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GÊNESIS OF THE GRAIL KINGS
A Marca de Cain
Ainda que nossas traduções familiares de Gênesis constantemente se refiram a Deus, deve ser
enfatizado que não havia, originalmente, tal palavra ou definição no livro. O que era usada era a
designação geral Eloh, em conjunto com YHWH (Yod-Hay-Vav-Hay), esta última tradicionalmente
identificada como Deus, Senhor, Javé ou Jeová. Contudo, como os judeus eram proibidos de
pronunciar YHWH, uma alternativa costumeira era Yod-Yod.
Quando Abraão promoveu a mesopotâmica tradição de Enlil-El em Canaan, ele disse ter ganho acesso
a uma tábua única inscrita com ideogramas (símbolos de conceito sem palavras nominais, como em
alguns caracteres chineses). Esta tábua foi reverenciada como “o testamento de uma civilização
perdida – um testamento sobre tudo o que a humanidade já conheceu e sobre tudo o que virá a
conhecer”. Para os sumérios, esta escritura ficou conhecida como a Tábua do Destino (Table of
Destiny), e sua história registra que os guardiões da Tábua tinham sido Kingu (filho de Tiâmat) e os
bisnetos de Tiâmat, Enlil e Enki. Na tradição judaica esotérica, ela também ficou conhecida como
Livro de Raziel – uma coleção de segredos inscritos em uma safira e herdada em sua totalidade pelo
Rei Salomão.
O filosófico criptograma da Tábua tornou-se conhecido como Ha Qabala (a tradição QBL de luz e
conhecimento) e era dito que aquele que possuísse Qabala também seria possuidor de Ram, a mais
alta expressão do conhecimento cósmico. De fato, o próprio nome Ab-ram (ou Av-ram) significa
“[Ele] que possui Ram”, e esta expressão foi usada na Índia, Tibet, Egito e no mundo celta dos
Druidas para denotar um alto grau de sabedoria universal. Os portadores de Ram eram os mestres
representantes do conhecimento eterno e esta identificação tornava-se evidente em nomes tais como
Rama, Ramtha e Aram. No contexto da narrativa do Velho Testamento vemos a Ha Qabala sendo
passada de Abraão para seu filho Isaac, depois de Isaac para seu filho Jacó e assim por diante.
De uma bem separada raiz – a arábica KBL (significando enrolar) – veio a palavra alemã kabel e a
palavra inglesa cable, como em um par de fios enrolados. Consequentemente, a palavra resultante
Kabalah está relacionada com uma “confusão”, e não é para ser entendida, como sempre é, como
iluminação da QBL (Qabala). Quando realmente enrolada, na dimensão de intriga, a locução
consonantal se torna KBBL, consequentemente, Kabbalah, que se refere à palavra alemã kabal e a
inglesa cabal.
Havia, consequentemente, dois movimentos distintos dentro do antigo judaísmo místico. O movimento
Kabbalistico (o KBBL) atingiu seu zênite na Idade Média no norte da Espanha e sul da França, tempo
em que as reais virtudes do conceito Cabalístico (o QBL) tornou-se largamente esquecido no ocidente.
Certamente no mundo do judaísmo convencional o espírito da Ha Qabala foi quase totalmente
ignorado desde o século 18, enquanto valores materiais têm prevalecido em seu lugar.
Junto com linguistas tais como o professor Robert Alter, os adeptos da Ha Qabala (incluindo notáveis
expoentes dos dias atuais como Carlo Suarès) têm afirmado tradicionalmente que o nosso
entendimento convencional das escrituras bíblicas é uma grossa corrupção dos escritos originais.
Ensinamentos e traduções foram estruturados para se adaptar aos costumes, crenças e políticas do
tempo em que eram ensinados ou traduzidos, e como resultado as mensagens originais foram perdidas
no processo. No livro Bloodline of the Holy Grail (Linhagem do Santo Graal) vemos como este foi o
caso do Novo Testamento, mas a adulteração é ainda mais pronunciada com respeito ao mais antigo
Velho Testamento.
Retornando agora a estória de Adão e Eva (Attaba e Hawah), mestres Qabalísticos afirmam que não
foi a serpente (Enki) que foi a mentirosa como nós somos levados a acreditar. O mentiroso neste caso
foi o meio-irmão de Enki, eloh-Jeovah (Enlil), que disse que Adão morreria por comer a fruta. Enki, a
serpente, na realidade disse a verdade, que Adão não morreria se comesse a fruta, e Eva acreditou
nessa verdade. Eloh-Jeovah tinha, consequentemente, falado uma falsidade para Adão, o qual foi
depois esclarecido por Eva, e assim Adão não foi conclusivamente enganado. No evento final, diz
Carlo Suarès, as únicas vítimas da mentira são os leitores e os destinatários da interpretação
corrompida.
