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TECNOLOGIA DE APLICAÇÃO
MAITHÊ LELES ALVES
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SÚMARIO
SÚMARIO
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Fundamentos da tecnologia de aplicação;
Novas Tecnologias.
Agroquímicos e Formulações;
Segurança na aplicação (EPI);
Pontas de Pulverização e Espectro de Gotas;
Maquinários de Aplicação;
Condições Ambientais;
Preparo da calda e adjuvantes;
FUNDAMENTOS DA
TECNOLOGIA DE
APLICAÇÃO
FUNDAMENTOS DA
TECNOLOGIA DE
APLICAÇÃO
Fonte: Canva, 2026.
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A tecnologia de aplicação é o uso do conhecimento técnico
para garantir que o defensivo agrícola atinja seu alvo, seja
uma planta daninha, um inseto ou um fungo.
A tecnologia de aplicação é o uso do conhecimento técnico
para garantir que o defensivo agrícola atinja seu alvo, seja
uma planta daninha, um inseto ou um fungo.
Fonte: Drive Geagra, 2026.
DEFINIÇÃO
DEFINIÇÃO
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OBJETIVOS
OBJETIVOS
Permitir um bom controle;
Evitar danos ao meio ambiente;
Máximo rendimento econômico;
Atingir o alvo.
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Processo físico-mecânico de
transformação de uma substância
líquida em partículas ou gotas;
Deposição de gotas sobre um alvo
desejado, com tamanho e densidade
adquadas ao objetivo proposto.
PULVERIZAÇÃO
PULVERIZAÇÃO APLICAÇÃO
APLICAÇÃO
Fonte: Canva, 2026.
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Produto;
Gota;
Alvo;
Ambiente;
Equipamento.
COMPONENTES DO SISTEMA DE APLICAÇÃO
COMPONENTES DO SISTEMA DE APLICAÇÃO
Fonte: Elevagro, 2026.
F
o
n
t
e
: M
ais agro ,syngenta,
2
0
2
6
.
Fonte: Blog sensix, 2023.
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PRINCIPAIS
PERDAS
PRINCIPAIS
PERDAS
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DERIVA
Deslocamento da gota para fora da área-alvo
EVAPORAÇÃO
Perda de volume da gota antes de atingir o alvo
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ESCORRIMENTO
Ocorre quando há excesso de volume aplicado ou
baixa retenção foliar
VOLATIZAÇÃO
Transformação do produto em vapor após aplicação
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AGROQUÍMICOS E
FORMULAÇÕES
AGROQUÍMICOS E
FORMULAÇÕES
Fonte: Canva, 2026.
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AGROQUÍMICOS
Agroquímicos são produtos químicos usados na
agricultura para proteger plantas e aumentar a
produção, sendo aplicados no solo, nas folhas,
nas sementes ou na água de irrigação.
Agroquímicos são produtos químicos usados na
agricultura para proteger plantas e aumentar a
produção, sendo aplicados no solo, nas folhas,
nas sementes ou na água de irrigação.
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TIPOS DE
AGROQUÍMICOS
Os agroquímicos são divididos em categorias, de acordo com o alvo que combatem:
INSETO
ÁCARO
FUNGO
NEMATOÍDE
PLANTA DANINHA
FUNGICIDA
ACARICIDA
INSETICIDA
NEMATICIDA
HERBICIDA
Elaborado por: Maithê Leles, 2026.
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INSETICIDA
Produtos que controlam a ação de insetos-praga
Fonte:
Mais
Agro,
2024.
Fonte:
Agro
Genica,
2022.
Fonte:
Irac
Br,2023.
LAGARTA-DO-CARTUCHO
Spodoptera frugiperda
MOSCA-BRANCA
Bemisia tabaci
PERCEVEJO-MARROM
Euschistus heros
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HERBICIDA
Sua função é o controle de plantas daninhas
Fonte:
Ouro
Fino
Agro,2026.
Fonte:
Agro
Link,2022.
Fonte:
Globo
Rural,2023.
BUVA
Conyza sp
CAPIM-AMARGOSO
Digitaria insularis
CARURU
Amaranthus sp
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FUNGICIDA
Atuam no controle e na prevenção de doenças causadas por fungos
fitopatogênicos
Fonte:
FMC
Agricola,2022.
Fonte:
Mais
Soja,
2021.
Fonte:
Mais
Soja,
2024.
FERRUGEM-ASIÁTICA DA SOJA
Phakopsora pachyrhizi
OÍDIO
Erysiphe cichoracearum
MOFO-BRANCO
Sclerotinia sclerotiorum
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FORMULAÇÃO DE DEFENSIVOS
Os defensivos são comercializados em diferentes formulações, que melhoram a
atividade biológica, a aplicação, a estabilidade e a persistência desses produtos nos
alvos.
