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5) “Com um maior número de colméias no
plantio de melão se obteve uma maior a
produtividade.”
Tese orientada pelo Prof. Breno Magalhães
Freitas – UFC Universidade Federal do CE
PhD em Abelhas e Polinização - University of Wales
College of Cardiff (1995), Grã-Bretanha
O MAIOR PROBLEMA NO NORDESTE:
FUGA DOS ENXAMES EM BUSCA DE ÁGUA DEVIDO À SECA!
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Outubro/2013: “Em muitos lugares os apicultores reclamam da
falta de enxames silvestres para repovoar as colmeias, o que
comprova que as abelhas simplesmente morreram por falta de
florada (seca). Os Enxames: Os dois últimos anos de seca
reduziu drasticamente o número de enxames, em virtude da seca e
da baixa enxameação, em várias regiões da Bahia... a perda atingiu
70% dos enxames”
Raimundo Roberto Filho – Gestor Apícola
1) Além das nossas colméias precisamos completar o
volume necessário para o plantio arrendando
colméias dos apicultores de cada estado. Além de
pagarmos o aluguel da colméia o mel é do apicultor.
2) Em função do período seco os enxames migram
naturalmente, todos os anos, em busca de água e
floração, diminuindo assim a oferta de colméias.
3) Como plantamos o melão no período seco
acabamos por colaborar na sobrevivência das
colméias e das colônias naturais no período mais
difícil.
4) Depois que colhemos o melão vem o período das chuvas
com a biodiversidade natural e floração plena.

5) Como não podemos controlar a seca e como usamos os
neonicotinóides, tendo como foco e com resultado efetivo o
controle da mosca branca, e estávamos cientes da reavaliação
em curso pelo IBAMA, procuramos estudar o assunto de forma a
entender:
- O que poderíamos fazer para ampliar a nossa oferta de
colméias no período de plantio nos 03 estados?
- Porquê não havíamos percebido mortalidades relacionadas ao
uso dos neonicotinóides e o que poderíamos fazer para mitigar
os riscos apontados?
- Seria possível encontrar uma maneira sustentável de conviver
com a seca?
Nosso foco nos 03 Estados:
1) Conviver com a seca;
2) Cuidar
da
sanidade
segurança das abelhas e

e

3) Manter os enxames fortes o
ano
inteiro
de
forma
sustentável.

SOLUÇÃO: A Gestão Apícola!
Gestão Apícola

• Seleção de
matrizes;
• Produção de
abelhas Rainhas;
• Banco de
rainhas;
• Produção de
enxames.

•Alimentação
com xarope;
• Alimentação
com Promix
proteica;
• Floradas;
• Bebedouros
(água potável).

•Monitoramento
dos enxames na
polinização;
• Controle
rigoroso na
memória
geográfica;
•Sombreamento;
• Apiário móvel
(reboque)

•Área geográfica;
• Localização
dos apiários e
quantidade de
caixas;
• Enfermaria (21
dd x 21 dd);
• Horário da
pulverização.
Sala Técnica - EQUIPE
MIP = Manejo integrado de Pragas
MIP = Conjunto de práticas
• Usamos 04 tipos de
neonicotinoides e fazemos 01
aplicação de cada I.A. por
ciclo fazendo assim a rotação
de defensivos.
• Com o uso do TNT
reduzimos até 06 aplicações
de defensivos

Certificado MIP – MAPA
Requisição com conferência do estoque diária
1) Controle kardex no almoxarifado com
baixa imediata no sistema com checagem de
saldo no computador.
2) Conferência do total requisitado e saldo
final pela chefia.