Na abertura do verso de Gênesis 4, está escrito que Hawah (Eva) disse, “Adquiri um homem com o
Senhor”. Outras variações são “Eu tive um filho com o Senhor” e “Eu adquiri um homem do Senhor”.
O texto então continua dizendo que este novo homem (o primeiro filho de Hawah) era Q’ayin – mais
conhecido pela tradução fonética Cain. Subsequentemente, é dito que Hawah de à luz um segundo
filho, Hevel – ou, como nós o conhecemos, Abel. A Midrash judaica, um tradicional comentário da
Bíblia, enfatiza que o primeiro filho de Hawah era o filho do Senhor, ao passo que o segundo filho era
o filho de Adão. Mas neste caso, em definindo “o Senhor”, a Midrash usa o nome pessoal Samael,
consequentemente, identificando a serpente Enki. O nome Samael (Sama-El) deriva do fato de que
Enki era o Senhor patrono (El) do reino de Sama, a leste de Haran no norte da Mesopotâmia.
Transparece que, ainda que os bem conhecidos Cain e Abel eram filhos de Hawah (Eva), eles na
realidade tinham diferentes pais. Enquanto Abel foi um produto direto de uma união de um homo
sapiens-sapiens com Adão, seu meio-irmão mais velho Cain foi um avanço dos anteriores
experimentos de clonagem, com óvulo de Hawah depois enriquecido com o sangue Anunnaki de Enki.
Isto significa que Q’ayin (Cain) emergiu como um produto mais avançado da Semente Real.
Enquanto o texto original de Gênesis enaltece o prestígio de Cain e a superioridade de sua linhagem,
esses atributos foram demolidos por tradutores e teólogos em favor de uma descendência secundária
do terceiro filho de Hawah, Seth. Em Gênesis 4.2 lemos que “Abel era pastor de ovelhas, enquanto
Cain era lavrador”. Contudo, por uma tradução mais correta, o texto deveria ser lido mais
corretamente como dizendo que “Cain adquiriu domínio sobre a Terra”- como ele de fato adquiriu, a
Realeza.
Quando depois lemos em Gênesis (4:3-5) que as oferendas de Abel eram aceitas pelo Senhor, mas as
de Cain não, temos a impressão de que as oferendas de Cain eram de alguma forma inferiores. Mas a
ênfase original estava na premissa de que as oferendas (venerações) de Abel eram aceitas por sua
posição subordinada como pessoa, enquanto para Cain, fazer oferendas era inaceitável por causa de
seu status de realeza. Gênesis (4:6-7) de fato mostra que a superioridade de Cain sobre Abel era
significante.
Então nos movemos para a sequência onde Cain é considerado como tendo assassinado Abel no
campo (Gênesis 4:8-10), mas a palavra traduzida para “assassinado” era yaqam, e a leitura do texto
deveria ser de que Cain (Q’ayin) foi “elevado” (exaltado) sobre Abel.
A terminologia de que Cain foi “exaltado” sobre Abel é usada na tradução inglesa, mas em um
contexto incorreto. Abel era um homem condicionado de acordo com sua condição, tempo e local. Seu
sangue foi, consequentemente, figurativamente engolido pela terra (Gênesis 4:10) – o que é o mesmo
que dizer que ele se tornou tão mundano a ponto de se tornar indistinguível de seu trabalho pesado. A
histórica insignificância de Abel (ou mais corretamente, Hevel) é qualificada pelo nome pelo qual ele
foi identificado, pois Hevel era um sopro de vapor.
De acordo com o progresso da curta estória (Gênesis 4:11-16), é relatado que Deus mandou Cain para
o exílio como um fugitivo, mas a verdadeira relevância da posição de Cain é colocada em cena quando
o Senhor afirma que “qualquer que matar a Cain será vingado sete vezes”. E o Senhor coloca uma
marca em Cain para que o não ferisse de morte quem quer que o encontrasse (Gênesis 4:15). O que
Cain recebeu não foi uma maldição, como comumente apresentado, mas ao contrário, uma bênção e
proteção do Senhor, seu pai, Enki-Samael. Cain (Q’ayin) depois habitou na terra de Node – o que é o
mesmo que dizer que ele viveu em uma incansável incerteza.
