SlideShare uma empresa Scribd logo
A CULTURA NEGRA NO
PARÁ
E.E.E.F.M. Cônego
Leitão
Prof. Edwilson Barbosa
Aluno(a)s: Amanda Barbosa,
Darliane Gonçalves,
Gleycilene Silva,
Adriano Borges,
Breno Souza
Série:3º/3º

05/06/13
NO PARÁ








Missionários em defesa da liberdade dos nativos,
criou condições para a importação de escravos
africanos;
Para resolver problemas com a mão-de-obra no
período da colonização no Grão-Pará, Portugal
buscou resolver o problema com a escravidão
negra africana;
A sociedade colonial na Amazônia, ao longo do
séculos XVII ao XIX, não era voltada para as
atividades coletoras e comerciais das “drogas do
sertão” e do uso da mão-de-obra indígena;
Diante deste quadro a mão-de-obra africana
desempenhou diversas atividades na região do
Grão-Pará e Maranhão.
05/06/13
ATIVIDADES DESENVOLVIDAS
PELOS NEGROS NA AMAZÔNIA
A presença de escravos negros no Pará foram
originários da África e com eles, o desempenho de
várias atividades em diversas áreas do território
amazônico e do Grão-Pará, como:

No Baixo Tocantins, a coleta das “drogas do
sertão”;

No Marajó - a criação de gado;

No Baixo Amazonas - a coleta do cacau;

Na Ilha das Onças - artesanato de cerâmica;

No espaço urbano da capital paraense;
O trabalho escravo africano na região amazônica
marcou grande importância na economia regional.
05/06/13
ENGENHO MURUCUTU
Aqui

os

escravizados,

negros
foram

usados para trabalhar na
lavoura

da

açúcar,
como

em
o

cana-de
engenhos

Engenho

do

Murucutu em Belém e o
05/06/13
do Cafezal em Barcarena.
RUÍNAS DO ENGENHO MURUCUTU

As ruínas do Engenho Murucutu, em Belém. O
engenho possui quase trezentos anos de história.
05/06/13
Foi obra do arquiteto italiano Antônio Landi.
ENGENHO MOEMA EM SANTA ISABEL
DO PARÁ
Retiro do Sítio Moema as
margens da Rod. BR 316

05/06/13
Resistência Negra: Quilombos
Ao longo da história, o Gão-Pará
abrigou
vários
quilombos.
E
espalharam-se:

Na calha do rio Amazonas;

Do rio Tocantins;

Na ilha do Marajó;

No Amapá e;

Principalmente, a leste de Belém a
caminho do Maranhão.
Comuinidade Pitimandeua / Pará

05/06/13
QUILOMBOS NO PARÁ


Antigo quilombo de Alcobaça
- hoje município de Tucuruí;



O quilombo

de

Caxiú,

coordenado pelo Preto Félix e

Benfica e Caraparu,
nas proximidades de
Belém, eram engenhos
de açúcar, com vasta
escravaria.

Manuel Maria, reforçando o
grupo chefiado pelo Cabano
Eduardo Angelim;


Um

líder

o negro
levantou

quilombola
Cristovão,
os

escravos

foi
que
do

engenho Caraparu;
05/06/13
Resistência Negra: A Capoeira
Para defender-se o negro escravo
fez uso do seu próprio corpo e
com

ele

próprio sistema

organizou
de

seu

defesa.

A

defesa com o corpo gingando,
com o ataque rápido e certeiro.
Criou a Capoeira, jogo ou luta de
autodefesa.
No século XIX, no jornal O Publicador Paraense, Diário de Notícias e a
folha ilustrada A Semana eram constantes as noticias de capoeiras no
Pará.
ABOLIÇÃO DA ESCRAVIDÃO NO
PARÁ
A proibição do tráfico negreiro entre o
Grão-Pará e a África não significou a
interrupção
desta
prática,
pois
internamente havia um comércio entre os
Estados do Brasil, do Grão-Pará e
Maranhão.
Belém representava um pólo receptor e
exportador de escravos africanos.
No porto de Belém ocorria um tráfico
interprovincial
de
escravos
que
abasteciam as necessidades de mão-deobra africana para o mercado de trabalho
de outros pontos da Amazônia.
05/06/13
SOCIEDADES EMANCIPADORAS NO
PARÁ
 Brasil:

No século XIX, ocorreu
a luta para abolir a escravidão
no país.
 No Pará, em Belém foi fundada
a Sociedade Filantrópica
Emancipadora da Provincia do
Grão-Pará, criada pelo médico
Carlos Seidl, em 1869. Em
1882, surgiram organizações
abolicionistas como o Clube
Felipe Patroni e o Clube Batista
Campos.
LIGA DOS CATIVOS DA PROVÍNCIA DO PARÁ










Em abril de 1888, com a ascensão
na Corte do Gabinete de João
Alfredo:
Os abolicionistas criaram, no
Grêmio Literário, a associação Liga
dos Cativos da Província do Pará;
Após discussão, decidiram:
a) que todos os membros da
diretoria dariam liberdade aos seus
cativos;
b) que escolheriam a data de 13 de
maio para a abolição total dos
escravos do Pará;
c) como o dia 13 de maio estava
próximo, adiaram para o ano
seguinte (1889) a extinção do
cativeiro.
Influências Negras no Pará
A contribuição do negro no Pará se
manifesta nos folguedos populares,
na culinária, no vocabulário e nos
vários aspectos do folclore regional.
O negro que veio como escravo
para o Pará, assim como o indígena
e o branco, sobretudo o português,
contribuiu e influenciou para a
formação da sociedade paraense. O
negro contribuiu com o seu trabalho
durante séculos, mas também
contribuiu com sua cultura, seja na
culinária com a feijoada típica, seja
na capoeira, na música e na dança.
05/06/13
Os
quilombolas
mantêm tradições
seculares como a
preparação
da
farinha
de
mandioca.
Os
quilombolas,
são
os
descendentes dos habitantes
dos quilombos. Em sua maioria,
formada por escravos negros
que fugiram do cativeiro na
época da escravidão no Brasil
CULINÁRIA
Na culinária
Outra característica marcante da cultura afro
no

