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Por Leonardo Areal Carrizo e
Sarah Soares de Almeida Santos Oliveira
 PRINCÍPIOS:
 Respeito pelo educando
 Conquista da autonomia
 Dialogicidade no processo de ensino -
aprendizagem
.
Toda ação educativa deve, necessariamente,
estar precedida de uma reflexão sobre o homem
e de uma análise do meio de vida do educando,
(isto é, a quem o educador quer ajudar a
educar).
(Todas as concepções de Freire estão sob a
orientação dessa primeira suposição).
 O homem chega a ser sujeito por uma reflexão
sobre sua situação, sobre seu ambiente concreto.
A educação deve levar o educando a uma tomada
de consciência e atitude crítica, no sentido de
haver mudança da realidade.
 Através da integração do homem com o seu
contexto, haverá a reflexão, o comprometimento,
construção de si mesmo e o ser sujeito.
 O ser humano é capaz de reconhecer que existem
realidades que lhe são exteriores. O homem tem
capacidade de discernimento, relacionando-se com
outros seres; através dessas relações interpessoais
e sociais é que o homem chega a ser sujeito.
 A capacidade de discernir o leva a perceber a
realidade, que entende como desafiadora. A
resposta que o homem atribui a esse desafio
transforma a realidade.
“É necessário que a Educação
permita que o homem chegue a ser
sujeito, construa-se como pessoa,
transforme o mundo, estabeleça
relações de reciprocidade, possa
fazer cultura e História”.
(Paulo Freire)
 Envolvimento e compromisso de todos:
•Equipe Pedagógica da Escola;
•Professores;
•Alunos;
•Comunidade (Círculo de Cultura)
A promoção do Círculo de Cultura é essencial para o
desenvolvimento de todo o trabalho, pois este Método
pressupõe que são as atividades reflexivas e
participativas que promovem o desenvolvimento da
leitura e escrita, a partir da consciência do desejo de ler e
escrever.
O HOMEM E O MUNDO
POR QUE NOS COMUNICAMOS?
COM QUEM NOS COMUNICAMOS?
PARA QUÊ NOS COMUNICAMOS?
QUE TIPO DE RECURSOS USAMOS
PARA NOS COMUNICAR?
É IMPORTANTE DESENHAR BEM?
POR QUE?
É IMPORTANTE FALAR BEM?
POR QUE?
“Na medida em que se intensifica o
diálogo em torno das situações
codificantes – com 'n' informações – e os
participantes respondem, cada qual
diferentemente a elas (porque os desafiam
de acordo com suas próprias realidades),
se produz um círculo, que será tanto mais
dinâmico, quanto mais a informação
corresponda à realidade existencial dos
grupos”.
(FREIRE, Paulo)
Entre elas, se destacam:
 A necessidade de significado e propósito;
 A necessidade de uma grande transformação
pessoal;
 A necessidade de ser apreciado, reconhecido
e respeitado;
 A necessidade de fazer parte de alguma
coisa especial.
 “Todo o debate que se coloca é altamente crítico e
motivador. O analfabeto (ou semianalfabeto) aprende
criticamente a necessidade de aprender a ler e a escrever. (...)
É mais que o simples domínio mecânico de técnicas para
escrever e ler”.
 “É entender o que se lê e escrever o que se entende. Implica
não em uma memorização mecânica, das sentenças, das
palavras, das sílabas (...), desvinculadas de um universo
existencial. Implica uma auto-formação, da qual pode resultar
numa postura atuante do homem sobre seu contexto”.
“Por isso, a alfabetização não pode se fazer de cima para
baixo, nem de fora para dentro, como uma doação, ou uma
exposição, mas de dentro para fora, pelo próprio educando”.
 Uma pesquisa inicial feita nas áreas que vão ser trabalhadas
proporciona as palavras geradoras, que nunca devem aleatórias.
Elas são constituídas pelos vocábulos mais carregados de certa
emoção, pelas palavras típicas do povo. Trata-se de vocábulos
ligados às suas experiências existenciais, das quais as
experiências profissionais fazem parte. Esta investigação dá
resultados muito ricos para a equipe de educadores, não só
pelas relações que estabelece, mas pela riqueza e exuberância
da própria linguagem do povo, às vezes insuspeita.
