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Trabalho realizado por: Ruben Faria
IPTRANS
9ªANO
Unidade: acompanhamento de
crianças – relacionamento
empático e afetivo
O jardim de
infância
Temas abordados:
 O que é o jardim de infância?
 Orientações curriculares para a educação pré-
escolar.
 Outras modalidades da educação pré-escolar
 Princípios gerais pedagógicos
 Horário de funcionamento
 Gratuitidade
 Regime pessoal
 Desenvolvimento da criança de 3 aos 6 anos
 Características da faixa etária dos 3 aos 6 anos
 Perfil profissional do acompanhante de crianças em
jardim de infância
 Estágio pré-operatório
 Reflexão
O que é o jardim de infância?
 A educação pré-escolar é a primeira etapa da
educação básica no processo de educação ao longo da
vida;
 A família é complementar na ação educativa, com a
qual deve estabelecer estreita cooperação,
favorecendo a formação e o desenvolvimento
equilibrado da criança, tendo em vista a sua plena
inserção na sociedade como ser autónomo, livre e
solidário;
 A educação do pré-escolar destina-se às crianças com
idades compreendidas entre os 3 anos aos 6 anos;
 O número de crianças por cada sala deverá ter em
conta as diferentes condições demográficas de cada
localidade;
Orientações curriculares para a
educação pré-escolar:
 São homologadas as orientações curriculares
para a educação pré -escolar, a disponibilizar na
página da Direção -Geral da Educação;
 As orientações curriculares para a educação pré-
escolar ora homologadas constituem referenciais
comuns para a orientação do trabalho educativo
dos educadores de infância;
 É revogado o Despacho n.º 5220/97, publicado no
Diário da República, n.º 178, 2.ª série, de 4 de
Agosto;
 O presente despacho entra em vigor a partir do
ano escolar de 2016 -2017;
Princípios gerais
pedagógicos…
 Promover o desenvolvimento pessoal e social da
criança;
 Fomentar a inserção da criança em grupos sociais
diversos, no respeito pela pluralidade das culturas;
 Contribuir para a igualdade de oportunidades no acesso
à escola e para o sucesso da aprendizagem;
 Estimular o desenvolvimento global de cada criança, no
respeito pelas suas características individuais;
 Desenvolver a expressão e a comunicação através da
utilização de linguagens múltiplas como meios de
relação, de informação, de sensibilização estética e de
compreensão do mundo;
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Horário de funcionamento:
 Os estabelecimentos de educação pré-escolar
devem adotar um horário adequado para o
desenvolvimento das atividades pedagógicas
 O horário dos estabelecimentos deve
igualmente adequar-se à possibilidade de neles
serem servidas refeições às crianças.
Exemplo de um horário de
funcionamento
Desenvolvimento da criança
de 3 aos 6 anos
Desenvolvimento Físico:
 Grande atividade motora: corre, salta, começa a subir
escadas, pode começar a andar de triciclo; grande
desejo de experimentar tudo;
 Embora ainda não seja capaz de amarrar sapatos,
vestem-se sozinhos razoavelmente bem;
 São capazes de comer sozinhos com uma colher ou
um garfo;
 É cada vez mais independente ao nível da sua
higiene;
 Pode manifestar dores de estômago ou vômitos
quando obrigada a comer comidas de que não gosta
Desenvolvimento Intelectual:
 Compreende a maior parte do que ouve e o seu
discurso é compreensível para os adultos;
 Utiliza bastante a imaginação: início dos jogos de
faz-de-conta e dos jogos de papéis;
 Sabe o nome, o sexo e a idade;
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 Segue instruções e aceita supervisão;
 Conhece as cores, os números
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Desenvolvimento Social:
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 Brinca de forma independente, sem necessitar de uma
constante supervisão;
 Começa a ser capaz de esperar pela sua vez e de partilhar;
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 Começa a interessar-se por saber de onde vêm os bebês;
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relativamente aqueles que não apresentam o mesmo
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 É capaz de se separar da mãe durante curtos períodos de
tempo;
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autoconfiança;
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 Pode apresentar alguns medos: do escuro, de cair, de cães
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 Se estiver cansada, nervosa ou chateada, poderá
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 Devido à sua grande preocupação em fazer as
coisas bem e em agradar, poderá por vezes mentir
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menos agressiva;
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exemplo: "eu te mato!", Sem ter noção das suas
implicações.