Receita
Agronômica
Equipe do Almoxarifado de defensivos e da pulverização
Separação de defensivos total e
depois por pulverizador/lote com
o fracionamento feito na fazenda e
acompanhado pelos técnicos.
Equipe da manutenção diária dos pulverizadores.
Regulagem e Calibragem diária

Não utilizamos pulverização aérea.
Equipe técnica de apoio da Fitossanidade

Acompanhamento
pela equipe técnica
da aplicação
noturna de
defensivos, não
aplicando após às
04:00h da manhã.
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1 - Gestão Apícola - Genética

Seleção de Matrizes, produção de
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1 - Gestão Apícola - Genética

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1 - Gestão Apícola - Genética

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Análise Transecto em linhas de 100m
4 – Polinização: Melão REI
Sugestões:
1) Agilizar a legalização do uso de defensivos químicos e biológicos para
as Minor Crops, propiciando fazer a rotação de I.A.s recomendado pelo MIP
dentro da Lei. Acelerar a importação, produção, comercialização e o uso de
soluções biológicas e sustentáveis, já de amplo conhecimento internacional, já
em uso comercial, como por exemplo o Diglyphus Isaea que é um parasita
da mosca minadora.

A mosca minadora está dizimando áreas de melão no RN e CE e os produtos
existentes não estão conseguindo realizar o controle. O Diglyphus Isaea já é
largamente utilizado em plantios de campo aberto em outros países e já é
produzido e comercializado por várias empresas biológicas no mundo sendo que
algumas delas já estão no Brasil mas ainda não conseguiram as licenças!
2) Incentivar a pesquisa genética para a melhoria de resistências a pragas e
doenças pelas próprias culturas.
Sugestões:
3) Acompanhar projetos como o ROBOBEES = Micro Air
Vehicles Project. É um micro robô, abelhas eletromecânicas.
(Mechanical bees pollinating crops in the wake of colony
collapse disorder).

Todas as soluções, químicas ou biológicas, eficientes e legalizadas que
tivermos acesso adotaremos! Sempre que uma solução biológica puder
substituir uma química daremos preferência pela solução biológica,
desde que eficaz, sustentável e economicamente viável, como já o temos
feito!
Melão REI = SABOROSO todos os dias do ano!

Muito obrigado!
Tom Prado
E-mail: tomprado@itaueira.com.br
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Apresentação Tom Prado - Itaueira Agropecuária