Brasil

é

a

questão

dos

diferentes

temperos dados à nossa culinária. Eles
tiveram a capacidade de mesclar coisas da
cozinha

indígena

com

a

europeia

e

transformar em comida brasileira.
O acarajé, o vatapá, o bobó, a feijoada são
pratos mais famosos da culinária afrobrasileira. Tem também o azeite de dendê,
comum na culinária baiana. Além disso, o
coco, a banana, a pimenta malagueta, o
café

são

africanas.

produtos

oriundos

das

terras
05/06/13
MÚSICA


O samba é bem marcante da cultura
brasileira, o que é uma herança dos
afro brasileiros.

05/06/13
RELIGIÃO

Umbanda

O candomblé, religião afro-brasileira,
assim como a umbanda, macumba,
omoloko, foi deixado pelos escravos
que adotavam o sincretismo para
preservação desse culto.
Na época da escravidão, para que a
adoração aos deuses africanos não
cessassem, os negros usavam os
santos da igreja católica, como forma
de despistar a mão de ferro
portuguesa. Por isso, se vê a mistura
do candomblé com o catolicismo.
05/06/13


Referência Bibliográfica
ALDEN, Dauril. O significado da produção de cacau na região amazônica
no fim do período colonial: um ensaio de história econômica comparada.
Belém: NAEA/UFPa, 1974.
BEZERRA, Neto. José Maia. Escravidão negra no Grão-Pará: Sécs. XVIIXIX. Belém. Paka-Tatu, 2001.
PROST, Gérard. História do Pará: das primeiras populações à Cabanagem.
Volume I. Belém: Secretaria de Estado de Educação, 1998.
ROCQUE, Carlos. História geral de Belém e do Grão-Pará. Belém:
Distribel, 2001.
SALLES, Vicente. O negro na formação da sociedade paraense. Belém:
Paka-Tatu, 2004.
VERGOLINO, Anaiza, FIGUEIREDO, Napoleão. A presença africana na
Amazônia Colonial. Belém: Secult, 1990.

05/06/13

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Cultura Afro Brasileira
Cultura Afro   BrasileiraCultura Afro   Brasileira
Cultura Afro Brasileira
martinsramon
 
História da África e escravidão africana
História da África e escravidão africanaHistória da África e escravidão africana
História da África e escravidão africana
Paulo Alexandre
 
Dia da consciência negra
Dia da consciência negraDia da consciência negra
Dia da consciência negra
Marcelo Fernandes
 
O povo brasileiro
O povo brasileiroO povo brasileiro
O povo brasileiro
Maria Ruth Borges Beserra
 
Cultura indígena
Cultura indígenaCultura indígena
Cultura indígena
Paula Naranjo
 
Africa antes-dos-europeus
Africa antes-dos-europeusAfrica antes-dos-europeus
Africa antes-dos-europeus
Marcelo Ferreira Boia
 
História do ceará
História do cearáHistória do ceará
História do ceará
Pérysson Nogueira
 
Contribuição da cultura africana no brasil
Contribuição da cultura africana no brasilContribuição da cultura africana no brasil
Contribuição da cultura africana no brasil
Sandra Maria Sousa Ferreia
 
A Formação do Povo Brasileiro
A Formação do Povo BrasileiroA Formação do Povo Brasileiro
A Formação do Povo Brasileiro
karla cristina marano
 
Brasil: Economia Colonial
Brasil: Economia ColonialBrasil: Economia Colonial
Brasil: Economia Colonial
Portal do Vestibulando
 
Africa - Iorubas e Bantos
Africa - Iorubas e BantosAfrica - Iorubas e Bantos
Africa - Iorubas e Bantos
Patrícia Costa Grigório
 
História Cultural dos Povos Africanos
História Cultural dos Povos AfricanosHistória Cultural dos Povos Africanos
História Cultural dos Povos Africanos
Isaquel Silva
 
Atividades adaptadas- História.6º ano - Cópia.1.pdf
Atividades adaptadas- História.6º ano - Cópia.1.pdfAtividades adaptadas- História.6º ano - Cópia.1.pdf
Atividades adaptadas- História.6º ano - Cópia.1.pdf
Wenderson Santos Couto
 
ESCRAVIDÃO
ESCRAVIDÃOESCRAVIDÃO
Aula 3 O trabalho escravo no seculo xxi - 2º Sociologia - Prof. Noe Assunção
Aula 3   O trabalho escravo no seculo xxi - 2º Sociologia - Prof. Noe AssunçãoAula 3   O trabalho escravo no seculo xxi - 2º Sociologia - Prof. Noe Assunção
Aula 3 O trabalho escravo no seculo xxi - 2º Sociologia - Prof. Noe Assunção
Prof. Noe Assunção
 
Pré história
Pré históriaPré história
Pré história
Janaína Tavares
 
Trabalho Escravo Contemporâneo no Brasil
Trabalho Escravo Contemporâneo no BrasilTrabalho Escravo Contemporâneo no Brasil
Trabalho Escravo Contemporâneo no Brasil
Ministério Público do Trabalho no Estado do Espírito Santo
 
