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A webrádio como instrumento de
motivação para as aprendizagens
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Universidade Católica Portuguesa
Dissertação apresentada à Universidade Católica Portuguesa para obtenção do grau
de mestre em Ciências da Educação – Informática Educacional
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A webrádio como instrumento de
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Sound bites
se ao desafiar os alunos a produzirem os
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autónomos e disponíveis para
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eficaz na comunicação de massas,
cada vez mais individualizada,
através de dispositivos móveis apoiados
em serviços da Internet
quer na existência de contextos de
aprendizagem gerados pelos próprios
alunos.
Page 4
Sound bites
pretende-se que os alunos recorram de forma gradual
às regras inerentes à produção e divulgação
dos conteúdos: qualidade global, esforço criativo, rigor
e domínio dos temas abordados e das ferramentas
informáticas, respeitando os direitos de autor e a
privacidade das informações pessoais dos sujeitos
envolvidos
Os conhecimentos construídos isoladamente
perdem espaço, por isso a formação pessoal
aposta no entrelaçamento de
significados criados pela relação do indivíduo
com o mundo, com as pessoas, com as
coisas… ainda que virtuais.
Page 5
Sound bites
a rádio é, sem sombra de dúvida, o veículo mais
dinâmico, abrangente e democrático que, aliado à
cibercultura, se transforma num recurso
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de produção de conteúdos e torna os seus
profissionais “militantes” da inclusão
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Influências
sociedade da informação ou conhecimento
educação e criatividade
na era da informação e do conhecimento,
mais importante que a capacidade de
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conteúdos, adaptá-los e aplicá-los em
diferentes contextos
individual, cooperativa e/ou colaborativa
Page 7
The crew
Agrupamento de Escolas Romeu Correia
ano lectivo 2012/2013
8.º BR (do ensino regular)
MOB2 (8.º ano – 2º ano de um Curso de
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Os ensaios
tecnologias para criar situações de aprendizagem
sintetização de ideias, coordenação de
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participação, colaboração e
comunicação entre alunos e professores
que estimulam o processo de
aprendizagem, responsabilizando o aluno
enquanto parte fundamental da sua
própria aprendizagem e tornando-o
produtor de conhecimento, para si e para
os colegas
Page 9
Os ensaios
autoprodução, divulgação e obtenção de
contributos de uma vasta audiência
competências tecnológicas,
disciplinares e de literacia digital dos
alunos
os conteúdos educativos não se exploram
nem se analisam – criam-se!
de que forma esta autonomia (livre
criação ou recriação de conteúdos) pode
motivar e predispor os alunos para
aprender?
Page 10
Os ensaios
Podcasting na educação escolar
As TI enquanto motor motivacional
O aluno enquanto produtor de conteúdos
Criatividade e aprendizagem
O papel da avaliação na aprendizagem
mediada pelas TI
Page 11
A musicalidade
Como é que a
produção de
conteúdos e
operacionalização
de uma webrádio
pode estimular a
aprendizagem dos
alunos do ensino
básico?
Existe uma atitude mais crítica e
autónoma dos alunos na construção dos
seus conteúdos?
Verifica-se, ao longo do processo de
aprendizagem, a diminuição do tempo
de produção e o aumento da qualidade
do material criado?
A presença pública dos conteúdos
produzidos pelos alunos na Internet
permite que estes desenvolvam uma
atitude mais esclarecida, crítica e
segura na utilização da Internet?
Page 12
Em estúdio: Gravação
Projecto
Desenvolvimento de competências
tecnológicas
Fomento da literacia digital
Contributos dos User Generated Contents
Aprendizagem criativa
Transmissão dos conteúdos via Webrádio
Page 13
Em estúdio: Etapas
Page 14
Em estúdio: Etapas
Page 15
Em estúdio: Samples
Entrevistas
Observação participante
Análise documental
Entrevistas Observação
participante
Grelhas de
observação
Produção dos
alunos
Desenvolvimento de
competências tecnológicas
X X X
Fomento da literacia digital X
Contributo dos User
Generated Contents
X X
Aprendizagem criativa X X
Transmissão dos conteúdos
via Webrádio
X X
Caracterização dos
participantes
X
Page 16
Em estúdio: Samples
Entrevistas (Professores)
Subcategorias Indicadores/ unidades de registo Frequência
Experiência profissional dos
entrevistados.
