SlideShare uma empresa Scribd logo
DA REVOLUÇÃO
REPUBLICANA DE 1910
À DITADURA MILITAR
DE 1926
DA REVOLUÇÃO REPUBLICANA DE 1910 À DITADURA MILITAR DE 1926
FATORES QUE CONTRIBUÍRAM PARA A QUEDA DA MONARQUIA
Em finais do século XIX, a grande maioria dos portugueses estava
descontente com o rumo que o País estava a levar.
O que causava este descontentamento?
VARINAS A TRANSPORTAR PEIXE PARA VENDA.
A BURGUESIA PASSEAVA NO
PASSEIO PÚBLICO.
CRIANÇAS BURGUESAS DEIXAM-SE FOTOGRAFAR NUM
MOMENTO DE LAZER.
CRIANÇAS DO POVO TRANSPORTADAS
NUM CESTO.
1. Forte desigualdade social entre ricos e pobres.
DA REVOLUÇÃO REPUBLICANA DE 1910 À DITADURA MILITAR DE 1926
2. Os empréstimos pedidos ao estrangeiro para financiar a
modernização do Reino levaram a uma elevada dívida externa.
3. Os governos sucediam-se e mostravam-se incapazes em arranjar
uma solução para a crise económica.
GRANDES INVESTIMENTOS NA CONSTRUÇÃO DE
OBRAS PÚBLICAS. PONTE LUÍS I, NO PORTO.
FATORES QUE CONTRIBUÍRAM PARA A QUEDA DA MONARQUIA
GRANDES INVESTIMENTOS NA CONSTRUÇÃO
E EXPANSÃO DA LINHA FÉRREA.
DA REVOLUÇÃO REPUBLICANA DE 1910 À DITADURA MILITAR DE 1926
4. Para conseguirem pagar a
dívida, os governos
monárquicos faziam
constantes aumentos de
impostos, o que agravava,
ainda mais, o estado miserável
em que vivia uma grande parte
da população portuguesa.
FATORES QUE CONTRIBUÍRAM PARA A QUEDA DA MONARQUIA
CARICATURA SOBRE OS CONSTANTES AUMENTOS DE IMPOSTOS EM PORTUGAL.
DA REVOLUÇÃO REPUBLICANA DE 1910 À DITADURA MILITAR DE 1926
5. Gastos excessivos da corte e dos membros da família real.
D. CARLOS E A RAINHA D. AMÉLIA NUMA VISITA
À ILHA DA MADEIRA.
UM DOS IATES OFERECIDOS POR D. CARLOS À RAINHA
D. AMÉLIA.
PORMENOR DO INTERIOR LUXUOSO DO IATE D. AMÉLIA.
D. CARLOS AO VOLANTE DE UM DOS SEUS MUITOS
AUTOMÓVEIS.
FATORES QUE CONTRIBUÍRAM PARA A QUEDA DA MONARQUIA
DA REVOLUÇÃO REPUBLICANA DE 1910 À DITADURA MILITAR DE 1926
6. Nos finais do século XIX, vários países industrializados da
Europa iniciaram a exploração ao interior do continente africano à
procura de matérias-primas a preços baixos, o que levou a
disputas entre estes países sobre a ocupação desses territórios.
Como os países não chegavam a
acordo, decidiram reunir, entre
1884-1885, na Conferência de
Berlim. Nessa conferência ficou
definido que as terras em África
seriam dos países que as ocupassem
efetivamente e não daqueles que as
tivessem descoberto há mais tempo.
CARICATURA DE RAFAEL BORDALO PINHEIRO
SOBRE A CONFERÊNCIA DE BERLIM.
FATORES QUE CONTRIBUÍRAM PARA A QUEDA DA MONARQUIA
DA REVOLUÇÃO REPUBLICANA DE 1910 À DITADURA MILITAR DE 1926
Há muitos séculos que Portugal tinha a posse de territórios em
África e, por esse motivo, a decisão saída da Conferência de Berlim,
que punha fim ao acesso aos territórios por direito histórico,
prejudicava gravemente Portugal. Por isso, em 1886, Portugal
apresentou aos países que estiveram reunidos na Conferência de
Berlim o Mapa Cor-de-Rosa.
FATORES QUE CONTRIBUÍRAM PARA A QUEDA DA MONARQUIA
DA REVOLUÇÃO REPUBLICANA DE 1910 À DITADURA MILITAR DE 1926
Há muitos séculos que Portugal tinha a posse de territórios em
África e, por esse motivo, a decisão saída da Conferência de Berlim,
que punha fim ao acesso aos territórios por direito histórico,
prejudicava gravemente Portugal. Por isso, em 1886, Portugal
apresentou aos países que estiveram reunidos na Conferência de
Berlim o Mapa Cor-de-Rosa.
MAPA COR-DE-ROSA.
Com a apresentação do Mapa Cor-de-Rosa,
Portugal desejava que lhe fosse
reconhecido o direito de posse sobre as
regiões entre Angola e Moçambique.
FATORES QUE CONTRIBUÍRAM PARA A QUEDA DA MONARQUIA
DA REVOLUÇÃO REPUBLICANA DE 1910 À DITADURA MILITAR DE 1926
7. A cedência portuguesa ao Ultimato Inglês.
A Inglaterra não aceitou as exigências de Portugal apresentadas no
Mapa Cor-de-Rosa e apresentou, em 1890, um ultimato ao País.
O rei D. Carlos cedeu à exigência inglesa, o que não agradou à
população portuguesa nem aos republicanos.
CARICATURA SOBRE O ULTIMATO INGLÊS APRESENTADO A PORTUGAL.
FATORES QUE CONTRIBUÍRAM PARA A QUEDA DA MONARQUIA
DA REVOLUÇÃO REPUBLICANA DE 1910 À DITADURA MILITAR DE 1926
O CRESCIMENTO DO PARTIDO REPUBLICANO
O Partido Republicano, fundado em 1876, tinha como principal
objetivo derrubar a Monarquia e implantar uma República.
MANIFESTAÇÃO NOS RESTAURADORES, EM LISBOA,
CONTRA O ULTIMATO INGLÊS.
O descontentamento provocado pela cedência do rei ao Ultimato Inglês
foi aproveitado pelo Partido Republicano para fazer uma campanha de
propaganda contra a Monarquia.
DA REVOLUÇÃO REPUBLICANA DE 1910 À DITADURA MILITAR DE 1926
A primeira revolta contra a Monarquia
deu-se no Porto, a 31 de janeiro de
1891, mas fracassou.
TROPAS MONÁRQUICAS E REPUBLICANOS DEBATERAM-SE
NA CIDADE DO PORTO.
O CRESCIMENTO DO PARTIDO REPUBLICANO
Para evitar uma nova revolta, D. Carlos
nomeou para primeiro-ministro
João Franco, que passou a governar
sem respeitar os direitos e liberdades
dos cidadãos.
A população ficou cada vez mais zangada
com a Monarquia!
CARICATURA SOBRE O GOVERNO AUTORITÁRIO
INSTITUÍDO POR JOÃO FRANCO.
DA REVOLUÇÃO REPUBLICANA DE 1910 À DITADURA MILITAR DE 1926
O REGICÍDIO
No dia 1 de fevereiro de 1908, o rei D. Carlos e o príncipe herdeiro
D. Luís foram mortalmente atingidos a tiro quando atravessavam, na
sua carruagem, a Praça do Comércio, em Lisboa.
DA REVOLUÇÃO REPUBLICANA DE 1910 À DITADURA MILITAR DE 1926
Perante este triste acontecimento, coube ao filho mais novo de
D. Carlos, D. Manuel, subir ao trono.
D. MANUEL II, O PATRIOTA (1908-1910).
D. Manuel II demitiu João Franco e
procurou acalmar os republicanos e a
população. No entanto, os
republicanos não estavam
interessados nas novas políticas do
rei, mas sim em pôr fim à Monarquia.
A SUCESSÃO DE D. CARLOS
DA REVOLUÇÃO REPUBLICANA DE 1910 À DITADURA MILITAR DE 1926
A 4 de outubro de 1910 as tropas republicanas, apoiadas por
populares, concentraram-se em Lisboa e, apesar da reação militar
das forças monárquicas, os republicanos saíram vencedores.
TROPAS E CIVIS BARRICADOS NA ROTUNDA NO DIA 5 DE OUTUBRO DE 1910.
A REVOLUÇÃO DO 5 DE OUTUBRO E A IMPLANTAÇÃO DA REPÚBLICA
DA REVOLUÇÃO REPUBLICANA DE 1910 À DITADURA MILITAR DE 1926
A PROCLAMAÇÃO DA REPÚBLICA POR JOSÉ RELVAS,
NO DIA 5 DE OUTUBRO DE 1910.
POSTAL ILUSTRADO SOBRE A PROCLAMAÇÃO DA REPÚBLICA PORTUGUESA
A 5 DE OUTUBRO DE 1910.
A IMPLANTAÇÃO DA REPÚBLICA – 5 DE OUTUBRO 1910
1.ª REPÚBLICA
1910-1926
DA REVOLUÇÃO REPUBLICANA DE 1910 À DITADURA MILITAR DE 1926
QUAIS AS PRINCIPAIS DIFERENÇAS ENTRE O REGIME POLÍTICO
DA MONARQUIA E O DA REPÚBLICA?
PRESIDENTE DA REPÚBLICA
MARCELO REBELO DE SOUSAREI D. MANUEL II
DA REVOLUÇÃO REPUBLICANA DE 1910 À DITADURA MILITAR DE 1926
Após a concretização da Revolução do 5 de Outubro de 1910, o
poder ficou entregue a um governo provisório chefiado por
Teófilo Braga, que começou por…
TEÓFILO BRAGA FOI O CHEFE DO GOVERNO PROVISÓRIO
E VIRIA A SER O SEGUNDO PRESIDENTE
DA REPÚBLICA PORTUGUESA.
organizar eleições para a
Assembleia Constituinte
para redigir uma nova
Constituição.
aprovar os novos
símbolos da República
Portuguesa, substituindo
os da Monarquia.
O GOVERNO PROVISÓRIO
DA REVOLUÇÃO REPUBLICANA DE 1910 À DITADURA MILITAR DE 1926
Heróis do mar, nobre povo,
Nação valente, imortal,
Levantai hoje de novo
O esplendor de Portugal!
Entre as brumas da memória,
Ó Pátria sente-se a voz
Dos teus egrégios avós,
Que há de guiar-te à vitória!
Às armas, às armas!
Sobre a terra, sobre o mar,
Às armas, às armas!
Pela Pátria lutar!
Contra os canhões
marchar, marchar!
SÍMBOLOS DA REPÚBLICA
BANDEIRA DA REPÚBLICA. HINO NACIONAL – A PORTUGUESA.
O ESCUDO – A NOVA MOEDA DA REPÚBLICA.
DA REVOLUÇÃO REPUBLICANA DE 1910 À DITADURA MILITAR DE 1926
• O chefe de Estado deixou de ser o Rei e
passou a ser o Presidente da República,
que era eleito pelos deputados que
formavam o Parlamento.
• O Parlamento passou a ser o órgão mais
importante, porque dele dependia a
aprovação das leis.
Os deputados eleitos nas eleições de 1911 para a Assembleia
Constituinte elaboraram a primeira Constituição Republicana, que
introduziu alterações, das quais se destacam:
A CONSTITUIÇÃO DE 1911
DA REVOLUÇÃO REPUBLICANA DE 1910 À DITADURA MILITAR DE 1926
A ORGANIZAÇÃO DO PODER APÓS A CONSTITUIÇÃO DE 1911
