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CONECTADA
PARA
CONSTRUIR
RELAÇÕES
REVISTA CONEXÃO
Relatório de Sustentabilidade
Lightt.
RReeconhecida como modeloem Responsabilidade Social
Corporativa pelo Guia Exame
de Sustentabilidade 2014. CONECTADA A VOCÊ
14781 Anr 21x28_Redes Sociais.indd 1
5/5/15 5:46 PM
CONECTADAA VOCÊConstruir e fortalecerrelações tambémé nosso negócio
A revista Conexão Light
chega à sua quarta
edição com o tema
“Conectada a Você”
Como no ano anterior, foram
seguidas as novas diretrizes
G4 da Global Reporting
Initiative (GRI), e privilegiado
o relato integrado como
forma de garantir às partes
interessadas o acesso e a
clareza das informações
referentes à companhia.
Por ser a versão
impressa do
Relatório de
Sustentabilidade,
a revista
apresenta- se
com um texto
claro, direto e
visual atraente.
46
Depois do iPhone,
aplicativo Light Clientes
é lançado também
para Windows Phone
e Android
A Light tem investido constantemente em pla-
taformas multicanais de comunicação. Dessa ma-
neira, consegue dialogar melhor com os clientes
e acompanhar a mudança de perfil do seu públi-
co-alvo, oferecendo acessos cada vez mais per-
sonalizados, a qualquer hora e de qualquer lugar.
Em 2014, os canais alternativos de atendimen-
to contribuíram para uma redução aproximada
de 34% no Custo Médio Unitário (CMU) do
atendimento presencial, diminuindo também o
volume de espera.
“Estamos promovendo a migração do aten-
dimento para canais virtuais e com pluralidade
de serviços e funcionalidades automáticas, com
foco na eficiência operacional. Há outros benefí-
cios, como redução de reclamações sobre aces-
so ao atendimento, diminuição do risco de multas
regulatórias e ações judiciais, filas menores nos
canais mais caros, melhoria da imagem empresa-
rial, mais qualidade no atendimento e satisfação
do cliente, sem degradação dos níveis de servi-
ço”, avalia Catia Lopes, Gerente de Centrais de
Relacionamento e Suporte.
No call center, foram implantados dois projetos
em 2014: TRES (Tempo de Restabelecimento) e
URA (Unidade de Resposta Audível) humanizada.
Juntos, eles contribuíram para elevar a retenção
dos clientes de 31% para 63%, diminuindo custos
com atendimento humano. Além disso, a instala-
ção de mais mil portas de URA ampliou a capaci-
dade de atendimento da Light em mais de 80%.
“O projeto da nova URA redefiniu o atendimen-
to automático por telefone, que se tornou interati-
vo, humanizado e mais efetivo. Seu processo de
desenvolvimento mapeou os principais gargalos
operacionais e traçou metas importantes, entre
elas, entender o cliente e antecipar suas necessi-
dades, ter a melhor tecnologia e ser resolutivo e
assertivo”, acrescenta Catia.
ATENDIMENTO NA
PALMA DA MÃO
Aplicativo Light Clientes
oferece serviços
comerciais com facilidade
47
VEJA O QUE A LIGHT
AINDA VAI FAZER PARA
MELHORAR
O ATENDIMENTO
• SMS Comercial, com inclusão
de novas funcionalidades,
como código de barras e religação;
• Unificação de Credencial, possibilitando
que o cliente acesse os canais virtuais
da Light por meio de forma padronizada
e unificada. A ideia é facilitar o acesso,
incentivando assim o autoatendimento;
• Me Liga, um novo serviço para o aplicativo
Light Clientes para aparelhos móveis,
permitindo ao cliente solicitar que a
concessionária ligue para o celular dele.
Ao ligar, a Light vai usar a mesma
operadora do cliente;
• Atendente Virtual, com um “avatar”
realizando o primeiro atendimento
no chat e demandas automáticas.
Os canais Light Clientes nas redes sociais se
consolidaram como veículos de destaque para a
companhia. O número de seguidores no Twitter cres-
ceu 62% em relação a 2013. Já o Facebook Light
Clientes chegou ao final de 2014 com um aumento
de 96% na quantidade de fãs, em comparação ao
ano anterior. Além disso, é importante citar o cres-
cimento expressivo de 16% no volume de contatos
nesses canais, com 79% de clientes satisfeitos com
o atendimento e mais de 12 mil pessoas impactadas
positivamente, com elogios espontâneos.
O aplicativo Light Clientes, que já existia para
iPhone, foi lançado também para Windows Phone
e Android, disponibilizando os seguintes serviços:
adesão ao débito automático, acompanhamento
de serviços, comunicação de falta de energia, có-
digo de barras para pagamento da conta, histórico
de consumo e alteração de dados cadastrais.
Na Agência Virtual – chat e e-mail – obtivemos
crescimento expressivo no volume total de aten-
dimentos. “Mesmo com esse crescimento, a partir
de julho 2014, a Light conseguiu manter uma mé-
dia de 92% das chamadas atendidas em menos
de um minuto, e o tempo médio de atendimento
caiu 25% em relação ao mesmo período de 2013,
fechando o ano de 2014 com 677 segundos”,
contabiliza Catia Lopes.
“O PROJETO DA NOVA URA REDEFINIU
O ATENDIMENTO AUTOMÁTICO POR
TELEFONE, QUE SE TORNOU INTERATIVO,
HUMANIZADO E MAIS EFETIVO”.
Catia Lopes
Gerente de Centrais de Relacionamento e Suporte
18
ta por representantes de diversas
áreas da empresa. “Nossos princi-
pais parceiros são a Superintendên-
cia de Desenvolvimento de Negó-
cios, a equipe de comercialização
de energia, as áreas tributária, re-
gulatória, jurídica, financeira, RH, TI,
suprimentos, segurança do trabalho
e meio ambiente, entre outras. É um
tipo de projeto que acaba envol-
vendo praticamente toda a compa-
nhia”, pontua João Vieira de Araújo,
Superintendente de Gestão e Enge-
nharia da Geração. Ele cita também
a parceria com a Superintendência
de Usinas e Engenharia da Gera-
ção. “Ela está ao nosso lado para
mitigar os impactos das obras nas
rotinas operacionais e, no futuro, se
ocupará da manutenção da PCH”,
acrescenta o Superintendente.
Preservação
histórica
A construção da Usina Fontes
Velha iniciou-se em 1905, aprovei-
tando os recursos hídricos dispo-
níveis em Ribeirão das Lajes para
gerar energia elétrica e atender ao
Rio de Janeiro, na época Distrito
Federal. No início do século XX, a
Usina Fontes Velha garantiu sozinha
as demandas de energia elétrica da
área de concessão da Light.
Tamanha importância motivou a
companhia a investir na criação de
um museu no local, aproveitando
parte do espaço e os equipamentos
remanescentes. Ele será instalado
no mesmo prédio que abriga a futu-
ra PCH Lajes e a Usina Fontes Nova,
em operação atualmente. De cunho
institucional e científico, o museu vai
mostrar aos visitantes a parte histó-
rica dos fatos e como funcionavam
os equipamentos daquela época.
“A ideia do museu sobre a pri-
meira usina de grande porte do
Brasil é uma convergência de mo-
tivações. Ela foi concebida pelo
Presidente da Light, Paulo Roberto
Pinto, que vislumbrou sua dupla
função: valorizar a memória sobre
a ação da empresa na região e no
Brasil e abrir um novo ponto de in-
teresse na cidade de Piraí”, lembra
o Gerente do Instituto Light e Centro
Cultural, Paulo Bicalho.
De acordo com ele, o museu
representa a valorização da his-
tória da Light e de sua contribui-
ção para o progresso do Rio de
Janeiro e do Brasil. Constitui-se
também em um novo vetor de
atração de turistas do meio aca-
dêmico e uma nova referência
para a região do Vale do Paraíba.
As áreas de visitação vão in-
cluir um setor dedicado à história
da usina, desde as primeiras pros-
pecções e estudos para a viabilida-
de da construção de um complexo
hidrelétrico até a desativação dos
geradores que faziam parte de Fon-
tes Velha. Previsto para inaugurar
em 2016, o museu colocará todo um
acervo cultural e técnico à disposi-
ção de estudantes de engenharia,
técnicos, profissionais e até mes-
mo público leigo, interessados nas
histórias de progresso em Ribeirão
das Lajes a partir dos empreendi-
mentos da Light.
CAPACIDADE INSTALADA
DA LIGHT ENERGIA (MW)
885
Ilha dos Pombos
(Rio Paraíba do Sul)
187
Fontes Nova
(Complexo de Lajes)
132
Nilo Peçanha
(Complexo Lajes)
380
Pereira Passos
(Complexo de Lajes)
100
Santa Branca
(Rio Paraíba do Sul)
56
19
"É UM TIPO DE PROJETO QUE
ACABA ENVOLVENDO PRATICAMENTE
TODA A COMPANHIA”.
