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ANTROPOLOGIA: CIÊNCIA DA ALTERIDADE
1. Antropologia: origens, conceito, importância
Antropus: homem – logia: estudo.
o Parte das Ciências Sociais, estuda o homem em
suas dimensões biológica e cultural.
o Estuda os nexos físicos e culturais humanos:
físicos, técnicos, comportamentais e simbólicos.
o Antropologia biológica.
o Antropologia cultural.
Animal
Homem
Símbolos, arte
Linguagem, códigos
Costumes, religião
B
I
O
L
Ó
G
I
C
O
C
U
L
T
U
R
A
L
2. Origens e contexto
o Séculos XVIII/XIX: Iluminismo, Revolução Francesa,
Revolução Industrial, imperialismo/neocolonialismo.
o O contexto que levou ao surgimento da Sociologia,
do Positivismo e dos estudos sobre evolução levou
antropólogos a estudar as culturas não europeias.
o O darwinismo social (Spencer) hierarquizava as
culturas/civilizações em: primitivas e civilizadas.
ANTROPOLOGIA: CIÊNCIA DA ALTERIDADE.
ANTROPOLOGIA: CIÊNCIA DA ALTERIDADE.
ANTROPOLOGIA: CIÊNCIA DA ALTERIDADE.
3. Tylor: evolucionismo e universalismo
o Cultura: hábitos, crenças, arte, direito, costumes
adquiridos em processos histórico – culturais.
o Método comparativo: comparava os povos e definia
o progresso pelo maior ou menor uso da razão.
o Evolução, civilizado, primitivo eram determinados
pelo uso da razão e não por fatores biológicos.
o Os selvagens caminhariam para a civilização.
Edward Burnett Tylor
(1832 – 1917)
Antropólogo britânico,
influenciado pelo
Iluminismo, desenvolveu
um conceito próprio de
cultura. Entre 1855 e 1856
viveu nos EUA, depois foi à
Cuba, onde conheceu o
etnólogo Henry Christy.
Fez vários registros e
sistematizou seus estudos
sobre cultura. Tylor foi um
dos fundadores da
Antropologia.
Tylor criou a primeira definição de cultura, sinônimo de
civilização, expressão da totalidade da vida social do ser
humano. Para Tylor, selvagem ou civilizado eram
estágios culturais. Questionava a teologia que afirmava
a teoria da degenerescência dos primitivos. Teólogos não
aceitavam que Deus pudesse criar seres inferiores e não
humanos. Tylor afirmava que todos os seres eram
dotados de cultura e sujeitos à civilização.
4. Morgan: estágios de evolução da humanidade
o Estudos sobre evolução e cultura (costumes,
economia, sociedade, família, governo, religião).
o A humanidade passou por três estágios culturais.
o Selvageria: comunidade, coleta, caça, pesca, fogo.
o Barbárie: revolução neolítica, cerâmica, metais.
o Civilização: escrita, alfabeto, estruturas complexas.
Lewis Henry Morgan
Antropólogo evolucionista,
etnólogo e escritor norte
americano. Considerado
um dos fundadores da
antropologia moderna, fez
pesquisa de campo entre
os iroqueses, de onde
retirou material para sua
reflexão sobre cultura,
definindo estágios de
evolução da sociedade.
Lewis Henry Morgan
(1818 – 1881)
ANTROPOLOGIA: CIÊNCIA DA ALTERIDADE.
ANTROPOLOGIA: CIÊNCIA DA ALTERIDADE.
5. Relativismo cultural e diversidade
o Conhecer as culturas e sua diversidade permite
superar expressões como bárbaro, selvagem,
exótico, civilizado.
o As culturas são complexas e devem ser
compreendidas na capacidade humana de criar,
reinventar, adaptar – se e inserir – se na natureza.
