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Uma nova opção terapêutica
para o tratamento de
patologias complexas.
ALEXANDRE MARTINS
Uma solução natural para o
controle da dor, regeneração
da cartilagem e distúrbios
musculoesqueléticos.
ALEXANDRE MARTINS
Especialista em Segurança do Paciente
MBA em Gestão e Auditoria na Saúde
MBA em Centro Cirúrgico/CME
Mestre em Ciências em Saúde
O conteúdo destes slides e as opiniões emitidas durante esta apresentação são do Palestrante, e
não necessariamente refletem a opinião da Companhia. Elas se prestam apenas à discussões
científicas e não visam à recomendações de uso não registrado. Por favor, consulte a bula local dos
medicamentos mencionados.
Declaração de Interesses
Não possuo nenhum tipo de vínculo com empresa fabricante ou distribuidora de software,
equipamentos, materiais, medicamentos, órteses, próteses, materiais especiais ou
dispositivos médicos implantáveis.
CEO na AM Auditoria
Vice –Secretario da ABEA
Especialista em Segurança do Paciente e Gestão de Risco
Especialista em OPME/DMI
MBA em Gestão e Auditoria na Saúde
MBA em Centro Cirúrgico/CME
Mestre em Ciências em Saúde
Uma solução natural para o
controle da dor, regeneração
da cartilagem e distúrbios
musculoesqueléticos.
ALEXANDRE MARTINS
Especialista em Segurança do Paciente
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MBA em Centro Cirúrgico/CME
Mestre em Ciências em Saúde
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necessariamente refletem a opinião da Companhia. Elas se prestam apenas à discussões científicas
e não visam à recomendações de uso não registrado.
Por favor, consulte a bula local dos medicamentos mencionados.
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dispositivos médicos implantáveis.
Uma solução natural para o
controle da dor, regeneração
da cartilagem e distúrbios
musculoesqueléticos.
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Mestre em Ciências em Saúde
• O número de pessoas acima de 70 anos de idade deve triplicar até 2030
• Os brasileiros com alguma doença crônica já são 40%
• A falta de hábitos saudáveis afeta um número significativo de brasileiros:
20% da população consome álcool em excesso
18% dos brasileiros são obesos
Dor crônica atinge 37% da população
Doenças infecciosas persistentes (como, por exemplo, dengue)
Cenário
Uma solução natural para o
controle da dor, regeneração
da cartilagem e distúrbios
musculoesqueléticos.
ALEXANDRE MARTINS
Especialista em Segurança do Paciente
MBA em Gestão e Auditoria na Saúde
MBA em Centro Cirúrgico/CME
Mestre em Ciências em Saúde
Evolução da pirâmide etária brasileira
2005 - 2030
A artrose (ou osteoartrose)
é uma doença degenerativa que afeta as cartilagens, que são os tecidos que
protegem as articulações. Com o seu desgaste, aumenta o atrito entre os ossos, o
que provoca desconforto, dor, inflamações e deformações, dificultando e até
impossibilitando movimentos.
Estudos internacionais mostram que 6% da população acima dos 30 anos já
apresenta sintomas de artrose de joelho. Acima dos 45 anos, os casos sobem
para quase 28%, sendo 16% deles pacientes com quadros de dor ou limitação
motora. Obesidade e excessos na prática de esportes e atividades físicas
aumentam os riscos.
Geralmente associado ao envelhecimento, o
problema é mais frequente nas articulações
de carga, ou seja, naquelas que suportam
mais peso, como pés, quadril, coluna e,
principalmente, joelhos.
Incidência
Lesão Condral
A cartilagem articular é um tecido sem
vascularização e com apenas um tipo
celular: o condrócitos, responsável
pela produção da matriz extracelular.
Tem capacidade de reparo mínima,
e sua degeneração causa artrose.
Qualquer articulação pode sofrer
desta patologia, e é uma grande
ameaça médica devido à sua
prevalência.