  • 1. Convivência entre Agricultura e Apicultura O caso do Melão REI (Itaueira Agropecuária S.A. - Tom Prado) Campinas – SP Outubro 2013
  • 2. Convivência entre Agricultura e Apicultura Câmara Setorial de Fruticultura da CNA e do MAPA Minor Crops - Tom Prado Campinas – SP Outubro 2013
  • 5. 03 Fazendas da Itaueira em 03 Estados • Produção todos os dias do ano. • Destino: Mercado interno e Exportação para Europa, Estados Unidos e Canadá. • Plantamos 2.000 há por ano. • Geramos 1.100 empregos diretos.
  • 7. Saúde e Segurança alimentar Certificação GLOBALGAP
  • 15. Revisão de literatura científica sobre polinização de meloeiro: 1) O meloeiro não produz frutos por autopolinização nem por partenocarpia, necessitando, obrigatoriamente, da transferência de pólen realizada por vetores bióticos (KOUONONet al., 2009); 2) Para a formação de frutos com características comerciais, são necessárias de 10 a 15 visitas de abelhas (REYES-CARRILO et al., 2009);
  • 16. Flor hermafrodita de melão 3) O meloeiro tem uma média de 80 flores por planta com uma razão sexual média de 01 flor masculina para 18 flores hermafroditas. Temos emissão de flores hermafroditas por 16 a 20 dias. As flores hermafroditas recebem mais visitas das abelhas do que as flores masculinas, provavelmente por terem maior volume de néctar. (K.M.M.SIQUEIRA al. 2011);
  • 17. 4) As flores hermafroditas/femininas do meloeiro se fecham de noite. São viáveis apenas um dia! Elas abrem ao amanhecer e finalizam o seu ciclo ao final do dia. Não abrem mais no dia seguinte. “O horário de abertura das flores masculinas e hermafroditas é registrado por volta das 05h00...Esses resultados concordam com os registros feitos por Abreu et al., (2008)“ (Lucia Helena Piedade KILL et al., 2011).
  • 18. 5) “Com um maior número de colméias no plantio de melão se obteve uma maior a produtividade.” Tese orientada pelo Prof. Breno Magalhães Freitas – UFC Universidade Federal do CE PhD em Abelhas e Polinização - University of Wales College of Cardiff (1995), Grã-Bretanha
  • 19. O MAIOR PROBLEMA NO NORDESTE: FUGA DOS ENXAMES EM BUSCA DE ÁGUA DEVIDO À SECA! Já estamos no 3º ano de SECA no Nordeste! Relato da visita aos Apicultores de Ribeira do Amparo/BA Outubro/2013: “Em muitos lugares os apicultores reclamam da falta de enxames silvestres para repovoar as colmeias, o que comprova que as abelhas simplesmente morreram por falta de florada (seca). Os Enxames: Os dois últimos anos de seca reduziu drasticamente o número de enxames, em virtude da seca e da baixa enxameação, em várias regiões da Bahia... a perda atingiu 70% dos enxames” Raimundo Roberto Filho – Gestor Apícola
  • 20. 1) Além das nossas colméias precisamos completar o volume necessário para o plantio arrendando colméias dos apicultores de cada estado. Além de pagarmos o aluguel da colméia o mel é do apicultor. 2) Em função do período seco os enxames migram naturalmente, todos os anos, em busca de água e floração, diminuindo assim a oferta de colméias. 3) Como plantamos o melão no período seco acabamos por colaborar na sobrevivência das colméias e das colônias naturais no período mais difícil.
  • 21. 4) Depois que colhemos o melão vem o período das chuvas com a biodiversidade natural e floração plena. 5) Como não podemos controlar a seca e como usamos os neonicotinóides, tendo como foco e com resultado efetivo o controle da mosca branca, e estávamos cientes da reavaliação em curso pelo IBAMA, procuramos estudar o assunto de forma a entender: - O que poderíamos fazer para ampliar a nossa oferta de colméias no período de plantio nos 03 estados? - Porquê não havíamos percebido mortalidades relacionadas ao uso dos neonicotinóides e o que poderíamos fazer para mitigar os riscos apontados? - Seria possível encontrar uma maneira sustentável de conviver com a seca?
  • 22. Nosso foco nos 03 Estados: 1) Conviver com a seca; 2) Cuidar da sanidade segurança das abelhas e e 3) Manter os enxames fortes o ano inteiro de forma sustentável. SOLUÇÃO: A Gestão Apícola!
  • 23. Gestão Apícola • Seleção de matrizes; • Produção de abelhas Rainhas; • Banco de rainhas; • Produção de enxames. •Alimentação com xarope; • Alimentação com Promix proteica; • Floradas; • Bebedouros (água potável). •Monitoramento dos enxames na polinização; • Controle rigoroso na memória geográfica; •Sombreamento; • Apiário móvel (reboque) •Área geográfica; • Localização dos apiários e quantidade de caixas; • Enfermaria (21 dd x 21 dd); • Horário da pulverização.