Cultura indígena
Cultura indígenaCultura indígena
Cultura indígena
Karoline Rodrigues de Melo
 
Diversidade Cultural No Brasil
Diversidade Cultural No BrasilDiversidade Cultural No Brasil
Diversidade Cultural No Brasil
Joemille Leal
 
America espanhola
America espanholaAmerica espanhola
America espanhola
joana71
 

Mais procurados (20)

Cultura Afro Brasileira
Cultura Afro   BrasileiraCultura Afro   Brasileira
Cultura Afro Brasileira
 
História da África e escravidão africana
História da África e escravidão africanaHistória da África e escravidão africana
História da África e escravidão africana
 
Dia da consciência negra
Dia da consciência negraDia da consciência negra
Dia da consciência negra
 
O povo brasileiro
O povo brasileiroO povo brasileiro
O povo brasileiro
 
Cultura indígena
Cultura indígenaCultura indígena
Cultura indígena
 
Africa antes-dos-europeus
Africa antes-dos-europeusAfrica antes-dos-europeus
Africa antes-dos-europeus
 
História do ceará
História do cearáHistória do ceará
História do ceará
 
Contribuição da cultura africana no brasil
Contribuição da cultura africana no brasilContribuição da cultura africana no brasil
Contribuição da cultura africana no brasil
 
A Formação do Povo Brasileiro
A Formação do Povo BrasileiroA Formação do Povo Brasileiro
A Formação do Povo Brasileiro
 
Brasil: Economia Colonial
Brasil: Economia ColonialBrasil: Economia Colonial
Brasil: Economia Colonial
 
Africa - Iorubas e Bantos
Africa - Iorubas e BantosAfrica - Iorubas e Bantos
Africa - Iorubas e Bantos
 
História Cultural dos Povos Africanos
História Cultural dos Povos AfricanosHistória Cultural dos Povos Africanos
História Cultural dos Povos Africanos
 
Atividades adaptadas- História.6º ano - Cópia.1.pdf
Atividades adaptadas- História.6º ano - Cópia.1.pdfAtividades adaptadas- História.6º ano - Cópia.1.pdf
Atividades adaptadas- História.6º ano - Cópia.1.pdf
 
ESCRAVIDÃO
ESCRAVIDÃOESCRAVIDÃO
ESCRAVIDÃO
 
Aula 3 O trabalho escravo no seculo xxi - 2º Sociologia - Prof. Noe Assunção
Aula 3   O trabalho escravo no seculo xxi - 2º Sociologia - Prof. Noe AssunçãoAula 3   O trabalho escravo no seculo xxi - 2º Sociologia - Prof. Noe Assunção
Aula 3 O trabalho escravo no seculo xxi - 2º Sociologia - Prof. Noe Assunção
 
Pré história
Pré históriaPré história
Pré história
 
Trabalho Escravo Contemporâneo no Brasil
Trabalho Escravo Contemporâneo no BrasilTrabalho Escravo Contemporâneo no Brasil
Trabalho Escravo Contemporâneo no Brasil
 
Cultura indígena
Cultura indígenaCultura indígena
Cultura indígena
 
Diversidade Cultural No Brasil
Diversidade Cultural No BrasilDiversidade Cultural No Brasil
Diversidade Cultural No Brasil
 
America espanhola
America espanholaAmerica espanhola
America espanhola
 

Destaque

Culinária afro-brasileira
Culinária afro-brasileiraCulinária afro-brasileira
Culinária afro-brasileira
Mary Alvarenga
 
Slides comidas tipicas lucilene
Slides comidas tipicas lucileneSlides comidas tipicas lucilene
Slides comidas tipicas lucilene
Patrick Quaresma
 
Slides comidas tipicas carlos
Slides comidas tipicas carlosSlides comidas tipicas carlos
Slides comidas tipicas carlos
Patrick Quaresma
 
Projeto - Diabetes: conhecer para prevenir
Projeto -    Diabetes: conhecer para prevenirProjeto -    Diabetes: conhecer para prevenir
Projeto - Diabetes: conhecer para prevenir
Mary Alvarenga
 
Culinária afro brasileira
Culinária afro brasileiraCulinária afro brasileira
Culinária afro brasileira
pratesclaudio
 
Cultura negra
Cultura negraCultura negra
Cultura negra
Daniele Lino
 

Destaque (6)

Culinária afro-brasileira
Culinária afro-brasileiraCulinária afro-brasileira
Culinária afro-brasileira
 
Slides comidas tipicas lucilene
Slides comidas tipicas lucileneSlides comidas tipicas lucilene
Slides comidas tipicas lucilene
 
Slides comidas tipicas carlos
Slides comidas tipicas carlosSlides comidas tipicas carlos
Slides comidas tipicas carlos
 
Projeto - Diabetes: conhecer para prevenir
Projeto -    Diabetes: conhecer para prevenirProjeto -    Diabetes: conhecer para prevenir
Projeto - Diabetes: conhecer para prevenir
 
Culinária afro brasileira
Culinária afro brasileiraCulinária afro brasileira
Culinária afro brasileira
 
Cultura negra
Cultura negraCultura negra
Cultura negra
 

Semelhante a A cultura negra no pará

Influência da-cultura-africana-no-brasil
Influência da-cultura-africana-no-brasilInfluência da-cultura-africana-no-brasil
Influência da-cultura-africana-no-brasil
Nancihorta
 
