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Ainda
a transição
O nascimento para a vida real!
& EVOLUÇÃO
O homem primitivo desencarna, suspirando pelo devotamento dos
pais; expulso do vaso fisiológico, não tem outro pensamento senão
voltar. Pela oclusão de estímulos outros, os órgãos do corpo
espiritual se retraem ou se atrofiam, por ausência de função, e se
voltam, instintivamente, para a sede do governo mental, onde se
localizam, ocultos e definhados, no fulcro dos pensamentos em
circuito fechado.
Em tais circunstâncias, o monoideísmo somente é reversível
através da reencarnação. A criatura humana desencarnada, lembra
as bactérias que se transformam em esporos quando as condições
do meio se lhes apresentam inadequadas, tornando-se imóveis e
resistentes, para regressarem ao ciclo de evolução que lhes é
peculiar, tão logo se identifiquem, de novo, em ambiente propício.
Histogénese Espiritual & Evolução
O homem primitivo, na esfera extrafísica, sofre atrofia das células
espirituais, por monoideísmo auto-hipnotizante, provocado pelo
pensamento fixo-depressivo que lhe define o anseio de retorno ao abrigo
fisiológico.
Nesse período, o desencarnado “perdeu” o seu corpo espiritual,
transubstanciando-se num corpo ovoide, o que ocorre, aliás, a inúmeros
desencarnados outros, em situação de desequilíbrio, que expressa o corpo
mental da individualidade, a encerrar consigo todos os órgãos de
exteriorização da alma, nos círculos terrestres e espirituais, assim como o
ovo, aparentemente simples, guarda hoje a ave poderosa de amanhã, ou
como a semente minúscula, que conserva nos tecidos embrionários a
árvore vigorosa em que se transformará no porvir.
Monoideísmo primitivo / doentio!
Todavia, assim como o germe para
desenvolver-se no ovo precisa aquecer-se
ao calor da ave que o acolha
maternalmente e assim como a semente,
para liberar os princípios germinativos do
vegetal gigantesco, não prescinde do
berço tépido no solo, os Espíritos
desencarnados, sequiosos de
reintegração no mundo físico, necessitam
do vaso genésico da mulher que com eles
se harmoniza, nas linhas da afinidade e,
consequentemente, da herança, vaso esse
a que se aglutinam, mecanicamente, e
onde, conforme as leis da reencarnação,
operam em alguns dias todas as
ocorrências de sua evolução nos reinos
inferiores da Natureza.
Reequilíbrio no
retorno à vida
Plasma-se-lhe, com a nova forma carnal, novo veículo ao Espírito,
que se reconstitui, entretecido de células sutis, veículo este que
evoluirá ainda depois do berço e persistirá depois do túmulo.
Por milênios consecutivos o homem ensaia a desencarnação,
progredindo vagarosamente em graus de consciência, após a
decomposição do corpo somático.
A matriz uterina oferece-lhe novas formas e a alma avança em
experiência, enquanto no corpo carnal, adquirindo méritos ou
deméritos, segundo a própria conduta, e entregando-se em
seguida, no fenômeno da morte ou histólise do invólucro de
matéria física, à pausa imprescindível nas próprias atividades ou
hiato de refazimento, que pode ser longo ou rápido, para ressurgir,
pela histogênese espiritual, senhoreando novos órgãos num novo
campo de ação, no qual se demora na medida dos conhecimentos
conquistados na romagem humana.
Reencarnação-Desencarnação
É assim que a consciência nascente do homem pratica as lições da
vida, no plano espiritual, pela desencarnação ou libertação da alma,
como no plano físico...
Assim como recapitula, nos primeiros dias da existência intra-
uterina, todos os lances de sua evolução filogenética, a consciência
examina em retrospeto de minutos ou de longas horas, ao integrar-
se definitivamente em seu corpo sutil, pela histogênese espiritual -
durante o coma ou a cadaverização do veículo físico, todos os
acontecimentos da própria vida, são reavivados à memória.
Recapitulação
É que a mente, no limiar da recomposição de seu próprio veículo,
seja no renascimento biológico ou na desencarnação, revisa
automaticamente e de modo rápido todas as experiências por ela
própria vividas, imprimindo magneticamente às células, que se
desdobrarão em unidades físicas e psicossomáticas, no corpo físico
e no corpo espiritual, as diretrizes a que estarão sujeitas, dentro do
novo ciclo de evolução em que ingressam.
