SlideShare uma empresa Scribd logo
A DISCIPLINA NA IGREJA 
(HB 12.11) 
• Introdução 
• Conceito 
• Tipos de disciplina e seus propósitos 
• Motivos que levam à disciplina
INTRODUÇÃO 
• Desde o início da igreja cristã, fez-se necessário 
o uso da disciplina eclesiástica.
• Paulo, apóstolo, ordenou que se aplicasse 
disciplina eclesiástica ao faltoso da igreja de 
Corinto (1Co 5.1-5,9-13). 
• Ele ensinou constante-mente 
a importância e 
o exercício da disciplina 
eclesiástica (2Ts 3.6,14- 
15; Tt 1.10-14; 3.9-11).
• Jesus instituiu a disciplina na igreja quando 
autorizou os apóstolos a proibirem ou 
permitirem certos tipos de comportamento; este 
é o poder de “ligar” e “desligar” pecados (Mt 
18.18). 
• As “chaves do Reino” dadas primeiro a Pedro e 
definidas com o poder de “ligar” e “desligar” (Mt 
16.19) têm sido entendidas comumente como a 
autoridade para supervisionar a doutrina e 
impor disciplina. 
• Essa autoridade foi dada por Cristo à Igreja em 
geral e à sua liderança ordenada em particular.
• Enquanto a igreja existir na terra, haverá pecado 
no meio dela, porque ela é composta de homens 
falhos 
• Entretanto, o objetivo de Cristo para com Sua 
igreja é apresentá-la a Si mesmo igreja gloriosa, 
sem mácula, nem ruga, nem coisa semelhante, 
mas santa e irrepreensível (Ef 5.27). 
• Daí a necessidade da aplicação da disciplina 
eclesiástica. Manter a pureza e santi-dade 
da igreja, pois é exigido dos cren-tes 
que sejam santos (1Pe 1.15).
• O exercício da disciplina na igreja é algo tão 
importante, que o reformador João Calvino a 
considerou, ao lado da proclamação da Palavra e 
da administração dos sacramentos, uma das 
marcas que distinguem a igreja verdadeira da 
falsa. 
Verdadeira 
Igreja 
Proclama a 
Palavra 
Ministra o 
Ministra o 
batismo e a ceia 
batismo e a ceia 
Exerce a 
disciplina 
eclesiástica
Conceito 
Disciplina Mesma raiz Discipulado 
Latim: discere 
= aprender
• Para produzir discípulos maduros, o 
aprendizado, a devoção, a adoração, a justiça e o 
serviço cristãos devem todos ser ensinados num 
contexto de cuidado e responsabilidade entre os 
crentes. 
Ensino sem 
disciplina 
Crentes 
imaturos, 
descuidados e 
sem responsa-bilidade 
Gera
• Aurélio: “Ordem que convém ao funcionamento 
regular de uma organização”. 
• Neste caso, a disciplina é vista também como o 
conjunto de ordens regidas num estatuto de uma 
igreja. 
• Um conjunto de regras a serem observadas para 
o bom funcionamento da instituição igreja. 
• Aplicação de certas penalidades a membros de 
uma igreja por quebrar certas regras. 
• Suspensão da comunhão.
O que não é disciplina 
•Despotismo 
Característica da 
Igreja Medieval: 
punição sem 
explicação. 
Característica 
presente em muitas 
igrejas hoje: punição 
sem motivos.
• Discriminação 
Quando o membro 
punido é 
abandonado pela 
igreja. 
Quando o membro 
punido se recusa a 
receber a punição. 
A família cristã não 
deve desistir do seu 
membro que caiu (2Co 
2.7,8,11). 
O estúpido ama o 
pecado e deseja segui-lo, 
então acusa a igreja 
de discriminação (Pv 
12.1)
• Arbitrariedade 
Por parte da 
liderança, quando 
pune por 
conveniência. 
Quando o membro 
não reconhece a 
autoridade 
eclesiástica. 
A liderança não tem o 
direito de punir sem 
motivo. 
A autoridade não vem de 
quem pune, mas do 
Cabeça da Igreja.
Tipos de disciplina 
• Disciplina formativa: é aquela dada no 
discipulado ao novo convertido, bem como nos 
ensinos bíblicos e as regras que constam nos 
estatutos e regimentos da igreja. 
• Esta disciplina, como já diz o nome tem o 
objetivo de formar o cristão no ensino da palavra 
e aperfeiçoamento do caráter, ao obedecer as 
regras de sua igreja.
• Disciplina reformativa: é aquela que chama 
a atenção do faltoso ao fato de que ele transgride 
em alguma(s) das regras que ele já conhece. 
Ela pode ser feita em duas etapas 
Numa abordagem 
individual: aqui é 
papel de qualquer 
crente, não só do 
pastor (Mt 18.15) 
Numa admoestação 
privada na presença de 
testemunhas: isso 
intimida o ofensor e o 
conscientiza dos efeitos 
coletivos de seus 
pecados (Mt 18.16) 
1
• Na abordagem individual, o repreensor deve agir 
em amor para com o repreendido (Pv 15.1; 27.5,6; 
Gl 6.1). 
• Mesmo assim deve haver um confronto do seu 
pecado (Mt 18.15). “Arguir”. Quer dizer 
“denunciar”, “trazer à luz”, “expor” (entre os 
dois). 
• Já na admoestação privada na presença de 
testemunhas, a objetividade do caso é preservada, 
o que diminui as chances de injustiça, e o ofensor 
é beneficiado, apesar de estar agora consciente de 
que há testemunhas de seu pecado.
Casos de notoriedade pública 
não devem ser tratados em 
segredo, pois o ofensor não 
teve receio em pecar 
publicamente, também a 
liderança não deve ter receio 
em puni-lo na presença da 
igreja (1Tm 5.20) – fala de 
