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APRENDIZAGEM E COGNIÇÃOAPRENDIZAGEM E COGNIÇÃO
NEUROANATOMIA EM NECESSIDADESNEUROANATOMIA EM NECESSIDADES
ESPECIAISESPECIAIS
Sistema Nervoso: Visão Geral
• Responsável pelo ajustamento do organismo ao ambiente;Responsável pelo ajustamento do organismo ao ambiente;
• Coordena, interpreta e direciona a resposta.Coordena, interpreta e direciona a resposta.
=> Realiza 3 funções: Sensitiva, integradora e Motora.=> Realiza 3 funções: Sensitiva, integradora e Motora.
- Função Sensitiva:- Função Sensitiva: os nervos sensitivos captam informação do meio interno eos nervos sensitivos captam informação do meio interno e
externo e os conduzem ao SNC;externo e os conduzem ao SNC;
Ex.: A informação visual (luz) é captada pelas células especiais do olho e conduzidaEx.: A informação visual (luz) é captada pelas células especiais do olho e conduzida
ao cérebro.ao cérebro.
- Função Integradora:- Função Integradora: a informação sensitiva trazida ao sistema nervoso central éa informação sensitiva trazida ao sistema nervoso central é
processada ou interpretada;processada ou interpretada;
Ex.: o cérebro identifica o objeto (gato faminto).Ex.: o cérebro identifica o objeto (gato faminto).
- Função Motora:- Função Motora: os nervos motores conduzem a informação do SNC em direção aosos nervos motores conduzem a informação do SNC em direção aos
músculos e às glândulas (efetores);músculos e às glândulas (efetores);
Ex.: o cérebro envia um comando através dos nervos motores para alimentar o gatoEx.: o cérebro envia um comando através dos nervos motores para alimentar o gato.
Aprendizagem e cognição neuroanatomia em necessidades especiais revisado
TAREFA
Fatores Físicos
E Mecânicos
INDIVIDUAL
Hereditariedade,
Biologia,
Natureza e
Fatores Intrínsecos
AMBIENTE
Experiência,
Aprendizado,
Encorajamento e
Fatores
Extrínsecos
DESENVOLVIMENTO HUMANODESENVOLVIMENTO HUMANO
NA SUA COMPLEXIDADENA SUA COMPLEXIDADE
SISTEMA NERVOSOSISTEMA NERVOSO
Divisão do Sistema NervosoDivisão do Sistema Nervoso
=> SNC:=> SNC:
- Centro integrador e controlador do sistema nervoso;
- Inclui: Encéfalo (cavidade craniana) e Medula Espinhal (cavidade vertebral);
Divisão do Sistema NervosoDivisão do Sistema Nervoso
=>SNP:=>SNP:
- Formado por todas as estruturas localizadas fora do SNC;- Formado por todas as estruturas localizadas fora do SNC;
- Consiste de gânglios, nervos espinhais (31 pares) e cranianos (12 pares);- Consiste de gânglios, nervos espinhais (31 pares) e cranianos (12 pares);
O SNP pode ser funcionalmente divididoO SNP pode ser funcionalmente dividido
1- Componente Aferente:1- Componente Aferente:
- Células nervosas sensitivas que levam impulsos ao SNC de receptores da- Células nervosas sensitivas que levam impulsos ao SNC de receptores da
pele, fáscia, articulações e das vísceras do corpo.pele, fáscia, articulações e das vísceras do corpo.
2- Componente Eferente:2- Componente Eferente:
SN Somático (voluntário) e SN Autônomo;SN Somático (voluntário) e SN Autônomo;
Componente EferenteComponente Eferente
2.1 Sistema Nervoso Somático (Voluntário):2.1 Sistema Nervoso Somático (Voluntário):
- Sua função pode ser controlada conscientemente;- Sua função pode ser controlada conscientemente;
- Impulsos do SNC para os músculos estriados esqueléticos;- Impulsos do SNC para os músculos estriados esqueléticos;
- As contrações musculares podem ocorrer sob controle consciente ou nas- As contrações musculares podem ocorrer sob controle consciente ou nas
respostas reflexas, inconscientemente;respostas reflexas, inconscientemente;
2.2 Sistema Nervoso Autônomo (Involuntário):2.2 Sistema Nervoso Autônomo (Involuntário):
- Composto por células motoras viscerais que transmitem impulsos para o- Composto por células motoras viscerais que transmitem impulsos para o
músculo liso, cardíaco e glândulas;músculo liso, cardíaco e glândulas;
- Normalmente não podem ser controlados conscientemente;- Normalmente não podem ser controlados conscientemente;
- Pode ser funcionalmente subdividido em: Simpático e Parassimpático.- Pode ser funcionalmente subdividido em: Simpático e Parassimpático.
Sistema Nervoso
SNC
• EncéfaloEncéfalo
1. Cérebro:1. Cérebro: -- Diencéfalo (Tálamo/Hipotálamo/ Epitálamo)Diencéfalo (Tálamo/Hipotálamo/ Epitálamo)
- Telencéfalo (hemisférios cerebrais)- Telencéfalo (hemisférios cerebrais)
▪▪Dividido pela fissura longitudinalDividido pela fissura longitudinal
- Coberto por uma camada de substância cinzenta:- Coberto por uma camada de substância cinzenta: CÓRTEXCÓRTEX
2. Cerebelo:2. Cerebelo: fossa craniana posteriorfossa craniana posterior
3. Tronco encefálico3. Tronco encefálico
- Mesencéfalo/ Ponte/Bulbo- Mesencéfalo/ Ponte/Bulbo
 Medula EspinhalMedula Espinhal (Termina ao nível de L2)(Termina ao nível de L2)
 Substância Cinzenta:Substância Cinzenta: InternamenteInternamente
-- Colunas Anterior/ Lateral/ PosteriorColunas Anterior/ Lateral/ Posterior
 Substância Branca:Substância Branca: ExternamenteExternamente
-- Funículos anterior/ lateral/posteriorFunículos anterior/ lateral/posterior
Encéfalo
Aprendizagem e cognição neuroanatomia em necessidades especiais revisado
Encéfalo
Núcleos da Base
• Núcleos da Base:
- Núcleo Caudado
- Putâmen
- Globo Pálido
- Substância Negra
- Núcleo Subtalâmico
Aprendizagem e cognição neuroanatomia em necessidades especiais revisado
Aprendizagem e cognição neuroanatomia em necessidades especiais revisado
Tronco Encefálico
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Aprendizagem e cognição neuroanatomia em necessidades especiais revisado
Aprendizagem e cognição neuroanatomia em necessidades especiais revisado
Aprendizagem e cognição neuroanatomia em necessidades especiais revisado
Aprendizagem e cognição neuroanatomia em necessidades especiais revisado
Medula Espinhal
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Medula Espinhal
Medula Espinhal
Córtex
Aprendizagem e cognição neuroanatomia em necessidades especiais revisado
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Córtex
CÓRTEXCÓRTEX
Córtex Motor
MENINGESMENINGES
• Membranas de tecido conjuntivo que envolvem e protegem o SNC, de foraMembranas de tecido conjuntivo que envolvem e protegem o SNC, de fora
para dentro:para dentro:
-- Dura-MáterDura-Máter
- Aracnóide- Aracnóide
- Pia-Máter- Pia-Máter
• Espaço Subaracnóide:Espaço Subaracnóide:
-- LíquorLíquor (líquido cerebroespinhal/ cefalorraquidiano);(líquido cerebroespinhal/ cefalorraquidiano);
 Líquor:Líquor:
→→ Produzido pelo Plexo Coróide (Ventrículos);Produzido pelo Plexo Coróide (Ventrículos);
-- Ventrículo Lateral;Ventrículo Lateral;
- Terceiro Ventrículo;- Terceiro Ventrículo;
- Quarto Ventrículo;- Quarto Ventrículo;
Meninges/ Ventrículos
Meninges/ Ventrículos
Aprendizagem e cognição neuroanatomia em necessidades especiais revisado
MeningesMeninges
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NervosNervos
• Espinhais (31 pares)Espinhais (31 pares)
• Mantêm conexão com a Medula Espinhal/ n.n mistosMantêm conexão com a Medula Espinhal/ n.n mistos
- 8 nervos cervicais;- 8 nervos cervicais;
- 12 nervos torácicos;- 12 nervos torácicos;
- 5 nervos lombares;- 5 nervos lombares;
- 5 nervos sacrais;- 5 nervos sacrais;
- 1 nervo coccígeo.- 1 nervo coccígeo.
