SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 43
Meios de Comunicação de Dados
Jorge Ávila – Aula 05
DHCP - Dynamic Host Configuration
Protocol
• Poderemos fazer com que o AP se torne um
servidor DHCP e assim os hosts que se
associarem a ele terão seus endereços IP
configurados dinamicamente.
• No caso de escolher a opção de servidor
DHCP, devemos configurar o Range de Ips que
serão disponibilizados via DHCP, por
exemplo, iniciando do 192.168.10.20 e
terminando no 192.168.10.50.
Algoritmos de criptografia
• É interessante (mas não
obrigatório) que se insira
uma senha para acessar à
rede.
• Esta senha deve ser
inserida no momento da
configuração do AP e a
mesma será pedida ao host
do usuário sempre que ele
quiser se conectar.
• Lembrar que o acesso à
rede sem fio é muito
inseguro.
Algoritmos de criptografia
• Qualquer um que estivesse
dentro desta área, com poucos
recursos seria capaz de
capturar a senha que estaria
trafegando pelas ondas de
radiofrequência.
• Devido a isso, é implementado
em todo AP um algoritmo de
criptografia que encripta a
senha para que esta possa ser
transmitida com segurança.
• Os algoritmos de criptografia
mais presentes nos APs são o
WEP, WPA e WPA2.
WEP – Wired Equivalent Privacy
• Criado em 1999 para o padrão 802.11
• Deveria dar privacidade equivalente à da rede
cabeada, porém seu funcionamento é muito
simplificado o que permite que seu sistema de
cifragem, feito apenas com criptografia simétrica
e com chave de tamanho muito reduzido, seja
quebrado facilmente com a ajuda de softwares
como o Aircrack
WPA – Wi-Fi Protect Access.
• Substitui o WEP na tentativa de corrigir as suas
falhas
• melhor que o WEP, pois usa um sistema de
cifragem mais elaborado, que usa tanto
criptografia simétrica quanto assimétrica e
chaves maiores
• Entretanto, o WPA não conseguiu prover
funcionalidades consideradas indispensáveis
para a segurança das empresas, vindo a ser
substituído pelo WPA2
WPA2 – Wi-Fi Protect Access 2.
• Criado pela Wi-Fi Alliance, o WPA2 provê muito
mais segurança que seus antecessores, pois possui
um algoritmo bem mais elaborado
• Faz com que seu processamento torne-se mais lento
• Ele usa o algoritmo criptográfico AES - Advanced
Encryptation Standart, que possui tamanhos de
chaves variadas.
• O WAP2 tem como padrão chaves de 256 bits.
• Devido a grande quantidade de cálculos
criptográficos, equipamentos que implementam o
WPA2 podem precisar de hardware extra para
efetuá-los.
WPA-PSK e WPA2-PSK
• PSK - "Pre-Shared Key (PSK)"
• O PSK está concebido para utilização em "home
and small office networks" em que cada
utilizador possui a mesma frase de passe.
• O WPA-PSK permite á máquina wireless
Brother associar-se a pontos de acesso
utilizando o método de encriptação TKIP ou AES
• O WPA2-PSK permite á máquina wireless
Brother associar-se a pontos de acesso
utilizando o método de encriptação AES.
WPA-PSK e WPA2-PSK
• TKIP (abreviatura para Temporal Key Integrity
Protocol) é um método de encriptação. O TKIP
disponibiliza uma chave "per-packet" que junta a
integridade da messagem e um mecanismo de
reenvio de chave.
• AES (abreviatura para Advanced Encryption
Standard) é um standard autorizado de encriptação
forte para Wi-Fi
• WPA-PSK/ WPA2-PSK e TKIP ou AES usam uma
"Pre-Shared Key" (PSK) que possui 8 ou mais
caracteres de extensão, até um máximo de 63
caracteres
Exercicio
1. Quais os elementos que formam uma rede local sem fio, do tipo Wi-Fi?
2. Qual dos padrões IEEE 802.11 é o mais vantajoso? Por quê?
3. Por que o sinal do padrão 802.11b chega a uma distância maior que o
sinal do padrão 802.11a?
4. Do que se trata a tecnologia MIMO, utilizada em alguns equipamentos de
transmissão sem fio?
5. O que é o SSID de uma rede e qual a forma mais segura de utilizá-lo?
6. O que pode acontecer se, em uma rede com dois pontos de acesso (AP)
funcionando simultaneamente, um deles estar configurado no canal 2 e o
outro no canal 3?
7. Qual a vantagem de se habilitar o protocolo DHCP no AP? O que deve ser
informado ao habilitar esta opção?
8. Explique do que se tratam os algoritmos WEP, WPA e WPA2:
9. Que função eles possuem em uma rede sem fio? Qual deles é o mais
utilizado atualmente? Qual deles é o menos utilizado e por quê?
802.16 – WiMAX – WMAN
• A tecnologia WiMAX – Worldwide
Interoperability for Microwave Access, ou
Interoperabilidade Global para Acesso por
Microondas, veio para que fosse possível termos
redes metropolitanas sem o uso de cabos.
• Protocolo IEEE 802.16
