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Pacto Nacional Pela Alfabetização na Idade Certa 
Sejam Bem Vindas! 
Orientadora de Estudo do PNAIC 
Rozivania Lima 
Vicência, 18 de outubro 2014.
Acolhida 
Caça ao tesouro
Leitura deleite
Para Casa 
Socialização
Retomando... 
PARA CASA/ESCOLA: 
(Socialização das atividades desenvolvidas na escola) 
 A partir dos estudos desse encontro, aplicar as 
atividades pertinentes ao trabalho com geometria; 
 Aplicar atividades com os itens trabalhados na ANA 
 Fazer o registro no caderno de planejamento e enviar 
fotos para o e-mail da turma.
ANA 
Avaliação Nacional de Alfabetização
ANA 
Avaliação Nacional de Alfabetização
ANA 
Avaliação Nacional de Alfabetização 
POR ESCOLA 
UNIDADE 
ESCOLAR 
ALUNOS LEITURA ESCRITA MATEMÁTICA 
M P 
Formaçã 
o 
Docente 1 a 4 
Nível 
1 
Nível 
2 
Nível 
3 
Nível 
4 
Sem 
Pontos 
Nível 
1 
Nível 
2 
Nível 
3 
Nível 
4 
Nível 
1 Nível 
2 
Nível 
3 
Nível 
4 
ESCOLA MUNICIPAL MARIA JOSÉ MONTEIRO 
19 13 50,00 Grupo 2 71,43 14,29 14,29 0 28,57 28,57 28,57 14,29 0 50 33,33 0 16,67 
ESCOLA MUNICIPAL JACY ESTELITA 
23 16 0,00 Grupo 2 25 50 25 0 12,5 25 37,5 12,5 12,5 25 37,5 25 12,5 
ESCOLA MUNICIPAL JOSÉ RUFINO 
27 21 40,00 Grupo 2 45,45 36,36 9,09 9,09 0 33,33 22,22 22,22 22,22 40 30 10 20 
ESCOLA MUNICIPAL LUIZA COUTINHO 
52 37 0,00 Grupo 3 33,23 42,95 14,32 9,51 5,29 24,52 15,87 24,52 29,81 12,09 56,59 24,91 6,41 
ESCOLA MUNICIPAL NAPOLEAO XAVIER 
58 42 14,29 Grupo 3 56,32 21,84 17,82 4,02 15,24 0 23,79 41,34 19,63 35,21 39,75 11,14 13,89 
ESCOLA MUNICIPAL JUVENATO Pe. GUEDES 
71 68 40,00 Grupo 3 42,8 31,46 22,85 2,9 8,45 31,53 11,42 28,56 20,03 33,21 48,47 15,25 3,07 
ESCOLA MUNICIPAL COMUNIDADE CRISTA 
44 39 14,29 Grupo 1 52,22 32,22 15,56 0 15,56 32,22 0 42,22 10 60,71 26,79 12,5 0 
ESCOLA MUNICIPAL ALFREDO GOMES 
43 26 12,50 Grupo 2 72,09 27,91 0 0 5,43 61,24 10,85 22,48 0 62,79 25 6,1 6,1 
ESCOLA MUNICIPAL LUIZ MARANHAO 
94 62 8,33 Grupo 3 52,98 25,58 18,74 2,7 7,71 44,06 16,75 21,07 10,41 53,12 29,02 0 17,86 
ESCOLA MUNICIPAL URBANO RAMOS 
87 66 54,17 Grupo 2 45,78 42 9,61 2,61 0 43,15 7,21 40,7 8,93 58,83 29,37 9,18 2,61 
ESCOLA MUL MARIA DE LOURDES MOURA 
35 26 33,33 Grupo 3 30,77 30,77 23,08 15,38 0 23,08 0 53,85 23,08 30,77 46,15 7,69 15,38 
ESCOLA MUNICIPAL DR BENJAMIN AZEVEDO 
24 17 10,00 Grupo 1 66,67 11,11 22,22 0 42,86 28,57 0 28,57 0 71,43 14,29 14,29 0
GEOMETRIA 
Grandezas e Medidas 
Caderno 6 
(p.82) 
Espaço e Forma 
Caderno 5 
(p.79)
Objetivos/ Caderno 5 
2ª Parte 
São objetivos deste material, subsidiar práticas pedagógicas com 
o intuito de garantir que a criança possa: 
 representar informalmente a posição de pessoas e objetos e dimensionar espaços por 
meio de desenhos, croquis, plantas baixas, mapas e maquetes, desenvolvendo noções de 
tamanho, de lateralidade, de localização, de direcionamento, de sentido e de vistas; 
 reconhecer seu próprio corpo como referencial de localização e deslocamento no 
espaço; 
 observar, experimentar e representar posições de objetos em diferentes perspectivas, 