 As entrevistas revelam desejos, frustrações, desilusões,
esperanças, desejos de participação e, frequentemente, certos
momentos altamente estéticos da linguagem popular.
“As histórias de vidas, saberes,
conhecimentos, cultura, valores,
comportamentos, etc, devem estar
sempre presentes e servir de conteúdo
para as aulas, pois são seres no mundo
e o educador não pode estar alheio a
esta realidade, se quiser resgatar e
transmitir experiências”.
(FREIRE, Paulo)
 Após a capacitação de elementos culturais, deve-se trabalhar a
segunda etapa, dando significação aos temas levantados, fazendo
a substituição de uma visão inicial (considerada ingênua), para
uma visão crítica e social, absorvendo da própria cultura
subsídios para a iniciação da escrita e leitura, através da
decomposição dos fonemas. Deve-se respeitar o modo como eles
compreendem e demonstram suas habilidades com as palavras.
Gradualmente, será perceptível a desinibição dos educandos.
 Com o material recolhido na pesquisa, a seleção de palavras
geradoras é feita com os critérios de riqueza fonética, de
dificuldades fonéticas (colocadas numa sequência que vai,
gradativamente, de dificuldades menores para maiores); e do
aspecto pragmático da palavra numa determinada realidade
social, cultural e política.
“A melhor palavra geradora é aquela que reúne em si
maior “porcentagem” de critérios: sintático
(possibilidade ou riqueza fonética, grau de
dificuldade fonética complexa, de ‘manipulabilidade’
dos conjuntos de sinais de sílabas, etc); semântico
(maior ou menor ‘intensidade do vínculo entre a
palavra e o ser que designa, maior ou menor
adequação entre a palavra e o ser designado); e
pragmático (maior ou menor carga de
conscientização que a palavra traz potencialmente,
ou o conjunto de relações sócio-culturais que a
palavra cria nas pessoas ou grupos que a utilizam”.
(FREIRE, Paulo)
 Após a capacitação de elementos culturais, deve-se trabalhar a
segunda etapa, dando significação aos temas levantados, fazendo
a substituição de uma visão inicial (considerada ingênua), para
uma visão crítica e social, absorvendo da própria cultura
subsídios para a iniciação da escrita e leitura, através da
decomposição dos fonemas. Deve-se respeitar o modo como eles
compreendem e demonstram suas habilidades com as palavras.
Gradualmente, será perceptível a desinibição dos educandos.
 Com o material recolhido na pesquisa, a seleção de palavras
geradoras é feita com os critérios de riqueza fonética, de
dificuldades fonéticas (colocadas numa sequência que vai,
gradativamente, de dificuldades menores para maiores); e do
aspecto pragmático da palavra numa determinada realidade
social, cultural e política.
Selecionadas as palavras geradoras, apresentam-se situações
hipotéticas, por meio de imagens situações (gravuras ou
fotografias), nas quais são colocadas as palavras geradoras em
ordem crescente de dificuldades fonéticas. No dia posterior a
cada reflexão, trabalha-se uma palavra nova, diferente.
Estas situações funcionam como elementos desafiadores dos
grupos e constituem, no seu conjunto, uma programação
compacta, codificada, que guarda em si informações que serão
descodificadas pelos grupos, com a colaboração do coordenador
(que seleciona a melhor palavra geradora para a atividade e
confecciona a ficha auxiliar da palavra para ser trabalhada na
primeira hora / aula do dia seguinte).
O debate em torno das palavras geradoras levará os indivíduos
(ou grupos) a análises dos problemas pessoais, regionais e
nacionais.
BAKHTI
N
MARX
...
FREINE
T
“O ato de estudar implica, sempre, o de ler,
mesmo que neste não se esgote. De ler o
mundo, de ler a palavra... E, assim, ler a
leitura do mundo anteriormente feita”.
(FREIRE, PAULO).