Cultura afro
Cultura afroCultura afro
Cultura afro
Daniela F Almenara
 
Cultura Afro Brasileira
Cultura Afro BrasileiraCultura Afro Brasileira
Cultura Afro Brasileira
luizschinemann
 
Afro Brasileira
Afro BrasileiraAfro Brasileira
Afro Brasileira
luizschinemann
 
_África.ppt
_África.ppt_África.ppt
_África.ppt
dayanasouza53
 
Cultura afro-brasileira
Cultura afro-brasileiraCultura afro-brasileira
Cultura afro-brasileira
Victor Mattos
 
Apresentação maria dos negros
Apresentação maria dos negrosApresentação maria dos negros
Apresentação maria dos negros
Hérika Diniz
 
cultura-afro-brasileira.pptx
cultura-afro-brasileira.pptxcultura-afro-brasileira.pptx
cultura-afro-brasileira.pptx
KATIALUIZAFOLLETO
 
Cultura Afro Brasileira
Cultura Afro BrasileiraCultura Afro Brasileira
Cultura Afro Brasileira
brendazarza
 
Africa ApresentaÇÃO
Africa ApresentaÇÃOAfrica ApresentaÇÃO
Africa ApresentaÇÃO
guestb74f0c
 
Arte Afro Brasileira PóS
Arte Afro Brasileira PóSArte Afro Brasileira PóS
Arte Afro Brasileira PóS
Norma Almeida
 
Cultura Afrodescendente.pptx
Cultura Afrodescendente.pptxCultura Afrodescendente.pptx
Cultura Afrodescendente.pptx
DOMINGOSMESQUITAALVE
 
InfluêNcia Da Cultura Africana No Brasil
InfluêNcia Da Cultura Africana No BrasilInfluêNcia Da Cultura Africana No Brasil
InfluêNcia Da Cultura Africana No Brasil
josé Augusto Dias
 
InfluêNcia Da Cultura Africana No Brasil
InfluêNcia Da Cultura Africana No BrasilInfluêNcia Da Cultura Africana No Brasil
InfluêNcia Da Cultura Africana No Brasil
guestb74f0c
 
5.lucrativo comércio de seres humanos
5.lucrativo comércio de seres humanos5.lucrativo comércio de seres humanos
5.lucrativo comércio de seres humanos
valdeck1
 
2014 novo horizonte
2014   novo horizonte2014   novo horizonte
2014 novo horizonte
LelioGomes
 
5.lucrativo comércio de seres humanos
5.lucrativo comércio de seres humanos5.lucrativo comércio de seres humanos
5.lucrativo comércio de seres humanos
valdeck1
 
Cultura negra / Afro-Brasileira
Cultura negra / Afro-BrasileiraCultura negra / Afro-Brasileira
Cultura negra / Afro-Brasileira
Niela Tuani
 
Negros felipe e gabriel
Negros  felipe e gabrielNegros  felipe e gabriel
Negros felipe e gabriel
Argos Santos
 
Escravos
EscravosEscravos
Escravos
Lane94
 

Semelhante a A cultura negra no pará (20)

Influência da-cultura-africana-no-brasil
Influência da-cultura-africana-no-brasilInfluência da-cultura-africana-no-brasil
Influência da-cultura-africana-no-brasil
 
Cultura afro
Cultura afroCultura afro
Cultura afro
 
Cultura Afro Brasileira
Cultura Afro BrasileiraCultura Afro Brasileira
Cultura Afro Brasileira
 
Afro Brasileira
Afro BrasileiraAfro Brasileira
Afro Brasileira
 
_África.ppt
_África.ppt_África.ppt
_África.ppt
 
Cultura afro-brasileira
Cultura afro-brasileiraCultura afro-brasileira
Cultura afro-brasileira
 
Apresentação maria dos negros
Apresentação maria dos negrosApresentação maria dos negros
Apresentação maria dos negros
 
cultura-afro-brasileira.pptx
cultura-afro-brasileira.pptxcultura-afro-brasileira.pptx
cultura-afro-brasileira.pptx
 
Cultura Afro Brasileira
Cultura Afro BrasileiraCultura Afro Brasileira
Cultura Afro Brasileira
 
Africa ApresentaÇÃO
Africa ApresentaÇÃOAfrica ApresentaÇÃO
Africa ApresentaÇÃO
 
Arte Afro Brasileira PóS
Arte Afro Brasileira PóSArte Afro Brasileira PóS
Arte Afro Brasileira PóS
 
Cultura Afrodescendente.pptx
Cultura Afrodescendente.pptxCultura Afrodescendente.pptx
Cultura Afrodescendente.pptx
 
InfluêNcia Da Cultura Africana No Brasil
InfluêNcia Da Cultura Africana No BrasilInfluêNcia Da Cultura Africana No Brasil
InfluêNcia Da Cultura Africana No Brasil
 
InfluêNcia Da Cultura Africana No Brasil
InfluêNcia Da Cultura Africana No BrasilInfluêNcia Da Cultura Africana No Brasil
InfluêNcia Da Cultura Africana No Brasil
 
5.lucrativo comércio de seres humanos
5.lucrativo comércio de seres humanos5.lucrativo comércio de seres humanos
5.lucrativo comércio de seres humanos
 
2014 novo horizonte
2014   novo horizonte2014   novo horizonte
2014 novo horizonte
 
5.lucrativo comércio de seres humanos
5.lucrativo comércio de seres humanos5.lucrativo comércio de seres humanos
5.lucrativo comércio de seres humanos
 