DA REVOLUÇÃO REPUBLICANA DE 1910 À DITADURA MILITAR DE 1926
PRINCIPAIS REALIZAÇÕES DA 1.ª REPÚBLICA
Os sucessivos governos republicanos, através do Parlamento,
fizeram leis que introduziram melhorias na vida dos Portugueses.
• Cortaram nas despesas do Estado.
• Reorganizaram o ensino.
• Limitaram o poder da Igreja.
• Criaram leis para melhorar as
condições de trabalho.
• Introduziram leis de proteção à
família e à mulher.
DA REVOLUÇÃO REPUBLICANA DE 1910 À DITADURA MILITAR DE 1926
Ensino primário:
• criação de jardins-escola;
• aumento do número de escolas primárias;
• escolaridade obrigatória e gratuita entre os
7 e os 12 anos.
Ensino técnico:
• criação de escolas agrícolas, comerciais
e industriais.
Ensino superior:
• reforma da Universidade de Coimbra;
• criação das Universidades de Lisboa e do Porto.
ESCOLA AGRÍCOLA DA PAIÃ, ODIVELAS.
SALA DE AULA NA 1.ª REPÚBLICA.
MEDIDAS EDUCATIVAS
DA REVOLUÇÃO REPUBLICANA DE 1910 À DITADURA MILITAR DE 1926
MEDIDAS EDUCATIVAS
As medidas educativas pretendiam diminuir a taxa de
analfabetismo.
CRIAÇÃO DE ESCOLAS PRIMÁRIAS A PARTIR DE 1910. TAXAS DE ALFABETIZAÇÃO DA POPULAÇÃO PORTUGUESA.
DA REVOLUÇÃO REPUBLICANA DE 1910 À DITADURA MILITAR DE 1926
Separação da Igreja do Estado:
• os bens da Igreja foram nacionalizados;
• foi proibido o ensino religioso nas
escolas públicas;
• legalizaram o casamento civil;
• protegeram os filhos menores legítimos
e ilegítimos.
AFONSO COSTA FOI MINISTRO DAS
FINANÇAS E DA JUSTIÇA. FOI UM
DEFENSOR DA SEPARAÇÃO DA IGREJA
DO ESTADO.
MEDIDAS SOCIAIS
DA REVOLUÇÃO REPUBLICANA DE 1910 À DITADURA MILITAR DE 1926
Melhoria das condições de trabalho:
• estabelecimento de um dia para
descanso semanal obrigatório;
• diminuição do horário de trabalho para
48 horas semanais;
• criação de seguros contra acidentes
de trabalho;
• proteção social na doença e na velhice;
• direito à greve.
As lei criadas com o objetivo de melhorar as condições dos operários não
foram suficientes. Para lutarem pelos seus interesses, uniram-se e
organizaram-se em sindicatos, passando a promover manifestações e
greves.
Anos Exemplos de horas de trabalho
1902 Tecelões de Gouveia – 16 horas/dia
1910 Corticeiros do Barreiro – 10/12 horas/dia
1912 Conserveiros de peixe de Setúbal – 10 horas/dia
GREVE DA CARRIS EM LISBOA, 1912.
MEDIDAS SOCIAIS
DA REVOLUÇÃO REPUBLICANA DE 1910 À DITADURA MILITAR DE 1926
Forte instabilidade governativa - em 16 anos o poder esteve
entregue a 45 Governos e 8 Presidentes da República.
A falta de uma maioria no Parlamento impedia que as leis e as
propostas fossem aprovadas e, por esse motivo, eram convocadas
eleições com grande regularidade.
Ocasionalmente, existiam tentativas de implantação da Monarquia
que, embora fracassassem, fragilizavam o sistema republicano.
FATORES QUE CONTRIBUÍRAM PARA A INSTABILIDADE DA 1.ª REPÚBLICA
DA REVOLUÇÃO REPUBLICANA DE 1910 À DITADURA MILITAR DE 1926
Outro fator que veio agravar a situação económica e social do País
foi a participação de Portugal na 1.ª Guerra Mundial. Para este
conflito, foram destacados dezenas de milhares de soldados para a
região da Flandres (França).
FATORES QUE CONTRIBUÍRAM PARA A INSTABILIDADE DA 1.ª REPÚBLICA
CORPO EXPEDICIONÁRIO PORTUGUÊS – O CEP PARTE PARA A FLANDRES.
DA REVOLUÇÃO REPUBLICANA DE 1910 À DITADURA MILITAR DE 1926
Durante as primeiras duas décadas do século XX, a população
portuguesa assistiu:
• ao agravamento da dívida de Portugal ao estrangeiro;
• ao aumento do custo de vida e a uma diminuição dos salários;
• ao aumento do desemprego;
• à participação de Portugal na 1.ª Guerra Mundial, que implicou
custos económicos e sociais.
FATORES QUE CONTRIBUÍRAM PARA A INSTABILIDADE DA 1.ª REPÚBLICA
Agravamento da tensão social.
Sentimento de que o Governo não arranjava solução para os problemas
que afetavam o País.
Golpe militar de 1926
DA REVOLUÇÃO REPUBLICANA DE 1910 À DITADURA MILITAR DE 1926
No dia 28 de maio de 1926, os militares liderados pelo general Gomes da
Costa desencadearam, em Braga, um movimento militar e iniciaram uma
marcha em direção a Lisboa. Sem encontrar qualquer tipo de resistência,
instauraram uma DITADURA MILITAR que pôs fim a 16 anos de República e
que tomou as seguintes medidas:
• dissolveu o Parlamento;
• suspendeu muitas das liberdades que tinham sido anteriormente
adquiridas, como, por exemplo, a liberdade de expressão e o direito às
greves e às manifestações;
• as eleições e os governos passaram a ser nomeados por militares.
O general Gomes da Costa depois de ter iniciado o
golpe que levaria à queda da Monarquia, dirige-se
a Lisboa onde foi recebido pela população numa
manifestação de grande apoio.
O GOLPE MILITAR DE 1926
DA REVOLUÇÃO REPUBLICANA DE 1910 À DITADURA MILITAR DE 1926
ATIVIDADES DE CONSOLIDAÇÃO DO POWERPOINT
DA REVOLUÇÃO REPUBLICANA DE 1910 À DITADURA MILITAR DE 1926
Na resposta a cada um dos itens, assinala com um X as opções corretas.
1. A crise económica vivida por Portugal no final do século XIX foi
provocada…
 pelos empréstimos contraídos aos países estrangeiros pelo Governo
português.
 pela falta do ouro proveniente do Brasil.
 pelos gastos do rei e da família real.
 pelo constante aumento de impostos.
2. Segundo as decisões saídas da Conferência de Berlim…
 os territórios africanos seriam entregues não a quem os tinha
descoberto há mais tempo, mas a quem os ocupasse efetivamente.
 os territórios africanos seriam entregues a quem os tinha
descoberto há mais tempo, e não a quem os ocupasse
efetivamente.
 os territórios africanos seriam entregues ao país mais rico.
DA REVOLUÇÃO REPUBLICANA DE 1910 À DITADURA MILITAR DE 1926
ATIVIDADES DE CONSOLIDAÇÃO DO POWERPOINT
3. Segundo o Mapa Cor-de-Rosa, os territórios entre Angola e
Moçambique pertenceriam a…
 Espanha.
 Inglaterra.
 Portugal.
4. O partido político que se opôs à Monarquia foi o...
 Partido Socialista.
 Partido Republicano.
 Partido Popular Monárquico.
5. O que aconteceu no dia 1 de fevereiro de 1908, em Lisboa?
 O regicídio, que vitimou o rei D. Carlos e o príncipe D. Luís.
 Um terramoto que destruiu Lisboa.
DA REVOLUÇÃO REPUBLICANA DE 1910 À DITADURA MILITAR DE 1926
ATIVIDADES DE CONSOLIDAÇÃO DO POWERPOINT
6. Completa o quadro com as diferenças entre Monarquia e República.
Monarquia República
Chefe de Estado
Como assume
o poder
Quando abandona
o cargo
Rei.
Geralmente, passa de pai
para filho (forma
hereditária).
Quando morre.
Presidente da República.
É eleito pelos cidadãos
através do voto.
Quando termina o período
determinado por lei.
DA REVOLUÇÃO REPUBLICANA DE 1910 À DITADURA MILITAR DE 1926
ATIVIDADES DE CONSOLIDAÇÃO DO POWERPOINT
7. Os novos símbolos da República eram…
 o hino, a bandeira monárquica e a moeda (Escudo).
 o hino, a bandeira monárquica e a moeda (Euro).
 o hino, a bandeira republicana e a moeda (Escudo).
8. A elaboração da Constituição de 1911 ficou a cargo da...
 Assembleia da República.
 Assembleia Constituinte.
 Assembleia Municipal.
9. Para limitar o poder da Igreja, os primeiros governos republicanos…
 proibiram o ensino religioso nas escolas públicas e expulsaram as
ordens religiosas.
 privatizaram os bens da Igreja e entregaram-nos aos mais
carenciados.
 legalizaram o casamento e criaram o registo civil.
DA REVOLUÇÃO REPUBLICANA DE 1910 À DITADURA MILITAR DE 1926
A 28 de maio de 1929, sob o comando do general Gomes da Costa, as
forças militares saíram de Braga numa marcha em direção ao Porto.
Quando chegaram à cidade do Porto, dissolveram o Parlamento,
suspenderam a Constituição e entregaram a chefia do Governo ao general
Gomes da Costa que estabeleceu uma democracia. Este regime deu
muitas liberdades, como o direito à greve e a liberdade de expressão.
ATIVIDADES DE CONSOLIDAÇÃO DO POWERPOINT
10. Para a instabilidade e queda da 1ª República contribuíram alguns dos
seguintes fatores:
 queda e nomeação sucessiva de governos;
 situação económica favorável aos monárquicos;
 participação de Portugal na 1ª Guerra Mundial;
 descida dos preços;
 diminuição dos salários;
 aumento da dívida de Portugal ao estrangeiro.
11. Risca e corrige os erros que encontras no texto seguinte.
Lê o texto:
de Lisboa,
suspendeu
a Lisboa.
ditadura.
1926,
DA REVOLUÇÃO
REPUBLICANA DE 1910
À DITADURA MILITAR
DE 1926