considerando diferentes pontos de vista e por meio de diferentes linguagens; 
 identificar e descrever a movimentação de objetos no espaço a partir de um referente, 
identificando mudanças de direção e de sentido; 
 desenhar objetos, figuras, cenas, seres mobilizando conceitos e representações 
geométricas tais como: pontos, curvas, figuras geométricas, proporções, perspectiva, 
ampliação e redução; 
 utilizar a régua para traçar e representar figuras geométricas e desenhos; 
 utilizar a visualização e o raciocínio espacial na análise das figuras geométricas e na 
resolução de situações-problema em Matemática e em outras áreas do conhecimento.
Continuando… 
Aprofundando o Tema: 
MATERIAIS VIRTUAIS PARA O 
ENSINO DA GEOMETRIA 
Andréia Aparecida da Silva Brito
A tecnologia está presente em toda a sociedade e também na 
escola. Para um uso adequado da informática em sala de aula, 
não basta computadores e softwares educacionais, a 
alfabetizadora tem um papel fundamental neste trabalho, seja 
na seleção dos programas a serem utilizados, seja na 
elaboração e adequação das atividades. 
Os softwares educacionais são aqueles que têm por objetivo 
contribuir para o processo do ensino-aprendizagem de 
determinado conteúdo. No entanto, ele não foi criado 
objetivando o ensino, quando utilizado em situação 
educacional, pode ser considerado um software educativo. 
Para a escolha de um software ou jogo para uso em sala de 
aula deve-se levar em consideração critérios técnicos e 
pedagógicos.
É HORA DE JOGAR! 
JOGO:DAQUI PRA LÁ, DE LÁ PRA CÁ 
Disponível em:http://revistaescola.abril.com.br/swf/jogos/exibi-jogo. 
shtml?212_mapa.swf
Esse jogo trabalha as noções de lateralidade, de localização e de 
movimentação. Para jogar utilizamos os comandos de deslocamento, 
andar para frente e virar (45° ou 90°) à direita ou esquerda para se 
mover pela cidade andando pelas ruas e pontes até chegar ao local 
indicado, completando o trajeto. 
Ao trabalhar com a informática no ciclo de alfabetização, 
devemos ter cuidado para que sua utilização não seja entendida 
como um mero passatempo. Para isso, a seleção dos softwares 
e o planejamento da aula são fundamentais para que a criança 
consiga fazer as relações entre a situação vivenciada na sala de 
aula e os conceitos que está aprendendo e o que está fazendo 
no laboratório de informática.
LOCALIZAÇÃO E MOVIMENTAÇÃO 
NO ESPAÇO 
Antonio Vicente Marafioti Garnica 
Maria Edinéia Martins -Salandim
• O estudo curricular (conteúdo de Geometria) da “Orientação e 
ocupação do espaço” está presente em diferentes disciplinas 
como a Matemática, a Geografia, a História, as Artes etc. 
• Muitas vezes a escola ignora os sentidos, o próprio corpo e as 
experiências dos estudantes em relação ao espaço, reduzindo o 
estudo da Geometria a figuras planas. 
•É necessário destacar a importância de explorar os 
conhecimentos sobre ocupação do espaço que as crianças 
trazem. 
• Qual vocabulário usam? 