O SER HUMANO
• Relação com o mundo
• Integração ao vivido
• Ajusta-se à realidade e a transforma
TEMPORALIDAD
E
• Influencia a ação humana no mundo
• Há a interferência humana
HISTÓRIA
• Influencia a ação humana no mundo
• Relação de poder
CULTURA
1ª fase: Levantamento do universo vocabular do grupo (interações de
aproximação e conhecimento mútuo, respeitando seu linguajar típico).
2ª fase: Escolha das palavras selecionadas, (conforme critérios de
riqueza e dificuldade fonéticas - numa sequência gradativa das mais
simples para as mais complexas).
3ª fase: Criação de situações existenciais características do grupo.
(através do reconhecimento de situações inseridas na realidade local).
4ª fase: Criação das fichas-roteiro (base para as aulas, atividades e
debates).
5ª fase: Criação de fichas de palavras para a decomposição das
famílias fonéticas correspondentes às palavras geradoras.
“A primeira condição para que
um ser possa assumir um ato
comprometido está em ser
capaz de agir e refletir”.
(FREIRE, Paulo)
COSTA, Bruno Botelho. Paulo Freire: educacor-pensador da libertação. In:
Proposições. (online). v. 27, n. 1. Campinas, jan/abr2016. p. 93-110
FREIRE, Paulo. Pedagogia do oprimido. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1987.
___. Carta de Paulo Freire aos professores. In: Estudos avançados. v. 15. n.
42. São Paulo, mai/ago 2001. p. 259-268.
___. Educação e mudança. São Paulo: Paz e Terra, 2007.
___. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. Rio de
Janeiro: Paz e Terra, 2013
STRECK, Danilo . Pedagogia(s). In: STRECK, Danilo; REDIN, Euclides;
ZITOSKI, Jaime José. Dicionário Paulo Freire. Belo Horizonte: Autêntica, 2008,
p. 311-313.
Aluna: Sarah Soares de Oliveira Almeida Santos
Matrícula: 22111080054 Polo: Itaperuna
Aluno: Leonardo Areal Carrizo
Matrícula: 22111080054 Polo: Itaperuna
CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA À DISTÂNCIA
Disciplina: Didática
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Caderno de Resumos XVIII ENPFil UFU, IX EPGFil UFU E VII EPFEM.pdf
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AD1 - 2022.2 - Didática - Leonardo Areal Carrizo - 22111080048 - Sarah Soares de Oliveira Almeida Santos - 22111080054.ppt

  • 1. Por Leonardo Areal Carrizo e Sarah Soares de Almeida Santos Oliveira
  • 2.  PRINCÍPIOS:  Respeito pelo educando  Conquista da autonomia  Dialogicidade no processo de ensino - aprendizagem .
  • 3. Toda ação educativa deve, necessariamente, estar precedida de uma reflexão sobre o homem e de uma análise do meio de vida do educando, (isto é, a quem o educador quer ajudar a educar). (Todas as concepções de Freire estão sob a orientação dessa primeira suposição).
  • 4.  O homem chega a ser sujeito por uma reflexão sobre sua situação, sobre seu ambiente concreto. A educação deve levar o educando a uma tomada de consciência e atitude crítica, no sentido de haver mudança da realidade.  Através da integração do homem com o seu contexto, haverá a reflexão, o comprometimento, construção de si mesmo e o ser sujeito.
  • 5.  O ser humano é capaz de reconhecer que existem realidades que lhe são exteriores. O homem tem capacidade de discernimento, relacionando-se com outros seres; através dessas relações interpessoais e sociais é que o homem chega a ser sujeito.  A capacidade de discernir o leva a perceber a realidade, que entende como desafiadora. A resposta que o homem atribui a esse desafio transforma a realidade.
  • 6. “É necessário que a Educação permita que o homem chegue a ser sujeito, construa-se como pessoa, transforme o mundo, estabeleça relações de reciprocidade, possa fazer cultura e História”. (Paulo Freire)
  • 7.  Envolvimento e compromisso de todos: •Equipe Pedagógica da Escola; •Professores; •Alunos; •Comunidade (Círculo de Cultura) A promoção do Círculo de Cultura é essencial para o desenvolvimento de todo o trabalho, pois este Método pressupõe que são as atividades reflexivas e participativas que promovem o desenvolvimento da leitura e escrita, a partir da consciência do desejo de ler e escrever.