presbíteros, mas inclui os que 
“vivem” no pecado).
• Disciplina punitiva: é aquela que pune o 
transgressor quando este se mostra impenitente, 
ou quando seu pecado é de notoriedade pública 
(1Co 5.1) 
E, se ele não 
os atender, 
dize-o à igreja 
(Mt 18.17a). 
O fato de dizer à igreja já 
indica punição (ainda não a 
excomunhão), uma vez que o 
impenitente não deu ouvidos 
à repreensão feita antes pelo 
irmão e pelas testemunhas. 
Não deve ser considerado 
violação de segredo, pois o 
ofensor deliberadamente 
recusou os caminhos prévios 
do arrependimento. 
Essa punição pode restringir a 
participação do ofensor dos 
privilégios de membresia da 
igreja, bem como da 
participação do sacramento da 
ceia do Senhor (1Co 11.27-32)
• Disciplina exclusiva: (no sentido de 
excluir da comunhão dos santos). Leia Mt 
18.17b. 
• O “considerar como gentio e publicano” no dizer 
de Jesus equivale a excomunhão da igreja. 
• Outras expressões bíblicas para a excomunhão: 
“Desligar” (Mt 18.18) 
“Entregar a Satanás” (1Co 5.5; 1Tm 1.20) 
“Reter os pecados” (Jo 20.23) 
“Afastar-se do culpado” (Rm 16.17; 1Co 5.9; 2Ts 
3.14; 2Jo 10)
Outros tipos de disciplina 
Disciplina 
Divina: Deus 
mesmo corrige 
Seus filhos 
(At 5.1-11) 
Disciplina no lar: 
os pais corrigem 
seus filhos 
(Ef 6.4) 
Disciplina própria: nós 
mesmos nos nos corrigimos, 
nós 
evitando o erro e, 
comprometemos quando o erramos erro e, 
nos 
em não 
nos 
em não 
mais errar 
mais errar 
(1Co 11.31) 
(1Co 11.31)
Não se deve perguntar: “com 
que direito a igreja 
disciplina?” Mas a pergunta a 
ser feita é: “Com que direito 
um membro da Igreja do 
Cordeiro profana o sangue 
da aliança e ultraja o Espírito 
da graça?” (Hb 10.29)
ProPósitos da disciPlina 
Manter a reputação de Deus 
(Rm 2.23,24). Deus é santo 
e exige que o seu povo 
também o seja e que haja 
santidade na sua 
congregação (Sl 93.5) 
Proteger a pureza moral e a 
integridade doutrinária da 
igreja (1Co 5.6,7; 2Jo 7-11; 
1Tm 1.13). A igreja não pode 
tolerar o pecado (Ap 2.20). 
Salvar a alma do crente e 
restaurá-lo à comunhão 
com Deus e com a igreja (Mt 
18.15; Tg 5.19,20; 2Co 2.7,8; 
10.8; Hb 12.6-11; 2Ts 3.6-15; 
Salvar a alma do crente e 
restaurá-lo à comunhão 
com Deus e com a igreja (Mt 
18.15; Tg 5.19,20; 2Co 2.7,8; 
10.8; Hb 12.6-11; 2Ts 3.6-15; 
2Tm 2.22-26). 
2Tm 2.22-26). 
Dissuadir outros a não 
pecarem, temendo a 
disciplina (1Tm 5.20; At 
5.11).
A disciplina não é 
obrigatoriamente sinônimo de 
exclusão, assim como o 
remédio para tratar um 
membro doente não é a 
amputação, senão em último 
recurso. Isto ocorre 
frequentemente por falta de 
habilidade para tratar o caso e 
por falta de misericórdia por 
parte dos crentes. A disciplina 
tem o propósito de educar, 
corrigir, livrar do mau caminho 
(Pv 5.22,23; 6.20,23)
Motivos que levam à disciplina 
•Divisões e escândalos (At 16.17-20; 
20.29,30; Rm 16.17; Tt 3.10-11). 
•Devassidão, idolatria, bebedices 
(inclui drogas), roubo, maledicência 
(1Co 5.11) 
• Heresia (2 Jo 6,9,10) 
• Imoralidade (1 Co 5.1)
Casos que não precisam de punição 
• Tropeço (Gl 6.1). Neste caso o pecado não foi 
planejado e não era costume da pessoa agir assim. 
• Dúvidas sobre doutrina (Jd 16-23). Estas pessoas 
não são falsos ensinadores, mas precisam de 
compaixão e esclarecimento. 
• Desordenado (2 Ts 3.6-14). Esta pessoa intromete 
na vida de outros; ou não quer trabalhar para 
ganhar a sua vida material; passa muito tempo nas 
casas dos outros falando o que não deve; usa a 
Palavra publicamente para atacar outros. Toda a 
igreja deve mostrar que não está gostando do seu 
comportamento e não deve dar oportunidades para 
ele.
Conclusão 
• A disciplina visa à restauração. Portanto, o 
disciplinado deve ser acompanhado e orientado 
pela igreja em todo o tempo da sua disciplina. 
• Não deve ser afastado dos cultos de instrução e 
oração, pois neste momento ele está fraco e 
precisando alimentar seu espírito com as coisas 
de Deus. 
• O arrependido e disciplinado deve ser 
genuinamente perdoado (Lc 17.3).
• Deus perdoa, mas a igreja local muitas vezes não 
esquece, mas isola o irmão e o trata como se não 
tivesse sido perdoado. 
• A igreja precisa perdoar como Deus o faz (Mq 
7.18,19). 
• Paulo exorta a igreja para que manifeste perdão, 
conforto e reafirmação de amor para com o 
arrependido, para que “o mesmo não seja 
consumido por excessiva tristeza” (2 Co 2.7-8). 
• Outra razão para esta exortação é para que 
“Satanás não alcance vantagem” sobre a igreja, 
criando amargura, discórdia e dissensão (v. 11).
• Que nós sejamos observadores de nós mesmos e, 
se por acaso, nos virmos em situação de 
confronto, não nos acovardemos, mas 
reconheçamos que temos autoridade espiritual 
para levar com amor essa situação a uma 
resolução!
A disciplina na igreja (Hb 12.11)
A disciplina na igreja (Hb 12.11)