Esporadicamente, encarnados saídos ilesos de grandes perigos
como acidentes e suicídios frustrados, relatam semelhante
fenômeno de revisão das próprias experiências, também chamado
visão panorâmica e síntese mental.
Recapitulação
A sua iniciação no plano espiritual é pois encetada de consciência desperta e
responsável, penetrando na essência da Lei de Causa e Efeito, encontrando em
si mesmo os resultados enobrecedores ou deprimentes das próprias ações!
O nascimento para a vida real!
FASES
Cadaverização
/Crisálida
Após o esgotamento da força vital no curso da vida, através da
senectude ou da enfermidade, é que se habilita a criatura humana à
transformação mais profunda. Nesse período característico da
caducidade celular ou da moléstia irreversível, demonstra gradativa
diminuição de atividade (…) a inércia substitui-lhe os movimentos.
Protege-se, desde então, no repouso horizontal, quase sempre no
leito, preparando o trabalho liberatório. Imobiliza-se na cadaverização,
mumificando-se à feição da crisálida, mas envolvendo-se com os fios
dos próprios pensamentos, conservando-se nesse casulo de forças
mentais, tecido com as suas próprias ideias reflexas dominantes ou
secreções de sua própria mente, durante um período que pode variar
entre minutos, horas, dias, meses ou decênios.
Histogénese Espiritual
No ciclo de cadaverização da forma somática, sob o governo dinâmico de
seu corpo espiritual, padece extremas alterações que, na essência,
correspondem à histólise das células físicas, ao mesmo tempo que elabora
órgãos novos pelo fenômeno de “histogênese espiritual”, aproveitando os
elementos vivos, desagregados do tecido citoplasmático, e que se
mantinham até então, ligados à colmeia fisiológica entregue ao
desequilíbrio ou à decomposição.
Pela histogênese espiritual, os tecidos citoplasmáticos se desvencilham em
definitivo de alguns dos característicos que lhes são próprios, voltando
temporariamente, à condição de células embrionárias multiformes que se
dividem, plasmando, em novas condições, a forma do corpo espiritual,
segundo o tipo imposto pela mente.
Segregando substâncias mentais, à base de impulsos renovadores, tanto
quanto certas crisálidas que segregam um líquido especial que lhes facilita
a saída do próprio casulo, a alma que desencarna, findo o processo
histolítico das células que lhe construíam o carro biológico, logra
desvencilhar-se, mecanicamente, desligando as células sutis do seu
veículo espiritual dos remanescentes celulares agora imprestáveis.
Libertação
O nascimento para a vida real!
CÉU ou
INFERNO?
A perturbação…
A perturbação é o estado normal no instante da morte e
perdura por tempo indeterminado, de horas a anos. À medida
que se liberta como que desperta de uma anestesia geral; as
ideias são confusas, vagas, incertas; a vista apenas distingue
como que através de um nevoeiro, mas pouco a pouco se aclara,
desperta-se-lhe a memória e o conhecimento de si mesma.
Esse despertar varia imensamente: calmo, para uns, acorda-
lhes sensações deliciosas; tétrico, aterrador e ansioso, para
outros, é qual horrendo pesadelo.
A criatura humana desencarnada, intimamente aprisionada ao
casulo dos seus pensamentos dominantes, passa a revelar-se em
novo peso específico, segundo a densidade da vida mental em que
se gradua.
Finda a morte dilata-se-lhe o período de vida latente, na esfera
espiritual, onde geralmente se demora por tempo curto, incapaz
de manobrar os órgãos do seu aparelho psicossomático, por
ausência de substância mental consciente.
Sempre, no entanto, que desaproveitando as possibilidades
reencarnatórias, caem, os seres de imediato à morte, em pesada
letargia, sofrendo arrastadamente, atraídos automaticamente aos
que se lhes ajustam, retomando o organismo desta nova etapa,
sob os ascendentes do automatismo e do instinto.