• Cranianos (12 pares)Cranianos (12 pares)
• Mantêm conexão com o encéfaloMantêm conexão com o encéfalo
• Denominados por número e nome numa seqüência crânio-caudal;Denominados por número e nome numa seqüência crânio-caudal;
Nervos Espinhais
Nervo Espinhal
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NERVOS CRANIANOS
• I – Olfatório
• II – Óptico
• III – Oculomotor
• IV – Troclear
• V – Trigêmeo
• VI – Abducente
• VII – Facial/ Intermédio
• VIII- Vestíbulo-Coclear
• IX – Glossofaríngeo
• X - Vago
• XI – Acessório
• XII - Hipoglosso
Nervos Cranianos
Nervos Cranianos
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Nervos Cranianos
NervoNervo TipoTipo FunçãoFunção
I - Olfatório Sensitivo - Olfação
II - Óptico Sensitivo - Visão
III – Oculomotor Misto - Movimento dos Olhos/↓ o diâmetro da
pupila (Miose) e músculo ciliar, para
ajuste da lente (visão de perto);
IV - Troclear Misto - Movimento dos olhos (m. oblíquo
superior);
V - Trigêmeo Misto - Mastigação/ Sensibilidade da face,
seios da face, dentes, sensibilidade geral
da língua (2/3 anteriores);
VI - Abducente Motor - Movimento dos olhos (m. reto
lateral);
VII – Facial/ Intermédio Misto - Movimento da face / secreção da
saliva, lágrimas e gustação (2/3
anteriores da língua);
VIII –Vestíbulococlear Sensitivo - N. Coclear – audição/ N. Vestibular
- equilíbrio;
IX – Glossofaríngeo Misto - Gustação (1/3 posterior da língua)
sensibilidade geral 1/3 posterior,
secreção da saliva (gl. Parótidas) e
deglutição;
X - Vago Misto - Movimento e sensibilidade da
musculatura visceral;
XI - Acessório Misto - Inerva m.m. Trapézio e o
Esternocleidomastóideo/Deglutição/
acessório das funções do vago;
XII - Hipoglosso Motor - Motor da língua (músculos intrínsecos
da língua e os extrínsecos, exceto o
Palatoglosso) -> fonação, deglutição,
Nervos Cranianos
 Passagens dos Nervos CranianosPassagens dos Nervos Cranianos (Saída do Crânio)
- I – Lâmina Cribiforme do Etmóide;
- II – Canal Óptico;
- III – Fissura Orbital Superior;
- IV - Fissura Orbital Superior;
- V – V1(OFTÁLMICO): Fissura Orbital Superior;
- V2 (MAXILAR): Forame Redondo;
- V3 (MANDIBULAR): Forame Oval;
- VI – Fissura Orbital Superior;
- VII – Meato Acústico Interno;
- VIII - Meato Acústico Interno;
- IX – Forame Jugular;
- X - Forame Jugular;
- XI - Forame Jugular;
- XII – Canal do Hipoglosso;
Aprendizagem e cognição neuroanatomia em necessidades especiais revisado
Aprendizagem e cognição neuroanatomia em necessidades especiais revisado
Aprendizagem e cognição neuroanatomia em necessidades especiais revisado
Aprendizagem e cognição neuroanatomia em necessidades especiais revisado
Aprendizagem e cognição neuroanatomia em necessidades especiais revisado
Aprendizagem e cognição neuroanatomia em necessidades especiais revisado
Via Piramidal (Motricidade Voluntária)Via Piramidal (Motricidade Voluntária)
 Tracto Córtico-Espinhal AnteriorTracto Córtico-Espinhal Anterior (Piramidal Direto – 10 a 25%(Piramidal Direto – 10 a 25%
das fibras);das fibras);
 Tracto Córtico-Espinhal LateralTracto Córtico-Espinhal Lateral (Piramidal Cruzado);(Piramidal Cruzado);
 Origem:Origem: Córtex cerebral (Trajeto descendente)Córtex cerebral (Trajeto descendente)
 Constituem um só feixe do Córtex ao BulboConstituem um só feixe do Córtex ao Bulbo (Decussação das(Decussação das
Pirâmides);Pirâmides);
 Destino:Destino: Conduz impulsos nervosos aos neurônios da colunaConduz impulsos nervosos aos neurônios da coluna
anterior da medula;anterior da medula;
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PLEXOS NERVOSOSPLEXOS NERVOSOS
• São redes de nervos espinhais de cada lado do corpo.São redes de nervos espinhais de cada lado do corpo.
• Principais Plexos:Principais Plexos:
-- Cervical (C1 a C5):Cervical (C1 a C5): supre a pele e os músculos da cabeça, pescoço, parte superior dossupre a pele e os músculos da cabeça, pescoço, parte superior dos
ombros e o diafragma;ombros e o diafragma;
• n. frênicon. frênico
- Braquial (C5 a T1):- Braquial (C5 a T1): constitui o suprimento nervoso para MMSS e uma série deconstitui o suprimento nervoso para MMSS e uma série de
músculos do pescoço e ombro;músculos do pescoço e ombro;
• n. axilar, radial, ulnar, mediano e musculocutâneon. axilar, radial, ulnar, mediano e musculocutâneo
- Lombar (L1 a L4):- Lombar (L1 a L4): supre a parede abdominal, os órgãos genitais externos e parte dossupre a parede abdominal, os órgãos genitais externos e parte dos
MMII;MMII;
- Sacral ( L4 a S4):- Sacral ( L4 a S4): supre a região glútea, períneo e MMII;supre a região glútea, períneo e MMII;
• n. isquiático (ciático)n. isquiático (ciático)
 Nervos Intercostais (T2 a T 11):Nervos Intercostais (T2 a T 11): não formam plexosnão formam plexos
- Músculos intercostais, abdominais e pele do tórax e dorso;- Músculos intercostais, abdominais e pele do tórax e dorso;
PLEXOS NERVOSOS
Aprendizagem e cognição neuroanatomia em necessidades especiais revisado
Arco ReflexoArco Reflexo
NEURÔNIO
CLASSIFICAÇÃO
NEURÔNIO
• Número de neurônios : 100 bilhões (mesmo número de estrelas
no universo )
• Número de sinapses no córtex : 150 trilhões
• Número de neurônios na medula: 1bilhão
• Número de neurônios neocorticais (homens): 22,8 bilhões
• Número de células gliais neocorticais (adultos): 39 bilhões
• Perda de neurônios neocorticais: 1 : por segundo
• Comprimento das fibras nervosas mielinadas no cérebro: 150.000
- 180.000 km
NEURÔNIO
• Número de neurônios : 100 bilhões (mesmo número de estrelas
no universo )
• Número de sinapses no córtex : 150 trilhões
• Número de neurônios na medula: 1bilhão
• Número de neurônios neocorticais (homens): 22,8 bilhões
• Número de células gliais neocorticais (adultos): 39 bilhões
• Perda de neurônios neocorticais: 1 : por segundo
• Comprimento das fibras nervosas mielinadas no cérebro: 150.000
- 180.000 km
NEURÔNIO
• Aferente: recebem informação sensorial da vizinhança
• Eferente: transmite o sinal de saída do SN para o órgão
efetuador (músculo).
• Interneurônio (99%): transmitem a informação de um
neurônio para o outro, resposta inibitória ou excitatória.
Coloração do Tecido NervosoColoração do Tecido Nervoso
•• Substância Cinzenta e Substância Branca:Substância Cinzenta e Substância Branca:
- O tecido do sistema nervoso apresenta 2 colorações: cinza e- O tecido do sistema nervoso apresenta 2 colorações: cinza e
branca.branca.
• Substância Branca:Substância Branca: tem essa cor em razão da presença detem essa cor em razão da presença de
mielina (camada esbranquiçada de material lipídico);mielina (camada esbranquiçada de material lipídico);
• Substância Cinzenta:Substância Cinzenta: composta principalmente por corposcomposta principalmente por corpos
celulares, interneurônios e fibras amielínicas;celulares, interneurônios e fibras amielínicas;
=> Corpos Celulares:=> Corpos Celulares: SNC - núcleosSNC - núcleos
SNP – gângliosSNP – gânglios
SISTEMA SIMPATICO E PARASIMPATICOSISTEMA SIMPATICO E PARASIMPATICO
SISTEMA NERVOSOSISTEMA NERVOSO
CLASSIFICAÇÃO DE FIBRAS NERVOSASCLASSIFICAÇÃO DE FIBRAS NERVOSAS
TIPO FUNÇÃO DIÂMETRO VELOC. DE
CONDUÇÃO
EFERENTE (μm) (m/s)
Aα Músculo esquelético 15 100
Aβ
Aγ
Músculo esquelético
+ Fuso muscular
Fuso muscular
8 50
AFERENTE
Ia Fuso muscular 13-20 80-120
Ib Órgão tendinoso 13-20 80-120
II Fuso muscular 6-12 35-75
III Sensores de pressão
profunda no
musculo
1-5 5-30
IV Dor, temperatura 0,2-1,5 0,5-2
ATIVIDADE ELÉTRICA NEURALATIVIDADE ELÉTRICA NEURAL
• Irritabilidade: capacidade de responder a um
estimulo e transformá-lo em impulso elétrico
• Condutividade: transmissão do impulso ao
longo do axônio
POTENCIAL DE MEMBRANAPOTENCIAL DE MEMBRANA
(repouso = -70 mV)(repouso = -70 mV)
• Alterações no potencial de membrana
• Presença de ligante
• Estiramento do membrana
POTENCIAL DE MEMBRANAPOTENCIAL DE MEMBRANA
(repouso = -70 mV)(repouso = -70 mV)
• Potencial de ação: abertura dos canais
de sódio até atingir o limiar de excitação e
então se cria o potencial de ação.
• Lei do tudo ou nada: com o impulso
iniciado, ele percorrerá a extensão axonal
sem diminuir sua voltagem
CONCENTRAÇÕES IÔNICASCONCENTRAÇÕES IÔNICAS
ÍON INTRACELULAR EXTRACELULAR
SÓDIO 15 150
CLORO 10 110
POTÁSSIO 150 5
MEMBRANA
SINAPSE
• Local de comunicação de um neurônio com o
outro ou com células efetuadoras (glândulas
ou músculos
• Comunicação entre os neurônios
• Elétricas ou químicas
TRANSMISSÃO SINÁPTICA
• PEPS = potencial excitatório pós-sináptico
• Ocorre por somação espacial e ou temporal
• PIPS = potencial inibitório pós-sináptico
• Hiperpolarização da membrana
RECEPTORES SENSORIAIS
• Exteroceptores: respondem a estímulos
externos (olhos, orelha, receptores na pele,
temperatura e tato).
• Proprioceptores: recebem estímulos do
próprio sistema.
TIPOS DE RECEPTORES
SENSORIAIS
• Mecanoceptores: detectam informações mecânicas
• Termoceptores: detectam alterações da
temperatura
• Nociceptores: detectam lesões nos tecidos
• Eletromagnéticos: detectam a luminosidade sobre a
retina dos olhos
• Quimioceptores: detectam gosto, cheiro, nível de O2
arterial
TRANSDUÇÃO
• A transformação de um estímulo qualquer (luz,
som, calor, pressão) em um sinal elétrico pelo
receptor nervoso
RECEPTORES SENSORIAIS
• Fuso musculares
• Orgãos Tendinosos
de golgi
FUSOS MUSCULARES
• Detectam mudanças no comprimento e na velocidade do
músculo
MOTONEURÔNIO GAMA
• O recrutamento do motoneurônio gama altera a
sensibilidade dos fusos musculares do tipo Ia e II
• Desta forma, altera a sensitividade á variação do
comprimento do (Ia e II) e velocidade do músculo
(Ia)
ORGÃO TENDINOSO DE GOLGI
MOTONEURÔNIO + FIBRAS MÚSCULARES
Junção neuromuscular
(placa motora terminal)
• Definida como o corpo celular e os
dentritos de um motoneurônio, os
multiplos ramos de seu axônio e as
fibras musculares que ele inerva
CONTRAÇÃO DAS FIBRAS MÚSCULARES
COMPONENTE MUSCULAR
• Porção de inervação: número de fibras musculares inervadas
por motoneurônio
• Controle fino ou grosso: relação da proporção de inervação
X tarefa
• Compartimento muscular: volume muscular suprido por um
ramo primário de nervo muscular. Um compartimento
possui uma única população de unidades motoras
MÚSCULO N. DE FIBRAS UNIDADES MOTORAS PROPORÇÃO
GASTROCNÊMIO
MEDIAL
1.120.000 580 1:1.931
MÚSCULO
INTEROSSEO DORSAL
41.000 120 1:342
Objetivos do TextoObjetivos do Texto
• Traçar um panorama histórico relacionados àTraçar um panorama histórico relacionados à
língua/cognição, relatando os movimentoslíngua/cognição, relatando os movimentos
da primeira metade do século XX eda primeira metade do século XX e
resultados de pesquisas recentes;resultados de pesquisas recentes;
• Delinear a abordagem e/ou paradigmas queDelinear a abordagem e/ou paradigmas que
definem um programa em ciência cognitivadefinem um programa em ciência cognitiva
• Abordar como a psicolinguística e as teoriasAbordar como a psicolinguística e as teorias
linguísticas compreendem a questão dalinguísticas compreendem a questão da
aquisição do saber linguístico, considerando-aquisição do saber linguístico, considerando-
se a ideia do inatismo.se a ideia do inatismo.