• Quais esquemas de representação possuem? 
• Que noções de lateralidade elas têm?
Vale salientar que muitas das crianças não passaram pela 
Educação Infantil, ou que podem possuir experiências relativas ao 
espaço que fogem ao que costuma ser privilegiado nas aulas de 
Matemática. 
• Os estudantes, ainda que crianças, podem possuir experiências 
diversificadas em relação à região e a locais que vivem ou que 
podem ter vivido ou ouvido falar. 
• A partir daí, adquirem diversos modos de expressar suas 
relações com o espaço. 
• A necessidade de trabalhar localização e movimentação no 
espaço “a partir dos conhecimentos prévios dos estudantes” não 
significa que pretendemos ou devemos ultrapassar esses 
conhecimentos prévios por eles serem inferiores. A intenção é 
promover possibilidades de articulação entre estes conhecimentos 
e os conhecimentos escolares, de modo que todos os tipos de 
conhecimento se integrem ao currículo oficial.
De acordo com Lima e Monteiro (2009) Discutir o 
espaço considerando os valores e os elementos socioculturais 
dessa construção nos remete a uma perspectiva de 
conhecimento matemático dinâmico, construído e vinculado a 
significados que se re-elaboram no debate estabelecido entre 
as diversas possibilidades de se pensá-lo. Assim, não basta um 
desenho do caminho como ponto de partida para representação 
mais precisa de mapas /.../ A proposta não é ensinar a 
Geometria a partir de noções prévias que se caracterizam por 
representações simples e por esboços , os quais tendem a 
evoluir e a ser mais precisos (corretos), mas sim, discutir os 
conceitos presentes nessas práticas cotidianas e 
problematizadas em sua complexidade. (LIMA e MONTEIRO, 
2009, p. 26) 
É importante salientar que os Direitos de Aprendizagem da 
área de Geografia também preconizam, desde o primeiro ano, 
os trabalhos envolvendo leitura, interpretação e construção 
de mapas simples.
Questões para reflexão 
-Além do trabalho com as figuras e 
formas, quais aspectos são importantes 
de se discutir no trabalho com 
Geometria? 
 Conhecimentos sobre ocupação do 
espaço; 
 Esquemas de representação; 
 Noções de lateralidade;
- Por que deve-se partir dos conhecimentos 
prévios dos alunos? 
Possibilita o trabalho interdisciplinar, dentre 
eles a cartografia;
TRABALHO EM GRUPO 
 Construir um mapa a partir de um 
ponto estratégico. 
Objetivo: Fazer com que as outras equipes identifiquem o 
ponto que cada grupo iniciou seu trabalho.
Parabéns Professores! 
HORA DO LANCHE
SOCIALIZAÇÃO
PARA DESCONTRAIR: 
Onde Fabiane se senta na sala?
Dicas 
• João é o que senta mais longe da professora; 
•Ana senta em frente à mesa da professora; 
•André e Felipe sentam-se lado a lado; 
•Carlos senta-se longe de João e ao lado da janela; 
•Maria senta-se próxima à porta; 
•Joana senta-se à frente de João e bem próxima de 
Felipe; 
•Júlia senta-se atrás do Carlos; 
•Rosa e Pedro sentam-se em frente ao quadro, sendo 
que Rosa se senta mais perto da professora do que 
Pedro; 
•Sabendo que Camila se senta ao lado de João, onde se 
senta Fabiane?
Rosa 
FABIANE 
Pedro 
Felipe 
Camila 
Maria 
Joana 
João 
Ana 
Carlos 
Júlia 
André
VAMOS AJUDAR O ESPIÃO A 
CHEGAR NO VELEIRO 
•O espião (*) precisa pegar o veleiro no porto, mas está 
cercado de inimigos. 
•Esperto como é imaginou que, seguindo a pé, no sentido 
contrário ao trânsito indicado pelas flechas, evitaria 
perseguições automobilísticas, interessantes nos filmes, 
mas perigosas na vida real. 
•Contudo, a pé precisa evitar as quadras onde estão os 
inimigos, aqui indicados pelas bolinhas pretas. 