Histogénese Espiritual – A culpa
Quando dilacerado e desditoso, grita a própria aflição, reunindo-se
a outros culpados do mesmo jaez, com os quais permuta os
quadros inquietantes da imaginação em desvario, tecendo, com o
plasma sutil do pensamento contínuo e atormentado, as telas
infernais em que as consequências de suas faltas se desenvolvem,
mediante as profundas e estranhas fecundações de loucura e
sofrimento que antecedem as reencarnações reparadoras;
contudo, é também aí que começa, sobrepairando o inferno e o
purgatório do remorso e da crueldade, da rebelião e da
delinquência, o sublime apostolado dos seres que se colocam em
harmonia com as Leis Divinas, almas elevadas e heroicas que, em
se agrupando intimamente, tocadas de compaixão pelos laços que
deixaram no mundo físico, iniciam, com a inspiração das Potências
Angélicas, o serviço da abnegação e renúncia, com que a glória e a
divindade do amor edificam o império do Sumo Bem, no chamado
Céu, de onde vertem mais ampla luz sobre a noite dos homens.
??? Inferno & Céu ???
O fluido perispiritual só pouco a pouco se
desprende de todos os órgãos, de sorte que a
separação só é completa e absoluta quando
não mais reste um átomo do perispírito ligado
a uma molécula do corpo.
Desenlace
O nascimento para a vida real!
SENSAÇÕES…
Sensações… A matéria inerte é
insensível - só a alma
experimenta sensações
de dor e de prazer.
Durante a vida, toda a
desagregação material
do corpo, instrumento
da dor, repercute na
alma, transmitindo
impressão mais ou
menos dolorosa.
Após a morte,
separada a alma, o
corpo pode ser
impunemente
mutilado que nada
sentirá…
O último alento quase nunca é doloroso, uma
vez que normalmente ocorre em momento de
inconsciência, mas a alma sofre antes dele a
desagregação da matéria, nas ânsias da agonia,
e, depois, as angústias da perturbação.
A extinção da vida orgânica acarreta a
separação da alma em consequência
do rompimento do laço fluídico que a
une ao corpo, mas essa separação
nunca é brusca.
A sensação dolorosa da alma,
por ocasião da morte, está na
razão direta da soma dos
pontos de contacto existentes
entre o corpo e o perispírito, e,
por conseguinte, também da
maior ou menor dificuldade que
apresenta o rompimento.
Sensações…
Sensações…
Assim sendo, se no momento em que se extingue
a vida orgânica:
o desprendimento for completo, a alma nada
sentirá absolutamente;
se a coesão for fraca, a separação torna-se fácil e
opera-se sem abalo;
se existirem ainda numerosos pontos de contacto
entre o corpo e o perispírito, a alma poderá
ressentir-se dos efeitos da decomposição do corpo,
até que o laço inteiramente se desfaça;
a coesão dos dois elementos estiver no auge de sua
força, produz-se uma espécie de rutura que reage
dolorosamente sobre a alma.
A intensidade e duração do sofrimento estão na razão direta da
afinidade existente entre corpo e perispírito.
Quanto maior for essa afinidade, de acordo com o fraco estado
moral da alma, tanto mais penosos e prolongados serão os esforços
desta para desprender-se.
Noutros o apego é quase nulo, o grau de pureza e
desmaterialização da alma é tal e a coesão ao corpo tão fraca, que
o desprendimento se opera por si mesmo, como um fruto maduro
desprendendo-se do seu caule.
Sensações & Desprendimento…
Desprendimento & Sensualidade
No homem materializado e sensual, para o qual a vida espiritual
nada significa, quando a morte se aproxima, resiste o espírito com
todas as forças contra o desprendimento, agarrando-se ao corpo,
podendo prolongar-se essa luta por dias, semanas e meses inteiros,
do qual uma força gradual quanto irresistível o arrebata com
violência, molécula por molécula..
A morte põe termo à moléstia efetiva, mas não lhe susta as
consequências, e, enquanto existirem pontos de contacto do
perispírito com o corpo, o Espírito ressente-se e sofre com as suas
impressões.
A perturbação continua além da morte: ele sente que vive, mas
não se define e material ou espiritualmente luta e luta ainda, até
que as últimas ligações do perispírito se tenham de todo rompido.
O vácuo e a incerteza do futuro, agravam-lhe as angústias.
Desprendimento
brusco…
Na morte violenta a desagregação não é gradual; não há preparação
prévia à separação do perispírito; a vida orgânica em plena
exuberância de força é subitamente aniquilada.