  • 24. Sala Técnica - EQUIPE
  • 25. MIP = Manejo integrado de Pragas
  • 26. MIP = Conjunto de práticas • Usamos 04 tipos de neonicotinoides e fazemos 01 aplicação de cada I.A. por ciclo fazendo assim a rotação de defensivos. • Com o uso do TNT reduzimos até 06 aplicações de defensivos Certificado MIP – MAPA
  • 27. Requisição com conferência do estoque diária 1) Controle kardex no almoxarifado com baixa imediata no sistema com checagem de saldo no computador. 2) Conferência do total requisitado e saldo final pela chefia. Receita Agronômica
  • 28. Equipe do Almoxarifado de defensivos e da pulverização
  • 29. Separação de defensivos total e depois por pulverizador/lote com o fracionamento feito na fazenda e acompanhado pelos técnicos.
  • 30. Equipe da manutenção diária dos pulverizadores. Regulagem e Calibragem diária Não utilizamos pulverização aérea.
  • 31. Equipe técnica de apoio da Fitossanidade Acompanhamento pela equipe técnica da aplicação noturna de defensivos, não aplicando após às 04:00h da manhã.
  • 32. Treinamento Técnico do monitoramento eletrônico com GPS Sensor na roda do pulverizador para o controle de fluxo contínuo da vazão independente da velocidade do trator
  • 33. Controle do Volume de calda aplicado com o uso do GPS
  • 34. 1 - Gestão Apícola - Genética Seleção de Matrizes, produção de mel, vegetação caducifólia (seca).
  • 35. 1 - Gestão Apícola - Genética Produção de Rainhas
  • 36. 1 - Gestão Apícola - Genética Banco de Rainhas
  • 37. 1 - Gestão Apícola - Genética Produção de Enxames
  • 38. 1 - Gestão Apícola - Genética Produção de Enxames/introdução de gaiola com rainha
  • 39. 2 - Gestão Apícola - Nutrição Alimentação com xarope/apiários fixos Colméias instaladas nos quebra-ventos
  • 40. 2 - Gestão Apícola - Nutrição Reserva natural na fazenda biodiversidade na época das chuvas
  • 41. 2 - Gestão Apícola - Nutrição Reserva natural na fazenda biodiversidade na época das chuvas
  • 42. 3 - Gestão Apícola - Manejo Monitoramento dos enxames para polinização
  • 43. 3 - Gestão Apícola - Manejo Controle rigoroso na distância da memória geográfica
  • 44. 3 - Gestão Apícola - Manejo Monitoramento do Àcaro “Varroa”
  • 45. 3 - Gestão Apícola - Manejo Monitoramento da “saraça”
  • 46. 3 - Gestão Apícola - Manejo Sombreamento para os apiários
  • 47. 4 - Gestão Apícola - Polinização Planilha da polinização
  • 48. 4 - Gestão Apícola - Polinização Localização dos apiários móveis
  • 49. 4 - Gestão Apícola - Polinização Apiário móvel (reboque) baixa velocidade no transporte!
  • 50. 4 - Gestão Apícola - Polinização Área de recuperação /enfermaria na entre safra
  • 51. 4 - Gestão Apícola - Polinização Análise Transecto em linhas de 100m
  • 52. 4 – Polinização: Melão REI
  • 53. Sugestões: 1) Agilizar a legalização do uso de defensivos químicos e biológicos para as Minor Crops, propiciando fazer a rotação de I.A.s recomendado pelo MIP dentro da Lei. Acelerar a importação, produção, comercialização e o uso de soluções biológicas e sustentáveis, já de amplo conhecimento internacional, já em uso comercial, como por exemplo o Diglyphus Isaea que é um parasita da mosca minadora. A mosca minadora está dizimando áreas de melão no RN e CE e os produtos existentes não estão conseguindo realizar o controle. O Diglyphus Isaea já é largamente utilizado em plantios de campo aberto em outros países e já é produzido e comercializado por várias empresas biológicas no mundo sendo que algumas delas já estão no Brasil mas ainda não conseguiram as licenças! 2) Incentivar a pesquisa genética para a melhoria de resistências a pragas e doenças pelas próprias culturas.
  • 54. Sugestões: 3) Acompanhar projetos como o ROBOBEES = Micro Air Vehicles Project. É um micro robô, abelhas eletromecânicas. (Mechanical bees pollinating crops in the wake of colony collapse disorder). Todas as soluções, químicas ou biológicas, eficientes e legalizadas que tivermos acesso adotaremos! Sempre que uma solução biológica puder substituir uma química daremos preferência pela solução biológica, desde que eficaz, sustentável e economicamente viável, como já o temos feito!
  • 55. Melão REI = SABOROSO todos os dias do ano! Muito obrigado! Tom Prado E-mail: tomprado@itaueira.com.br www.itaueira.com.br