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A MÚSICA EM TORNO DE LEONARDO DA VINCI Prof. Dr. Edson Leite
Que o teu trabalho  seja perfeito para que,  mesmo depois da tua morte, ele permaneça. (Leonardo da Vinci)
Período da Renascença Interesse pelo saber e cultura, particularmente pelas idéias e conhecimentos dos  antigos  gregos e romanos .  Época de  grandes descobertas  e explorações  (Vasco da Gama, Colombo, Cabral)  Notáveis  avanços  se processam na Ciência e Astronomia.
O homem é a figura central O homem passa a voltar seu  olhar sobre si mesmo . Há o ressurgimento dos estudos nos campos das  ciências humanas . O próprio homem toma-se  objeto de observação , ao mesmo tempo em que  é o  observador .
Grandes centros da época Espanha e França : nações mais poderosas.  Itália  dividida sob a influência de  Veneza, Milão, Nápoles e Florença .  Família Médici , onde proliferavam papas, reis e rainhas, dominava Florença. Em  Florença  ressurge o  poderio cultural  italiano.  Aos 25 anos,  Leonardo da Vinci  trabalhava para Lorenzo Di Médici na administração da cidade estado.
Disputa pelos melhores artistas Qualquer casa que se prezasse exercia o  mecenato  e, efetivamente, muitos foram os  centros de riqueza e poder  espalhados pela  Europa  que, numa  concorrência  desenfreada, passaram a  disputar os artistas de maior fama .
Florença e Veneza Centros musicais  progressistas  na Europa  até aos finais do   séc. XVI , e a combinação das inovações musicais destes centros resultou no  desenvolvimento  daquilo que seria conhecido como o  estilo Barroco .
Ostentação da arquitetura Filippo  Brunelleschi  (1377-1446) abre em Florença a Renascença Italiana.  Virtuosismo no domínio das formas geométricas e puras , no novo arranjo das antigas ordens clássicas e da  monumentalidade .
Música dos antigos romanos Estava ligada à  sensualidade . Era um complemento dos  divertimentos  particulares e públicos, nos  banquetes  e no  circo .  Era uma  forma de atrair e concentrar a vasta população  romana nos recintos públicos.
Música do cristianismo Com a implantação do cristianismo, morrem os velhos deuses e a música que os celebrava, embora não completamente.  A tradição oral e os costumes ancestrais permanecem , camuflados no cristianismo.
SALVE REGINA
Canto litúrgico Forma de expressão que melhor se  conservou . A uniformização que o Cristianismo moldou no continente europeu deu  origem   ao conceito de  “ música ocidental ” Evoluiu para uma  polifonia culta e artística  e que levaria ao aparecimento da harmonia e das  grandes formas clássicas.
Música antiga Música da  Idade Média ,  Renascimento  e  Barroco .  Um certo tipo de música  parou de ser executada  depois da "sua época" e precisou ser revivida nos nossos tempos. Uso de  instrumentos "autênticos " (instrumentos  ou cópias  dos instrumentos), técnica vocal do período e novas questões de tempo e dinâmicas.
Música antiga Música Medieval entre 800 e 1450 Música Renascentista entre 1450 e 1600 Música Barroca entre 1600 e 1750
Intérprete arqueólogo A música do Renascimento e da Idade Média incita o intérprete a buscar através de outras fontes, como  iconografia  e relatos de época ( poesia, crônicas, histórias ), dados que permitam reconstruir a forma como esta música era realizada. Os  livros do século XVI  sobre Música tratam mais da  Teoria Musical  do que da  Prática Musical .
Características da música renascentista A  improvisação  era parte integrante da execução da Música Antiga. Não expressa qualquer retorno às civilizações clássicas  na sua morfologia, referindo-se exclusivamente a elas nos  textos das canções , precisamente por não haver vestígios da produção musical clássica.