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Lição 12 - A necessidade do batismo com o Espírito Santo.
Lição 12 - A necessidade do batismo com o Espírito Santo.Lição 12 - A necessidade do batismo com o Espírito Santo.
Lição 12 - A necessidade do batismo com o Espírito Santo.
Éder Tomé
 
Slide Lição 03 - A maravilhosa e inefável graça de Deus
Slide Lição 03 - A maravilhosa e inefável graça de DeusSlide Lição 03 - A maravilhosa e inefável graça de Deus
Slide Lição 03 - A maravilhosa e inefável graça de Deus
Éder Tomé
 
1 porque algumas igrejas crescem
1    porque algumas igrejas crescem1    porque algumas igrejas crescem
1 porque algumas igrejas crescem
José Santos
 
Evangelismo
EvangelismoEvangelismo
Evangelismo
guestf8ed39
 
Maturidade CRISTA
Maturidade CRISTAMaturidade CRISTA
Maturidade CRISTA
vagner costa
 
Lição 8 - A Igreja de Cristo
Lição 8 - A Igreja de CristoLição 8 - A Igreja de Cristo
Lição 8 - A Igreja de Cristo
I.A.D.F.J - SAMAMABAIA SUL
 
Lição 1 - A formação do caráter do cristão
Lição 1 - A formação do caráter do cristãoLição 1 - A formação do caráter do cristão
Lição 1 - A formação do caráter do cristão
Erberson Pinheiro
 
Lição 2 A disciplina na vida do obreiro
Lição 2   A disciplina na vida do obreiroLição 2   A disciplina na vida do obreiro
Lição 2 A disciplina na vida do obreiro
Wander Sousa
 
Dez passos para o cristão evangelizar
Dez passos para o cristão evangelizarDez passos para o cristão evangelizar
Dez passos para o cristão evangelizar
Manoel Moreira
 
Lição 3 – Conhecendo a Igreja a partir dos títulos e símbolos bíblicos
Lição 3 – Conhecendo a Igreja a partir dos títulos e símbolos bíblicosLição 3 – Conhecendo a Igreja a partir dos títulos e símbolos bíblicos
Lição 3 – Conhecendo a Igreja a partir dos títulos e símbolos bíblicos
Éder Tomé
 
Lição 11 - A Importância da Bíblia como única regra de Fé
Lição 11 - A Importância da Bíblia como única regra de FéLição 11 - A Importância da Bíblia como única regra de Fé
Lição 11 - A Importância da Bíblia como única regra de Fé
Éder Tomé
 
Evangelismo pessoal
Evangelismo pessoalEvangelismo pessoal
Evangelismo pessoal
Antonio Filho
 
Manual dos obreiros do Ministério IPCA
Manual dos obreiros do Ministério IPCAManual dos obreiros do Ministério IPCA
Manual dos obreiros do Ministério IPCA
MINISTERIO IPCA.
 
Degraus da maturidade espiritual
Degraus da maturidade espiritualDegraus da maturidade espiritual
Degraus da maturidade espiritual
Eduardo Maciel
 
A obra do espirito santo na igreja
A obra do espirito santo na igrejaA obra do espirito santo na igreja
A obra do espirito santo na igreja
Marconi Pacheco
 
Lição 3: A MORDOMIA DA ALMA E DO ESPÍRITO
Lição 3: A MORDOMIA DA ALMA E DO ESPÍRITOLição 3: A MORDOMIA DA ALMA E DO ESPÍRITO
Lição 3: A MORDOMIA DA ALMA E DO ESPÍRITO
Hamilton Souza
 
Lição 10 - O Culto Racional
Lição 10 - O Culto RacionalLição 10 - O Culto Racional
Lição 10 - O Culto Racional
Éder Tomé
 
Lição 8 - A ordenança da Ceia do Senhor
Lição 8 - A ordenança da Ceia do SenhorLição 8 - A ordenança da Ceia do Senhor
Lição 8 - A ordenança da Ceia do Senhor
Éder Tomé
 
Lição 13 – Orando sem Cessar
Lição 13 – Orando sem CessarLição 13 – Orando sem Cessar
Lição 13 – Orando sem Cessar
Éder Tomé
 
Lição 1 – Batalha Espiritual – A Realidade não Pode ser Suestimada
Lição 1 – Batalha Espiritual – A Realidade não Pode ser SuestimadaLição 1 – Batalha Espiritual – A Realidade não Pode ser Suestimada
Lição 1 – Batalha Espiritual – A Realidade não Pode ser Suestimada
Éder Tomé
 

Mais procurados (20)

Lição 12 - A necessidade do batismo com o Espírito Santo.
Lição 12 - A necessidade do batismo com o Espírito Santo.Lição 12 - A necessidade do batismo com o Espírito Santo.
Lição 12 - A necessidade do batismo com o Espírito Santo.
 
Slide Lição 03 - A maravilhosa e inefável graça de Deus
Slide Lição 03 - A maravilhosa e inefável graça de DeusSlide Lição 03 - A maravilhosa e inefável graça de Deus
Slide Lição 03 - A maravilhosa e inefável graça de Deus
 
1 porque algumas igrejas crescem
1    porque algumas igrejas crescem1    porque algumas igrejas crescem
1 porque algumas igrejas crescem
 
Evangelismo
EvangelismoEvangelismo
Evangelismo
 
Maturidade CRISTA
Maturidade CRISTAMaturidade CRISTA
Maturidade CRISTA
 
Lição 8 - A Igreja de Cristo
Lição 8 - A Igreja de CristoLição 8 - A Igreja de Cristo
Lição 8 - A Igreja de Cristo
 
Lição 1 - A formação do caráter do cristão
Lição 1 - A formação do caráter do cristãoLição 1 - A formação do caráter do cristão
Lição 1 - A formação do caráter do cristão
 
Lição 2 A disciplina na vida do obreiro
Lição 2   A disciplina na vida do obreiroLição 2   A disciplina na vida do obreiro
Lição 2 A disciplina na vida do obreiro
 
Dez passos para o cristão evangelizar
Dez passos para o cristão evangelizarDez passos para o cristão evangelizar
Dez passos para o cristão evangelizar
 
Lição 3 – Conhecendo a Igreja a partir dos títulos e símbolos bíblicos
Lição 3 – Conhecendo a Igreja a partir dos títulos e símbolos bíblicosLição 3 – Conhecendo a Igreja a partir dos títulos e símbolos bíblicos
Lição 3 – Conhecendo a Igreja a partir dos títulos e símbolos bíblicos
 
Lição 11 - A Importância da Bíblia como única regra de Fé
Lição 11 - A Importância da Bíblia como única regra de FéLição 11 - A Importância da Bíblia como única regra de Fé
Lição 11 - A Importância da Bíblia como única regra de Fé
 
Evangelismo pessoal
Evangelismo pessoalEvangelismo pessoal
Evangelismo pessoal
 
Manual dos obreiros do Ministério IPCA
Manual dos obreiros do Ministério IPCAManual dos obreiros do Ministério IPCA
Manual dos obreiros do Ministério IPCA
 
Degraus da maturidade espiritual
Degraus da maturidade espiritualDegraus da maturidade espiritual
Degraus da maturidade espiritual
 
A obra do espirito santo na igreja
A obra do espirito santo na igrejaA obra do espirito santo na igreja
A obra do espirito santo na igreja
 
Lição 3: A MORDOMIA DA ALMA E DO ESPÍRITO
Lição 3: A MORDOMIA DA ALMA E DO ESPÍRITOLição 3: A MORDOMIA DA ALMA E DO ESPÍRITO
Lição 3: A MORDOMIA DA ALMA E DO ESPÍRITO
 
Lição 10 - O Culto Racional
Lição 10 - O Culto RacionalLição 10 - O Culto Racional
Lição 10 - O Culto Racional
 