O desprendimento só começa depois da morte e não pode completar
-se rapidamente. O Espírito, colhido de improviso, fica como que
aturdido e sente, pensa e acredita-se vivo, numa ilusão prolongada. É
um estado intermediário entre a vida corporal e a espiritual.
Apresenta uma série infinita de modalidades que variam segundo os
conhecimentos e progressos morais do Espírito: nada tendo de
penosa para Espíritos adiantados, torna-se horrível para os atrasados.
No suicida, principalmente, excede a toda expectativa. Preso ao corpo
por todas as suas fibras, o perispírito faz repercutir na alma todas as
sensações daquele, com sofrimentos cruciantes.
EUTANÁSIA???
Desprendimento &
Velhice
Em se tratando de morte natural resultante da extinção das forças
vitais por velhice ou doença, o desprendimento opera-se
gradualmente e quase se completa antes da morte real – ainda o
corpo tem vida orgânica, já o Espírito penetra a vida espiritual,
apenas ligado por elo tão frágil que se rompe com a última pancada
do coração, do qual desperta com indizível impressão de esperança e
ventura.
Desprendimento &
Desmaterialização…
No Espírito desmaterializado, mesmo nas enfermidades mais cruéis,
sendo frágeis os laços fluídicos que o prendem ao corpo, rompem-se
suavemente; depois, a confiança do futuro entrevisto em
pensamento ou na realidade, fá-lo encarar a morte qual redenção e
as suas consequências como prova, advindo-lhe dai uma calma
resignada, que lhe ameniza o sofrimento.
Após a morte, rotos os laços, nem uma só reação dolorosa; o
despertar é lépido, desembaraçado com sensações de alívio e alegria!
“Não procures no túmulo vazio
A alma querida que deixou a Terra
A morte encerra a vida e a vida encerra
A morte – como eterno desafio
Ninguém fica no túmulo sombrio
Onde somente o corpo é que se enterra.
A alma se eleva além da vida e erra
Em mares de bonança e de amavio.
Busca no céu , nos ares, no infinito ,
Na quinta dimensão, no firmamento ,
O ser querido que te deixa aflito
Hás de encontrá-lo quando, num momento ,
Rompendo as ilusões do teu conflito ,
Possas falar-lhe pelo pensamento .”
JOSÉ HERCULANO PIRES ESPECIAL
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Aprofundando a transição: evolução, fases do desenlace e sensações inês_guinote

  • 2. O nascimento para a vida real! & EVOLUÇÃO
  • 3. O homem primitivo desencarna, suspirando pelo devotamento dos pais; expulso do vaso fisiológico, não tem outro pensamento senão voltar. Pela oclusão de estímulos outros, os órgãos do corpo espiritual se retraem ou se atrofiam, por ausência de função, e se voltam, instintivamente, para a sede do governo mental, onde se localizam, ocultos e definhados, no fulcro dos pensamentos em circuito fechado. Em tais circunstâncias, o monoideísmo somente é reversível através da reencarnação. A criatura humana desencarnada, lembra as bactérias que se transformam em esporos quando as condições do meio se lhes apresentam inadequadas, tornando-se imóveis e resistentes, para regressarem ao ciclo de evolução que lhes é peculiar, tão logo se identifiquem, de novo, em ambiente propício. Histogénese Espiritual & Evolução
  • 4. O homem primitivo, na esfera extrafísica, sofre atrofia das células espirituais, por monoideísmo auto-hipnotizante, provocado pelo pensamento fixo-depressivo que lhe define o anseio de retorno ao abrigo fisiológico. Nesse período, o desencarnado “perdeu” o seu corpo espiritual, transubstanciando-se num corpo ovoide, o que ocorre, aliás, a inúmeros desencarnados outros, em situação de desequilíbrio, que expressa o corpo mental da individualidade, a encerrar consigo todos os órgãos de exteriorização da alma, nos círculos terrestres e espirituais, assim como o ovo, aparentemente simples, guarda hoje a ave poderosa de amanhã, ou como a semente minúscula, que conserva nos tecidos embrionários a árvore vigorosa em que se transformará no porvir. Monoideísmo primitivo / doentio!
