SlideShare uma empresa Scribd logo
ALTERAÇÕES DO FUNCIONAMENTO
DO SISTEMA NERVOSO
ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL
 Conheça os sintomas e aprenda a prevenir o
AVC, a primeira causa de morte em Portugal.
 O que é?
 O Acidente Vascular Cerebral (AVC) é uma doença
neurológica provocada pela diminuição súbita do
aporte de sangue a uma determinada região do
cérebro. Poderá ter como origem o “entupimento”
de uma artéria cerebral, ficando impossibilitada a
chegada de sangue a essa região do cérebro (AVC
isquémico) ou o “rompimento” de uma artéria (AVC
hemorrágico). É uma situação de urgência médica
e, em Portugal, é a primeira causa de morte.
 Quais os sintomas?
 De entre os sintomas que poderão ser causados
por um AVC, destacam-se:
 Dificuldade, súbita, em mexer uma perna ou braço
ou ambos os membros de um dos lados do corpo
 Desvio da boca para um dos lados
 Dificuldade em falar, com início súbito
 Perda súbita de visão
 Diminuição da sensibilidade ou sensação de
encortiçamento de uma perna, de um braço ou de
ambos os membros de um dos lados do corpo
 Como se trata?
 Se for um AVC isquémico, e caso o doente não
tenha contraindicações para o tratamento, deve
fazer-se trombólise (procedimento que visa
fragmentar/desfazer o trombo que está a “entupir” a
artéria), de modo a permitir o restabelecimento do
suprimento sanguíneo ao cérebro, o mais rápido
quanto for possível, para evitar sequelas.
 Como prevenir a ocorrência de um AVC?
 A prevenção do AVC passa por medidas como:
 Não fumar
 Realizar uma alimentação saudável
 Restrição do sal consumido
 Atividade física regular
 Controlo (se necessário com medicamentos) da
tensão arterial
 Controlo da diabetes
EPILEPSIA
 É uma alteração temporária e reversível do
funcionamento do cérebro, que não tenha sido
causada por febre, drogas ou distúrbios
metabólicos e se expressa por crises epiléticas
repetidas.
 Causas
 A causa pode ser uma lesão no cérebro,
decorrente de uma forte pancada na cabeça, uma
infeção (meningite, por exemplo), neuro
cisticercose ("ovos de solitária" no cérebro), abuso
de bebidas alcoólicas, de drogas etc. Às vezes,
algo que ocorreu antes ou durante o parto. Muitas
vezes não é possível conhecer as causas que
deram origem à epilepsia.
Sintomas de Epilepsia
 As crises epiléticas podem se manifestar de
diferentes maneiras:
 A crise convulsiva é a forma mais conhecida pelas
pessoas e é identificada como "ataque epiléptico".
Nesse tipo de crise a pessoa pode cair ao chão,
apresentar contrações musculares em todo o
corpo, mordedura da língua, salivação intensa,
respiração ofegante e, às vezes, até urinar.
 A crise do tipo "ausência" é conhecida como
"desligamentos". A pessoa fica com o olhar fixo,
perde contato com o meio por alguns segundos.
Por ser de curtíssima duração, muitas vezes não é
percebida pelos familiares e/ou professores.
 Há um tipo de crise que se manifesta como se a
pessoas estivesse "alerta" mas não tem controle de
seus atos, fazendo movimentos automaticamente.
Durante esses movimentos automáticos
involuntários, a pessoa pode ficar mastigando,
falando de modo incompreensível ou andando sem
direção definida. Em geral, a pessoa não se
recorda do que aconteceu quando a crise termina.
Esta é chamada de crise parcial complexa.
 Tratamento de Epilepsia
 O tratamento das epilepsias é feito através de
medicamentos que evitam as descargas elétricas
cerebrais anormais, que são a origem das crises
epilépticas. Acredita-se que pelo menos 25% dos
pacientes com epilepsia no Brasil são portadores
em estágios mais graves, ou seja, com
necessidade do uso de medicamentos por toda a
vida, sendo as crises frequentemente
incontroláveis e então candidatos a intervenção
cirúrgica.
 Como proceder durante as crises:
 coloque a pessoa deitada de costas, em lugar confortável, retirando de
perto objetos com que ela possa se machucar, como pulseiras, relógios,
óculos
 introduza um pedaço de pano ou um lenço entre os dentes para evitar
mordidas na língua
 levante o queixo para facilitar a passagem de ar
 afrouxe as roupas
 caso a pessoa esteja babando, mantenha-a deitada com a cabeça
voltada para o lado, evitando que ela se sufoque com a própria saliva
 quando a crise passar, deixe a pessoa descansar
 verifique se existe pulseira, medalha ou outra identificação médica de
emergência que possa sugerir a causa da convulsão
 nunca segure a pessoa (deixe-a debater-se)
 não dê tapas
 não jogue água sobre ela.
PARKINSON
 O que é Parkinson?
 Parkinson é uma doença progressiva do sistema
neurológico que afeta principalmente o cérebro.
Este é um dos principais e mais comuns distúrbios
nervosos da terceira idade e é caracterizado,
principalmente, por prejudicar a coordenação
motora e provocar tremores e dificuldades para