Culturas são diferentes:
o O relativismo cultural pressupõe que o
investigador seja neutro diante do conjunto de
hábitos, crenças e comportamentos que lhe
pareçam estranhos e resultem em choque cultural.
o Relativizar é deixar o julgamento de lado, assim
como se afastar da sua própria cultura a fim de
entender melhor o outro.
ANTROPOLOGIA: CIÊNCIA DA ALTERIDADE.
ANTROPOLOGIA: CIÊNCIA DA ALTERIDADE.
ANTROPOLOGIA: CIÊNCIA DA ALTERIDADE.
ANTROPOLOGIA: CIÊNCIA DA ALTERIDADE.
6. Etnocentrismo
Etnia: Identidade cultural de um povo
(aspectos biológicos, língua, religião, tradições)
o Quando uma cultura ou um grupo se coloca
como padrão, colocando seus valores, ideias e
comportamento como corretos.
o Qualquer outro grupo que seja diferente será
considerado bárbaro, selvagem, exótico.
Etnocentrismo, preconceito, discriminação:
o O etnocentrismo constrói uma visão de mundo
baseada no preconceito e na discriminação.
o Uma visão difícil de ser superada, pois cremos que
o que somos e fazemos é o melhor.
o Um grupo diferente é visto como ameaça de perda
de coesão e identidade ao grupo que é tido como
superior em relação ao que foge de certo padrão.
VACA NA ÍNDIA
VACA NO BRASIL
ANTROPOLOGIA: CIÊNCIA DA ALTERIDADE.
ANTROPOLOGIA: CIÊNCIA DA ALTERIDADE.
ANTROPOLOGIA: CIÊNCIA DA ALTERIDADE.
ANTROPOLOGIA: CIÊNCIA DA ALTERIDADE.
ANTROPOLOGIA: CIÊNCIA DA ALTERIDADE.
ANTROPOLOGIA: CIÊNCIA DA ALTERIDADE.
ANTROPOLOGIA: CIÊNCIA DA ALTERIDADE.
ANTROPOLOGIA: CIÊNCIA DA ALTERIDADE.
7. Franz Boas: particularismo e relativismo cultural
o Boas era judeu e sofreu com o antissemitismo.
o Preocupado com as diferenças, questionou o
evolucionismo cultural, inspirado no Iluminismo.
o Boas fez estudos de campo para estudar as culturas.
o Boas defendia que cada cultura tinha suas
particularidades e deveria ser estudada para ser
conhecida no seu universo particular.
Franz Boas (1858 – 1942)
Franz Uri Boas foi um
antropólogo teuto-americano
um dos pioneiros da
antropologia moderna que
tem sido chamado de "Pai da
Antropologia Americana".
Trabalhou em museus e
universidades alemãs e
americanas. Viveu e estudou
os povos indígenas e inuítes.
Sua antropologia cultural
relativista enriqueceu os
estudos antropológicos.
Boas: particularismo e relativismo cultural
o Estudou Inuites, Chinookans, Kwakiutis e percebeu
as suas particularidades importância culturais.
o Cada povo é único, tem seus costumes (sociedade
economia, política), e suas diferenças culturais.
o Seus estudos de campo permitiu – lhe pensar as
diferenças específicas, fugindo das generalidades,
contribuindo para quebrar posições etnocêntricas.
ANTROPOLOGIA: CIÊNCIA DA ALTERIDADE.
ANTROPOLOGIA: CIÊNCIA DA ALTERIDADE.
ANTROPOLOGIA: CIÊNCIA DA ALTERIDADE.
ANTROPOLOGIA: CIÊNCIA DA ALTERIDADE.
Sociedade e Cultura:
o Uma sociedade pode ser encontrada entre os
animais: formigas e abelhas.
o A cultura humana difere pelo uso da inteligência,
do raciocínio e da linguagem.
o Os animais recebem herança biológica.
o Os humanos recebem e desenvolvem cultura.
ANTROPOLOGIA: CIÊNCIA DA ALTERIDADE.
ANTROPOLOGIA: CIÊNCIA DA ALTERIDADE.