LinguaLingua
• Ferramenta de interação entre osFerramenta de interação entre os
seres humanos que apresentaseres humanos que apresenta
variações em cada sociedade e osvariações em cada sociedade e os
grupos por ela formados;grupos por ela formados;
• Forma como o indivíduo interageForma como o indivíduo interage
com o mundo exterior influenciandocom o mundo exterior influenciando
no modo como as experiências seno modo como as experiências se
organizam.organizam.
Aprendizagem e cognição neuroanatomia em necessidades especiais revisado
CogniçãoCognição
Conhecimento e aquisição
- Instrumentos da cognição;
- Exercício de pensamento :
base para o gerenciamento
de ações e desempenho de
tarefas cognitivas
complexas ou de alta
Caracteristica cognitiva humanaCaracteristica cognitiva humana
Principais objetivos do estudoPrincipais objetivos do estudo
relacionados à língua e cogniçãorelacionados à língua e cognição
• Caracterizar a língua comoCaracterizar a língua como
conhecimento e explicar o processo deconhecimento e explicar o processo de
aquisição são pontos fundamentais noaquisição são pontos fundamentais no
estudo da cognição;estudo da cognição;
• Caracterizar e explicar a produtividadeCaracterizar e explicar a produtividade
linguística e a compreensão dalinguística e a compreensão da
linguagem;linguagem;
• Distinguir pontos comuns na cogniçãoDistinguir pontos comuns na cognição
• Identificar e explicar o papel daIdentificar e explicar o papel da
língua (oral e escrita) na cogniçãolíngua (oral e escrita) na cognição
humana de base biológica e social.humana de base biológica e social.
• Identificar as especificidades doIdentificar as especificidades do
domínio da língua de modo adomínio da língua de modo a
intervir nos casos de déficits e deintervir nos casos de déficits e de
problemas no desempenho deproblemas no desempenho de
tarefas cognitivas linguísticamentetarefas cognitivas linguísticamente
dependentes;dependentes;
Premissa básica dos estudosPremissa básica dos estudos
cognitivoscognitivos
• ““Partindo do pressuposto de que aPartindo do pressuposto de que a
caracterização de entidades e processoscaracterização de entidades e processos
mentais envolvidos em tarefas dependentesmentais envolvidos em tarefas dependentes
de conhecimento é o primeiro passo para ode conhecimento é o primeiro passo para o
entendimento da atividade do cérebro noentendimento da atividade do cérebro no
desempenho dessas tarefas, o estudo dadesempenho dessas tarefas, o estudo da
língua como fenômeno cognitivo abrelíngua como fenômeno cognitivo abre
caminho para que se chegue a umcaminho para que se chegue a um
entendimento do modo como os processosentendimento do modo como os processos
dela dependentes são implementados nodela dependentes são implementados no
A Revolução CognitivaA Revolução Cognitiva
• Ocorre em meados do séc. XX (anosOcorre em meados do séc. XX (anos
50) quando há investigações sobre a50) quando há investigações sobre a
relação língua-cognição.relação língua-cognição.
• Origem da psicologia cognitiva: inter-Origem da psicologia cognitiva: inter-
relação com outros campos (ciência darelação com outros campos (ciência da
computação, matemática, teoria dacomputação, matemática, teoria da
informação, linguística e psicologia);informação, linguística e psicologia);
• Subárea: PsicolinguísticaSubárea: Psicolinguística
(intrínsicamente ligada ao(intrínsicamente ligada ao
gerativismo).gerativismo).
Impactos da Revolução CognitivaImpactos da Revolução Cognitiva
• A língua é um objeto da cognição e nãoA língua é um objeto da cognição e não
somente um instrumento;somente um instrumento;
• Questiona a natureza do conhecimentoQuestiona a natureza do conhecimento
linguístico;linguístico;
• Distingue o domínio cognitivo da língua deDistingue o domínio cognitivo da língua de
outros domínios;outros domínios;
• Facilitou a integração entre linguística eFacilitou a integração entre linguística e
biologia (contribui e é informada por teoriasbiologia (contribui e é informada por teorias
das ciências naturais);das ciências naturais);
Língua e Cognição: apresentandoLíngua e Cognição: apresentando
questõesquestões
• Humboldt(1836/1888) realça doisHumboldt(1836/1888) realça dois
aspectos relacionados à questãoaspectos relacionados à questão
cognitiva: “ a produtividade dos sistemascognitiva: “ a produtividade dos sistemas
linguísticos, que fazem “uso infinito delinguísticos, que fazem “uso infinito de
meios finitos”, e o papel mediador dameios finitos”, e o papel mediador da
língua na interação do indivíduo com olíngua na interação do indivíduo com o
mundo, introduzindo a tese domundo, introduzindo a tese do
Uso infinito de meios finitosUso infinito de meios finitos
• Característica fundamental dos sistemasCaracterística fundamental dos sistemas
linguísticos: o caráter computacional, oulinguísticos: o caráter computacional, ou
seja, as “palavras são combinadas deseja, as “palavras são combinadas de
forma a compor enunciadosforma a compor enunciados
estruturados hierarquicamente que seestruturados hierarquicamente que se
apresentam nuna estrutura linear.” (pg.apresentam nuna estrutura linear.” (pg.
109)109)
• Arte de Falar (Renascimento)Arte de Falar (Renascimento)
• Sanctius – EspanhaSanctius – Espanha
• Gramáticos de Port-Royal – FrançaGramáticos de Port-Royal – França
(caracterizavam a não-prescrição da(caracterizavam a não-prescrição da artearte
•• Gramática com dois sentidosGramática com dois sentidos
(concebida em relação ao desempenho(concebida em relação ao desempenho
linguístico dos falantes, cujo sistemalinguístico dos falantes, cujo sistema
computacional é regido pela Lógica):computacional é regido pela Lógica):
- A arte de falar (capacidade cognitiva);A arte de falar (capacidade cognitiva);
- Disciplina que apresenta os fundamentosDisciplina que apresenta os fundamentos
dessa arte.dessa arte.
VariabilidadeVariabilidade
• A variabilidade das línguas se dá nos “meios”A variabilidade das línguas se dá nos “meios”
(expressão fonológica e morfológica) e(expressão fonológica e morfológica) e
considera “limites”ou restrições:considera “limites”ou restrições: “Dado que a“Dado que a
disposição natural para a língua é universaldisposição natural para a língua é universal
no homem, e visto que cada um tem deno homem, e visto que cada um tem de
possuir a chave para o entendimento depossuir a chave para o entendimento de
todas as línguas na mente, têm-se comotodas as línguas na mente, têm-se como
corolário que a forma de todas as línguascorolário que a forma de todas as línguas
tem de ser essencialmente a mesma, etem de ser essencialmente a mesma, e
sempre alcançar um objetivo em comum. Asempre alcançar um objetivo em comum. A
variedade entre as línguas só pode residirvariedade entre as línguas só pode residir
nos meios, nos limites permitidos para que onos meios, nos limites permitidos para que o
RestriçõesRestrições
• São um conjunto desordenado de elementosSão um conjunto desordenado de elementos
que serão em algum momento categorizadosque serão em algum momento categorizados
e estruturados.e estruturados.
• Posição empirista: a informação dos dadosPosição empirista: a informação dos dados
captados pelos sentidos garante o acesso aocaptados pelos sentidos garante o acesso ao
real (Aristóteles, Locke e Hume)real (Aristóteles, Locke e Hume)
• Posição racionalista: o conhecimento provemPosição racionalista: o conhecimento provem
de idéias inatas, da própria razão humana.de idéias inatas, da própria razão humana.
(Descartes)(Descartes)
• Posição “apercepcionista”: a experiênciaPosição “apercepcionista”: a experiência
decorre da capacidade da mente emdecorre da capacidade da mente em
estruturar os dados da percepção. (Kant)estruturar os dados da percepção. (Kant)
• Posição de Wundt: Há distinção entrePosição de Wundt: Há distinção entre
“percepção” (proveniente dos sentidos“percepção” (proveniente dos sentidos
externos) “apercepção” (seleção eexternos) “apercepção” (seleção e
estruturação da experiência direcionadaestruturação da experiência direcionada
internamente – Kant)internamente – Kant)
• Contraria a idéia associacionista doContraria a idéia associacionista do
behaviorismo; a sentença para ele é: “behaviorismo; a sentença para ele é: “ aa
representação linguística da ordenaçãorepresentação linguística da ordenação
sequencial voluntária de uma impressãosequencial voluntária de uma impressão
mental simultânea em segmentosmental simultânea em segmentos
logicamente relacionados”logicamente relacionados” (Wundt, 1900)(Wundt, 1900)
A língua como mediadora da relaçãoA língua como mediadora da relação
do indivíduo com o mundodo indivíduo com o mundo
• Humboldt teoriza a cognição comoHumboldt teoriza a cognição como
determinada pela língua – categoriasdeterminada pela língua – categorias
semânticas ou distorções gramaticaissemânticas ou distorções gramaticais
presentes na morfologia da língua estãopresentes na morfologia da língua estão
ligadas a nova concepção de mundoligadas a nova concepção de mundo
(identidade cognitiva);(identidade cognitiva);
• Adaptou a teoria de percepção de Kant dando-Adaptou a teoria de percepção de Kant dando-
lhe um versão linguística: falantes delhe um versão linguística: falantes de
diferentes línguas teriam diferentes sistemasdiferentes línguas teriam diferentes sistemas
de gerenciamento.de gerenciamento.
