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ERA VARGAS
1930-1945
HISTÓRIA
Professora: Wlliane Martins
Disciplina: História
Turmas: 3º A, B e C
Orientação: Capítulo 6 do livro didático/ páginas de 98 a 112
Objetivo: Compreender as razões que levaram Vargas ao poder, conhecer as
características do Estado Novo e entender os fatores que provocaram o fim da
Era Vargas.
A ERA
VARGAS
1930 - 1945
5
CONTEXTO HISTÓRICO
O movimento
Tenentista
A Coluna Prestes
Rompimento da
política Café-com-
leite
Crise política: O
enfraquecimento
econômico dos
cafeicultores
significou o declínio
político de seu
poder.
Quem ganha a
eleição?
Gétulio Vargas X Júlio Prestes
I. Antecedentes: a República Velha e a Revolução
de 1930
A ERA VARGAS
Crash da
Bolsa de
Nova York
Getúlio partiu para o RJ,
Washington Luís é deposto e
Vargas vai ao poder.
República
Velha: política
do “café com
leite”
. Getúlio Vargas, do
RS, e João Pessoa, da
PB,
João Pessoa é morto e
a vitória é dada a Júlio
Prestes.
De 1889 até a
Revolução de
1930.
Candidatura do
paulista Júlio
Prestes.
- A Revolução de 1930: movimento
de tenentes e classe média que
depôs Washington Luís da
presidência e colocou Getúlio
Vargas no poder.
ANTECEDENES
JUNTA GOVERNATIVA PROVISÓRIA
Getúlio o único a se tornar
presidente, mesmo tendo
perdido a eleição
O movimento
paulista de 1932
O interventor de São
Paulo não era paulista.
História – Terceiro Ano
• Protestos e manifestações públicas: Morte dos
estudantes Martins, Miragaia, Dráusio e Camargo
(23/05/1932)  Formação do Movimento MMDC
História – Terceiro Ano
• Tropas paulistas apoiadas por voluntários e por
empresários: Isolamento no combate contra o
governo federal
• Derrota dos rebeldes e nova concessão de Vargas:
Instalação de Assembleia Constituinte
História – Terceiro Ano
A Constituição de 1934
• Voto secreto, voto
feminino, Justiça Eleitoral
• Direitos trabalhistas: Salário
mínimo, jornada de trabalho de
8 horas, férias anuais
remuneradas, proibição de
trabalho para menores de 14
anos, indenização em
demissão...
• Nacionalização de riquezas
minerais
• Eleição indireta de Vargas
• Nacionalização de minas e
quedas-d’águas
História – Terceiro Ano
• Ação Integralista Brasileira (AIB): influência nazifascista
GOVERNO CONSTITUCIONAL
• Posições: Anticomunista, antiliberal, nacionalismo
extremista, defesa de Estado forte, disciplinamento e
hierarquia
• Liderança do escritor modernista Plínio Salgado e
com o lema “Deus, pátria e família”
A Intentona Comunista
(1935)
• Aliança Nacional
Libertadora (ANL):
tendência
comunista
• Destaque do
PCB liderado
por Luís
Carlos
Prestes
• Contra o capitalismo e o
liberalismo, defesa da
estatização de empresas,
contra o pagamento de dívida
externa, defesa da reforma
agrária
• Lema: “Pão, terra e liberdade”
• Movimento declarado ilegal
Estado de Sítio
• Preparação para o
golpe
Lei de Segurança
Nacional
• Codenação de
muitas pessoas
(crime político)
- Baseada nos fundamentos regime
fascista
- Outorgada (imposta)
- Estado Unitário, autoritário e antiliberal
- Pena de morte
- Proibição de partidos políticos
A) Constituição de 1937
(Constituição Polaca)
O Departamento de Imprensa e Propaganda (DIP)
►Objetivos:
▪ Coordenar a propaganda
▪ Censurar os meios de
comunicação.