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Revolução Liberal em Portugal
Revolução Liberal em PortugalRevolução Liberal em Portugal
Revolução Liberal em Portugal
Susana Simões
 
Hgp6 4.4 - Portugal na segunda metade do século XIX
Hgp6   4.4 - Portugal na segunda metade do século XIXHgp6   4.4 - Portugal na segunda metade do século XIX
Hgp6 4.4 - Portugal na segunda metade do século XIX
Carlos Vaz
 
1ª RepúBlica
1ª RepúBlica1ª RepúBlica
1ª RepúBlica
crie_historia9
 
Marquês de pombal power-point
Marquês de pombal  power-pointMarquês de pombal  power-point
Marquês de pombal power-point
PAFB
 
A queda da monarquia e a 1ª república
A queda da monarquia e a 1ª repúblicaA queda da monarquia e a 1ª república
A queda da monarquia e a 1ª república
Becre Celorico de Basto
 
A modernização de Portugal na 2ª metade séc. XIX - trabalho de Beatriz, 6ºG
A modernização de Portugal na 2ª metade séc. XIX - trabalho de Beatriz, 6ºGA modernização de Portugal na 2ª metade séc. XIX - trabalho de Beatriz, 6ºG
A modernização de Portugal na 2ª metade séc. XIX - trabalho de Beatriz, 6ºG
Ana Barreiros
 
38 portugal no século xix
38   portugal no século xix38   portugal no século xix
38 portugal no século xix
Carla Freitas
 
Império Português nos séculos XVI a XVIII
Império Português nos séculos XVI a XVIIIImpério Português nos séculos XVI a XVIII
Império Português nos séculos XVI a XVIII
Cátia Botelho
 
Invasões Francesas
Invasões FrancesasInvasões Francesas
Invasões Francesas
Edite Bartissol
 
A 1ª RepúBlica
A 1ª RepúBlicaA 1ª RepúBlica
A 1ª RepúBlica
Rui Neto
 
O antes e o depois do 25 de Abril
O antes e o depois do 25 de AbrilO antes e o depois do 25 de Abril
O antes e o depois do 25 de Abril
Jorge Coelho
 
C3 portugal na segunda metade do século xix (1ª parte)
C3   portugal na segunda metade do século xix (1ª parte)C3   portugal na segunda metade do século xix (1ª parte)
C3 portugal na segunda metade do século xix (1ª parte)
Carlos Vaz
 
Portugal na 2ª metade do século XIX.
 Portugal na 2ª metade do século XIX. Portugal na 2ª metade do século XIX.
Portugal na 2ª metade do século XIX.
martamariafonseca
 
HIS - PORTUGAL NO SEC XIX
HIS - PORTUGAL NO SEC XIXHIS - PORTUGAL NO SEC XIX
HIS - PORTUGAL NO SEC XIX
Luís Ferreira
 
Concelhos e cortes - séculos XIII e XIV
Concelhos e cortes - séculos XIII e XIVConcelhos e cortes - séculos XIII e XIV
Concelhos e cortes - séculos XIII e XIV
Cátia Botelho
 
A Crise do Séc. XIV
A Crise do Séc. XIVA Crise do Séc. XIV
A Crise do Séc. XIV
Carlos Vieira
 
O Fontismo
O FontismoO Fontismo
O Fontismo
Jorge Almeida
 
Primeira república
Primeira repúblicaPrimeira república
Primeira república
Maria Gomes
 
O Antigo Regime
O Antigo RegimeO Antigo Regime
O Antigo Regime
cattonia
 
A agricultura em portugal no século xix
A agricultura em portugal no século xixA agricultura em portugal no século xix
A agricultura em portugal no século xix
Anabela Sobral
 

Mais procurados (20)

Revolução Liberal em Portugal
Revolução Liberal em PortugalRevolução Liberal em Portugal
Revolução Liberal em Portugal
 
Hgp6 4.4 - Portugal na segunda metade do século XIX
Hgp6   4.4 - Portugal na segunda metade do século XIXHgp6   4.4 - Portugal na segunda metade do século XIX
Hgp6 4.4 - Portugal na segunda metade do século XIX
 
1ª RepúBlica
1ª RepúBlica1ª RepúBlica
1ª RepúBlica
 
Marquês de pombal power-point
Marquês de pombal  power-pointMarquês de pombal  power-point
Marquês de pombal power-point
 
A queda da monarquia e a 1ª república
A queda da monarquia e a 1ª repúblicaA queda da monarquia e a 1ª república
A queda da monarquia e a 1ª república
 
A modernização de Portugal na 2ª metade séc. XIX - trabalho de Beatriz, 6ºG
A modernização de Portugal na 2ª metade séc. XIX - trabalho de Beatriz, 6ºGA modernização de Portugal na 2ª metade séc. XIX - trabalho de Beatriz, 6ºG
A modernização de Portugal na 2ª metade séc. XIX - trabalho de Beatriz, 6ºG
 
38 portugal no século xix
38   portugal no século xix38   portugal no século xix
38 portugal no século xix
 
Império Português nos séculos XVI a XVIII
Império Português nos séculos XVI a XVIIIImpério Português nos séculos XVI a XVIII
Império Português nos séculos XVI a XVIII
 
Invasões Francesas
Invasões FrancesasInvasões Francesas
Invasões Francesas
 
A 1ª RepúBlica
A 1ª RepúBlicaA 1ª RepúBlica
A 1ª RepúBlica
 
O antes e o depois do 25 de Abril
O antes e o depois do 25 de AbrilO antes e o depois do 25 de Abril
O antes e o depois do 25 de Abril
 
C3 portugal na segunda metade do século xix (1ª parte)
C3   portugal na segunda metade do século xix (1ª parte)C3   portugal na segunda metade do século xix (1ª parte)
C3 portugal na segunda metade do século xix (1ª parte)
 
Portugal na 2ª metade do século XIX.
 Portugal na 2ª metade do século XIX. Portugal na 2ª metade do século XIX.
Portugal na 2ª metade do século XIX.
 