Lição 8 - A ordenança da Ceia do Senhor
Lição 8 - A ordenança da Ceia do SenhorLição 8 - A ordenança da Ceia do Senhor
Lição 8 - A ordenança da Ceia do Senhor
 
Lição 13 – Orando sem Cessar
Lição 13 – Orando sem CessarLição 13 – Orando sem Cessar
Lição 13 – Orando sem Cessar
 
Lição 1 – Batalha Espiritual – A Realidade não Pode ser Suestimada
Lição 1 – Batalha Espiritual – A Realidade não Pode ser SuestimadaLição 1 – Batalha Espiritual – A Realidade não Pode ser Suestimada
Lição 1 – Batalha Espiritual – A Realidade não Pode ser Suestimada
 

Destaque

Fermento Velho
Fermento VelhoFermento Velho
Fermento Velho
Izabel Cristina Fonseca
 
Digital | Fermento no Facebook
Digital | Fermento no FacebookDigital | Fermento no Facebook
Digital | Fermento no Facebook
Fermento Promo
 
Ebd Lições bíblicas 2016 aula 6 A lei ,carne e o Espírito.
Ebd Lições bíblicas 2016 aula 6 A lei ,carne e o Espírito.Ebd Lições bíblicas 2016 aula 6 A lei ,carne e o Espírito.
Ebd Lições bíblicas 2016 aula 6 A lei ,carne e o Espírito.
GIDEONE Moura Santos Ferreira
 
Lição 4ª Disciplina e pureza na igreja
Lição 4ª Disciplina e pureza na igreja Lição 4ª Disciplina e pureza na igreja
Lição 4ª Disciplina e pureza na igreja
Igreja Presbiteriana Zona Sul
 
Pecado e Disciplina na Igreja
Pecado e Disciplina na IgrejaPecado e Disciplina na Igreja
Pecado e Disciplina na Igreja
Rogério Nunes
 
1 coríntios 4
1 coríntios 41 coríntios 4
1 coríntios 4
Dalila Melo
 
Estudo bíblico 21
Estudo bíblico 21Estudo bíblico 21
Estudo bíblico 21
Edilson Jose Barbosa Barbosa
 

Destaque (7)

Fermento Velho
Fermento VelhoFermento Velho
Fermento Velho
 
Digital | Fermento no Facebook
Digital | Fermento no FacebookDigital | Fermento no Facebook
Digital | Fermento no Facebook
 
Ebd Lições bíblicas 2016 aula 6 A lei ,carne e o Espírito.
Ebd Lições bíblicas 2016 aula 6 A lei ,carne e o Espírito.Ebd Lições bíblicas 2016 aula 6 A lei ,carne e o Espírito.
Ebd Lições bíblicas 2016 aula 6 A lei ,carne e o Espírito.
 
Lição 4ª Disciplina e pureza na igreja
Lição 4ª Disciplina e pureza na igreja Lição 4ª Disciplina e pureza na igreja
Lição 4ª Disciplina e pureza na igreja
 
Pecado e Disciplina na Igreja
Pecado e Disciplina na IgrejaPecado e Disciplina na Igreja
Pecado e Disciplina na Igreja
 
1 coríntios 4
1 coríntios 41 coríntios 4
1 coríntios 4
 
Estudo bíblico 21
Estudo bíblico 21Estudo bíblico 21
Estudo bíblico 21
 

Semelhante a A disciplina na igreja (Hb 12.11)

Lição 8 - A Disciplina na Igreja - .pptx
Lição 8 - A Disciplina na Igreja - .pptxLição 8 - A Disciplina na Igreja - .pptx
Lição 8 - A Disciplina na Igreja - .pptx
Celso Napoleon
 
PRELEÇÃO_LIÇÃO 8 - A IMPUREZA DA IGREJA DE CORINTO
PRELEÇÃO_LIÇÃO 8 -  A IMPUREZA DA IGREJA DE CORINTOPRELEÇÃO_LIÇÃO 8 -  A IMPUREZA DA IGREJA DE CORINTO
PRELEÇÃO_LIÇÃO 8 - A IMPUREZA DA IGREJA DE CORINTO
Pastor Natalino Das Neves
 
PRELEÇÃO_LIÇÃO 8 - A IMPUREZA DA IGREJA DE CORINTO
PRELEÇÃO_LIÇÃO 8 -  A IMPUREZA DA IGREJA DE CORINTOPRELEÇÃO_LIÇÃO 8 -  A IMPUREZA DA IGREJA DE CORINTO
PRELEÇÃO_LIÇÃO 8 - A IMPUREZA DA IGREJA DE CORINTO
Natalino das Neves Neves
 
PRELEÇÃO_LIÇÃO 8 - A IMPUREZA DA IGREJA DE CORINTO
PRELEÇÃO_LIÇÃO 8 -  A IMPUREZA DA IGREJA DE CORINTOPRELEÇÃO_LIÇÃO 8 -  A IMPUREZA DA IGREJA DE CORINTO
PRELEÇÃO_LIÇÃO 8 - A IMPUREZA DA IGREJA DE CORINTO
Pastor Natalino Das Neves
 
Slide Licao 8 - 1T - 2024 - CPAD ADULTOS.pptx
Slide Licao 8 - 1T - 2024 - CPAD ADULTOS.pptxSlide Licao 8 - 1T - 2024 - CPAD ADULTOS.pptx
Slide Licao 8 - 1T - 2024 - CPAD ADULTOS.pptx
JoseEltonOliveira
 
Lição 5 - A mordomia da igreja
Lição 5 - A mordomia da igrejaLição 5 - A mordomia da igreja
Lição 5 - A mordomia da igreja
Marina de Morais
 
DISCIPLINA ECLESIÁSTICA EM TEMPOS DE IMPUNIDADE
DISCIPLINA ECLESIÁSTICA EM TEMPOS DE IMPUNIDADEDISCIPLINA ECLESIÁSTICA EM TEMPOS DE IMPUNIDADE
DISCIPLINA ECLESIÁSTICA EM TEMPOS DE IMPUNIDADE
Enerliz
 
Lição 4 - Disciplina e o processo educacional de Deus
Lição 4 - Disciplina e o processo educacional de DeusLição 4 - Disciplina e o processo educacional de Deus
Lição 4 - Disciplina e o processo educacional de Deus
Éder Tomé
 
Teologia pastoral
Teologia pastoralTeologia pastoral
Teologia pastoral
ibaderj
 
3º trimestre 2015 lição 06 adultos
3º trimestre 2015 lição 06 adultos3º trimestre 2015 lição 06 adultos
3º trimestre 2015 lição 06 adultos
Joel Silva
 
