade
AlessandraRibas7
 
3ª série HIS - PROVA PAULISTA DIA 1 - 1º BIM-24.pdf
3ª série HIS - PROVA PAULISTA DIA 1 - 1º BIM-24.pdf3ª série HIS - PROVA PAULISTA DIA 1 - 1º BIM-24.pdf
3ª série HIS - PROVA PAULISTA DIA 1 - 1º BIM-24.pdf
AdrianoMontagna1
 
Dicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de curso
Dicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de cursoDicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de curso
Dicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de curso
Simone399395
 
O Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdf
O Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdfO Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdf
O Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdf
silvamelosilva300
 
Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptxSlides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
Cartinhas de solidariedade e esperança.pptx
Cartinhas de solidariedade e esperança.pptxCartinhas de solidariedade e esperança.pptx
Cartinhas de solidariedade e esperança.pptx
Zenir Carmen Bez Trombeta
 

Último (20)

ATIVIDADES de alfabetização do mês de junho
ATIVIDADES de alfabetização do mês de junhoATIVIDADES de alfabetização do mês de junho
ATIVIDADES de alfabetização do mês de junho
 
Slides Lição 12, Betel, Ordenança para amar o próximo, 2Tr24.pptx
Slides Lição 12, Betel, Ordenança para amar o próximo, 2Tr24.pptxSlides Lição 12, Betel, Ordenança para amar o próximo, 2Tr24.pptx
Slides Lição 12, Betel, Ordenança para amar o próximo, 2Tr24.pptx
 
Concurso FEMAR Resultado Final Etapa1-EmpregoscomEtapaII.pdf
Concurso FEMAR Resultado Final Etapa1-EmpregoscomEtapaII.pdfConcurso FEMAR Resultado Final Etapa1-EmpregoscomEtapaII.pdf
Concurso FEMAR Resultado Final Etapa1-EmpregoscomEtapaII.pdf
 
Planejamento BNCC - 4 ANO -TRIMESTRAL - ENSINO FUNDAMENTAL
Planejamento BNCC - 4 ANO -TRIMESTRAL - ENSINO FUNDAMENTALPlanejamento BNCC - 4 ANO -TRIMESTRAL - ENSINO FUNDAMENTAL
Planejamento BNCC - 4 ANO -TRIMESTRAL - ENSINO FUNDAMENTAL
 
Aula04A-Potencia em CA eletricidade USP.pdf
Aula04A-Potencia em CA eletricidade USP.pdfAula04A-Potencia em CA eletricidade USP.pdf
Aula04A-Potencia em CA eletricidade USP.pdf
 
-Rudolf-Laban-e-a-teoria-do-movimento.ppt
-Rudolf-Laban-e-a-teoria-do-movimento.ppt-Rudolf-Laban-e-a-teoria-do-movimento.ppt
-Rudolf-Laban-e-a-teoria-do-movimento.ppt
 
cidadas 5° ano - ensino fundamental 2 ..
cidadas 5° ano - ensino fundamental 2 ..cidadas 5° ano - ensino fundamental 2 ..
cidadas 5° ano - ensino fundamental 2 ..
 
MAPAS MENTAIS Conhecimentos Pedagógicos - ATUALIZADO 2024 PROF. Fernanda.pdf
MAPAS MENTAIS Conhecimentos Pedagógicos - ATUALIZADO 2024 PROF. Fernanda.pdfMAPAS MENTAIS Conhecimentos Pedagógicos - ATUALIZADO 2024 PROF. Fernanda.pdf
MAPAS MENTAIS Conhecimentos Pedagógicos - ATUALIZADO 2024 PROF. Fernanda.pdf
 
Exercicios de Word Básico para a aulas de informatica Basica
Exercicios de Word Básico para a aulas de informatica BasicaExercicios de Word Básico para a aulas de informatica Basica
Exercicios de Word Básico para a aulas de informatica Basica
 
UFCD_7211_Os sistemas do corpo humano_ imunitário, circulatório, respiratório...
UFCD_7211_Os sistemas do corpo humano_ imunitário, circulatório, respiratório...UFCD_7211_Os sistemas do corpo humano_ imunitário, circulatório, respiratório...
UFCD_7211_Os sistemas do corpo humano_ imunitário, circulatório, respiratório...
 
PP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptx
PP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptxPP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptx
PP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptx
 
Aula Aberta_Avaliação Digital no ensino basico e secundário.pdf
Aula Aberta_Avaliação Digital no ensino basico e secundário.pdfAula Aberta_Avaliação Digital no ensino basico e secundário.pdf
Aula Aberta_Avaliação Digital no ensino basico e secundário.pdf
 
A importância das conjunções- Ensino Médio
A importância das conjunções- Ensino MédioA importância das conjunções- Ensino Médio
A importância das conjunções- Ensino Médio
 
Aula de fundamentos de Programação Orientada a Objeto na linguagem de program...
Aula de fundamentos de Programação Orientada a Objeto na linguagem de program...Aula de fundamentos de Programação Orientada a Objeto na linguagem de program...
Aula de fundamentos de Programação Orientada a Objeto na linguagem de program...
 