caminhar e se movimentar. Não há formas de se
prevenir o Parkinson.
 Causas
 As células nervosas usam uma substância química do
cérebro chamada dopamina para ajudar a controlar os
movimentos musculares. O Parkinson ocorre quando as
células nervosas do cérebro que produzem dopamina
são destruídas lenta e progressivamente. Sem a
dopamina, as células nervosas dessa parte do cérebro
não podem enviar mensagens corretamente. Isso leva à
perda da função muscular. O dano piora com o tempo.
 A causa exata do desgaste destas células do cérebro é
desconhecida, mas os médicos acreditam que uma
mistura de fatores possa estar envolvida:
 Genética: mutações genéticas específicas podem
estar envolvidas nas causas do Parkinson, mas
estes casos são raros, acontecem geralmente com
membros da família afetados pela doença de
Parkinson. No entanto, algumas mutações
genéticas parecem aumentar o risco de doença
 Meio ambiente: a exposição a determinadas
toxinas ou fatores ambientais podem aumentar o
risco de doença de Parkinson no futuro, mas o
risco é relativamente pequeno.
 Fatores de risco
 Alguns fatores são considerados de risco para o
desenvolvimento do Parkinson. Veja:
 Idade: jovens adultos raramente apresentam a doença
de Parkinson, pois ela é mais comum em pessoas na
terceira idade. O risco do Parkinson aumenta com a
idade. As pessoas costumam desenvolver a doença em
torno de 60 anos de idade ou mais
 Hereditariedade: Ter um parente próximo com a doença
de Parkinson aumenta as chances de uma pessoa
desenvolver a doença. No entanto, os riscos ainda são
pequenos, a menos que a pessoa tenha muitos
parentes que apresentem a doença
 Gênero: homens são mais propensos a
desenvolver a doença de Parkinson do que
mulheres
 Exposição a toxinas: exposição contínua a
herbicidas e pesticidas pode colocar uma pessoa
em um risco ligeiramente aumentado de doença de
Parkinson.
 Sintomas de Parkinson
 O Parkinson pode afetar apenas um ou ambos os lados do corpo, e o grau
de perda de funções causada pela doença pode variar dependendo do caso.
 Os sintomas costumam ser suaves no início, mas como o Parkinson é uma
doença progressiva, os sintomas tendem a se agravar com o tempo e a levar
a complicações mais sérias. Confira os principais sinais e sintomas da
doença:
 Diminuição ou desaparecimento de movimentos automáticos (como piscar)
 Constipação
 Dificuldade de engolir
 Babar
 Equilíbrio e caminhar comprometidos
 Falta de expressão no rosto (aparência de máscara)
 Dores musculares (mialgia)
 Dificuldade para começar ou continuar o movimento, como começar a
caminhar ou se levantar de uma cadeira
 Perda da motricidade fina (a letra pode ficar pequena e difícil de ler, e comer
pode se tornar mais difícil)
 Movimentos diminuídos
 Posição inclinada
 Músculos rígidos (frequentemente começando nas pernas)
 Tremores que acontecem nos membros em repouso ou ao erguer o braço ou a
perna
 Tremores que desaparecem durante o movimento
 Com o tempo, o tremor pode ser visto na cabeça, nos lábios e nos pés
 Pode piorar com o cansaço, excitação ou estresse
 Presença de roçamento dos dedos indicador e polegar (como o movimento de
contar dinheiro)
 Voz para dentro, mais baixa e monótona
 Ansiedade, estresse e tensão
 Confusão
 Demência
 Depressão
 Desmaios
 Alucinações
 Perda de memória
 Diagnóstico de Parkinson
 Não existem exames disponíveis para diagnosticar Parkinson. Um
neurologista irá diagnosticar a doença com base no histórico médico do
paciente e na revisão de seus sinais e sintomas, além de um exame
neurológico e físico.
 O médico pode, ainda, solicitar alguns exames para descartar outras
condições que possam estar causando os sintomas.
 Além de exames, o médico pode lhe receitar carbidopa-levodopa, a
medicação típica da doença de Parkinson. Melhoras significativas nos
sintomas após o início de uso desta medicação, muitas vezes, pode
confirmar o diagnóstico de Parkinson.
 Às vezes é preciso tempo para diagnosticar a doença de Parkinson. Os
médicos podem recomendar consultas de acompanhamento regulares com
neurologistas especialistas em distúrbios do movimento para avaliar a
condição do paciente e os sintomas ao longo do tempo para, só aí, poderem
diagnosticar ou não a doença de Parkinson.
 Tratamento de Parkinson
 Não há cura conhecida para o Parkinson. O objetivo do tratamento é,
prioritariamente, controlar os sintomas. Para isso, são usados basicamente
medicamentos. Mas uma cirurgia pode ser necessária em alguns casos.
 O médico também poderá recomendar mudanças no estilo de vida do paciente,
especialmente a inclusão de exercício aeróbio contínuo no dia a dia da pessoa
doente. Em alguns casos, a terapia física também será necessária para melhorar
o senso de equilíbrio do paciente.