A questão que tem sempre sido colocada é a de quem que o Senhor temia que pudesse querer matar
Cain, dado que ele e seus pais eram (segundo a Bíblia) os únicos seres viventes. Essa questão somente
é levantada por causa das tradições religiosas dos tempos atuais; em tempos mais antigos o
simbolismo do Eden era todo entendido em um contexto do ambiente sumério. Pela mesma razão,
muitos têm se perguntado como foi que Cain fez para arranjar para si uma esposa (Gênesis 4:17), já
que não havia ninguém mais senão ele próprio e seus pais, mas em uma correta moldura histórica de
entendimento a resposta é auto explicativa.
Falando da enigmática marca colocada em Cain, este é provavelmente o mais importante aspecto da
história até então, porque ainda que não definida na Bíblia, a Marca de Cain é a mais antiga Concessão
de Armas (Brasão de Armas) registrada na história de soberania. Nas tradições da Midrash judaica e
da Fenícia, a Marca de Cain é definida como sendo uma cruz centrada em um círculo. Ela era, em
princípio, uma representação gráfica de realeza, a qual os hebreus chamavam Malkhut (Reino: da
palavra Akádia malkû = soberania). A Marca de Cain era um legado de Tiâmat, a grande matriarca da
linhagem do Graal.
De acordo com a história da Imperial e Real Corte do Dragão – uma fraternidade antiga e de origem
egípcia de cerca de 2170 a.C. – o círculo externo da Marca de Cain, era emblemático de uma serpente
dragão mordendo sua própria cauda: símbolo da totalidade e conhecimento conhecido como
Ouroboros. Em representações mais recentes é mostrada precisamente desta forma. A cruz – chamada
Rosée-creuset (Greco-Romano), do francês rosée = orvalho e creuset = cadinho/crisol/taça = crucible
em inglês – é um símbolo de iluminação e com respeito a isso a sagrada Rosi-crucis, originalmente
Rosée-creuset (cadinho de orvalho ou taça de orvalho) era a marca original da fundação da linhagem
real.
A taça (cadinho/crisol) era ela própria emblemática do útero, como representação do aspecto maternal
da realeza, de onde o orvalho ou Sangue Real fluía. Era, portanto, considerado que os reis
mesopotâmicos eram individualmente casados com a Deusa Mãe e, como citado pelo Assiriologista de
Oxford Stephen Langdon, os rituais eram na realidade conduzidos com vistas a isso. Em sua forma
feminina (um círculo com a cruz abaixo), a Marca de Cain se torna o familiar símbolo de Vênus.
Quando acima, com a cruz acima do círculo, a representação representava o Orbe (peça de joalharia
utilizada por um monarca consistindo numa esfera encimada por uma cruz, que representa o mundo
cristão) da Regalia (privilégios reais) Soberana.
Na tradição emblemática da Regalia, o Orbe significa completude, sendo representativo de todas as
coisas acumuladas dentro do Mundo. Está também associado ao simbólico olho-que-tudo-vê (all
seeing eye) – o olho de Enki que era conhecido como Senhor do Olho Sagrado. Dado que realeza
(malkhut) era percebida como herança matrilinear através de Tiâmat e Lilith, o nome de Q’ayin (Kain
ou Cain identificado como King = Rei) era também diretamente associado com a definição Queen =
Rainha.
Ainda que o ayin esteja associado com o Olho-que-tudo-vê, é mais corretamente relacionado com a
negritude (escuridão ou o nada) pelos alquimistas, os quais associam o mistério com o cerebelo, a
parte posterior do cérebro. O aspecto do Olho-que-tudo-vê é aquele que percebe a luz provinda da
negritude ou escuridão. A própria palavra “alquimia = alchemy” provém da palavra arábica al e khame
(negritude, escuridão). Al-khame é definido como a ciência que supera a escuridão, ou aquela que
ilumina através da percepção intuitiva.
A letra “Q” – como em Q’ayin e Queen – está metafisicamente conectada à lua, e o khu (Q) era
percebido como sendo a essência mensal feminina da Deusa. O divino menstrum (menstruação)
constituía a mais pura e a mais potente força de vida e era venerado como a estrela de fogo (star fire).
Sua representação era o Olho-que-tudo-vê (o Ayin), cujo símbolo hermético era um ponto centrado
num círculo – o kamakala dos místicos hindus, o tribindu da escola oriental e o símbolo egípcio para
Luz.