HIS - PORTUGAL NO SEC XIX
HIS - PORTUGAL NO SEC XIXHIS - PORTUGAL NO SEC XIX
HIS - PORTUGAL NO SEC XIX
 
Concelhos e cortes - séculos XIII e XIV
Concelhos e cortes - séculos XIII e XIVConcelhos e cortes - séculos XIII e XIV
Concelhos e cortes - séculos XIII e XIV
 
A Crise do Séc. XIV
A Crise do Séc. XIVA Crise do Séc. XIV
A Crise do Séc. XIV
 
O Fontismo
O FontismoO Fontismo
O Fontismo
 
Primeira república
Primeira repúblicaPrimeira república
Primeira república
 
O Antigo Regime
O Antigo RegimeO Antigo Regime
O Antigo Regime
 
A agricultura em portugal no século xix
A agricultura em portugal no século xixA agricultura em portugal no século xix
A agricultura em portugal no século xix
 

Semelhante a A Revolução Republicana de 1910 e a ditadura militar de 1926

A história da 1ª republica
A história da 1ª republicaA história da 1ª republica
A história da 1ª republica
anabelasilvasobral
 
A revolu‡æo republicana a e a queda
A revolu‡æo republicana a e a quedaA revolu‡æo republicana a e a queda
A revolu‡æo republicana a e a queda
Jaime Fernandes
 
1ª república
1ª república1ª república
1ª república
cruchinho
 
A República
A RepúblicaA República
A República
Beatriz Moscatel
 
1296233736 powerpoint da_revoluo_republicana
1296233736 powerpoint da_revoluo_republicana1296233736 powerpoint da_revoluo_republicana
1296233736 powerpoint da_revoluo_republicana
Pelo Siro
 
Revolução Republicana
Revolução RepublicanaRevolução Republicana
Revolução Republicana
trizfernandes
 
CENTENÁRIO DA REPÚBLICA
CENTENÁRIO DA REPÚBLICACENTENÁRIO DA REPÚBLICA
CENTENÁRIO DA REPÚBLICA
Almerindo de Pinho
 
ImplantaçãO Da RepúBlica
ImplantaçãO Da RepúBlicaImplantaçãO Da RepúBlica
ImplantaçãO Da RepúBlica
mariamelya
 
1ª república
1ª república1ª república
1ª república
ticemformacao
 
Power Point De HistóRia
Power Point De HistóRiaPower Point De HistóRia
Power Point De HistóRia
guestde15028
 
Power Point De HistóRia
Power Point De HistóRiaPower Point De HistóRia
Power Point De HistóRia
guestde15028
 
Power Point De HistóRia
Power Point De HistóRiaPower Point De HistóRia
Power Point De HistóRia
guestde15028
 
Power Point De HistóRia
Power Point De HistóRiaPower Point De HistóRia
Power Point De HistóRia
guestde15028
 
Power Point De HistóRia
Power Point De HistóRiaPower Point De HistóRia
Power Point De HistóRia
guestde15028
 
ImplataçãO Da RepúBlica @@@
ImplataçãO Da RepúBlica     @@@ImplataçãO Da RepúBlica     @@@
ImplataçãO Da RepúBlica @@@
bestclass6c2011
 
A queda da monarquia
A queda da monarquiaA queda da monarquia
A queda da monarquia
manuelao
 
A Queda Da Monarquia
A Queda Da MonarquiaA Queda Da Monarquia
A Queda Da Monarquia
jdlimaaear
 
Powerpoint da revoluo republicana
Powerpoint da revoluo republicanaPowerpoint da revoluo republicana
Powerpoint da revoluo republicana
quintadocano
 
5 outubro biblio
5 outubro biblio5 outubro biblio
5 outubro biblio
mileituras
 
Portugal da 1º Republica á Ditadura Militar
Portugal da 1º Republica á Ditadura Militar Portugal da 1º Republica á Ditadura Militar
Portugal da 1º Republica á Ditadura Militar
Beatriz Alexandra
 

Semelhante a A Revolução Republicana de 1910 e a ditadura militar de 1926 (20)

A história da 1ª republica
A história da 1ª republicaA história da 1ª republica
A história da 1ª republica
 
A revolu‡æo republicana a e a queda
A revolu‡æo republicana a e a quedaA revolu‡æo republicana a e a queda
A revolu‡æo republicana a e a queda
 
1ª república
1ª república1ª república
1ª república
 
A República
A RepúblicaA República
A República
 
1296233736 powerpoint da_revoluo_republicana
1296233736 powerpoint da_revoluo_republicana1296233736 powerpoint da_revoluo_republicana
1296233736 powerpoint da_revoluo_republicana
 
Revolução Republicana
Revolução RepublicanaRevolução Republicana
Revolução Republicana
 
CENTENÁRIO DA REPÚBLICA
CENTENÁRIO DA REPÚBLICACENTENÁRIO DA REPÚBLICA
CENTENÁRIO DA REPÚBLICA
 
ImplantaçãO Da RepúBlica
ImplantaçãO Da RepúBlicaImplantaçãO Da RepúBlica
ImplantaçãO Da RepúBlica
 
1ª república
1ª república1ª república
1ª república
 
Power Point De HistóRia
Power Point De HistóRiaPower Point De HistóRia
Power Point De HistóRia
 
Power Point De HistóRia
Power Point De HistóRiaPower Point De HistóRia
Power Point De HistóRia
 
Power Point De HistóRia
Power Point De HistóRiaPower Point De HistóRia
Power Point De HistóRia
 
Power Point De HistóRia
Power Point De HistóRiaPower Point De HistóRia
Power Point De HistóRia
 
Power Point De HistóRia
Power Point De HistóRiaPower Point De HistóRia
Power Point De HistóRia
 
ImplataçãO Da RepúBlica @@@
ImplataçãO Da RepúBlica     @@@ImplataçãO Da RepúBlica     @@@
ImplataçãO Da RepúBlica @@@
 
A queda da monarquia
A queda da monarquiaA queda da monarquia
A queda da monarquia
 
A Queda Da Monarquia
A Queda Da MonarquiaA Queda Da Monarquia
A Queda Da Monarquia
 
Powerpoint da revoluo republicana
Powerpoint da revoluo republicanaPowerpoint da revoluo republicana
Powerpoint da revoluo republicana
 
5 outubro biblio
5 outubro biblio5 outubro biblio
5 outubro biblio
 
Portugal da 1º Republica á Ditadura Militar
Portugal da 1º Republica á Ditadura Militar Portugal da 1º Republica á Ditadura Militar
Portugal da 1º Republica á Ditadura Militar
 

Mais de martamariafonseca

O 25 de Abril
O 25 de AbrilO 25 de Abril
O 25 de Abril
martamariafonseca
 
A expansão marítima
 A expansão marítima A expansão marítima
A expansão marítima
martamariafonseca
 
O 25 de Abril
O 25 de AbrilO 25 de Abril
O 25 de Abril
martamariafonseca
 
O Estado Novo
O Estado NovoO Estado Novo
O Estado Novo
martamariafonseca
 
Da Revolução Republicana à Ditadura militar
Da Revolução Republicana à Ditadura militarDa Revolução Republicana à Ditadura militar
Da Revolução Republicana à Ditadura militar
martamariafonseca
 
O Estado Novo
O Estado NovoO Estado Novo
O Estado Novo
martamariafonseca
 
Portugal nos séculos XIII e XIV
Portugal nos séculos XIII e XIVPortugal nos séculos XIII e XIV
Portugal nos séculos XIII e XIV
martamariafonseca
 
Da Revolução republicana de 1910 à ditadura militar de 1926
Da Revolução republicana de 1910 à ditadura militar de 1926Da Revolução republicana de 1910 à ditadura militar de 1926
Da Revolução republicana de 1910 à ditadura militar de 1926
martamariafonseca
 
Portugal na 2ª metade do século XIX
Portugal na 2ª metade do século XIXPortugal na 2ª metade do século XIX
Portugal na 2ª metade do século XIX
martamariafonseca
 
Os Romanos na Península Ibérica
Os Romanos na Península IbéricaOs Romanos na Península Ibérica
Os Romanos na Península Ibérica
martamariafonseca
 
As Invasões francesas e suas consequências em Portugal
As Invasões francesas e suas consequências em PortugalAs Invasões francesas e suas consequências em Portugal
As Invasões francesas e suas consequências em Portugal
martamariafonseca
 
Portugal nos séculos XIII e XIV
Portugal nos séculos XIII e XIVPortugal nos séculos XIII e XIV
Portugal nos séculos XIII e XIV
martamariafonseca
 
A formação do Reino de Portugal
A formação do Reino de PortugalA formação do Reino de Portugal
A formação do Reino de Portugal
martamariafonseca
 
A Reconquista na Península Ibérica
 A Reconquista na Península Ibérica A Reconquista na Península Ibérica
A Reconquista na Península Ibérica
martamariafonseca
 
Os Muçulmanos na Península Ibérica
Os Muçulmanos na Península Ibérica Os Muçulmanos na Península Ibérica
Os Muçulmanos na Península Ibérica
martamariafonseca
 
A Queda da Monarquia e a implantação da Monarquia
A Queda da Monarquia e a implantação da MonarquiaA Queda da Monarquia e a implantação da Monarquia
A Queda da Monarquia e a implantação da Monarquia
martamariafonseca
 