ANTROPOLOGIA: CIÊNCIA DA ALTERIDADE.
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ANTROPOLOGIA: CIÊNCIA DA ALTERIDADE.
ANTROPOLOGIA: CIÊNCIA DA ALTERIDADE.
ANTROPOLOGIA: CIÊNCIA DA ALTERIDADE.
8. Malinowski: funcionalismo
Funcionalidade dos elementos culturais:
o Para entender os complexos culturais deve ser
considerada a coerência de cada elemento no
conjunto (sociedade, família, religião, economia).
o Observar como cada agente atua sobre os
demais, compreendendo – os sistematicamente,
valorizando o caráter funcional de cada grupo.
Bronisław Kasper Malinowski
(1884 – 1942)
Antropólogo polaco.
É considerado um dos
fundadores da
antropologia social.
Atuando na London
School of Economics,
fundou a escola
funcionalista. Seu
trabalho de campo
valorizava o caráter
funcional de um dado
grupo social.
Malinowski e a logicidade orgânica:
o Cada civilização, cada objeto, cada costume, cada
ideia, cada crença tem sua lógica interna.
o Cada elemento representa uma parte integrante e
insubstituível de um conjunto orgânico.
o Cada elemento, com funções definidas, se insere
nos complexos culturais, atuando em conjunto, no
interior das sociedades.
ANTROPOLOGIA: CIÊNCIA DA ALTERIDADE.
Estudos de campo: observador participante
o As instituições são expressões econômicas,
políticas, culturais, que organizam a vida social.
o Define comportamentos e papeis, essenciais ao
funcionamento da sociedade.
o Os estudos de campo são essenciais ao
investigador na compreensão do funcionamento
interno dos grupos.
ANTROPOLOGIA: CIÊNCIA DA ALTERIDADE.
ANTROPOLOGIA: CIÊNCIA DA ALTERIDADE.
ANTROPOLOGIA: CIÊNCIA DA ALTERIDADE.
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ANTROPOLOGIA: CIÊNCIA DA ALTERIDADE.
9. Mauss: olhar antropolótigo e sociológico
o Sobrinho de Durkheim, utilizou o conceito de fatos
sociais relacionados de forma complexa: economia,
política, religião, moral, estética.
o Sistema de dádivas: troca de objetos (dádivas).
o O presente gera obrigações: doador e receptor.
o Nas sociedades essa prática gera solidariedade,
hospitalidade, amizade e alianças mútuas.
o Exemplos: Dia dos namorados, dia das mães.
Marcel Mauss
(1872 – 1950)
Marcel Mauss
Sociólogo e antropólogo
francês, nascido catorze
anos mais tarde em
Paris, mesma cidade
que Émile Durkheim,de
quem é sobrinho.
Considerado o "pai" da
antropologia francesa.
ANTROPOLOGIA: CIÊNCIA DA ALTERIDADE.
ANTROPOLOGIA: CIÊNCIA DA ALTERIDADE.
Técnicas do corpo:
o O corpo é instrumento de cultura: sentar, andar,
almoçar, dançar, gesticular.
o Tais práticas são culturais conforme as tradições.
o Técnica: atos tradicionais eficientes.
o Habitus: cada sociedade tem seus hábitos
conforme sua cultura (convenções sociais,
educação).
ANTROPOLOGIA: CIÊNCIA DA ALTERIDADE.
ANTROPOLOGIA: CIÊNCIA DA ALTERIDADE.
ANTROPOLOGIA: CIÊNCIA DA ALTERIDADE.
10. Lévi – Strauss, cultura e estruturalismo
o Filósofo, Strauss procurou novas referências para
estudar e entender o humano social.
o Buscou compreender a racionalidade inerente aos
relacionamentos humanos universais.
o Influenciado por Malinowski, sistematizou seus
estudos para compreender as necessidades dos
seres humanos.
Claude Lévi – Strauss (1909 – 2009)
Claude Lévi – Strauss nasceu em
Bruxelas, é importante nome na
Antropologia. Doutor, em 1935
lecionou Sociologia na USP.