João Vieira de Araújo
Superintendente de Gestão e Engenharia da Geração
CAPITAL
MANUFATURADO
CAPITAL
MANUFATURADO
O renascimento
da antiga
usina
CAPITAL
MANUFATURADO
17
Nova unidade
geradora em
prédio centenário
A antiga Usina Fontes Velha, pri-
meira do Complexo de Ribeirão das
Lajes e desativada em 1989, vai dar
lugar a um novo empreendimen-
to da Light Energia: a PCH Lajes,
uma pequena central hidrelétrica
que acrescentará 17 MW à capa-
cidade instalada da Light Ener-
gia, prevista para iniciar suas
operações em 2016.
“Adaptar um prédio com mais
de cem anos de construção tem
sido um grande desafio para a
companhia, tendo em vista a idade
do projeto original. O detalhamento
dos desenhos existentes necessita
que, de forma complementar, sejam
executadas diversas prospecções
locais nas estruturas, além de toda
uma preocupação com a preser-
vação das características arqui-
tetônicas do prédio”, avalia Felipe
Pinheiro da Cruz, Gerente de Futu-
ros Empreendimentos.
Em 2014, o projeto avançou
com a criação da empresa Lajes
Energia S.A., que será responsá-
vel por construir, operar e fazer a
manutenção da nova usina, e com
a assinatura do contrato referente
à construção e gerenciamento do
empreendimento, formalizado em
agosto do ano passado. Para a con-
cepção da usina, a companhia tem
adquirido os mais modernos equi-
pamentos, fabricados com tecnolo-
gia de ponta, garantindo confiabili-
dade compatível com a importância
do empreendimento.
A equipe dedicada ao projeto
convive diariamente com o desa-
fio de conduzir a obra dentro de
um complexo que permanece em
funcionamento. O Complexo de
Lajes, localizado no município de
Piraí, Rio de Janeiro, possui mais
três usinas hidrelétricas: Fontes
Nova, Nilo Peçanha e Pereira Pas-
sos, além das usinas elevatórias
de Santa Cecília e Vigário, que per-
mitem a transposição das águas
do Rio Paraíba do Sul. A PCH La-
jes irá compor esse conjunto de
obras de engenharia tão importante
para o Rio, já que, pelas turbinas
do complexo passam 96%
das águas de abastecimento
público da cidade do Rio e sua Re-
gião Metropolitana.
“Elaboramos um plano de traba-
lho capaz de integrar tanto os envol-
vidos na construção da PCH Lajes
como aqueles ligados à operação
e à manutenção do complexo. Tam-
bém mantemos rotineiramente uma
intensa comunicação entre supervi-
sores da obra e do complexo, princi-
palmente no que diz respeito às mu-
danças operacionais que afetam as
atividades”, acrescenta Felipe Cruz.
Além de aumentar a capacida-
de de geração de energia, a nova
usina trará outros benefícios, entre
eles, o aumento da flexibilidade
operacional, o controle de cheias
no Rio Piraí, a melhoria da qualida-
de da água do Reservatório de La-
jes e a modernização do suprimen-
to da adutora da Cedae. Soma-se
a esses benefícios o fato de que a
instalação da usina tem interferido
positivamente na oferta de empre-
gos locais e no crescimento da ar-
recadação municipal.
A obra encontra-se em fase de
adequação do projeto executivo
às estruturas existentes, compati-
bilizando as dimensões dos equi-
pamentos aos espaços definidos
para implantação da PCH Lajes.
Também já foram retirados todos os
equipamentos das unidades 7 e 8
da antiga Usina Fontes Velha, onde
será implantada a unidade gerado-
ra, e iniciadas as demolições para
adequação da casa de força ao
projeto da PCH.
Em 2015, está prevista a monta-
gem do conduto forçado, de apro-
ximadamente 700 metros de ex-
tensão, para transportar as águas
provenientes do Reservatório de
Lajes à nova PCH. Além disso, se-
rão executadas obras civis para
adequar a casa de força aos equi-
pamentos da nova unidade gerado-
ra de energia, entre outra ações.
“Sentimos um orgulho muito
grande em executar um projeto
desse porte, pois, além de ser ex-
tremamente desafiador, a Light é
responsável tanto pela obra quanto
pela gestão do projeto em si”, de-
clara Felipe Cruz.
A área de Engenharia não está
sozinha na construção da PCH.
A Lajes Energia tem uma comissão
que acompanha o projeto, compos-
17
Prevista para entrar
em operação em
2016, a PCH Lajes
vai acrescentar
17 MW à capacidade
da Light Energia
"ADAPTAR UM PRÉDIO
COM MAIS DE CEM ANOS
DE CONSTRUÇÃO TEM SIDO
UM GRANDE DESAFIO PARA
A COMPANHIA".
Felipe Pinheiro da Cruz
Gerente de Futuros
Empreendimentos
Nesta edição,
foram priorizados
os temas que são
materiais para
a companhia:
regulação e
políticas públicas;
novos modelos
de negócios;
oferta de energia;
relacionamento
com o cliente
e a sociedade;
solidez financeira
e mercado de
capitais; perdas
e inadimplência.
Além disso, o relato da
companhia segue a Estrutura
Internacional para Relato
Integrado, detalhando
o modelo de negócios,
segmentando os assuntos
por capitais - manufaturado,
natural, humano, intelectual,
social e de relacionamento e
financeiro - e demonstrando
como ocorre a geração de valor.
38
2014
2013
511 mil
1 milhão
2014
2013
20.608
12.251
Equipamentos Distribuidos
Nesses treinamentos, são utilizados manu-
ais desenvolvidos pelo Sebrae e pela com-
panhia especificamente para o projeto. Vale
destacar também a iniciativa da Academia
Light, que formou 56 novos profissionais
para atuar nas empresas que atendem ao
Light Legal.
As atividades nas unidades do pro-
grama são realizadas por microempresas,
cujos empregados recebem remuneração
fixa acima da média de mercado e bô-
nus por desempenho, garantindo maior
comprometimento com os resultados. As
equipes, constituídas de eletricistas, téc-
nicos e agentes comerciais, fiscalizam
as áreas, visitam clientes, realizam atu-
alização cadastral, fornecem dicas de
consumo eficiente e explicam sobre di-
reitos e deveres do consumidor. Essa
configuração aumentou a produtividade
do processo no combate às perdas e à
inadimplência e reduziu o deslocamento
das equipes da Light.
Até o fim de 2015, a companhia prevê
implantar mais seis unidades do Light Le-
gal, alcançando 43 no total e cerca de 750
mil clientes atendidos.
Comunidade Eficiente
Os projetos desenvolvidos pela Light em
comunidades do Rio de Janeiro promovem
a utilização consciente da energia elétrica,
associando ações de cidadania e de res-
ponsabilidade social e contribuindo para
o desenvolvimento sustentável dessas áreas.
Em 2014, o Comunidade Eficiente in-
vestiu cerca de R$ 22,3 milhões na troca de
geladeiras e lâmpadas incandescentes por
outras mais eficientes e em ações educati-
vas para estimular o consumo consciente
e seguro da energia elétrica. Também foi
executado o projeto Residencial, no âmbito
do Programa de Eficiência Energética da
ANEEL (PEE-ANEEL), durante a campa-
nha de comunicação Por uma Conta Mais
Light. Em três meses, um milhão de lâmpa-
39
Light Recicla
conquista
prêmio e
reconhecimento
O projeto Light Recicla, que
consiste na troca de materiais reci-
cláveis por descontos na conta de
energia, recebeu mais de R$ 2,3 mi-
lhões de investimento em 2014. Até
o fim do ano passado, mais de 12,8
mil clientes estavam cadastrados
no projeto. No ano todo, foram tro-
cadas 2.717 toneladas de materiais
recicláveis, como papel, plástico,
metal e vidro; e 11,5 mil litros de óleo
vegetal, o que levou a uma energia
economizada de 10,6 GWh/ano.
Ao todo, o Light Recicla possui
12 ecopontos: Cabritos/Tabajaras,
Metrô Botafogo, Humaitá, Vidi-
gal, Chapéu Mangueira/Babilônia,
Rocinha, Chácara do Céu, Cru-
zada São Sebastião, Santa Marta
(dois) e Mesquita (dois). Os eco-
pontos de Mesquita foram inaugu-
rados em 2014.
Um dos maiores reconheci-
mentos conquistados pelo projeto
foi a participação no Plano Munici-
pal de Gestão Integrada de Resí-
duos Sólidos da Cidade do Rio de
Janeiro como exemplo de progra-
ma e ação para as comunidades.
A iniciativa da Light também
recebeu o Prêmio Ação Ambiental
2014, da Federação das Indús-
trias do Rio (Firjan), na categoria
Relação com Público de Interesse.
“Esse prêmio nos traz grande ale-
gria pelo reconhecimento do proje-
to como uma ação com resultados
efetivos para seu público de inte-
resse, os moradores das comuni-
dades do Rio de Janeiro. Reforça
e legitima a iniciativa como uma
ação de real transformação para
o desenvolvimento sustentável da
cidade, com cidadania, geração
de renda, inclusão social, mudan-
ça cultural e preservação ambien-
tal”, declara Fernanda Mayrink,
Gerente de Eficiência Energética
em Comunidades.