Os Romanos na Península Ibérica
Os Romanos na Península IbéricaOs Romanos na Península Ibérica
Os Romanos na Península Ibérica
martamariafonseca
 
Os Romanos na Península Ibérica
Os Romanos na Península IbéricaOs Romanos na Península Ibérica
Os Romanos na Península Ibérica
martamariafonseca
 
Os Romanos na Península Ibérica
Os Romanos na Península IbéricaOs Romanos na Península Ibérica
Os Romanos na Península Ibérica
martamariafonseca
 
A vida quotidiana na cidade na 2ª metade do século XIX
A vida quotidiana na cidade na 2ª metade do século XIXA vida quotidiana na cidade na 2ª metade do século XIX
A vida quotidiana na cidade na 2ª metade do século XIX
martamariafonseca
 

Mais de martamariafonseca (20)

O 25 de Abril
O 25 de AbrilO 25 de Abril
O 25 de Abril
 
A expansão marítima
 A expansão marítima A expansão marítima
A expansão marítima
 
O 25 de Abril
O 25 de AbrilO 25 de Abril
O 25 de Abril
 
O Estado Novo
O Estado NovoO Estado Novo
O Estado Novo
 
Da Revolução Republicana à Ditadura militar
Da Revolução Republicana à Ditadura militarDa Revolução Republicana à Ditadura militar
Da Revolução Republicana à Ditadura militar
 
O Estado Novo
O Estado NovoO Estado Novo
O Estado Novo
 
Portugal nos séculos XIII e XIV
Portugal nos séculos XIII e XIVPortugal nos séculos XIII e XIV
Portugal nos séculos XIII e XIV
 
Da Revolução republicana de 1910 à ditadura militar de 1926
Da Revolução republicana de 1910 à ditadura militar de 1926Da Revolução republicana de 1910 à ditadura militar de 1926
Da Revolução republicana de 1910 à ditadura militar de 1926
 
Portugal na 2ª metade do século XIX
Portugal na 2ª metade do século XIXPortugal na 2ª metade do século XIX
Portugal na 2ª metade do século XIX
 
Os Romanos na Península Ibérica
Os Romanos na Península IbéricaOs Romanos na Península Ibérica
Os Romanos na Península Ibérica
 
As Invasões francesas e suas consequências em Portugal
As Invasões francesas e suas consequências em PortugalAs Invasões francesas e suas consequências em Portugal
As Invasões francesas e suas consequências em Portugal
 
Portugal nos séculos XIII e XIV
Portugal nos séculos XIII e XIVPortugal nos séculos XIII e XIV
Portugal nos séculos XIII e XIV
 
A formação do Reino de Portugal
A formação do Reino de PortugalA formação do Reino de Portugal
A formação do Reino de Portugal
 
A Reconquista na Península Ibérica
 A Reconquista na Península Ibérica A Reconquista na Península Ibérica
A Reconquista na Península Ibérica
 
Os Muçulmanos na Península Ibérica
Os Muçulmanos na Península Ibérica Os Muçulmanos na Península Ibérica
Os Muçulmanos na Península Ibérica
 
A Queda da Monarquia e a implantação da Monarquia
A Queda da Monarquia e a implantação da MonarquiaA Queda da Monarquia e a implantação da Monarquia
A Queda da Monarquia e a implantação da Monarquia
 
Os Romanos na Península Ibérica
Os Romanos na Península IbéricaOs Romanos na Península Ibérica
Os Romanos na Península Ibérica
 
Os Romanos na Península Ibérica
Os Romanos na Península IbéricaOs Romanos na Península Ibérica
Os Romanos na Península Ibérica
 
Os Romanos na Península Ibérica
Os Romanos na Península IbéricaOs Romanos na Península Ibérica
Os Romanos na Península Ibérica
 
A vida quotidiana na cidade na 2ª metade do século XIX
A vida quotidiana na cidade na 2ª metade do século XIXA vida quotidiana na cidade na 2ª metade do século XIX
A vida quotidiana na cidade na 2ª metade do século XIX
 

Último

EMOCIONES PARA TRABAJAR EN LA AREA SOCIOEMOCIONAL
EMOCIONES PARA TRABAJAR EN LA AREA SOCIOEMOCIONALEMOCIONES PARA TRABAJAR EN LA AREA SOCIOEMOCIONAL
EMOCIONES PARA TRABAJAR EN LA AREA SOCIOEMOCIONAL
JocelynNavarroBonta
 
Escola de Comando e Estado-Maior da Aeronáutica (ECEMAR).pdf
Escola de Comando e Estado-Maior da Aeronáutica (ECEMAR).pdfEscola de Comando e Estado-Maior da Aeronáutica (ECEMAR).pdf
Escola de Comando e Estado-Maior da Aeronáutica (ECEMAR).pdf
Falcão Brasil
 
Slides Lição 3, Betel, A relevância da Igreja no cumprimento de sua Missão.pptx
Slides Lição 3, Betel, A relevância da Igreja no cumprimento de sua Missão.pptxSlides Lição 3, Betel, A relevância da Igreja no cumprimento de sua Missão.pptx
Slides Lição 3, Betel, A relevância da Igreja no cumprimento de sua Missão.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
VOCÊ CONHECE AS HISTÓRIAS DA BIBLÍA - EMOJIES.pptx
VOCÊ CONHECE AS HISTÓRIAS DA BIBLÍA - EMOJIES.pptxVOCÊ CONHECE AS HISTÓRIAS DA BIBLÍA - EMOJIES.pptx
VOCÊ CONHECE AS HISTÓRIAS DA BIBLÍA - EMOJIES.pptx
mailabueno45
 
Oceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsx
Oceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsxOceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsx
Oceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsx
Luzia Gabriele
 
Escola de Especialistas de Aeronáutica (EEAR).pdf
Escola de Especialistas de Aeronáutica (EEAR).pdfEscola de Especialistas de Aeronáutica (EEAR).pdf
Escola de Especialistas de Aeronáutica (EEAR).pdf
Falcão Brasil
 
A Guerra do Presente - Ministério da Defesa.pdf
A Guerra do Presente - Ministério da Defesa.pdfA Guerra do Presente - Ministério da Defesa.pdf
A Guerra do Presente - Ministério da Defesa.pdf
Falcão Brasil
 
Livro - Planejamento em Orientação Educacional - Heloísa Lück.pdf
Livro - Planejamento em Orientação Educacional - Heloísa Lück.pdfLivro - Planejamento em Orientação Educacional - Heloísa Lück.pdf
Livro - Planejamento em Orientação Educacional - Heloísa Lück.pdf
CarolineSaback2
 
Introdução ao filme Divertida Mente 2 em pdf
Introdução ao filme Divertida Mente 2 em pdfIntrodução ao filme Divertida Mente 2 em pdf
Introdução ao filme Divertida Mente 2 em pdf
valdeci17
 
Aviação de Reconhecimento e Ataque na FAB. A Saga dos Guerreiros Polivalentes...
Aviação de Reconhecimento e Ataque na FAB. A Saga dos Guerreiros Polivalentes...Aviação de Reconhecimento e Ataque na FAB. A Saga dos Guerreiros Polivalentes...
Aviação de Reconhecimento e Ataque na FAB. A Saga dos Guerreiros Polivalentes...
Falcão Brasil
 
Caderno_de_referencias_Ocupacaohumana_IV_FlaviaCoelho_compressed.pdf
Caderno_de_referencias_Ocupacaohumana_IV_FlaviaCoelho_compressed.pdfCaderno_de_referencias_Ocupacaohumana_IV_FlaviaCoelho_compressed.pdf
Caderno_de_referencias_Ocupacaohumana_IV_FlaviaCoelho_compressed.pdf
shirleisousa9166
 
EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_RITA E CLÁUDIA_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_RITA E CLÁUDIA_22_23EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_RITA E CLÁUDIA_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_RITA E CLÁUDIA_22_23
Sandra Pratas
 
Marinha do Brasil (MB) Politíca Naval.pdf
Marinha do Brasil (MB) Politíca Naval.pdfMarinha do Brasil (MB) Politíca Naval.pdf
Marinha do Brasil (MB) Politíca Naval.pdf
Falcão Brasil
 
EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23
Sandra Pratas
 
Slides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptx
Slides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptxSlides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptx
Slides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
Fotossíntese e respiração: conceitos e trocas gasosas
Fotossíntese e respiração: conceitos e trocas gasosasFotossíntese e respiração: conceitos e trocas gasosas
Fotossíntese e respiração: conceitos e trocas gasosas
MariaJooSilva58
 
Slide | Eurodeputados Portugueses (2024-2029) - Parlamento Europeu (atualiz. ...
Slide | Eurodeputados Portugueses (2024-2029) - Parlamento Europeu (atualiz. ...Slide | Eurodeputados Portugueses (2024-2029) - Parlamento Europeu (atualiz. ...
Slide | Eurodeputados Portugueses (2024-2029) - Parlamento Europeu (atualiz. ...
Centro Jacques Delors
 
Ensinar Programação 📚 Python 🐍 Método Inovador e Prático 🚀
Ensinar Programação 📚 Python 🐍 Método Inovador e Prático 🚀Ensinar Programação 📚 Python 🐍 Método Inovador e Prático 🚀
Ensinar Programação 📚 Python 🐍 Método Inovador e Prático 🚀
Miguel Delamontagne
 