Etnólogo, criou a Antropologia
Estrutural: método que estuda os
problemas particulares
(estruturas) de uma cultura.
Antropologia estrutural:
o A psicanálise e a linguística levaram Strauss a
questionar a antropologia funcionalista e a tese
que toda cultura obedecia interesses concretos.
o Em questão as hierarquizações elaboradas sobre
sociedades avançadas e primitivas.
o Para compreender a evolução humana os critérios
biológicos e históricos não eram os mais
inteligentes e satisfatórios.
Linguagem, expressão, comunicação:
ANTROPOLOGIA: CIÊNCIA DA ALTERIDADE.
ANTROPOLOGIA: CIÊNCIA DA ALTERIDADE.
ANTROPOLOGIA: CIÊNCIA DA ALTERIDADE.
ANTROPOLOGIA: CIÊNCIA DA ALTERIDADE.
Sociedades “primitivas” e “avançadas”:
o Diferenças culturais poderiam esconder estruturas
comuns entre as sociedades.
o Não há hierarquização entre culturas, mas
maneiras diferentes de expressão cultural.
o Há rejeição ao funcionalismo na crença que a
cultura é um simples ato de consciência na
realização de uma função específica.
ANTROPOLOGIA: CIÊNCIA DA ALTERIDADE.
ANTROPOLOGIA: CIÊNCIA DA ALTERIDADE.
ANTROPOLOGIA: CIÊNCIA DA ALTERIDADE.
Estudos de caso: relações parentais e mitos:
o O observador participante entende a lógica de
cada grupo com seus códigos e costumes.
o Incesto: para manutenção do grupo algumas
tribos mantinham casamentos entre parentes.
o Os mitos serviam para dar sentidos e significados
à origem da vida, do mundo, costumes, regras.
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ANTROPOLOGIA: CIÊNCIA DA ALTERIDADE.
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ANTROPOLOGIA: CIÊNCIA DA ALTERIDADE.

  • 2. 1. Antropologia: origens, conceito, importância Antropus: homem – logia: estudo. o Parte das Ciências Sociais, estuda o homem em suas dimensões biológica e cultural. o Estuda os nexos físicos e culturais humanos: físicos, técnicos, comportamentais e simbólicos. o Antropologia biológica. o Antropologia cultural.
  • 3. Animal Homem Símbolos, arte Linguagem, códigos Costumes, religião B I O L Ó G I C O C U L T U R A L
  • 4. 2. Origens e contexto o Séculos XVIII/XIX: Iluminismo, Revolução Francesa, Revolução Industrial, imperialismo/neocolonialismo. o O contexto que levou ao surgimento da Sociologia, do Positivismo e dos estudos sobre evolução levou antropólogos a estudar as culturas não europeias. o O darwinismo social (Spencer) hierarquizava as culturas/civilizações em: primitivas e civilizadas.
  • 8. 3. Tylor: evolucionismo e universalismo o Cultura: hábitos, crenças, arte, direito, costumes adquiridos em processos histórico – culturais. o Método comparativo: comparava os povos e definia o progresso pelo maior ou menor uso da razão. o Evolução, civilizado, primitivo eram determinados pelo uso da razão e não por fatores biológicos. o Os selvagens caminhariam para a civilização.
  • 9. Edward Burnett Tylor (1832 – 1917) Antropólogo britânico, influenciado pelo Iluminismo, desenvolveu um conceito próprio de cultura. Entre 1855 e 1856 viveu nos EUA, depois foi à Cuba, onde conheceu o etnólogo Henry Christy. Fez vários registros e sistematizou seus estudos sobre cultura. Tylor foi um dos fundadores da Antropologia.