Características da música renascentista Interesse vivo pelo profano , integrando-se, assim, na corrente de laicização que o Renascimento incentivava. Contudo, as  obras de maior destaque  foram compostas  para a Igreja .  A linha que separa a música profana da sacra é tênue , tanto na estrutura como na própria forma textual.
Sacro x Profano O que define exatamente o caráter sacro ou profano é o conteúdo e a função do repertório.  Antes, era uma  melodia litúrgica  que servia de pretexto para um ato de comunicação burguês. Agora, seria uma  melodia burguesa  que serviria de pretexto para um ato de comunicação litúrgico.
Música coral Estilo  polifônico coral  ou  policoral ,  sem acompanhamento de instrumentos . Revela um  alto grau de complexidade  e sofisticação de combinações harmônicas até 64 vozes. A  dimensão vertical da música  ( harmonia )
Principais modificações Melhora na precisão da  notação musical  (existência de várias vozes). Experiências acústicas como a  multiespacialidade  (distribuição do coro em vários lugares na igreja) e  efeitos vocais  (gritos, resmungos e sons de animais). A  métrica musical  passa a ter dois tipos de figuras: brancas para as notas longas, e pretas para as curtas (devido ao uso do papel em lugar do pergaminho). Surge a  idéia de compasso .  Intensifica-se o uso do "estilo imitativo" ( contraponto ).
Classificação das vozes Nome  medieval (latim)  Supremus (Superius) Altus Contraltus Tenor Bassus Nome  renascentista (italiano)  Soprano Contralto Contratenor Tenor  Basso
Formas musicais Missa   (aprimorada nesse período) Moteto   (superposição de textos; pode incluir salmos, antífonas etc.) Música vocal profana : cantos carnavalescos  canções  frottoli  lied  madrigais (a cappella, em italiano, às vezes sacros) vilancicos
Cancionero de Upsala (primeiras décadas do séc. XVI) Camerata Antiqua de Curitiba – Roberto de Regina Vésame y abràçame Marido mio, Y daros en la mañana Camisòn limpio. Yo nunca vi hombre Bivo estar tan muerto, Ni hazer el dormido Estando despierto. Andad marido alerta Y tened brio, Y daros em la mañana, Camisón limpio. Beija-me e abraça-me, Marido meu, E vos darei pela manhã Uma camisa limpa. Eu nunca vi um homem Vivo estar tão morto, Nem se fazer de dormido Estando acordado. Anda, marido, alerta E tenha brio, E vos darei pela manhã Uma camisa limpa.
Música instrumental Até a Renascença,  a função dos instrumentos  resumia-se praticamente a  acompanhar o canto,  dobrando-o ou substituindo-o.
 
Música instrumental A partir do século XVI, há o interesse crescente em escrever música somente para instrumentos, motivado por várias razões: ambiente  proporcionado pelas capelas reais evolução  da música instrumental fixação e divulgação da escrita em  tablatura , o que contribuiu para a  impressão musical consenso  sobre a dimensão harmônica da música qualidade  tímbrica dos instrumentos
Grupo de Música Antiga  Conservatório de Tatuí - SP
Música instrumental Nascimento de vários consortes  de flautas, de violas da gamba, que tinham por hábito tocar de pé. Surge a figura do " mestre da música “: primeiro instrumentista, cuja função é dirigir o restante dos instrumentos. Os instrumentos utilizados na música renascentista são praticamente os mesmos da época medieval, passando apenas por pequenas alterações. Os  instrumentos de teclado  começaram a ganhar popularidade, chegando a surgir neste período os  primeiros álbuns  para órgão, clavicórdio ou virginal.
 
Formas instrumentais Transcrição  Variação Tocatta (virtuosidade do instrumentista) Canzone ou Sonata (canção para instrumentos) Ricercar (idéias melódicas trabalhadas pela imitação)
Vida musical Catedrais Capelas reais ou principescas Escolas de meninos de coro Música religiosa, danças,  marchas militares, música erudita e canções eróticas
Suportes para a escrita Com o desuso do pergaminho, a música passou a ser escritas em: Pequenos cadernos  onde os compositores escreviam a lápis, porque assim que tivessem copiado ou executado as peças, apagavam e voltavam a escrever na mesma cartela. As partes eram  escritas separadamente, devido ao aumento do número de vozes e das figuras musicais.  Livros manuscritos de coro , de grandes dimensões, uma vez que era mais econômico os cantores partilharem do mesmo livro.
