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FACULDADE MAURÍCIO DE NASSAU –
CAMPUS ALIANÇA
ENFERMAGEM | 5º PERÍODO | TURNO MANHÃ
 DOCENTE:
 Daniel Galeno
Teresina (PI), setembro de 2015.
 Francisco Lucas Fontes
 Waldennia Veloso
 Alzira Sousa
 Renata Freitas
 Larisse Neves
 Cecília Natielly
 Natana Karen
 Jessica Suelen
 Letícia Silva
 Elane Rodrigues
A CRIANÇA VÍTIMA DE
VIOLÊNCIA
A CRIANÇA VÍTIMA DE
VIOLÊNCIA
“O abuso sexual deixa a maioria das pessoas
incomodadas. É triste pensar que adultos causem
dor física e psicológica nas crianças para satisfazer
seus próprios desejos, especialmente quando esses
adultos são amigos ou confiáveis membros da
família.” (Watson, 1994, p. 12)
 Maus-tratos na infância
representam uma
doença médico-social
que vem assumindo
proporções
epidêmicas e se
tornando cada vez
mais arraigada na
população.
A CRIANÇA VÍTIMA DE
VIOLÊNCIA
A CRIANÇA VÍTIMA DE
VIOLÊNCIA
 Esses maus-tratos vão
desde privação de
alimentos, roupas,
abrigo e amor parental,
até incidentes nos
quais as crianças são
fisicamente
maltratadas por um
adulto.
 Denunciar qualquer
tipo de violência contra
a criança é uma tarefa
essencial.
 O silêncio perdoa o
agressor e reforça seu
poder sobre a vítima.
 O agressor não
percebe a vítima como
uma pessoa, mas
como um objeto
destituído de
sentimentos e de
direitos.
A CRIANÇA VÍTIMA DE
VIOLÊNCIA
 A criança sente-se
impotente e está
constantemente
lutando por sua
sobrevivência.
 O abuso e exploração
sexual infantil vêm se
tornando um tipo de
maus-tratos cada vez
mais difundido, com
implicações
psicossociais, legais e
médicas.
A CRIANÇA VÍTIMA DE
VIOLÊNCIA
 A violência infantil ainda é fator de surpresa em
nossa sociedade.
 Muitas pessoas (inclusive profissionais) têm
dificuldade em aceitar que o abuso sexual venha
daqueles com variado grau de consanguinidade e de
proximidade.
 A consciência do abuso sexual infantil tem origem
em duas fontes: os direitos da criança e o
conhecimento e preocupação com a saúde física e
mental da criança.
A CRIANÇA VÍTIMA DE
VIOLÊNCIA
 Ainda se observa um despreparo generalizado
envolvendo profissionais da área da saúde,
educadores, juristas e instituições escolares e
hospitalares, no manejo e tratamento adequado aos
casos surgidos.
A CRIANÇA VÍTIMA DE
VIOLÊNCIA
 Os conceitos violência
intrafamiliar e violência
doméstica são
frequentemente usados
para nomear a violência
que acontece no
espaço doméstico e
familiar, atingindo
crianças, adolescentes
e mulheres.
A CRIANÇA VÍTIMA DE
VIOLÊNCIA
A CRIANÇA VÍTIMA DE
VIOLÊNCIA
Violência intrafamiliar.
Violência doméstica.
 O principal alvo da
violência intrafamiliar
são crianças do sexo
feminino.
 A violência intrafamiliar
continua acontecendo,
apesar de algumas
conquistas no campo
institucional, político e
jurídico.
 Mantém-se pela
impunidade, pela
ineficiência de políticas
públicas e ineficácia
das práticas de
intervenção e
prevenção.
A CRIANÇA VÍTIMA DE
VIOLÊNCIA
 O abuso sexual infantil
é frequentemente
praticado sem o uso da
força física e não deixa
marcas visíveis, o que
dificulta a sua
comprovação,
principalmente quando
se trata de crianças
pequenas.
 Ele pode variar de atos
que envolvem contato
sexual com ou sem
penetração a atos em
que não há contato
sexual, como o
voyeurismo e o
exibicionismo.
A CRIANÇA VÍTIMA DE
VIOLÊNCIA
 A violência física
também tem aumentado
ultimamente devido ao
maior número de
notificações e à
mudança na legislação,
a qual determina a
notificação obrigatória
de casos suspeitos.