• Whorf (1956) semelhantemente posiciona-Whorf (1956) semelhantemente posiciona-
se afirmando que “o mundo nos ése afirmando que “o mundo nos é
apresentado num fluxo de impressõesapresentado num fluxo de impressões
caleidoscópico, que tem que sercaleidoscópico, que tem que ser
organizado pela nossa mente – e issoorganizado pela nossa mente – e isso
quer dizer, em grande parte, pelosquer dizer, em grande parte, pelos
sistemas linguísticos da nossa mente.”sistemas linguísticos da nossa mente.”
• Hipótese Sapir- Whorf – focaliza o papelHipótese Sapir- Whorf – focaliza o papel
mediador da língua.mediador da língua.
• Sapir(1949) – nova dimensão sobreSapir(1949) – nova dimensão sobre
língua-cognição: o fonema possui umalíngua-cognição: o fonema possui uma
Alguns Resultados de PesquisaAlguns Resultados de Pesquisa
• Dificuldades morfológicas podem refletir noDificuldades morfológicas podem refletir no
curso do desenvolvimento na fala inicial dacurso do desenvolvimento na fala inicial da
criança (Clark, 1973; Bowerman, 1973; Slobin,criança (Clark, 1973; Bowerman, 1973; Slobin,
1970;1973);1970;1973);
• A percepção e à permanência de objetosA percepção e à permanência de objetos
ocorre por volta dos 5 meses (Spelke, 2003) eocorre por volta dos 5 meses (Spelke, 2003) e
não aos 9 meses (Piaget);não aos 9 meses (Piaget);
• Não há distinção entre categorização deNão há distinção entre categorização de
objetos (cor e forma) entre portadoras deobjetos (cor e forma) entre portadoras de
deficiência auditiva sem contato comdeficiência auditiva sem contato com
qualquer língua e crianças com audiçãoqualquer língua e crianças com audição
Duas tendências da hipótese daDuas tendências da hipótese da
Hipótese Sapir- WhorfHipótese Sapir- Whorf
• Hipótese Sustentável – há uma inter-relaçãoHipótese Sustentável – há uma inter-relação
entre cognição não-linguística eentre cognição não-linguística e
conceitualização da fala (Clark e Slobin, 2003)conceitualização da fala (Clark e Slobin, 2003)
• Hipótese não sustentável – a espécie humanaHipótese não sustentável – a espécie humana
possui habilidades perceptuais semelhantespossui habilidades perceptuais semelhantes
não afetadas pela língua fora de seu domínionão afetadas pela língua fora de seu domínio
(Dupoux e Pepperkamp, 2000)(Dupoux e Pepperkamp, 2000)
A língua como instrumento ouA língua como instrumento ou
reflexo da cogniçãoreflexo da cognição
• Vygotsky – Inserção social do indivíduoVygotsky – Inserção social do indivíduo
no pensamento cognitivo:no pensamento cognitivo:
• - a posse da língua irá atuar no- a posse da língua irá atuar no
desenvolvimento das habilidadesdesenvolvimento das habilidades
linguísticas – léxico;linguísticas – léxico;
• - internalização da fala;- internalização da fala;
• - o pensamento verbal (planejamento de- o pensamento verbal (planejamento de
ações complexas)ações complexas)
Reflexos dos postulados deReflexos dos postulados de
VygotskyVygotsky
• Spelke(2003) – sistemas nucleares (sensoSpelke(2003) – sistemas nucleares (senso
de número/numerosidade e direçãode número/numerosidade e direção
apoiados em uma geometria intuitiva);apoiados em uma geometria intuitiva);
• deVilliers e de Villiers (2003) – “raciocíniodeVilliers e de Villiers (2003) – “raciocínio
dedutivo se dá a partir do que se tomadedutivo se dá a partir do que se toma
como sendo do conhecimento do outro”como sendo do conhecimento do outro”
O hiato behavioristaO hiato behaviorista
• Ocorre na primeira metade do sec. XX –Ocorre na primeira metade do sec. XX –
introdução aos fenômenos humanos e sociaisintrodução aos fenômenos humanos e sociais
– metodologia de caráter empirísta.– metodologia de caráter empirísta.
• Manifesto behaviorista de Watson (1913) – naManifesto behaviorista de Watson (1913) – na
psicologia se exclui a mente e os processopsicologia se exclui a mente e os processo
mentais, que serão objetos da metafísica.mentais, que serão objetos da metafísica.
• Objeto de pesquisa: - formação de hábitosObjeto de pesquisa: - formação de hábitos
- tentativa e erro- tentativa e erro
- condicionamento,- condicionamento,
reforço e punição (Skinner, 1957; Verbalreforço e punição (Skinner, 1957; Verbal
• Bloomfield (1933) – posição empirista onde aBloomfield (1933) – posição empirista onde a
formulação de hipóteses para uma teoria deformulação de hipóteses para uma teoria de
línguas se dá pela coleta extensa e diversa delínguas se dá pela coleta extensa e diversa de
dados.dados.
• O behaviorismo não se estabeleceu naO behaviorismo não se estabeleceu na
Europa; a idéia predominante no âmbito daEuropa; a idéia predominante no âmbito da
cognição é a de Piaget.cognição é a de Piaget.
• Na linguística predominam os trabalhos doNa linguística predominam os trabalhos do
Círculo de Praga, de caráter saussuriano eCírculo de Praga, de caráter saussuriano e
funcionalista.funcionalista.
• Roman Jakobson (1971) – afasia e traçoRoman Jakobson (1971) – afasia e traço
A ideia de uma ciência cognitiva eA ideia de uma ciência cognitiva e
a língua como parte da cogniçãoa língua como parte da cognição
• ““Uma ciência unificada que permitisseUma ciência unificada que permitisse
descobrir as capacidades representacionais edescobrir as capacidades representacionais e
computacionais da mente humana e suacomputacionais da mente humana e sua
realização estrutural e funcional no cérebro”realização estrutural e funcional no cérebro”
• A computação simbólica está ligada aoA computação simbólica está ligada ao
procedimento algorítmico (input-output-procedimento algorítmico (input-output-
input).input).
• Tal conceito levou à concepção de “gramáticaTal conceito levou à concepção de “gramática
em termos de um procedimento explícitoem termos de um procedimento explícito
• Chomsky (1965) atribui um significadoChomsky (1965) atribui um significado
cognitivo a gramática - um falante produz ecognitivo a gramática - um falante produz e
compreende um número infinito decompreende um número infinito de
enunciados linguísticos em sua língua eenunciados linguísticos em sua língua e
reconhecer tais enunciados comoreconhecer tais enunciados como
pertencentes ou não à sua língua.pertencentes ou não à sua língua.
• Meta da linguística: apresentar um modeloMeta da linguística: apresentar um modelo
(representação teórica do conhecimento(representação teórica do conhecimento
intuitivo) – formulador sintático (concepçãointuitivo) – formulador sintático (concepção
abstrata de enunciados linguísticos)abstrata de enunciados linguísticos)
• Meta da psicolinguística: apresentar modelosMeta da psicolinguística: apresentar modelos
explícitos (algorítmicos) – para ser –explícitos (algorítmicos) – para ser –
(analisador sintático da sentença)(analisador sintático da sentença)
• Ponto em comum entre a linguística,Ponto em comum entre a linguística,
psicolinguística, psicologia cognitivapsicolinguística, psicologia cognitiva
e neurociências: “teorização nae neurociências: “teorização na
forma de modelos que permitamforma de modelos que permitam
testar hipóteses acerca da naturezatestar hipóteses acerca da natureza
de entidades e processos mentais”de entidades e processos mentais”
Restrições cognitivas à forma e aoRestrições cognitivas à forma e ao
funcionamento das línguas humanasfuncionamento das línguas humanas
• Chomsky “propõe que há restrições ao tipoChomsky “propõe que há restrições ao tipo
de conhecimento linguístico que a criança iráde conhecimento linguístico que a criança irá
adquirir..., de modo a convergir para aadquirir..., de modo a convergir para a
gramática da língua relacionadas.gramática da língua relacionadas.
• Ideias inatas levam a uma gramáticaIdeias inatas levam a uma gramática
cartesiana, codificada no genoma humano.cartesiana, codificada no genoma humano.
• Três momentos importantes:Três momentos importantes:
• 1- De 1965 –fim dos anos 70 – “a gramática1- De 1965 –fim dos anos 70 – “a gramática
de cada língua apresenta um conjunto dede cada língua apresenta um conjunto de
A CORPOREIDADEA CORPOREIDADE
• A vivência do corpo na relação com o outro e
com o mundo, condição básica para a
qualidade de vida do indivíduo. É um dos
canais mais importantes para facilitar essa
relação.
O CORPO FALAO CORPO FALA
O CORPO FALAO CORPO FALA
O CORPO FALAO CORPO FALA
CONHECER O CORPOCONHECER O CORPO
• A criança percebe seu próprio corpo por
meio de todos os sentidos.
• Seu corpo ocupa um espaço no ambiente em
função do tempo, capta imagens, recebe
sons, sente cheiros e sabores, dor e calor,
movimenta-se.
DESAFIO
• Se fazendo necessário um novo olhar sobre a
identificação de alunos como portadores de
necessidades especiais.
• Bem como sobre as necessidades especiais
que alguns alunos possam apresentar
POPULAÇÃO ESCOLARPOPULAÇÃO ESCOLAR
• Crianças com condições físicas, intelectuais, sociais,
emocionais e sensoriais diferenciadas.
• Crianças com deficiência e bem dotadas.
• Crianças trabalhadoras ou que vivem nas ruas.
• Crianças de populações distantes ou nômades.
• Crianças de minorias lingüísticas, étnicas ou culturais.
• Crianças de grupos desfavorecidos ou marginalizados.
DEFINIÇÃODEFINIÇÃO
• Em 1989, que definiu deficiência como toda
perda ou anormalidade de uma estrutura ou
função psicológica, fisiológica ou anatômica.
• Limitações a vida de um ser humano nessas
condições.
INCLUSÃO
• A ideia de uma sociedade inclusiva se
fundamenta numa filosofia que reconhece e
valoriza a diversidade, como característica
inerente à constituição de qualquer
sociedade.