Geotecnologias Aplicadas na Gestão de Riscos e Desastres Hidrológicos.pdf
Geotecnologias Aplicadas na Gestão de Riscos e Desastres Hidrológicos.pdfGeotecnologias Aplicadas na Gestão de Riscos e Desastres Hidrológicos.pdf
Geotecnologias Aplicadas na Gestão de Riscos e Desastres Hidrológicos.pdf
Falcão Brasil
 
Uma Breve História da Origem, Formação e Evolução da Terra
Uma Breve História da Origem, Formação e Evolução da TerraUma Breve História da Origem, Formação e Evolução da Terra
Uma Breve História da Origem, Formação e Evolução da Terra
Luiz C. da Silva
 

Último (20)

EMOCIONES PARA TRABAJAR EN LA AREA SOCIOEMOCIONAL
EMOCIONES PARA TRABAJAR EN LA AREA SOCIOEMOCIONALEMOCIONES PARA TRABAJAR EN LA AREA SOCIOEMOCIONAL
EMOCIONES PARA TRABAJAR EN LA AREA SOCIOEMOCIONAL
 
Escola de Comando e Estado-Maior da Aeronáutica (ECEMAR).pdf
Escola de Comando e Estado-Maior da Aeronáutica (ECEMAR).pdfEscola de Comando e Estado-Maior da Aeronáutica (ECEMAR).pdf
Escola de Comando e Estado-Maior da Aeronáutica (ECEMAR).pdf
 
Slides Lição 3, Betel, A relevância da Igreja no cumprimento de sua Missão.pptx
Slides Lição 3, Betel, A relevância da Igreja no cumprimento de sua Missão.pptxSlides Lição 3, Betel, A relevância da Igreja no cumprimento de sua Missão.pptx
Slides Lição 3, Betel, A relevância da Igreja no cumprimento de sua Missão.pptx
 
VOCÊ CONHECE AS HISTÓRIAS DA BIBLÍA - EMOJIES.pptx
VOCÊ CONHECE AS HISTÓRIAS DA BIBLÍA - EMOJIES.pptxVOCÊ CONHECE AS HISTÓRIAS DA BIBLÍA - EMOJIES.pptx
VOCÊ CONHECE AS HISTÓRIAS DA BIBLÍA - EMOJIES.pptx
 
Oceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsx
Oceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsxOceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsx
Oceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsx
 
Escola de Especialistas de Aeronáutica (EEAR).pdf
Escola de Especialistas de Aeronáutica (EEAR).pdfEscola de Especialistas de Aeronáutica (EEAR).pdf
Escola de Especialistas de Aeronáutica (EEAR).pdf
 
A Guerra do Presente - Ministério da Defesa.pdf
A Guerra do Presente - Ministério da Defesa.pdfA Guerra do Presente - Ministério da Defesa.pdf
A Guerra do Presente - Ministério da Defesa.pdf
 
Livro - Planejamento em Orientação Educacional - Heloísa Lück.pdf
Livro - Planejamento em Orientação Educacional - Heloísa Lück.pdfLivro - Planejamento em Orientação Educacional - Heloísa Lück.pdf
Livro - Planejamento em Orientação Educacional - Heloísa Lück.pdf
 
Introdução ao filme Divertida Mente 2 em pdf
Introdução ao filme Divertida Mente 2 em pdfIntrodução ao filme Divertida Mente 2 em pdf
Introdução ao filme Divertida Mente 2 em pdf
 
Aviação de Reconhecimento e Ataque na FAB. A Saga dos Guerreiros Polivalentes...
Aviação de Reconhecimento e Ataque na FAB. A Saga dos Guerreiros Polivalentes...Aviação de Reconhecimento e Ataque na FAB. A Saga dos Guerreiros Polivalentes...
Aviação de Reconhecimento e Ataque na FAB. A Saga dos Guerreiros Polivalentes...
 
Caderno_de_referencias_Ocupacaohumana_IV_FlaviaCoelho_compressed.pdf
Caderno_de_referencias_Ocupacaohumana_IV_FlaviaCoelho_compressed.pdfCaderno_de_referencias_Ocupacaohumana_IV_FlaviaCoelho_compressed.pdf
Caderno_de_referencias_Ocupacaohumana_IV_FlaviaCoelho_compressed.pdf
 
EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_RITA E CLÁUDIA_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_RITA E CLÁUDIA_22_23EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_RITA E CLÁUDIA_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_RITA E CLÁUDIA_22_23
 
Marinha do Brasil (MB) Politíca Naval.pdf
Marinha do Brasil (MB) Politíca Naval.pdfMarinha do Brasil (MB) Politíca Naval.pdf
Marinha do Brasil (MB) Politíca Naval.pdf
 
EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23
 
Slides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptx
Slides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptxSlides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptx
Slides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptx
 
Fotossíntese e respiração: conceitos e trocas gasosas
Fotossíntese e respiração: conceitos e trocas gasosasFotossíntese e respiração: conceitos e trocas gasosas
Fotossíntese e respiração: conceitos e trocas gasosas
 
Slide | Eurodeputados Portugueses (2024-2029) - Parlamento Europeu (atualiz. ...
Slide | Eurodeputados Portugueses (2024-2029) - Parlamento Europeu (atualiz. ...Slide | Eurodeputados Portugueses (2024-2029) - Parlamento Europeu (atualiz. ...
Slide | Eurodeputados Portugueses (2024-2029) - Parlamento Europeu (atualiz. ...
 
Ensinar Programação 📚 Python 🐍 Método Inovador e Prático 🚀
Ensinar Programação 📚 Python 🐍 Método Inovador e Prático 🚀Ensinar Programação 📚 Python 🐍 Método Inovador e Prático 🚀
Ensinar Programação 📚 Python 🐍 Método Inovador e Prático 🚀
 
Geotecnologias Aplicadas na Gestão de Riscos e Desastres Hidrológicos.pdf
Geotecnologias Aplicadas na Gestão de Riscos e Desastres Hidrológicos.pdfGeotecnologias Aplicadas na Gestão de Riscos e Desastres Hidrológicos.pdf
Geotecnologias Aplicadas na Gestão de Riscos e Desastres Hidrológicos.pdf
 
Uma Breve História da Origem, Formação e Evolução da Terra
Uma Breve História da Origem, Formação e Evolução da TerraUma Breve História da Origem, Formação e Evolução da Terra
Uma Breve História da Origem, Formação e Evolução da Terra
 