Anos de actividade 17
Ciclos, anos e disciplinas que leccionou 6
Escolas onde leccionou 6
“Tipo” de alunos 4
Motivações para o exercício da
profissão.
Gosto de ensinar 22
Contacto com os alunos 2
Constrangimentos ao exercício
da profissão.
“Tipo” de alunos 13
Ambiente nas escolas 4
Políticas educativas 18
Objectivo 1 – Contextualizar a experiencia educativa dos professores
Page 17
Em estúdio: Samples
Entrevistas (Professores)
Objecto 2 – Utilização das TI no processo de Ensino-Aprendizagem
Subcategorias Indicadores/ unidades de registo Frequência
Vantagens das TIC no ensino-
aprendizagem.
Interesse dos alunos 16
Experienciar 5
Realização de projectos 10
Interdisciplinaridade 7
Desvantagens das TIC no ensino-
aprendizagem.
Desorganização/Ruído 18
Escassez de tempo 13
Papel dos professores e alunos
no contexto educativo face à
utilização das TIC.
Curiosidade 7
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Novas metodologias 3
Page 18
Em estúdio: Samples
Entrevistas (Professores)
Objectivo 3 – Participação no projecto
Subcategorias Indicadores/ unidades de registo Frequência
Potencialidades do projecto.
Abordagem diferente aos conteúdos 9
Capacitar para as aprendizagens 6
Envolvimento dos alunos 13
Divulgação e promoção de actividades 7
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características das turmas.
Facilitador do empenho 5
Compromisso com as tarefas 7
Participação dos alunos 7
Actividades a desenvolver de
caracter curricular e
extracurricular.
Conteúdos curriculares 12
Entrevistas 8
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Page 19
Em estúdio: Samples
Entrevistas (Alunos)
Objectivo 1 – Utilização das TI no processo de Ensino -Aprendizagem
Subcategorias Indicadores/ unidades de registo Frequência
Nível de utilização e
conhecimento das TIC.
Jogos 22
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Page 20
Em estúdio: Samples
Entrevistas (Alunos)
Objectivo 2 – Caracterização do contexto escolar dos alunos
Subcategorias Indicadores/ unidades de registo Frequência
Contexto escolar dos alunos.
Identificação de disciplinas preferidas 35
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Aulas “chatas” 19
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aprendizagem.
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Aprender 7
Matérias úteis e interessantes 9
Page 21
Em estúdio: Samples
Observação participante
Fase Turma 8ºBR Turma MOB2
Explicação da actividade e
construção dos guiões
180 minutos
(2 aulas x 90 minutos)
180 minutos
(2 aulas x 90 minutos)
Gravação dos podcasts 180 minutos
(2 aulas x 90 minutos)
270 minutos
(3 aulas x 90 minutos)
Edição dos podcasts 180 minutos
(2 aulas x 90 minutos)
180 minutos
(2 aulas x 90 minutos)
Publicação online 90 minutos
(1 aulas x 90 minutos)
180 minutos
(2 aulas x 90 minutos)
Disseminação via webrádio Manhã no auditório da escola
Total
630 minutos
(7 aulas x 90 minutos)
810 minutos
(9 aulas x 90 minutos)
Page 22
Em estúdio: Samples
Observação participante
Indicadores Registos de ocorrências Exemplos de comportamentos
Diversificação
das
actividades
Mostram agrado quando percebem que
vão trabalhar um tema com actividades
de podcasting;
Mostram sinais de alegria e diversão
pelo que vão fazer;
Mostram agrado pelo fact o de serem
eles a construir o guião e a determinar o
que vão gravar e como vão gravar.