A letra “Q” deriva do símbolo de Vênus, o qual era relacionado com Ísis, Nin-khursag, Lilith e Kâli,
todas as quais eram consideradas “negras e belas” (Cântico dos cânticos 1:5). Lilith e Kâli eram ambos
nomes titulares, onde Kâli foi apropriado de Kala (o tempo periódico do ciclo lunar feminino),
enquanto Nin-khursag era a definitiva Dama da Vida (Lady of Life). A elas pertencia o genus o qual
constituiu o verdadeiro início da linhagem sagrada – a gênesis dos Reis do Graal. Na tradição
rosacruciana esta gênesis tem de longo tempo sido identificada ao transcendental gene de Ísis (gene +
Ísis = gênesis).
Gênesis, (significando origem ou início) deriva do grego, e da palavra genes (significando nascido de
um tipo), de onde derivam as palavras genética, gênero, gênio, genital, geração, genealogia, etc. Como
alternativa, o olho da iluminação era algumas vezes retratado como um ponto dentro de um triângulo o
qual representava o daleth, ou o portal para a Luz.
Q’ayin (Cain/Kain) tem sido chamado frequentemente de “o primeiro ferreiro” porque o termo q’ayin
também significa ferreiro, uma habilidade requerida. A este respeito, o seu nome em Gênesis – como o
de Hevel (Abel) e muitos outros na Bíblia – é uma apelação descritiva ao contrário de ser um nome
pessoal. Na tradição alquímica ele era de fato um q’aying – um artífice de metais de alta ordem, como
foram seus descendentes, particularmente Tubal-cain (Tubal, o q’ayin) (Gênesis 4:22) o qual é
reverenciado na Maçonaria. Tubal-cain era o grande Vulcano daquela era, - o detentor da teoria
Plutônica (conhecimento das ações do calor interno), e ele era, consequentemente, um proeminente
alquimista.
A herança de Q’ayin era aquela dos metalurgistas sumérios – os Mestres artesões os quais
encontramos na corte de El Elyon – e o supremo Mestre Artesão era o pai de Q’ayin, Enki, descrito
como a manifestação do conhecimento, e o artesão par excellence, que retira os demônios do mal que
atacam a humanidade. As atividades alquímicas desta família eram de extrema significância para sua
história, e a perícia de sua profissão detém a chave dos misteriosos “Pão da Vida” e do oculto maná da
Bíblia.
Sendo assim, se Q’ayin não era seu nome real, quem então era ele? Na história suméria ele é referido
como Ar-wi-um, Rei de Kish, filho de Mazda e sucessor do Rei Attaba (O Adão). Sob seus nomes
alternativos de Masda e Mazdao, Enki (via seu filho Ar-wi-um ou Q’ayin) foi o ancestral do mago e
mestre espiritual Zarathustra (Zoroaster). O nome Masda (de Mas-en-da) significa “aquele que se
prosta a si mesmo” (como uma serpente), e o nome sumério Ar-wi-rum está relacionado com a palavra
hebraica awwim que significa “serpentes”. Na tradição persa Enki era Ahura Mazda, o Deus da Vida e
da Luz, o qual era conhecido como Ohrmazd (ou Ormusd), significando Serpente da Noite, enquanto
neste contexto Mazda é também equivalente a Senhor (Ahura Mazda significando Sábio Senhor). Na
tradição ariana da Pérsia ele era Ohrmazd o qual havia criado pela primeira vez o Homem Justo, assim
como foi dito que Enki realizou a mesma tarefa na Suméria.
Para identificar a esposa de Q’ayin (Gênesis4:17-24), ela era conhecida como Luluwa (Pérola que é
uma jóia lunar). Em alguns trabalhos cristãos, Luluwa é tida como filha de Eva, ainda que ela não seja
mencionada pelo nome na Bíblia. Luluwa era a filha de Lilith, e na tradição talmúdica Lilith foi a
primeira consorte de Adão, antes de Eva.
Como identificada nos registros sumérios, Lilith era a neta de Enlil-El Elyon, sendo a filha de seu filho
Nergal (Meslamatea), Rei do Mundo Inferior. Sua mãe era a prima de Nergal, Nîn-Eresh-Kigal, e
Lilith era serva de sua tia maternal, a Rainha Inanna (Ishtar). Lilith era de raça pura Anunnaki, e ainda
que por pouco tempo tenha sido designada parceira de Adão, o Talmud judaico explica que ela se
recusou a ser sua parceira sexual. A este respeito, seu parceiro físico não foi outro senão Enki, o pai da
esposa de Cain, Luluwa.