A Revolução Republicana de 1910 e a ditadura militar de 1926

  • 1. DA REVOLUÇÃO REPUBLICANA DE 1910 À DITADURA MILITAR DE 1926
  • 2. DA REVOLUÇÃO REPUBLICANA DE 1910 À DITADURA MILITAR DE 1926 FATORES QUE CONTRIBUÍRAM PARA A QUEDA DA MONARQUIA Em finais do século XIX, a grande maioria dos portugueses estava descontente com o rumo que o País estava a levar. O que causava este descontentamento? VARINAS A TRANSPORTAR PEIXE PARA VENDA. A BURGUESIA PASSEAVA NO PASSEIO PÚBLICO. CRIANÇAS BURGUESAS DEIXAM-SE FOTOGRAFAR NUM MOMENTO DE LAZER. CRIANÇAS DO POVO TRANSPORTADAS NUM CESTO. 1. Forte desigualdade social entre ricos e pobres.
  • 3. DA REVOLUÇÃO REPUBLICANA DE 1910 À DITADURA MILITAR DE 1926 2. Os empréstimos pedidos ao estrangeiro para financiar a modernização do Reino levaram a uma elevada dívida externa. 3. Os governos sucediam-se e mostravam-se incapazes em arranjar uma solução para a crise económica. GRANDES INVESTIMENTOS NA CONSTRUÇÃO DE OBRAS PÚBLICAS. PONTE LUÍS I, NO PORTO. FATORES QUE CONTRIBUÍRAM PARA A QUEDA DA MONARQUIA GRANDES INVESTIMENTOS NA CONSTRUÇÃO E EXPANSÃO DA LINHA FÉRREA.
  • 4. DA REVOLUÇÃO REPUBLICANA DE 1910 À DITADURA MILITAR DE 1926 4. Para conseguirem pagar a dívida, os governos monárquicos faziam constantes aumentos de impostos, o que agravava, ainda mais, o estado miserável em que vivia uma grande parte da população portuguesa. FATORES QUE CONTRIBUÍRAM PARA A QUEDA DA MONARQUIA CARICATURA SOBRE OS CONSTANTES AUMENTOS DE IMPOSTOS EM PORTUGAL.
  • 5. DA REVOLUÇÃO REPUBLICANA DE 1910 À DITADURA MILITAR DE 1926 5. Gastos excessivos da corte e dos membros da família real. D. CARLOS E A RAINHA D. AMÉLIA NUMA VISITA À ILHA DA MADEIRA. UM DOS IATES OFERECIDOS POR D. CARLOS À RAINHA D. AMÉLIA. PORMENOR DO INTERIOR LUXUOSO DO IATE D. AMÉLIA. D. CARLOS AO VOLANTE DE UM DOS SEUS MUITOS AUTOMÓVEIS. FATORES QUE CONTRIBUÍRAM PARA A QUEDA DA MONARQUIA
  • 6. DA REVOLUÇÃO REPUBLICANA DE 1910 À DITADURA MILITAR DE 1926 6. Nos finais do século XIX, vários países industrializados da Europa iniciaram a exploração ao interior do continente africano à procura de matérias-primas a preços baixos, o que levou a disputas entre estes países sobre a ocupação desses territórios. Como os países não chegavam a acordo, decidiram reunir, entre 1884-1885, na Conferência de Berlim. Nessa conferência ficou definido que as terras em África seriam dos países que as ocupassem efetivamente e não daqueles que as tivessem descoberto há mais tempo. CARICATURA DE RAFAEL BORDALO PINHEIRO SOBRE A CONFERÊNCIA DE BERLIM. FATORES QUE CONTRIBUÍRAM PARA A QUEDA DA MONARQUIA
  • 7. DA REVOLUÇÃO REPUBLICANA DE 1910 À DITADURA MILITAR DE 1926 Há muitos séculos que Portugal tinha a posse de territórios em África e, por esse motivo, a decisão saída da Conferência de Berlim, que punha fim ao acesso aos territórios por direito histórico, prejudicava gravemente Portugal. Por isso, em 1886, Portugal apresentou aos países que estiveram reunidos na Conferência de Berlim o Mapa Cor-de-Rosa. FATORES QUE CONTRIBUÍRAM PARA A QUEDA DA MONARQUIA
  • 8. DA REVOLUÇÃO REPUBLICANA DE 1910 À DITADURA MILITAR DE 1926 Há muitos séculos que Portugal tinha a posse de territórios em África e, por esse motivo, a decisão saída da Conferência de Berlim, que punha fim ao acesso aos territórios por direito histórico, prejudicava gravemente Portugal. Por isso, em 1886, Portugal apresentou aos países que estiveram reunidos na Conferência de Berlim o Mapa Cor-de-Rosa. MAPA COR-DE-ROSA. Com a apresentação do Mapa Cor-de-Rosa, Portugal desejava que lhe fosse reconhecido o direito de posse sobre as regiões entre Angola e Moçambique. FATORES QUE CONTRIBUÍRAM PARA A QUEDA DA MONARQUIA
  • 9. DA REVOLUÇÃO REPUBLICANA DE 1910 À DITADURA MILITAR DE 1926 7. A cedência portuguesa ao Ultimato Inglês. A Inglaterra não aceitou as exigências de Portugal apresentadas no Mapa Cor-de-Rosa e apresentou, em 1890, um ultimato ao País. O rei D. Carlos cedeu à exigência inglesa, o que não agradou à população portuguesa nem aos republicanos. CARICATURA SOBRE O ULTIMATO INGLÊS APRESENTADO A PORTUGAL. FATORES QUE CONTRIBUÍRAM PARA A QUEDA DA MONARQUIA
  • 10. DA REVOLUÇÃO REPUBLICANA DE 1910 À DITADURA MILITAR DE 1926 O CRESCIMENTO DO PARTIDO REPUBLICANO O Partido Republicano, fundado em 1876, tinha como principal objetivo derrubar a Monarquia e implantar uma República. MANIFESTAÇÃO NOS RESTAURADORES, EM LISBOA, CONTRA O ULTIMATO INGLÊS. O descontentamento provocado pela cedência do rei ao Ultimato Inglês foi aproveitado pelo Partido Republicano para fazer uma campanha de propaganda contra a Monarquia.
  • 11. DA REVOLUÇÃO REPUBLICANA DE 1910 À DITADURA MILITAR DE 1926 A primeira revolta contra a Monarquia deu-se no Porto, a 31 de janeiro de 1891, mas fracassou. TROPAS MONÁRQUICAS E REPUBLICANOS DEBATERAM-SE NA CIDADE DO PORTO. O CRESCIMENTO DO PARTIDO REPUBLICANO Para evitar uma nova revolta, D. Carlos nomeou para primeiro-ministro João Franco, que passou a governar sem respeitar os direitos e liberdades dos cidadãos. A população ficou cada vez mais zangada com a Monarquia! CARICATURA SOBRE O GOVERNO AUTORITÁRIO INSTITUÍDO POR JOÃO FRANCO.
  • 12. DA REVOLUÇÃO REPUBLICANA DE 1910 À DITADURA MILITAR DE 1926 O REGICÍDIO No dia 1 de fevereiro de 1908, o rei D. Carlos e o príncipe herdeiro D. Luís foram mortalmente atingidos a tiro quando atravessavam, na sua carruagem, a Praça do Comércio, em Lisboa.
  • 13. DA REVOLUÇÃO REPUBLICANA DE 1910 À DITADURA MILITAR DE 1926 Perante este triste acontecimento, coube ao filho mais novo de D. Carlos, D. Manuel, subir ao trono. D. MANUEL II, O PATRIOTA (1908-1910). D. Manuel II demitiu João Franco e procurou acalmar os republicanos e a população. No entanto, os republicanos não estavam interessados nas novas políticas do rei, mas sim em pôr fim à Monarquia. A SUCESSÃO DE D. CARLOS
  • 14. DA REVOLUÇÃO REPUBLICANA DE 1910 À DITADURA MILITAR DE 1926 A 4 de outubro de 1910 as tropas republicanas, apoiadas por populares, concentraram-se em Lisboa e, apesar da reação militar das forças monárquicas, os republicanos saíram vencedores. TROPAS E CIVIS BARRICADOS NA ROTUNDA NO DIA 5 DE OUTUBRO DE 1910. A REVOLUÇÃO DO 5 DE OUTUBRO E A IMPLANTAÇÃO DA REPÚBLICA
  • 15. DA REVOLUÇÃO REPUBLICANA DE 1910 À DITADURA MILITAR DE 1926 A PROCLAMAÇÃO DA REPÚBLICA POR JOSÉ RELVAS, NO DIA 5 DE OUTUBRO DE 1910. POSTAL ILUSTRADO SOBRE A PROCLAMAÇÃO DA REPÚBLICA PORTUGUESA A 5 DE OUTUBRO DE 1910. A IMPLANTAÇÃO DA REPÚBLICA – 5 DE OUTUBRO 1910
  • 17. DA REVOLUÇÃO REPUBLICANA DE 1910 À DITADURA MILITAR DE 1926 QUAIS AS PRINCIPAIS DIFERENÇAS ENTRE O REGIME POLÍTICO DA MONARQUIA E O DA REPÚBLICA? PRESIDENTE DA REPÚBLICA MARCELO REBELO DE SOUSAREI D. MANUEL II
  • 18. DA REVOLUÇÃO REPUBLICANA DE 1910 À DITADURA MILITAR DE 1926 Após a concretização da Revolução do 5 de Outubro de 1910, o poder ficou entregue a um governo provisório chefiado por Teófilo Braga, que começou por… TEÓFILO BRAGA FOI O CHEFE DO GOVERNO PROVISÓRIO E VIRIA A SER O SEGUNDO PRESIDENTE DA REPÚBLICA PORTUGUESA. organizar eleições para a Assembleia Constituinte para redigir uma nova Constituição. aprovar os novos símbolos da República Portuguesa, substituindo os da Monarquia. O GOVERNO PROVISÓRIO
  • 19. DA REVOLUÇÃO REPUBLICANA DE 1910 À DITADURA MILITAR DE 1926 Heróis do mar, nobre povo, Nação valente, imortal, Levantai hoje de novo O esplendor de Portugal! Entre as brumas da memória, Ó Pátria sente-se a voz Dos teus egrégios avós, Que há de guiar-te à vitória! Às armas, às armas! Sobre a terra, sobre o mar, Às armas, às armas! Pela Pátria lutar! Contra os canhões marchar, marchar! SÍMBOLOS DA REPÚBLICA BANDEIRA DA REPÚBLICA. HINO NACIONAL – A PORTUGUESA. O ESCUDO – A NOVA MOEDA DA REPÚBLICA.
  • 20. DA REVOLUÇÃO REPUBLICANA DE 1910 À DITADURA MILITAR DE 1926 • O chefe de Estado deixou de ser o Rei e passou a ser o Presidente da República, que era eleito pelos deputados que formavam o Parlamento. • O Parlamento passou a ser o órgão mais importante, porque dele dependia a aprovação das leis. Os deputados eleitos nas eleições de 1911 para a Assembleia Constituinte elaboraram a primeira Constituição Republicana, que introduziu alterações, das quais se destacam: A CONSTITUIÇÃO DE 1911
  • 21. DA REVOLUÇÃO REPUBLICANA DE 1910 À DITADURA MILITAR DE 1926 A ORGANIZAÇÃO DO PODER APÓS A CONSTITUIÇÃO DE 1911