10,6 GWh/ano
energia economizada
2,7 mil ton
materiais recicláveis
11,5 mil litros
óleo vegetal
12,8 mil
clientes cadastrados
das incandescentes foram trocadas por fluorescentes
compactas, mais econômicas. Nesse projeto, foram
investidos quase R$ 8,5 milhões.
Outro destaque foram os convênios com as pre-
feituras da área de concessão da empresa, que
possibilitaram o cadastramento de 19 mil clientes
na Tarifa Social de Energia Elétrica (TSEE) no ano
passado. De acordo com Lei Federal nº 12.212/10,
as ações do projeto devem ser direcionadas apenas
para clientes cadastrados na Tarifa Social. Participa-
ram dos convênios os municípios de Pinheiral, Barra
do Piraí, Japeri, Rio Claro, Valença, Rio das Flores,
Mesquita, Piraí, Paracambi, Queimados, Paraíba do
Sul e Comendador Levy Gasparian.
Em 2015, a projeção de investimentos do Co-
munidade Eficiente é de R$ 29 milhões, o que con-
templa 300 mil lâmpadas, 19 mil geladeiras, 1,5 mil
controladores de temperatura, 1,5 mil reformas de
instalações elétricas e pouco mais de dois mil recu-
peradores de calor, além de ações educativas.
34
Combate
às perdas
comerciais
CAPITAL SOCIAL E DE
RELACIONAMENTO
35
Perdas não técnicas/Mercado BT - 12 meses
2012
45,4
2013
42,2
2014
40,9
5.378
6.007 5.927
Perda não técnica
(GWh)
Perda não técnica/
Mercado BT (%)
Evolução das Perdas Totais - 12 meses
2012
23,6
16,5
2013
22,8
15,7
2014
25,3
15,6
8.352
8.584 8.847
Perda totais
(GWh)
Perdas elétricas
total (%) sobre
a carga fio
Perdas não
técnicas (%)
sobre a carga fio
Em três anos consecutivos,
ações contínuas fazem
índice cair de 45,4%
para 40,9%
O combate às perdas não técnicas e à inadim-
plência é um dos pilares do planejamento estraté-
gico da Light para os próximos cinco anos. Para
potencializar a sua redução, a companhia vem in-
vestindo continuamente em ações que vão desde
os processos convencionais de inspeção de frau-
de, passando pela modernização da rede e dos
sistemas de medição, até projetos mais específi-
cos, direcionados às regiões e às comunidades
com alto índice de furto de energia.
De janeiro a dezembro de 2014, as perdas não
técnicas totalizaram 5.927 GWh, representando
40,9% sobre a energia faturada no mercado de
baixa tensão, de acordo com a metodologia de
cálculo da ANEEL, com redução de 1,3 p.p. em re-
lação ao mesmo período de 2013. As perdas totais
da Light SESA somaram 8.847 GWh, ou 23,3% so-
bre a carga fio, no período de 12 meses, encerrado
em dezembro de 2014.
Entre as ações que contribuíram para a redu-
ção das perdas não técnicas, destacam-se as
61.219 normalizações de unidades consumidoras
nos segmentos de baixa, média e alta tensão, em
2014, contra 57.962 em 2013, o Light Legal, que
terminou o ano de 2014 com 37 unidades em ope-
ração, atingindo cerca de 624 mil* clientes, e a ins-
talação de medidores eletrônicos com telemedição
em áreas com alto índice de perdas, principalmen-
te onde existem Unidades de Polícia Pacificadora
(UPPs). No fim de 2014, o parque de medidores
eletrônicos instalados atingiu o montante de 622
mil, um incremento de 190 mil unidades (+44%) em
comparação a dezembro de 2013.
LIGHT LEGAL TERMINOU 2014
COM 37 UNIDADES
EM OPERAÇÃO,
ATINGINDO CERCA
DE 624 MIL* CLIENTES.
*Número alterado após a publicação da versão completa
do Relatório de Sustentabilidade
26
Ética
revisitada
Código aprofunda
questões sobre
conflito de
interesses
e Lei Anticorrupção
Um novo Código de Ética e Con-
duta Empresarial está em vigor na
Light desde o ano passado. A revi-
são foi feita pelos membros do Co-
mitê de Ética, com a contribuição do
Jurídico, da Diretoria de Finanças e
RI, da Diretoria de Gente e de uma
consultora especialista no tema. Em
seguida, foi aprovada pela Diretoria
e pelo Conselho de Administração
da companhia. O objetivo foi deixar
o documento ainda mais alinhado à
ideologia organizacional e aos com-
promissos assumidos pela empresa.
“Para que a Light continue atuan-
do como uma grande transformado-
ra da realidade à nossa volta, pre-
cisamos de pessoas orientadas por
valores morais capazes de sustentar
modelos eficientes de governança
empresarial. Todos devem estar en-
gajados não apenas na divulgação
e na prática das nossas diretrizes
corporativas, mas também em culti-
var relações verdadeiras e transpa-
rentes com os nossos públicos de
interesse”, declara o Presidente da
Light, Paulo Roberto Pinto.
O novo texto aborda aspectos
da Lei Anticorrupção (12.846/13) e
aprofunda questões relacionadas a
conflitos de interesses, como exer-
cício de outras atividades laborais,
oferta e recebimento de presentes,
relações de parentesco e proximida-
de, entre outros aspectos ligados ao
combate a fraudes.
Além disso, a Light reforça no
novo texto o seu compromisso com a
sustentabilidade, o desenvolvimento
e a valorização da força de traba-
lho – próprios e terceiros –, lutando
contra qualquer tipo de preconceito
e discriminação.
O novo código também trata de
temas considerados relevantes pelo
Instituto Brasileiro de Governança
Corporativa (IBGC), pela Comissão
de Valores Imobiliários (CVM), pelo
Instituto Ethos e pela BM&FBovespa.
“A revisão do Código de Ética foi
importante para atualizar a em-
presa quanto às melhores prá-
ticas do mercado no que se
refere às questões éticas e de res-
peito aos direitos humanos”, avalia
Regiane Monteiro de Abreu,
Especialista em Sustentabilidade.
Disseminação do
novo Código
A Academia Light e a Comu-
nicação trabalharam em conjunto
com os líderes das áreas para dis-
seminar a nova versão do Código
de Ética e Conduta Empresarial.
O lançamento aconteceu em agos-
to de 2014, em um encontro para
diretores e líderes. Em seguida,
o documento foi apresentado
para toda a empresa por meio
de carta e e-mail marketing em
nome do Presidente.
CAPITAL
HUMANO
27
“Nossa liderança foi responsável por disseminar e en-
tregar os códigos aos empregados, que assinaram um
novo termo de recebimento, comprometendo-se com as
diretrizes da companhia e com a incorporação do docu-
mento em seu dia a dia”, conta Regiane.
Para engajar os terceiros, foi enviada uma carta para
parceiros e fornecedores, ressaltando a importância de
conhecerem o novo Código de Ética. E, no que se refere
às novas contratações, o Código revisado está anexado
às condições gerais de contratação, que, em 2014, pas-
saram a ser registradas em cartório.
Para enfatizar os compromissos advindos da Lei Anti-
corrupção, a Light encaminhou um termo de adesão para
os fornecedores com maior peso nos contratos em vigor e
com maior volume de contingente disponibilizado.
Presenteando com ética
O Código de Ética da Light discorre ainda sobre a acei-
tação de convites institucionais, brindes e presentes pro-
mocionais, sem valor comercial. Todos os demais devem
ser devolvidos ou recusados, informando a norma da com-
panhia. Se esse procedimento não for possível, os itens
deverão ser doados.
O objetivo é preservar a autonomia das relações pro-
fissionais, evitando conflitos de interesse e influência em
decisões de negócios.
Em 2014, grande parte dos presentes que algumas
áreas receberam de clientes e fornecedores foi doada a
uma instituição que cuida de crianças com câncer, totali-
zando cerca de 50 brindes. Além dos presentes, a Light
distribuiu 11 cestas natalinas, que sobraram da entrega
para os jovens aprendizes e estagiários.
“Identificamos essa oportunidade de ajudar o próximo e
não pensamos duas vezes. Foi um prazer enorme fazer par-
te dessa iniciativa. Só tenho a agradecer à empresa por via-
bilizar tudo o mais rápido possível, pois quem necessita tem
pressa”, diz Clara Bonnet, Analista de Recursos Humanos.
Regiane Monteiro de Abreu
Especialista em Sustentabilidade
“A REVISÃO DO CÓDIGO FOI IMPORTANTE
PARA ATUALIZAR A EMPRESA QUANTO ÀS
MELHORES PRÁTICAS EM QUESTÕES ÉTICAS
E DE RESPEITO AOS DIREITOS HUMANOS”.
32
TROCA DE
EXPERIÊNCIAS
Sessenta empregados
foram selecionados para
o Programa Educadores
33
Programa
Educadores Light
Na frente Gestão do Conhe-
cimento, a companhia iniciou
o Programa Educadores Light.