  • 5. Todavia, assim como o germe para desenvolver-se no ovo precisa aquecer-se ao calor da ave que o acolha maternalmente e assim como a semente, para liberar os princípios germinativos do vegetal gigantesco, não prescinde do berço tépido no solo, os Espíritos desencarnados, sequiosos de reintegração no mundo físico, necessitam do vaso genésico da mulher que com eles se harmoniza, nas linhas da afinidade e, consequentemente, da herança, vaso esse a que se aglutinam, mecanicamente, e onde, conforme as leis da reencarnação, operam em alguns dias todas as ocorrências de sua evolução nos reinos inferiores da Natureza. Reequilíbrio no retorno à vida
  • 6. Plasma-se-lhe, com a nova forma carnal, novo veículo ao Espírito, que se reconstitui, entretecido de células sutis, veículo este que evoluirá ainda depois do berço e persistirá depois do túmulo. Por milênios consecutivos o homem ensaia a desencarnação, progredindo vagarosamente em graus de consciência, após a decomposição do corpo somático. A matriz uterina oferece-lhe novas formas e a alma avança em experiência, enquanto no corpo carnal, adquirindo méritos ou deméritos, segundo a própria conduta, e entregando-se em seguida, no fenômeno da morte ou histólise do invólucro de matéria física, à pausa imprescindível nas próprias atividades ou hiato de refazimento, que pode ser longo ou rápido, para ressurgir, pela histogênese espiritual, senhoreando novos órgãos num novo campo de ação, no qual se demora na medida dos conhecimentos conquistados na romagem humana. Reencarnação-Desencarnação
  • 7. É assim que a consciência nascente do homem pratica as lições da vida, no plano espiritual, pela desencarnação ou libertação da alma, como no plano físico... Assim como recapitula, nos primeiros dias da existência intra- uterina, todos os lances de sua evolução filogenética, a consciência examina em retrospeto de minutos ou de longas horas, ao integrar- se definitivamente em seu corpo sutil, pela histogênese espiritual - durante o coma ou a cadaverização do veículo físico, todos os acontecimentos da própria vida, são reavivados à memória. Recapitulação
  • 8. É que a mente, no limiar da recomposição de seu próprio veículo, seja no renascimento biológico ou na desencarnação, revisa automaticamente e de modo rápido todas as experiências por ela própria vividas, imprimindo magneticamente às células, que se desdobrarão em unidades físicas e psicossomáticas, no corpo físico e no corpo espiritual, as diretrizes a que estarão sujeitas, dentro do novo ciclo de evolução em que ingressam. Esporadicamente, encarnados saídos ilesos de grandes perigos como acidentes e suicídios frustrados, relatam semelhante fenômeno de revisão das próprias experiências, também chamado visão panorâmica e síntese mental. Recapitulação A sua iniciação no plano espiritual é pois encetada de consciência desperta e responsável, penetrando na essência da Lei de Causa e Efeito, encontrando em si mesmo os resultados enobrecedores ou deprimentes das próprias ações!
  • 9. O nascimento para a vida real! FASES
  • 10. Cadaverização /Crisálida Após o esgotamento da força vital no curso da vida, através da senectude ou da enfermidade, é que se habilita a criatura humana à transformação mais profunda. Nesse período característico da caducidade celular ou da moléstia irreversível, demonstra gradativa diminuição de atividade (…) a inércia substitui-lhe os movimentos. Protege-se, desde então, no repouso horizontal, quase sempre no leito, preparando o trabalho liberatório. Imobiliza-se na cadaverização, mumificando-se à feição da crisálida, mas envolvendo-se com os fios dos próprios pensamentos, conservando-se nesse casulo de forças mentais, tecido com as suas próprias ideias reflexas dominantes ou secreções de sua própria mente, durante um período que pode variar entre minutos, horas, dias, meses ou decênios.
  • 11. Histogénese Espiritual No ciclo de cadaverização da forma somática, sob o governo dinâmico de seu corpo espiritual, padece extremas alterações que, na essência, correspondem à histólise das células físicas, ao mesmo tempo que elabora órgãos novos pelo fenômeno de “histogênese espiritual”, aproveitando os elementos vivos, desagregados do tecido citoplasmático, e que se mantinham até então, ligados à colmeia fisiológica entregue ao desequilíbrio ou à decomposição. Pela histogênese espiritual, os tecidos citoplasmáticos se desvencilham em definitivo de alguns dos característicos que lhes são próprios, voltando temporariamente, à condição de células embrionárias multiformes que se dividem, plasmando, em novas condições, a forma do corpo espiritual, segundo o tipo imposto pela mente.