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Anatomia - Doença da parkinson - 1º ano Psicologia, PUCPR.
Anatomia - Doença da parkinson - 1º ano Psicologia, PUCPR.Anatomia - Doença da parkinson - 1º ano Psicologia, PUCPR.
Anatomia - Doença da parkinson - 1º ano Psicologia, PUCPR.
Karla Lourenço
 
Parkinson seminário
Parkinson seminárioParkinson seminário
Parkinson seminário
Isabel Amarante
 
DoençaParkinson
DoençaParkinsonDoençaParkinson
DoençaParkinson
guest5fca39
 
Mal de Parkinson(fisiopatologia)
Mal de Parkinson(fisiopatologia)Mal de Parkinson(fisiopatologia)
Mal de Parkinson(fisiopatologia)
Vinicius Monteirobarreto
 
Doença de parkinson
Doença de parkinsonDoença de parkinson
Doença de parkinson
migascouto
 
Doença de Alzheimer
Doença de AlzheimerDoença de Alzheimer
Doença de Alzheimer
DNAses
 
Cefaleia medicina
Cefaleia medicinaCefaleia medicina
Cefaleia medicina
Robertα Morelli
 
Crise convulsiva e quedas
Crise convulsiva e quedasCrise convulsiva e quedas
Crise convulsiva e quedas
Natalia Mikaele Vasconcellos
 
Alzheimer.finalpptx
Alzheimer.finalpptxAlzheimer.finalpptx
Alzheimer.finalpptx
Neurodegenerativas
 
Doenças Neurológicas
Doenças NeurológicasDoenças Neurológicas
Doenças Neurológicas
Fábio Simões
 
Neurofisiologia cefaleia
Neurofisiologia   cefaleiaNeurofisiologia   cefaleia
Neurofisiologia cefaleia
Andressa Miranda Magalhães
 
Células-tronco para a Doença de Parkinson-Mestrado UNIFOR
Células-tronco para a Doença de Parkinson-Mestrado UNIFORCélulas-tronco para a Doença de Parkinson-Mestrado UNIFOR
Células-tronco para a Doença de Parkinson-Mestrado UNIFOR
Lucianna Auxi Costa
 
Apresentação
ApresentaçãoApresentação
Apresentação
Mariana Graboski Dias
 
Demência: Alzheimer & Parkinson
Demência: Alzheimer & ParkinsonDemência: Alzheimer & Parkinson
Demência: Alzheimer & Parkinson
Helena13dias
 
Epilepsia e crise convulsiva
Epilepsia e crise convulsivaEpilepsia e crise convulsiva
Epilepsia e crise convulsiva
Lucy França
 
Parkinson
ParkinsonParkinson
Epilepsia - Neuropsicologia
Epilepsia - NeuropsicologiaEpilepsia - Neuropsicologia
Epilepsia - Neuropsicologia
Deisiane Cazaroto
 
Doença de Parkinson
Doença de ParkinsonDoença de Parkinson
Doença de Parkinson
Laenca Unirg
 
Alzheimer
AlzheimerAlzheimer
1º socorros concluido
1º socorros concluido1º socorros concluido
1º socorros concluido
Janaina Oliveira
 

Mais procurados (20)

Anatomia - Doença da parkinson - 1º ano Psicologia, PUCPR.
Anatomia - Doença da parkinson - 1º ano Psicologia, PUCPR.Anatomia - Doença da parkinson - 1º ano Psicologia, PUCPR.
Anatomia - Doença da parkinson - 1º ano Psicologia, PUCPR.
 
Parkinson seminário
Parkinson seminárioParkinson seminário
Parkinson seminário
 
DoençaParkinson
DoençaParkinsonDoençaParkinson
DoençaParkinson
 
Mal de Parkinson(fisiopatologia)
Mal de Parkinson(fisiopatologia)Mal de Parkinson(fisiopatologia)
Mal de Parkinson(fisiopatologia)
 
Doença de parkinson
Doença de parkinsonDoença de parkinson
Doença de parkinson
 
Doença de Alzheimer
Doença de AlzheimerDoença de Alzheimer
Doença de Alzheimer
 
Cefaleia medicina
Cefaleia medicinaCefaleia medicina
Cefaleia medicina
 
Crise convulsiva e quedas
Crise convulsiva e quedasCrise convulsiva e quedas
Crise convulsiva e quedas
 
Alzheimer.finalpptx
Alzheimer.finalpptxAlzheimer.finalpptx
Alzheimer.finalpptx
 
Doenças Neurológicas
Doenças NeurológicasDoenças Neurológicas
Doenças Neurológicas
 
Neurofisiologia cefaleia
Neurofisiologia   cefaleiaNeurofisiologia   cefaleia
Neurofisiologia cefaleia
 
Células-tronco para a Doença de Parkinson-Mestrado UNIFOR
Células-tronco para a Doença de Parkinson-Mestrado UNIFORCélulas-tronco para a Doença de Parkinson-Mestrado UNIFOR
Células-tronco para a Doença de Parkinson-Mestrado UNIFOR
 
Apresentação
ApresentaçãoApresentação
Apresentação
 
Demência: Alzheimer & Parkinson
Demência: Alzheimer & ParkinsonDemência: Alzheimer & Parkinson
Demência: Alzheimer & Parkinson
 
Epilepsia e crise convulsiva
Epilepsia e crise convulsivaEpilepsia e crise convulsiva
Epilepsia e crise convulsiva
 
Parkinson
ParkinsonParkinson
Parkinson
 
Epilepsia - Neuropsicologia
Epilepsia - NeuropsicologiaEpilepsia - Neuropsicologia
Epilepsia - Neuropsicologia
 
Doença de Parkinson
Doença de ParkinsonDoença de Parkinson
Doença de Parkinson
 
Alzheimer
AlzheimerAlzheimer
Alzheimer
 
1º socorros concluido
1º socorros concluido1º socorros concluido
1º socorros concluido
 

Semelhante a Alterações do funcionamento do sistema nervoso

Doenças do Sistema Nervoso
Doenças do Sistema NervosoDoenças do Sistema Nervoso
Doenças do Sistema Nervoso
Maria Freitas
 
OSTEOPOROSE - QUEDA -PRINCIPAIS SIND - EXATO.pptx
OSTEOPOROSE - QUEDA -PRINCIPAIS SIND - EXATO.pptxOSTEOPOROSE - QUEDA -PRINCIPAIS SIND - EXATO.pptx
OSTEOPOROSE - QUEDA -PRINCIPAIS SIND - EXATO.pptx
VivianePereira485260
 
Parkinson grupo 3.docx
Parkinson grupo 3.docxParkinson grupo 3.docx
Parkinson grupo 3.docx
IsabelCristinaAlmeid5
 