SUPERDOTAÇÃO
http://www.aulavaga.com.br/jogos/raciocinio/travessia-do-rio/
SUPERDOTAÇÃOSUPERDOTAÇÃO
• Grande capacidade de liderança.
• Talento descomunal para artes.
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psicomotoras.
REDUÇÃO INTELECTUALREDUÇÃO INTELECTUAL
• Funcionamento intelectual geral
significativamente abaixo da média.
• Leve
• Moderada
• Severa
• Comunicação
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REDUÇÃO INTELECTUALREDUÇÃO INTELECTUAL
TDH
HIPERATIVIDADEHIPERATIVIDADE
• Agita mãos e pés
• Não fica sentado
• Corre ou escala
• Não brinca e nem joga
• Inquieto
• Sempre com pressa
• Fala demais
• Esta a “TODO A VAPOR”
IMPULSIVIDADEIMPULSIVIDADE
• Responde antes de ser questionado
• Interrompe outras pessoas
• Se intromete nas conversas
• Não espera a vez
• Exige tudo rápido
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  • 1. Prof. Ms. A.J.A.S. JuniorProf. Ms. A.J.A.S. Junior E-mail: atletcpower@gmail.com atletcpower@hotmail.com Skype: dimitry.junior http://www.facebook.com/dimitry.junior https://twitter.com/atletcpower APRENDIZAGEM E COGNIÇÃOAPRENDIZAGEM E COGNIÇÃO NEUROANATOMIA EM NECESSIDADESNEUROANATOMIA EM NECESSIDADES ESPECIAISESPECIAIS
  • 2. Sistema Nervoso: Visão Geral • Responsável pelo ajustamento do organismo ao ambiente;Responsável pelo ajustamento do organismo ao ambiente; • Coordena, interpreta e direciona a resposta.Coordena, interpreta e direciona a resposta. => Realiza 3 funções: Sensitiva, integradora e Motora.=> Realiza 3 funções: Sensitiva, integradora e Motora. - Função Sensitiva:- Função Sensitiva: os nervos sensitivos captam informação do meio interno eos nervos sensitivos captam informação do meio interno e externo e os conduzem ao SNC;externo e os conduzem ao SNC; Ex.: A informação visual (luz) é captada pelas células especiais do olho e conduzidaEx.: A informação visual (luz) é captada pelas células especiais do olho e conduzida ao cérebro.ao cérebro. - Função Integradora:- Função Integradora: a informação sensitiva trazida ao sistema nervoso central éa informação sensitiva trazida ao sistema nervoso central é processada ou interpretada;processada ou interpretada; Ex.: o cérebro identifica o objeto (gato faminto).Ex.: o cérebro identifica o objeto (gato faminto). - Função Motora:- Função Motora: os nervos motores conduzem a informação do SNC em direção aosos nervos motores conduzem a informação do SNC em direção aos músculos e às glândulas (efetores);músculos e às glândulas (efetores); Ex.: o cérebro envia um comando através dos nervos motores para alimentar o gatoEx.: o cérebro envia um comando através dos nervos motores para alimentar o gato.
  • 4. TAREFA Fatores Físicos E Mecânicos INDIVIDUAL Hereditariedade, Biologia, Natureza e Fatores Intrínsecos AMBIENTE Experiência, Aprendizado, Encorajamento e Fatores Extrínsecos
  • 5. DESENVOLVIMENTO HUMANODESENVOLVIMENTO HUMANO NA SUA COMPLEXIDADENA SUA COMPLEXIDADE
  • 7. Divisão do Sistema NervosoDivisão do Sistema Nervoso => SNC:=> SNC: - Centro integrador e controlador do sistema nervoso; - Inclui: Encéfalo (cavidade craniana) e Medula Espinhal (cavidade vertebral);
  • 8. Divisão do Sistema NervosoDivisão do Sistema Nervoso =>SNP:=>SNP: - Formado por todas as estruturas localizadas fora do SNC;- Formado por todas as estruturas localizadas fora do SNC; - Consiste de gânglios, nervos espinhais (31 pares) e cranianos (12 pares);- Consiste de gânglios, nervos espinhais (31 pares) e cranianos (12 pares);
  • 9. O SNP pode ser funcionalmente divididoO SNP pode ser funcionalmente dividido 1- Componente Aferente:1- Componente Aferente: - Células nervosas sensitivas que levam impulsos ao SNC de receptores da- Células nervosas sensitivas que levam impulsos ao SNC de receptores da pele, fáscia, articulações e das vísceras do corpo.pele, fáscia, articulações e das vísceras do corpo. 2- Componente Eferente:2- Componente Eferente: SN Somático (voluntário) e SN Autônomo;SN Somático (voluntário) e SN Autônomo;
  • 10. Componente EferenteComponente Eferente 2.1 Sistema Nervoso Somático (Voluntário):2.1 Sistema Nervoso Somático (Voluntário): - Sua função pode ser controlada conscientemente;- Sua função pode ser controlada conscientemente; - Impulsos do SNC para os músculos estriados esqueléticos;- Impulsos do SNC para os músculos estriados esqueléticos; - As contrações musculares podem ocorrer sob controle consciente ou nas- As contrações musculares podem ocorrer sob controle consciente ou nas respostas reflexas, inconscientemente;respostas reflexas, inconscientemente; 2.2 Sistema Nervoso Autônomo (Involuntário):2.2 Sistema Nervoso Autônomo (Involuntário): - Composto por células motoras viscerais que transmitem impulsos para o- Composto por células motoras viscerais que transmitem impulsos para o músculo liso, cardíaco e glândulas;músculo liso, cardíaco e glândulas; - Normalmente não podem ser controlados conscientemente;- Normalmente não podem ser controlados conscientemente; - Pode ser funcionalmente subdividido em: Simpático e Parassimpático.- Pode ser funcionalmente subdividido em: Simpático e Parassimpático.
  • 12. SNC • EncéfaloEncéfalo 1. Cérebro:1. Cérebro: -- Diencéfalo (Tálamo/Hipotálamo/ Epitálamo)Diencéfalo (Tálamo/Hipotálamo/ Epitálamo) - Telencéfalo (hemisférios cerebrais)- Telencéfalo (hemisférios cerebrais) ▪▪Dividido pela fissura longitudinalDividido pela fissura longitudinal - Coberto por uma camada de substância cinzenta:- Coberto por uma camada de substância cinzenta: CÓRTEXCÓRTEX 2. Cerebelo:2. Cerebelo: fossa craniana posteriorfossa craniana posterior 3. Tronco encefálico3. Tronco encefálico - Mesencéfalo/ Ponte/Bulbo- Mesencéfalo/ Ponte/Bulbo  Medula EspinhalMedula Espinhal (Termina ao nível de L2)(Termina ao nível de L2)  Substância Cinzenta:Substância Cinzenta: InternamenteInternamente -- Colunas Anterior/ Lateral/ PosteriorColunas Anterior/ Lateral/ Posterior  Substância Branca:Substância Branca: ExternamenteExternamente -- Funículos anterior/ lateral/posteriorFunículos anterior/ lateral/posterior
  • 16. Núcleos da Base • Núcleos da Base: - Núcleo Caudado - Putâmen - Globo Pálido - Substância Negra - Núcleo Subtalâmico
  • 35. MENINGESMENINGES • Membranas de tecido conjuntivo que envolvem e protegem o SNC, de foraMembranas de tecido conjuntivo que envolvem e protegem o SNC, de fora para dentro:para dentro: -- Dura-MáterDura-Máter - Aracnóide- Aracnóide - Pia-Máter- Pia-Máter • Espaço Subaracnóide:Espaço Subaracnóide: -- LíquorLíquor (líquido cerebroespinhal/ cefalorraquidiano);(líquido cerebroespinhal/ cefalorraquidiano);  Líquor:Líquor: →→ Produzido pelo Plexo Coróide (Ventrículos);Produzido pelo Plexo Coróide (Ventrículos); -- Ventrículo Lateral;Ventrículo Lateral; - Terceiro Ventrículo;- Terceiro Ventrículo; - Quarto Ventrículo;- Quarto Ventrículo;
  • 41. NervosNervos • Espinhais (31 pares)Espinhais (31 pares) • Mantêm conexão com a Medula Espinhal/ n.n mistosMantêm conexão com a Medula Espinhal/ n.n mistos - 8 nervos cervicais;- 8 nervos cervicais; - 12 nervos torácicos;- 12 nervos torácicos; - 5 nervos lombares;- 5 nervos lombares; - 5 nervos sacrais;- 5 nervos sacrais; - 1 nervo coccígeo.- 1 nervo coccígeo. • Cranianos (12 pares)Cranianos (12 pares) • Mantêm conexão com o encéfaloMantêm conexão com o encéfalo • Denominados por número e nome numa seqüência crânio-caudal;Denominados por número e nome numa seqüência crânio-caudal;
  • 45. NERVOS CRANIANOS • I – Olfatório • II – Óptico • III – Oculomotor • IV – Troclear • V – Trigêmeo • VI – Abducente • VII – Facial/ Intermédio • VIII- Vestíbulo-Coclear • IX – Glossofaríngeo • X - Vago • XI – Acessório • XII - Hipoglosso
  • 49. Nervos Cranianos NervoNervo TipoTipo FunçãoFunção I - Olfatório Sensitivo - Olfação II - Óptico Sensitivo - Visão III – Oculomotor Misto - Movimento dos Olhos/↓ o diâmetro da pupila (Miose) e músculo ciliar, para ajuste da lente (visão de perto); IV - Troclear Misto - Movimento dos olhos (m. oblíquo superior); V - Trigêmeo Misto - Mastigação/ Sensibilidade da face, seios da face, dentes, sensibilidade geral da língua (2/3 anteriores); VI - Abducente Motor - Movimento dos olhos (m. reto lateral); VII – Facial/ Intermédio Misto - Movimento da face / secreção da saliva, lágrimas e gustação (2/3 anteriores da língua); VIII –Vestíbulococlear Sensitivo - N. Coclear – audição/ N. Vestibular - equilíbrio; IX – Glossofaríngeo Misto - Gustação (1/3 posterior da língua) sensibilidade geral 1/3 posterior, secreção da saliva (gl. Parótidas) e deglutição; X - Vago Misto - Movimento e sensibilidade da musculatura visceral; XI - Acessório Misto - Inerva m.m. Trapézio e o Esternocleidomastóideo/Deglutição/ acessório das funções do vago; XII - Hipoglosso Motor - Motor da língua (músculos intrínsecos da língua e os extrínsecos, exceto o Palatoglosso) -> fonação, deglutição,