Sessenta empregados, reco-
nhecidos em suas áreas de atu-
ação, foram selecionados para
disseminar, de forma estrutura-
da, seus conhecimentos, visan-
do à formação de gerações fu-
turas dentro da empresa.
Os educadores estão dividi-
dos em dois grupos: Educador
Técnico Comportamental, com
atuação presencial em ações
de disseminação técnica ou
comportamental; e Educador
Social, com atuação virtual e
em grupos de trabalho para a
formação de redes de relacio-
namento e construção de con-
teúdos específicos.
“Hoje, eles atuam por solici-
tação das áreas ou por meio da
Academia Light, que vem prio-
rizando os educadores internos
nas ações de treinamento e de-
senvolvimento. Com essa inicia-
tiva, temos a oportunidade de
disseminar os conhecimentos e
ainda valorizar os nossos educa-
dores perante toda a organiza-
ção”, acrescenta Jacqueline.
Em paralelo, a Academia
Light iniciou as Comunidades
de Prática, uma ferramenta de
aprendizagem colaborativa que
visa à troca de experiências de
especialistas acerca de um de-
terminado tema na busca por
soluções de relevância para a
organização. A primeira comuni-
dade está em andamento e con-
ta com 14 participantes, dedica-
dos ao tema “distribuição ótima
de religadores”.
“COM O PORTAL, TEMOS MAIS UMA FORMA DE
INCENTIVAR O APRENDIZADO DA NOSSA GENTE,
POR MEIO DE CONTEÚDOS CONSISTENTES E ATRATIVOS
QUE ESTIMULAM A BUSCA PELO AUTODESENVOLVIMENTO,
O APRIMORAMENTO DE COMPETÊNCIAS
E O COMPARTILHAMENTO DE EXPERIÊNCIAS”.
Jacqueline Carrijo
Gerente de Desenvolvimento
Humano e Organizacional
40
Travessia beneficia
500 mil pessoas
O Projeto Travessia consiste na
construção e revitalização de impor-
tantes áreas de esporte e lazer em
comunidades pacificadas do Rio de
Janeiro. Ao longo de 2014, foram con-
cluídas e entregues seis academias
ao ar livre, 13 quadras poliesportivas
e quatro campos de grama sintética.
O projeto ainda viabilizou reformas na
Academia Nobre Arte e no Viaduto de
Madureira e a doação de uma máqui-
na de shape (fábrica de pranchas de
surfe) ao projeto Favela Surf Clube, in-
cluindo a capacitação para uso.
Ao todo, foram investidos R$ 9,7
milhões, sendo que 1/6 desse inves-
timento foi feito pela Light, com finan-
ciamento do BNDES. O restante foi
aplicado pela Secretaria de Estado de
Esporte, Lazer e Juventude, por meio
da Lei de Incentivo ao Esporte. Entre
as comunidades beneficiadas estão
Rocinha, Complexo do Alemão, Morro
do Adeus, Andaraí, Tuiuti, Mangueira,
Morro do Queto, São Carlos, Fumacê,
Coroa, Cabritos, Pavão-Pavãozinho e
Cantagalo, atendendo aproximada-
mente 500 mil pessoas.
“Esperamos resultados positivos
com esse projeto, como o crescimen-
to da identidade da população com
o seu território, o cuidado com as in-
terferências na urbanização, o sur-
gimento de novas referências, o estí-
mulo a um comportamento cidadão
e o engajamento comunitário. Todos
esses efeitos ajudam a alcançar um
ambiente mais participativo e cida-
dão”, comenta o Gerente do Instituto
Light e Centro Cultural, Paulo Bicalho.
Segundo ele, uma melhor organização
urbana é algo também que beneficiará
a prestação de serviço da Light. “Isso
vale para qualquer lugar da cidade,
mas principalmente para as comuni-
dades”, completa.
41
Favela Criativa
Entre as atividades reali-
zadas em 2014, destaca-se a
Feira Favela Criativa, que sele-
cionou 40 projetos, idealizados
por novos produtores culturais
que receberam o Selo Fave-
la Criativa. Eles contarão com
recursos da Lei de Incentivo
(ICMS) para executar seus pro-
jetos, que estão distribuídos em
várias comunidades do Rio de
Janeiro e da Baixada Fluminen-
se. Trata-se de uma oportunida-
de única para pessoas que até
então tinham ideias e boa von-
tade, mas não contavam com a
capacitação e os recursos para
viabilizar seus projetos.
Outro destaque é o Portal
Favela Criativa, uma plataforma
que divulga as ações e promo-
ve o intercâmbio entre os parti-
cipantes de diversos projetos.
As pesquisas comprovam que a
iniciativa é bem-sucedida e que
tem impactos práticos na vida
dos participantes.
O programa é resultado de
uma parceria entre o poder pú-
blico e a iniciativa privada, con-
tando com recursos no valor de
R$ 14 milhões, provenientes da
Secretaria de Estado de Cultura
(SEC), da Lei Estadual de In-
centivo à Cultura do Rio de Ja-
neiro, da Light, do PEE-ANEEL,
do Banco Interamericano de
Desenvolvimento-BID, do MinC
• A partir das notas dadas, foram calculados os índices para cada frase. O índice é a porcentagem de participantes que deram nota igual
ou maior que 7 (“concordo” ou “concordo totalmente”) para cada frase, desconsiderando aqueles que não souberam ou se recusaram a
responder. • O índice para o impacto geral também foi calculado. É a porcentagem de consumidores que deram nota igual ou maior que
7 para todas as frases, desconsiderando aqueles que não souberam ou se recusaram a responder.
Mudança na “visão de mundo”
Melhoria da comunidade
Autoestima
Oportunidades para o aumento
da renda familiar
Oportunidades para inserção
no mercado de trabalho
Mudança na visão a respeito
da comunidade
Oportunidades para contribuir com o
desenvolvimento da comunidade
2,2
4,8
6,5
4,8
4,8
4,8
5,9
6,5
62,9
61,3
67,7
65,6
60,8
64,0
49,5
21,0
18,8
19,4
20,4
24,7
23,1
21,0
7,5
9,1
5,4
5,9
5,4
5,4
9,1
1,6
2,7
2,2
2,2
3,2
1,6
7,0
1,6
0,5
1,1
0,0
7,0
1,1
88,1
85,6
91,5
90,4
92,6
75,3
89,8
Discordo totalmente Discordo Nem concordo, nem discordo Índice
Base: 100%Concordo Concordo totalmente NS/NR
Pesquisa realizada com participantes do Programa Favela Criativa
Fotos Bruno Fochi
Nesta edição da revista
Conexão Light são
apresentadas todas as
ações realizadas pela
companhia no último ano
para construir e fortalecer
relações com todos os seus
públicos de interesse.
ENCARTE DE JORNAL – DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS
ENCARTE DE JORNAL – DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS
ENCARTE DE JORNAL – DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS
LIGHT
EM NÚMEROS
Light in numbers
2015
4
Mapa da Área de Concessão
Concession Area Map
NÚMEROS DA ÁREA DE CONCESSÃO DA LIGHT
LIGHT CONCESSION AREA FIGURES
Amazônia Energia
UHE Belo Monte
Renova
Parque Eólico e PCHs
Guanhães Energia
4 PCH’s
1
2
3
1
2
3
GERAÇÃO
GENERATION
5
Mapa da Área de Concessão
Concession Area Map
NÚMEROS DA ÁREA DE CONCESSÃO DA LIGHT
LIGHT CONCESSION AREA FIGURES
Municípios atendidos: 31
Municipalities serviced: 31
Área total: 10.970 km2
Total area: 10,970 km2
População: 10 milhões de pessoas
Population: 10 million
Número de clientes: 4 milhões
Number of customers: 4 million
4
5
6
7
HPP Ilha dos Pombos
SHP Paracambi
4
5
GERAÇÃO
GENERATION
Complexo de Lajes
HPP Santa Branca
HPPItaocaraI
6
7
8
8
Rio Paraíba do Sul
RJ
SP
DISTRIBUIÇÃO
DISTRIBUTION
8
PRESENÇA DA LIGHT (DEZ/2014)
LIGHT’S PRESENCE (DEC/2014)
No
de consumidores
NO
of consumers
4.221.622
Municípios
Municipalities
31
Território atendido do estado
State area served
25%
Vendas energéticas no estado
Electricity sales within the state
69%
Dados de Consumidores
Consumer Data
CRESCIMENTO DO No
DE CONSUMIDORES (EM MILHARES)
GROWTH IN NO OF CONSUMERS (THOUSANDS)
20142010 2011
4.222
4.071
4.128
4.030
4.118
2012 2013
9
CRESCIMENTO DO No
DE CONSUMIDORES (EM MILHARES)
GROWTH IN NO OF CONSUMERS (THOUSANDS)
Dados de Consumo
Consumption Data
DADOS DE CONSUMO (DEZ/2014)*
CONSUMPTION DATA (DEC/2014)*
Classe
Class
Nº de
consumidores
(em milhares)
No
of consumers
(thousands)
Participação da
classe no total de
consumidores (%)
Share in total nº
of consumers (%)
Participação da
classe no consu-
mo (%)
Share in total
consumption (%)
Residencial
Residential
3.865 91,5 32,9
Comercial
Commercial
323 7,6 32,2
Industrial
Industrial
8 0,2 19,8
Outros
Other
26 0,6 15,1
TOTAL
TOTAL
4.222 100 100
* The consolidated statements do not include the energy consumption of the following customers free industrial consumers CSN,
CSA and Valesul. Due to Aneel considering its departure to the high-voltage grid from the 2nd
review.