Cartilagem
normal
Lesão da
cartilagem
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RIGENERA
Um método inovador de
Microenxerto Autólogo (AMT)
Uma nova ferramenta terapêutica para o campo da ortopedia.
A solução de microenxerto obtida através da tecnologia Rigenera HBW,
estimula e desencadeia o processo de regeneração tecidual, através
de uma única aplicação e sistema on point.
Através de uma punção de tecido do leito doador, este tecido é
desfragmentado mecanicamente e transformado em uma solução
injetável, possível de ser transferida para leitos receptores com estruturas
anatômicas degeneradas.
Processamento realizado através de um sistema fechado sem
manipulação de células, que atua por efeito parácrino, induzindo o
processo regenerativo.
ORTHO
A COMPOSIÇÃO DO
LEITO DOADOR NO OSSO
Com excessão das superfícies articulares, toda a
superfície externa do osso é envolvida por uma
camada de tecido conjuntivo denominada periósteo.
Periósteo
Uma estrutura complexa, composta por duas camadas de tecido:
- camada fibrosa externa que fornece integridade estrutural, bem como fixação ao tecido mole;
- camada cambial que possui potencial osteogênico, contendo céluas progenitoras osteogênicas que
suportam a formação óssea.
Durante o crescimento e desenvolvimento,
o periósteo contribui para o alongamento e
modelagem óssea, e quando o osso é lesado,
participa da sua regeneração.
O periósteo contém células tronco mesenquimais
multipotentes que são capazes de se diferenciar em
osso e cartilagem, dando ao periósteo um grande
potencial em aplicações na medicina regenerativa.
Indicações:
Pseudoartrose
Osteonecrose
A COMPOSIÇÃO DO
LEITO DOADOR NO OSSO
Hipoderme
Aspirado de medula óssea
Adiposo/lipoaspirado
Derme
Sangue periférico
Líquido sinovial
Líquido amniótico
Indicações:
Lesão Muscular
Lesão tendínea
109-664
2.058-9.650
Nd
0
4-14
3
10-83
205-51.000
74.000-157.000
0-2
2-250
9.2
Fonte de
tecido humano
Faixa de
concentração de CFU-F
Faixa de frequência de MSCs
(CFU-F/106 células nucleadas)
Lesão ligamentar
Menisco
A COMPOSIÇÃO DO
LEITO DOADOR NA GORDURA
No adulto, o tecido adiposo marrom é praticamente ausente, o tecido
existente é o tecido adiposo branco, que se divide em tecido adiposo
subcutâneo e tecido adiposo visceral.
O tecido adiposo submucoso (hipoderme), se localiza entre a derme e
o tecido gorduroso e é considerado um NICHO de células mesenquimais.
Nicho é um microambiente complexo e dinâmico que transmite e recebe
os sinais por meio de mediadores celulares e não celulares, são
considerado os reservatórios fisiológicos de células específicas.
Tecido Adiposo
A COMPOSIÇÃO DO
LEITO DOADOR NO PERICÔNDRIO
Um tecido conjuntivo denso, fonte de novos condrócitos
que pororciona a nutrição, renovação celular
e oxigenação da cartilagem.
Por que utilizar o pericôndrio auricular?
A cartilagem elástica tem a particularidade de conter maior número de fibras elásticas do que a
cartilagem hialina, assim os condrócitos se replicam mais e são presente em maior número do que em
outras cartilagens. Além disso, todo o tecido cartilaginoso do corpo é recoberto por uma camada de
pericôndrio, exceto os das articulações sinoviais.
Possui alto número de células condroprogenitoras, capazes de liberar fatores específicos do tecido,
solúveis na articulação sinovial alvo danificada, como a articulação do joelho.
Pericôndrio auricular
MICROFRAGMENTAÇÃO
DO TECIDO
O tecido é submetido a uma grade
que é pressionada por uma hélice,
promovendo o corte do tecido para
que se transforme em microenxertos.