3º Trimestre 2015 Lição 06 Adultos
3º Trimestre 2015 Lição 06 Adultos3º Trimestre 2015 Lição 06 Adultos
3º Trimestre 2015 Lição 06 Adultos
Joel Silva
 
2015 3º trimestre adultos lição 06.pptx
2015 3º trimestre adultos lição 06.pptx2015 3º trimestre adultos lição 06.pptx
2015 3º trimestre adultos lição 06.pptx
Joel Silva
 
Manual do obreiro adrv 2019
Manual do obreiro adrv 2019Manual do obreiro adrv 2019
Manual do obreiro adrv 2019
Alice Costa
 
Teologia Pastoral
Teologia PastoralTeologia Pastoral
Teologia Pastoral
Ad Junior
 
Disciplina na igreja
Disciplina na igrejaDisciplina na igreja
Disciplina na igreja
Disciplina na igrejaDisciplina na igreja
Disciplina na igreja
Pastor Marcello Rocha
 
3. as marcas da verdadeira igreja
3. as marcas da verdadeira igreja3. as marcas da verdadeira igreja
3. as marcas da verdadeira igreja
Pedro Vitalino
 
Liderança santa
Liderança santaLiderança santa
Liderança santa
Antonio Rodrigues
 
Ibadep administracao e lideranca
Ibadep   administracao e liderancaIbadep   administracao e lideranca
Ibadep administracao e lideranca
claudiosilva375
 
MARCA 7 - DISCIPLINA BÍBLICA NA IGREJA
MARCA 7 - DISCIPLINA BÍBLICA NA IGREJAMARCA 7 - DISCIPLINA BÍBLICA NA IGREJA
MARCA 7 - DISCIPLINA BÍBLICA NA IGREJA
Enerliz
 

Semelhante a A disciplina na igreja (Hb 12.11) (20)

Lição 8 - A Disciplina na Igreja - .pptx
Lição 8 - A Disciplina na Igreja - .pptxLição 8 - A Disciplina na Igreja - .pptx
Lição 8 - A Disciplina na Igreja - .pptx
 
PRELEÇÃO_LIÇÃO 8 - A IMPUREZA DA IGREJA DE CORINTO
PRELEÇÃO_LIÇÃO 8 -  A IMPUREZA DA IGREJA DE CORINTOPRELEÇÃO_LIÇÃO 8 -  A IMPUREZA DA IGREJA DE CORINTO
PRELEÇÃO_LIÇÃO 8 - A IMPUREZA DA IGREJA DE CORINTO
 
PRELEÇÃO_LIÇÃO 8 - A IMPUREZA DA IGREJA DE CORINTO
PRELEÇÃO_LIÇÃO 8 -  A IMPUREZA DA IGREJA DE CORINTOPRELEÇÃO_LIÇÃO 8 -  A IMPUREZA DA IGREJA DE CORINTO
PRELEÇÃO_LIÇÃO 8 - A IMPUREZA DA IGREJA DE CORINTO
 
PRELEÇÃO_LIÇÃO 8 - A IMPUREZA DA IGREJA DE CORINTO
PRELEÇÃO_LIÇÃO 8 -  A IMPUREZA DA IGREJA DE CORINTOPRELEÇÃO_LIÇÃO 8 -  A IMPUREZA DA IGREJA DE CORINTO
PRELEÇÃO_LIÇÃO 8 - A IMPUREZA DA IGREJA DE CORINTO
 
Slide Licao 8 - 1T - 2024 - CPAD ADULTOS.pptx
Slide Licao 8 - 1T - 2024 - CPAD ADULTOS.pptxSlide Licao 8 - 1T - 2024 - CPAD ADULTOS.pptx
Slide Licao 8 - 1T - 2024 - CPAD ADULTOS.pptx
 
Lição 5 - A mordomia da igreja
Lição 5 - A mordomia da igrejaLição 5 - A mordomia da igreja
Lição 5 - A mordomia da igreja
 
DISCIPLINA ECLESIÁSTICA EM TEMPOS DE IMPUNIDADE
DISCIPLINA ECLESIÁSTICA EM TEMPOS DE IMPUNIDADEDISCIPLINA ECLESIÁSTICA EM TEMPOS DE IMPUNIDADE
DISCIPLINA ECLESIÁSTICA EM TEMPOS DE IMPUNIDADE
 
Lição 4 - Disciplina e o processo educacional de Deus
Lição 4 - Disciplina e o processo educacional de DeusLição 4 - Disciplina e o processo educacional de Deus
Lição 4 - Disciplina e o processo educacional de Deus
 
Teologia pastoral
Teologia pastoralTeologia pastoral
Teologia pastoral
 
3º trimestre 2015 lição 06 adultos
3º trimestre 2015 lição 06 adultos3º trimestre 2015 lição 06 adultos
3º trimestre 2015 lição 06 adultos
 
3º Trimestre 2015 Lição 06 Adultos
3º Trimestre 2015 Lição 06 Adultos3º Trimestre 2015 Lição 06 Adultos
3º Trimestre 2015 Lição 06 Adultos
 
2015 3º trimestre adultos lição 06.pptx
2015 3º trimestre adultos lição 06.pptx2015 3º trimestre adultos lição 06.pptx
2015 3º trimestre adultos lição 06.pptx
 
Manual do obreiro adrv 2019
Manual do obreiro adrv 2019Manual do obreiro adrv 2019
Manual do obreiro adrv 2019
 
Teologia Pastoral
Teologia PastoralTeologia Pastoral
Teologia Pastoral
 
Disciplina na igreja
Disciplina na igrejaDisciplina na igreja
Disciplina na igreja
 
Disciplina na igreja
Disciplina na igrejaDisciplina na igreja
Disciplina na igreja
 
3. as marcas da verdadeira igreja
3. as marcas da verdadeira igreja3. as marcas da verdadeira igreja
3. as marcas da verdadeira igreja
 
Liderança santa
Liderança santaLiderança santa
Liderança santa
 
Ibadep administracao e lideranca
Ibadep   administracao e liderancaIbadep   administracao e lideranca
Ibadep administracao e lideranca
 
MARCA 7 - DISCIPLINA BÍBLICA NA IGREJA
MARCA 7 - DISCIPLINA BÍBLICA NA IGREJAMARCA 7 - DISCIPLINA BÍBLICA NA IGREJA
MARCA 7 - DISCIPLINA BÍBLICA NA IGREJA
 