 No Brasil, a cada caso
de abuso físico, 10 a 20
deles não são
registrados, o que
confirma o grande
índice de
subnotificação.
A CRIANÇA VÍTIMA DE
VIOLÊNCIA
 O fato de uma pessoa ter
sido vítima de violência
física quando criança
está relacionado a um
comportamento violento,
mais tarde.
 “Crianças aprendem
aquilo que vivenciam”.
A CRIANÇA VÍTIMA DE
VIOLÊNCIA
CICLO
VICIOSO
A CRIANÇA VÍTIMA DE
VIOLÊNCIA
 As cicatrizes emocionais
geradas pelo abuso podem
persistir por muitos anos e
se manifestarem como
depressão, ansiedade,
perturbações do apetite,
queixas psicossomáticas,
comportamentos
promíscuos e muitos
outros.
 56% das crianças apresentam-se em idade escolar;
 71,1% das crianças apresentam satisfatório
rendimento escolar;
 59,6% são primeiro filho da família.
 84,4% consistem em filhos naturais;
 Múltiplas lesões (38,2%) atingem o corpo das
vítimas, e os ferimentos, na maioria das vezes
(37,8%), apresentam-se como hematomas.
A CRIANÇA VÍTIMA DE
VIOLÊNCIA
 O principal agente agressor é a própria mãe (42,2%),
das quais 25,8% alegaram a causa disciplinar para o
abuso.
 Utilizam-se das mãos (32,5%) para efetuar a violência
e 72% delas negam o uso de bebida alcóolica.
A CRIANÇA VÍTIMA DE
VIOLÊNCIA
 Dados mostram que a violência (em termos gerais)
infantil e hebiátrica cresceu 60% em Teresina no
último ano.
 746 casos foram registrados em 2014, sendo a
negligência e o conflito familiar os principais crimes.
 Os demais crimes de maior relevância estão:
violência física, abuso sexual e evasão escolar.
A CRIANÇA VÍTIMA DE
VIOLÊNCIA
 O Mapa da Violência do Conselho Tutelar de
Teresina aponta as mães como os principais
violadores.
 Bairros com maiores incidências são Pedra Mole
(ZL), Satélite (ZL) e Vila Santa Bárbara (ZL).
 Os canais denúncia mais utilizados são: telefone,
visita da família ao conselho, a escola e o disque
100.
A CRIANÇA VÍTIMA DE
VIOLÊNCIA
 “Avalio o aumento no número de denúncias como
algo positivo, que a sociedade está tendo mais
consciência e revertendo a sua responsabilidade. As
pessoas estão denunciando mais", comentou o
conselheiro tutelar Djan Moreira, acrescentando a
entrega do relatório ao poder executivo, objetivando
novas intervenções em benefício aos direitos das
crianças e adolescentes.
A CRIANÇA VÍTIMA DE
VIOLÊNCIA
CASOS DE VIOLÊNCIA QUE TOMARAM
RECONHECIMENTO NACIONAL
 CUIDADOS DE ENFERMAGEM ÀS CRIANÇAS
VÍTIMAS DE VIOLÊNCIA:
 Capacitação adequada para um melhor acolhimento
da criança vítima e da família.
 Medidas de intervenção com enfoque psicossocial.
 Atendimento familiar conjunto, envolvendo toda a
família, inclusive o agressor.
 Utilização do cuidado humanizado e boa relação
com outros profissionais da equipe multiprofissional
que irão atender às vítimas infantes.
A CRIANÇA VÍTIMA DE
VIOLÊNCIA
REFERÊNCIAS
 ARAÚJO, M.F., Violência e abuso sexual na família. Psicologia em Estudo. v.
7, n. 2, p. 3-11, 2002.
 AMAZARRAY, M.R., Alguns aspectos observados no desenvolvimento de
crianças vítimas de abuso sexual. Psicologia: Reflexão e Crítica. v 11, n. 3,
1998.
 WOISKI, R.O.S., Cuidado de enfermagem à criança vítima de violência sexual
atendida em unidade de emergência hospitalar. Esc Anna Nery Revista de
Enfermagem. v. 14, n. 1, 2010.
 PASCOLAT, G., Abuso físico: o perfil do agressor e da criança vitimizada.
Jornal da Pediatria. v. 77, n. 1, 2001.