* Não foram considerados na consolidação a energia dos seguintes clientes industriais livres: CSN, CSA e Valesul, devido a Aneel
ter considerado, a partir da 2a
revisão, sua saída para rede básica.
EVOLUÇÃO DA ENERGIA DISTRIBUÍDA (Cativo + Livre em GWh)
CHANGES IN DISTRIBUTED ELECTRICITY (Captive + Free in GWh)
2010* 2011* 2012* 2013 2014
22.384
22.932
23.384
25.717
26.493
* Não considera clientes livres. * Does not consider free customers.
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  • 2. Lightt. RReeconhecida como modeloem Responsabilidade Social Corporativa pelo Guia Exame de Sustentabilidade 2014. CONECTADA A VOCÊ 14781 Anr 21x28_Redes Sociais.indd 1 5/5/15 5:46 PM CONECTADAA VOCÊConstruir e fortalecerrelações tambémé nosso negócio A revista Conexão Light chega à sua quarta edição com o tema “Conectada a Você” Como no ano anterior, foram seguidas as novas diretrizes G4 da Global Reporting Initiative (GRI), e privilegiado o relato integrado como forma de garantir às partes interessadas o acesso e a clareza das informações referentes à companhia.
  • 3. Por ser a versão impressa do Relatório de Sustentabilidade, a revista apresenta- se com um texto claro, direto e visual atraente. 46 Depois do iPhone, aplicativo Light Clientes é lançado também para Windows Phone e Android A Light tem investido constantemente em pla- taformas multicanais de comunicação. Dessa ma- neira, consegue dialogar melhor com os clientes e acompanhar a mudança de perfil do seu públi- co-alvo, oferecendo acessos cada vez mais per- sonalizados, a qualquer hora e de qualquer lugar. Em 2014, os canais alternativos de atendimen- to contribuíram para uma redução aproximada de 34% no Custo Médio Unitário (CMU) do atendimento presencial, diminuindo também o volume de espera. “Estamos promovendo a migração do aten- dimento para canais virtuais e com pluralidade de serviços e funcionalidades automáticas, com foco na eficiência operacional. Há outros benefí- cios, como redução de reclamações sobre aces- so ao atendimento, diminuição do risco de multas regulatórias e ações judiciais, filas menores nos canais mais caros, melhoria da imagem empresa- rial, mais qualidade no atendimento e satisfação do cliente, sem degradação dos níveis de servi- ço”, avalia Catia Lopes, Gerente de Centrais de Relacionamento e Suporte. No call center, foram implantados dois projetos em 2014: TRES (Tempo de Restabelecimento) e URA (Unidade de Resposta Audível) humanizada. Juntos, eles contribuíram para elevar a retenção dos clientes de 31% para 63%, diminuindo custos com atendimento humano. Além disso, a instala- ção de mais mil portas de URA ampliou a capaci- dade de atendimento da Light em mais de 80%. “O projeto da nova URA redefiniu o atendimen- to automático por telefone, que se tornou interati- vo, humanizado e mais efetivo. Seu processo de desenvolvimento mapeou os principais gargalos operacionais e traçou metas importantes, entre elas, entender o cliente e antecipar suas necessi- dades, ter a melhor tecnologia e ser resolutivo e assertivo”, acrescenta Catia. ATENDIMENTO NA PALMA DA MÃO Aplicativo Light Clientes oferece serviços comerciais com facilidade 47 VEJA O QUE A LIGHT AINDA VAI FAZER PARA MELHORAR O ATENDIMENTO • SMS Comercial, com inclusão de novas funcionalidades, como código de barras e religação; • Unificação de Credencial, possibilitando que o cliente acesse os canais virtuais da Light por meio de forma padronizada e unificada. A ideia é facilitar o acesso, incentivando assim o autoatendimento; • Me Liga, um novo serviço para o aplicativo Light Clientes para aparelhos móveis, permitindo ao cliente solicitar que a concessionária ligue para o celular dele. Ao ligar, a Light vai usar a mesma operadora do cliente; • Atendente Virtual, com um “avatar” realizando o primeiro atendimento no chat e demandas automáticas. Os canais Light Clientes nas redes sociais se consolidaram como veículos de destaque para a companhia. O número de seguidores no Twitter cres- ceu 62% em relação a 2013. Já o Facebook Light Clientes chegou ao final de 2014 com um aumento de 96% na quantidade de fãs, em comparação ao ano anterior. Além disso, é importante citar o cres- cimento expressivo de 16% no volume de contatos nesses canais, com 79% de clientes satisfeitos com o atendimento e mais de 12 mil pessoas impactadas positivamente, com elogios espontâneos. O aplicativo Light Clientes, que já existia para iPhone, foi lançado também para Windows Phone e Android, disponibilizando os seguintes serviços: adesão ao débito automático, acompanhamento de serviços, comunicação de falta de energia, có- digo de barras para pagamento da conta, histórico de consumo e alteração de dados cadastrais. Na Agência Virtual – chat e e-mail – obtivemos crescimento expressivo no volume total de aten- dimentos. “Mesmo com esse crescimento, a partir de julho 2014, a Light conseguiu manter uma mé- dia de 92% das chamadas atendidas em menos de um minuto, e o tempo médio de atendimento caiu 25% em relação ao mesmo período de 2013, fechando o ano de 2014 com 677 segundos”, contabiliza Catia Lopes. “O PROJETO DA NOVA URA REDEFINIU O ATENDIMENTO AUTOMÁTICO POR TELEFONE, QUE SE TORNOU INTERATIVO, HUMANIZADO E MAIS EFETIVO”. Catia Lopes Gerente de Centrais de Relacionamento e Suporte
  • 4. 18 ta por representantes de diversas áreas da empresa. “Nossos princi- pais parceiros são a Superintendên- cia de Desenvolvimento de Negó- cios, a equipe de comercialização de energia, as áreas tributária, re- gulatória, jurídica, financeira, RH, TI, suprimentos, segurança do trabalho e meio ambiente, entre outras. É um tipo de projeto que acaba envol- vendo praticamente toda a compa- nhia”, pontua João Vieira de Araújo, Superintendente de Gestão e Enge- nharia da Geração. Ele cita também a parceria com a Superintendência de Usinas e Engenharia da Gera- ção. “Ela está ao nosso lado para mitigar os impactos das obras nas rotinas operacionais e, no futuro, se ocupará da manutenção da PCH”, acrescenta o Superintendente. Preservação histórica A construção da Usina Fontes Velha iniciou-se em 1905, aprovei- tando os recursos hídricos dispo- níveis em Ribeirão das Lajes para gerar energia elétrica e atender ao Rio de Janeiro, na época Distrito Federal. No início do século XX, a Usina Fontes Velha garantiu sozinha as demandas de energia elétrica da área de concessão da Light. Tamanha importância motivou a companhia a investir na criação de um museu no local, aproveitando parte do espaço e os equipamentos remanescentes. Ele será instalado no mesmo prédio que abriga a futu- ra PCH Lajes e a Usina Fontes Nova, em operação atualmente. De cunho institucional e científico, o museu vai mostrar aos visitantes a parte histó- rica dos fatos e como funcionavam os equipamentos daquela época. “A ideia do museu sobre a pri- meira usina de grande porte do Brasil é uma convergência de mo- tivações. Ela foi concebida pelo Presidente da Light, Paulo Roberto Pinto, que vislumbrou sua dupla função: valorizar a memória sobre a ação da empresa na região e no Brasil e abrir um novo ponto de in- teresse na cidade de Piraí”, lembra o Gerente do Instituto Light e Centro Cultural, Paulo Bicalho. De acordo com ele, o museu representa a valorização da his- tória da Light e de sua contribui- ção para o progresso do Rio de Janeiro e do Brasil. Constitui-se também em um novo vetor de atração de turistas do meio aca- dêmico e uma nova referência para a região do Vale do Paraíba. As áreas de visitação vão in- cluir um setor dedicado à história da usina, desde as primeiras pros- pecções e estudos para a viabilida- de da construção de um complexo hidrelétrico até a desativação dos geradores que faziam parte de Fon- tes Velha. Previsto para inaugurar em 2016, o museu colocará todo um acervo cultural e técnico à disposi- ção de estudantes de engenharia, técnicos, profissionais e até mes- mo público leigo, interessados nas histórias de progresso em Ribeirão das Lajes a partir dos empreendi- mentos da Light. CAPACIDADE INSTALADA DA LIGHT ENERGIA (MW) 885 Ilha dos Pombos (Rio Paraíba do Sul) 187 Fontes Nova (Complexo de Lajes) 132 Nilo