Mais de Pastor Adilson Lopes Oficial

Estudo bíblico o libertador de israel e os 7 inimigos do povo de Deus...
Estudo bíblico o libertador de israel e os 7 inimigos do povo de Deus...Estudo bíblico o libertador de israel e os 7 inimigos do povo de Deus...
Estudo bíblico o libertador de israel e os 7 inimigos do povo de Deus...
Pastor Adilson Lopes Oficial
 
Revelando os segredos nas tatuagems
Revelando os segredos nas tatuagemsRevelando os segredos nas tatuagems
Revelando os segredos nas tatuagems
Pastor Adilson Lopes Oficial
 
O ministério do diácono (isa)
O ministério do diácono (isa)O ministério do diácono (isa)
O ministério do diácono (isa)
Pastor Adilson Lopes Oficial
 
Liderança cristã
Liderança cristãLiderança cristã
Liderança cristã
Pastor Adilson Lopes Oficial
 
Liderança cristã
Liderança cristã Liderança cristã
Liderança cristã
Pastor Adilson Lopes Oficial
 
Liderança cristã
Liderança cristã Liderança cristã
Liderança cristã
Pastor Adilson Lopes Oficial
 

Mais de Pastor Adilson Lopes Oficial (6)

Estudo bíblico o libertador de israel e os 7 inimigos do povo de Deus...
Estudo bíblico o libertador de israel e os 7 inimigos do povo de Deus...Estudo bíblico o libertador de israel e os 7 inimigos do povo de Deus...
Estudo bíblico o libertador de israel e os 7 inimigos do povo de Deus...
 
Revelando os segredos nas tatuagems
Revelando os segredos nas tatuagemsRevelando os segredos nas tatuagems
Revelando os segredos nas tatuagems
 
O ministério do diácono (isa)
O ministério do diácono (isa)O ministério do diácono (isa)
O ministério do diácono (isa)
 
Liderança cristã
Liderança cristãLiderança cristã
Liderança cristã
 
Liderança cristã
Liderança cristã Liderança cristã
Liderança cristã
 
Liderança cristã
Liderança cristã Liderança cristã
Liderança cristã
 

Último

Lição 12 - A Bendita Esperança: A Marca do Cristão.pptx
Lição 12 - A Bendita Esperança: A Marca do Cristão.pptxLição 12 - A Bendita Esperança: A Marca do Cristão.pptx
Lição 12 - A Bendita Esperança: A Marca do Cristão.pptx
Celso Napoleon
 
Lição 13 Estudo Biblico para alimento da alma.pptx
Lição 13 Estudo Biblico para alimento da alma.pptxLição 13 Estudo Biblico para alimento da alma.pptx
Lição 13 Estudo Biblico para alimento da alma.pptx
JaquelineSantosBasto
 
A Abóbada Celeste No Rito Adonhiramita.pdf
A Abóbada Celeste No Rito Adonhiramita.pdfA Abóbada Celeste No Rito Adonhiramita.pdf
A Abóbada Celeste No Rito Adonhiramita.pdf
claudiovieira83
 
Oração Ao Sagrado Coração De Jesus E Maria (3)
Oração Ao Sagrado Coração De Jesus E Maria (3)Oração Ao Sagrado Coração De Jesus E Maria (3)
Oração Ao Sagrado Coração De Jesus E Maria (3)
Nilson Almeida
 
Jesuítas Os Terroristas Secretos. Livro pdf pdf
Jesuítas Os Terroristas Secretos. Livro pdf pdfJesuítas Os Terroristas Secretos. Livro pdf pdf
Jesuítas Os Terroristas Secretos. Livro pdf pdf
REFORMADOR PROTESTANTE
 
Teresa Gerhardinger - corajosa mulher de fé e de visão mundial (1989)
Teresa Gerhardinger - corajosa mulher de fé e de visão mundial (1989)Teresa Gerhardinger - corajosa mulher de fé e de visão mundial (1989)
Teresa Gerhardinger - corajosa mulher de fé e de visão mundial (1989)
Elton Zanoni
 
Oração Ao Sagrado Coração De Jesus E Maria (2)
Oração Ao Sagrado Coração De Jesus E Maria (2)Oração Ao Sagrado Coração De Jesus E Maria (2)
Oração Ao Sagrado Coração De Jesus E Maria (2)
Nilson Almeida
 
de volta as estrelas - Erich von Däniken.pdf
de volta as estrelas - Erich von Däniken.pdfde volta as estrelas - Erich von Däniken.pdf
de volta as estrelas - Erich von Däniken.pdf
marcobueno2024
 
Lição 13 – A Cidade Celestial - CPAD.pptx
Lição 13 – A Cidade Celestial - CPAD.pptxLição 13 – A Cidade Celestial - CPAD.pptx
Lição 13 – A Cidade Celestial - CPAD.pptx
Celso Napoleon
 
A VOZ DO SILÊNCIO - Helena Blavatsky livro
A VOZ DO SILÊNCIO - Helena Blavatsky livroA VOZ DO SILÊNCIO - Helena Blavatsky livro
A VOZ DO SILÊNCIO - Helena Blavatsky livro
GABRIELADIASDUTRA1
 
O que está oculto na Maçonaria? Livro cristão.
O que está oculto na Maçonaria? Livro cristão.O que está oculto na Maçonaria? Livro cristão.
O que está oculto na Maçonaria? Livro cristão.
REFORMADOR PROTESTANTE
 
ORGANIZAÇÃO ABERTURA EBF 2024.pdf-1.doc
ORGANIZAÇÃO ABERTURA EBF 2024.pdf-1.docORGANIZAÇÃO ABERTURA EBF 2024.pdf-1.doc
ORGANIZAÇÃO ABERTURA EBF 2024.pdf-1.doc
Oziete SS
 

Último (12)

Lição 12 - A Bendita Esperança: A Marca do Cristão.pptx
Lição 12 - A Bendita Esperança: A Marca do Cristão.pptxLição 12 - A Bendita Esperança: A Marca do Cristão.pptx
Lição 12 - A Bendita Esperança: A Marca do Cristão.pptx
 
Lição 13 Estudo Biblico para alimento da alma.pptx
Lição 13 Estudo Biblico para alimento da alma.pptxLição 13 Estudo Biblico para alimento da alma.pptx
Lição 13 Estudo Biblico para alimento da alma.pptx
 
A Abóbada Celeste No Rito Adonhiramita.pdf
A Abóbada Celeste No Rito Adonhiramita.pdfA Abóbada Celeste No Rito Adonhiramita.pdf
A Abóbada Celeste No Rito Adonhiramita.pdf
 