Cultura negra / Afro-Brasileira
Cultura negra / Afro-BrasileiraCultura negra / Afro-Brasileira
Cultura negra / Afro-Brasileira
 
Negros felipe e gabriel
Negros  felipe e gabrielNegros  felipe e gabriel
Negros felipe e gabriel
 
Escravos
EscravosEscravos
Escravos
 

Mais de Maria da Paz

Literatura futurismo 3º 1º
Literatura   futurismo 3º 1ºLiteratura   futurismo 3º 1º
Literatura futurismo 3º 1º
Maria da Paz
 
Transportes e telecomunicações no brasil
Transportes e telecomunicações no brasilTransportes e telecomunicações no brasil
Transportes e telecomunicações no brasil
Maria da Paz
 
Agroeconomia no brasil
Agroeconomia no brasilAgroeconomia no brasil
Agroeconomia no brasil
Maria da Paz
 
Biomas brasileiros
Biomas brasileirosBiomas brasileiros
Biomas brasileiros
Maria da Paz
 
Romantismo
RomantismoRomantismo
Romantismo
Maria da Paz
 
Nafta
NaftaNafta
Juca pirama
Juca piramaJuca pirama
Juca pirama
Maria da Paz
 
Função poética
Função poéticaFunção poética
Função poética
Maria da Paz
 
Biomassas no brasil
Biomassas no brasilBiomassas no brasil
Biomassas no brasil
Maria da Paz
 
A hidrografia brasileira
A hidrografia brasileiraA hidrografia brasileira
A hidrografia brasileira
Maria da Paz
 
Apresentação1
Apresentação1Apresentação1
Apresentação1
Maria da Paz
 
Física
FísicaFísica
Física
Maria da Paz
 
Física
FísicaFísica
Física
Maria da Paz
 
Frei luis de sousa
Frei luis de sousaFrei luis de sousa
Frei luis de sousa
Maria da Paz
 
Geografia
GeografiaGeografia
Geografia
Maria da Paz
 
Lixo geografia
Lixo geografiaLixo geografia
Lixo geografia
Maria da Paz
 
Max 2º2
Max 2º2Max 2º2
Max 2º2
Maria da Paz
 
Slide de literatura
Slide de literaturaSlide de literatura
Slide de literatura
Maria da Paz
 
Terremotos
TerremotosTerremotos
Terremotos
Maria da Paz
 
Uma senhora 97 2003
Uma senhora 97 2003Uma senhora 97 2003
Uma senhora 97 2003
Maria da Paz
 

Mais de Maria da Paz (20)

Literatura futurismo 3º 1º
Literatura   futurismo 3º 1ºLiteratura   futurismo 3º 1º
Literatura futurismo 3º 1º
 
Transportes e telecomunicações no brasil
Transportes e telecomunicações no brasilTransportes e telecomunicações no brasil
Transportes e telecomunicações no brasil
 
Agroeconomia no brasil
Agroeconomia no brasilAgroeconomia no brasil
Agroeconomia no brasil
 
Biomas brasileiros
Biomas brasileirosBiomas brasileiros
Biomas brasileiros
 
Romantismo
RomantismoRomantismo
Romantismo
 
Nafta
NaftaNafta
Nafta
 
Juca pirama
Juca piramaJuca pirama
Juca pirama
 
Função poética
Função poéticaFunção poética
Função poética
 
Biomassas no brasil
Biomassas no brasilBiomassas no brasil
Biomassas no brasil
 
A hidrografia brasileira
A hidrografia brasileiraA hidrografia brasileira
A hidrografia brasileira
 
Apresentação1
Apresentação1Apresentação1
Apresentação1
 
Física
FísicaFísica
Física
 
Física
FísicaFísica
Física
 
Frei luis de sousa
Frei luis de sousaFrei luis de sousa
Frei luis de sousa
 
Geografia
GeografiaGeografia
Geografia
 
Lixo geografia
Lixo geografiaLixo geografia
Lixo geografia
 
Max 2º2
Max 2º2Max 2º2
Max 2º2
 
Slide de literatura
Slide de literaturaSlide de literatura
Slide de literatura
 
Terremotos
TerremotosTerremotos
Terremotos
 
Uma senhora 97 2003
Uma senhora 97 2003Uma senhora 97 2003
Uma senhora 97 2003
 

Último

Relatório de Atividades 2017 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2017 CENSIPAM.pdfRelatório de Atividades 2017 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2017 CENSIPAM.pdf
Falcão Brasil
 
Mini livro sanfona - Minha Escola Tem História.
Mini livro  sanfona - Minha Escola Tem História. Mini livro  sanfona - Minha Escola Tem História.
Mini livro sanfona - Minha Escola Tem História.
Mary Alvarenga
 
Caça - palavras e cruzadinha com dígrafos
Caça - palavras  e cruzadinha   com  dígrafosCaça - palavras  e cruzadinha   com  dígrafos
Caça - palavras e cruzadinha com dígrafos
Mary Alvarenga
 
Relatório de Atividades 2011 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2011 CENSIPAM.pdfRelatório de Atividades 2011 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2011 CENSIPAM.pdf
Falcão Brasil
 
escrita criativa utilizada na arteterapia
escrita criativa   utilizada na arteterapiaescrita criativa   utilizada na arteterapia
escrita criativa utilizada na arteterapia
shirleisousa9166
 
Slide | Eurodeputados Portugueses (2024-2029) - Parlamento Europeu (atualiz. ...
Slide | Eurodeputados Portugueses (2024-2029) - Parlamento Europeu (atualiz. ...Slide | Eurodeputados Portugueses (2024-2029) - Parlamento Europeu (atualiz. ...
Slide | Eurodeputados Portugueses (2024-2029) - Parlamento Europeu (atualiz. ...
Centro Jacques Delors
 