Peçanha (Complexo Lajes) 380 Pereira Passos (Complexo de Lajes) 100 Santa Branca (Rio Paraíba do Sul) 56 19 "É UM TIPO DE PROJETO QUE ACABA ENVOLVENDO PRATICAMENTE TODA A COMPANHIA”. João Vieira de Araújo Superintendente de Gestão e Engenharia da Geração CAPITAL MANUFATURADO CAPITAL MANUFATURADO O renascimento da antiga usina CAPITAL MANUFATURADO 17 Nova unidade geradora em prédio centenário A antiga Usina Fontes Velha, pri- meira do Complexo de Ribeirão das Lajes e desativada em 1989, vai dar lugar a um novo empreendimen- to da Light Energia: a PCH Lajes, uma pequena central hidrelétrica que acrescentará 17 MW à capa- cidade instalada da Light Ener- gia, prevista para iniciar suas operações em 2016. “Adaptar um prédio com mais de cem anos de construção tem sido um grande desafio para a companhia, tendo em vista a idade do projeto original. O detalhamento dos desenhos existentes necessita que, de forma complementar, sejam executadas diversas prospecções locais nas estruturas, além de toda uma preocupação com a preser- vação das características arqui- tetônicas do prédio”, avalia Felipe Pinheiro da Cruz, Gerente de Futu- ros Empreendimentos. Em 2014, o projeto avançou com a criação da empresa Lajes Energia S.A., que será responsá- vel por construir, operar e fazer a manutenção da nova usina, e com a assinatura do contrato referente à construção e gerenciamento do empreendimento, formalizado em agosto do ano passado. Para a con- cepção da usina, a companhia tem adquirido os mais modernos equi- pamentos, fabricados com tecnolo- gia de ponta, garantindo confiabili- dade compatível com a importância do empreendimento. A equipe dedicada ao projeto convive diariamente com o desa- fio de conduzir a obra dentro de um complexo que permanece em funcionamento. O Complexo de Lajes, localizado no município de Piraí, Rio de Janeiro, possui mais três usinas hidrelétricas: Fontes Nova, Nilo Peçanha e Pereira Pas- sos, além das usinas elevatórias de Santa Cecília e Vigário, que per- mitem a transposição das águas do Rio Paraíba do Sul. A PCH La- jes irá compor esse conjunto de obras de engenharia tão importante para o Rio, já que, pelas turbinas do complexo passam 96% das águas de abastecimento público da cidade do Rio e sua Re- gião Metropolitana. “Elaboramos um plano de traba- lho capaz de integrar tanto os envol- vidos na construção da PCH Lajes como aqueles ligados à operação e à manutenção do complexo. Tam- bém mantemos rotineiramente uma intensa comunicação entre supervi- sores da obra e do complexo, princi- palmente no que diz respeito às mu- danças operacionais que afetam as atividades”, acrescenta Felipe Cruz. Além de aumentar a capacida- de de geração de energia, a nova usina trará outros benefícios, entre eles, o aumento da flexibilidade operacional, o controle de cheias no Rio Piraí, a melhoria da qualida- de da água do Reservatório de La- jes e a modernização do suprimen- to da adutora da Cedae. Soma-se a esses benefícios o fato de que a instalação da usina tem interferido positivamente na oferta de empre- gos locais e no crescimento da ar- recadação municipal. A obra encontra-se em fase de adequação do projeto executivo às estruturas existentes, compati- bilizando as dimensões dos equi- pamentos aos espaços definidos para implantação da PCH Lajes. Também já foram retirados todos os equipamentos das unidades 7 e 8 da antiga Usina Fontes Velha, onde será implantada a unidade gerado- ra, e iniciadas as demolições para adequação da casa de força ao projeto da PCH. Em 2015, está prevista a monta- gem do conduto forçado, de apro- ximadamente 700 metros de ex- tensão, para transportar as águas provenientes do Reservatório de Lajes à nova PCH. Além disso, se- rão executadas obras civis para adequar a casa de força aos equi- pamentos da nova unidade gerado- ra de energia, entre outra ações. “Sentimos um orgulho muito grande em executar um projeto desse porte, pois, além de ser ex- tremamente desafiador, a Light é responsável tanto pela obra quanto pela gestão do projeto em si”, de- clara Felipe Cruz. A área de Engenharia não está sozinha na construção da PCH. A Lajes Energia tem uma comissão que acompanha o projeto, compos- 17 Prevista para entrar em operação em 2016, a PCH Lajes vai acrescentar 17 MW à capacidade da Light Energia "ADAPTAR UM PRÉDIO COM MAIS DE CEM ANOS DE CONSTRUÇÃO TEM SIDO UM GRANDE DESAFIO PARA A COMPANHIA". Felipe Pinheiro da Cruz Gerente de Futuros Empreendimentos Nesta edição, foram priorizados os temas que são materiais para a companhia: regulação e políticas públicas; novos modelos de negócios; oferta de energia; relacionamento com o cliente e a sociedade; solidez financeira e mercado de capitais; perdas e inadimplência.
  • 5. Além disso, o relato da companhia segue a Estrutura Internacional para Relato Integrado, detalhando o modelo de negócios, segmentando os assuntos por capitais - manufaturado, natural, humano, intelectual, social e de relacionamento e financeiro - e demonstrando como ocorre a geração de valor. 38 2014 2013 511 mil 1 milhão 2014 2013 20.608 12.251 Equipamentos Distribuidos Nesses treinamentos, são utilizados manu- ais desenvolvidos pelo Sebrae e pela com- panhia especificamente para o projeto. Vale destacar também a iniciativa da Academia Light, que formou 56 novos profissionais para atuar nas empresas que atendem ao Light Legal. As atividades nas unidades do pro- grama são realizadas por microempresas, cujos empregados recebem remuneração fixa acima da média de mercado e bô- nus por desempenho, garantindo maior comprometimento com os resultados. As equipes, constituídas de eletricistas, téc- nicos e agentes comerciais, fiscalizam as áreas, visitam clientes, realizam atu- alização cadastral, fornecem dicas de consumo eficiente e explicam sobre di- reitos e deveres do consumidor. Essa configuração aumentou a produtividade do processo no combate às perdas e à inadimplência e reduziu o deslocamento das equipes da Light. Até o fim de 2015, a companhia prevê implantar mais seis unidades do Light Le- gal, alcançando 43 no total e cerca de 750 mil clientes atendidos. Comunidade Eficiente Os projetos desenvolvidos pela Light em comunidades do Rio de Janeiro promovem a utilização consciente da energia elétrica, associando ações de cidadania e de res- ponsabilidade social e contribuindo para o desenvolvimento sustentável dessas áreas. Em 2014, o Comunidade Eficiente in- vestiu cerca de R$ 22,3 milhões na troca de geladeiras e lâmpadas incandescentes por outras mais eficientes e em ações educati- vas para estimular o consumo consciente e seguro da energia elétrica. Também foi executado o projeto Residencial, no âmbito do Programa de Eficiência Energética da ANEEL (PEE-ANEEL), durante a campa- nha de comunicação Por uma Conta Mais Light. Em três meses, um milhão de lâmpa- 39 Light Recicla conquista prêmio e reconhecimento O projeto Light Recicla, que consiste na troca de materiais reci- cláveis por descontos na conta de energia, recebeu mais de R$ 2,3 mi- lhões de investimento em 2014. Até o fim do ano passado, mais de 12,8 mil clientes estavam cadastrados no projeto. No ano todo, foram tro- cadas 2.717 toneladas de materiais recicláveis, como papel, plástico, metal e vidro; e 11,5 mil litros de óleo vegetal, o que levou a uma energia economizada de 10,6 GWh/ano. Ao todo, o Light Recicla possui 12 ecopontos: Cabritos/Tabajaras, Metrô Botafogo, Humaitá, Vidi- gal, Chapéu Mangueira/Babilônia, Rocinha, Chácara do Céu, Cru- zada São Sebastião, Santa Marta (dois) e Mesquita (dois). Os eco- pontos de Mesquita foram inaugu- rados em 2014. Um dos maiores reconheci- mentos conquistados pelo projeto foi a participação no Plano Munici- pal de Gestão Integrada de Resí- duos Sólidos da Cidade do Rio de Janeiro como exemplo de progra- ma e ação para as comunidades. A iniciativa da Light também recebeu o Prêmio Ação Ambiental 2014, da Federação das Indús- trias do Rio (Firjan), na categoria Relação com Público de Interesse. “Esse prêmio nos traz grande ale- gria pelo reconhecimento do proje- to como uma ação com resultados efetivos para seu público de inte- resse, os moradores das comuni- dades do Rio de Janeiro. Reforça e legitima a iniciativa como uma ação de real transformação para o desenvolvimento sustentável da cidade, com cidadania, geração de renda, inclusão social, mudan- ça cultural e preservação ambien- tal”, declara Fernanda Mayrink, Gerente de Eficiência Energética em Comunidades. 