Compositores Renascentistas
Josquin des Préz  1440-1521 Kyrie da  Missa de Beata Virgine . ( Roma, Biblioteca Apostólica Vaticana, Capp. Sist. 45, ff. 1v-2r )
Orlando de Lassus   1532-1594
William Byrd 1543-1623
Giovanni Gabrielli   1555-1612
John Dowland  1563-1626
Claudio Monteverdi   1567- 1643
Giovanni Pierluigi da Palestrina 1525-1594
Coros da Academia Filarmônica Romana – Pablo Colino
Arte musical da Renascença aberta a experimentações e inovações possibilidade de aventuras sonoras correspondência próxima com as descobertas do Novo Mundo e a física de Galileu e Newton refinamento da sensibilidade ideal de perfeição e grandeza ampliação de públicos educados incorporação de um espírito humanista e cosmopolita.
Mateo Flecha Espanha:   1481-1553 Camerata Renascentista de Caracas – Isabel Palacios Las Ensaladas – La Guerra Pues la guerra está em las manos Y para guerra nascemos, Bien será nos ensayemos Para vencer los tiranos (...)
Leonardo Da Vinci e a música
Retrato de um músico  Na restauração em 1905, eliminou-se uma vaga camada de verniz fazendo aparecer a mão e uma partitura na tela.  Daí o nome da pintura, que é o único retrato masculino atribuído a Da Vinci. Esta tela foi pintada em 1485 e é, provavelmente, o retrato  de Franchino Gaffurio, professor de música da capela da Catedral de Milão, na década de 1480. Trata-se de uma pintura pouco detalhada, com postura rígida e a agressividade nas sombras, motivo pelo qual existe controvérsia sobre a autoria da obra. Encontra-se atualmente na Pinacoteca Ambrosiana, em Milão.
Da Vinci e a música  para Mona Lisa Conta a lenda que Leonardo tocava, para distrair seu modelo (Mona Lisa). Tocava música composta por ele em instrumentos inventados por ele. Acredita-se que os instrumentos eram um órgão a água e uma lira de prata.
Bibliografia básica ABDNOUR, Oscar João.  Matemática e música:  o pensamento analógico na construção de significados. São Paulo: Escrituras, 2002. BURKE, P.  The European Renaissance:  centre and ´peripheries. Oxford: Blackwell, 1998.  BROTTON, J.  The Renaissance:  a very short introduction. London: OUP, 2006. BORGES, Maria José, CARDOSO, José Maria Pedrosa,  História da Música.  Edições Sebenta, 1996.  CANDÉ, Roland de.  Dicionário dos Músicos.  Lisboa: Edições 70, 1982. CARPEAUX, Otto Maria.  Uma nova história da música . 4 ed. Rio de Janeiro: Alhambra, 1977. COTTE, Roger.  Música e simbolismo . São Paulo: Cultrix, 1990.
Bibliografia básica HART, Frederick.  History of Italian Renaissance Art . 4 ed. Londres: Thames and Hudson, 1970-1994.  HERZFELD, Friedrich.  Nós e a música.  Lisboa: Edição Livros do Brasil, 1970.  HODEIR, André.  As formas da Música.  Lisboa: Arcádia, 1970. SCHURMANN, Ernest F.  A música como linguagem  – uma abordagem histórica. São Paulo: Perspectiva, 1989.   VIDAL, Sara Louraço.  Música Renascentista : apontamentos sobre Orlandus Lassus. Disponível em: http://neh.no.sapo.pt/documentos/musica_renascentista.htm
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A Música no período de Da Vinci e o seu Desenvolvimento

  • 1. A MÚSICA EM TORNO DE LEONARDO DA VINCI Prof. Dr. Edson Leite
  • 2. Que o teu trabalho seja perfeito para que, mesmo depois da tua morte, ele permaneça. (Leonardo da Vinci)
  • 3. Período da Renascença Interesse pelo saber e cultura, particularmente pelas idéias e conhecimentos dos antigos gregos e romanos . Época de grandes descobertas e explorações (Vasco da Gama, Colombo, Cabral) Notáveis avanços se processam na Ciência e Astronomia.