Oração Ao Sagrado Coração De Jesus E Maria (3)
Oração Ao Sagrado Coração De Jesus E Maria (3)Oração Ao Sagrado Coração De Jesus E Maria (3)
Oração Ao Sagrado Coração De Jesus E Maria (3)
 
Jesuítas Os Terroristas Secretos. Livro pdf pdf
Jesuítas Os Terroristas Secretos. Livro pdf pdfJesuítas Os Terroristas Secretos. Livro pdf pdf
Jesuítas Os Terroristas Secretos. Livro pdf pdf
 
Teresa Gerhardinger - corajosa mulher de fé e de visão mundial (1989)
Teresa Gerhardinger - corajosa mulher de fé e de visão mundial (1989)Teresa Gerhardinger - corajosa mulher de fé e de visão mundial (1989)
Teresa Gerhardinger - corajosa mulher de fé e de visão mundial (1989)
 
Oração Ao Sagrado Coração De Jesus E Maria (2)
Oração Ao Sagrado Coração De Jesus E Maria (2)Oração Ao Sagrado Coração De Jesus E Maria (2)
Oração Ao Sagrado Coração De Jesus E Maria (2)
 
de volta as estrelas - Erich von Däniken.pdf
de volta as estrelas - Erich von Däniken.pdfde volta as estrelas - Erich von Däniken.pdf
de volta as estrelas - Erich von Däniken.pdf
 
Lição 13 – A Cidade Celestial - CPAD.pptx
Lição 13 – A Cidade Celestial - CPAD.pptxLição 13 – A Cidade Celestial - CPAD.pptx
Lição 13 – A Cidade Celestial - CPAD.pptx
 
A VOZ DO SILÊNCIO - Helena Blavatsky livro
A VOZ DO SILÊNCIO - Helena Blavatsky livroA VOZ DO SILÊNCIO - Helena Blavatsky livro
A VOZ DO SILÊNCIO - Helena Blavatsky livro
 
O que está oculto na Maçonaria? Livro cristão.
O que está oculto na Maçonaria? Livro cristão.O que está oculto na Maçonaria? Livro cristão.
O que está oculto na Maçonaria? Livro cristão.
 
ORGANIZAÇÃO ABERTURA EBF 2024.pdf-1.doc
ORGANIZAÇÃO ABERTURA EBF 2024.pdf-1.docORGANIZAÇÃO ABERTURA EBF 2024.pdf-1.doc
ORGANIZAÇÃO ABERTURA EBF 2024.pdf-1.doc
 

A disciplina na igreja (Hb 12.11)