  • 10. Tylor criou a primeira definição de cultura, sinônimo de civilização, expressão da totalidade da vida social do ser humano. Para Tylor, selvagem ou civilizado eram estágios culturais. Questionava a teologia que afirmava a teoria da degenerescência dos primitivos. Teólogos não aceitavam que Deus pudesse criar seres inferiores e não humanos. Tylor afirmava que todos os seres eram dotados de cultura e sujeitos à civilização.
  • 11. 4. Morgan: estágios de evolução da humanidade o Estudos sobre evolução e cultura (costumes, economia, sociedade, família, governo, religião). o A humanidade passou por três estágios culturais. o Selvageria: comunidade, coleta, caça, pesca, fogo. o Barbárie: revolução neolítica, cerâmica, metais. o Civilização: escrita, alfabeto, estruturas complexas.
  • 12. Lewis Henry Morgan Antropólogo evolucionista, etnólogo e escritor norte americano. Considerado um dos fundadores da antropologia moderna, fez pesquisa de campo entre os iroqueses, de onde retirou material para sua reflexão sobre cultura, definindo estágios de evolução da sociedade. Lewis Henry Morgan (1818 – 1881)
  • 15. 5. Relativismo cultural e diversidade o Conhecer as culturas e sua diversidade permite superar expressões como bárbaro, selvagem, exótico, civilizado. o As culturas são complexas e devem ser compreendidas na capacidade humana de criar, reinventar, adaptar – se e inserir – se na natureza.
  • 16. Culturas são diferentes: o O relativismo cultural pressupõe que o investigador seja neutro diante do conjunto de hábitos, crenças e comportamentos que lhe pareçam estranhos e resultem em choque cultural. o Relativizar é deixar o julgamento de lado, assim como se afastar da sua própria cultura a fim de entender melhor o outro.
  • 21. 6. Etnocentrismo Etnia: Identidade cultural de um povo (aspectos biológicos, língua, religião, tradições) o Quando uma cultura ou um grupo se coloca como padrão, colocando seus valores, ideias e comportamento como corretos. o Qualquer outro grupo que seja diferente será considerado bárbaro, selvagem, exótico.
  • 22. Etnocentrismo, preconceito, discriminação: o O etnocentrismo constrói uma visão de mundo baseada no preconceito e na discriminação. o Uma visão difícil de ser superada, pois cremos que o que somos e fazemos é o melhor. o Um grupo diferente é visto como ameaça de perda de coesão e identidade ao grupo que é tido como superior em relação ao que foge de certo padrão.
  • 33. 7. Franz Boas: particularismo e relativismo cultural o Boas era judeu e sofreu com o antissemitismo. o Preocupado com as diferenças, questionou o evolucionismo cultural, inspirado no Iluminismo. o Boas fez estudos de campo para estudar as culturas. o Boas defendia que cada cultura tinha suas particularidades e deveria ser estudada para ser conhecida no seu universo particular.
  • 34. Franz Boas (1858 – 1942) Franz Uri Boas foi um antropólogo teuto-americano um dos pioneiros da antropologia moderna que tem sido chamado de "Pai da Antropologia Americana". Trabalhou em museus e universidades alemãs e americanas. Viveu e estudou os povos indígenas e inuítes. Sua antropologia cultural relativista enriqueceu os estudos antropológicos.
  • 35. Boas: particularismo e relativismo cultural o Estudou Inuites, Chinookans, Kwakiutis e percebeu as suas particularidades importância culturais. o Cada povo é único, tem seus costumes (sociedade economia, política), e suas diferenças culturais. o Seus estudos de campo permitiu – lhe pensar as diferenças específicas, fugindo das generalidades, contribuindo para quebrar posições etnocêntricas.
  • 40. Sociedade e Cultura: o Uma sociedade pode ser encontrada entre os animais: formigas e abelhas. o A cultura humana difere pelo uso da inteligência, do raciocínio e da linguagem. o Os animais recebem herança biológica. o Os humanos recebem e desenvolvem cultura.