  • 4. O homem é a figura central O homem passa a voltar seu olhar sobre si mesmo . Há o ressurgimento dos estudos nos campos das ciências humanas . O próprio homem toma-se objeto de observação , ao mesmo tempo em que é o observador .
  • 5. Grandes centros da época Espanha e França : nações mais poderosas. Itália dividida sob a influência de Veneza, Milão, Nápoles e Florença . Família Médici , onde proliferavam papas, reis e rainhas, dominava Florença. Em Florença ressurge o poderio cultural italiano. Aos 25 anos, Leonardo da Vinci trabalhava para Lorenzo Di Médici na administração da cidade estado.
  • 6. Disputa pelos melhores artistas Qualquer casa que se prezasse exercia o mecenato e, efetivamente, muitos foram os centros de riqueza e poder espalhados pela Europa que, numa concorrência desenfreada, passaram a disputar os artistas de maior fama .
  • 7. Florença e Veneza Centros musicais progressistas na Europa até aos finais do séc. XVI , e a combinação das inovações musicais destes centros resultou no desenvolvimento daquilo que seria conhecido como o estilo Barroco .
  • 8. Ostentação da arquitetura Filippo Brunelleschi (1377-1446) abre em Florença a Renascença Italiana. Virtuosismo no domínio das formas geométricas e puras , no novo arranjo das antigas ordens clássicas e da monumentalidade .
  • 9. Música dos antigos romanos Estava ligada à sensualidade . Era um complemento dos divertimentos particulares e públicos, nos banquetes e no circo . Era uma forma de atrair e concentrar a vasta população romana nos recintos públicos.
  • 10. Música do cristianismo Com a implantação do cristianismo, morrem os velhos deuses e a música que os celebrava, embora não completamente. A tradição oral e os costumes ancestrais permanecem , camuflados no cristianismo.
  • 12. Canto litúrgico Forma de expressão que melhor se conservou . A uniformização que o Cristianismo moldou no continente europeu deu origem ao conceito de “ música ocidental ” Evoluiu para uma polifonia culta e artística e que levaria ao aparecimento da harmonia e das grandes formas clássicas.
  • 13. Música antiga Música da Idade Média , Renascimento e Barroco . Um certo tipo de música parou de ser executada depois da "sua época" e precisou ser revivida nos nossos tempos. Uso de instrumentos "autênticos " (instrumentos ou cópias dos instrumentos), técnica vocal do período e novas questões de tempo e dinâmicas.
  • 14. Música antiga Música Medieval entre 800 e 1450 Música Renascentista entre 1450 e 1600 Música Barroca entre 1600 e 1750
  • 15. Intérprete arqueólogo A música do Renascimento e da Idade Média incita o intérprete a buscar através de outras fontes, como iconografia e relatos de época ( poesia, crônicas, histórias ), dados que permitam reconstruir a forma como esta música era realizada. Os livros do século XVI sobre Música tratam mais da Teoria Musical do que da Prática Musical .
  • 16. Características da música renascentista A improvisação era parte integrante da execução da Música Antiga. Não expressa qualquer retorno às civilizações clássicas na sua morfologia, referindo-se exclusivamente a elas nos textos das canções , precisamente por não haver vestígios da produção musical clássica.
  • 17. Características da música renascentista Interesse vivo pelo profano , integrando-se, assim, na corrente de laicização que o Renascimento incentivava. Contudo, as obras de maior destaque foram compostas para a Igreja . A linha que separa a música profana da sacra é tênue , tanto na estrutura como na própria forma textual.