  • 1.
  • 2. A DISCIPLINA NA IGREJA (HB 12.11) • Introdução • Conceito • Tipos de disciplina e seus propósitos • Motivos que levam à disciplina
  • 3. INTRODUÇÃO • Desde o início da igreja cristã, fez-se necessário o uso da disciplina eclesiástica.
  • 4. • Paulo, apóstolo, ordenou que se aplicasse disciplina eclesiástica ao faltoso da igreja de Corinto (1Co 5.1-5,9-13). • Ele ensinou constante-mente a importância e o exercício da disciplina eclesiástica (2Ts 3.6,14- 15; Tt 1.10-14; 3.9-11).
  • 5. • Jesus instituiu a disciplina na igreja quando autorizou os apóstolos a proibirem ou permitirem certos tipos de comportamento; este é o poder de “ligar” e “desligar” pecados (Mt 18.18). • As “chaves do Reino” dadas primeiro a Pedro e definidas com o poder de “ligar” e “desligar” (Mt 16.19) têm sido entendidas comumente como a autoridade para supervisionar a doutrina e impor disciplina. • Essa autoridade foi dada por Cristo à Igreja em geral e à sua liderança ordenada em particular.
  • 6. • Enquanto a igreja existir na terra, haverá pecado no meio dela, porque ela é composta de homens falhos • Entretanto, o objetivo de Cristo para com Sua igreja é apresentá-la a Si mesmo igreja gloriosa, sem mácula, nem ruga, nem coisa semelhante, mas santa e irrepreensível (Ef 5.27). • Daí a necessidade da aplicação da disciplina eclesiástica. Manter a pureza e santi-dade da igreja, pois é exigido dos cren-tes que sejam santos (1Pe 1.15).
  • 7. • O exercício da disciplina na igreja é algo tão importante, que o reformador João Calvino a considerou, ao lado da proclamação da Palavra e da administração dos sacramentos, uma das marcas que distinguem a igreja verdadeira da falsa. Verdadeira Igreja Proclama a Palavra Ministra o Ministra o batismo e a ceia batismo e a ceia Exerce a disciplina eclesiástica
  • 8. Conceito Disciplina Mesma raiz Discipulado Latim: discere = aprender
  • 9. • Para produzir discípulos maduros, o aprendizado, a devoção, a adoração, a justiça e o serviço cristãos devem todos ser ensinados num contexto de cuidado e responsabilidade entre os crentes. Ensino sem disciplina Crentes imaturos, descuidados e sem responsa-bilidade Gera
  • 10. • Aurélio: “Ordem que convém ao funcionamento regular de uma organização”. • Neste caso, a disciplina é vista também como o conjunto de ordens regidas num estatuto de uma igreja. • Um conjunto de regras a serem observadas para o bom funcionamento da instituição igreja. • Aplicação de certas penalidades a membros de uma igreja por quebrar certas regras. • Suspensão da comunhão.
  • 11. O que não é disciplina •Despotismo Característica da Igreja Medieval: punição sem explicação. Característica presente em muitas igrejas hoje: punição sem motivos.
  • 12. • Discriminação Quando o membro punido é abandonado pela igreja. Quando o membro punido se recusa a receber a punição. A família cristã não deve desistir do seu membro que caiu (2Co 2.7,8,11). O estúpido ama o pecado e deseja segui-lo, então acusa a igreja de discriminação (Pv 12.1)
  • 13. • Arbitrariedade Por parte da liderança, quando pune por conveniência. Quando o membro não reconhece a autoridade eclesiástica. A liderança não tem o direito de punir sem motivo. A autoridade não vem de quem pune, mas do Cabeça da Igreja.
  • 14. Tipos de disciplina • Disciplina formativa: é aquela dada no discipulado ao novo convertido, bem como nos ensinos bíblicos e as regras que constam nos estatutos e regimentos da igreja. • Esta disciplina, como já diz o nome tem o objetivo de formar o cristão no ensino da palavra e aperfeiçoamento do caráter, ao obedecer as regras de sua igreja.
  • 15. • Disciplina reformativa: é aquela que chama a atenção do faltoso ao fato de que ele transgride em alguma(s) das regras que ele já conhece. Ela pode ser feita em duas etapas Numa abordagem individual: aqui é papel de qualquer crente, não só do pastor (Mt 18.15) Numa admoestação privada na presença de testemunhas: isso intimida o ofensor e o conscientiza dos efeitos coletivos de seus pecados (Mt 18.16) 1
  • 16. • Na abordagem individual, o repreensor deve agir em amor para com o repreendido (Pv 15.1; 27.5,6; Gl 6.1). • Mesmo assim deve haver um confronto do seu pecado (Mt 18.15). “Arguir”. Quer dizer “denunciar”, “trazer à luz”, “expor” (entre os dois). • Já na admoestação privada na presença de testemunhas, a objetividade do caso é preservada, o que diminui as chances de injustiça, e o ofensor é beneficiado, apesar de estar agora consciente de que há testemunhas de seu pecado.
  • 17. Casos de notoriedade pública não devem ser tratados em segredo, pois o ofensor não teve receio em pecar publicamente, também a liderança não deve ter receio em puni-lo na presença da igreja (1Tm 5.20) – fala de presbíteros, mas inclui os que “vivem” no pecado).
  • 18. • Disciplina punitiva: é aquela que pune o transgressor quando este se mostra impenitente, ou quando seu pecado é de notoriedade pública (1Co 5.1) E, se ele não os atender, dize-o à igreja (Mt 18.17a). O fato de dizer à igreja já indica punição (ainda não a excomunhão), uma vez que o impenitente não deu ouvidos à repreensão feita antes pelo irmão e pelas testemunhas. Não deve ser considerado violação de segredo, pois o ofensor deliberadamente recusou os caminhos prévios do arrependimento. Essa punição pode restringir a participação do ofensor dos privilégios de membresia da igreja, bem como da participação do sacramento da ceia do Senhor (1Co 11.27-32)
  • 19. • Disciplina exclusiva: (no sentido de excluir da comunhão dos santos). Leia Mt 18.17b. • O “considerar como gentio e publicano” no dizer de Jesus equivale a excomunhão da igreja. • Outras expressões bíblicas para a excomunhão: “Desligar” (Mt 18.18) “Entregar a Satanás” (1Co 5.5; 1Tm 1.20) “Reter os pecados” (Jo 20.23) “Afastar-se do culpado” (Rm 16.17; 1Co 5.9; 2Ts 3.14; 2Jo 10)
  • 20. Outros tipos de disciplina Disciplina Divina: Deus mesmo corrige Seus filhos (At 5.1-11) Disciplina no lar: os pais corrigem seus filhos (Ef 6.4) Disciplina própria: nós mesmos nos nos corrigimos, nós evitando o erro e, comprometemos quando o erramos erro e, nos em não nos em não mais errar mais errar (1Co 11.31) (1Co 11.31)
  • 21. Não se deve perguntar: “com que direito a igreja disciplina?” Mas a pergunta a ser feita é: “Com que direito um membro da Igreja do Cordeiro profana o sangue da aliança e ultraja o Espírito da graça?” (Hb 10.29)
  • 22. ProPósitos da disciPlina Manter a reputação de Deus (Rm 2.23,24). Deus é santo e exige que o seu povo também o seja e que haja santidade na sua congregação (Sl 93.5) Proteger a pureza moral e a integridade doutrinária da igreja (1Co 5.6,7; 2Jo 7-11; 1Tm 1.13). A igreja não pode tolerar o pecado (Ap 2.20). Salvar a alma do crente e restaurá-lo à comunhão com Deus e com a igreja (Mt 18.15; Tg 5.19,20; 2Co 2.7,8; 10.8; Hb 12.6-11; 2Ts 3.6-15; Salvar a alma do crente e restaurá-lo à comunhão com Deus e com a igreja (Mt 18.15; Tg 5.19,20; 2Co 2.7,8; 10.8; Hb 12.6-11; 2Ts 3.6-15; 2Tm 2.22-26). 2Tm 2.22-26). Dissuadir outros a não pecarem, temendo a disciplina (1Tm 5.20; At 5.11).
  • 23. A disciplina não é obrigatoriamente sinônimo de exclusão, assim como o remédio para tratar um membro doente não é a amputação, senão em último recurso. Isto ocorre frequentemente por falta de habilidade para tratar o caso e por falta de misericórdia por parte dos crentes. A disciplina tem o propósito de educar, corrigir, livrar do mau caminho (Pv 5.22,23; 6.20,23)
  • 24. Motivos que levam à disciplina •Divisões e escândalos (At 16.17-20; 20.29,30; Rm 16.17; Tt 3.10-11). •Devassidão, idolatria, bebedices (inclui drogas), roubo, maledicência (1Co 5.11) • Heresia (2 Jo 6,9,10) • Imoralidade (1 Co 5.1)
  • 25. Casos que não precisam de punição • Tropeço (Gl 6.1). Neste caso o pecado não foi planejado e não era costume da pessoa agir assim. • Dúvidas sobre doutrina (Jd 16-23). Estas pessoas não são falsos ensinadores, mas precisam de compaixão e esclarecimento. • Desordenado (2 Ts 3.6-14). Esta pessoa intromete na vida de outros; ou não quer trabalhar para ganhar a sua vida material; passa muito tempo nas casas dos outros falando o que não deve; usa a Palavra publicamente para atacar outros. Toda a igreja deve mostrar que não está gostando do seu comportamento e não deve dar oportunidades para ele.
  • 26. Conclusão • A disciplina visa à restauração. Portanto, o disciplinado deve ser acompanhado e orientado pela igreja em todo o tempo da sua disciplina. • Não deve ser afastado dos cultos de instrução e oração, pois neste momento ele está fraco e precisando alimentar seu espírito com as coisas de Deus. • O arrependido e disciplinado deve ser genuinamente perdoado (Lc 17.3).
  • 27. • Deus perdoa, mas a igreja local muitas vezes não esquece, mas isola o irmão e o trata como se não tivesse sido perdoado. • A igreja precisa perdoar como Deus o faz (Mq 7.18,19). • Paulo exorta a igreja para que manifeste perdão, conforto e reafirmação de amor para com o arrependido, para que “o mesmo não seja consumido por excessiva tristeza” (2 Co 2.7-8). • Outra razão para esta exortação é para que “Satanás não alcance vantagem” sobre a igreja, criando amargura, discórdia e dissensão (v. 11).
  • 28. • Que nós sejamos observadores de nós mesmos e, se por acaso, nos virmos em situação de confronto, não nos acovardemos, mas reconheçamos que temos autoridade espiritual para levar com amor essa situação a uma resolução!