  • 12. Segregando substâncias mentais, à base de impulsos renovadores, tanto quanto certas crisálidas que segregam um líquido especial que lhes facilita a saída do próprio casulo, a alma que desencarna, findo o processo histolítico das células que lhe construíam o carro biológico, logra desvencilhar-se, mecanicamente, desligando as células sutis do seu veículo espiritual dos remanescentes celulares agora imprestáveis. Libertação
  • 13. O nascimento para a vida real! CÉU ou INFERNO?
  • 14. A perturbação… A perturbação é o estado normal no instante da morte e perdura por tempo indeterminado, de horas a anos. À medida que se liberta como que desperta de uma anestesia geral; as ideias são confusas, vagas, incertas; a vista apenas distingue como que através de um nevoeiro, mas pouco a pouco se aclara, desperta-se-lhe a memória e o conhecimento de si mesma. Esse despertar varia imensamente: calmo, para uns, acorda- lhes sensações deliciosas; tétrico, aterrador e ansioso, para outros, é qual horrendo pesadelo.
  • 15. A criatura humana desencarnada, intimamente aprisionada ao casulo dos seus pensamentos dominantes, passa a revelar-se em novo peso específico, segundo a densidade da vida mental em que se gradua. Finda a morte dilata-se-lhe o período de vida latente, na esfera espiritual, onde geralmente se demora por tempo curto, incapaz de manobrar os órgãos do seu aparelho psicossomático, por ausência de substância mental consciente. Sempre, no entanto, que desaproveitando as possibilidades reencarnatórias, caem, os seres de imediato à morte, em pesada letargia, sofrendo arrastadamente, atraídos automaticamente aos que se lhes ajustam, retomando o organismo desta nova etapa, sob os ascendentes do automatismo e do instinto. Histogénese Espiritual – A culpa
  • 16. Quando dilacerado e desditoso, grita a própria aflição, reunindo-se a outros culpados do mesmo jaez, com os quais permuta os quadros inquietantes da imaginação em desvario, tecendo, com o plasma sutil do pensamento contínuo e atormentado, as telas infernais em que as consequências de suas faltas se desenvolvem, mediante as profundas e estranhas fecundações de loucura e sofrimento que antecedem as reencarnações reparadoras; contudo, é também aí que começa, sobrepairando o inferno e o purgatório do remorso e da crueldade, da rebelião e da delinquência, o sublime apostolado dos seres que se colocam em harmonia com as Leis Divinas, almas elevadas e heroicas que, em se agrupando intimamente, tocadas de compaixão pelos laços que deixaram no mundo físico, iniciam, com a inspiração das Potências Angélicas, o serviço da abnegação e renúncia, com que a glória e a divindade do amor edificam o império do Sumo Bem, no chamado Céu, de onde vertem mais ampla luz sobre a noite dos homens. ??? Inferno & Céu ???
  • 17. O fluido perispiritual só pouco a pouco se desprende de todos os órgãos, de sorte que a separação só é completa e absoluta quando não mais reste um átomo do perispírito ligado a uma molécula do corpo. Desenlace
  • 18. O nascimento para a vida real! SENSAÇÕES…
  • 19. Sensações… A matéria inerte é insensível - só a alma experimenta sensações de dor e de prazer. Durante a vida, toda a desagregação material do corpo, instrumento da dor, repercute na alma, transmitindo impressão mais ou menos dolorosa. Após a morte, separada a alma, o corpo pode ser impunemente mutilado que nada sentirá… O último alento quase nunca é doloroso, uma vez que normalmente ocorre em momento de inconsciência, mas a alma sofre antes dele a desagregação da matéria, nas ânsias da agonia, e, depois, as angústias da perturbação.
  • 20. A extinção da vida orgânica acarreta a separação da alma em consequência do rompimento do laço fluídico que a une ao corpo, mas essa separação nunca é brusca. A sensação dolorosa da alma, por ocasião da morte, está na razão direta da soma dos pontos de contacto existentes entre o corpo e o perispírito, e, por conseguinte, também da maior ou menor dificuldade que apresenta o rompimento. Sensações…
  • 21. Sensações… Assim sendo, se no momento em que se extingue a vida orgânica: o desprendimento for completo, a alma nada sentirá absolutamente; se a coesão for fraca, a separação torna-se fácil e opera-se sem abalo; se existirem ainda numerosos pontos de contacto entre o corpo e o perispírito, a alma poderá ressentir-se dos efeitos da decomposição do corpo, até que o laço inteiramente se desfaça; a coesão dos dois elementos estiver no auge de sua força, produz-se uma espécie de rutura que reage dolorosamente sobre a alma.