  • 50. Nervos Cranianos  Passagens dos Nervos CranianosPassagens dos Nervos Cranianos (Saída do Crânio) - I – Lâmina Cribiforme do Etmóide; - II – Canal Óptico; - III – Fissura Orbital Superior; - IV - Fissura Orbital Superior; - V – V1(OFTÁLMICO): Fissura Orbital Superior; - V2 (MAXILAR): Forame Redondo; - V3 (MANDIBULAR): Forame Oval; - VI – Fissura Orbital Superior; - VII – Meato Acústico Interno; - VIII - Meato Acústico Interno; - IX – Forame Jugular; - X - Forame Jugular; - XI - Forame Jugular; - XII – Canal do Hipoglosso;
  • 57. Via Piramidal (Motricidade Voluntária)Via Piramidal (Motricidade Voluntária)  Tracto Córtico-Espinhal AnteriorTracto Córtico-Espinhal Anterior (Piramidal Direto – 10 a 25%(Piramidal Direto – 10 a 25% das fibras);das fibras);  Tracto Córtico-Espinhal LateralTracto Córtico-Espinhal Lateral (Piramidal Cruzado);(Piramidal Cruzado);  Origem:Origem: Córtex cerebral (Trajeto descendente)Córtex cerebral (Trajeto descendente)  Constituem um só feixe do Córtex ao BulboConstituem um só feixe do Córtex ao Bulbo (Decussação das(Decussação das Pirâmides);Pirâmides);  Destino:Destino: Conduz impulsos nervosos aos neurônios da colunaConduz impulsos nervosos aos neurônios da coluna anterior da medula;anterior da medula;
  • 59. PLEXOS NERVOSOSPLEXOS NERVOSOS • São redes de nervos espinhais de cada lado do corpo.São redes de nervos espinhais de cada lado do corpo. • Principais Plexos:Principais Plexos: -- Cervical (C1 a C5):Cervical (C1 a C5): supre a pele e os músculos da cabeça, pescoço, parte superior dossupre a pele e os músculos da cabeça, pescoço, parte superior dos ombros e o diafragma;ombros e o diafragma; • n. frênicon. frênico - Braquial (C5 a T1):- Braquial (C5 a T1): constitui o suprimento nervoso para MMSS e uma série deconstitui o suprimento nervoso para MMSS e uma série de músculos do pescoço e ombro;músculos do pescoço e ombro; • n. axilar, radial, ulnar, mediano e musculocutâneon. axilar, radial, ulnar, mediano e musculocutâneo - Lombar (L1 a L4):- Lombar (L1 a L4): supre a parede abdominal, os órgãos genitais externos e parte dossupre a parede abdominal, os órgãos genitais externos e parte dos MMII;MMII; - Sacral ( L4 a S4):- Sacral ( L4 a S4): supre a região glútea, períneo e MMII;supre a região glútea, períneo e MMII; • n. isquiático (ciático)n. isquiático (ciático)  Nervos Intercostais (T2 a T 11):Nervos Intercostais (T2 a T 11): não formam plexosnão formam plexos - Músculos intercostais, abdominais e pele do tórax e dorso;- Músculos intercostais, abdominais e pele do tórax e dorso;
  • 65. NEURÔNIO • Número de neurônios : 100 bilhões (mesmo número de estrelas no universo ) • Número de sinapses no córtex : 150 trilhões • Número de neurônios na medula: 1bilhão • Número de neurônios neocorticais (homens): 22,8 bilhões • Número de células gliais neocorticais (adultos): 39 bilhões • Perda de neurônios neocorticais: 1 : por segundo • Comprimento das fibras nervosas mielinadas no cérebro: 150.000 - 180.000 km
  • 66. NEURÔNIO • Número de neurônios : 100 bilhões (mesmo número de estrelas no universo ) • Número de sinapses no córtex : 150 trilhões • Número de neurônios na medula: 1bilhão • Número de neurônios neocorticais (homens): 22,8 bilhões • Número de células gliais neocorticais (adultos): 39 bilhões • Perda de neurônios neocorticais: 1 : por segundo • Comprimento das fibras nervosas mielinadas no cérebro: 150.000 - 180.000 km
  • 67. NEURÔNIO • Aferente: recebem informação sensorial da vizinhança • Eferente: transmite o sinal de saída do SN para o órgão efetuador (músculo). • Interneurônio (99%): transmitem a informação de um neurônio para o outro, resposta inibitória ou excitatória.
  • 68. Coloração do Tecido NervosoColoração do Tecido Nervoso •• Substância Cinzenta e Substância Branca:Substância Cinzenta e Substância Branca: - O tecido do sistema nervoso apresenta 2 colorações: cinza e- O tecido do sistema nervoso apresenta 2 colorações: cinza e branca.branca. • Substância Branca:Substância Branca: tem essa cor em razão da presença detem essa cor em razão da presença de mielina (camada esbranquiçada de material lipídico);mielina (camada esbranquiçada de material lipídico); • Substância Cinzenta:Substância Cinzenta: composta principalmente por corposcomposta principalmente por corpos celulares, interneurônios e fibras amielínicas;celulares, interneurônios e fibras amielínicas; => Corpos Celulares:=> Corpos Celulares: SNC - núcleosSNC - núcleos SNP – gângliosSNP – gânglios
  • 69. SISTEMA SIMPATICO E PARASIMPATICOSISTEMA SIMPATICO E PARASIMPATICO
  • 71. CLASSIFICAÇÃO DE FIBRAS NERVOSASCLASSIFICAÇÃO DE FIBRAS NERVOSAS TIPO FUNÇÃO DIÂMETRO VELOC. DE CONDUÇÃO EFERENTE (μm) (m/s) Aα Músculo esquelético 15 100 Aβ Aγ Músculo esquelético + Fuso muscular Fuso muscular 8 50 AFERENTE Ia Fuso muscular 13-20 80-120 Ib Órgão tendinoso 13-20 80-120 II Fuso muscular 6-12 35-75 III Sensores de pressão profunda no musculo 1-5 5-30 IV Dor, temperatura 0,2-1,5 0,5-2
  • 72. ATIVIDADE ELÉTRICA NEURALATIVIDADE ELÉTRICA NEURAL • Irritabilidade: capacidade de responder a um estimulo e transformá-lo em impulso elétrico • Condutividade: transmissão do impulso ao longo do axônio
  • 73. POTENCIAL DE MEMBRANAPOTENCIAL DE MEMBRANA (repouso = -70 mV)(repouso = -70 mV) • Alterações no potencial de membrana • Presença de ligante • Estiramento do membrana
  • 74. POTENCIAL DE MEMBRANAPOTENCIAL DE MEMBRANA (repouso = -70 mV)(repouso = -70 mV) • Potencial de ação: abertura dos canais de sódio até atingir o limiar de excitação e então se cria o potencial de ação. • Lei do tudo ou nada: com o impulso iniciado, ele percorrerá a extensão axonal sem diminuir sua voltagem
  • 75. CONCENTRAÇÕES IÔNICASCONCENTRAÇÕES IÔNICAS ÍON INTRACELULAR EXTRACELULAR SÓDIO 15 150 CLORO 10 110 POTÁSSIO 150 5
  • 77. SINAPSE • Local de comunicação de um neurônio com o outro ou com células efetuadoras (glândulas ou músculos • Comunicação entre os neurônios • Elétricas ou químicas
  • 78. TRANSMISSÃO SINÁPTICA • PEPS = potencial excitatório pós-sináptico • Ocorre por somação espacial e ou temporal • PIPS = potencial inibitório pós-sináptico • Hiperpolarização da membrana
  • 79. RECEPTORES SENSORIAIS • Exteroceptores: respondem a estímulos externos (olhos, orelha, receptores na pele, temperatura e tato). • Proprioceptores: recebem estímulos do próprio sistema.
  • 80. TIPOS DE RECEPTORES SENSORIAIS • Mecanoceptores: detectam informações mecânicas • Termoceptores: detectam alterações da temperatura • Nociceptores: detectam lesões nos tecidos • Eletromagnéticos: detectam a luminosidade sobre a retina dos olhos • Quimioceptores: detectam gosto, cheiro, nível de O2 arterial
  • 81. TRANSDUÇÃO • A transformação de um estímulo qualquer (luz, som, calor, pressão) em um sinal elétrico pelo receptor nervoso
  • 82. RECEPTORES SENSORIAIS • Fuso musculares • Orgãos Tendinosos de golgi
  • 83. FUSOS MUSCULARES • Detectam mudanças no comprimento e na velocidade do músculo
  • 84. MOTONEURÔNIO GAMA • O recrutamento do motoneurônio gama altera a sensibilidade dos fusos musculares do tipo Ia e II • Desta forma, altera a sensitividade á variação do comprimento do (Ia e II) e velocidade do músculo (Ia)
  • 86. MOTONEURÔNIO + FIBRAS MÚSCULARES Junção neuromuscular (placa motora terminal) • Definida como o corpo celular e os dentritos de um motoneurônio, os multiplos ramos de seu axônio e as fibras musculares que ele inerva
  • 87. CONTRAÇÃO DAS FIBRAS MÚSCULARES
  • 88. COMPONENTE MUSCULAR • Porção de inervação: número de fibras musculares inervadas por motoneurônio • Controle fino ou grosso: relação da proporção de inervação X tarefa • Compartimento muscular: volume muscular suprido por um ramo primário de nervo muscular. Um compartimento possui uma única população de unidades motoras MÚSCULO N. DE FIBRAS UNIDADES MOTORAS PROPORÇÃO GASTROCNÊMIO MEDIAL 1.120.000 580 1:1.931 MÚSCULO INTEROSSEO DORSAL 41.000 120 1:342
  • 89. Objetivos do TextoObjetivos do Texto • Traçar um panorama histórico relacionados àTraçar um panorama histórico relacionados à língua/cognição, relatando os movimentoslíngua/cognição, relatando os movimentos da primeira metade do século XX eda primeira metade do século XX e resultados de pesquisas recentes;resultados de pesquisas recentes; • Delinear a abordagem e/ou paradigmas queDelinear a abordagem e/ou paradigmas que definem um programa em ciência cognitivadefinem um programa em ciência cognitiva • Abordar como a psicolinguística e as teoriasAbordar como a psicolinguística e as teorias linguísticas compreendem a questão dalinguísticas compreendem a questão da aquisição do saber linguístico, considerando-aquisição do saber linguístico, considerando- se a ideia do inatismo.se a ideia do inatismo.