 Trabalhismo e
legislação:
Consolidação das Leis
do Trabalho (CLT)
 Sindicatos controlados
pelo Estado
 Populismo: “O Pai dos
pobres”
26
27
Cultura nos
anos 30 e 40
A Hora do Brasil
02
A era do rádio:
01
A músicapopular
03
- Programas de
auditório, musicas e
radionovelas
O governo
encomendava canções
com letras favoráveis à
sua política.
Versões de um samba dos compositores Ataulfo
Alves e Wilson Batista
Bonde de São Januário
Primeira versão
Bonde de São Januário
Primeira versão
Quem trabalha não tem razão
Eu diga e não tenho medo de errar
O bonde São Januário
Leva mais um sócio otário
Sou eu que não vou trabalhar
Quem trabalha é quem tem razão
Eu digo e não tenho medo de errar
O Bonde de São Januário
leva mais um operário
Sou eu que vou trabalhar
Antes da censura do DIP Depois da censura do DIP
O queremismo
►Vargas fazia um jogo contraditório. apoiava Dutra, mas
estimulava um movimento popular que pedia sua permanência: o
queremismo.
33
34
O FIM DO
ESTADO NOVO
• Participação na II Guerra:
Apoio aos Aliados e
manutenção de ditadura
interna
• Anúncio de eleições e
anistia aos presos e
perseguidos políticos
RESOLUÇÃO
DE
QUESTÕES
1- (Enem) Nos primeiros anos do governo Vargas, as organizações
operárias sob controle das correntes de esquerda tentaram se opor ao seu
enquadramento pelo Estado. Mas a tentativa fracassou. Além do governo,
a própria base dessas organizações pressionou pela legalização. Vários
benefícios, como as férias e a possibilidade de postular direitos perante às
Juntas de Conciliação e Julgamento, dependiam da condição de ser
membro de sindicato reconhecido pelo governo.
FAUSTO, B. História concisa do Brasil. São Paulo: Edusp; Imprensa Oficial do Estado, 2002 (adaptado).
No contexto histórico retratado pelo texto, a relação entre governo e
movimento sindical foi caracterizada
a) pelo reconhecimento de diferentes ideologias políticas.
b) por um diálogo democraticamente constituído.
c) pelas benesses sociais do getulismo.
d) pela vinculação de direitos trabalhistas à tutela do Estado
e) por uma legislação construída consensualmente
2 - Getúlio Vargas foi o presidente brasileiro que mais tempo permaneceu no
poder. Ao todo foram 18 anos de governo. O primeiro governo de Getúlio
Vargas (1930 – 1945) pode ser dividido em três períodos distintos: governo
provisório, governo constitucional e Estado Novo: a ditadura Varguista. O
golpe de estado de Getúlio Vargas, que instituiu o Estado Novo (1937 a
1945) usou, como pretexto para a sua realização:
A. - o perigo que representava para a Nação a penetração da direita nas
forças Armadas.
B. - o desejo de conter a ideologia da direita representada pela Ação
integralista Brasileira.
C. - a inquietação que existia no Nordeste em virtude da alta do custo de
vida.
D. - a possibilidade de uma revolução comunista, conforme constava de um
documento em poder do governo - o Plano Cohen
3. Logo após o golpe do Estado Novo, o governo, por
ordem de Vargas, realizou uma cerimônia de queima das
bandeiras estaduais. Esse ato simbolizava:
a) a disposição autoritária do Estado Novo para suprimir os
interesses regionais
b) a troca dos símbolos estaduais por novos que valorizassem
o Estado Novo.
c) uma resposta do governo aos interesses dos estados pela
criação de novas bandeiras.
d) o cumprimento do que determinava a Constituição de 1937
sobre o descarte de bandeiras defeituosas.
e) a valorização do federalismo.