Expressões (“fixe”, “boa”,
“gosto”) que externalizam as
ocorrências referidas ao lado.
Organização Mostram cuidado na organização do
guião;
Tentam encadear ideias e conceitos;
Escolhem elementos gráficos e sonoros
condicentes com os temas em estudo.
Questionam se podem explicar
como vão fazer;
Solicitam a opinião sobre
fotografias ou músicas que
“ilustram” os temas abordados.
Page 23
Em estúdio: Samples
Observação participante
Indicadores Registos de ocorrências Exemplos de comportamentos
Atenção /
concentração
Nos momentos de explicação e ou
abordagem a toda a turma os alunos
revelam atenção ao
professor/investigador;
Quando inquiridos ou nos momentos
mais “abertos” participam activamente.
Conversar com os colegas do
grupo sobre os temos em estudo
Participação Entusiasmo;
Resposta às questões colocadas;
Colocam dúvidas;
Pedem ajuda.
Nas discussões dentro dos
grupos todos querem participar;
Várias ofertas para realizar
determinada tarefa;
Colocação de dúvidas e pedidos
de ajuda.
Empenho na
realização de
actividades e
interesse
Cuidado na selecção da informação;
Rigor na criação dos guiões;
Regravação e reedição dos conteúdos já
gravados;
Questionam se na próxima aula podem
continuar os trabalhos;
Questionam se não podem fazer estes
trabalhos noutras aulas;
Questionam se podem continuar os
trabalhos em casa;
Saem muito depois do toque de saída.
Tiram notas;
Pedem para ver o guião e para
ouvir o que já gravaram;
Pedem opiniões e perguntam se
podem voltar a gravar para ficar
melhor;
Questionam a continuidade dos
trabalhos.
Page 24
Em estúdio: Samples
Análise documental
Domínio
Técnico
Domínio
Conteúdos
Domínio
Pedagógico
Domínio
Sócio-afectivo
Pontos fortes
- Destreza
informática.
- Procura de
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relacionados;
- Tentativa de
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- Literacia digital;
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- Capacidade de síntese;
- Ritmos de aprendizagem;
- Interdisciplinaridade;
- Participação dos alunos
na aprendizagem.
- Socialização:
trabalho em
grupo,
presença
digital;
- Colaboração e
cooperação.
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- Falta de
melhores
recursos
técnicos.
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(parcial/total)
de conteúdos
de outros.
- Fragmentação do
currículo;
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alguns alunos.
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- Reforço da
identidade do
projecto e do
agrupamento.
- Facilidade de audição;
- Repositório de recursos
educativos;
- Socialização;
- Apoio aos
alunos cegos e
de baixa visão.
Ameaças
- Infoexclusão. - Dificuldade de gestão de
tempos lectivos.
- Infoexclusão.
Apreciação global
- Projecto atractivo;
- Inovação, particularmente sentida pelos alunos;
- Alia o lúdico ao pedagógico;
- Complementa as actividades lectivas e introduz novos instrumentos de
avaliação;
- Difícil articulação e gestão de tempos planificados.
Page 25
A colectânea
Existe uma atitude mais crítica e autónoma dos alunos
na construção dos seus conteúdos?
Verifica-se, ao longo do processo de aprendizagem, a
diminuição do tempo de produção e o aumento da
qualidade do material criado?
A presença pública dos conteúdos produzidos pelos alunos na
Internet permite que estes desenvolvam uma atitude mais
esclarecida, crítica e segura na utilização da Internet?
Como é que a produção de conteúdos e
operacionalização de uma webrádio pode estimular a
aprendizagem dos alunos do ensino básico?