  • 90. LinguaLingua • Ferramenta de interação entre osFerramenta de interação entre os seres humanos que apresentaseres humanos que apresenta variações em cada sociedade e osvariações em cada sociedade e os grupos por ela formados;grupos por ela formados; • Forma como o indivíduo interageForma como o indivíduo interage com o mundo exterior influenciandocom o mundo exterior influenciando no modo como as experiências seno modo como as experiências se organizam.organizam.
  • 93. Conhecimento e aquisição - Instrumentos da cognição; - Exercício de pensamento : base para o gerenciamento de ações e desempenho de tarefas cognitivas complexas ou de alta
  • 95. Principais objetivos do estudoPrincipais objetivos do estudo relacionados à língua e cogniçãorelacionados à língua e cognição • Caracterizar a língua comoCaracterizar a língua como conhecimento e explicar o processo deconhecimento e explicar o processo de aquisição são pontos fundamentais noaquisição são pontos fundamentais no estudo da cognição;estudo da cognição; • Caracterizar e explicar a produtividadeCaracterizar e explicar a produtividade linguística e a compreensão dalinguística e a compreensão da linguagem;linguagem; • Distinguir pontos comuns na cogniçãoDistinguir pontos comuns na cognição
  • 96. • Identificar e explicar o papel daIdentificar e explicar o papel da língua (oral e escrita) na cogniçãolíngua (oral e escrita) na cognição humana de base biológica e social.humana de base biológica e social. • Identificar as especificidades doIdentificar as especificidades do domínio da língua de modo adomínio da língua de modo a intervir nos casos de déficits e deintervir nos casos de déficits e de problemas no desempenho deproblemas no desempenho de tarefas cognitivas linguísticamentetarefas cognitivas linguísticamente dependentes;dependentes;
  • 97. Premissa básica dos estudosPremissa básica dos estudos cognitivoscognitivos • ““Partindo do pressuposto de que aPartindo do pressuposto de que a caracterização de entidades e processoscaracterização de entidades e processos mentais envolvidos em tarefas dependentesmentais envolvidos em tarefas dependentes de conhecimento é o primeiro passo para ode conhecimento é o primeiro passo para o entendimento da atividade do cérebro noentendimento da atividade do cérebro no desempenho dessas tarefas, o estudo dadesempenho dessas tarefas, o estudo da língua como fenômeno cognitivo abrelíngua como fenômeno cognitivo abre caminho para que se chegue a umcaminho para que se chegue a um entendimento do modo como os processosentendimento do modo como os processos dela dependentes são implementados nodela dependentes são implementados no
  • 98. A Revolução CognitivaA Revolução Cognitiva • Ocorre em meados do séc. XX (anosOcorre em meados do séc. XX (anos 50) quando há investigações sobre a50) quando há investigações sobre a relação língua-cognição.relação língua-cognição. • Origem da psicologia cognitiva: inter-Origem da psicologia cognitiva: inter- relação com outros campos (ciência darelação com outros campos (ciência da computação, matemática, teoria dacomputação, matemática, teoria da informação, linguística e psicologia);informação, linguística e psicologia); • Subárea: PsicolinguísticaSubárea: Psicolinguística (intrínsicamente ligada ao(intrínsicamente ligada ao gerativismo).gerativismo).
  • 99. Impactos da Revolução CognitivaImpactos da Revolução Cognitiva • A língua é um objeto da cognição e nãoA língua é um objeto da cognição e não somente um instrumento;somente um instrumento; • Questiona a natureza do conhecimentoQuestiona a natureza do conhecimento linguístico;linguístico; • Distingue o domínio cognitivo da língua deDistingue o domínio cognitivo da língua de outros domínios;outros domínios; • Facilitou a integração entre linguística eFacilitou a integração entre linguística e biologia (contribui e é informada por teoriasbiologia (contribui e é informada por teorias das ciências naturais);das ciências naturais);
  • 100. Língua e Cognição: apresentandoLíngua e Cognição: apresentando questõesquestões • Humboldt(1836/1888) realça doisHumboldt(1836/1888) realça dois aspectos relacionados à questãoaspectos relacionados à questão cognitiva: “ a produtividade dos sistemascognitiva: “ a produtividade dos sistemas linguísticos, que fazem “uso infinito delinguísticos, que fazem “uso infinito de meios finitos”, e o papel mediador dameios finitos”, e o papel mediador da língua na interação do indivíduo com olíngua na interação do indivíduo com o mundo, introduzindo a tese domundo, introduzindo a tese do
  • 101. Uso infinito de meios finitosUso infinito de meios finitos • Característica fundamental dos sistemasCaracterística fundamental dos sistemas linguísticos: o caráter computacional, oulinguísticos: o caráter computacional, ou seja, as “palavras são combinadas deseja, as “palavras são combinadas de forma a compor enunciadosforma a compor enunciados estruturados hierarquicamente que seestruturados hierarquicamente que se apresentam nuna estrutura linear.” (pg.apresentam nuna estrutura linear.” (pg. 109)109) • Arte de Falar (Renascimento)Arte de Falar (Renascimento) • Sanctius – EspanhaSanctius – Espanha • Gramáticos de Port-Royal – FrançaGramáticos de Port-Royal – França (caracterizavam a não-prescrição da(caracterizavam a não-prescrição da artearte
  • 102. •• Gramática com dois sentidosGramática com dois sentidos (concebida em relação ao desempenho(concebida em relação ao desempenho linguístico dos falantes, cujo sistemalinguístico dos falantes, cujo sistema computacional é regido pela Lógica):computacional é regido pela Lógica): - A arte de falar (capacidade cognitiva);A arte de falar (capacidade cognitiva); - Disciplina que apresenta os fundamentosDisciplina que apresenta os fundamentos dessa arte.dessa arte.
  • 103. VariabilidadeVariabilidade • A variabilidade das línguas se dá nos “meios”A variabilidade das línguas se dá nos “meios” (expressão fonológica e morfológica) e(expressão fonológica e morfológica) e considera “limites”ou restrições:considera “limites”ou restrições: “Dado que a“Dado que a disposição natural para a língua é universaldisposição natural para a língua é universal no homem, e visto que cada um tem deno homem, e visto que cada um tem de possuir a chave para o entendimento depossuir a chave para o entendimento de todas as línguas na mente, têm-se comotodas as línguas na mente, têm-se como corolário que a forma de todas as línguascorolário que a forma de todas as línguas tem de ser essencialmente a mesma, etem de ser essencialmente a mesma, e sempre alcançar um objetivo em comum. Asempre alcançar um objetivo em comum. A variedade entre as línguas só pode residirvariedade entre as línguas só pode residir nos meios, nos limites permitidos para que onos meios, nos limites permitidos para que o
  • 104. RestriçõesRestrições • São um conjunto desordenado de elementosSão um conjunto desordenado de elementos que serão em algum momento categorizadosque serão em algum momento categorizados e estruturados.e estruturados. • Posição empirista: a informação dos dadosPosição empirista: a informação dos dados captados pelos sentidos garante o acesso aocaptados pelos sentidos garante o acesso ao real (Aristóteles, Locke e Hume)real (Aristóteles, Locke e Hume) • Posição racionalista: o conhecimento provemPosição racionalista: o conhecimento provem de idéias inatas, da própria razão humana.de idéias inatas, da própria razão humana. (Descartes)(Descartes) • Posição “apercepcionista”: a experiênciaPosição “apercepcionista”: a experiência decorre da capacidade da mente emdecorre da capacidade da mente em estruturar os dados da percepção. (Kant)estruturar os dados da percepção. (Kant)
  • 105. • Posição de Wundt: Há distinção entrePosição de Wundt: Há distinção entre “percepção” (proveniente dos sentidos“percepção” (proveniente dos sentidos externos) “apercepção” (seleção eexternos) “apercepção” (seleção e estruturação da experiência direcionadaestruturação da experiência direcionada internamente – Kant)internamente – Kant) • Contraria a idéia associacionista doContraria a idéia associacionista do behaviorismo; a sentença para ele é: “behaviorismo; a sentença para ele é: “ aa representação linguística da ordenaçãorepresentação linguística da ordenação sequencial voluntária de uma impressãosequencial voluntária de uma impressão mental simultânea em segmentosmental simultânea em segmentos logicamente relacionados”logicamente relacionados” (Wundt, 1900)(Wundt, 1900)
  • 106. A língua como mediadora da relaçãoA língua como mediadora da relação do indivíduo com o mundodo indivíduo com o mundo • Humboldt teoriza a cognição comoHumboldt teoriza a cognição como determinada pela língua – categoriasdeterminada pela língua – categorias semânticas ou distorções gramaticaissemânticas ou distorções gramaticais presentes na morfologia da língua estãopresentes na morfologia da língua estão ligadas a nova concepção de mundoligadas a nova concepção de mundo (identidade cognitiva);(identidade cognitiva); • Adaptou a teoria de percepção de Kant dando-Adaptou a teoria de percepção de Kant dando- lhe um versão linguística: falantes delhe um versão linguística: falantes de diferentes línguas teriam diferentes sistemasdiferentes línguas teriam diferentes sistemas de gerenciamento.de gerenciamento.