  • 22. A intensidade e duração do sofrimento estão na razão direta da afinidade existente entre corpo e perispírito. Quanto maior for essa afinidade, de acordo com o fraco estado moral da alma, tanto mais penosos e prolongados serão os esforços desta para desprender-se. Noutros o apego é quase nulo, o grau de pureza e desmaterialização da alma é tal e a coesão ao corpo tão fraca, que o desprendimento se opera por si mesmo, como um fruto maduro desprendendo-se do seu caule. Sensações & Desprendimento…
  • 23. Desprendimento & Sensualidade No homem materializado e sensual, para o qual a vida espiritual nada significa, quando a morte se aproxima, resiste o espírito com todas as forças contra o desprendimento, agarrando-se ao corpo, podendo prolongar-se essa luta por dias, semanas e meses inteiros, do qual uma força gradual quanto irresistível o arrebata com violência, molécula por molécula.. A morte põe termo à moléstia efetiva, mas não lhe susta as consequências, e, enquanto existirem pontos de contacto do perispírito com o corpo, o Espírito ressente-se e sofre com as suas impressões. A perturbação continua além da morte: ele sente que vive, mas não se define e material ou espiritualmente luta e luta ainda, até que as últimas ligações do perispírito se tenham de todo rompido. O vácuo e a incerteza do futuro, agravam-lhe as angústias.
  • 24. Desprendimento brusco… Na morte violenta a desagregação não é gradual; não há preparação prévia à separação do perispírito; a vida orgânica em plena exuberância de força é subitamente aniquilada. O desprendimento só começa depois da morte e não pode completar -se rapidamente. O Espírito, colhido de improviso, fica como que aturdido e sente, pensa e acredita-se vivo, numa ilusão prolongada. É um estado intermediário entre a vida corporal e a espiritual. Apresenta uma série infinita de modalidades que variam segundo os conhecimentos e progressos morais do Espírito: nada tendo de penosa para Espíritos adiantados, torna-se horrível para os atrasados. No suicida, principalmente, excede a toda expectativa. Preso ao corpo por todas as suas fibras, o perispírito faz repercutir na alma todas as sensações daquele, com sofrimentos cruciantes.
  • 26. Desprendimento & Velhice Em se tratando de morte natural resultante da extinção das forças vitais por velhice ou doença, o desprendimento opera-se gradualmente e quase se completa antes da morte real – ainda o corpo tem vida orgânica, já o Espírito penetra a vida espiritual, apenas ligado por elo tão frágil que se rompe com a última pancada do coração, do qual desperta com indizível impressão de esperança e ventura.
  • 27. Desprendimento & Desmaterialização… No Espírito desmaterializado, mesmo nas enfermidades mais cruéis, sendo frágeis os laços fluídicos que o prendem ao corpo, rompem-se suavemente; depois, a confiança do futuro entrevisto em pensamento ou na realidade, fá-lo encarar a morte qual redenção e as suas consequências como prova, advindo-lhe dai uma calma resignada, que lhe ameniza o sofrimento. Após a morte, rotos os laços, nem uma só reação dolorosa; o despertar é lépido, desembaraçado com sensações de alívio e alegria!
  • 28. “Não procures no túmulo vazio A alma querida que deixou a Terra A morte encerra a vida e a vida encerra A morte – como eterno desafio Ninguém fica no túmulo sombrio Onde somente o corpo é que se enterra. A alma se eleva além da vida e erra Em mares de bonança e de amavio. Busca no céu , nos ares, no infinito , Na quinta dimensão, no firmamento , O ser querido que te deixa aflito Hás de encontrá-lo quando, num momento , Rompendo as ilusões do teu conflito , Possas falar-lhe pelo pensamento .” JOSÉ HERCULANO PIRES ESPECIAL (Poema dedicado a sua esposa Virgínia no aniversário de casamento) PRECE? SEMPRE!!!