•Qual o caminho mais curto para chegar ao porto são e 
salvo?
-Que adaptações seriam necessárias para 
trabalhar com essas atividades no ciclo de 
alfabetização? 
-Haveria uma progressão nas atividades 
propostas para crianças do 1º, 2º ou 3º anos?
CARTOGRAFIAS 
Antonio Vicente Marafioti Garnica 
Maria Edinéia Martins -Salandim
Conceito: 
CARTOGRAFIA 
é a arte ou a ciência de compor cartas 
geográficas, ou seja, desenhar mapas bem como 
estudar esses mapas. 
CARTO 
(que vem do grego chartis, que significa carta ou 
mapa, que são sinônimos) 
GRAFIA 
(que também vem do grego graphein, e significa 
escrita, traçado, composição).
Estudo da Cartografia 
 Historicamente seu estudo esteve relacionado 
à Geografia; 
 Entretanto desenhar mapas e usar mapas como 
recursos didáticos podem ser estratégias para 
muitas outras disciplinas escolares, como, por 
exemplo: 
MATEMÁTICA/ LÍNGUA PORTUGUESA/ CIÊNCIAS SOCIAIS/ ARTE
O Livro “Primeiros Mapas: 
como entender e Construir” 
de Maria Elena Similelli 
apresenta atividades de fácil 
entendimento e execução por 
parte das crianças, além de 
eficazes para a compreensão 
dos conceitos básicos de 
orientação e representação 
cartográfica. Os conteúdos 
são ilustrados com muitos 
recursos de fotografias e 
desenhos e trazem 
encaminhamentos para a 
construção de maquetes e 
mapas.
Afinal, para que serve um 
mapa? 
Um mapa pode ter várias funções, mas a principal delas é 
localizar. Um mapa serve para que possamos nos localizar 
no espaço em que transitamos. Mas, para transitarmos em 
um espaço que já conhecemos bem não precisamos de 
mapas, portanto, a função de um mapa vai muito além. Um 
mapa deve nos ajudar a conhecer – e nos ajudar a 
decifrar – um espaço que desconhecemos mas que 
queremos conhecer.
Os diferentes tipos de mapa 
Mapa Turístico Mapa Celeste 
Disponível em: <http://www.heavens-above.com/skychart 
aspx?SL=1&SN=1&lat=-3.717&lng=- 
38.500&loc=Fortaleza&alt=1&tz=EBST>. Acesso em dezembro 
de 2013. 
Mapa Turístico da Região de Lomba Grande – RS. 
Disponível em: <http://www.gilsonantunes.com.br/Mapas/Vinho-mapa01. 
jpg>. Acesso em dezembro de 2013. 
Mapa Hidrográfico Mapa Rodoviário 
Mapa hidrográfico do Rio Tietê, no estado de São Paulo. 
Mapa do Metrô da cidade de São Paulo. 
Fonte: Companhia do Metropolitano de São Paulo.
É importante que... 
Possamos destacar os pontos de referência de cada mapa; 
ressaltar que todo mapa pressupõe um espaço maior que 
contém o espaço mapeado: “a sala de aula está na escola, a 
escola na comunidade, a comunidade no município, o 
município está no estado, o estado no país, o país no 
mundo”. Finalmente, é importante lembrar que todo mapa 
distorce a realidade que ele representa. 
Mapa-múndi (planificação do globo terrestre, indicando o Equador, os paralelos e os meridianos).
A LATERALIDADE E OS MODOS 
DE VER E REPRESENTAR 
Antonio Vicente Marafioti Garnica 
Maria Ednéia Martins-Salandim
Como se formam a lateralidade 
e a orientação no espaço? 
 A partir do Próprio corpo; 
 A partir dos sentidos; 
 A partir de movimentos em um 
espaço familiar.
Diversos autores, como Simielli (2007), Pires, Curi e Campos 
(2000), destacam a importância de se trabalhar as noções de 
lateralidade e referência para o desenvolvimento do conceito 
de orientação espacial. Alguns autores, ainda, diferenciam a 
expressão “orientação no espaço” – de localização espacial. 