Aula de filosofia sobre Sexo, Gênero e sexualidade
Aula de filosofia sobre Sexo, Gênero e sexualidadeAula de filosofia sobre Sexo, Gênero e sexualidade
Aula de filosofia sobre Sexo, Gênero e sexualidade
 
3ª série HIS - PROVA PAULISTA DIA 1 - 1º BIM-24.pdf
3ª série HIS - PROVA PAULISTA DIA 1 - 1º BIM-24.pdf3ª série HIS - PROVA PAULISTA DIA 1 - 1º BIM-24.pdf
3ª série HIS - PROVA PAULISTA DIA 1 - 1º BIM-24.pdf
 
Dicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de curso
Dicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de cursoDicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de curso
Dicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de curso
 
O Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdf
O Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdfO Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdf
O Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdf
 
Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptxSlides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
 
Cartinhas de solidariedade e esperança.pptx
Cartinhas de solidariedade e esperança.pptxCartinhas de solidariedade e esperança.pptx
Cartinhas de solidariedade e esperança.pptx
 

Aula 4 tga - Fordismo e Abordagem Clássica de Fayol

  • 1. ABORDAGEM CLÁSSICA Prof. Leonardo rocha
  • 2. Evolução da administração científica TAYLOR FORD FAYOL 1916 1913 TAREFAS PRODUÇÃO EM MASSA ESTRUTURA
  • 4.
  • 5. O FORDISMO Ford adotou três princípios básicos ; 1) Princípio de Intensificação : Diminuir o tempo de duração com o emprego imediato dos equipamentos e da matéria-prima e a rápida colocação do produto no mercado. 2) Princípio de Economia: Consiste em reduzir ao mínimo o volume do estoque da matéria-prima em transformação. 3) Princípio de Produtividade: Aumentar a capacidade de produção do homem no mesmo período (produtividade) por meio da especialização e da linha de montagem . O operário ganha mais e o empresário tem maior produção. Ford inovou o processo do produção em série absorvendo aspectos do Taylorismo. Consistia em organizar a linha de montagem de cada fábrica para produzir mais, controlando melhor as fontes de matérias-primas e de energia, os transportes, a formação da mão-de-obra.
  • 6. FORDISMO x TAYLORISMO "O que havia de especial em Ford (e que, em última análise, distingue o fordismo do Taylorismo) era a sua visão, seu reconhecimento explícito de que a produção de massa significava consumo de massa ” . “ Um novo sistema de reprodução do trabalho, uma nova política de controle e gerência do trabalho, uma nova estética e uma nova psicologia, em suma, um novo tipo de sociedade democrática, racionalizada, modernista e populista“
  • 7.
  • 8.
  • 9.
  • 10.
  • 11.
  • 12. Indicação de filmes Ford – O homem e a máquina Tucker – um homem e seu sonho Fantástica fábrica de chocolates Fábrica de loucuras
  • 13. TEORIA CLÁSSICA DA ADMINISTRAÇÃO ÊNFASE: ESTRUTURA “ Organizando a estrutura da empresa”
  • 14.
  • 15. Fayol afirma a necessidade de um ensino organizado e metodológico da Administração, de caráter geral para formar administradores , a partir de suas aptidões e qualidades pessoais. Em sua época, essa idéia era uma novidade. A Teoria Clássica ao contrário da Administração Científica se preocupa com a divisão no nível dos órgãos que compõem a organização , isto é, com os departamentos, divisões, seções e unidades. Administração como Ciência
  • 16. ABORDAGEM Os aspectos organizacionais são analisados.. ... de cima para baixo (da direção, para execução) ... e do todo para as partes (da síntese para a análise), exatamente ao contrário da abordagem de Taylor. Os objetivos tanto da Administração Científica quanto da Teoria Clássica são os mesmo: a busca da eficiência das organizações . A diferença esta no foco: Fayol focava a administração e os cargos de gerencia
  • 17. 1. Funções Técnicas: relacionadas com a produção de bens ou de serviços da empresa. 2. Funções Comerciais: relacionadas com a compra, venda e permutação. 3. Funções Financeiras: relacionadas com a procura e gerência de capitais. 4. Funções de Segurança: relacionadas com a proteção e preservação dos bens e das pessoas. 5. Funções Contábeis: relacionadas com inventários, registros, balanços, custos e estatísticas. 6. Funções Administrativas : coordenam e sincronizam as demais funções. SEGUNDO FAYOL A EMPRESA TINHA 6 FUNÇÕES BÁSICAS :