O que obtemos
neste processo?
A COMPOSIÇÃO DO MICROENXERTO
São formados por componentes celulares que,
quando em contato com o leito receptor
(área), irão agir para começar
a promover a cura do paciente.
Fibroblasts Pericites MSCs Platelets Monocitos Endotelials
Cells
CASOS CLÍNICOS
ORTOPEDIA
Paciente Masculino - 92 anos - Lesão Total Tendão Quadricep
Pós 04 dias
Pré-operatório Transoperatório
A evolução até o resultado
Pós 15 dias Pós 10 semanas
Ferida cicatrizada
Mecanismo extensor íntegro
ADM 0-95 graus
Paciente Feminina – 62 anos - Prótese Primaria de Joelho
Pós 04 dias
Pré-operatório Transoperatório
A evolução até o resultado
Pós 07 dias Pós 11 dias Pós 40 dias
Pós 21 dias
VAS – Score que avalia a dor do Paciente
Resultados de um estudo na Santa Casa sobre de artrose grau IV
Satisfação do paciente
Melhora significativa da dor
Aumento de mobilidade
A pele é o maior
órgão do corpo.
Responsável pela proteção do organismo, sensação,
regulação da
temperatura, produção de vitamina D e excreção.
são a perda da integridade da pele (ferimento)
por causas externas (traumas ou cirurgias), ou por
causas internas ou endógenas, relacionadas a
doenças facilitadoras ou causadoras da úlcera ou
ferida.
Podendo atingir a epiderme, a derme, o tecido
subcutâneo, fáscia muscular, chegando a expor
estruturas profundas.
No Brasil de pessoas são acometidos
com feridas crônicas,
por isso são consideradas
uma questão de
saúde pública;
5 MILHÕES
apresentam novas
feridas crônicas a
cada ano;
570 mil
12,5 milhões
de indivíduos com Diabetes no Brasil
São mais de
Destes
tem risco de
apresentar uma
úlcera no pé
das internações
de pacientes
diabéticos são
causadas por
úlceras
é o número
de amputações
realizadas em
virtude destas
lesões
25% 20% 85%
Pressão contínua
sobre a área lesada
FATORES DE RISCO
Infecção Edema Uso de agentes
tópicos inadequados
Hipertensão arterial,
hanseníase e
Diabetes Mellitus
Técnica
de curativos
Idade Uso de
medicamentos
sistêmicos
Fatores
psicológicos,
como estresse,
ansiedade
e depressão
Tabagismo Alcoolismo
Agindo de dentro para fora.
Proporciona a regeneração e o
fechamento perfeito dos tecidos
danificados, sem cicatrizações.
CLASSIFICAÇÃO
DE UMA FERIDA
1 2
1
2
Age de fora para dentro.
Repara o fechamento
de feridas com formação
de cicatrizes.
1 2
1
2
RIGENERA Cicatrização tradicional
ÚLCERA DIABÉTICA
CASOS CLÍNICOS
Pré-operatório Pós 53 dias
Paciente do sexo feminino, 63 anos;
Tratamentos propostos previamente ao uso do Rigenera;
Tempo da lesão 89 dias / 43 com utilização de TPN;
02 desbridamentos cirúrgicos para utilização de matriz dérmica;
02 internações hospitalares por repercussão sistêmica de processo
infeccioso, causado pela permanecia da lesão.
DEISCÊNCIA DE SUTURA DE
MAMOPLASTIA REDUTORA
Paciente do sexo feminino, 16 anos
Lesão existente há 102 dias, utilizado diversas sessões de TPN, 70
sessões de câmera Hiperbarica, trocas semanais de curativos e 3
internações hospitalares para desbridamento cirúrgico da lesão.