  • 18. Sacro x Profano O que define exatamente o caráter sacro ou profano é o conteúdo e a função do repertório. Antes, era uma melodia litúrgica que servia de pretexto para um ato de comunicação burguês. Agora, seria uma melodia burguesa que serviria de pretexto para um ato de comunicação litúrgico.
  • 19. Música coral Estilo polifônico coral ou policoral , sem acompanhamento de instrumentos . Revela um alto grau de complexidade e sofisticação de combinações harmônicas até 64 vozes. A dimensão vertical da música ( harmonia )
  • 20. Principais modificações Melhora na precisão da notação musical (existência de várias vozes). Experiências acústicas como a multiespacialidade (distribuição do coro em vários lugares na igreja) e efeitos vocais (gritos, resmungos e sons de animais). A métrica musical passa a ter dois tipos de figuras: brancas para as notas longas, e pretas para as curtas (devido ao uso do papel em lugar do pergaminho). Surge a idéia de compasso . Intensifica-se o uso do "estilo imitativo" ( contraponto ).
  • 21. Classificação das vozes Nome medieval (latim) Supremus (Superius) Altus Contraltus Tenor Bassus Nome renascentista (italiano) Soprano Contralto Contratenor Tenor Basso
  • 22. Formas musicais Missa (aprimorada nesse período) Moteto (superposição de textos; pode incluir salmos, antífonas etc.) Música vocal profana : cantos carnavalescos canções frottoli lied madrigais (a cappella, em italiano, às vezes sacros) vilancicos
  • 23. Cancionero de Upsala (primeiras décadas do séc. XVI) Camerata Antiqua de Curitiba – Roberto de Regina Vésame y abràçame Marido mio, Y daros en la mañana Camisòn limpio. Yo nunca vi hombre Bivo estar tan muerto, Ni hazer el dormido Estando despierto. Andad marido alerta Y tened brio, Y daros em la mañana, Camisón limpio. Beija-me e abraça-me, Marido meu, E vos darei pela manhã Uma camisa limpa. Eu nunca vi um homem Vivo estar tão morto, Nem se fazer de dormido Estando acordado. Anda, marido, alerta E tenha brio, E vos darei pela manhã Uma camisa limpa.
  • 24. Música instrumental Até a Renascença, a função dos instrumentos resumia-se praticamente a acompanhar o canto, dobrando-o ou substituindo-o.
  • 25.  
  • 26. Música instrumental A partir do século XVI, há o interesse crescente em escrever música somente para instrumentos, motivado por várias razões: ambiente proporcionado pelas capelas reais evolução da música instrumental fixação e divulgação da escrita em tablatura , o que contribuiu para a impressão musical consenso sobre a dimensão harmônica da música qualidade tímbrica dos instrumentos
  • 27. Grupo de Música Antiga Conservatório de Tatuí - SP
  • 28. Música instrumental Nascimento de vários consortes de flautas, de violas da gamba, que tinham por hábito tocar de pé. Surge a figura do " mestre da música “: primeiro instrumentista, cuja função é dirigir o restante dos instrumentos. Os instrumentos utilizados na música renascentista são praticamente os mesmos da época medieval, passando apenas por pequenas alterações. Os instrumentos de teclado começaram a ganhar popularidade, chegando a surgir neste período os primeiros álbuns para órgão, clavicórdio ou virginal.
  • 29.  
  • 30. Formas instrumentais Transcrição Variação Tocatta (virtuosidade do instrumentista) Canzone ou Sonata (canção para instrumentos) Ricercar (idéias melódicas trabalhadas pela imitação)
  • 31. Vida musical Catedrais Capelas reais ou principescas Escolas de meninos de coro Música religiosa, danças, marchas militares, música erudita e canções eróticas
  • 32. Suportes para a escrita Com o desuso do pergaminho, a música passou a ser escritas em: Pequenos cadernos onde os compositores escreviam a lápis, porque assim que tivessem copiado ou executado as peças, apagavam e voltavam a escrever na mesma cartela. As partes eram escritas separadamente, devido ao aumento do número de vozes e das figuras musicais. Livros manuscritos de coro , de grandes dimensões, uma vez que era mais econômico os cantores partilharem do mesmo livro.