  • 8. O HOMEM E O MUNDO POR QUE NOS COMUNICAMOS? COM QUEM NOS COMUNICAMOS? PARA QUÊ NOS COMUNICAMOS? QUE TIPO DE RECURSOS USAMOS PARA NOS COMUNICAR? É IMPORTANTE DESENHAR BEM? POR QUE? É IMPORTANTE FALAR BEM? POR QUE?
  • 9. “Na medida em que se intensifica o diálogo em torno das situações codificantes – com 'n' informações – e os participantes respondem, cada qual diferentemente a elas (porque os desafiam de acordo com suas próprias realidades), se produz um círculo, que será tanto mais dinâmico, quanto mais a informação corresponda à realidade existencial dos grupos”. (FREIRE, Paulo)
  • 10. Entre elas, se destacam:  A necessidade de significado e propósito;  A necessidade de uma grande transformação pessoal;  A necessidade de ser apreciado, reconhecido e respeitado;  A necessidade de fazer parte de alguma coisa especial.
  • 11.  “Todo o debate que se coloca é altamente crítico e motivador. O analfabeto (ou semianalfabeto) aprende criticamente a necessidade de aprender a ler e a escrever. (...) É mais que o simples domínio mecânico de técnicas para escrever e ler”.  “É entender o que se lê e escrever o que se entende. Implica não em uma memorização mecânica, das sentenças, das palavras, das sílabas (...), desvinculadas de um universo existencial. Implica uma auto-formação, da qual pode resultar numa postura atuante do homem sobre seu contexto”. “Por isso, a alfabetização não pode se fazer de cima para baixo, nem de fora para dentro, como uma doação, ou uma exposição, mas de dentro para fora, pelo próprio educando”.
  • 12.  Uma pesquisa inicial feita nas áreas que vão ser trabalhadas proporciona as palavras geradoras, que nunca devem aleatórias. Elas são constituídas pelos vocábulos mais carregados de certa emoção, pelas palavras típicas do povo. Trata-se de vocábulos ligados às suas experiências existenciais, das quais as experiências profissionais fazem parte. Esta investigação dá resultados muito ricos para a equipe de educadores, não só pelas relações que estabelece, mas pela riqueza e exuberância da própria linguagem do povo, às vezes insuspeita.  As entrevistas revelam desejos, frustrações, desilusões, esperanças, desejos de participação e, frequentemente, certos momentos altamente estéticos da linguagem popular.
  • 13. “As histórias de vidas, saberes, conhecimentos, cultura, valores, comportamentos, etc, devem estar sempre presentes e servir de conteúdo para as aulas, pois são seres no mundo e o educador não pode estar alheio a esta realidade, se quiser resgatar e transmitir experiências”. (FREIRE, Paulo)
  • 14.  Após a capacitação de elementos culturais, deve-se trabalhar a segunda etapa, dando significação aos temas levantados, fazendo a substituição de uma visão inicial (considerada ingênua), para uma visão crítica e social, absorvendo da própria cultura subsídios para a iniciação da escrita e leitura, através da decomposição dos fonemas. Deve-se respeitar o modo como eles compreendem e demonstram suas habilidades com as palavras. Gradualmente, será perceptível a desinibição dos educandos.  Com o material recolhido na pesquisa, a seleção de palavras geradoras é feita com os critérios de riqueza fonética, de dificuldades fonéticas (colocadas numa sequência que vai, gradativamente, de dificuldades menores para maiores); e do aspecto pragmático da palavra numa determinada realidade social, cultural e política.