As Ideias Têm Consequências - Richard M. Weaver
As Ideias Têm Consequências - Richard M. WeaverAs Ideias Têm Consequências - Richard M. Weaver
As Ideias Têm Consequências - Richard M. Weaver
C4io99
 
farmacologia-segura-em-mapas-mentais-reduzindo-os-riscos-da-terapeutica-24040...
farmacologia-segura-em-mapas-mentais-reduzindo-os-riscos-da-terapeutica-24040...farmacologia-segura-em-mapas-mentais-reduzindo-os-riscos-da-terapeutica-24040...
farmacologia-segura-em-mapas-mentais-reduzindo-os-riscos-da-terapeutica-24040...
AngelicaCostaMeirele2
 
1°ao5°ano_HISTÓRIA_ORGANIZADOR CURRICULAR BIMESTRAL (1) educação infantil fu...
1°ao5°ano_HISTÓRIA_ORGANIZADOR CURRICULAR BIMESTRAL (1)  educação infantil fu...1°ao5°ano_HISTÓRIA_ORGANIZADOR CURRICULAR BIMESTRAL (1)  educação infantil fu...
1°ao5°ano_HISTÓRIA_ORGANIZADOR CURRICULAR BIMESTRAL (1) educação infantil fu...
antonio carlos
 
Infografia | Presidência húngara do Conselho da UE
Infografia | Presidência húngara do Conselho da UEInfografia | Presidência húngara do Conselho da UE
Infografia | Presidência húngara do Conselho da UE
Centro Jacques Delors
 
Auxiliar Adolescente 2024 3 trimestre 24
Auxiliar Adolescente 2024 3 trimestre 24Auxiliar Adolescente 2024 3 trimestre 24
Auxiliar Adolescente 2024 3 trimestre 24
DirceuSilva26
 
Caderno 1 - Módulo Água JMS 2024 (1).pdf
Caderno 1 -  Módulo Água JMS 2024 (1).pdfCaderno 1 -  Módulo Água JMS 2024 (1).pdf
Caderno 1 - Módulo Água JMS 2024 (1).pdf
SupervisoEMAC
 
Painel para comemerorar odia dos avós grátis.pdf
Painel  para comemerorar odia dos avós grátis.pdfPainel  para comemerorar odia dos avós grátis.pdf
Painel para comemerorar odia dos avós grátis.pdf
marcos oliveira
 
Slides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptx
Slides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptxSlides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptx
Slides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
Relatório de Atividades 2009 CENSIPAM
Relatório de Atividades 2009 CENSIPAM Relatório de Atividades 2009 CENSIPAM
Relatório de Atividades 2009 CENSIPAM
Falcão Brasil
 
Temática – Projeto para Empreendedores Locais
Temática – Projeto para Empreendedores LocaisTemática – Projeto para Empreendedores Locais
Temática – Projeto para Empreendedores Locais
Colaborar Educacional
 
Aprendizagem Imersiva: Conceitos e Caminhos
Aprendizagem Imersiva: Conceitos e CaminhosAprendizagem Imersiva: Conceitos e Caminhos
Aprendizagem Imersiva: Conceitos e Caminhos
Leonel Morgado
 
Slide para aplicação da AVAL. FLUÊNCIA.pptx
Slide para aplicação  da AVAL. FLUÊNCIA.pptxSlide para aplicação  da AVAL. FLUÊNCIA.pptx
Slide para aplicação da AVAL. FLUÊNCIA.pptx
LeilaVilasboas
 
Relatório de Atividades 2015 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2015 CENSIPAM.pdfRelatório de Atividades 2015 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2015 CENSIPAM.pdf
Falcão Brasil
 

Último (20)

Relatório de Atividades 2017 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2017 CENSIPAM.pdfRelatório de Atividades 2017 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2017 CENSIPAM.pdf
 
Mini livro sanfona - Minha Escola Tem História.
Mini livro  sanfona - Minha Escola Tem História. Mini livro  sanfona - Minha Escola Tem História.
Mini livro sanfona - Minha Escola Tem História.
 
Caça - palavras e cruzadinha com dígrafos
Caça - palavras  e cruzadinha   com  dígrafosCaça - palavras  e cruzadinha   com  dígrafos
Caça - palavras e cruzadinha com dígrafos
 
Relatório de Atividades 2011 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2011 CENSIPAM.pdfRelatório de Atividades 2011 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2011 CENSIPAM.pdf
 
escrita criativa utilizada na arteterapia
escrita criativa   utilizada na arteterapiaescrita criativa   utilizada na arteterapia
escrita criativa utilizada na arteterapia
 
Slide | Eurodeputados Portugueses (2024-2029) - Parlamento Europeu (atualiz. ...
Slide | Eurodeputados Portugueses (2024-2029) - Parlamento Europeu (atualiz. ...Slide | Eurodeputados Portugueses (2024-2029) - Parlamento Europeu (atualiz. ...
Slide | Eurodeputados Portugueses (2024-2029) - Parlamento Europeu (atualiz. ...
 
As Ideias Têm Consequências - Richard M. Weaver
As Ideias Têm Consequências - Richard M. WeaverAs Ideias Têm Consequências - Richard M. Weaver
As Ideias Têm Consequências - Richard M. Weaver
 
farmacologia-segura-em-mapas-mentais-reduzindo-os-riscos-da-terapeutica-24040...
farmacologia-segura-em-mapas-mentais-reduzindo-os-riscos-da-terapeutica-24040...farmacologia-segura-em-mapas-mentais-reduzindo-os-riscos-da-terapeutica-24040...
farmacologia-segura-em-mapas-mentais-reduzindo-os-riscos-da-terapeutica-24040...
 