 Portal G1, disponível em:
<http://g1.globo.com/pi/piaui/noticia/2015/04/violencia-infantil-cresce-60-em-
um-ano-na-cidade-de-teresina-diz-relatorio.html>. Acesso em 11 de setembro
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A criança vítima de violência - No Caminho da Enfermagem - Lucas Fontes

  • 1. FACULDADE MAURÍCIO DE NASSAU – CAMPUS ALIANÇA ENFERMAGEM | 5º PERÍODO | TURNO MANHÃ  DOCENTE:  Daniel Galeno Teresina (PI), setembro de 2015.  Francisco Lucas Fontes  Waldennia Veloso  Alzira Sousa  Renata Freitas  Larisse Neves  Cecília Natielly  Natana Karen  Jessica Suelen  Letícia Silva  Elane Rodrigues
  • 2. A CRIANÇA VÍTIMA DE VIOLÊNCIA
  • 3. A CRIANÇA VÍTIMA DE VIOLÊNCIA “O abuso sexual deixa a maioria das pessoas incomodadas. É triste pensar que adultos causem dor física e psicológica nas crianças para satisfazer seus próprios desejos, especialmente quando esses adultos são amigos ou confiáveis membros da família.” (Watson, 1994, p. 12)
  • 4.  Maus-tratos na infância representam uma doença médico-social que vem assumindo proporções epidêmicas e se tornando cada vez mais arraigada na população. A CRIANÇA VÍTIMA DE VIOLÊNCIA
  • 5. A CRIANÇA VÍTIMA DE VIOLÊNCIA  Esses maus-tratos vão desde privação de alimentos, roupas, abrigo e amor parental, até incidentes nos quais as crianças são fisicamente maltratadas por um adulto.
  • 6.  Denunciar qualquer tipo de violência contra a criança é uma tarefa essencial.  O silêncio perdoa o agressor e reforça seu poder sobre a vítima.  O agressor não percebe a vítima como uma pessoa, mas como um objeto destituído de sentimentos e de direitos. A CRIANÇA VÍTIMA DE VIOLÊNCIA
  • 7.  A criança sente-se impotente e está constantemente lutando por sua sobrevivência.  O abuso e exploração sexual infantil vêm se tornando um tipo de maus-tratos cada vez mais difundido, com implicações psicossociais, legais e médicas. A CRIANÇA VÍTIMA DE VIOLÊNCIA
  • 8.  A violência infantil ainda é fator de surpresa em nossa sociedade.  Muitas pessoas (inclusive profissionais) têm dificuldade em aceitar que o abuso sexual venha daqueles com variado grau de consanguinidade e de proximidade.  A consciência do abuso sexual infantil tem origem em duas fontes: os direitos da criança e o conhecimento e preocupação com a saúde física e mental da criança. A CRIANÇA VÍTIMA DE VIOLÊNCIA
  • 9.  Ainda se observa um despreparo generalizado envolvendo profissionais da área da saúde, educadores, juristas e instituições escolares e hospitalares, no manejo e tratamento adequado aos casos surgidos. A CRIANÇA VÍTIMA DE VIOLÊNCIA
  • 10.  Os conceitos violência intrafamiliar e violência doméstica são frequentemente usados para nomear a violência que acontece no espaço doméstico e familiar, atingindo crianças, adolescentes e mulheres. A CRIANÇA VÍTIMA DE VIOLÊNCIA
  • 11. A CRIANÇA VÍTIMA DE VIOLÊNCIA Violência intrafamiliar. Violência doméstica.
  • 12.  O principal alvo da violência intrafamiliar são crianças do sexo feminino.  A violência intrafamiliar continua acontecendo, apesar de algumas conquistas no campo institucional, político e jurídico.  Mantém-se pela impunidade, pela ineficiência de políticas públicas e ineficácia das práticas de intervenção e prevenção. A CRIANÇA VÍTIMA DE VIOLÊNCIA
  • 13.  O abuso sexual infantil é frequentemente praticado sem o uso da força física e não deixa marcas visíveis, o que dificulta a sua comprovação, principalmente quando se trata de crianças pequenas.  Ele pode variar de atos que envolvem contato sexual com ou sem penetração a atos em que não há contato sexual, como o voyeurismo e o exibicionismo. A CRIANÇA VÍTIMA DE VIOLÊNCIA
  • 14.  A violência física também tem aumentado ultimamente devido ao maior número de notificações e à mudança na legislação, a qual determina a notificação obrigatória de casos suspeitos.  No Brasil, a cada caso de abuso físico, 10 a 20 deles não são registrados, o que confirma o grande índice de subnotificação. A CRIANÇA VÍTIMA DE VIOLÊNCIA
  • 15.  O fato de uma pessoa ter sido vítima de violência física quando criança está relacionado a um comportamento violento, mais tarde.  “Crianças aprendem aquilo que vivenciam”. A CRIANÇA VÍTIMA DE VIOLÊNCIA CICLO VICIOSO
  • 16. A CRIANÇA VÍTIMA DE VIOLÊNCIA  As cicatrizes emocionais geradas pelo abuso podem persistir por muitos anos e se manifestarem como depressão, ansiedade, perturbações do apetite, queixas psicossomáticas, comportamentos promíscuos e muitos outros.