  • 107. • Whorf (1956) semelhantemente posiciona-Whorf (1956) semelhantemente posiciona- se afirmando que “o mundo nos ése afirmando que “o mundo nos é apresentado num fluxo de impressõesapresentado num fluxo de impressões caleidoscópico, que tem que sercaleidoscópico, que tem que ser organizado pela nossa mente – e issoorganizado pela nossa mente – e isso quer dizer, em grande parte, pelosquer dizer, em grande parte, pelos sistemas linguísticos da nossa mente.”sistemas linguísticos da nossa mente.” • Hipótese Sapir- Whorf – focaliza o papelHipótese Sapir- Whorf – focaliza o papel mediador da língua.mediador da língua. • Sapir(1949) – nova dimensão sobreSapir(1949) – nova dimensão sobre língua-cognição: o fonema possui umalíngua-cognição: o fonema possui uma
  • 108. Alguns Resultados de PesquisaAlguns Resultados de Pesquisa • Dificuldades morfológicas podem refletir noDificuldades morfológicas podem refletir no curso do desenvolvimento na fala inicial dacurso do desenvolvimento na fala inicial da criança (Clark, 1973; Bowerman, 1973; Slobin,criança (Clark, 1973; Bowerman, 1973; Slobin, 1970;1973);1970;1973); • A percepção e à permanência de objetosA percepção e à permanência de objetos ocorre por volta dos 5 meses (Spelke, 2003) eocorre por volta dos 5 meses (Spelke, 2003) e não aos 9 meses (Piaget);não aos 9 meses (Piaget); • Não há distinção entre categorização deNão há distinção entre categorização de objetos (cor e forma) entre portadoras deobjetos (cor e forma) entre portadoras de deficiência auditiva sem contato comdeficiência auditiva sem contato com qualquer língua e crianças com audiçãoqualquer língua e crianças com audição
  • 109. Duas tendências da hipótese daDuas tendências da hipótese da Hipótese Sapir- WhorfHipótese Sapir- Whorf • Hipótese Sustentável – há uma inter-relaçãoHipótese Sustentável – há uma inter-relação entre cognição não-linguística eentre cognição não-linguística e conceitualização da fala (Clark e Slobin, 2003)conceitualização da fala (Clark e Slobin, 2003) • Hipótese não sustentável – a espécie humanaHipótese não sustentável – a espécie humana possui habilidades perceptuais semelhantespossui habilidades perceptuais semelhantes não afetadas pela língua fora de seu domínionão afetadas pela língua fora de seu domínio (Dupoux e Pepperkamp, 2000)(Dupoux e Pepperkamp, 2000)
  • 110. A língua como instrumento ouA língua como instrumento ou reflexo da cogniçãoreflexo da cognição • Vygotsky – Inserção social do indivíduoVygotsky – Inserção social do indivíduo no pensamento cognitivo:no pensamento cognitivo: • - a posse da língua irá atuar no- a posse da língua irá atuar no desenvolvimento das habilidadesdesenvolvimento das habilidades linguísticas – léxico;linguísticas – léxico; • - internalização da fala;- internalização da fala; • - o pensamento verbal (planejamento de- o pensamento verbal (planejamento de ações complexas)ações complexas)
  • 111. Reflexos dos postulados deReflexos dos postulados de VygotskyVygotsky • Spelke(2003) – sistemas nucleares (sensoSpelke(2003) – sistemas nucleares (senso de número/numerosidade e direçãode número/numerosidade e direção apoiados em uma geometria intuitiva);apoiados em uma geometria intuitiva); • deVilliers e de Villiers (2003) – “raciocíniodeVilliers e de Villiers (2003) – “raciocínio dedutivo se dá a partir do que se tomadedutivo se dá a partir do que se toma como sendo do conhecimento do outro”como sendo do conhecimento do outro”
  • 112. O hiato behavioristaO hiato behaviorista • Ocorre na primeira metade do sec. XX –Ocorre na primeira metade do sec. XX – introdução aos fenômenos humanos e sociaisintrodução aos fenômenos humanos e sociais – metodologia de caráter empirísta.– metodologia de caráter empirísta. • Manifesto behaviorista de Watson (1913) – naManifesto behaviorista de Watson (1913) – na psicologia se exclui a mente e os processopsicologia se exclui a mente e os processo mentais, que serão objetos da metafísica.mentais, que serão objetos da metafísica. • Objeto de pesquisa: - formação de hábitosObjeto de pesquisa: - formação de hábitos - tentativa e erro- tentativa e erro - condicionamento,- condicionamento, reforço e punição (Skinner, 1957; Verbalreforço e punição (Skinner, 1957; Verbal
  • 113. • Bloomfield (1933) – posição empirista onde aBloomfield (1933) – posição empirista onde a formulação de hipóteses para uma teoria deformulação de hipóteses para uma teoria de línguas se dá pela coleta extensa e diversa delínguas se dá pela coleta extensa e diversa de dados.dados. • O behaviorismo não se estabeleceu naO behaviorismo não se estabeleceu na Europa; a idéia predominante no âmbito daEuropa; a idéia predominante no âmbito da cognição é a de Piaget.cognição é a de Piaget. • Na linguística predominam os trabalhos doNa linguística predominam os trabalhos do Círculo de Praga, de caráter saussuriano eCírculo de Praga, de caráter saussuriano e funcionalista.funcionalista. • Roman Jakobson (1971) – afasia e traçoRoman Jakobson (1971) – afasia e traço
  • 114. A ideia de uma ciência cognitiva eA ideia de uma ciência cognitiva e a língua como parte da cogniçãoa língua como parte da cognição • ““Uma ciência unificada que permitisseUma ciência unificada que permitisse descobrir as capacidades representacionais edescobrir as capacidades representacionais e computacionais da mente humana e suacomputacionais da mente humana e sua realização estrutural e funcional no cérebro”realização estrutural e funcional no cérebro” • A computação simbólica está ligada aoA computação simbólica está ligada ao procedimento algorítmico (input-output-procedimento algorítmico (input-output- input).input). • Tal conceito levou à concepção de “gramáticaTal conceito levou à concepção de “gramática em termos de um procedimento explícitoem termos de um procedimento explícito
  • 115. • Chomsky (1965) atribui um significadoChomsky (1965) atribui um significado cognitivo a gramática - um falante produz ecognitivo a gramática - um falante produz e compreende um número infinito decompreende um número infinito de enunciados linguísticos em sua língua eenunciados linguísticos em sua língua e reconhecer tais enunciados comoreconhecer tais enunciados como pertencentes ou não à sua língua.pertencentes ou não à sua língua. • Meta da linguística: apresentar um modeloMeta da linguística: apresentar um modelo (representação teórica do conhecimento(representação teórica do conhecimento intuitivo) – formulador sintático (concepçãointuitivo) – formulador sintático (concepção abstrata de enunciados linguísticos)abstrata de enunciados linguísticos) • Meta da psicolinguística: apresentar modelosMeta da psicolinguística: apresentar modelos explícitos (algorítmicos) – para ser –explícitos (algorítmicos) – para ser – (analisador sintático da sentença)(analisador sintático da sentença)
  • 116. • Ponto em comum entre a linguística,Ponto em comum entre a linguística, psicolinguística, psicologia cognitivapsicolinguística, psicologia cognitiva e neurociências: “teorização nae neurociências: “teorização na forma de modelos que permitamforma de modelos que permitam testar hipóteses acerca da naturezatestar hipóteses acerca da natureza de entidades e processos mentais”de entidades e processos mentais”
  • 117. Restrições cognitivas à forma e aoRestrições cognitivas à forma e ao funcionamento das línguas humanasfuncionamento das línguas humanas • Chomsky “propõe que há restrições ao tipoChomsky “propõe que há restrições ao tipo de conhecimento linguístico que a criança iráde conhecimento linguístico que a criança irá adquirir..., de modo a convergir para aadquirir..., de modo a convergir para a gramática da língua relacionadas.gramática da língua relacionadas. • Ideias inatas levam a uma gramáticaIdeias inatas levam a uma gramática cartesiana, codificada no genoma humano.cartesiana, codificada no genoma humano. • Três momentos importantes:Três momentos importantes: • 1- De 1965 –fim dos anos 70 – “a gramática1- De 1965 –fim dos anos 70 – “a gramática de cada língua apresenta um conjunto dede cada língua apresenta um conjunto de
  • 118. A CORPOREIDADEA CORPOREIDADE • A vivência do corpo na relação com o outro e com o mundo, condição básica para a qualidade de vida do indivíduo. É um dos canais mais importantes para facilitar essa relação.
  • 119. O CORPO FALAO CORPO FALA
  • 120. O CORPO FALAO CORPO FALA
  • 121. O CORPO FALAO CORPO FALA
  • 122. CONHECER O CORPOCONHECER O CORPO • A criança percebe seu próprio corpo por meio de todos os sentidos. • Seu corpo ocupa um espaço no ambiente em função do tempo, capta imagens, recebe sons, sente cheiros e sabores, dor e calor, movimenta-se.
  • 123. DESAFIO • Se fazendo necessário um novo olhar sobre a identificação de alunos como portadores de necessidades especiais. • Bem como sobre as necessidades especiais que alguns alunos possam apresentar
  • 124. POPULAÇÃO ESCOLARPOPULAÇÃO ESCOLAR • Crianças com condições físicas, intelectuais, sociais, emocionais e sensoriais diferenciadas. • Crianças com deficiência e bem dotadas. • Crianças trabalhadoras ou que vivem nas ruas. • Crianças de populações distantes ou nômades. • Crianças de minorias lingüísticas, étnicas ou culturais. • Crianças de grupos desfavorecidos ou marginalizados.
  • 125. DEFINIÇÃODEFINIÇÃO • Em 1989, que definiu deficiência como toda perda ou anormalidade de uma estrutura ou função psicológica, fisiológica ou anatômica. • Limitações a vida de um ser humano nessas condições.
  • 126. INCLUSÃO • A ideia de uma sociedade inclusiva se fundamenta numa filosofia que reconhece e valoriza a diversidade, como característica inerente à constituição de qualquer sociedade.
  • 128. SUPERDOTAÇÃOSUPERDOTAÇÃO • Grande capacidade de liderança. • Talento descomunal para artes. • Capacidade bem desenvolvida em questões psicomotoras.
  • 129. REDUÇÃO INTELECTUALREDUÇÃO INTELECTUAL • Funcionamento intelectual geral significativamente abaixo da média. • Leve • Moderada • Severa
  • 130. • Comunicação • Cuidados pessoais • Habilidades sociais • Desempenho na família e comunidade • Independência na locomoção • Saúde e segurança • Desempenho escolar • Lazer e trabalho REDUÇÃO INTELECTUALREDUÇÃO INTELECTUAL
  • 131. TDH
  • 132. HIPERATIVIDADEHIPERATIVIDADE • Agita mãos e pés • Não fica sentado • Corre ou escala • Não brinca e nem joga • Inquieto • Sempre com pressa • Fala demais • Esta a “TODO A VAPOR”
  • 133. IMPULSIVIDADEIMPULSIVIDADE • Responde antes de ser questionado • Interrompe outras pessoas • Se intromete nas conversas • Não espera a vez • Exige tudo rápido
  • 134. • Álcool • Cocaína • Complicações pré-natal • Hipertireoidismo • Hipotireoidismo Condições clínicas associadasCondições clínicas associadas