Perfil profissional do acompanhante de
crianças em jardim:
O acompanhamento de crianças exige de nós grande
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 Dar afeto
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 Aprender a dizer não
 Obedecer a regras / impor limite
 Ensinar jogos e músicas
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Dar afeto:
É muito importante que a criança sinta que gostam
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sinta num ambiente de segurança, cumplicidade e
amizade. Todos os outros fatores são influenciados
por este sendo a grande base para que todos os
outros, mais facilmente se conquistem. Um abraço,
um carinho ou um beijinho – o contacto físico – vai
reforçar a demonstração de afeto que deve ser
sempre acompanhada de respeito pela criança.
Estimular a criança ao nível da
responsabilidade:
Este ponto não deve ser esquecido para que a conduta
da criança seja baseada na responsabilização pelas suas
ações, pelos seus pertences, pela sua sala, pelo seu meio.
Neste campo, o papel da técnica, será ensiná-la e orientá-la
para que tome conta do que é seu (da sua mochila, do seu
casaco, da lancheira, do seu material) e ensiná-la também a
responsabilizar-se pela sua integridade física e pela dos
outros.
Aprender a dizer não:
 Esta aprendizagem engloba vários aspetos. O
adulto que aprende a dizer não à criança,
justificando o porquê dessa resposta, irá fazer
com que a criança compreenda, e aprenda
também, a justificar os seus motivos sempre que,
também, diga não a alguém. Ajudá-los à reflexão,
vai ajudá-los a ver as coisas por outras
perspetivas.
 Ensinar jogos e músicas: Através dos jogos e
músicas podemos estimular a comunicação, a
sociabilização e ainda a linguagem.
 Esclarecer as dúvidas: As curiosidades das
crianças não tem fim e é possível que haja alguma
ocasião em que não saibamos respondermos
corretamente às suas questões.
 Estimular a criatividade: Podemos estimular a
criatividade através da leitura de uma história,
fazendo com que imaginem sem o suporte das
imagens, através do desenho, de jogos de faz de
conta e através de conversas de grupo que os levem
a pensar e sobretudo a imaginar.
 Acompanhar nas brincadeiras: Devemos
acompanhá-los nas brincadeiras através da
supervisão das mesmas ou incluirmo-nos nelas,
sempre que sejamos solicitadas. A supervisão, muitas
vezes, deverá ser subtil, para que a criança não se
aperceba que está a ser vigiada e que, com isso,
fique constrangida.
 Cuidar da saúde: Penso que é muito importante saber
como agir em caso de doença ou acidente, pois é uma
área de enorme responsabilidade e sobretudo, porque há
situações em que se não houver um pré-socorro correto,
podem acontecer lesões ou outras situações. Como
responsáveis, há que obter informações, dadas pelos
pais, as mais precisas possíveis sobre o que fazer, face a
diversas problemáticas que possam surgir, como febre,
por exemplo e deve-se sempre avisar os pais da criança
em situação de doença.
 Fazer a socialização: Este ponto será o culminar
de todas as outras aprendizagens e visto que a
criança está em constante evolução, vai-se
tornando cada vez mais num ser social e o nosso
objetivo profissional é que a criança goze dessa
sociabilização, respeitando os outros, tirando
partido de todos os estímulos que foram
explorados e que se sinta em casa, dentro da
instituição.
 A criança não percebe que algumas
transformações são reversíveis. Aquisição da
linguagem no estágio anterior permite um
enriquecimento do tipo de relação da criança com
o mundo. Piaget diz que quando a criança usa
adequadamente os substantivos e adjetivos,
também esta em condições de dominar
corretamente as classes e as relações, pois já
consegue identificar características semelhantes
entre objetivos diferentes.