GRANULADO (WG)
GRANULADO SOLÚVEL (SG)
PÓ SOLÚVEL (SP)
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PÓ MOLHAVEL (WP)
SOLUÇÃO SOLÚVEL (SL)
CONCENTRADO EMULSIONÁVEL (EC)
SUSPENÇÃO CONCENTRADA (SC)
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ORDEM DE ADIÇÃO DE
FORMULAÇÕES
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Fonte:
Elevagro,2026.
PREPARO DA CALDA
E ADJUVANTES
PREPARO DA CALDA‌‌
E ADJUVANTES
Fonte: Canva, 2026.
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QUALIDADE DA ÁGUA
Ph da água
Dureza da água
Ph muito ácido degrada ingredientes ativos;
Ph alcalino pode inativar alguns;
ingredientes ativos.
Presença de íons;
Ligações catiônicas com os produtos;
Redução/inativação do produto.
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Fonte: Canva, 2026.
FATORES A SE OBSERVAR NO PREPARO
DA CALDA
Ph da calda
Temperatura da água
Temperatura ambiente
O pH ideal da calda de pulverização deve se aproximar
a 5, podendo haver variações;
A temperatura ideal deve estar abaixo de
32°C e acima de 15°C.
Temperaturas muito baixas (≈10 °C) ou muito altas (≈50 °C)
da água da calda podem reduzir a eficiência de alguns
defensivos; cerca de 30 °C é o ideal;
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1.Utilize um recipiente transparente com tampa e adicione 2/3 de água.
2.Adicione os produtos na mesma ordem recomendada para o tanque de
pulverização.
3.Agite bem a mistura e deixe em repouso por duas horas.
4.Observe se há formação de espuma, floculação, precipitação ou separação
de componentes.
TESTE DA GARRAFA
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24
Fonte:Aegro, 2026.
Exemplos de incompatibilidade demonstrados no teste da garrafa:
floculação(A); decantação(B); espuma(C).
INCOMPATIBILIDADE DA CALDA
FÍSICA QUÍMICA BIOLÓGICA
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Fonte: Canva, 2026.
INCOMPATIBILIDADE DA CALDA
Fonte: Blo spraytech, 2026.
DECANTAÇÃO NO FUNDO DO TANQUE FORMAÇÃO DE CRISTAIS OU GRUME NA CALDA FORMAÇÃO EXCESSIVA DE ESPUMA
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PRINCIPAIS PERDAS NA PULVERIZAÇÃO
Qualidade da água
Espuma
Má homogenização
Deriva
Escorrimento
Estresse da planta
Equipamento de aplicação
Chaves posteriores
CAUSAS PERDAS DE ATÉ
30%
20%
10%
45%
15%
40%
35%
100%
Causas de perdas
nas aplicações
em que o
uso de adjuvantes
pode colaborar.
Tabela 1. Principais perdas na pulverização.
Elaborado por : Maithê Leles, 2026.
Os adjuvantes surfactantes afetam as propriedades de superfícies dos líquidos,
promovendo assim o ajustamento mais íntimo de duas substâncias
ADJUVANTES SUPERFACTANTES
Espelhante; Detergentes;
Umectantes;
Aderentes.
Dispersantes;
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ADJUVANTES ADITIVOS
Essa classe de adjuvante é responsável por aumentar a absorção dos
herbicidas devido a sua ação direta sobre a cutícula das plantas
Óleos;
Sulfato de amônio;
Ureia.
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CONDIÇÕES
AMBIENTAIS
CONDIÇÕES‌‌
AMBIENTAIS‌
30
Fonte: Canva, 2026.
PARA UMA APLICAÇÃO EFICAZ :
Temperatura do ar < 30°C;
Umidade relativa do ar >50%;
Velocidade média do vento entre 3km/h e 10km/h.
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Fonte: Canva, 2026.
Deriva é o deslocamento do produto para fora do alvo desejado. Em
outras palavras, é o desperdício de defensivo que não atinge a lavoura,
podendo contaminar áreas vizinhas, fontes de água e outras culturas.
DERIVA
Endoderiva:
Exoderiva:
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Ocorre quando há perdas dentro da própria área de aplicação.
É o deslocamento das gotas para fora da área tratada.
A DERIVA PODE SER CLASSIFICADA EM DOIS TIPOS:
QUAIS FATORES MAIS INFLUENCIAM A DERIVA?
Tipo de ponta de pulverização: Define o tamanho e o padrão das gotas;
Condições climáticas: Vento, temperatura e umidade do ar são decisivos;
Velocidade de aplicação: Afeta a turbulência e a deposição das gotas;
Altura da barra: Barras muito altas aumentam o tempo que a gota leva
para atingir o alvo, expondo-a mais ao vento;
Composição da calda: Adjuvantes e a formulação do produto podem
alterar o comportamento das gotas.