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Webrádio - Apresentacao dissertacao

  • 1. Page 1 A webrádio como instrumento de motivação para as aprendizagens
  • 2. Page 2 Universidade Católica Portuguesa Dissertação apresentada à Universidade Católica Portuguesa para obtenção do grau de mestre em Ciências da Educação – Informática Educacional por Jorge Miguel Colaço Teixeira Faculdade de Ciências Humanas Sob orientação do Professor Doutor José Reis Lagarto A webrádio como instrumento de motivação para as aprendizagens
  • 3. Page 3 Sound bites se ao desafiar os alunos a produzirem os seus próprios conteúdos e a publicá-los numa webrádio estes se sentem mais autónomos e disponíveis para aprender uma aposta cada vez maior e mais eficaz na comunicação de massas, cada vez mais individualizada, através de dispositivos móveis apoiados em serviços da Internet quer na existência de contextos de aprendizagem gerados pelos próprios alunos.
  • 4. Page 4 Sound bites pretende-se que os alunos recorram de forma gradual às regras inerentes à produção e divulgação dos conteúdos: qualidade global, esforço criativo, rigor e domínio dos temas abordados e das ferramentas informáticas, respeitando os direitos de autor e a privacidade das informações pessoais dos sujeitos envolvidos Os conhecimentos construídos isoladamente perdem espaço, por isso a formação pessoal aposta no entrelaçamento de significados criados pela relação do indivíduo com o mundo, com as pessoas, com as coisas… ainda que virtuais.
  • 5. Page 5 Sound bites a rádio é, sem sombra de dúvida, o veículo mais dinâmico, abrangente e democrático que, aliado à cibercultura, se transforma num recurso importantíssimo, percursor das mais diversas actividades, enquadradas em diversos campos de actuação. A internet transforma a rádio num meio livre de produção de conteúdos e torna os seus profissionais “militantes” da inclusão digital
  • 6. Page 6 Influências sociedade da informação ou conhecimento educação e criatividade na era da informação e do conhecimento, mais importante que a capacidade de retenção de dados é o desenvolvimento de habilidades para relacionar conteúdos, adaptá-los e aplicá-los em diferentes contextos individual, cooperativa e/ou colaborativa
  • 7. Page 7 The crew Agrupamento de Escolas Romeu Correia ano lectivo 2012/2013 8.º BR (do ensino regular) MOB2 (8.º ano – 2º ano de um Curso de Educação e Formação, ensino profissional)
  • 8. Page 8 Os ensaios tecnologias para criar situações de aprendizagem sintetização de ideias, coordenação de discurso, domínio de temáticas e criatividade participação, colaboração e comunicação entre alunos e professores que estimulam o processo de aprendizagem, responsabilizando o aluno enquanto parte fundamental da sua própria aprendizagem e tornando-o produtor de conhecimento, para si e para os colegas
  • 9. Page 9 Os ensaios autoprodução, divulgação e obtenção de contributos de uma vasta audiência competências tecnológicas, disciplinares e de literacia digital dos alunos os conteúdos educativos não se exploram nem se analisam – criam-se! de que forma esta autonomia (livre criação ou recriação de conteúdos) pode motivar e predispor os alunos para aprender?
  • 10. Page 10 Os ensaios Podcasting na educação escolar As TI enquanto motor motivacional O aluno enquanto produtor de conteúdos Criatividade e aprendizagem O papel da avaliação na aprendizagem mediada pelas TI
  • 11. Page 11 A musicalidade Como é que a produção de conteúdos e operacionalização de uma webrádio pode estimular a aprendizagem dos alunos do ensino básico? Existe uma atitude mais crítica e autónoma dos alunos na construção dos seus conteúdos? Verifica-se, ao longo do processo de aprendizagem, a diminuição do tempo de produção e o aumento da qualidade do material criado? A presença pública dos conteúdos produzidos pelos alunos na Internet permite que estes desenvolvam uma atitude mais esclarecida, crítica e segura na utilização da Internet?
