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Aula 03: Sistema Nervoso Autônomo /
Sistema Parassimpático
MANAUS – AM
2022
2
Cérebro
Medula Espinhal
Neurônios localizados
fora do cérebro e
medula espinhal
Tecidos periféricos → SNC
SNC → Tecidos periféricos
Sistema Nervoso Autônomo
3
Sistema Nervoso Autônomo
4
Sistema Nervoso Autônomo
5
Sistema Nervoso Autônomo
6
Sistema Nervoso Autônomo
7
Sistema Nervoso Autônomo
8
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10
Sistema Nervoso Autônomo
11
Sistema Nervoso Autônomo
12
Segmento
Tóraco-Lombar
Segmento
Crânio-Sacral
13
14
Sistema Nervoso Autônomo
15
Sistema Nervoso Autônomo
16
SISTEMA NERVOSO AUTÔNOMO
SIMPÁTICO PARASSIMPÁTICO
Fibra Pré-Ganglionar Curta Longa
Fibra Pós-Ganglionar Longa Curta
Origem dos Nervos Região Torácica e Lombar
da Medula
Região Cervical e Região
Sacral da Medula
Mediador Químico Fibras Pré-Ganglionares:
Acetilcolina
Fibras Pós-Ganglionares:
Noradrenalina
Fibras Pré-Ganglionares:
Acetilcolina
Fibras Pós-Ganglionares:
Acetilcolina
Resposta Adrenérgica Colinérgica
Sistema Nervoso Autônomo
17
Sistema Parassimpático
18
Sistema Parassimpático
19
Sistema Parassimpático
20
Duas famílias de receptores colinérgicos,
designados muscarínicos e nicotínicos, podem
ser diferenciadas entre si com base em suas
diferentes afinidades para fármacos que mimetizam
a ação da ACh (fármacos colinomiméticos).
Sistema Parassimpático
21
Muscarina Acetilcolina Nicotina
Sistema Parassimpático
22
Agonistas Colinérgicos
Os receptores muscarínicos além de se ligarem à
ACh, reconhecem a muscarina, um alcaloide que
está presente em certos cogumelos venenosos.
Porém, os receptores muscarínicos apresentam
baixa afinidade pela nicotina.
Há cinco subclasses de
receptores muscarínicos.
Contudo, somente os
receptores M1, M2 e M3 foram
caracterizados funcionalmente.
23
Os receptores nicotínicos, além de ligarem a ACh,
reconhecem a nicotina, mas têm baixa afinidade
pela muscarina.
A nicotina em concentração
baixa estimula o receptor; em
concentração alta, o bloqueia.
Agonistas Colinérgicos
24
Agonistas Colinérgicos
25
AGONISTAS COLINÉRGICOS DE AÇÃO DIRETA
Os agonistas colinérgicos mimetizam os efeitos da
ACh ligando-se diretamente aos colinoceptores
(muscarínicos ou nicotínicos).
Estes fármacos podem ser classificados em dois
grupos:
1) ésteres da colina endógenos, que incluem a ACh
e ésteres sintéticos de colina, como o carbacol e
o betanecol;
2) alcaloides de ocorrência natural, como a nicotina
e a pilocarpina.
Todos os fármacos colinérgicos
de ação direta têm efeitos mais
prolongados do que a ACh.
Agonistas Colinérgicos
26
Agonistas Colinérgicos
Betanecol
O betanecol é um éster carbamila não substituído,
relacionado estruturalmente com a Ach. Ele não tem ações
nicotínicas, mas apresenta forte atividade muscarínica.
Suas principais ações são na musculatura lisa da bexiga urinária
e no TGI.
O betanecol estimula diretamente os receptores muscarínicos,
aumentando a motilidade e o tônus intestinal. Ele também
estimula o músculo detrusor da bexiga e relaxa os músculos
trígono e o esfíncter. Esses efeitos provocam a micção.
Utilizado no tratamento urológico, o betanecol é usado para
estimular a bexiga atônica.
27
Agonistas Colinérgicos
Pilocarpina
O alcaloide pilocarpina é uma amina terciária e resiste à
hidrólise pela AChE. A pilocarpina apresenta atividade
muscarínica e é usada primariamente em oftalmologia.