  • 15. “A melhor palavra geradora é aquela que reúne em si maior “porcentagem” de critérios: sintático (possibilidade ou riqueza fonética, grau de dificuldade fonética complexa, de ‘manipulabilidade’ dos conjuntos de sinais de sílabas, etc); semântico (maior ou menor ‘intensidade do vínculo entre a palavra e o ser que designa, maior ou menor adequação entre a palavra e o ser designado); e pragmático (maior ou menor carga de conscientização que a palavra traz potencialmente, ou o conjunto de relações sócio-culturais que a palavra cria nas pessoas ou grupos que a utilizam”. (FREIRE, Paulo)
  • 16.  Após a capacitação de elementos culturais, deve-se trabalhar a segunda etapa, dando significação aos temas levantados, fazendo a substituição de uma visão inicial (considerada ingênua), para uma visão crítica e social, absorvendo da própria cultura subsídios para a iniciação da escrita e leitura, através da decomposição dos fonemas. Deve-se respeitar o modo como eles compreendem e demonstram suas habilidades com as palavras. Gradualmente, será perceptível a desinibição dos educandos.  Com o material recolhido na pesquisa, a seleção de palavras geradoras é feita com os critérios de riqueza fonética, de dificuldades fonéticas (colocadas numa sequência que vai, gradativamente, de dificuldades menores para maiores); e do aspecto pragmático da palavra numa determinada realidade social, cultural e política.
  • 17. Selecionadas as palavras geradoras, apresentam-se situações hipotéticas, por meio de imagens situações (gravuras ou fotografias), nas quais são colocadas as palavras geradoras em ordem crescente de dificuldades fonéticas. No dia posterior a cada reflexão, trabalha-se uma palavra nova, diferente. Estas situações funcionam como elementos desafiadores dos grupos e constituem, no seu conjunto, uma programação compacta, codificada, que guarda em si informações que serão descodificadas pelos grupos, com a colaboração do coordenador (que seleciona a melhor palavra geradora para a atividade e confecciona a ficha auxiliar da palavra para ser trabalhada na primeira hora / aula do dia seguinte). O debate em torno das palavras geradoras levará os indivíduos (ou grupos) a análises dos problemas pessoais, regionais e nacionais.
  • 19. “O ato de estudar implica, sempre, o de ler, mesmo que neste não se esgote. De ler o mundo, de ler a palavra... E, assim, ler a leitura do mundo anteriormente feita”. (FREIRE, PAULO).
  • 20. O SER HUMANO • Relação com o mundo • Integração ao vivido • Ajusta-se à realidade e a transforma TEMPORALIDAD E • Influencia a ação humana no mundo • Há a interferência humana HISTÓRIA • Influencia a ação humana no mundo • Relação de poder CULTURA
  • 21. 1ª fase: Levantamento do universo vocabular do grupo (interações de aproximação e conhecimento mútuo, respeitando seu linguajar típico). 2ª fase: Escolha das palavras selecionadas, (conforme critérios de riqueza e dificuldade fonéticas - numa sequência gradativa das mais simples para as mais complexas). 3ª fase: Criação de situações existenciais características do grupo. (através do reconhecimento de situações inseridas na realidade local). 4ª fase: Criação das fichas-roteiro (base para as aulas, atividades e debates). 5ª fase: Criação de fichas de palavras para a decomposição das famílias fonéticas correspondentes às palavras geradoras.
  • 22. “A primeira condição para que um ser possa assumir um ato comprometido está em ser capaz de agir e refletir”. (FREIRE, Paulo)
  • 23.
  • 24. COSTA, Bruno Botelho. Paulo Freire: educacor-pensador da libertação. In: Proposições. (online). v. 27, n. 1. Campinas, jan/abr2016. p. 93-110 FREIRE, Paulo. Pedagogia do oprimido. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1987. ___. Carta de Paulo Freire aos professores. In: Estudos avançados. v. 15. n. 42. São Paulo, mai/ago 2001. p. 259-268. ___. Educação e mudança. São Paulo: Paz e Terra, 2007. ___. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2013 STRECK, Danilo . Pedagogia(s). In: STRECK, Danilo; REDIN, Euclides; ZITOSKI, Jaime José. Dicionário Paulo Freire. Belo Horizonte: Autêntica, 2008, p. 311-313.
  • 25. Aluna: Sarah Soares de Oliveira Almeida Santos Matrícula: 22111080054 Polo: Itaperuna Aluno: Leonardo Areal Carrizo Matrícula: 22111080054 Polo: Itaperuna CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA À DISTÂNCIA Disciplina: Didática Publicado no site http://www.slideshare.net em setembro/2022