• O WiMAX oferece velocidades de acesso à
Internet semelhantes às conexões de DSL e cabo
802.16 – WiMAX – WMAN
802.16 – WiMAX – WMAN
• Estrutura da rede WiMAX é
parecida com a da Wi-Fi.
• É constituída por uma
estação-base, normalmente
como uma torre de
transmissão, e dispositivos
clientes, que normalmente
são antenas receptoras
ligadas a uma infraestrutura
cabeada para
distribuição, ou até
mesmo, repetindo o sinal
para distribuição Wi-Fi em
antenas menores.
802.16 – WiMAX – WMAN
802.16 – WiMAX – WMAN
• Velocidade de até 75Mbps
• Alcance, que pode chegar a um raio de 50km
• É possível, desta forma, interligar bairros e até cidades
em enlaces sem fio
• Áreas mais difíceis de passar cabos podem ser cobertas
por redes sem fio do tipo WiMAX. Como a região
amazonica.
802.16 – WiMAX – WMAN
• O 4G pode ser considerado uma evolução dos
padrões de telefonia e as tecnologias que são
mais exploradas na indústria são WiMax e LTE
(Long Term Evolution).
802.16 – WiMAX – WMAN
• O maior problema é o fato
do sinal não oferecer um
desempenho linear
durante a sua transmissão
dentro de um canal de
rádio.
• Em vez de o desempenho
de transmissão ser uma
linha reta, o desempenho
varia bastante de acordo
com a posição do sinal
dentro do canal.
802.16 – WiMAX – WMAN
802.16 – WiMAX – WMAN
Vídeo
Antenas
• É um condutor elétrico
ou um sistema de
condutores.
• Ela é necessária para a
transmissão e a
recepção de sinais
através do ar.
Antenas
• Na transmissão, a antena
converte energia elétrica
em energia
eletromagnética e a
antena irradia essa
energia no ar.
• Na recepção, a antena
capta energia
eletromagnética do ar e
converte essa energia em
energia elétrica.
Antenas
• Uma única antena pode ser
usada para transmissão e
recepção.
• Uma antena irradia potência
em todas as direções, mas não
apresenta o mesmo
desempenho em todas as
direções.
• Em geral, quanto maior a
frequência, mais direcional é o
feixe gerado pela antena.
Tipos de Antenas
Omnidirecionais
Direcionais
Omnidirecionais
• São a maioria das antenas.
• O seu alcance de transmissão cobre uma área
circular em torno do transmissor.
• Se duas estações estiverem se comunicando, as
estações na vizinhança devem permanecer
caladas para não haver interferência.
Omnidirecionais
Omnidirecionais
Direcionais
• Com esse tipo de antena pode-se minimizar o
problema de interferência.
• A área coberta pode ser aproximada por um
setor circular, pois a antena gera um feixe
focado. Tem grandes vantagens com o fato de a
reutilização espacial pode ser mais explorada, os
ganhos de transmissão e de recepção serem
maiores assim como o alcance de transmissão.
Direcionais
Direcionais
Vídeo
Visada Direta
• Para que haja comunicação entre transmissor e
receptor em um circuito radiofrequência é preciso
que haja visada direta entre as antenas dos dois
lados.
Visada Direta
• Por esse motivo, elas devem estar posicionadas nos
lugares mais altos (normalmente topos dos prédios) e
livres de obstáculos para que não ocorram reflexão ou
difração.
Visada Direta
• Exemplo
▫ Duas pessoas, uma em cada extremidade com uma
lanterna.
▫ Uma pessoa pode ver perfeitamente a luz da lanterna
da outra se não há nenhum obstáculo entre elas.
▫ Porém, dependendo do tamanho do obstáculo, a
quantidade de luz que pode ser vista em cada
extremidade é prejudicada ou pode até ser bloqueada
inteiramente.
▫ Traduzindo para o caso de ondas de
radiofrequência, o link poderia ser seriamente afetado
ou mesmo interrompido.
Zona de Fresnel
• Nomeado pelo físico Augustin-Jean Fresnel, é
uma das (teoricamente infinitos) elipsóides que
define a forma ou padrão da irradiação do sinal
sem fio.
Zona de Fresnel
• A Zona de Fresnel é um aspecto de suma
importância no planejamento e troubleshooting
de um link de radiofrequência.
Zona de Fresnel
• Pode ser definida como uma série de elipses
concêntricas em torno da linha de visada.
• Ela é importante para a integridade do link
porque determina uma área em torno da linha
de visada que pode introduzir interferência no
sinal caso ele seja bloqueado.
Zona de Fresnel
• Objetos na Zona de Fresnel tais como
árvores, prédios entre outros, podem produzir
reflexão, difração, absorção ou espalhamento do
sinal, causando degradação ou perda completa
do sinal.
• Tipicamente 20% de bloqueio da zona de fresnel
é aceitável por equipamentos adequados.
• Acima de 40% de bloqueio, a perda de sinal e
performance é MUITO significante.
Zona de Fresnel
Ganho
jorgeavila11.wordpress.com
Gostou ?
Compartilha...