Estagio pré-operatório
Este estádio é também muito conhecido
como o estágio da Inteligência Simbólica.
Divide-se em duas etapas:
1. O pensamento pré conceptual -
imagens mentais sem conceitos. Nesta
fase (dos 2 aos 4 anos) o pensamento é
dominado pela imaginação e pela fantasia.
2. O pensamento intuitivo - centrado na
perceção e não na imaginação, logo é
menos egocêntrico, mas pouco flexível,
preso aos acontecimentos particulares, às
impressões sensíveis
Reflexão
Com este trabalho conseguimos responder a todas
as questões colocadas, e descobrir mais
algumas novidades sobre o tema abordado.
O jardim de infância é uma etapa complicada e
importante, na qual as crianças aprendem/
relembram as bases que levam para toda a sua
vida.
E ainda com este trabalho posso dizer que ser um
acompanhante de crianças é uma tarefa muito
importante e que exige muita responsabilidade.
Temos que dar muito afeto á criança, esclarecer
os montes de dúvidas que a criança possa ter, e
uma das mais importantes é cuidar da saúde da
criança.
Netografia
 http://www.slideshare.net/wagnerlugate/o-
desenvolvimento-infantil-de-0-a-6-e-a-vida-
prescolar?qid=e85a5898-4099-487f-a14c-
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Apresentação sobre jardim de infancia

  • 1. Trabalho realizado por: Ruben Faria IPTRANS 9ªANO Unidade: acompanhamento de crianças – relacionamento empático e afetivo O jardim de infância
  • 2. Temas abordados:  O que é o jardim de infância?  Orientações curriculares para a educação pré- escolar.  Outras modalidades da educação pré-escolar  Princípios gerais pedagógicos  Horário de funcionamento  Gratuitidade  Regime pessoal  Desenvolvimento da criança de 3 aos 6 anos  Características da faixa etária dos 3 aos 6 anos  Perfil profissional do acompanhante de crianças em jardim de infância  Estágio pré-operatório  Reflexão
  • 3. O que é o jardim de infância?  A educação pré-escolar é a primeira etapa da educação básica no processo de educação ao longo da vida;  A família é complementar na ação educativa, com a qual deve estabelecer estreita cooperação, favorecendo a formação e o desenvolvimento equilibrado da criança, tendo em vista a sua plena inserção na sociedade como ser autónomo, livre e solidário;  A educação do pré-escolar destina-se às crianças com idades compreendidas entre os 3 anos aos 6 anos;  O número de crianças por cada sala deverá ter em conta as diferentes condições demográficas de cada localidade;
  • 4. Orientações curriculares para a educação pré-escolar:  São homologadas as orientações curriculares para a educação pré -escolar, a disponibilizar na página da Direção -Geral da Educação;  As orientações curriculares para a educação pré- escolar ora homologadas constituem referenciais comuns para a orientação do trabalho educativo dos educadores de infância;  É revogado o Despacho n.º 5220/97, publicado no Diário da República, n.º 178, 2.ª série, de 4 de Agosto;  O presente despacho entra em vigor a partir do ano escolar de 2016 -2017;
  • 5. Princípios gerais pedagógicos…  Promover o desenvolvimento pessoal e social da criança;  Fomentar a inserção da criança em grupos sociais diversos, no respeito pela pluralidade das culturas;  Contribuir para a igualdade de oportunidades no acesso à escola e para o sucesso da aprendizagem;  Estimular o desenvolvimento global de cada criança, no respeito pelas suas características individuais;  Desenvolver a expressão e a comunicação através da utilização de linguagens múltiplas como meios de relação, de informação, de sensibilização estética e de compreensão do mundo;  Despertar a curiosidade e o pensamento crítico.