Como mencionado, o irmão de Enlil, Enki (em seu papel de serpente) foi chamado Samael – e com
respeito a isso a literatura da Ha Qabala fecha o círculo sobre o início do Eden, pois ela afirma
explicitamente que “Samael e Lilith são pessoalmente referidos como a Árvore do Conhecimento do
Bem e do Mal”.

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GÊNESIS OF THE GRAIL KINGS

  • 2. A Marca de Cain Ainda que nossas traduções familiares de Gênesis constantemente se refiram a Deus, deve ser enfatizado que não havia, originalmente, tal palavra ou definição no livro. O que era usada era a designação geral Eloh, em conjunto com YHWH (Yod-Hay-Vav-Hay), esta última tradicionalmente identificada como Deus, Senhor, Javé ou Jeová. Contudo, como os judeus eram proibidos de pronunciar YHWH, uma alternativa costumeira era Yod-Yod. Quando Abraão promoveu a mesopotâmica tradição de Enlil-El em Canaan, ele disse ter ganho acesso a uma tábua única inscrita com ideogramas (símbolos de conceito sem palavras nominais, como em alguns caracteres chineses). Esta tábua foi reverenciada como “o testamento de uma civilização perdida – um testamento sobre tudo o que a humanidade já conheceu e sobre tudo o que virá a conhecer”. Para os sumérios, esta escritura ficou conhecida como a Tábua do Destino (Table of Destiny), e sua história registra que os guardiões da Tábua tinham sido Kingu (filho de Tiâmat) e os bisnetos de Tiâmat, Enlil e Enki. Na tradição judaica esotérica, ela também ficou conhecida como Livro de Raziel – uma coleção de segredos inscritos em uma safira e herdada em sua totalidade pelo Rei Salomão. O filosófico criptograma da Tábua tornou-se conhecido como Ha Qabala (a tradição QBL de luz e conhecimento) e era dito que aquele que possuísse Qabala também seria possuidor de Ram, a mais alta expressão do conhecimento cósmico. De fato, o próprio nome Ab-ram (ou Av-ram) significa “[Ele] que possui Ram”, e esta expressão foi usada na Índia, Tibet, Egito e no mundo celta dos Druidas para denotar um alto grau de sabedoria universal. Os portadores de Ram eram os mestres representantes do conhecimento eterno e esta identificação tornava-se evidente em nomes tais como Rama, Ramtha e Aram. No contexto da narrativa do Velho Testamento vemos a Ha Qabala sendo passada de Abraão para seu filho Isaac, depois de Isaac para seu filho Jacó e assim por diante. De uma bem separada raiz – a arábica KBL (significando enrolar) – veio a palavra alemã kabel e a palavra inglesa cable, como em um par de fios enrolados. Consequentemente, a palavra resultante Kabalah está relacionada com uma “confusão”, e não é para ser entendida, como sempre é, como iluminação da QBL (Qabala). Quando realmente enrolada, na dimensão de intriga, a locução consonantal se torna KBBL, consequentemente, Kabbalah, que se refere à palavra alemã kabal e a inglesa cabal. Havia, consequentemente, dois movimentos distintos dentro do antigo judaísmo místico. O movimento Kabbalistico (o KBBL) atingiu seu zênite na Idade Média no norte da Espanha e sul da França, tempo em que as reais virtudes do conceito Cabalístico (o QBL) tornou-se largamente esquecido no ocidente. Certamente no mundo do judaísmo convencional o espírito da Ha Qabala foi quase totalmente ignorado desde o século 18, enquanto valores materiais têm prevalecido em seu lugar. Junto com linguistas tais como o professor Robert Alter, os adeptos da Ha Qabala (incluindo notáveis expoentes dos dias atuais como Carlo Suarès) têm afirmado tradicionalmente que o nosso entendimento convencional das escrituras bíblicas é uma grossa corrupção dos escritos originais. Ensinamentos e traduções foram estruturados para se adaptar aos costumes, crenças e políticas do tempo em que eram ensinados ou traduzidos, e como resultado as mensagens originais foram perdidas no processo. No livro Bloodline of the Holy Grail (Linhagem do Santo Graal) vemos como este foi o caso do Novo Testamento, mas a adulteração é ainda mais pronunciada com respeito ao mais antigo Velho Testamento. Retornando agora a estória de Adão e Eva (Attaba e Hawah), mestres Qabalísticos afirmam que não foi a serpente (Enki) que foi a mentirosa como nós somos levados a acreditar. O mentiroso neste caso