  • 17.  56% das crianças apresentam-se em idade escolar;  71,1% das crianças apresentam satisfatório rendimento escolar;  59,6% são primeiro filho da família.  84,4% consistem em filhos naturais;  Múltiplas lesões (38,2%) atingem o corpo das vítimas, e os ferimentos, na maioria das vezes (37,8%), apresentam-se como hematomas. A CRIANÇA VÍTIMA DE VIOLÊNCIA
  • 18.  O principal agente agressor é a própria mãe (42,2%), das quais 25,8% alegaram a causa disciplinar para o abuso.  Utilizam-se das mãos (32,5%) para efetuar a violência e 72% delas negam o uso de bebida alcóolica. A CRIANÇA VÍTIMA DE VIOLÊNCIA
  • 19.  Dados mostram que a violência (em termos gerais) infantil e hebiátrica cresceu 60% em Teresina no último ano.  746 casos foram registrados em 2014, sendo a negligência e o conflito familiar os principais crimes.  Os demais crimes de maior relevância estão: violência física, abuso sexual e evasão escolar. A CRIANÇA VÍTIMA DE VIOLÊNCIA
  • 20.  O Mapa da Violência do Conselho Tutelar de Teresina aponta as mães como os principais violadores.  Bairros com maiores incidências são Pedra Mole (ZL), Satélite (ZL) e Vila Santa Bárbara (ZL).  Os canais denúncia mais utilizados são: telefone, visita da família ao conselho, a escola e o disque 100. A CRIANÇA VÍTIMA DE VIOLÊNCIA
  • 21.  “Avalio o aumento no número de denúncias como algo positivo, que a sociedade está tendo mais consciência e revertendo a sua responsabilidade. As pessoas estão denunciando mais", comentou o conselheiro tutelar Djan Moreira, acrescentando a entrega do relatório ao poder executivo, objetivando novas intervenções em benefício aos direitos das crianças e adolescentes. A CRIANÇA VÍTIMA DE VIOLÊNCIA
  • 22. CASOS DE VIOLÊNCIA QUE TOMARAM RECONHECIMENTO NACIONAL
  • 23.  CUIDADOS DE ENFERMAGEM ÀS CRIANÇAS VÍTIMAS DE VIOLÊNCIA:  Capacitação adequada para um melhor acolhimento da criança vítima e da família.  Medidas de intervenção com enfoque psicossocial.  Atendimento familiar conjunto, envolvendo toda a família, inclusive o agressor.  Utilização do cuidado humanizado e boa relação com outros profissionais da equipe multiprofissional que irão atender às vítimas infantes. A CRIANÇA VÍTIMA DE VIOLÊNCIA
  • 24. REFERÊNCIAS  ARAÚJO, M.F., Violência e abuso sexual na família. Psicologia em Estudo. v. 7, n. 2, p. 3-11, 2002.  AMAZARRAY, M.R., Alguns aspectos observados no desenvolvimento de crianças vítimas de abuso sexual. Psicologia: Reflexão e Crítica. v 11, n. 3, 1998.  WOISKI, R.O.S., Cuidado de enfermagem à criança vítima de violência sexual atendida em unidade de emergência hospitalar. Esc Anna Nery Revista de Enfermagem. v. 14, n. 1, 2010.  PASCOLAT, G., Abuso físico: o perfil do agressor e da criança vitimizada. Jornal da Pediatria. v. 77, n. 1, 2001.  Portal G1, disponível em: <http://g1.globo.com/pi/piaui/noticia/2015/04/violencia-infantil-cresce-60-em- um-ano-na-cidade-de-teresina-diz-relatorio.html>. Acesso em 11 de setembro de 2015.