Aplicada localmente no olho, a pilocarpina produz rápida miose
e contração do músculo ciliar. Quando o olho está em miose,
ocorre espasmo de acomodação. A visão se torna fixa para uma
distância particular, tornando impossível a focalização.
A pilocarpina é usada no tratamento do glaucoma.
AGONISTAS COLINÉRGICOS DE AÇÃO
INDIRETA: ANTICOLINESTERÁSICOS
(REVERSÍVEIS)
Os inibidores da AChE (fármacos anticolinesterásicos, ou
inibidores da colinesterase) promovem ações
colinérgicas indiretamente, prevenindo a degradação da
ACh. Isso resulta em acúmulo de ACh na fenda sináptica.
Agonistas Colinérgicos
28
AGONISTAS COLINÉRGICOS DE AÇÃO
INDIRETA: ANTICOLINESTERÁSICOS
(IRREVERSÍVEIS)
Inúmeros compostos organofosforados sintéticos
apresentam a propriedade de ligar-se
covalentemente à AChE. O resultado é um
aumento de longa duração nos níveis de ACh em
todos os locais onde ela é liberada. Vários
desses fármacos são extremamente tóxicos e
foram desenvolvidos como agentes “contranervos”
com fins militares.
Agonistas Colinérgicos
29
Antagonista colinérgico é um termo geral para os
fármacos que se ligam aos colinoceptores
(muscarínicos ou nicotínicos) e previnem os efeitos
da acetilcolina (ACh) ou outros agonistas
colinérgicos.
Os fármacos deste grupo clinicamente mais úteis
são os bloqueadores seletivos dos receptores
muscarínicos.
Antagonistas Colinérgicos
30
ANTIMUSCARÍNICOS
Comumente denominados de fármacos
anticolinérgicos, os fármacos antimuscarínicos (p.
ex., atropina e escopolamina) bloqueiam os
receptores muscarínicos, causando inibição das
funções muscarínicas.
Antagonistas Colinérgicos
31
Antagonistas Colinérgicos
Atropina
A atropina é um alcaloide amina terciária da beladona
com alta afinidade pelos receptores muscarínicos. Liga-se
competitivamente à ACh e impede sua ligação a esses
receptores.
Olho: A atropina bloqueia toda a atividade muscarínica no
olho, resultando em midríase persistente (dilatação da pupila).
Trato gastrintestinal (TGI): A atropina pode ser usada como
antiespasmódico para reduzir a atividade do TGI.
Secreções: A atropina bloqueia os receptores muscarínicos nas
glândulas salivares, produzindo xerostomia (secura da
boca).
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  • 1. Aula 03: Sistema Nervoso Autônomo / Sistema Parassimpático MANAUS – AM 2022
  • 2. 2 Cérebro Medula Espinhal Neurônios localizados fora do cérebro e medula espinhal Tecidos periféricos → SNC SNC → Tecidos periféricos Sistema Nervoso Autônomo
  • 9. 9
  • 13. 13
  • 16. 16 SISTEMA NERVOSO AUTÔNOMO SIMPÁTICO PARASSIMPÁTICO Fibra Pré-Ganglionar Curta Longa Fibra Pós-Ganglionar Longa Curta Origem dos Nervos Região Torácica e Lombar da Medula Região Cervical e Região Sacral da Medula Mediador Químico Fibras Pré-Ganglionares: Acetilcolina Fibras Pós-Ganglionares: Noradrenalina Fibras Pré-Ganglionares: Acetilcolina Fibras Pós-Ganglionares: Acetilcolina Resposta Adrenérgica Colinérgica Sistema Nervoso Autônomo
  • 20. 20 Duas famílias de receptores colinérgicos, designados muscarínicos e nicotínicos, podem ser diferenciadas entre si com base em suas diferentes afinidades para fármacos que mimetizam a ação da ACh (fármacos colinomiméticos). Sistema Parassimpático
  • 22. 22 Agonistas Colinérgicos Os receptores muscarínicos além de se ligarem à ACh, reconhecem a muscarina, um alcaloide que está presente em certos cogumelos venenosos. Porém, os receptores muscarínicos apresentam baixa afinidade pela nicotina. Há cinco subclasses de receptores muscarínicos. Contudo, somente os receptores M1, M2 e M3 foram caracterizados funcionalmente.