  • 3. foi o meio-irmão de Enki, eloh-Jeovah (Enlil), que disse que Adão morreria por comer a fruta. Enki, a serpente, na realidade disse a verdade, que Adão não morreria se comesse a fruta, e Eva acreditou nessa verdade. Eloh-Jeovah tinha, consequentemente, falado uma falsidade para Adão, o qual foi depois esclarecido por Eva, e assim Adão não foi conclusivamente enganado. No evento final, diz Carlo Suarès, as únicas vítimas da mentira são os leitores e os destinatários da interpretação corrompida. Na abertura do verso de Gênesis 4, está escrito que Hawah (Eva) disse, “Adquiri um homem com o Senhor”. Outras variações são “Eu tive um filho com o Senhor” e “Eu adquiri um homem do Senhor”. O texto então continua dizendo que este novo homem (o primeiro filho de Hawah) era Q’ayin – mais conhecido pela tradução fonética Cain. Subsequentemente, é dito que Hawah de à luz um segundo filho, Hevel – ou, como nós o conhecemos, Abel. A Midrash judaica, um tradicional comentário da Bíblia, enfatiza que o primeiro filho de Hawah era o filho do Senhor, ao passo que o segundo filho era o filho de Adão. Mas neste caso, em definindo “o Senhor”, a Midrash usa o nome pessoal Samael, consequentemente, identificando a serpente Enki. O nome Samael (Sama-El) deriva do fato de que Enki era o Senhor patrono (El) do reino de Sama, a leste de Haran no norte da Mesopotâmia. Transparece que, ainda que os bem conhecidos Cain e Abel eram filhos de Hawah (Eva), eles na realidade tinham diferentes pais. Enquanto Abel foi um produto direto de uma união de um homo sapiens-sapiens com Adão, seu meio-irmão mais velho Cain foi um avanço dos anteriores experimentos de clonagem, com óvulo de Hawah depois enriquecido com o sangue Anunnaki de Enki. Isto significa que Q’ayin (Cain) emergiu como um produto mais avançado da Semente Real. Enquanto o texto original de Gênesis enaltece o prestígio de Cain e a superioridade de sua linhagem, esses atributos foram demolidos por tradutores e teólogos em favor de uma descendência secundária do terceiro filho de Hawah, Seth. Em Gênesis 4.2 lemos que “Abel era pastor de ovelhas, enquanto Cain era lavrador”. Contudo, por uma tradução mais correta, o texto deveria ser lido mais corretamente como dizendo que “Cain adquiriu domínio sobre a Terra”- como ele de fato adquiriu, a Realeza. Quando depois lemos em Gênesis (4:3-5) que as oferendas de Abel eram aceitas pelo Senhor, mas as de Cain não, temos a impressão de que as oferendas de Cain eram de alguma forma inferiores. Mas a ênfase original estava na premissa de que as oferendas (venerações) de Abel eram aceitas por sua posição subordinada como pessoa, enquanto para Cain, fazer oferendas era inaceitável por causa de seu status de realeza. Gênesis (4:6-7) de fato mostra que a superioridade de Cain sobre Abel era significante. Então nos movemos para a sequência onde Cain é considerado como tendo assassinado Abel no campo (Gênesis 4:8-10), mas a palavra traduzida para “assassinado” era yaqam, e a leitura do texto deveria ser de que Cain (Q’ayin) foi “elevado” (exaltado) sobre Abel. A terminologia de que Cain foi “exaltado” sobre Abel é usada na tradução inglesa, mas em um contexto incorreto. Abel era um homem condicionado de acordo com sua condição, tempo e local. Seu sangue foi, consequentemente, figurativamente engolido pela terra (Gênesis 4:10) – o que é o mesmo que dizer que ele se tornou tão mundano a ponto de se tornar indistinguível de seu trabalho pesado. A histórica insignificância de Abel (ou mais corretamente, Hevel) é qualificada pelo nome pelo qual ele foi identificado, pois Hevel era um sopro de vapor. De acordo com o progresso da curta estória (Gênesis 4:11-16), é relatado que Deus mandou Cain para o exílio como um fugitivo, mas a verdadeira relevância da posição de Cain é colocada em cena quando o Senhor afirma que “qualquer que matar a Cain será vingado sete vezes”. E o Senhor coloca uma marca em Cain para que o não ferisse de morte quem quer que o encontrasse (Gênesis 4:15). O que