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Cabos De Rede
Cabos De RedeCabos De Rede
Cabos De Rede
hallogui
 
Redes Óticas de Acesso: Padrão EPON e GPON
Redes Óticas de Acesso: Padrão EPON e GPONRedes Óticas de Acesso: Padrão EPON e GPON
Redes Óticas de Acesso: Padrão EPON e GPON
Thiago Reis da Silva
 
Tipos de cabos
Tipos de cabosTipos de cabos
Tipos de cabos
BrunoXina
 

Mais procurados (20)

Aula 02 meios de comunicação de dados
Aula 02 meios de comunicação de dadosAula 02 meios de comunicação de dados
Aula 02 meios de comunicação de dados
 
Redes sem fios power point
Redes sem fios power pointRedes sem fios power point
Redes sem fios power point
 
Meios de transmissão
Meios de transmissãoMeios de transmissão
Meios de transmissão
 
Redes 5 cabeamento
Redes 5 cabeamentoRedes 5 cabeamento
Redes 5 cabeamento
 
Redes I - 1.Introdução às Redes de Comunicação de Dados
Redes I - 1.Introdução às Redes de Comunicação de DadosRedes I - 1.Introdução às Redes de Comunicação de Dados
Redes I - 1.Introdução às Redes de Comunicação de Dados
 
Redes de Computadores
Redes de ComputadoresRedes de Computadores
Redes de Computadores
 
Aula 03 Meios de Comunicação de Dados
Aula 03 Meios de Comunicação de DadosAula 03 Meios de Comunicação de Dados
Aula 03 Meios de Comunicação de Dados
 
Cabos De Rede
Cabos De RedeCabos De Rede
Cabos De Rede
 
Aula 1: Conceitos de redes sem fio
Aula 1: Conceitos de redes sem fioAula 1: Conceitos de redes sem fio
Aula 1: Conceitos de redes sem fio
 
Cablagem de rede
Cablagem de redeCablagem de rede
Cablagem de rede
 
Redes Óticas de Acesso: Padrão EPON e GPON
Redes Óticas de Acesso: Padrão EPON e GPONRedes Óticas de Acesso: Padrão EPON e GPON
Redes Óticas de Acesso: Padrão EPON e GPON
 
Calculo de endereço ip
Calculo de endereço ipCalculo de endereço ip
Calculo de endereço ip
 