Avc – acidente vascular cerebral
Avc – acidente vascular cerebralAvc – acidente vascular cerebral
Avc – acidente vascular cerebral
Susana Cardoso
 
cepeti-apresentacao-luis-felipe-11-09-1fabbfa2.pptx
cepeti-apresentacao-luis-felipe-11-09-1fabbfa2.pptxcepeti-apresentacao-luis-felipe-11-09-1fabbfa2.pptx
cepeti-apresentacao-luis-felipe-11-09-1fabbfa2.pptx
Marcio Domingues
 
Projeto famec criativa
Projeto famec criativaProjeto famec criativa
Projeto famec criativa
GraziSantos13
 
Dsnervooso 1232367792130399-3
Dsnervooso 1232367792130399-3Dsnervooso 1232367792130399-3
Dsnervooso 1232367792130399-3
Pelo Siro
 
Mal de parkinson
Mal de parkinsonMal de parkinson
Mal de parkinson
simonevilas
 
Aula 3 - Patologias aprese Neurológicas.pptx
Aula 3 - Patologias aprese Neurológicas.pptxAula 3 - Patologias aprese Neurológicas.pptx
Aula 3 - Patologias aprese Neurológicas.pptx
JordevBarbosa
 
Discinesia o que você precisa saber
Discinesia o que você precisa saberDiscinesia o que você precisa saber
Discinesia o que você precisa saber
Tookmed
 
Ser uma pessoa com epilepsia
Ser uma pessoa com epilepsiaSer uma pessoa com epilepsia
Ser uma pessoa com epilepsia
José Ruiz
 
Epilepsia apresentacao docente paiota.pptx
Epilepsia apresentacao docente paiota.pptxEpilepsia apresentacao docente paiota.pptx
Epilepsia apresentacao docente paiota.pptx
IvanTech4
 
Parkinson
ParkinsonParkinson
Parkinson
Ivanilson Gomes
 
Alzheimer e parkinson
Alzheimer e parkinsonAlzheimer e parkinson
Alzheimer e parkinson
Yasmin Alves
 
[c7s] Desvendando o ser humano
[c7s] Desvendando o ser humano [c7s] Desvendando o ser humano
[c7s] Desvendando o ser humano
7 de Setembro
 
391734621-Doenca-de-Parkinson-apresentacao-PPT-baseado-no-livro-de-geriatria....
391734621-Doenca-de-Parkinson-apresentacao-PPT-baseado-no-livro-de-geriatria....391734621-Doenca-de-Parkinson-apresentacao-PPT-baseado-no-livro-de-geriatria....
391734621-Doenca-de-Parkinson-apresentacao-PPT-baseado-no-livro-de-geriatria....
Josivane Marques
 
AULA medicamentos isentos de prescrição médicapara Cefaléia.ppt
AULA medicamentos isentos de prescrição médicapara Cefaléia.pptAULA medicamentos isentos de prescrição médicapara Cefaléia.ppt
AULA medicamentos isentos de prescrição médicapara Cefaléia.ppt
LucianaRodriguesLess
 
Doença de Parkinson
 Doença de Parkinson  Doença de Parkinson
Doença de Parkinson
LucasAlves134254
 
AULA 12 - DOENÇA DE PARKINSON - Enfermagem Médica.pptx
AULA 12 - DOENÇA DE PARKINSON - Enfermagem Médica.pptxAULA 12 - DOENÇA DE PARKINSON - Enfermagem Médica.pptx
AULA 12 - DOENÇA DE PARKINSON - Enfermagem Médica.pptx
JoaoLucasSilva9
 
04 Afecções Do Sistema Neurologico.pdf
04 Afecções Do Sistema Neurologico.pdf04 Afecções Do Sistema Neurologico.pdf
04 Afecções Do Sistema Neurologico.pdf
GustavoWallaceAlvesd
 

Semelhante a Alterações do funcionamento do sistema nervoso (20)

Doenças do Sistema Nervoso
Doenças do Sistema NervosoDoenças do Sistema Nervoso
Doenças do Sistema Nervoso
 
OSTEOPOROSE - QUEDA -PRINCIPAIS SIND - EXATO.pptx
OSTEOPOROSE - QUEDA -PRINCIPAIS SIND - EXATO.pptxOSTEOPOROSE - QUEDA -PRINCIPAIS SIND - EXATO.pptx
OSTEOPOROSE - QUEDA -PRINCIPAIS SIND - EXATO.pptx
 
Parkinson grupo 3.docx
Parkinson grupo 3.docxParkinson grupo 3.docx
Parkinson grupo 3.docx
 
Avc – acidente vascular cerebral
Avc – acidente vascular cerebralAvc – acidente vascular cerebral
Avc – acidente vascular cerebral
 
cepeti-apresentacao-luis-felipe-11-09-1fabbfa2.pptx
cepeti-apresentacao-luis-felipe-11-09-1fabbfa2.pptxcepeti-apresentacao-luis-felipe-11-09-1fabbfa2.pptx
cepeti-apresentacao-luis-felipe-11-09-1fabbfa2.pptx
 
Projeto famec criativa
Projeto famec criativaProjeto famec criativa
Projeto famec criativa
 
Dsnervooso 1232367792130399-3
Dsnervooso 1232367792130399-3Dsnervooso 1232367792130399-3
Dsnervooso 1232367792130399-3
 
Mal de parkinson
Mal de parkinsonMal de parkinson
Mal de parkinson
 
Aula 3 - Patologias aprese Neurológicas.pptx
Aula 3 - Patologias aprese Neurológicas.pptxAula 3 - Patologias aprese Neurológicas.pptx
Aula 3 - Patologias aprese Neurológicas.pptx
 