Pré-operatório Pós 30 dias Pós 42 dias
CASOS CLÍNICOS
LESÃO POR PRESSÃO
Paciente do sexo feminino, 73 anos;
UTI Pós COVID-19;
Em âmbito hospitalar há 123 dias;
Utilizado 63 dias de TPN;
03 desbridamento cirúrgicos, preenchidos com matriz extracelular.
Pré-operatório Pós 22 dias Pós 38 dias
CASOS CLÍNICOS
Uma solução natural para o
controle da dor, regeneração
da cartilagem e distúrbios
musculoesqueléticos.
ALEXANDRE MARTINS
Especialista em Segurança do Paciente
MBA em Gestão e Auditoria na Saúde
MBA em Centro Cirúrgico/CME
Mestre em Ciências em Saúde
Qual o Papel da Auditoria?
ALEXANDRE MARTINS
Especialista em Segurança do Paciente
MBA em Gestão e Auditoria na Saúde
MBA em Centro Cirúrgico/CME
Mestre em Ciências em Saúde
Valor
em
Saúde
Desfecho
Experiência
do Paciente
Custos
Satisfação
assistencial
Cada avaliação tem seu
escopo e limitações
Para análises de custo-efetividade, é
importante que a medida de
desfecho tenha relevância clínica.
Fonte: BRASIL, Ministério da Saúde. Diretrizes metodológicas : Diretriz de
Avaliação Econômica, 2014.
“ A medicina baseada em evidências é o uso consciente, explícito e
criterioso das melhores evidências atuais na tomada de decisões sobre o
cuidado de pacientes individuais. A prática da medicina baseada em
evidências significa integrar a experiência clínica individual com a melhor
evidência clínica externa disponível advinda da pesquisa sistemática. Aos
direitos e as preferências de cada paciente na tomada de decisões clínicas
sobre seus tratamentos. ”
David L.
Sackett et al, 1996
Rua Bonnard, 980, bloco 25 - 5º andar - Alphaville Empresarial, Barueri - SP, 06465-134
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  • 1. Uma nova opção terapêutica para o tratamento de patologias complexas. ALEXANDRE MARTINS
  • 2. Uma solução natural para o controle da dor, regeneração da cartilagem e distúrbios musculoesqueléticos. ALEXANDRE MARTINS Especialista em Segurança do Paciente MBA em Gestão e Auditoria na Saúde MBA em Centro Cirúrgico/CME Mestre em Ciências em Saúde O conteúdo destes slides e as opiniões emitidas durante esta apresentação são do Palestrante, e não necessariamente refletem a opinião da Companhia. Elas se prestam apenas à discussões científicas e não visam à recomendações de uso não registrado. Por favor, consulte a bula local dos medicamentos mencionados. Declaração de Interesses Não possuo nenhum tipo de vínculo com empresa fabricante ou distribuidora de software, equipamentos, materiais, medicamentos, órteses, próteses, materiais especiais ou dispositivos médicos implantáveis. CEO na AM Auditoria Vice –Secretario da ABEA Especialista em Segurança do Paciente e Gestão de Risco Especialista em OPME/DMI MBA em Gestão e Auditoria na Saúde MBA em Centro Cirúrgico/CME Mestre em Ciências em Saúde
  • 3. Uma solução natural para o controle da dor, regeneração da cartilagem e distúrbios musculoesqueléticos. ALEXANDRE MARTINS Especialista em Segurança do Paciente MBA em Gestão e Auditoria na Saúde MBA em Centro Cirúrgico/CME Mestre em Ciências em Saúde O conteúdo destes slides e as opiniões emitidas durante esta apresentação são do Palestrante, e não necessariamente refletem a opinião da Companhia. Elas se prestam apenas à discussões científicas e não visam à recomendações de uso não registrado. Por favor, consulte a bula local dos medicamentos mencionados. Declaração de Interesses Não possuo nenhum tipo de vínculo com empresa fabricante ou distribuidora de software, equipamentos, materiais, medicamentos, órteses, próteses, materiais especiais ou dispositivos médicos implantáveis.