  • 12. Page 12 Em estúdio: Gravação Projecto Desenvolvimento de competências tecnológicas Fomento da literacia digital Contributos dos User Generated Contents Aprendizagem criativa Transmissão dos conteúdos via Webrádio
  • 15. Page 15 Em estúdio: Samples Entrevistas Observação participante Análise documental Entrevistas Observação participante Grelhas de observação Produção dos alunos Desenvolvimento de competências tecnológicas X X X Fomento da literacia digital X Contributo dos User Generated Contents X X Aprendizagem criativa X X Transmissão dos conteúdos via Webrádio X X Caracterização dos participantes X
  • 16. Page 16 Em estúdio: Samples Entrevistas (Professores) Subcategorias Indicadores/ unidades de registo Frequência Experiência profissional dos entrevistados. Anos de actividade 17 Ciclos, anos e disciplinas que leccionou 6 Escolas onde leccionou 6 “Tipo” de alunos 4 Motivações para o exercício da profissão. Gosto de ensinar 22 Contacto com os alunos 2 Constrangimentos ao exercício da profissão. “Tipo” de alunos 13 Ambiente nas escolas 4 Políticas educativas 18 Objectivo 1 – Contextualizar a experiencia educativa dos professores
  • 17. Page 17 Em estúdio: Samples Entrevistas (Professores) Objecto 2 – Utilização das TI no processo de Ensino-Aprendizagem Subcategorias Indicadores/ unidades de registo Frequência Vantagens das TIC no ensino- aprendizagem. Interesse dos alunos 16 Experienciar 5 Realização de projectos 10 Interdisciplinaridade 7 Desvantagens das TIC no ensino- aprendizagem. Desorganização/Ruído 18 Escassez de tempo 13 Papel dos professores e alunos no contexto educativo face à utilização das TIC. Curiosidade 7 Capacidade de seleccionar informação 10 Novas metodologias 3
  • 18. Page 18 Em estúdio: Samples Entrevistas (Professores) Objectivo 3 – Participação no projecto Subcategorias Indicadores/ unidades de registo Frequência Potencialidades do projecto. Abordagem diferente aos conteúdos 9 Capacitar para as aprendizagens 6 Envolvimento dos alunos 13 Divulgação e promoção de actividades 7 Limitações do projecto. Gestão dos tempos lectivos 7 Dispersão dos alunos 12 Falta de capacidade dos professores 8 Papel do projecto face às características das turmas. Facilitador do empenho 5 Compromisso com as tarefas 7 Participação dos alunos 7 Actividades a desenvolver de caracter curricular e extracurricular. Conteúdos curriculares 12 Entrevistas 8 Conteúdos extracurriculares 6
  • 19. Page 19 Em estúdio: Samples Entrevistas (Alunos) Objectivo 1 – Utilização das TI no processo de Ensino -Aprendizagem Subcategorias Indicadores/ unidades de registo Frequência Nível de utilização e conhecimento das TIC. Jogos 22 Facebook 35 Pesquisas 18 Trabalhos 27 Downloads 12 Vantagens das TIC no ensino- aprendizagem. Aulas mais práticas 24 Aulas mais divertidas 12
  • 20. Page 20 Em estúdio: Samples Entrevistas (Alunos) Objectivo 2 – Caracterização do contexto escolar dos alunos Subcategorias Indicadores/ unidades de registo Frequência Contexto escolar dos alunos. Identificação de disciplinas preferidas 35 Identificação de disciplinas difíceis 35 Aulas “chatas” 19 Testes 13 Trabalhos 11 Aspectos motivadores para a aprendizagem. Convívio com os amigos 22 Aprender 7 Matérias úteis e interessantes 9
  • 21. Page 21 Em estúdio: Samples Observação participante Fase Turma 8ºBR Turma MOB2 Explicação da actividade e construção dos guiões 180 minutos (2 aulas x 90 minutos) 180 minutos (2 aulas x 90 minutos) Gravação dos podcasts 180 minutos (2 aulas x 90 minutos) 270 minutos (3 aulas x 90 minutos) Edição dos podcasts 180 minutos (2 aulas x 90 minutos) 180 minutos (2 aulas x 90 minutos) Publicação online 90 minutos (1 aulas x 90 minutos) 180 minutos (2 aulas x 90 minutos) Disseminação via webrádio Manhã no auditório da escola Total 630 minutos (7 aulas x 90 minutos) 810 minutos (9 aulas x 90 minutos)
  • 22. Page 22 Em estúdio: Samples Observação participante Indicadores Registos de ocorrências Exemplos de comportamentos Diversificação das actividades Mostram agrado quando percebem que vão trabalhar um tema com actividades de podcasting; Mostram sinais de alegria e diversão pelo que vão fazer; Mostram agrado pelo fact o de serem eles a construir o guião e a determinar o que vão gravar e como vão gravar. Expressões (“fixe”, “boa”, “gosto”) que externalizam as ocorrências referidas ao lado. Organização Mostram cuidado na organização do guião; Tentam encadear ideias e conceitos; Escolhem elementos gráficos e sonoros condicentes com os temas em estudo. Questionam se podem explicar como vão fazer; Solicitam a opinião sobre fotografias ou músicas que “ilustram” os temas abordados.