1°ao5°ano_HISTÓRIA_ORGANIZADOR CURRICULAR BIMESTRAL (1) educação infantil fu...
1°ao5°ano_HISTÓRIA_ORGANIZADOR CURRICULAR BIMESTRAL (1)  educação infantil fu...1°ao5°ano_HISTÓRIA_ORGANIZADOR CURRICULAR BIMESTRAL (1)  educação infantil fu...
1°ao5°ano_HISTÓRIA_ORGANIZADOR CURRICULAR BIMESTRAL (1) educação infantil fu...
 
Infografia | Presidência húngara do Conselho da UE
Infografia | Presidência húngara do Conselho da UEInfografia | Presidência húngara do Conselho da UE
Infografia | Presidência húngara do Conselho da UE
 
Auxiliar Adolescente 2024 3 trimestre 24
Auxiliar Adolescente 2024 3 trimestre 24Auxiliar Adolescente 2024 3 trimestre 24
Auxiliar Adolescente 2024 3 trimestre 24
 
Caderno 1 - Módulo Água JMS 2024 (1).pdf
Caderno 1 -  Módulo Água JMS 2024 (1).pdfCaderno 1 -  Módulo Água JMS 2024 (1).pdf
Caderno 1 - Módulo Água JMS 2024 (1).pdf
 
Painel para comemerorar odia dos avós grátis.pdf
Painel  para comemerorar odia dos avós grátis.pdfPainel  para comemerorar odia dos avós grátis.pdf
Painel para comemerorar odia dos avós grátis.pdf
 
Slides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptx
Slides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptxSlides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptx
Slides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptx
 
FOTOS_AS CIÊNCIAS EM AÇÃO .
FOTOS_AS CIÊNCIAS EM AÇÃO                .FOTOS_AS CIÊNCIAS EM AÇÃO                .
FOTOS_AS CIÊNCIAS EM AÇÃO .
 
Relatório de Atividades 2009 CENSIPAM
Relatório de Atividades 2009 CENSIPAM Relatório de Atividades 2009 CENSIPAM
Relatório de Atividades 2009 CENSIPAM
 
Temática – Projeto para Empreendedores Locais
Temática – Projeto para Empreendedores LocaisTemática – Projeto para Empreendedores Locais
Temática – Projeto para Empreendedores Locais
 
Aprendizagem Imersiva: Conceitos e Caminhos
Aprendizagem Imersiva: Conceitos e CaminhosAprendizagem Imersiva: Conceitos e Caminhos
Aprendizagem Imersiva: Conceitos e Caminhos
 
Slide para aplicação da AVAL. FLUÊNCIA.pptx
Slide para aplicação  da AVAL. FLUÊNCIA.pptxSlide para aplicação  da AVAL. FLUÊNCIA.pptx
Slide para aplicação da AVAL. FLUÊNCIA.pptx
 
Relatório de Atividades 2015 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2015 CENSIPAM.pdfRelatório de Atividades 2015 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2015 CENSIPAM.pdf
 