  • 4. Uma solução natural para o controle da dor, regeneração da cartilagem e distúrbios musculoesqueléticos. ALEXANDRE MARTINS Especialista em Segurança do Paciente MBA em Gestão e Auditoria na Saúde MBA em Centro Cirúrgico/CME Mestre em Ciências em Saúde • O número de pessoas acima de 70 anos de idade deve triplicar até 2030 • Os brasileiros com alguma doença crônica já são 40% • A falta de hábitos saudáveis afeta um número significativo de brasileiros: 20% da população consome álcool em excesso 18% dos brasileiros são obesos Dor crônica atinge 37% da população Doenças infecciosas persistentes (como, por exemplo, dengue) Cenário
  • 5. Uma solução natural para o controle da dor, regeneração da cartilagem e distúrbios musculoesqueléticos. ALEXANDRE MARTINS Especialista em Segurança do Paciente MBA em Gestão e Auditoria na Saúde MBA em Centro Cirúrgico/CME Mestre em Ciências em Saúde Evolução da pirâmide etária brasileira 2005 - 2030
  • 6. A artrose (ou osteoartrose) é uma doença degenerativa que afeta as cartilagens, que são os tecidos que protegem as articulações. Com o seu desgaste, aumenta o atrito entre os ossos, o que provoca desconforto, dor, inflamações e deformações, dificultando e até impossibilitando movimentos. Estudos internacionais mostram que 6% da população acima dos 30 anos já apresenta sintomas de artrose de joelho. Acima dos 45 anos, os casos sobem para quase 28%, sendo 16% deles pacientes com quadros de dor ou limitação motora. Obesidade e excessos na prática de esportes e atividades físicas aumentam os riscos. Geralmente associado ao envelhecimento, o problema é mais frequente nas articulações de carga, ou seja, naquelas que suportam mais peso, como pés, quadril, coluna e, principalmente, joelhos. Incidência
  • 7. Lesão Condral A cartilagem articular é um tecido sem vascularização e com apenas um tipo celular: o condrócitos, responsável pela produção da matriz extracelular. Tem capacidade de reparo mínima, e sua degeneração causa artrose. Qualquer articulação pode sofrer desta patologia, e é uma grande ameaça médica devido à sua prevalência. Cartilagem normal Lesão da cartilagem Artrose
  • 8.
  • 9. RIGENERA Um método inovador de Microenxerto Autólogo (AMT) Uma nova ferramenta terapêutica para o campo da ortopedia. A solução de microenxerto obtida através da tecnologia Rigenera HBW, estimula e desencadeia o processo de regeneração tecidual, através de uma única aplicação e sistema on point. Através de uma punção de tecido do leito doador, este tecido é desfragmentado mecanicamente e transformado em uma solução injetável, possível de ser transferida para leitos receptores com estruturas anatômicas degeneradas. Processamento realizado através de um sistema fechado sem manipulação de células, que atua por efeito parácrino, induzindo o processo regenerativo. ORTHO
  • 10. A COMPOSIÇÃO DO LEITO DOADOR NO OSSO Com excessão das superfícies articulares, toda a superfície externa do osso é envolvida por uma camada de tecido conjuntivo denominada periósteo. Periósteo Uma estrutura complexa, composta por duas camadas de tecido: - camada fibrosa externa que fornece integridade estrutural, bem como fixação ao tecido mole; - camada cambial que possui potencial osteogênico, contendo céluas progenitoras osteogênicas que suportam a formação óssea. Durante o crescimento e desenvolvimento, o periósteo contribui para o alongamento e modelagem óssea, e quando o osso é lesado, participa da sua regeneração. O periósteo contém células tronco mesenquimais multipotentes que são capazes de se diferenciar em osso e cartilagem, dando ao periósteo um grande potencial em aplicações na medicina regenerativa. Indicações: Pseudoartrose Osteonecrose