  • 18. Para Fayol existe uma proporcionalidade da função administrativa, isto é, ela se reparte por todos os níveis da hierarquia da empresa e não é privativa da alta cúpula. Em outros termos, a função administrativa não se concentra exclusivamente no topo da empresa, nem é privilégio dos diretores, mas é distribuída proporcionalmente entre todos os níveis hierárquicos . À medida que se desce na escala hierárquica, mais aumenta a proporção das outras funções da empresa e, à medida que se sobe na escala hierárquica, mais aumenta a extensão e o volume das funções administrativas. A FUNÇÃO ADMINISTRATIVA
  • 20. A capacidade principal de um operário é a capacidade técnica. A capacidade principal do diretor é a capacidade administrativa. A medida que se eleva na escala hierárquica, a importância relativa da capacidade administrativa aumenta, enquanto a capacidade técnica diminui. AS CAPACIDADES DAS PESSOAS SEGUNDO FAYOL
  • 21. 1. Divisão do trabalho: Consiste na especialização das tarefas e das pessoas para aumentar a eficiência. 2. Autoridade e responsabilidade: Autoridade e o direito de dar ordens e o poder de esperar obediência. A responsabilidade é uma conseqüência natural da autoridade e significa o dever de prestar contas. Ambas devem estar equilibradas entre si. 3. Disciplina: Depende da obediência, aplicação, energia, comportamento e respeito aos acordos estabelecidos. 4. Unidade de comando: Cada empregado deve receber ordens apenas de um superior. É o princípio da autoridade única. PRICÍPIOS GERAIS DE ADMINISTRAÇÃO PARA FAYOL Os 14 princípios gerais , segundo Fayol, são:
  • 22. 5. Unidade de direção: Uma cabeça e um plano para cada conjunto de atividades que tenham o mesmo objetivo. 6. Subordinação dos interesses individuais aos gerais: Os interesses gerais da empresa devem sobrepor-se aos interesses particulares das pessoas. 7. Remuneração do pessoal: Deve haver justa e garantida satisfação para os empregados e para a organização em termos de retribuição. 8. Centralização: Refere-se à concentração da autoridade no topo da hierarquia da organização. 9. Cadeia escalar: É a linha de autoridade que vai do escalão mais alto ao mais baixo em função do princípio do comando. PRICÍPIOS GERAIS DE ADMINISTRAÇÃO PARA FAYOL
  • 23. 10. Ordem: Um lugar para cada coisa e cada coisa em seus lugar. É a ordem material e humana. 11. Equidade: Amabilidade e justiça para alcançar a lealdade do pessoal. 12. Estabilidade pessoal: A rotatividade do pessoal é prejudicial para a eficiência da organização. Quanto mais tempo uma pessoa permanecer no cargo, tanto melhor para a empresa. 13. Iniciativa: a capacidade de visualizar um plano e assegurar pessoalmente o seu sucesso. 14. Espírito de equipe: A harmonia entre as pessoas são grandes forças para a organização. PRICÍPIOS GERAIS DE ADMINISTRAÇÃO PARA FAYOL
  • 24. Fayol dava a preferência pela organização linear , que constitui um dos tipos mais simples de organização. A organização linear se baseia nos princípios de: 1. Unidade de comando e supervisão técnica; 2. Unidade de direção; 3. Centralização da autoridade; 4. Cadeia escalar. Conceito de Linha e Staff
  • 25.
  • 26. Luther Gulick (1892–1983): POSDCORB p lanning(planejamento), o rganizing(organização), s taffing(assessoria), d irecting(direção), co ordination(coordenação), r eporting(informação), b udgeting(orçamentação) Lyndall Urwick (1891-1984): princípio da especialização (uma função); autoridade (linha clara); amplitude administrativa (chefe para 5 subordinados) e a importância da departamentalização. James Mooney & Alan Reiley(autores em 1931 da “Indústria progressiva”): princípios de eficiência organizacional que permitiriam o alcance dos objetivos industriais de “lucro através de serviço”. Líderes da história => superior x subordinado => princípio escalar SEGUIDORES DE FAYOL
  • 27. Equipe 1. Abordagem Simplificada da Organização Formal Equipe 2. Ausência de Trabalhos Experimentais Equipe 3. O Extremo Racionalismo na Concepção da Administração Equipe 4. “Teoria da Máquina” Equipe 5. Abordagem Incompleta da Organização Equipe 6. Abordagem de Sistema Fechado Cada equipe deverá pesquisar, resumir e apresentar comentários sobre a APRECIAÇÃO CRÍTICA DA TEORIA CLÁSSICA ATIVIDADE DE AULA Entrega de resumo digitado com nome dos integrantes pelo EDMODO Apresentação oral na próxima aula