Para eles, o primeiro pressupõe um referencial e é, portanto, 
variável – já o segundo determina, de modo fixo, não variável, 
um determinado ponto. 
A partir dessas noções de lateralidade inicia-se uma 
sistematização da percepção da localização de si mesmo, de 
seu próprio corpo e de outros objetos, disparando, portanto, 
um processo de representação do espaço.
Clareto (2003) diferencia os modos como as pessoas 
percebem o espaço. Segundo ela, há, por exemplo, aqueles 
que ao observarem, e representarem aquilo que veem 
verticalizam (observam e representam como se estivessem 
flutuando sobre a cidade) ou horizontalizam (representam 
como se estivessem “de frente”ao observado). 
Mas, ao analisar alguns mapas feitos por crianças, a autora 
percebe que alguns dos cartógrafos, ao mesmo tempo, para 
representar um mesmo espaço, lançam mão dos dois modos 
de ver, uma vez que alguns prédios são desenhados “de 
frente” e as ruas, passarelas e o campo de futebol são 
representados como se estivessem sendo observados “de 
cima”. 
Caderno 5, páginas 60 a 65
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 
 BRASIL. Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa. 
Caderno 5. Geometria. MEC / SEB. Brasília, 2014; 
 Consulta do Material / Seminário 2 do CEEL /NEMAT.
Almoço
Leitura deleite 
Desafiando o cérebro
Iniciando A Conversa 
Este caderno apresenta uma configuração com 
abordagens, sequências didáticas e 
encaminhamentos teóricos que, no conjunto, têm 
como objetivo oferecer aos professores 
possibilidades de trabalhar de modo adequado o 
eixo Grandezas e Medidas, considerando os 
diferentes contextos.
Objetivos do caderno 6 
 construir estratégias para medir comprimento, massa, capacidade e tempo, 
utilizando unidades não padronizadas e seus registros; compreender o processo de 
medição, validando e aprimorando suas estratégias; 
 reconhecer, selecionar e utilizar instrumentos de medida apropriados à grandeza 
(tempo, comprimento, massa, capacidade), com compreensão do processo de 
medição e das características do instrumento escolhido; 
 produzir registros para comunicar o resultado de uma medição, explicando, quando 
necessário, o modo como ela foi obtida; 
 comparar comprimento de dois ou mais objetos para identificar: maior, menor, 
igual, mais alto, mais baixo, etc.; 
 identificar a ordem de eventos em programações diárias, usando palavras como: 
antes, depois, etc.; 
 reconhecer a noção de intervalo e período de tempo para o uso adequado na 
realização de atividades diversas; 
 construir a noção de ciclos através de períodos de tempo definidos por meio de 
diferentes unidades: horas, semanas, meses e ano; 
 identificar unidades de tempo – dia, semana, mês, bimestre, semestre, ano - e 
utilizar calendários e agenda; além de estabelecer relações entre as variadas 
unidades de tempo; 
 leitura de horas, comparando relógios digitais e analógicos; 
 reconhecer cédulas e moedas que circulam no Brasil e de possíveis trocas entre 
cédulas e moedas em função de seus valores em experiências com dinheiro em 
brincadeiras ou em situações de interesse das crianças.
Grandezas e Medidas- Medir, 
Estimar e Comparar. 
Exibição do Vídeo
DIREITOS DE APRENDIZAGEM 
Que as crianças experimentem situações cotidianos ou 
lúdicas, envolvendo 
diversos tipos de grandeza
GRANDEZAS E MEDIDAS A PARTIR DO 
UNIVERSO INFANTIL 
Carlos Roberto Viana
Mediação de Leitura 
Autores: Yong So Yoo 
Yong M. Park 
Editora: Callis
3. Quem acertou ou se aproximou? 
4. Qual o significado da palavra 
GÊMEO? Vamos consultar o 
dicionário.
5. A história é sobre meninos ou 
meninas? Como ficaria o 
título se fossem meninas? 