  • 4. Cain recebeu não foi uma maldição, como comumente apresentado, mas ao contrário, uma bênção e proteção do Senhor, seu pai, Enki-Samael. Cain (Q’ayin) depois habitou na terra de Node – o que é o mesmo que dizer que ele viveu em uma incansável incerteza. A questão que tem sempre sido colocada é a de quem que o Senhor temia que pudesse querer matar Cain, dado que ele e seus pais eram (segundo a Bíblia) os únicos seres viventes. Essa questão somente é levantada por causa das tradições religiosas dos tempos atuais; em tempos mais antigos o simbolismo do Eden era todo entendido em um contexto do ambiente sumério. Pela mesma razão, muitos têm se perguntado como foi que Cain fez para arranjar para si uma esposa (Gênesis 4:17), já que não havia ninguém mais senão ele próprio e seus pais, mas em uma correta moldura histórica de entendimento a resposta é auto explicativa. Falando da enigmática marca colocada em Cain, este é provavelmente o mais importante aspecto da história até então, porque ainda que não definida na Bíblia, a Marca de Cain é a mais antiga Concessão de Armas (Brasão de Armas) registrada na história de soberania. Nas tradições da Midrash judaica e da Fenícia, a Marca de Cain é definida como sendo uma cruz centrada em um círculo. Ela era, em princípio, uma representação gráfica de realeza, a qual os hebreus chamavam Malkhut (Reino: da palavra Akádia malkû = soberania). A Marca de Cain era um legado de Tiâmat, a grande matriarca da linhagem do Graal. De acordo com a história da Imperial e Real Corte do Dragão – uma fraternidade antiga e de origem egípcia de cerca de 2170 a.C. – o círculo externo da Marca de Cain, era emblemático de uma serpente dragão mordendo sua própria cauda: símbolo da totalidade e conhecimento conhecido como Ouroboros. Em representações mais recentes é mostrada precisamente desta forma. A cruz – chamada Rosée-creuset (Greco-Romano), do francês rosée = orvalho e creuset = cadinho/crisol/taça = crucible em inglês – é um símbolo de iluminação e com respeito a isso a sagrada Rosi-crucis, originalmente Rosée-creuset (cadinho de orvalho ou taça de orvalho) era a marca original da fundação da linhagem real. A taça (cadinho/crisol) era ela própria emblemática do útero, como representação do aspecto maternal da realeza, de onde o orvalho ou Sangue Real fluía. Era, portanto, considerado que os reis mesopotâmicos eram individualmente casados com a Deusa Mãe e, como citado pelo Assiriologista de Oxford Stephen Langdon, os rituais eram na realidade conduzidos com vistas a isso. Em sua forma feminina (um círculo com a cruz abaixo), a Marca de Cain se torna o familiar símbolo de Vênus. Quando acima, com a cruz acima do círculo, a representação representava o Orbe (peça de joalharia utilizada por um monarca consistindo numa esfera encimada por uma cruz, que representa o mundo cristão) da Regalia (privilégios reais) Soberana. Na tradição emblemática da Regalia, o Orbe significa completude, sendo representativo de todas as coisas acumuladas dentro do Mundo. Está também associado ao simbólico olho-que-tudo-vê (all seeing eye) – o olho de Enki que era conhecido como Senhor do Olho Sagrado. Dado que realeza (malkhut) era percebida como herança matrilinear através de Tiâmat e Lilith, o nome de Q’ayin (Kain ou Cain identificado como King = Rei) era também diretamente associado com a definição Queen = Rainha. Ainda que o ayin esteja associado com o Olho-que-tudo-vê, é mais corretamente relacionado com a negritude (escuridão ou o nada) pelos alquimistas, os quais associam o mistério com o cerebelo, a parte posterior do cérebro. O aspecto do Olho-que-tudo-vê é aquele que percebe a luz provinda da negritude ou escuridão. A própria palavra “alquimia = alchemy” provém da palavra arábica al e khame (negritude, escuridão). Al-khame é definido como a ciência que supera a escuridão, ou aquela que ilumina através da percepção intuitiva.