41
4. “Nos primeiros anos do governo Vargas, as organizações operárias sob
controle das correntes de esquerda tentaram se opor ao seu
enquadramento pelo Estado. Mas a tentativa fracassou. Além do governo,
a própria base dessas organizações pressionou pela legalização. Vários
benefícios, como as férias e a possibilidade de postular direitos perante às
Juntas de Conciliação e Julgamento, dependiam da condição de ser
membro de sindicato reconhecido pelo governo.”
FAUSTO, B. História concisa do Brasil. São Paulo: Edusp; Imprensa Oficial do Estado, 2002 (adaptado).
No contexto histórico retratado pelo texto, a relação entre governo e
movimento sindical foi caracterizada
A) pelo reconhecimento de diferentes ideologias políticas.
B) por um diálogo democraticamente constituído.
C) pelas benesses sociais do getulismo.
D) pela vinculação de direitos trabalhistas à tutela do Estado
E) por uma legislação construída consensualmente.
Em 1935, o governo brasileiro começou a negar vistos a judeus.
Posteriormente, durante o Estado Novo, uma circular secreta proibiu a
concessão de vistos a “pessoas de origem semita”, inclusive turistas e
negociantes, o que causou uma queda de 75% da imigração judaica ao
longo daquele ano. Entretanto, mesmo com as imposições da lei, muitos
judeus continuaram entrando ilegalmente no país durante a guerra e as
ameaças de deportação em massa nunca foram concretizadas, apesar da
extradição de alguns indivíduos por sua militância política.
GRIMBERG, K. Nova língua interior. 500 anos de história dos judeus no Brasil. In: IBGE, Brasil: 500 anos de povoamento. Rio
de Janeiro: IBGE, 2000 (adaptado).
Uma razão para a adoção da política de imigração mencionada no texto foi:
A) O receio do controle sionista sobre a economia nacional.
B) A reserva de postos de trabalho para a mão de obra local.
C) A oposição do clero católico à expansão de novas religiões.
D) O apoio da diplomacia varguista às opiniões dos líderes árabes.
E) A simpatia de membros da burocracia pelo projeto totalitário alemão
OBRIGADA
Professora: Lucimar
Santana

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A ERA VARGAS- MARINA.pptx

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  • 3. ERA VARGAS 1930-1945 HISTÓRIA Professora: Wlliane Martins Disciplina: História Turmas: 3º A, B e C Orientação: Capítulo 6 do livro didático/ páginas de 98 a 112 Objetivo: Compreender as razões que levaram Vargas ao poder, conhecer as características do Estado Novo e entender os fatores que provocaram o fim da Era Vargas.
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  • 6. CONTEXTO HISTÓRICO O movimento Tenentista A Coluna Prestes Rompimento da política Café-com- leite Crise política: O enfraquecimento econômico dos cafeicultores significou o declínio político de seu poder.
  • 7. Quem ganha a eleição? Gétulio Vargas X Júlio Prestes
  • 8. I. Antecedentes: a República Velha e a Revolução de 1930 A ERA VARGAS Crash da Bolsa de Nova York Getúlio partiu para o RJ, Washington Luís é deposto e Vargas vai ao poder. República Velha: política do “café com leite” . Getúlio Vargas, do RS, e João Pessoa, da PB, João Pessoa é morto e a vitória é dada a Júlio Prestes. De 1889 até a Revolução de 1930. Candidatura do paulista Júlio Prestes.
  • 9. - A Revolução de 1930: movimento de tenentes e classe média que depôs Washington Luís da presidência e colocou Getúlio Vargas no poder. ANTECEDENES
  • 10. JUNTA GOVERNATIVA PROVISÓRIA Getúlio o único a se tornar presidente, mesmo tendo perdido a eleição
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  • 12. O movimento paulista de 1932 O interventor de São Paulo não era paulista.