10,6 GWh/ano energia economizada 2,7 mil ton materiais recicláveis 11,5 mil litros óleo vegetal 12,8 mil clientes cadastrados das incandescentes foram trocadas por fluorescentes compactas, mais econômicas. Nesse projeto, foram investidos quase R$ 8,5 milhões. Outro destaque foram os convênios com as pre- feituras da área de concessão da empresa, que possibilitaram o cadastramento de 19 mil clientes na Tarifa Social de Energia Elétrica (TSEE) no ano passado. De acordo com Lei Federal nº 12.212/10, as ações do projeto devem ser direcionadas apenas para clientes cadastrados na Tarifa Social. Participa- ram dos convênios os municípios de Pinheiral, Barra do Piraí, Japeri, Rio Claro, Valença, Rio das Flores, Mesquita, Piraí, Paracambi, Queimados, Paraíba do Sul e Comendador Levy Gasparian. Em 2015, a projeção de investimentos do Co- munidade Eficiente é de R$ 29 milhões, o que con- templa 300 mil lâmpadas, 19 mil geladeiras, 1,5 mil controladores de temperatura, 1,5 mil reformas de instalações elétricas e pouco mais de dois mil recu- peradores de calor, além de ações educativas. 34 Combate às perdas comerciais CAPITAL SOCIAL E DE RELACIONAMENTO 35 Perdas não técnicas/Mercado BT - 12 meses 2012 45,4 2013 42,2 2014 40,9 5.378 6.007 5.927 Perda não técnica (GWh) Perda não técnica/ Mercado BT (%) Evolução das Perdas Totais - 12 meses 2012 23,6 16,5 2013 22,8 15,7 2014 25,3 15,6 8.352 8.584 8.847 Perda totais (GWh) Perdas elétricas total (%) sobre a carga fio Perdas não técnicas (%) sobre a carga fio Em três anos consecutivos, ações contínuas fazem índice cair de 45,4% para 40,9% O combate às perdas não técnicas e à inadim- plência é um dos pilares do planejamento estraté- gico da Light para os próximos cinco anos. Para potencializar a sua redução, a companhia vem in- vestindo continuamente em ações que vão desde os processos convencionais de inspeção de frau- de, passando pela modernização da rede e dos sistemas de medição, até projetos mais específi- cos, direcionados às regiões e às comunidades com alto índice de furto de energia. De janeiro a dezembro de 2014, as perdas não técnicas totalizaram 5.927 GWh, representando 40,9% sobre a energia faturada no mercado de baixa tensão, de acordo com a metodologia de cálculo da ANEEL, com redução de 1,3 p.p. em re- lação ao mesmo período de 2013. As perdas totais da Light SESA somaram 8.847 GWh, ou 23,3% so- bre a carga fio, no período de 12 meses, encerrado em dezembro de 2014. Entre as ações que contribuíram para a redu- ção das perdas não técnicas, destacam-se as 61.219 normalizações de unidades consumidoras nos segmentos de baixa, média e alta tensão, em 2014, contra 57.962 em 2013, o Light Legal, que terminou o ano de 2014 com 37 unidades em ope- ração, atingindo cerca de 624 mil* clientes, e a ins- talação de medidores eletrônicos com telemedição em áreas com alto índice de perdas, principalmen- te onde existem Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs). No fim de 2014, o parque de medidores eletrônicos instalados atingiu o montante de 622 mil, um incremento de 190 mil unidades (+44%) em comparação a dezembro de 2013. LIGHT LEGAL TERMINOU 2014 COM 37 UNIDADES EM OPERAÇÃO, ATINGINDO CERCA DE 624 MIL* CLIENTES. *Número alterado após a publicação da versão completa do Relatório de Sustentabilidade
  • 6. 26 Ética revisitada Código aprofunda questões sobre conflito de interesses e Lei Anticorrupção Um novo Código de Ética e Con- duta Empresarial está em vigor na Light desde o ano passado. A revi- são foi feita pelos membros do Co- mitê de Ética, com a contribuição do Jurídico, da Diretoria de Finanças e RI, da Diretoria de Gente e de uma consultora especialista no tema. Em seguida, foi aprovada pela Diretoria e pelo Conselho de Administração da companhia. O objetivo foi deixar o documento ainda mais alinhado à ideologia organizacional e aos com- promissos assumidos pela empresa. “Para que a Light continue atuan- do como uma grande transformado- ra da realidade à nossa volta, pre- cisamos de pessoas orientadas por valores morais capazes de sustentar modelos eficientes de governança empresarial. Todos devem estar en- gajados não apenas na divulgação e na prática das nossas diretrizes corporativas, mas também em culti- var relações verdadeiras e transpa- rentes com os nossos públicos de interesse”, declara o Presidente da Light, Paulo Roberto Pinto. O novo texto aborda aspectos da Lei Anticorrupção (12.846/13) e aprofunda questões relacionadas a conflitos de interesses, como exer- cício de outras atividades laborais, oferta e recebimento de presentes, relações de parentesco e proximida- de, entre outros aspectos ligados ao combate a fraudes. Além disso, a Light reforça no novo texto o seu compromisso com a sustentabilidade, o desenvolvimento e a valorização da força de traba- lho – próprios e terceiros –, lutando contra qualquer tipo de preconceito e discriminação. O novo código também trata de temas considerados relevantes pelo Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC), pela Comissão de Valores Imobiliários (CVM), pelo Instituto Ethos e pela BM&FBovespa. “A revisão do Código de Ética foi importante para atualizar a em- presa quanto às melhores prá- ticas do mercado no que se refere às questões éticas e de res- peito aos direitos humanos”, avalia Regiane Monteiro de Abreu, Especialista em Sustentabilidade. Disseminação do novo Código A Academia Light e a Comu- nicação trabalharam em conjunto com os líderes das áreas para dis- seminar a nova versão do Código de Ética e Conduta Empresarial. O lançamento aconteceu em agos- to de 2014, em um encontro para diretores e líderes. Em seguida, o documento foi apresentado para toda a empresa por meio de carta e e-mail marketing em nome do Presidente. CAPITAL HUMANO 27 “Nossa liderança foi responsável por disseminar e en- tregar os códigos aos empregados, que assinaram um novo termo de recebimento, comprometendo-se com as diretrizes da companhia e com a incorporação do docu- mento em seu dia a dia”, conta Regiane. Para engajar os terceiros, foi enviada uma carta para parceiros e fornecedores, ressaltando a importância de conhecerem o novo Código de Ética. E, no que se refere às novas contratações, o Código revisado está anexado às condições gerais de contratação, que, em 2014, pas- saram a ser registradas em cartório. Para enfatizar os compromissos advindos da Lei Anti- corrupção, a Light encaminhou um termo de adesão para os fornecedores com maior peso nos contratos em vigor e com maior volume de contingente disponibilizado. Presenteando com ética O Código de Ética da Light discorre ainda sobre a acei- tação de convites institucionais, brindes e presentes pro- mocionais, sem valor comercial. Todos os demais devem ser devolvidos ou recusados, informando a norma da com- panhia. Se esse procedimento não for possível, os itens deverão ser doados. O objetivo é preservar a autonomia das relações pro- fissionais, evitando conflitos de interesse e influência em decisões de negócios. Em 2014, grande parte dos presentes que algumas áreas receberam de clientes e fornecedores foi doada a uma instituição que cuida de crianças com câncer, totali- zando cerca de 50 brindes. Além dos presentes, a Light distribuiu 11 cestas natalinas, que sobraram da entrega para os jovens aprendizes e estagiários. “Identificamos essa oportunidade de ajudar o próximo e não pensamos duas vezes. Foi um prazer enorme fazer par- te dessa iniciativa. Só tenho a agradecer à empresa por via- bilizar tudo o mais rápido possível, pois quem necessita tem pressa”, diz Clara Bonnet, Analista de Recursos Humanos. Regiane Monteiro de Abreu Especialista em Sustentabilidade “A REVISÃO DO CÓDIGO FOI IMPORTANTE PARA ATUALIZAR A EMPRESA QUANTO ÀS MELHORES PRÁTICAS EM QUESTÕES ÉTICAS E DE RESPEITO AOS DIREITOS HUMANOS”.