  • 48. 8. Malinowski: funcionalismo Funcionalidade dos elementos culturais: o Para entender os complexos culturais deve ser considerada a coerência de cada elemento no conjunto (sociedade, família, religião, economia). o Observar como cada agente atua sobre os demais, compreendendo – os sistematicamente, valorizando o caráter funcional de cada grupo.
  • 49. Bronisław Kasper Malinowski (1884 – 1942) Antropólogo polaco. É considerado um dos fundadores da antropologia social. Atuando na London School of Economics, fundou a escola funcionalista. Seu trabalho de campo valorizava o caráter funcional de um dado grupo social.
  • 50. Malinowski e a logicidade orgânica: o Cada civilização, cada objeto, cada costume, cada ideia, cada crença tem sua lógica interna. o Cada elemento representa uma parte integrante e insubstituível de um conjunto orgânico. o Cada elemento, com funções definidas, se insere nos complexos culturais, atuando em conjunto, no interior das sociedades.
  • 52. Estudos de campo: observador participante o As instituições são expressões econômicas, políticas, culturais, que organizam a vida social. o Define comportamentos e papeis, essenciais ao funcionamento da sociedade. o Os estudos de campo são essenciais ao investigador na compreensão do funcionamento interno dos grupos.
  • 60. 9. Mauss: olhar antropolótigo e sociológico o Sobrinho de Durkheim, utilizou o conceito de fatos sociais relacionados de forma complexa: economia, política, religião, moral, estética. o Sistema de dádivas: troca de objetos (dádivas). o O presente gera obrigações: doador e receptor. o Nas sociedades essa prática gera solidariedade, hospitalidade, amizade e alianças mútuas. o Exemplos: Dia dos namorados, dia das mães.
  • 61. Marcel Mauss (1872 – 1950) Marcel Mauss Sociólogo e antropólogo francês, nascido catorze anos mais tarde em Paris, mesma cidade que Émile Durkheim,de quem é sobrinho. Considerado o "pai" da antropologia francesa.
  • 64. Técnicas do corpo: o O corpo é instrumento de cultura: sentar, andar, almoçar, dançar, gesticular. o Tais práticas são culturais conforme as tradições. o Técnica: atos tradicionais eficientes. o Habitus: cada sociedade tem seus hábitos conforme sua cultura (convenções sociais, educação).
  • 68. 10. Lévi – Strauss, cultura e estruturalismo o Filósofo, Strauss procurou novas referências para estudar e entender o humano social. o Buscou compreender a racionalidade inerente aos relacionamentos humanos universais. o Influenciado por Malinowski, sistematizou seus estudos para compreender as necessidades dos seres humanos.
  • 69. Claude Lévi – Strauss (1909 – 2009) Claude Lévi – Strauss nasceu em Bruxelas, é importante nome na Antropologia. Doutor, em 1935 lecionou Sociologia na USP. Etnólogo, criou a Antropologia Estrutural: método que estuda os problemas particulares (estruturas) de uma cultura.
  • 70. Antropologia estrutural: o A psicanálise e a linguística levaram Strauss a questionar a antropologia funcionalista e a tese que toda cultura obedecia interesses concretos. o Em questão as hierarquizações elaboradas sobre sociedades avançadas e primitivas. o Para compreender a evolução humana os critérios biológicos e históricos não eram os mais inteligentes e satisfatórios.
  • 76. Sociedades “primitivas” e “avançadas”: o Diferenças culturais poderiam esconder estruturas comuns entre as sociedades. o Não há hierarquização entre culturas, mas maneiras diferentes de expressão cultural. o Há rejeição ao funcionalismo na crença que a cultura é um simples ato de consciência na realização de uma função específica.
  • 80. Estudos de caso: relações parentais e mitos: o O observador participante entende a lógica de cada grupo com seus códigos e costumes. o Incesto: para manutenção do grupo algumas tribos mantinham casamentos entre parentes. o Os mitos serviam para dar sentidos e significados à origem da vida, do mundo, costumes, regras. o Os totens são representações do sagrado e símbolo de identidade.