  • 5. A letra “Q” – como em Q’ayin e Queen – está metafisicamente conectada à lua, e o khu (Q) era percebido como sendo a essência mensal feminina da Deusa. O divino menstrum (menstruação) constituía a mais pura e a mais potente força de vida e era venerado como a estrela de fogo (star fire). Sua representação era o Olho-que-tudo-vê (o Ayin), cujo símbolo hermético era um ponto centrado num círculo – o kamakala dos místicos hindus, o tribindu da escola oriental e o símbolo egípcio para Luz. A letra “Q” deriva do símbolo de Vênus, o qual era relacionado com Ísis, Nin-khursag, Lilith e Kâli, todas as quais eram consideradas “negras e belas” (Cântico dos cânticos 1:5). Lilith e Kâli eram ambos nomes titulares, onde Kâli foi apropriado de Kala (o tempo periódico do ciclo lunar feminino), enquanto Nin-khursag era a definitiva Dama da Vida (Lady of Life). A elas pertencia o genus o qual constituiu o verdadeiro início da linhagem sagrada – a gênesis dos Reis do Graal. Na tradição rosacruciana esta gênesis tem de longo tempo sido identificada ao transcendental gene de Ísis (gene + Ísis = gênesis). Gênesis, (significando origem ou início) deriva do grego, e da palavra genes (significando nascido de um tipo), de onde derivam as palavras genética, gênero, gênio, genital, geração, genealogia, etc. Como alternativa, o olho da iluminação era algumas vezes retratado como um ponto dentro de um triângulo o qual representava o daleth, ou o portal para a Luz. Q’ayin (Cain/Kain) tem sido chamado frequentemente de “o primeiro ferreiro” porque o termo q’ayin também significa ferreiro, uma habilidade requerida. A este respeito, o seu nome em Gênesis – como o de Hevel (Abel) e muitos outros na Bíblia – é uma apelação descritiva ao contrário de ser um nome pessoal. Na tradição alquímica ele era de fato um q’aying – um artífice de metais de alta ordem, como foram seus descendentes, particularmente Tubal-cain (Tubal, o q’ayin) (Gênesis 4:22) o qual é reverenciado na Maçonaria. Tubal-cain era o grande Vulcano daquela era, - o detentor da teoria Plutônica (conhecimento das ações do calor interno), e ele era, consequentemente, um proeminente alquimista. A herança de Q’ayin era aquela dos metalurgistas sumérios – os Mestres artesões os quais encontramos na corte de El Elyon – e o supremo Mestre Artesão era o pai de Q’ayin, Enki, descrito como a manifestação do conhecimento, e o artesão par excellence, que retira os demônios do mal que atacam a humanidade. As atividades alquímicas desta família eram de extrema significância para sua história, e a perícia de sua profissão detém a chave dos misteriosos “Pão da Vida” e do oculto maná da Bíblia. Sendo assim, se Q’ayin não era seu nome real, quem então era ele? Na história suméria ele é referido como Ar-wi-um, Rei de Kish, filho de Mazda e sucessor do Rei Attaba (O Adão). Sob seus nomes alternativos de Masda e Mazdao, Enki (via seu filho Ar-wi-um ou Q’ayin) foi o ancestral do mago e mestre espiritual Zarathustra (Zoroaster). O nome Masda (de Mas-en-da) significa “aquele que se prosta a si mesmo” (como uma serpente), e o nome sumério Ar-wi-rum está relacionado com a palavra hebraica awwim que significa “serpentes”. Na tradição persa Enki era Ahura Mazda, o Deus da Vida e da Luz, o qual era conhecido como Ohrmazd (ou Ormusd), significando Serpente da Noite, enquanto neste contexto Mazda é também equivalente a Senhor (Ahura Mazda significando Sábio Senhor). Na tradição ariana da Pérsia ele era Ohrmazd o qual havia criado pela primeira vez o Homem Justo, assim como foi dito que Enki realizou a mesma tarefa na Suméria. Para identificar a esposa de Q’ayin (Gênesis4:17-24), ela era conhecida como Luluwa (Pérola que é uma jóia lunar). Em alguns trabalhos cristãos, Luluwa é tida como filha de Eva, ainda que ela não seja mencionada pelo nome na Bíblia. Luluwa era a filha de Lilith, e na tradição talmúdica Lilith foi a primeira consorte de Adão, antes de Eva.
  • 6. Como identificada nos registros sumérios, Lilith era a neta de Enlil-El Elyon, sendo a filha de seu filho Nergal (Meslamatea), Rei do Mundo Inferior. Sua mãe era a prima de Nergal, Nîn-Eresh-Kigal, e Lilith era serva de sua tia maternal, a Rainha Inanna (Ishtar). Lilith era de raça pura Anunnaki, e ainda que por pouco tempo tenha sido designada parceira de Adão, o Talmud judaico explica que ela se recusou a ser sua parceira sexual. A este respeito, seu parceiro físico não foi outro senão Enki, o pai da esposa de Cain, Luluwa. Como mencionado, o irmão de Enlil, Enki (em seu papel de serpente) foi chamado Samael – e com respeito a isso a literatura da Ha Qabala fecha o círculo sobre o início do Eden, pois ela afirma explicitamente que “Samael e Lilith são pessoalmente referidos como a Árvore do Conhecimento do Bem e do Mal”.