Discinesia o que você precisa saber
Discinesia o que você precisa saberDiscinesia o que você precisa saber
Discinesia o que você precisa saber
 
Ser uma pessoa com epilepsia
Ser uma pessoa com epilepsiaSer uma pessoa com epilepsia
Ser uma pessoa com epilepsia
 
Epilepsia apresentacao docente paiota.pptx
Epilepsia apresentacao docente paiota.pptxEpilepsia apresentacao docente paiota.pptx
Epilepsia apresentacao docente paiota.pptx
 
Parkinson
ParkinsonParkinson
Parkinson
 
Alzheimer e parkinson
Alzheimer e parkinsonAlzheimer e parkinson
Alzheimer e parkinson
 
[c7s] Desvendando o ser humano
[c7s] Desvendando o ser humano [c7s] Desvendando o ser humano
[c7s] Desvendando o ser humano
 
391734621-Doenca-de-Parkinson-apresentacao-PPT-baseado-no-livro-de-geriatria....
391734621-Doenca-de-Parkinson-apresentacao-PPT-baseado-no-livro-de-geriatria....391734621-Doenca-de-Parkinson-apresentacao-PPT-baseado-no-livro-de-geriatria....
391734621-Doenca-de-Parkinson-apresentacao-PPT-baseado-no-livro-de-geriatria....
 
AULA medicamentos isentos de prescrição médicapara Cefaléia.ppt
AULA medicamentos isentos de prescrição médicapara Cefaléia.pptAULA medicamentos isentos de prescrição médicapara Cefaléia.ppt
AULA medicamentos isentos de prescrição médicapara Cefaléia.ppt
 
Doença de Parkinson
 Doença de Parkinson  Doença de Parkinson
Doença de Parkinson
 
AULA 12 - DOENÇA DE PARKINSON - Enfermagem Médica.pptx
AULA 12 - DOENÇA DE PARKINSON - Enfermagem Médica.pptxAULA 12 - DOENÇA DE PARKINSON - Enfermagem Médica.pptx
AULA 12 - DOENÇA DE PARKINSON - Enfermagem Médica.pptx
 
04 Afecções Do Sistema Neurologico.pdf
04 Afecções Do Sistema Neurologico.pdf04 Afecções Do Sistema Neurologico.pdf
04 Afecções Do Sistema Neurologico.pdf
 

Último

Tabela Funções Orgânicas.pdfnsknsknksnksn nkasn
Tabela Funções Orgânicas.pdfnsknsknksnksn nkasnTabela Funções Orgânicas.pdfnsknsknksnksn nkasn
Tabela Funções Orgânicas.pdfnsknsknksnksn nkasn
CarlosJean21
 
PP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptx
PP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptxPP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptx
PP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
planejamento maternal 2 atualizado.pdf e
planejamento maternal 2 atualizado.pdf eplanejamento maternal 2 atualizado.pdf e
planejamento maternal 2 atualizado.pdf e
HelenStefany
 
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
DouglasMoraes54
 
Concurso FEMAR Resultado Final Etapa1-EmpregoscomEtapaII.pdf
Concurso FEMAR Resultado Final Etapa1-EmpregoscomEtapaII.pdfConcurso FEMAR Resultado Final Etapa1-EmpregoscomEtapaII.pdf
Concurso FEMAR Resultado Final Etapa1-EmpregoscomEtapaII.pdf
TathyLopes1
 
REGULAMENTO DO CONCURSO DESENHOS AFRO/2024 - 14ª edição - CEIRI /UREI (ficha...
REGULAMENTO  DO CONCURSO DESENHOS AFRO/2024 - 14ª edição - CEIRI /UREI (ficha...REGULAMENTO  DO CONCURSO DESENHOS AFRO/2024 - 14ª edição - CEIRI /UREI (ficha...
REGULAMENTO DO CONCURSO DESENHOS AFRO/2024 - 14ª edição - CEIRI /UREI (ficha...
Eró Cunha
 
-Rudolf-Laban-e-a-teoria-do-movimento.ppt
-Rudolf-Laban-e-a-teoria-do-movimento.ppt-Rudolf-Laban-e-a-teoria-do-movimento.ppt
-Rudolf-Laban-e-a-teoria-do-movimento.ppt
fagnerlopes11
 
A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...
A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...
A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...
ANDRÉA FERREIRA
 
Slides Lição 12, Betel, Ordenança para amar o próximo, 2Tr24.pptx
Slides Lição 12, Betel, Ordenança para amar o próximo, 2Tr24.pptxSlides Lição 12, Betel, Ordenança para amar o próximo, 2Tr24.pptx
Slides Lição 12, Betel, Ordenança para amar o próximo, 2Tr24.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
AUTISMO LEGAL - DIREITOS DOS AUTISTAS- LEGISLAÇÃO
AUTISMO LEGAL - DIREITOS DOS AUTISTAS- LEGISLAÇÃOAUTISMO LEGAL - DIREITOS DOS AUTISTAS- LEGISLAÇÃO
AUTISMO LEGAL - DIREITOS DOS AUTISTAS- LEGISLAÇÃO
FernandaOliveira758273
 
Slides Lição 12, Central Gospel, O Milênio, 1Tr24, Pr Henrique.pptx
Slides Lição 12, Central Gospel, O Milênio, 1Tr24, Pr Henrique.pptxSlides Lição 12, Central Gospel, O Milênio, 1Tr24, Pr Henrique.pptx
Slides Lição 12, Central Gospel, O Milênio, 1Tr24, Pr Henrique.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
PALAVRA SECRETA - ALFABETIZAÇÃO- REFORÇO
PALAVRA SECRETA - ALFABETIZAÇÃO- REFORÇOPALAVRA SECRETA - ALFABETIZAÇÃO- REFORÇO
PALAVRA SECRETA - ALFABETIZAÇÃO- REFORÇO
ARIADNEMARTINSDACRUZ
 
TUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGG
TUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGTUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGG
TUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGG
ProfessoraTatianaT
 
Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...
Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...
Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...
fran0410
 
Planejamento BNCC - 4 ANO -TRIMESTRAL - ENSINO FUNDAMENTAL
Planejamento BNCC - 4 ANO -TRIMESTRAL - ENSINO FUNDAMENTALPlanejamento BNCC - 4 ANO -TRIMESTRAL - ENSINO FUNDAMENTAL
Planejamento BNCC - 4 ANO -TRIMESTRAL - ENSINO FUNDAMENTAL
katbrochier1
 
Gênero Textual sobre Crônicas, 8º e 9º
Gênero Textual sobre Crônicas,  8º e  9ºGênero Textual sobre Crônicas,  8º e  9º
Gênero Textual sobre Crônicas, 8º e 9º
sjcelsorocha
 
Pedagogia universitária em ciência e tecnologia
Pedagogia universitária em ciência e tecnologiaPedagogia universitária em ciência e tecnologia
Pedagogia universitária em ciência e tecnologia
Nertan Dias
 
O Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdf
O Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdfO Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdf
O Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdf
silvamelosilva300
 
cidadas 5° ano - ensino fundamental 2 ..
cidadas 5° ano - ensino fundamental 2 ..cidadas 5° ano - ensino fundamental 2 ..
cidadas 5° ano - ensino fundamental 2 ..
MatheusSousa716350
 
filosofia e Direito- É a teoria que explica como a sociedade se organizou co...
filosofia e Direito- É a teoria que explica como a sociedade se organizou  co...filosofia e Direito- É a teoria que explica como a sociedade se organizou  co...
filosofia e Direito- É a teoria que explica como a sociedade se organizou co...
SidneySilva523387
 

Último (20)

Tabela Funções Orgânicas.pdfnsknsknksnksn nkasn
Tabela Funções Orgânicas.pdfnsknsknksnksn nkasnTabela Funções Orgânicas.pdfnsknsknksnksn nkasn
Tabela Funções Orgânicas.pdfnsknsknksnksn nkasn
 
PP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptx
PP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptxPP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptx
PP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptx
 
planejamento maternal 2 atualizado.pdf e
planejamento maternal 2 atualizado.pdf eplanejamento maternal 2 atualizado.pdf e
planejamento maternal 2 atualizado.pdf e
 
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
 
Concurso FEMAR Resultado Final Etapa1-EmpregoscomEtapaII.pdf
Concurso FEMAR Resultado Final Etapa1-EmpregoscomEtapaII.pdfConcurso FEMAR Resultado Final Etapa1-EmpregoscomEtapaII.pdf
Concurso FEMAR Resultado Final Etapa1-EmpregoscomEtapaII.pdf
 
REGULAMENTO DO CONCURSO DESENHOS AFRO/2024 - 14ª edição - CEIRI /UREI (ficha...
REGULAMENTO  DO CONCURSO DESENHOS AFRO/2024 - 14ª edição - CEIRI /UREI (ficha...REGULAMENTO  DO CONCURSO DESENHOS AFRO/2024 - 14ª edição - CEIRI /UREI (ficha...
REGULAMENTO DO CONCURSO DESENHOS AFRO/2024 - 14ª edição - CEIRI /UREI (ficha...
 
-Rudolf-Laban-e-a-teoria-do-movimento.ppt
-Rudolf-Laban-e-a-teoria-do-movimento.ppt-Rudolf-Laban-e-a-teoria-do-movimento.ppt
-Rudolf-Laban-e-a-teoria-do-movimento.ppt
 
A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...
A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...
A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...
 
Slides Lição 12, Betel, Ordenança para amar o próximo, 2Tr24.pptx
Slides Lição 12, Betel, Ordenança para amar o próximo, 2Tr24.pptxSlides Lição 12, Betel, Ordenança para amar o próximo, 2Tr24.pptx
Slides Lição 12, Betel, Ordenança para amar o próximo, 2Tr24.pptx
 
AUTISMO LEGAL - DIREITOS DOS AUTISTAS- LEGISLAÇÃO
AUTISMO LEGAL - DIREITOS DOS AUTISTAS- LEGISLAÇÃOAUTISMO LEGAL - DIREITOS DOS AUTISTAS- LEGISLAÇÃO
AUTISMO LEGAL - DIREITOS DOS AUTISTAS- LEGISLAÇÃO
 
Slides Lição 12, Central Gospel, O Milênio, 1Tr24, Pr Henrique.pptx
Slides Lição 12, Central Gospel, O Milênio, 1Tr24, Pr Henrique.pptxSlides Lição 12, Central Gospel, O Milênio, 1Tr24, Pr Henrique.pptx
Slides Lição 12, Central Gospel, O Milênio, 1Tr24, Pr Henrique.pptx
 
PALAVRA SECRETA - ALFABETIZAÇÃO- REFORÇO
PALAVRA SECRETA - ALFABETIZAÇÃO- REFORÇOPALAVRA SECRETA - ALFABETIZAÇÃO- REFORÇO
PALAVRA SECRETA - ALFABETIZAÇÃO- REFORÇO
 
TUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGG
TUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGTUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGG
TUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGG
 
Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...
Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...
Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...
 
