SlideShare uma empresa Scribd logo
AS REVOLUÇÕES LIBERAIS
TEMAS A TRATAR O Nascimento dos Estados Unidos da Améric a A  Revolução Francesa A Revolução Liberal Portugu esa A Independência do Brasil A Consolidação do Liberalismo
UMA REVOLUÇÃO PRECURSORA: O Nascimento dos Estados Unidos da América A partir dos finais do século XVI, os territórios da América do Norte começaram a ser colonizados, sobretudo pelos ingleses.Nos finais do século XVIII eram treze as colónias inglesas naquele continente, todas elas junto ao Atlântico.
MOTIVOS DA REVOLTA DOS COLONOS INGLESES Os elevados custos da Guerra dos Sete anos entre a França e a Inglaterra serviram de pretexto para a administração britânica impor aos colonos duras obrigações: Novos impostos, sobre o chá, o açúcar e o papel selado; Restrições à colonização do interior; Restrições ao fabrico de produtos que fizessem concorrência aos da metrópole; Restrições ao comércio com outros países europeus (regime de exclusivo); A presença de um exército britânico financiado pelos próprios colonos. Tudo isto, levou a um movimento de contestação por parte dos colonos ingleses.
BOSTON TEA PARTY No dia 16 de Dezembro de 1773, no porto de Boston, um grupo de colonos, disfarçados de índios, tomaram um navio da Companhia das Índias Orientais carregado de chá e lançaram a carga à água.  Inglaterra envia de imediato tropas e o porto foi encerrado. O movimento de contestação e revolta aumentou, contando cada vez com mais  apoiantes. Entre 1774 e 1775, realizaram-se dois   congressos  na cidade de Filadélfia; uma das resoluções saídas dessas reuniões foi a organização de um exército de voluntários, que se entregou à Guerra da Independência.
A AFIRMAÇÃO DA INDEPENDÊNCIA Em 1776, no terceiro congresso de Filadélfia, um grupo de representantes das treze colónias, redigiu sob a orientação de Thomas Jefferson, a  Declaração de Independência dos Estados Unidos da América. 4 de Julho de 1776 – Dia da Independência
Aplicação da filosofia das Luzes: A Constituição Americana Em Junho de 1777, os representantes das trezes colónias juntaram-se com o objectivo de preparar o texto da Constituição americana, cuja versão definitiva seria apresentada dez anos depois, em 1787. A Constituição americana, a primeira da Idade Moderna, redigida por Thomas Jefferson, reproduzia , no seu conjunto, os princípios do liberalismo, defendido pela filosofia das LUZES. Poder Executivo Poder Legislativo Poder Judicial Governo: Presidente Vice-Presidente Entregue ao Congresso: Senado Câmara dos Representantes Supremo Tribunal
A REVOLUÇÃO FRANCESA
O ambiente pré-revolucionário Nos finais do século XVIII, a França encontrava-se mergulhada numa crise profunda: Crise social Insatisfação da burguesia impedida de realizar as suas aspirações no quadro de uma sociedade de ordens. A nobreza e o clero continuavam a usufruir de isenções e privilégios, enquanto o terceiro estado era sobrecarregado de impostos e tributos. Crise económica Devido à fraca modernização agrícola, à concorrência dos produtos manufacturados ingleses e à perda de colónias na sequência da derrota na Guerra dos Sete Anos com Inglaterra. Crise financeira Provocada pelas despesas com o exército, pelos gastos da Corte de Luís XVI e Maria Antonieta e pela ausência de contribuição sobre os privilegiados. Crise política Resultante da incapacidade do rei em solucionar os problemas do Estado Frustado  por não ter conseguido o apoio da nobreza, para levar a cabo as reformas necessárias que evitassem a bancarrota, Luís XVI, convocou os Estados Gerais para Maio de 1789. Esta assembleia já não se reunia desde 1614.
O início da Revolução Os Estados Gerais abriram solenemente no dia  5 de Maio de 1789. Os representantes do  Terceiro Estado  exigiram que a votação se fizesse por cabeça – um homem, um voto – e não por ordem social, como era costume. Face à recusa do  Clero e da Nobreza  em aceitar o sistema do votação proposto, o Terceiro Estado, alegando representar a esmagadora maioria dos Franceses, levou a cabo o  primeiro acto revolucionário no dia 17 de Junho, constituindo-se em Assembleia Nacional . No dia 20 de Junho, os deputados, reunidos na  Sala do Jogo da Pela em Versalhes , juraram não se separar enquanto não elaborassem uma Constituição para a França. Depois do Juramento da Sala do Jogo da Péla, a Assembleia Nacional passou a chamar-se  Assembleia Nacional Constituinte  e começou a trabalhar naquilo que era a sua razão de existir: elaborar uma Constituição. Porém, até concluir esse texto, a Assembleia Nacional Constituinte produziu muita legislação revolucionária.