  • 6. Horário de funcionamento:  Os estabelecimentos de educação pré-escolar devem adotar um horário adequado para o desenvolvimento das atividades pedagógicas  O horário dos estabelecimentos deve igualmente adequar-se à possibilidade de neles serem servidas refeições às crianças. Exemplo de um horário de funcionamento
  • 7. Desenvolvimento da criança de 3 aos 6 anos Desenvolvimento Físico:  Grande atividade motora: corre, salta, começa a subir escadas, pode começar a andar de triciclo; grande desejo de experimentar tudo;  Embora ainda não seja capaz de amarrar sapatos, vestem-se sozinhos razoavelmente bem;  São capazes de comer sozinhos com uma colher ou um garfo;  É cada vez mais independente ao nível da sua higiene;  Pode manifestar dores de estômago ou vômitos quando obrigada a comer comidas de que não gosta
  • 8. Desenvolvimento Intelectual:  Compreende a maior parte do que ouve e o seu discurso é compreensível para os adultos;  Utiliza bastante a imaginação: início dos jogos de faz-de-conta e dos jogos de papéis;  Sabe o nome, o sexo e a idade;  Repete sequências de 3 algarismos;  É bastante curiosa e investigadora;  Fala fluentemente, utilizando corretamente o plural, os pronomes e os tempos verbais;  Segue instruções e aceita supervisão;  Conhece as cores, os números  Capacidade para memorizar histórias e repeti-las;
  • 9. Desenvolvimento Social:  A mãe é ainda o centro do mundo da criança;  Copia os adultos;  Brinca com meninos e meninas;  Brinca de forma independente, sem necessitar de uma constante supervisão;  Começa a ser capaz de esperar pela sua vez e de partilhar;  Conhece as diferenças de sexo;  Começa a interessar-se por saber de onde vêm os bebês;  Está numa fase de maior conformismo, sendo crítica relativamente aqueles que não apresentam o mesmo comportamento.
  • 10. Desenvolvimento Emocional:  É capaz de se separar da mãe durante curtos períodos de tempo;  Começa a desenvolver alguma independência e autoconfiança;  Começa a reconhecer os seus próprios limites, pedindo ajuda;  Pode apresentar alguns medos: do escuro, de cair, de cães ou de dano corporal, embora esta não seja uma fase de grandes medos;  Se estiver cansada, nervosa ou chateada, poderá apresentar alguns dos seguintes comportamentos: roer as unhas, piscar repetidamente os olhos;  Preocupa-se em agradar aos adultos;  Maior sensibilidade relativamente às necessidades e sentimentos dos outros;  Envergonha-se facilmente;
  • 11. Desenvolvimento Moral:  Devido à sua grande preocupação em fazer as coisas bem e em agradar, poderá por vezes mentir ou culpar os outros de comportamentos reprováveis.  Começa a distinguir o certo do errado;  As opiniões dos outros, acerca de si própria assumem grande importância para a criança;  Consegue controlar-se de forma mais eficaz e é menos agressiva;  Utiliza ameaças verbais extremas, como por exemplo: "eu te mato!", Sem ter noção das suas implicações.
  • 12. Perfil profissional do acompanhante de crianças em jardim: O acompanhamento de crianças exige de nós grande poder de dádiva, de responsabilidade e de coerência.  Dar afeto  Estimular a criança ao nível da responsabilidade  Aprender a dizer não  Obedecer a regras / impor limite  Ensinar jogos e músicas  Estimular a criatividade  Acompanhar nas brincadeiras  Esclarecer as dúvidas  Cuidar da saúde  Fazer a socialização
  • 13. Dar afeto: É muito importante que a criança sinta que gostam dela, para que se criem laços e para que esta se sinta num ambiente de segurança, cumplicidade e amizade. Todos os outros fatores são influenciados por este sendo a grande base para que todos os outros, mais facilmente se conquistem. Um abraço, um carinho ou um beijinho – o contacto físico – vai reforçar a demonstração de afeto que deve ser sempre acompanhada de respeito pela criança.