Planejamento BNCC - 4 ANO -TRIMESTRAL - ENSINO FUNDAMENTAL
Planejamento BNCC - 4 ANO -TRIMESTRAL - ENSINO FUNDAMENTALPlanejamento BNCC - 4 ANO -TRIMESTRAL - ENSINO FUNDAMENTAL
Planejamento BNCC - 4 ANO -TRIMESTRAL - ENSINO FUNDAMENTAL
 
Gênero Textual sobre Crônicas, 8º e 9º
Gênero Textual sobre Crônicas,  8º e  9ºGênero Textual sobre Crônicas,  8º e  9º
Gênero Textual sobre Crônicas, 8º e 9º
 
Pedagogia universitária em ciência e tecnologia
Pedagogia universitária em ciência e tecnologiaPedagogia universitária em ciência e tecnologia
Pedagogia universitária em ciência e tecnologia
 
O Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdf
O Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdfO Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdf
O Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdf
 
cidadas 5° ano - ensino fundamental 2 ..
cidadas 5° ano - ensino fundamental 2 ..cidadas 5° ano - ensino fundamental 2 ..
cidadas 5° ano - ensino fundamental 2 ..
 
filosofia e Direito- É a teoria que explica como a sociedade se organizou co...
filosofia e Direito- É a teoria que explica como a sociedade se organizou  co...filosofia e Direito- É a teoria que explica como a sociedade se organizou  co...
filosofia e Direito- É a teoria que explica como a sociedade se organizou co...
 