  • 23. 23 Os receptores nicotínicos, além de ligarem a ACh, reconhecem a nicotina, mas têm baixa afinidade pela muscarina. A nicotina em concentração baixa estimula o receptor; em concentração alta, o bloqueia. Agonistas Colinérgicos
  • 25. 25 AGONISTAS COLINÉRGICOS DE AÇÃO DIRETA Os agonistas colinérgicos mimetizam os efeitos da ACh ligando-se diretamente aos colinoceptores (muscarínicos ou nicotínicos). Estes fármacos podem ser classificados em dois grupos: 1) ésteres da colina endógenos, que incluem a ACh e ésteres sintéticos de colina, como o carbacol e o betanecol; 2) alcaloides de ocorrência natural, como a nicotina e a pilocarpina. Todos os fármacos colinérgicos de ação direta têm efeitos mais prolongados do que a ACh. Agonistas Colinérgicos
  • 26. 26 Agonistas Colinérgicos Betanecol O betanecol é um éster carbamila não substituído, relacionado estruturalmente com a Ach. Ele não tem ações nicotínicas, mas apresenta forte atividade muscarínica. Suas principais ações são na musculatura lisa da bexiga urinária e no TGI. O betanecol estimula diretamente os receptores muscarínicos, aumentando a motilidade e o tônus intestinal. Ele também estimula o músculo detrusor da bexiga e relaxa os músculos trígono e o esfíncter. Esses efeitos provocam a micção. Utilizado no tratamento urológico, o betanecol é usado para estimular a bexiga atônica.
  • 27. 27 Agonistas Colinérgicos Pilocarpina O alcaloide pilocarpina é uma amina terciária e resiste à hidrólise pela AChE. A pilocarpina apresenta atividade muscarínica e é usada primariamente em oftalmologia. Aplicada localmente no olho, a pilocarpina produz rápida miose e contração do músculo ciliar. Quando o olho está em miose, ocorre espasmo de acomodação. A visão se torna fixa para uma distância particular, tornando impossível a focalização. A pilocarpina é usada no tratamento do glaucoma.
  • 28. AGONISTAS COLINÉRGICOS DE AÇÃO INDIRETA: ANTICOLINESTERÁSICOS (REVERSÍVEIS) Os inibidores da AChE (fármacos anticolinesterásicos, ou inibidores da colinesterase) promovem ações colinérgicas indiretamente, prevenindo a degradação da ACh. Isso resulta em acúmulo de ACh na fenda sináptica. Agonistas Colinérgicos 28
  • 29. AGONISTAS COLINÉRGICOS DE AÇÃO INDIRETA: ANTICOLINESTERÁSICOS (IRREVERSÍVEIS) Inúmeros compostos organofosforados sintéticos apresentam a propriedade de ligar-se covalentemente à AChE. O resultado é um aumento de longa duração nos níveis de ACh em todos os locais onde ela é liberada. Vários desses fármacos são extremamente tóxicos e foram desenvolvidos como agentes “contranervos” com fins militares. Agonistas Colinérgicos 29
  • 30. Antagonista colinérgico é um termo geral para os fármacos que se ligam aos colinoceptores (muscarínicos ou nicotínicos) e previnem os efeitos da acetilcolina (ACh) ou outros agonistas colinérgicos. Os fármacos deste grupo clinicamente mais úteis são os bloqueadores seletivos dos receptores muscarínicos. Antagonistas Colinérgicos 30
  • 31. ANTIMUSCARÍNICOS Comumente denominados de fármacos anticolinérgicos, os fármacos antimuscarínicos (p. ex., atropina e escopolamina) bloqueiam os receptores muscarínicos, causando inibição das funções muscarínicas. Antagonistas Colinérgicos 31
  • 32. Antagonistas Colinérgicos Atropina A atropina é um alcaloide amina terciária da beladona com alta afinidade pelos receptores muscarínicos. Liga-se competitivamente à ACh e impede sua ligação a esses receptores. Olho: A atropina bloqueia toda a atividade muscarínica no olho, resultando em midríase persistente (dilatação da pupila). Trato gastrintestinal (TGI): A atropina pode ser usada como antiespasmódico para reduzir a atividade do TGI. Secreções: A atropina bloqueia os receptores muscarínicos nas glândulas salivares, produzindo xerostomia (secura da boca). 32