O fim do Antigo Regime Perante os acontecimentos, o rei mandou cercar Paris, porém, os parisienses organizaram-se  e tomaram de assalto a  Bastilha – 14 de Julho de   1789 –   a prisão que era um dos símbolos do poder absoluto e libertaram os presos. A  revolução  tinha começado e iria conhecer fases distintas. A  Assembleia Nacional Constituinte   rapidamente começou a produzir leis para pôr fim ao  Antigo Regime . No dia  4 de Agosto de 1789,   os privilégios do   clero  e da  nobreza  foram abolidos. No dia 26, a Assembleia aprovava a  Declaração dos   Direitos do Homem e do Cidadão , consignando uma série de princípios fundamentais, entre os quais o da  igualdade de todos os cidadãos perante a lei.
A Monarquia Constitucional Em 1791 a Assembleia aprovou uma  Constituição  baseada nas teorias de  Rousseau e de Montesquieu  – soberania popular e separação de poderes -. A França passava a ter uma  monarquia constitucional . Foi o fim da monarquia absoluta e do Antigo Regime. Os poderes passaram a dividir-se em: Poder Executivo ,  entregue ao rei que podia vetar as   Leis; Poder Legislativo,   exercido por uma assembleia de   deputados eleitos; Poder Judicial ,  entregue aos juizes. Contudo, esta Constituição não assegurava o direito de participação de todos os cidadãos, porque apenas os cidadãos activos, aqueles que pagavam uma determinada quantia de impostos, tinham direito a voto. Era um sistema de  voto censitário . Um sinal do triunfo da burguesia nesta primeira fase da revolução. A Constituição francesa de 1791
A Convenção e o radicalismo republicano O primeiro regime constitucional durou menos de um ano. Logo que a Assembleia Legislativa foi eleita –– os revolucionários dividiram-se em dois partidos: Os  Girondinos (moderados) e os Jacobinos (extremistas ). Em Agosto de 1792, os Jacobinos tomaram o poder, inaugurando uma nova etapa da Revolução Francesa, a  Convenção. Dissolveram a  Assembleia Legislativa , aboliram a  Monarquia  e proclamaram a  República.  No ano seguinte, o rei Luís XVI foi condenado à morte e executado na guilhotina. Este acto uniu quase toda a Europa contra a França. A França entrou num período de convulsões políticas, instalando-se o  regime de terror . Entre 1793 e 1794 foram condenados à morte na guilhotina milhares de franceses. Os próprios chefes revolucionários acabaram por ser vítimas do regime do terror, incluindo Robespierre. Este clima de insegurança iria conduzir a uma nova fase da revolução. A eliminação de Robespierre e o estado de guerra da França contra a Áustria, a Inglaterra, a Espanha e as Províncias Unidas favorecerem a ascensão ao poder dos moderados e a  instauração de um novo governo .
Do Directório à queda do Império Napoleónico Apesar da crise económica, o governo do  Directório  conseguiu manter-se entre 1795 e 1799, sobretudo graças aos êxitos militares de  Napoleão Bonaparte , um jovem general que lutava contra  as potências europeias que haviam declarado guerra à França. Os seus triunfos deram-lhe tal popularidade que, em Setembro de 1799, através de um golpe de  Estado , provocou a queda do Directório e estabeleceu o Consulado (1799-1802). O seu poder foi aumentando, até que se proclamou  Imperador  em 1804, com o nome de Napoleão I. Concentrou os poderes, afastou os opositores e institucionalizou a censura . A economia desenvolveu-se e a administração , o direito e o ensino conheceram reformas importantes. Obteve importantes vitórias sobre países inimigos da França. Enquanto decorriam essas guerras, os exércitos napoleónicos difundiram as ideias liberais por toda a Europa. Napoleão procurou depois tornar-se senhor dessa mesma Europa. Em  1806, lançou o  Bloqueio Continental  à Inglaterra, com o objectivo de impedir os países europeus de estabelecerem comércio com os Ingleses e deste modo arruinar economicamente a Inglaterra.  O fracasso do Bloqueio e a derrota na Rússia assinalaram o declínio de Napoleão, obrigando-o a render-se em 1814. O Congresso de Viena redefiniu as fronteiras europeias.  Mas as sementes revolucionárias viriam a produzir os seus frutos, traduzindo-se na derrota dos absolutistas .