  • 22. DA REVOLUÇÃO REPUBLICANA DE 1910 À DITADURA MILITAR DE 1926 PRINCIPAIS REALIZAÇÕES DA 1.ª REPÚBLICA Os sucessivos governos republicanos, através do Parlamento, fizeram leis que introduziram melhorias na vida dos Portugueses. • Cortaram nas despesas do Estado. • Reorganizaram o ensino. • Limitaram o poder da Igreja. • Criaram leis para melhorar as condições de trabalho. • Introduziram leis de proteção à família e à mulher.
  • 23. DA REVOLUÇÃO REPUBLICANA DE 1910 À DITADURA MILITAR DE 1926 Ensino primário: • criação de jardins-escola; • aumento do número de escolas primárias; • escolaridade obrigatória e gratuita entre os 7 e os 12 anos. Ensino técnico: • criação de escolas agrícolas, comerciais e industriais. Ensino superior: • reforma da Universidade de Coimbra; • criação das Universidades de Lisboa e do Porto. ESCOLA AGRÍCOLA DA PAIÃ, ODIVELAS. SALA DE AULA NA 1.ª REPÚBLICA. MEDIDAS EDUCATIVAS
  • 24. DA REVOLUÇÃO REPUBLICANA DE 1910 À DITADURA MILITAR DE 1926 MEDIDAS EDUCATIVAS As medidas educativas pretendiam diminuir a taxa de analfabetismo. CRIAÇÃO DE ESCOLAS PRIMÁRIAS A PARTIR DE 1910. TAXAS DE ALFABETIZAÇÃO DA POPULAÇÃO PORTUGUESA.
  • 25. DA REVOLUÇÃO REPUBLICANA DE 1910 À DITADURA MILITAR DE 1926 Separação da Igreja do Estado: • os bens da Igreja foram nacionalizados; • foi proibido o ensino religioso nas escolas públicas; • legalizaram o casamento civil; • protegeram os filhos menores legítimos e ilegítimos. AFONSO COSTA FOI MINISTRO DAS FINANÇAS E DA JUSTIÇA. FOI UM DEFENSOR DA SEPARAÇÃO DA IGREJA DO ESTADO. MEDIDAS SOCIAIS
  • 26. DA REVOLUÇÃO REPUBLICANA DE 1910 À DITADURA MILITAR DE 1926 Melhoria das condições de trabalho: • estabelecimento de um dia para descanso semanal obrigatório; • diminuição do horário de trabalho para 48 horas semanais; • criação de seguros contra acidentes de trabalho; • proteção social na doença e na velhice; • direito à greve. As lei criadas com o objetivo de melhorar as condições dos operários não foram suficientes. Para lutarem pelos seus interesses, uniram-se e organizaram-se em sindicatos, passando a promover manifestações e greves. Anos Exemplos de horas de trabalho 1902 Tecelões de Gouveia – 16 horas/dia 1910 Corticeiros do Barreiro – 10/12 horas/dia 1912 Conserveiros de peixe de Setúbal – 10 horas/dia GREVE DA CARRIS EM LISBOA, 1912. MEDIDAS SOCIAIS
  • 27. DA REVOLUÇÃO REPUBLICANA DE 1910 À DITADURA MILITAR DE 1926 Forte instabilidade governativa - em 16 anos o poder esteve entregue a 45 Governos e 8 Presidentes da República. A falta de uma maioria no Parlamento impedia que as leis e as propostas fossem aprovadas e, por esse motivo, eram convocadas eleições com grande regularidade. Ocasionalmente, existiam tentativas de implantação da Monarquia que, embora fracassassem, fragilizavam o sistema republicano. FATORES QUE CONTRIBUÍRAM PARA A INSTABILIDADE DA 1.ª REPÚBLICA
  • 28. DA REVOLUÇÃO REPUBLICANA DE 1910 À DITADURA MILITAR DE 1926 Outro fator que veio agravar a situação económica e social do País foi a participação de Portugal na 1.ª Guerra Mundial. Para este conflito, foram destacados dezenas de milhares de soldados para a região da Flandres (França). FATORES QUE CONTRIBUÍRAM PARA A INSTABILIDADE DA 1.ª REPÚBLICA CORPO EXPEDICIONÁRIO PORTUGUÊS – O CEP PARTE PARA A FLANDRES.
  • 29. DA REVOLUÇÃO REPUBLICANA DE 1910 À DITADURA MILITAR DE 1926 Durante as primeiras duas décadas do século XX, a população portuguesa assistiu: • ao agravamento da dívida de Portugal ao estrangeiro; • ao aumento do custo de vida e a uma diminuição dos salários; • ao aumento do desemprego; • à participação de Portugal na 1.ª Guerra Mundial, que implicou custos económicos e sociais. FATORES QUE CONTRIBUÍRAM PARA A INSTABILIDADE DA 1.ª REPÚBLICA Agravamento da tensão social. Sentimento de que o Governo não arranjava solução para os problemas que afetavam o País. Golpe militar de 1926
  • 30. DA REVOLUÇÃO REPUBLICANA DE 1910 À DITADURA MILITAR DE 1926 No dia 28 de maio de 1926, os militares liderados pelo general Gomes da Costa desencadearam, em Braga, um movimento militar e iniciaram uma marcha em direção a Lisboa. Sem encontrar qualquer tipo de resistência, instauraram uma DITADURA MILITAR que pôs fim a 16 anos de República e que tomou as seguintes medidas: • dissolveu o Parlamento; • suspendeu muitas das liberdades que tinham sido anteriormente adquiridas, como, por exemplo, a liberdade de expressão e o direito às greves e às manifestações; • as eleições e os governos passaram a ser nomeados por militares. O general Gomes da Costa depois de ter iniciado o golpe que levaria à queda da Monarquia, dirige-se a Lisboa onde foi recebido pela população numa manifestação de grande apoio. O GOLPE MILITAR DE 1926
  • 31. DA REVOLUÇÃO REPUBLICANA DE 1910 À DITADURA MILITAR DE 1926 ATIVIDADES DE CONSOLIDAÇÃO DO POWERPOINT DA REVOLUÇÃO REPUBLICANA DE 1910 À DITADURA MILITAR DE 1926 Na resposta a cada um dos itens, assinala com um X as opções corretas. 1. A crise económica vivida por Portugal no final do século XIX foi provocada…  pelos empréstimos contraídos aos países estrangeiros pelo Governo português.  pela falta do ouro proveniente do Brasil.  pelos gastos do rei e da família real.  pelo constante aumento de impostos. 2. Segundo as decisões saídas da Conferência de Berlim…  os territórios africanos seriam entregues não a quem os tinha descoberto há mais tempo, mas a quem os ocupasse efetivamente.  os territórios africanos seriam entregues a quem os tinha descoberto há mais tempo, e não a quem os ocupasse efetivamente.  os territórios africanos seriam entregues ao país mais rico.
  • 32. DA REVOLUÇÃO REPUBLICANA DE 1910 À DITADURA MILITAR DE 1926 ATIVIDADES DE CONSOLIDAÇÃO DO POWERPOINT 3. Segundo o Mapa Cor-de-Rosa, os territórios entre Angola e Moçambique pertenceriam a…  Espanha.  Inglaterra.  Portugal. 4. O partido político que se opôs à Monarquia foi o...  Partido Socialista.  Partido Republicano.  Partido Popular Monárquico. 5. O que aconteceu no dia 1 de fevereiro de 1908, em Lisboa?  O regicídio, que vitimou o rei D. Carlos e o príncipe D. Luís.  Um terramoto que destruiu Lisboa.
  • 33. DA REVOLUÇÃO REPUBLICANA DE 1910 À DITADURA MILITAR DE 1926 ATIVIDADES DE CONSOLIDAÇÃO DO POWERPOINT 6. Completa o quadro com as diferenças entre Monarquia e República. Monarquia República Chefe de Estado Como assume o poder Quando abandona o cargo Rei. Geralmente, passa de pai para filho (forma hereditária). Quando morre. Presidente da República. É eleito pelos cidadãos através do voto. Quando termina o período determinado por lei.
  • 34. DA REVOLUÇÃO REPUBLICANA DE 1910 À DITADURA MILITAR DE 1926 ATIVIDADES DE CONSOLIDAÇÃO DO POWERPOINT 7. Os novos símbolos da República eram…  o hino, a bandeira monárquica e a moeda (Escudo).  o hino, a bandeira monárquica e a moeda (Euro).  o hino, a bandeira republicana e a moeda (Escudo). 8. A elaboração da Constituição de 1911 ficou a cargo da...  Assembleia da República.  Assembleia Constituinte.  Assembleia Municipal. 9. Para limitar o poder da Igreja, os primeiros governos republicanos…  proibiram o ensino religioso nas escolas públicas e expulsaram as ordens religiosas.  privatizaram os bens da Igreja e entregaram-nos aos mais carenciados.  legalizaram o casamento e criaram o registo civil.
  • 35. DA REVOLUÇÃO REPUBLICANA DE 1910 À DITADURA MILITAR DE 1926 A 28 de maio de 1929, sob o comando do general Gomes da Costa, as forças militares saíram de Braga numa marcha em direção ao Porto. Quando chegaram à cidade do Porto, dissolveram o Parlamento, suspenderam a Constituição e entregaram a chefia do Governo ao general Gomes da Costa que estabeleceu uma democracia. Este regime deu muitas liberdades, como o direito à greve e a liberdade de expressão. ATIVIDADES DE CONSOLIDAÇÃO DO POWERPOINT 10. Para a instabilidade e queda da 1ª República contribuíram alguns dos seguintes fatores:  queda e nomeação sucessiva de governos;  situação económica favorável aos monárquicos;  participação de Portugal na 1ª Guerra Mundial;  descida dos preços;  diminuição dos salários;  aumento da dívida de Portugal ao estrangeiro. 11. Risca e corrige os erros que encontras no texto seguinte. Lê o texto: de Lisboa, suspendeu a Lisboa. ditadura. 1926,
  • 36. DA REVOLUÇÃO REPUBLICANA DE 1910 À DITADURA MILITAR DE 1926