Tipos de cabos
Tipos de cabosTipos de cabos
Tipos de cabos
 
Endereçamento IP
Endereçamento IPEndereçamento IP
Endereçamento IP
 
Topologia de Redes
Topologia de RedesTopologia de Redes
Topologia de Redes
 
Ambiente wifi
Ambiente wifiAmbiente wifi
Ambiente wifi
 
Redes 1 introducao historico conceitos
Redes 1 introducao historico conceitosRedes 1 introducao historico conceitos
Redes 1 introducao historico conceitos
 
Meios de transmissao
Meios de transmissaoMeios de transmissao
Meios de transmissao
 
Rede de Computadores - Cabo Coaxial
Rede de Computadores - Cabo CoaxialRede de Computadores - Cabo Coaxial
Rede de Computadores - Cabo Coaxial
 
Redes de computadores
Redes de computadoresRedes de computadores
Redes de computadores
 

Semelhante a Aula 05 meios de comunicação de dados

Fr unidade 04(1)
Fr unidade 04(1)Fr unidade 04(1)
Fr unidade 04(1)
berglash
 
AULA 1 COMUNICAÇÕES MÓVEIS.pdf
AULA 1  COMUNICAÇÕES MÓVEIS.pdfAULA 1  COMUNICAÇÕES MÓVEIS.pdf
AULA 1 COMUNICAÇÕES MÓVEIS.pdf
LuizZeni
 

Semelhante a Aula 05 meios de comunicação de dados (20)

9948 – Redes e protocolos multimédia.pptx
9948 – Redes e protocolos multimédia.pptx9948 – Redes e protocolos multimédia.pptx
9948 – Redes e protocolos multimédia.pptx
 
Trabalho para o curso de segurança sobre Tecnologia de redes e computadores
Trabalho para o curso de segurança  sobre Tecnologia de redes e computadoresTrabalho para o curso de segurança  sobre Tecnologia de redes e computadores
Trabalho para o curso de segurança sobre Tecnologia de redes e computadores
 
Wireless
WirelessWireless
Wireless
 
Controle Remoto de Residências
Controle Remoto de ResidênciasControle Remoto de Residências
Controle Remoto de Residências
 
Fr unidade 04(1)
Fr unidade 04(1)Fr unidade 04(1)
Fr unidade 04(1)
 
Comunicação de Dados - Modulo 5
 Comunicação de Dados - Modulo 5 Comunicação de Dados - Modulo 5
Comunicação de Dados - Modulo 5
 
Wireless
WirelessWireless
Wireless
 
Tecnologias Atuais de Redes - Aula 2 - Redes Sem Fio [Apostila]
Tecnologias Atuais de Redes - Aula 2 - Redes Sem Fio [Apostila]Tecnologias Atuais de Redes - Aula 2 - Redes Sem Fio [Apostila]
Tecnologias Atuais de Redes - Aula 2 - Redes Sem Fio [Apostila]
 
Redes sem fio
Redes sem fioRedes sem fio
Redes sem fio
 
Redes
RedesRedes
Redes
 
Redes Sem Fio Zigbee e Técnicas de RF
Redes Sem Fio Zigbee e Técnicas de RFRedes Sem Fio Zigbee e Técnicas de RF
Redes Sem Fio Zigbee e Técnicas de RF
 
He 2015-automação-03
He 2015-automação-03He 2015-automação-03
He 2015-automação-03
 
Wimax
WimaxWimax
Wimax
 
Comdad 5
Comdad 5Comdad 5
Comdad 5
 
trabalhos de grupo
trabalhos de grupotrabalhos de grupo
trabalhos de grupo
 
Trabalho final de ipd
Trabalho final de ipdTrabalho final de ipd
Trabalho final de ipd
 
Projetos Estruturados de Redes - Parte 5
Projetos Estruturados de Redes - Parte 5Projetos Estruturados de Redes - Parte 5
Projetos Estruturados de Redes - Parte 5
 
Gv redes industriais
Gv redes industriaisGv redes industriais
Gv redes industriais
 
AULA 1 COMUNICAÇÕES MÓVEIS.pdf
AULA 1  COMUNICAÇÕES MÓVEIS.pdfAULA 1  COMUNICAÇÕES MÓVEIS.pdf
AULA 1 COMUNICAÇÕES MÓVEIS.pdf
 
REDE SEM FIO(1).pptx
REDE SEM FIO(1).pptxREDE SEM FIO(1).pptx
REDE SEM FIO(1).pptx
 