  • 13. História – Terceiro Ano • Protestos e manifestações públicas: Morte dos estudantes Martins, Miragaia, Dráusio e Camargo (23/05/1932)  Formação do Movimento MMDC
  • 14. História – Terceiro Ano • Tropas paulistas apoiadas por voluntários e por empresários: Isolamento no combate contra o governo federal • Derrota dos rebeldes e nova concessão de Vargas: Instalação de Assembleia Constituinte
  • 15. História – Terceiro Ano A Constituição de 1934 • Voto secreto, voto feminino, Justiça Eleitoral • Direitos trabalhistas: Salário mínimo, jornada de trabalho de 8 horas, férias anuais remuneradas, proibição de trabalho para menores de 14 anos, indenização em demissão... • Nacionalização de riquezas minerais • Eleição indireta de Vargas • Nacionalização de minas e quedas-d’águas
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  • 17. História – Terceiro Ano • Ação Integralista Brasileira (AIB): influência nazifascista GOVERNO CONSTITUCIONAL • Posições: Anticomunista, antiliberal, nacionalismo extremista, defesa de Estado forte, disciplinamento e hierarquia • Liderança do escritor modernista Plínio Salgado e com o lema “Deus, pátria e família”
  • 18. A Intentona Comunista (1935) • Aliança Nacional Libertadora (ANL): tendência comunista • Destaque do PCB liderado por Luís Carlos Prestes • Contra o capitalismo e o liberalismo, defesa da estatização de empresas, contra o pagamento de dívida externa, defesa da reforma agrária • Lema: “Pão, terra e liberdade” • Movimento declarado ilegal
  • 19. Estado de Sítio • Preparação para o golpe Lei de Segurança Nacional • Codenação de muitas pessoas (crime político)
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  • 21. - Baseada nos fundamentos regime fascista - Outorgada (imposta) - Estado Unitário, autoritário e antiliberal - Pena de morte - Proibição de partidos políticos A) Constituição de 1937 (Constituição Polaca)
  • 22. O Departamento de Imprensa e Propaganda (DIP) ►Objetivos: ▪ Coordenar a propaganda ▪ Censurar os meios de comunicação.
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  • 25.  Trabalhismo e legislação: Consolidação das Leis do Trabalho (CLT)  Sindicatos controlados pelo Estado  Populismo: “O Pai dos pobres”
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  • 28. Cultura nos anos 30 e 40 A Hora do Brasil 02 A era do rádio: 01 A músicapopular 03 - Programas de auditório, musicas e radionovelas O governo encomendava canções com letras favoráveis à sua política.
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  • 30. Versões de um samba dos compositores Ataulfo Alves e Wilson Batista Bonde de São Januário Primeira versão Bonde de São Januário Primeira versão Quem trabalha não tem razão Eu diga e não tenho medo de errar O bonde São Januário Leva mais um sócio otário Sou eu que não vou trabalhar Quem trabalha é quem tem razão Eu digo e não tenho medo de errar O Bonde de São Januário leva mais um operário Sou eu que vou trabalhar Antes da censura do DIP Depois da censura do DIP
  • 31.
  • 32. O queremismo ►Vargas fazia um jogo contraditório. apoiava Dutra, mas estimulava um movimento popular que pedia sua permanência: o queremismo.