  • 11. A COMPOSIÇÃO DO LEITO DOADOR NO OSSO Hipoderme Aspirado de medula óssea Adiposo/lipoaspirado Derme Sangue periférico Líquido sinovial Líquido amniótico Indicações: Lesão Muscular Lesão tendínea 109-664 2.058-9.650 Nd 0 4-14 3 10-83 205-51.000 74.000-157.000 0-2 2-250 9.2 Fonte de tecido humano Faixa de concentração de CFU-F Faixa de frequência de MSCs (CFU-F/106 células nucleadas) Lesão ligamentar Menisco
  • 12. A COMPOSIÇÃO DO LEITO DOADOR NA GORDURA No adulto, o tecido adiposo marrom é praticamente ausente, o tecido existente é o tecido adiposo branco, que se divide em tecido adiposo subcutâneo e tecido adiposo visceral. O tecido adiposo submucoso (hipoderme), se localiza entre a derme e o tecido gorduroso e é considerado um NICHO de células mesenquimais. Nicho é um microambiente complexo e dinâmico que transmite e recebe os sinais por meio de mediadores celulares e não celulares, são considerado os reservatórios fisiológicos de células específicas. Tecido Adiposo
  • 13. A COMPOSIÇÃO DO LEITO DOADOR NO PERICÔNDRIO Um tecido conjuntivo denso, fonte de novos condrócitos que pororciona a nutrição, renovação celular e oxigenação da cartilagem. Por que utilizar o pericôndrio auricular? A cartilagem elástica tem a particularidade de conter maior número de fibras elásticas do que a cartilagem hialina, assim os condrócitos se replicam mais e são presente em maior número do que em outras cartilagens. Além disso, todo o tecido cartilaginoso do corpo é recoberto por uma camada de pericôndrio, exceto os das articulações sinoviais. Possui alto número de células condroprogenitoras, capazes de liberar fatores específicos do tecido, solúveis na articulação sinovial alvo danificada, como a articulação do joelho. Pericôndrio auricular
  • 14. MICROFRAGMENTAÇÃO DO TECIDO O tecido é submetido a uma grade que é pressionada por uma hélice, promovendo o corte do tecido para que se transforme em microenxertos. O que obtemos neste processo?
  • 15. A COMPOSIÇÃO DO MICROENXERTO São formados por componentes celulares que, quando em contato com o leito receptor (área), irão agir para começar a promover a cura do paciente. Fibroblasts Pericites MSCs Platelets Monocitos Endotelials Cells
  • 17. Paciente Masculino - 92 anos - Lesão Total Tendão Quadricep Pós 04 dias Pré-operatório Transoperatório A evolução até o resultado Pós 15 dias Pós 10 semanas Ferida cicatrizada Mecanismo extensor íntegro ADM 0-95 graus
  • 18. Paciente Feminina – 62 anos - Prótese Primaria de Joelho Pós 04 dias Pré-operatório Transoperatório A evolução até o resultado Pós 07 dias Pós 11 dias Pós 40 dias Pós 21 dias
  • 19. VAS – Score que avalia a dor do Paciente Resultados de um estudo na Santa Casa sobre de artrose grau IV Satisfação do paciente Melhora significativa da dor Aumento de mobilidade
  • 20. A pele é o maior órgão do corpo. Responsável pela proteção do organismo, sensação, regulação da temperatura, produção de vitamina D e excreção. são a perda da integridade da pele (ferimento) por causas externas (traumas ou cirurgias), ou por causas internas ou endógenas, relacionadas a doenças facilitadoras ou causadoras da úlcera ou ferida. Podendo atingir a epiderme, a derme, o tecido subcutâneo, fáscia muscular, chegando a expor estruturas profundas.