A cultura negra no pará

  • 1. A CULTURA NEGRA NO PARÁ E.E.E.F.M. Cônego Leitão Prof. Edwilson Barbosa Aluno(a)s: Amanda Barbosa, Darliane Gonçalves, Gleycilene Silva, Adriano Borges, Breno Souza Série:3º/3º 05/06/13
  • 2. NO PARÁ     Missionários em defesa da liberdade dos nativos, criou condições para a importação de escravos africanos; Para resolver problemas com a mão-de-obra no período da colonização no Grão-Pará, Portugal buscou resolver o problema com a escravidão negra africana; A sociedade colonial na Amazônia, ao longo do séculos XVII ao XIX, não era voltada para as atividades coletoras e comerciais das “drogas do sertão” e do uso da mão-de-obra indígena; Diante deste quadro a mão-de-obra africana desempenhou diversas atividades na região do Grão-Pará e Maranhão. 05/06/13
  • 3. ATIVIDADES DESENVOLVIDAS PELOS NEGROS NA AMAZÔNIA A presença de escravos negros no Pará foram originários da África e com eles, o desempenho de várias atividades em diversas áreas do território amazônico e do Grão-Pará, como:  No Baixo Tocantins, a coleta das “drogas do sertão”;  No Marajó - a criação de gado;  No Baixo Amazonas - a coleta do cacau;  Na Ilha das Onças - artesanato de cerâmica;  No espaço urbano da capital paraense; O trabalho escravo africano na região amazônica marcou grande importância na economia regional. 05/06/13
  • 4. ENGENHO MURUCUTU Aqui os escravizados, negros foram usados para trabalhar na lavoura da açúcar, como em o cana-de engenhos Engenho do Murucutu em Belém e o 05/06/13 do Cafezal em Barcarena.
  • 5. RUÍNAS DO ENGENHO MURUCUTU As ruínas do Engenho Murucutu, em Belém. O engenho possui quase trezentos anos de história. 05/06/13 Foi obra do arquiteto italiano Antônio Landi.
  • 6. ENGENHO MOEMA EM SANTA ISABEL DO PARÁ Retiro do Sítio Moema as margens da Rod. BR 316 05/06/13
  • 7. Resistência Negra: Quilombos Ao longo da história, o Gão-Pará abrigou vários quilombos. E espalharam-se:  Na calha do rio Amazonas;  Do rio Tocantins;  Na ilha do Marajó;  No Amapá e;  Principalmente, a leste de Belém a caminho do Maranhão. Comuinidade Pitimandeua / Pará 05/06/13
  • 8. QUILOMBOS NO PARÁ  Antigo quilombo de Alcobaça - hoje município de Tucuruí;  O quilombo de Caxiú, coordenado pelo Preto Félix e Benfica e Caraparu, nas proximidades de Belém, eram engenhos de açúcar, com vasta escravaria. Manuel Maria, reforçando o grupo chefiado pelo Cabano Eduardo Angelim;  Um líder o negro levantou quilombola Cristovão, os escravos foi que do engenho Caraparu; 05/06/13
  • 9. Resistência Negra: A Capoeira Para defender-se o negro escravo fez uso do seu próprio corpo e com ele próprio sistema organizou de seu defesa. A defesa com o corpo gingando, com o ataque rápido e certeiro. Criou a Capoeira, jogo ou luta de autodefesa. No século XIX, no jornal O Publicador Paraense, Diário de Notícias e a folha ilustrada A Semana eram constantes as noticias de capoeiras no Pará.
  • 10. ABOLIÇÃO DA ESCRAVIDÃO NO PARÁ A proibição do tráfico negreiro entre o Grão-Pará e a África não significou a interrupção desta prática, pois internamente havia um comércio entre os Estados do Brasil, do Grão-Pará e Maranhão. Belém representava um pólo receptor e exportador de escravos africanos. No porto de Belém ocorria um tráfico interprovincial de escravos que abasteciam as necessidades de mão-deobra africana para o mercado de trabalho de outros pontos da Amazônia. 05/06/13
  • 11. SOCIEDADES EMANCIPADORAS NO PARÁ  Brasil: No século XIX, ocorreu a luta para abolir a escravidão no país.  No Pará, em Belém foi fundada a Sociedade Filantrópica Emancipadora da Provincia do Grão-Pará, criada pelo médico Carlos Seidl, em 1869. Em 1882, surgiram organizações abolicionistas como o Clube Felipe Patroni e o Clube Batista Campos.
  • 12. LIGA DOS CATIVOS DA PROVÍNCIA DO PARÁ      Em abril de 1888, com a ascensão na Corte do Gabinete de João Alfredo: Os abolicionistas criaram, no Grêmio Literário, a associação Liga dos Cativos da Província do Pará; Após discussão, decidiram: a) que todos os membros da diretoria dariam liberdade aos seus cativos; b) que escolheriam a data de 13 de maio para a abolição total dos escravos do Pará; c) como o dia 13 de maio estava próximo, adiaram para o ano seguinte (1889) a extinção do cativeiro.
  • 13. Influências Negras no Pará A contribuição do negro no Pará se manifesta nos folguedos populares, na culinária, no vocabulário e nos vários aspectos do folclore regional. O negro que veio como escravo para o Pará, assim como o indígena e o branco, sobretudo o português, contribuiu e influenciou para a formação da sociedade paraense. O negro contribuiu com o seu trabalho durante séculos, mas também contribuiu com sua cultura, seja na culinária com a feijoada típica, seja na capoeira, na música e na dança. 05/06/13
  • 14. Os quilombolas mantêm tradições seculares como a preparação da farinha de mandioca. Os quilombolas, são os descendentes dos habitantes dos quilombos. Em sua maioria, formada por escravos negros que fugiram do cativeiro na época da escravidão no Brasil
  • 15. CULINÁRIA Na culinária Outra característica marcante da cultura afro no Brasil é a questão dos diferentes temperos dados à nossa culinária. Eles tiveram a capacidade de mesclar coisas da cozinha indígena com a europeia e transformar em comida brasileira. O acarajé, o vatapá, o bobó, a feijoada são pratos mais famosos da culinária afrobrasileira. Tem também o azeite de dendê, comum na culinária baiana. Além disso, o coco, a banana, a pimenta malagueta, o café são africanas. produtos oriundos das terras 05/06/13
  • 16. MÚSICA  O samba é bem marcante da cultura brasileira, o que é uma herança dos afro brasileiros. 05/06/13
  • 17. RELIGIÃO Umbanda O candomblé, religião afro-brasileira, assim como a umbanda, macumba, omoloko, foi deixado pelos escravos que adotavam o sincretismo para preservação desse culto. Na época da escravidão, para que a adoração aos deuses africanos não cessassem, os negros usavam os santos da igreja católica, como forma de despistar a mão de ferro portuguesa. Por isso, se vê a mistura do candomblé com o catolicismo. 05/06/13
  • 18.  Referência Bibliográfica ALDEN, Dauril. O significado da produção de cacau na região amazônica no fim do período colonial: um ensaio de história econômica comparada. Belém: NAEA/UFPa, 1974. BEZERRA, Neto. José Maia. Escravidão negra no Grão-Pará: Sécs. XVIIXIX. Belém. Paka-Tatu, 2001. PROST, Gérard. História do Pará: das primeiras populações à Cabanagem. Volume I. Belém: Secretaria de Estado de Educação, 1998. ROCQUE, Carlos. História geral de Belém e do Grão-Pará. Belém: Distribel, 2001. SALLES, Vicente. O negro na formação da sociedade paraense. Belém: Paka-Tatu, 2004. VERGOLINO, Anaiza, FIGUEIREDO, Napoleão. A presença africana na Amazônia Colonial. Belém: Secult, 1990. 05/06/13