  • 34. Josquin des Préz 1440-1521 Kyrie da Missa de Beata Virgine . ( Roma, Biblioteca Apostólica Vaticana, Capp. Sist. 45, ff. 1v-2r )
  • 35. Orlando de Lassus 1532-1594
  • 37. Giovanni Gabrielli 1555-1612
  • 38. John Dowland 1563-1626
  • 39. Claudio Monteverdi 1567- 1643
  • 40. Giovanni Pierluigi da Palestrina 1525-1594
  • 41. Coros da Academia Filarmônica Romana – Pablo Colino
  • 42. Arte musical da Renascença aberta a experimentações e inovações possibilidade de aventuras sonoras correspondência próxima com as descobertas do Novo Mundo e a física de Galileu e Newton refinamento da sensibilidade ideal de perfeição e grandeza ampliação de públicos educados incorporação de um espírito humanista e cosmopolita.
  • 43. Mateo Flecha Espanha: 1481-1553 Camerata Renascentista de Caracas – Isabel Palacios Las Ensaladas – La Guerra Pues la guerra está em las manos Y para guerra nascemos, Bien será nos ensayemos Para vencer los tiranos (...)
  • 44. Leonardo Da Vinci e a música
  • 45. Retrato de um músico Na restauração em 1905, eliminou-se uma vaga camada de verniz fazendo aparecer a mão e uma partitura na tela. Daí o nome da pintura, que é o único retrato masculino atribuído a Da Vinci. Esta tela foi pintada em 1485 e é, provavelmente, o retrato de Franchino Gaffurio, professor de música da capela da Catedral de Milão, na década de 1480. Trata-se de uma pintura pouco detalhada, com postura rígida e a agressividade nas sombras, motivo pelo qual existe controvérsia sobre a autoria da obra. Encontra-se atualmente na Pinacoteca Ambrosiana, em Milão.
  • 46. Da Vinci e a música para Mona Lisa Conta a lenda que Leonardo tocava, para distrair seu modelo (Mona Lisa). Tocava música composta por ele em instrumentos inventados por ele. Acredita-se que os instrumentos eram um órgão a água e uma lira de prata.
  • 47. Bibliografia básica ABDNOUR, Oscar João. Matemática e música: o pensamento analógico na construção de significados. São Paulo: Escrituras, 2002. BURKE, P. The European Renaissance: centre and ´peripheries. Oxford: Blackwell, 1998. BROTTON, J. The Renaissance: a very short introduction. London: OUP, 2006. BORGES, Maria José, CARDOSO, José Maria Pedrosa, História da Música. Edições Sebenta, 1996. CANDÉ, Roland de. Dicionário dos Músicos. Lisboa: Edições 70, 1982. CARPEAUX, Otto Maria. Uma nova história da música . 4 ed. Rio de Janeiro: Alhambra, 1977. COTTE, Roger. Música e simbolismo . São Paulo: Cultrix, 1990.
  • 48. Bibliografia básica HART, Frederick. History of Italian Renaissance Art . 4 ed. Londres: Thames and Hudson, 1970-1994. HERZFELD, Friedrich. Nós e a música. Lisboa: Edição Livros do Brasil, 1970. HODEIR, André. As formas da Música. Lisboa: Arcádia, 1970. SCHURMANN, Ernest F. A música como linguagem – uma abordagem histórica. São Paulo: Perspectiva, 1989. VIDAL, Sara Louraço. Música Renascentista : apontamentos sobre Orlandus Lassus. Disponível em: http://neh.no.sapo.pt/documentos/musica_renascentista.htm
  • 49. Obrigado pela atenção e até a próxima! _________ [email_address]