  • 21. No Brasil de pessoas são acometidos com feridas crônicas, por isso são consideradas uma questão de saúde pública; 5 MILHÕES apresentam novas feridas crônicas a cada ano; 570 mil 12,5 milhões de indivíduos com Diabetes no Brasil São mais de Destes tem risco de apresentar uma úlcera no pé das internações de pacientes diabéticos são causadas por úlceras é o número de amputações realizadas em virtude destas lesões 25% 20% 85%
  • 22. Pressão contínua sobre a área lesada FATORES DE RISCO Infecção Edema Uso de agentes tópicos inadequados Hipertensão arterial, hanseníase e Diabetes Mellitus Técnica de curativos Idade Uso de medicamentos sistêmicos Fatores psicológicos, como estresse, ansiedade e depressão Tabagismo Alcoolismo
  • 23. Agindo de dentro para fora. Proporciona a regeneração e o fechamento perfeito dos tecidos danificados, sem cicatrizações. CLASSIFICAÇÃO DE UMA FERIDA 1 2 1 2 Age de fora para dentro. Repara o fechamento de feridas com formação de cicatrizes. 1 2 1 2 RIGENERA Cicatrização tradicional
  • 24. ÚLCERA DIABÉTICA CASOS CLÍNICOS Pré-operatório Pós 53 dias Paciente do sexo feminino, 63 anos; Tratamentos propostos previamente ao uso do Rigenera; Tempo da lesão 89 dias / 43 com utilização de TPN; 02 desbridamentos cirúrgicos para utilização de matriz dérmica; 02 internações hospitalares por repercussão sistêmica de processo infeccioso, causado pela permanecia da lesão.
  • 25. DEISCÊNCIA DE SUTURA DE MAMOPLASTIA REDUTORA Paciente do sexo feminino, 16 anos Lesão existente há 102 dias, utilizado diversas sessões de TPN, 70 sessões de câmera Hiperbarica, trocas semanais de curativos e 3 internações hospitalares para desbridamento cirúrgico da lesão. Pré-operatório Pós 30 dias Pós 42 dias CASOS CLÍNICOS
  • 26. LESÃO POR PRESSÃO Paciente do sexo feminino, 73 anos; UTI Pós COVID-19; Em âmbito hospitalar há 123 dias; Utilizado 63 dias de TPN; 03 desbridamento cirúrgicos, preenchidos com matriz extracelular. Pré-operatório Pós 22 dias Pós 38 dias CASOS CLÍNICOS
  • 27. Uma solução natural para o controle da dor, regeneração da cartilagem e distúrbios musculoesqueléticos. ALEXANDRE MARTINS Especialista em Segurança do Paciente MBA em Gestão e Auditoria na Saúde MBA em Centro Cirúrgico/CME Mestre em Ciências em Saúde Qual o Papel da Auditoria?
  • 28. ALEXANDRE MARTINS Especialista em Segurança do Paciente MBA em Gestão e Auditoria na Saúde MBA em Centro Cirúrgico/CME Mestre em Ciências em Saúde
  • 30. Cada avaliação tem seu escopo e limitações Para análises de custo-efetividade, é importante que a medida de desfecho tenha relevância clínica. Fonte: BRASIL, Ministério da Saúde. Diretrizes metodológicas : Diretriz de Avaliação Econômica, 2014.
  • 31. “ A medicina baseada em evidências é o uso consciente, explícito e criterioso das melhores evidências atuais na tomada de decisões sobre o cuidado de pacientes individuais. A prática da medicina baseada em evidências significa integrar a experiência clínica individual com a melhor evidência clínica externa disponível advinda da pesquisa sistemática. Aos direitos e as preferências de cada paciente na tomada de decisões clínicas sobre seus tratamentos. ” David L. Sackett et al, 1996
  • 32. Rua Bonnard, 980, bloco 25 - 5º andar - Alphaville Empresarial, Barueri - SP, 06465-134 visaoimplantes.com.br Versão 00 – Janeiro/23 enfaudalexandre@gamil.com @alexandremartinsluiz alexandreluizmartin