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  • 35. O FIM DO ESTADO NOVO • Participação na II Guerra: Apoio aos Aliados e manutenção de ditadura interna • Anúncio de eleições e anistia aos presos e perseguidos políticos
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  • 38. 1- (Enem) Nos primeiros anos do governo Vargas, as organizações operárias sob controle das correntes de esquerda tentaram se opor ao seu enquadramento pelo Estado. Mas a tentativa fracassou. Além do governo, a própria base dessas organizações pressionou pela legalização. Vários benefícios, como as férias e a possibilidade de postular direitos perante às Juntas de Conciliação e Julgamento, dependiam da condição de ser membro de sindicato reconhecido pelo governo. FAUSTO, B. História concisa do Brasil. São Paulo: Edusp; Imprensa Oficial do Estado, 2002 (adaptado). No contexto histórico retratado pelo texto, a relação entre governo e movimento sindical foi caracterizada a) pelo reconhecimento de diferentes ideologias políticas. b) por um diálogo democraticamente constituído. c) pelas benesses sociais do getulismo. d) pela vinculação de direitos trabalhistas à tutela do Estado e) por uma legislação construída consensualmente
  • 39. 2 - Getúlio Vargas foi o presidente brasileiro que mais tempo permaneceu no poder. Ao todo foram 18 anos de governo. O primeiro governo de Getúlio Vargas (1930 – 1945) pode ser dividido em três períodos distintos: governo provisório, governo constitucional e Estado Novo: a ditadura Varguista. O golpe de estado de Getúlio Vargas, que instituiu o Estado Novo (1937 a 1945) usou, como pretexto para a sua realização: A. - o perigo que representava para a Nação a penetração da direita nas forças Armadas. B. - o desejo de conter a ideologia da direita representada pela Ação integralista Brasileira. C. - a inquietação que existia no Nordeste em virtude da alta do custo de vida. D. - a possibilidade de uma revolução comunista, conforme constava de um documento em poder do governo - o Plano Cohen
  • 40. 3. Logo após o golpe do Estado Novo, o governo, por ordem de Vargas, realizou uma cerimônia de queima das bandeiras estaduais. Esse ato simbolizava: a) a disposição autoritária do Estado Novo para suprimir os interesses regionais b) a troca dos símbolos estaduais por novos que valorizassem o Estado Novo. c) uma resposta do governo aos interesses dos estados pela criação de novas bandeiras. d) o cumprimento do que determinava a Constituição de 1937 sobre o descarte de bandeiras defeituosas. e) a valorização do federalismo.
  • 41. 41 4. “Nos primeiros anos do governo Vargas, as organizações operárias sob controle das correntes de esquerda tentaram se opor ao seu enquadramento pelo Estado. Mas a tentativa fracassou. Além do governo, a própria base dessas organizações pressionou pela legalização. Vários benefícios, como as férias e a possibilidade de postular direitos perante às Juntas de Conciliação e Julgamento, dependiam da condição de ser membro de sindicato reconhecido pelo governo.” FAUSTO, B. História concisa do Brasil. São Paulo: Edusp; Imprensa Oficial do Estado, 2002 (adaptado). No contexto histórico retratado pelo texto, a relação entre governo e movimento sindical foi caracterizada A) pelo reconhecimento de diferentes ideologias políticas. B) por um diálogo democraticamente constituído. C) pelas benesses sociais do getulismo. D) pela vinculação de direitos trabalhistas à tutela do Estado E) por uma legislação construída consensualmente.
  • 42. Em 1935, o governo brasileiro começou a negar vistos a judeus. Posteriormente, durante o Estado Novo, uma circular secreta proibiu a concessão de vistos a “pessoas de origem semita”, inclusive turistas e negociantes, o que causou uma queda de 75% da imigração judaica ao longo daquele ano. Entretanto, mesmo com as imposições da lei, muitos judeus continuaram entrando ilegalmente no país durante a guerra e as ameaças de deportação em massa nunca foram concretizadas, apesar da extradição de alguns indivíduos por sua militância política. GRIMBERG, K. Nova língua interior. 500 anos de história dos judeus no Brasil. In: IBGE, Brasil: 500 anos de povoamento. Rio de Janeiro: IBGE, 2000 (adaptado). Uma razão para a adoção da política de imigração mencionada no texto foi: A) O receio do controle sionista sobre a economia nacional. B) A reserva de postos de trabalho para a mão de obra local. C) A oposição do clero católico à expansão de novas religiões. D) O apoio da diplomacia varguista às opiniões dos líderes árabes. E) A simpatia de membros da burocracia pelo projeto totalitário alemão

Notas do Editor

  1. 8