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PONTAS DE
PULVERIZAÇÃO E
ESPECTRO DE GOTAS
PONTAS DE‌
PULVERIZAÇÃO E‌
ESPECTRO DE GOTAS
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Fonte: Canva, 2026.
PONTAS DE PULVERIZAÇÃO
As pontas de pulverização são responsáveis por:
Transforma a calda em gotas;
Definir tamanho, distribuição e padrão dessas gotas.
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ESTRUTURA DA PONTA DE PULVERIZAÇÃO
Fonte: Andef, 2026.
36
TIPOS DE PONTAS
Fonte: Syngenta, 2024.
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ESPECTRO DE GOTA
Tabela 2. Distribuição dos tamanhos das gotas produzidas na pulverização.
Fonte: Mais soja, 2026.
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MUITO FINA
OU FINA
DEPOSIÇÃO DAS GOTAS
Fonte:Elysio,2026.
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FINA OU
MÉDIA
MÉDIA OU
GROSSA
GROSSA OU
MUITO
GROSSA
GROSSA OU
EXTRAGROSSA
MODO DE AÇÃO
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MAQUINÁRIOS DE
APLICAÇÃO
MAQUINÁRIOS DE
APLICAÇÃO
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Fonte: Canva, 2026.
COMPONENTES DE UM PULVERIZADOR
Tanque de armazenamento: É o reservatório onde a calda (a mistura do produto com água)
fica armazenada antes de ser aplicada.
Mecanismo agitador: Mantém a calda em constante movimento dentro do tanque, evitando
que os produtos mais densos se depositem no fundo (decantação).
Filtros: Impedem que impurezas presentes na calda cheguem aos bicos, evitando
entupimentos e falhas na aplicação.
Bombas hidráulicas: São o “coração” do sistema. Elas bombeiam a calda do tanque até os
bicos com a pressão necessária.
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COMPONENTES DE UM PULVERIZADOR
Regulador de pressão: Controla e mantém a pressão do líquido
constante em todo o sistema de pulverização.
Manômetro: É o relógio que mostra ao operador a pressão de trabalho,
indicando se há alguma perda ou variação no sistema.
Barra de pulverização: Estrutura que sustenta os bicos e conduz a calda
até eles, permitindo cobrir uma faixa larga de terra a cada passada.
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COSTAL
Fonte: Jacto ,2026. Fonte: Brudden ,2026.
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AÉREOS
Fonte: geteex,2026. Fonte: geteex,2026.
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AUTOPROPELIDO
Fonte: John deere, 2026.
Fonte: John deere, 2026.
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ARRASTO
Fonte: Jacto, 2026.
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SEGURANÇA NA
APLICAÇÃO (EPI)
SEGURANÇA NA‌
APLICAÇÃO (EPI)
Fonte: Canva,2026
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EQUIPAMENTOS DE SEGURANÇA
É indispensável o uso correto dos EPIs (Equipamentos de Proteção Individual) em toda aplicação. Isso
garante que a exposição do trabalhador ao produto químico seja a menor possível.
Fonte: Aegro,2026.
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ORDEM
VESTIR RETIRAR
1.Calça
2.Jaleco
3.Botas
4.Avental
5.Respirador
6.Viseira Facial
7.Boné Árabe
8.luvas
1.Boné Árabe
2.Viseira Facial
3.Avental
4.Jaleco
5.Botas
6.Calça
7.Luvas
8.Respirador
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NOVAS
TECNOLOGIAS
NOVAS
TECNOLOGIAS
Fonte: Canva,2026
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VANTAGENS DO DRONE
Precisão na aplicação
Redução da exposição
humana a produtos químicos
Acesso a áreas de díficil manejo
pelo solo
Maior eficiência operacional Sustentabilidade ambiental
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DESVANTAGENS DO DRONE
Ato custo de aquisição e
manutenção
Risco de deriva e inconsistência
na aplicação
Dependências das condições
climáticas
Capacidade de carga e autonomia
limitadas
Regulamentação e barreiras
legais
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DRONE
DRONE MÁQUINA
MÁQUINA
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Média capacidade de cobertura
Alta precisão de aplicação em
locais específicos
Exelente acesso a terrenos difíceis
Alto custo operacional em áreas
amplas
Alta sensibilidade climática
Alta capacidade de cobertura
Alta precisão de aplicação em
grande volumes
Limitado acesso a terrenos difíceis
Custo operacional mais eficiente
em grandes áreas
Menor sensibilidade climática
MAIORES DRONES DO MERCADO
DJI Agras T100 XAG P150 MAX
Fonte: DJI, 2026.
Fonte: XAG, 2026.
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