  • 23. Page 23 Em estúdio: Samples Observação participante Indicadores Registos de ocorrências Exemplos de comportamentos Atenção / concentração Nos momentos de explicação e ou abordagem a toda a turma os alunos revelam atenção ao professor/investigador; Quando inquiridos ou nos momentos mais “abertos” participam activamente. Conversar com os colegas do grupo sobre os temos em estudo Participação Entusiasmo; Resposta às questões colocadas; Colocam dúvidas; Pedem ajuda. Nas discussões dentro dos grupos todos querem participar; Várias ofertas para realizar determinada tarefa; Colocação de dúvidas e pedidos de ajuda. Empenho na realização de actividades e interesse Cuidado na selecção da informação; Rigor na criação dos guiões; Regravação e reedição dos conteúdos já gravados; Questionam se na próxima aula podem continuar os trabalhos; Questionam se não podem fazer estes trabalhos noutras aulas; Questionam se podem continuar os trabalhos em casa; Saem muito depois do toque de saída. Tiram notas; Pedem para ver o guião e para ouvir o que já gravaram; Pedem opiniões e perguntam se podem voltar a gravar para ficar melhor; Questionam a continuidade dos trabalhos.
  • 24. Page 24 Em estúdio: Samples Análise documental Domínio Técnico Domínio Conteúdos Domínio Pedagógico Domínio Sócio-afectivo Pontos fortes - Destreza informática. - Procura de conceitos relacionados; - Tentativa de domínio dos temas. - Literacia digital; - Expressão oral e escrita; - Capacidade de síntese; - Ritmos de aprendizagem; - Interdisciplinaridade; - Participação dos alunos na aprendizagem. - Socialização: trabalho em grupo, presença digital; - Colaboração e cooperação. Pontos fracos - Falta de melhores recursos técnicos. - Plágio (parcial/total) de conteúdos de outros. - Fragmentação do currículo; - Inibição de alguns alunos. Oportunidades - Reforço da identidade do projecto e do agrupamento. - Facilidade de audição; - Repositório de recursos educativos; - Socialização; - Apoio aos alunos cegos e de baixa visão. Ameaças - Infoexclusão. - Dificuldade de gestão de tempos lectivos. - Infoexclusão. Apreciação global - Projecto atractivo; - Inovação, particularmente sentida pelos alunos; - Alia o lúdico ao pedagógico; - Complementa as actividades lectivas e introduz novos instrumentos de avaliação; - Difícil articulação e gestão de tempos planificados.
  • 25. Page 25 A colectânea Existe uma atitude mais crítica e autónoma dos alunos na construção dos seus conteúdos? Verifica-se, ao longo do processo de aprendizagem, a diminuição do tempo de produção e o aumento da qualidade do material criado? A presença pública dos conteúdos produzidos pelos alunos na Internet permite que estes desenvolvam uma atitude mais esclarecida, crítica e segura na utilização da Internet? Como é que a produção de conteúdos e operacionalização de uma webrádio pode estimular a aprendizagem dos alunos do ensino básico?