  • 14. Estimular a criança ao nível da responsabilidade: Este ponto não deve ser esquecido para que a conduta da criança seja baseada na responsabilização pelas suas ações, pelos seus pertences, pela sua sala, pelo seu meio. Neste campo, o papel da técnica, será ensiná-la e orientá-la para que tome conta do que é seu (da sua mochila, do seu casaco, da lancheira, do seu material) e ensiná-la também a responsabilizar-se pela sua integridade física e pela dos outros.
  • 15. Aprender a dizer não:  Esta aprendizagem engloba vários aspetos. O adulto que aprende a dizer não à criança, justificando o porquê dessa resposta, irá fazer com que a criança compreenda, e aprenda também, a justificar os seus motivos sempre que, também, diga não a alguém. Ajudá-los à reflexão, vai ajudá-los a ver as coisas por outras perspetivas.
  • 16.  Ensinar jogos e músicas: Através dos jogos e músicas podemos estimular a comunicação, a sociabilização e ainda a linguagem.  Esclarecer as dúvidas: As curiosidades das crianças não tem fim e é possível que haja alguma ocasião em que não saibamos respondermos corretamente às suas questões.
  • 17.  Estimular a criatividade: Podemos estimular a criatividade através da leitura de uma história, fazendo com que imaginem sem o suporte das imagens, através do desenho, de jogos de faz de conta e através de conversas de grupo que os levem a pensar e sobretudo a imaginar.  Acompanhar nas brincadeiras: Devemos acompanhá-los nas brincadeiras através da supervisão das mesmas ou incluirmo-nos nelas, sempre que sejamos solicitadas. A supervisão, muitas vezes, deverá ser subtil, para que a criança não se aperceba que está a ser vigiada e que, com isso, fique constrangida.
  • 18.  Cuidar da saúde: Penso que é muito importante saber como agir em caso de doença ou acidente, pois é uma área de enorme responsabilidade e sobretudo, porque há situações em que se não houver um pré-socorro correto, podem acontecer lesões ou outras situações. Como responsáveis, há que obter informações, dadas pelos pais, as mais precisas possíveis sobre o que fazer, face a diversas problemáticas que possam surgir, como febre, por exemplo e deve-se sempre avisar os pais da criança em situação de doença.
  • 19.  Fazer a socialização: Este ponto será o culminar de todas as outras aprendizagens e visto que a criança está em constante evolução, vai-se tornando cada vez mais num ser social e o nosso objetivo profissional é que a criança goze dessa sociabilização, respeitando os outros, tirando partido de todos os estímulos que foram explorados e que se sinta em casa, dentro da instituição.
  • 20.  A criança não percebe que algumas transformações são reversíveis. Aquisição da linguagem no estágio anterior permite um enriquecimento do tipo de relação da criança com o mundo. Piaget diz que quando a criança usa adequadamente os substantivos e adjetivos, também esta em condições de dominar corretamente as classes e as relações, pois já consegue identificar características semelhantes entre objetivos diferentes.
  • 21. Estagio pré-operatório Este estádio é também muito conhecido como o estágio da Inteligência Simbólica. Divide-se em duas etapas: 1. O pensamento pré conceptual - imagens mentais sem conceitos. Nesta fase (dos 2 aos 4 anos) o pensamento é dominado pela imaginação e pela fantasia. 2. O pensamento intuitivo - centrado na perceção e não na imaginação, logo é menos egocêntrico, mas pouco flexível, preso aos acontecimentos particulares, às impressões sensíveis
  • 22. Reflexão Com este trabalho conseguimos responder a todas as questões colocadas, e descobrir mais algumas novidades sobre o tema abordado. O jardim de infância é uma etapa complicada e importante, na qual as crianças aprendem/ relembram as bases que levam para toda a sua vida. E ainda com este trabalho posso dizer que ser um acompanhante de crianças é uma tarefa muito importante e que exige muita responsabilidade. Temos que dar muito afeto á criança, esclarecer os montes de dúvidas que a criança possa ter, e uma das mais importantes é cuidar da saúde da criança.