Mais de Jorge Ávila Miranda

Aula07 - Arquitetura e Manutenção de Computadores
Aula07 - Arquitetura e Manutenção de ComputadoresAula07 - Arquitetura e Manutenção de Computadores
Aula07 - Arquitetura e Manutenção de Computadores
Jorge Ávila Miranda
 

Mais de Jorge Ávila Miranda (20)

Aula16 - Jquery
Aula16 - JqueryAula16 - Jquery
Aula16 - Jquery
 
Aula15 - Array PHP
Aula15 - Array PHPAula15 - Array PHP
Aula15 - Array PHP
 
Aula13 - Estrutura de repetição (for e while) - PHP
Aula13 - Estrutura de repetição (for e while) - PHPAula13 - Estrutura de repetição (for e while) - PHP
Aula13 - Estrutura de repetição (for e while) - PHP
 
Aula14 - Funções em PHP
Aula14 - Funções em PHPAula14 - Funções em PHP
Aula14 - Funções em PHP
 
Aula Herança
Aula HerançaAula Herança
Aula Herança
 
Aula05 - Poojava
Aula05 - PoojavaAula05 - Poojava
Aula05 - Poojava
 
Aula12- PHP
Aula12- PHPAula12- PHP
Aula12- PHP
 
Aula11 - PHP
Aula11 - PHPAula11 - PHP
Aula11 - PHP
 
Aula10 -PHP
Aula10 -PHPAula10 -PHP
Aula10 -PHP
 
Aula09 - Java Script
Aula09 - Java ScriptAula09 - Java Script
Aula09 - Java Script
 
Aula08 - Java Script
Aula08 - Java ScriptAula08 - Java Script
Aula08 - Java Script
 
Aula07 - JavaScript
Aula07 - JavaScriptAula07 - JavaScript
Aula07 - JavaScript
 
Aula04-POOJAVA
Aula04-POOJAVAAula04-POOJAVA
Aula04-POOJAVA
 
Aula06 - JavaScript
Aula06 - JavaScriptAula06 - JavaScript
Aula06 - JavaScript
 
Aula05-JavaScript
Aula05-JavaScriptAula05-JavaScript
Aula05-JavaScript
 
Aula04-JavaScript
Aula04-JavaScriptAula04-JavaScript
Aula04-JavaScript
 
Aula03 - JavaScript
Aula03 - JavaScriptAula03 - JavaScript
Aula03 - JavaScript
 
Aula02 - JavaScript
Aula02 - JavaScriptAula02 - JavaScript
Aula02 - JavaScript
 
Aula01-JavaScript
Aula01-JavaScriptAula01-JavaScript
Aula01-JavaScript
 
Aula07 - Arquitetura e Manutenção de Computadores
Aula07 - Arquitetura e Manutenção de ComputadoresAula07 - Arquitetura e Manutenção de Computadores
Aula07 - Arquitetura e Manutenção de Computadores
 