  • 7. 32 TROCA DE EXPERIÊNCIAS Sessenta empregados foram selecionados para o Programa Educadores 33 Programa Educadores Light Na frente Gestão do Conhe- cimento, a companhia iniciou o Programa Educadores Light. Sessenta empregados, reco- nhecidos em suas áreas de atu- ação, foram selecionados para disseminar, de forma estrutura- da, seus conhecimentos, visan- do à formação de gerações fu- turas dentro da empresa. Os educadores estão dividi- dos em dois grupos: Educador Técnico Comportamental, com atuação presencial em ações de disseminação técnica ou comportamental; e Educador Social, com atuação virtual e em grupos de trabalho para a formação de redes de relacio- namento e construção de con- teúdos específicos. “Hoje, eles atuam por solici- tação das áreas ou por meio da Academia Light, que vem prio- rizando os educadores internos nas ações de treinamento e de- senvolvimento. Com essa inicia- tiva, temos a oportunidade de disseminar os conhecimentos e ainda valorizar os nossos educa- dores perante toda a organiza- ção”, acrescenta Jacqueline. Em paralelo, a Academia Light iniciou as Comunidades de Prática, uma ferramenta de aprendizagem colaborativa que visa à troca de experiências de especialistas acerca de um de- terminado tema na busca por soluções de relevância para a organização. A primeira comuni- dade está em andamento e con- ta com 14 participantes, dedica- dos ao tema “distribuição ótima de religadores”. “COM O PORTAL, TEMOS MAIS UMA FORMA DE INCENTIVAR O APRENDIZADO DA NOSSA GENTE, POR MEIO DE CONTEÚDOS CONSISTENTES E ATRATIVOS QUE ESTIMULAM A BUSCA PELO AUTODESENVOLVIMENTO, O APRIMORAMENTO DE COMPETÊNCIAS E O COMPARTILHAMENTO DE EXPERIÊNCIAS”. Jacqueline Carrijo Gerente de Desenvolvimento Humano e Organizacional
  • 8. 40 Travessia beneficia 500 mil pessoas O Projeto Travessia consiste na construção e revitalização de impor- tantes áreas de esporte e lazer em comunidades pacificadas do Rio de Janeiro. Ao longo de 2014, foram con- cluídas e entregues seis academias ao ar livre, 13 quadras poliesportivas e quatro campos de grama sintética. O projeto ainda viabilizou reformas na Academia Nobre Arte e no Viaduto de Madureira e a doação de uma máqui- na de shape (fábrica de pranchas de surfe) ao projeto Favela Surf Clube, in- cluindo a capacitação para uso. Ao todo, foram investidos R$ 9,7 milhões, sendo que 1/6 desse inves- timento foi feito pela Light, com finan- ciamento do BNDES. O restante foi aplicado pela Secretaria de Estado de Esporte, Lazer e Juventude, por meio da Lei de Incentivo ao Esporte. Entre as comunidades beneficiadas estão Rocinha, Complexo do Alemão, Morro do Adeus, Andaraí, Tuiuti, Mangueira, Morro do Queto, São Carlos, Fumacê, Coroa, Cabritos, Pavão-Pavãozinho e Cantagalo, atendendo aproximada- mente 500 mil pessoas. “Esperamos resultados positivos com esse projeto, como o crescimen- to da identidade da população com o seu território, o cuidado com as in- terferências na urbanização, o sur- gimento de novas referências, o estí- mulo a um comportamento cidadão e o engajamento comunitário. Todos esses efeitos ajudam a alcançar um ambiente mais participativo e cida- dão”, comenta o Gerente do Instituto Light e Centro Cultural, Paulo Bicalho. Segundo ele, uma melhor organização urbana é algo também que beneficiará a prestação de serviço da Light. “Isso vale para qualquer lugar da cidade, mas principalmente para as comuni- dades”, completa. 41 Favela Criativa Entre as atividades reali- zadas em 2014, destaca-se a Feira Favela Criativa, que sele- cionou 40 projetos, idealizados por novos produtores culturais que receberam o Selo Fave- la Criativa. Eles contarão com recursos da Lei de Incentivo (ICMS) para executar seus pro- jetos, que estão distribuídos em várias comunidades do Rio de Janeiro e da Baixada Fluminen- se. Trata-se de uma oportunida- de única para pessoas que até então tinham ideias e boa von- tade, mas não contavam com a capacitação e os recursos para viabilizar seus projetos. Outro destaque é o Portal Favela Criativa, uma plataforma que divulga as ações e promo- ve o intercâmbio entre os parti- cipantes de diversos projetos. As pesquisas comprovam que a iniciativa é bem-sucedida e que tem impactos práticos na vida dos participantes. O programa é resultado de uma parceria entre o poder pú- blico e a iniciativa privada, con- tando com recursos no valor de R$ 14 milhões, provenientes da Secretaria de Estado de Cultura (SEC), da Lei Estadual de In- centivo à Cultura do Rio de Ja- neiro, da Light, do PEE-ANEEL, do Banco Interamericano de Desenvolvimento-BID, do MinC • A partir das notas dadas, foram calculados os índices para cada frase. O índice é a porcentagem de participantes que deram nota igual ou maior que 7 (“concordo” ou “concordo totalmente”) para cada frase, desconsiderando aqueles que não souberam ou se recusaram a responder. • O índice para o impacto geral também foi calculado. É a porcentagem de consumidores que deram nota igual ou maior que 7 para todas as frases, desconsiderando aqueles que não souberam ou se recusaram a responder. Mudança na “visão de mundo” Melhoria da comunidade Autoestima Oportunidades para o aumento da renda familiar Oportunidades para inserção no mercado de trabalho Mudança na visão a respeito da comunidade Oportunidades para contribuir com o desenvolvimento da comunidade 2,2 4,8 6,5 4,8 4,8 4,8 5,9 6,5 62,9 61,3 67,7 65,6 60,8 64,0 49,5 21,0 18,8 19,4 20,4 24,7 23,1 21,0 7,5 9,1 5,4 5,9 5,4 5,4 9,1 1,6 2,7 2,2 2,2 3,2 1,6 7,0 1,6 0,5 1,1 0,0 7,0 1,1 88,1 85,6 91,5 90,4 92,6 75,3 89,8 Discordo totalmente Discordo Nem concordo, nem discordo Índice Base: 100%Concordo Concordo totalmente NS/NR Pesquisa realizada com participantes do Programa Favela Criativa Fotos Bruno Fochi
  • 9. Nesta edição da revista Conexão Light são apresentadas todas as ações realizadas pela companhia no último ano para construir e fortalecer relações com todos os seus públicos de interesse.
  • 10. ENCARTE DE JORNAL – DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS
  • 11. ENCARTE DE JORNAL – DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS
  • 12. ENCARTE DE JORNAL – DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS
  • 13. LIGHT EM NÚMEROS Light in numbers 2015 4 Mapa da Área de Concessão Concession Area Map NÚMEROS DA ÁREA DE CONCESSÃO DA LIGHT LIGHT CONCESSION AREA FIGURES Amazônia Energia UHE Belo Monte Renova Parque Eólico e PCHs Guanhães Energia 4 PCH’s 1 2 3 1 2 3 GERAÇÃO GENERATION 5 Mapa da Área de Concessão Concession Area Map NÚMEROS DA ÁREA DE CONCESSÃO DA LIGHT LIGHT CONCESSION AREA FIGURES Municípios atendidos: 31 Municipalities serviced: 31 Área total: 10.970 km2 Total area: 10,970 km2 População: 10 milhões de pessoas Population: 10 million Número de clientes: 4 milhões Number of customers: 4 million 4 5 6 7 HPP Ilha dos Pombos SHP Paracambi 4 5 GERAÇÃO GENERATION Complexo de Lajes HPP Santa Branca HPPItaocaraI 6 7 8 8 Rio Paraíba do Sul RJ SP DISTRIBUIÇÃO DISTRIBUTION 8 PRESENÇA DA LIGHT (DEZ/2014) LIGHT’S PRESENCE (DEC/2014) No de consumidores NO of consumers 4.221.622 Municípios Municipalities 31 Território atendido do estado State area served 25% Vendas energéticas no estado Electricity sales within the state 69% Dados de Consumidores Consumer Data CRESCIMENTO DO No DE CONSUMIDORES (EM MILHARES) GROWTH IN NO OF CONSUMERS (THOUSANDS) 20142010 2011 4.222 4.071 4.128 4.030 4.118 2012 2013 9 CRESCIMENTO DO No DE CONSUMIDORES (EM MILHARES) GROWTH IN NO OF CONSUMERS (THOUSANDS) Dados de Consumo Consumption Data DADOS DE CONSUMO (DEZ/2014)* CONSUMPTION DATA (DEC/2014)* Classe Class Nº de consumidores (em milhares) No of consumers (thousands) Participação da classe no total de consumidores (%) Share in total nº of consumers (%) Participação da classe no consu- mo (%) Share in total consumption (%) Residencial Residential 3.865 91,5 32,9 Comercial Commercial 323 7,6 32,2 Industrial Industrial 8 0,2 19,8 Outros Other 26 0,6 15,1 TOTAL TOTAL 4.222 100 100 * The consolidated statements do not include the energy consumption of the following customers free industrial consumers CSN, CSA and Valesul. Due to Aneel considering its departure to the high-voltage grid from the 2nd review. * Não foram considerados na consolidação a energia dos seguintes clientes industriais livres: CSN, CSA e Valesul, devido a Aneel ter considerado, a partir da 2a revisão, sua saída para rede básica. EVOLUÇÃO DA ENERGIA DISTRIBUÍDA (Cativo + Livre em GWh) CHANGES IN DISTRIBUTED ELECTRICITY (Captive + Free in GWh) 2010* 2011* 2012* 2013 2014 22.384 22.932 23.384 25.717 26.493 * Não considera clientes livres. * Does not consider free customers. LIGHT EM NÚMEROS