Alterações do funcionamento do sistema nervoso

  • 2. ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL  Conheça os sintomas e aprenda a prevenir o AVC, a primeira causa de morte em Portugal.
  • 3.  O que é?  O Acidente Vascular Cerebral (AVC) é uma doença neurológica provocada pela diminuição súbita do aporte de sangue a uma determinada região do cérebro. Poderá ter como origem o “entupimento” de uma artéria cerebral, ficando impossibilitada a chegada de sangue a essa região do cérebro (AVC isquémico) ou o “rompimento” de uma artéria (AVC hemorrágico). É uma situação de urgência médica e, em Portugal, é a primeira causa de morte.
  • 4.  Quais os sintomas?  De entre os sintomas que poderão ser causados por um AVC, destacam-se:  Dificuldade, súbita, em mexer uma perna ou braço ou ambos os membros de um dos lados do corpo  Desvio da boca para um dos lados  Dificuldade em falar, com início súbito  Perda súbita de visão  Diminuição da sensibilidade ou sensação de encortiçamento de uma perna, de um braço ou de ambos os membros de um dos lados do corpo
  • 5.  Como se trata?  Se for um AVC isquémico, e caso o doente não tenha contraindicações para o tratamento, deve fazer-se trombólise (procedimento que visa fragmentar/desfazer o trombo que está a “entupir” a artéria), de modo a permitir o restabelecimento do suprimento sanguíneo ao cérebro, o mais rápido quanto for possível, para evitar sequelas.
  • 6.  Como prevenir a ocorrência de um AVC?  A prevenção do AVC passa por medidas como:  Não fumar  Realizar uma alimentação saudável  Restrição do sal consumido  Atividade física regular  Controlo (se necessário com medicamentos) da tensão arterial  Controlo da diabetes
  • 7.
  • 9.  É uma alteração temporária e reversível do funcionamento do cérebro, que não tenha sido causada por febre, drogas ou distúrbios metabólicos e se expressa por crises epiléticas repetidas.
  • 10.  Causas  A causa pode ser uma lesão no cérebro, decorrente de uma forte pancada na cabeça, uma infeção (meningite, por exemplo), neuro cisticercose ("ovos de solitária" no cérebro), abuso de bebidas alcoólicas, de drogas etc. Às vezes, algo que ocorreu antes ou durante o parto. Muitas vezes não é possível conhecer as causas que deram origem à epilepsia.
  • 11. Sintomas de Epilepsia  As crises epiléticas podem se manifestar de diferentes maneiras:  A crise convulsiva é a forma mais conhecida pelas pessoas e é identificada como "ataque epiléptico". Nesse tipo de crise a pessoa pode cair ao chão, apresentar contrações musculares em todo o corpo, mordedura da língua, salivação intensa, respiração ofegante e, às vezes, até urinar.
  • 12.  A crise do tipo "ausência" é conhecida como "desligamentos". A pessoa fica com o olhar fixo, perde contato com o meio por alguns segundos. Por ser de curtíssima duração, muitas vezes não é percebida pelos familiares e/ou professores.  Há um tipo de crise que se manifesta como se a pessoas estivesse "alerta" mas não tem controle de seus atos, fazendo movimentos automaticamente. Durante esses movimentos automáticos involuntários, a pessoa pode ficar mastigando, falando de modo incompreensível ou andando sem direção definida. Em geral, a pessoa não se recorda do que aconteceu quando a crise termina. Esta é chamada de crise parcial complexa.
  • 13.  Tratamento de Epilepsia  O tratamento das epilepsias é feito através de medicamentos que evitam as descargas elétricas cerebrais anormais, que são a origem das crises epilépticas. Acredita-se que pelo menos 25% dos pacientes com epilepsia no Brasil são portadores em estágios mais graves, ou seja, com necessidade do uso de medicamentos por toda a vida, sendo as crises frequentemente incontroláveis e então candidatos a intervenção cirúrgica.
  • 14.  Como proceder durante as crises:  coloque a pessoa deitada de costas, em lugar confortável, retirando de perto objetos com que ela possa se machucar, como pulseiras, relógios, óculos  introduza um pedaço de pano ou um lenço entre os dentes para evitar mordidas na língua  levante o queixo para facilitar a passagem de ar  afrouxe as roupas  caso a pessoa esteja babando, mantenha-a deitada com a cabeça voltada para o lado, evitando que ela se sufoque com a própria saliva  quando a crise passar, deixe a pessoa descansar  verifique se existe pulseira, medalha ou outra identificação médica de emergência que possa sugerir a causa da convulsão  nunca segure a pessoa (deixe-a debater-se)  não dê tapas  não jogue água sobre ela.
  • 16.  O que é Parkinson?  Parkinson é uma doença progressiva do sistema neurológico que afeta principalmente o cérebro. Este é um dos principais e mais comuns distúrbios nervosos da terceira idade e é caracterizado, principalmente, por prejudicar a coordenação motora e provocar tremores e dificuldades para caminhar e se movimentar. Não há formas de se prevenir o Parkinson.
  • 17.  Causas  As células nervosas usam uma substância química do cérebro chamada dopamina para ajudar a controlar os movimentos musculares. O Parkinson ocorre quando as células nervosas do cérebro que produzem dopamina são destruídas lenta e progressivamente. Sem a dopamina, as células nervosas dessa parte do cérebro não podem enviar mensagens corretamente. Isso leva à perda da função muscular. O dano piora com o tempo.  A causa exata do desgaste destas células do cérebro é desconhecida, mas os médicos acreditam que uma mistura de fatores possa estar envolvida:
  • 18.  Genética: mutações genéticas específicas podem estar envolvidas nas causas do Parkinson, mas estes casos são raros, acontecem geralmente com membros da família afetados pela doença de Parkinson. No entanto, algumas mutações genéticas parecem aumentar o risco de doença  Meio ambiente: a exposição a determinadas toxinas ou fatores ambientais podem aumentar o risco de doença de Parkinson no futuro, mas o risco é relativamente pequeno.
  • 19.  Fatores de risco  Alguns fatores são considerados de risco para o desenvolvimento do Parkinson. Veja:  Idade: jovens adultos raramente apresentam a doença de Parkinson, pois ela é mais comum em pessoas na terceira idade. O risco do Parkinson aumenta com a idade. As pessoas costumam desenvolver a doença em torno de 60 anos de idade ou mais  Hereditariedade: Ter um parente próximo com a doença de Parkinson aumenta as chances de uma pessoa desenvolver a doença. No entanto, os riscos ainda são pequenos, a menos que a pessoa tenha muitos parentes que apresentem a doença
  • 20.  Gênero: homens são mais propensos a desenvolver a doença de Parkinson do que mulheres  Exposição a toxinas: exposição contínua a herbicidas e pesticidas pode colocar uma pessoa em um risco ligeiramente aumentado de doença de Parkinson.
  • 21.  Sintomas de Parkinson  O Parkinson pode afetar apenas um ou ambos os lados do corpo, e o grau de perda de funções causada pela doença pode variar dependendo do caso.  Os sintomas costumam ser suaves no início, mas como o Parkinson é uma doença progressiva, os sintomas tendem a se agravar com o tempo e a levar a complicações mais sérias. Confira os principais sinais e sintomas da doença:  Diminuição ou desaparecimento de movimentos automáticos (como piscar)  Constipação  Dificuldade de engolir  Babar  Equilíbrio e caminhar comprometidos  Falta de expressão no rosto (aparência de máscara)  Dores musculares (mialgia)  Dificuldade para começar ou continuar o movimento, como começar a caminhar ou se levantar de uma cadeira  Perda da motricidade fina (a letra pode ficar pequena e difícil de ler, e comer pode se tornar mais difícil)
  • 22.  Movimentos diminuídos  Posição inclinada  Músculos rígidos (frequentemente começando nas pernas)  Tremores que acontecem nos membros em repouso ou ao erguer o braço ou a perna  Tremores que desaparecem durante o movimento  Com o tempo, o tremor pode ser visto na cabeça, nos lábios e nos pés  Pode piorar com o cansaço, excitação ou estresse  Presença de roçamento dos dedos indicador e polegar (como o movimento de contar dinheiro)  Voz para dentro, mais baixa e monótona  Ansiedade, estresse e tensão  Confusão  Demência  Depressão  Desmaios  Alucinações  Perda de memória
  • 23.  Diagnóstico de Parkinson  Não existem exames disponíveis para diagnosticar Parkinson. Um neurologista irá diagnosticar a doença com base no histórico médico do paciente e na revisão de seus sinais e sintomas, além de um exame neurológico e físico.  O médico pode, ainda, solicitar alguns exames para descartar outras condições que possam estar causando os sintomas.  Além de exames, o médico pode lhe receitar carbidopa-levodopa, a medicação típica da doença de Parkinson. Melhoras significativas nos sintomas após o início de uso desta medicação, muitas vezes, pode confirmar o diagnóstico de Parkinson.  Às vezes é preciso tempo para diagnosticar a doença de Parkinson. Os médicos podem recomendar consultas de acompanhamento regulares com neurologistas especialistas em distúrbios do movimento para avaliar a condição do paciente e os sintomas ao longo do tempo para, só aí, poderem diagnosticar ou não a doença de Parkinson.
  • 24.  Tratamento de Parkinson  Não há cura conhecida para o Parkinson. O objetivo do tratamento é, prioritariamente, controlar os sintomas. Para isso, são usados basicamente medicamentos. Mas uma cirurgia pode ser necessária em alguns casos.  O médico também poderá recomendar mudanças no estilo de vida do paciente, especialmente a inclusão de exercício aeróbio contínuo no dia a dia da pessoa doente. Em alguns casos, a terapia física também será necessária para melhorar o senso de equilíbrio do paciente.