Aula 05 meios de comunicação de dados

  • 1. Meios de Comunicação de Dados Jorge Ávila – Aula 05
  • 2. DHCP - Dynamic Host Configuration Protocol • Poderemos fazer com que o AP se torne um servidor DHCP e assim os hosts que se associarem a ele terão seus endereços IP configurados dinamicamente. • No caso de escolher a opção de servidor DHCP, devemos configurar o Range de Ips que serão disponibilizados via DHCP, por exemplo, iniciando do 192.168.10.20 e terminando no 192.168.10.50.
  • 3. Algoritmos de criptografia • É interessante (mas não obrigatório) que se insira uma senha para acessar à rede. • Esta senha deve ser inserida no momento da configuração do AP e a mesma será pedida ao host do usuário sempre que ele quiser se conectar. • Lembrar que o acesso à rede sem fio é muito inseguro.
  • 4. Algoritmos de criptografia • Qualquer um que estivesse dentro desta área, com poucos recursos seria capaz de capturar a senha que estaria trafegando pelas ondas de radiofrequência. • Devido a isso, é implementado em todo AP um algoritmo de criptografia que encripta a senha para que esta possa ser transmitida com segurança. • Os algoritmos de criptografia mais presentes nos APs são o WEP, WPA e WPA2.
  • 5. WEP – Wired Equivalent Privacy • Criado em 1999 para o padrão 802.11 • Deveria dar privacidade equivalente à da rede cabeada, porém seu funcionamento é muito simplificado o que permite que seu sistema de cifragem, feito apenas com criptografia simétrica e com chave de tamanho muito reduzido, seja quebrado facilmente com a ajuda de softwares como o Aircrack
  • 6. WPA – Wi-Fi Protect Access. • Substitui o WEP na tentativa de corrigir as suas falhas • melhor que o WEP, pois usa um sistema de cifragem mais elaborado, que usa tanto criptografia simétrica quanto assimétrica e chaves maiores • Entretanto, o WPA não conseguiu prover funcionalidades consideradas indispensáveis para a segurança das empresas, vindo a ser substituído pelo WPA2
  • 7. WPA2 – Wi-Fi Protect Access 2. • Criado pela Wi-Fi Alliance, o WPA2 provê muito mais segurança que seus antecessores, pois possui um algoritmo bem mais elaborado • Faz com que seu processamento torne-se mais lento • Ele usa o algoritmo criptográfico AES - Advanced Encryptation Standart, que possui tamanhos de chaves variadas. • O WAP2 tem como padrão chaves de 256 bits. • Devido a grande quantidade de cálculos criptográficos, equipamentos que implementam o WPA2 podem precisar de hardware extra para efetuá-los.
  • 8. WPA-PSK e WPA2-PSK • PSK - "Pre-Shared Key (PSK)" • O PSK está concebido para utilização em "home and small office networks" em que cada utilizador possui a mesma frase de passe. • O WPA-PSK permite á máquina wireless Brother associar-se a pontos de acesso utilizando o método de encriptação TKIP ou AES • O WPA2-PSK permite á máquina wireless Brother associar-se a pontos de acesso utilizando o método de encriptação AES.
  • 9. WPA-PSK e WPA2-PSK • TKIP (abreviatura para Temporal Key Integrity Protocol) é um método de encriptação. O TKIP disponibiliza uma chave "per-packet" que junta a integridade da messagem e um mecanismo de reenvio de chave. • AES (abreviatura para Advanced Encryption Standard) é um standard autorizado de encriptação forte para Wi-Fi • WPA-PSK/ WPA2-PSK e TKIP ou AES usam uma "Pre-Shared Key" (PSK) que possui 8 ou mais caracteres de extensão, até um máximo de 63 caracteres
  • 10. Exercicio 1. Quais os elementos que formam uma rede local sem fio, do tipo Wi-Fi? 2. Qual dos padrões IEEE 802.11 é o mais vantajoso? Por quê? 3. Por que o sinal do padrão 802.11b chega a uma distância maior que o sinal do padrão 802.11a? 4. Do que se trata a tecnologia MIMO, utilizada em alguns equipamentos de transmissão sem fio? 5. O que é o SSID de uma rede e qual a forma mais segura de utilizá-lo? 6. O que pode acontecer se, em uma rede com dois pontos de acesso (AP) funcionando simultaneamente, um deles estar configurado no canal 2 e o outro no canal 3? 7. Qual a vantagem de se habilitar o protocolo DHCP no AP? O que deve ser informado ao habilitar esta opção? 8. Explique do que se tratam os algoritmos WEP, WPA e WPA2: 9. Que função eles possuem em uma rede sem fio? Qual deles é o mais utilizado atualmente? Qual deles é o menos utilizado e por quê?
  • 11. 802.16 – WiMAX – WMAN • A tecnologia WiMAX – Worldwide Interoperability for Microwave Access, ou Interoperabilidade Global para Acesso por Microondas, veio para que fosse possível termos redes metropolitanas sem o uso de cabos. • Protocolo IEEE 802.16 • O WiMAX oferece velocidades de acesso à Internet semelhantes às conexões de DSL e cabo