7 .Como será a convivência entre os 
irmãos gêmeos dessa história? O 
que nos faz pensar assim? 
(Registrar as hipóteses no 
quadro) 
E.L: Formulação de 
conclusões implícitas no 
texto, com base em outras 
leituras, experiências de 
vida, crenças, valores;
8. Vamos localizar na capa 
o nome da autora. 
9. Young So Yoo é a autora e 
Young Mi Park, a ilustradora. 
Esses nomes demonstram 
que elas são brasileiras? 
De que país elas poderão 
ser?
11. Elas são da Coréia do Sul. Será que é longe 
ou perto do Brasil?
Young So Yoo estudou na 
Faculdade Feminina de 
Soung Shin. Ganhou prêmio 
de criatividade em histórias 
infantis e prêmio de arte e 
literatura infantil por um 
canal de TV coreano. Na 
Coreia do Sul, ela já 
publicou mais de cinco 
títulos. No Brasil, por 
enquanto só conhecemos 
esse. 
A ilustradora Young Mi 
Park é especialista em 
gravuras e, atualmente, 
trabalha como 
ilustradora de livros 
infantis. Ela sempre 
gosta de olhar as 
ilustrações dos livros 
que lê e busca fazer 
desenhos cada vez mais 
bonitos nos livros que 
ilustra.
Quem será que pegou mais 
farinha? 
Como vocês fariam para 
descobrir?
Quem será que tem mais massa? 
Quem acha que é o Marco? Quem 
acha que é o Daniel?
 Será que a mamãe deu mais leite para 
Marco? 
Por que será que Daniel acha isso? (se 
destacarem, levá-los a observar o tamanho dos 
copos) 
 Os copos são diferentes. Como poderíamos 
fazer para descobrir se há o mesmo volume de 
leite nos copos? 
Sugestão: Levar os copos para fazer o 
experimento.
E agora, será que Marco tem mais 
areia do que Daniel? 
Como poderíamos medir quem tem 
mais? 
Sugestão: podemos levar areia e 
potes para fazer o experimento.
MEDIAÇÃO APÓS A LEITURA 
Dialogando com o texto: 
1. Como era a convivência entre os irmãos na maior 
parte do tempo? Reconte uma parte da história 
que confirma a sua resposta. 
A atividade poderá ser mediada de 
forma diferenciada de acordo com o 
processo de alfabetização. 
Alunos poderão escrever sozinhos, em 
duplas ou desenhar. 
EL: Utilização do registro 
escrito para melhor 
compreensão;
2. Na história eles brigavam porque discordavam sobre 
várias coisas, como a quantidade de farinha 
recolhida do chão. No final das contas, eles 
chegavam em qual conclusão? 
3. Na sua opinião, eles brigavam com motivo ou sem 
motivo?
Sugestão: realizar um trabalho com 
embalagens de produtos para 
introduzir as formas convencionais 
de medida.
Além da dimensão leitura e 
produção de textos, quais as 
dimensões da Educação Matemática 
podem ser potencializadas 
pedagogicamente com a literatura 
“Irmãos gêmeos”?
A literatura possibilita uma 
significativa mediação com a Língua 
Materna e com a Educação 
Matemática. 
Na Educação Matemática, a literatura 
potencializa o trabalho com a 
comparação de substâncias utilizando 
unidades não-convencionais de 
medida. Trabalho imprescindível 
antes da introdução do trabalho com 
as unidades padronizadas.
TRABALHO EM DUPLAS
COMANDO: 
1-Quais conceitos foram trabalhados? 
2- O que o aluno pode aprender por meio dessa 
SD? 
3-Quais as estratégias de leitura utilizadas e 
como essas estratégias podem contribuir para 
a aprendizagem dos conceitos? 
4- O que o grupo faria diferente do que foi 
proposto para melhor desenvolver essa prática 
para o 1º, 2º e 3º ano?
Relato 1 
Uma experiência com medidas no ciclo 
de alfabetização
Questões acerca do relato: 
Qual a sequencia didática (SD) utilizada pela professora? 
- Questionamentos iniciais sobre medição 
- Questionamentos iniciais sobre o livro a ser lido 
- Leitura do livro sobre comparação de grandezas 
- Estimativa da altura de uma girafa 
- Medição com unidades não padronizadas 
- Discussão sobre necessidade de unidade de medida 
padronizada 
- Discussão sobre usos de fita métrica 
- Estimativa das próprias alturas das crianças 
- Medições das alturas com fita métrica 
- Construção de gráficos com medidas em ordem crescente 
- Preenchimento de ficha com questionamentos sobre alturas 
dos alunos 
- Jogo Batalha das grandezas
Quais conceitos foram trabalhados? 
Unidades de medida convencionais e não-convencionais; 
medidas de comprimento. 
O que o aluno pode aprender por meio 
dessa SD? 
Instrumentos de medição; unidades de 
medida padrão; comparação de tamanhos; 
conceito de atributos que podem ser 
mensurados.
Quais as estratégias de leitura utilizadas e como essas estratégias 
podem contribuir para a aprendizagem dos conceitos? 
Estratégias utilizadas: 
Levantamento do conhecimento prévio sobre o tema (medidas); Leitura 
coletiva em círculo; questionamento de antecipação conhecimento do 
autor, capa, temática, levantamento de hipóteses com desenvolvimento da 
oralidade e argumentação dos alunos. Ao longo da história representação 
de personagens utilizando materiais manipuláveis. (Estratégias são 
utilizada sempre antes e durante a leitura) 
Contribuições para o aprendizado do aluno: 
participação dos alunos; atenção no levantamento de hipótese e posterior 
confirmação; atenção e curiosidade para comparar algumas grandezas, 
proporcionando uma familiarização dos alunos com o conteúdo; estimativa 
do comprimento da altura da figura da girafa; construção de gráfico – 
estatística e números e operações – contagem e ordenação. Ciências com 
peso, altura, tempos de gestação e de vida dos animais. Trabalho com 
integração de diferentes áreas do conhecimento. 
O que o grupo faria diferente do que foi proposto para melhor 
desenvolver essa prática para o 1º, 2º e 3º ano?
Relato 2 
Trabalhando com volume e 
capacidade no ciclo de alfabetização
Questões acerca do relato: 
Qual a sequencia didática (SD) utilizada pela 
professora? 
- Leitura do livro “Irmãos gêmeos” 
-Questionamentos durante a leitura do livro sobre 
comparação entre grandezas e instrumentos de medição 
- Representação dos personagens pelos alunos ao longo da 
história 
- Medição com unidades não padronizadas e materiais 
manipuláveis 
- Reflexão sobre a atitude dos irmãos (construção de 
valores) 
- Experiência com recipientes de formatos diferentes e 
mesma capacidade
Quais conceitos foram trabalhados? 
Medidas de capacidade; conservação de 
volume. 
O que o aluno pode aprender por meio 
dessa SD? 
Instrumentos de medição; unidades de 
medida padrão; comparação de 
quantidades; conceito de atributos que 
podem ser mensurados.
Quais as estratégias de leitura utilizadas e como essas 
estratégias podem contribuir para a aprendizagem dos 
conceitos? 
Estratégias utilizadas: 
Estratégia de reflexão durante a leitura da história no grande 
grupo. Questionamento de antecipação para confirmação 
posterior da história. Ao longo da história representação de 
personagens utilizando materiais manipuláveis. (Estratégias são 
utilizada sempre durante a leitura) 
Contribuições para o aprendizado do aluno: 
participação dos alunos; atenção no levantamento de hipótese e 
posterior confirmação; atenção e curiosidade para o 
desenvolvimento dos trabalhos; experimentação durante a leitura 
– uso de experiências envolvendo grandezas e medidas; vivência 
de experiência de comparar volume e posterior confirmação do 
resultado com a leitura da história. 
O que o grupo faria diferente do que foi proposto para melhor 
desenvolver essa prática para o 1º, 2º e 3º ano?