  • 12. 802.16 – WiMAX – WMAN
  • 13. 802.16 – WiMAX – WMAN • Estrutura da rede WiMAX é parecida com a da Wi-Fi. • É constituída por uma estação-base, normalmente como uma torre de transmissão, e dispositivos clientes, que normalmente são antenas receptoras ligadas a uma infraestrutura cabeada para distribuição, ou até mesmo, repetindo o sinal para distribuição Wi-Fi em antenas menores.
  • 14. 802.16 – WiMAX – WMAN
  • 15. 802.16 – WiMAX – WMAN • Velocidade de até 75Mbps • Alcance, que pode chegar a um raio de 50km • É possível, desta forma, interligar bairros e até cidades em enlaces sem fio • Áreas mais difíceis de passar cabos podem ser cobertas por redes sem fio do tipo WiMAX. Como a região amazonica.
  • 16. 802.16 – WiMAX – WMAN • O 4G pode ser considerado uma evolução dos padrões de telefonia e as tecnologias que são mais exploradas na indústria são WiMax e LTE (Long Term Evolution).
  • 17. 802.16 – WiMAX – WMAN • O maior problema é o fato do sinal não oferecer um desempenho linear durante a sua transmissão dentro de um canal de rádio. • Em vez de o desempenho de transmissão ser uma linha reta, o desempenho varia bastante de acordo com a posição do sinal dentro do canal.
  • 18. 802.16 – WiMAX – WMAN
  • 19. 802.16 – WiMAX – WMAN
  • 21. Antenas • É um condutor elétrico ou um sistema de condutores. • Ela é necessária para a transmissão e a recepção de sinais através do ar.
  • 22. Antenas • Na transmissão, a antena converte energia elétrica em energia eletromagnética e a antena irradia essa energia no ar. • Na recepção, a antena capta energia eletromagnética do ar e converte essa energia em energia elétrica.
  • 23. Antenas • Uma única antena pode ser usada para transmissão e recepção. • Uma antena irradia potência em todas as direções, mas não apresenta o mesmo desempenho em todas as direções. • Em geral, quanto maior a frequência, mais direcional é o feixe gerado pela antena.
  • 25. Omnidirecionais • São a maioria das antenas. • O seu alcance de transmissão cobre uma área circular em torno do transmissor. • Se duas estações estiverem se comunicando, as estações na vizinhança devem permanecer caladas para não haver interferência.
  • 28. Direcionais • Com esse tipo de antena pode-se minimizar o problema de interferência. • A área coberta pode ser aproximada por um setor circular, pois a antena gera um feixe focado. Tem grandes vantagens com o fato de a reutilização espacial pode ser mais explorada, os ganhos de transmissão e de recepção serem maiores assim como o alcance de transmissão.
  • 32. Visada Direta • Para que haja comunicação entre transmissor e receptor em um circuito radiofrequência é preciso que haja visada direta entre as antenas dos dois lados.
  • 33. Visada Direta • Por esse motivo, elas devem estar posicionadas nos lugares mais altos (normalmente topos dos prédios) e livres de obstáculos para que não ocorram reflexão ou difração.
  • 34. Visada Direta • Exemplo ▫ Duas pessoas, uma em cada extremidade com uma lanterna. ▫ Uma pessoa pode ver perfeitamente a luz da lanterna da outra se não há nenhum obstáculo entre elas. ▫ Porém, dependendo do tamanho do obstáculo, a quantidade de luz que pode ser vista em cada extremidade é prejudicada ou pode até ser bloqueada inteiramente. ▫ Traduzindo para o caso de ondas de radiofrequência, o link poderia ser seriamente afetado ou mesmo interrompido.
  • 35. Zona de Fresnel • Nomeado pelo físico Augustin-Jean Fresnel, é uma das (teoricamente infinitos) elipsóides que define a forma ou padrão da irradiação do sinal sem fio.
  • 36. Zona de Fresnel • A Zona de Fresnel é um aspecto de suma importância no planejamento e troubleshooting de um link de radiofrequência.
  • 37. Zona de Fresnel • Pode ser definida como uma série de elipses concêntricas em torno da linha de visada. • Ela é importante para a integridade do link porque determina uma área em torno da linha de visada que pode introduzir interferência no sinal caso ele seja bloqueado.
  • 38. Zona de Fresnel • Objetos na Zona de Fresnel tais como árvores, prédios entre outros, podem produzir reflexão, difração, absorção ou espalhamento do sinal, causando degradação ou perda completa do sinal. • Tipicamente 20% de bloqueio da zona de fresnel é aceitável por equipamentos adequados. • Acima de 40% de bloqueio, a perda de sinal e performance é MUITO significante.
  • 40. Ganho
  • 41.