A importância da Revolução Francesa
A REVOLUÇÃO LIBERAL PORTUGUESA
Condicionalismos da revolução Em  1807 , Napoleão invadiu Portugal dado este não ter aderido ao  Bloqueio Continental .  D. João VI e a corte partem para o Brasil, nas vésperas da 1ª invasão, para evitar a prisão do monarca e a entrega do poder aos Franceses. Entre  1807 e 1811 , Portugal sofreu três invasões, que  marcaram muito negativamente o país . Agravaram  a  desorganização da agricultura, do comércio, da   indústria e das finanças .  Para solucionar estes problemas, os impostos foram aumentados, tornando ainda mais difíceis as condições de vida das populações; A  ocupação de cargos militares pelos Ingleses , chefiados pelo  Marechal Beresford . Apesar da expulsão dos franceses, os ingleses permaneceram em Portugal e tornaram-se senhores do país, o que desagradou às chefias militares e à nobreza; Acentuaram a  submissão de Portugal aos interesses britânicos . Em 1808, D. João VI abriu os portos brasileiros à navegação estrangeira, beneficiando especialmente Inglaterra e em 1810 assinou um tratado de comércio livre com este país.  Os grandes prejudicados foram os comerciantes portugueses. A situação em que mergulhou o país, após as invasões francesas, iria criar, as  condições necessárias ao eclodir da revolução liberal de 1820.
O movimento revolucionário de 1820 .O descontentamento geral provocado pela situação económica e política do país esteve na base de um  movimento revolucionário. No dia  24 de Agosto de 1820  eclodiu no  Porto a Revolução Liberal,  e,  nos dias seguintes, Lisboa e o   resto do país aderiram à revolução .  Este movimento foi   preparado por uma associação secreta  – o Sinédrio –  e  dirigido por alguns burgueses e oficiais do exército . Foi nomeada uma  Junta Governativa  que  exigiu ao rei  o seu regresso do Brasil e preparou eleições para as  Cortes   Constituintes.  Beresford e os generais ingleses foram expulsos do exército e do país. Manuel Fernandes Tomás, membro do Sinédrio e principal dirigente da revolução liberal portuguesa
As Cortes Constituintes e a Constituição de 1822 Em  1821 as Cortes Constituintes  redigiram a primeira  Constituição portuguesa , que ficou concluída em  Setembro de 1822 . Esta Constituição estabelecia como princípios fundamentais: A soberania da Nação,  exercida através do voto. Este estava reservado (com muitas excepções) aos homens  maiores de 25 ano que soubessem ler e escrever; A separação dos poderes . O  executivo  pertencia ao rei e ao seu governo, o  legislativo  às Cortes e o  Judicial  aos tribunais; A igualdade e a liberdade  dos cidadãos perante a lei. Quando regressou do Brasil, o rei  D. João VI assinou a Constituição , comprometendo-se a respeitá-la. Iniciava-se, deste modo, o período da  Monarquia Constitucional . Este gesto punha fim ao sistema absolutista e ao Antigo Regime em Portugal.
A Independência do Brasil Com a corte portuguesa no Rio de Janeiro, o Brasil conheceu um notável desenvolvimento. Por isso, em 1815, foi elevado à categoria de reino. Em 1821, o rei D. João VI regressou a Portugal:; no Brasil ficou com regente, o seu filho D. Pedro.  As Cortes Liberais portuguesas   retiraram os privilégios concedidos pela Coroa ao Brasil e ordenaram o regresso de D. Pedro a Portugal . Este, em 1822, ao ter conhecimento destra exigência, proclamou, nas margens do  rio Ipiranga ,  a independência do Brasil, tornando-se, então ,  imperador do novo país.  Contudo, só  em 1825 Portugal reconheceu a independência da sua antiga colónia.
A reacção absolutista   Após a revolução de 1820, alguns membros do claro e da nobreza procuraram restaurar o  Antigo Regime   e a  Monarquia Absoluta.  Tinham dois aliados de peso: O príncipe D. Miguel e a rainha D. Carlota Joaquina, que se tinham recusado jurar a Constituição. D. Miguel chefiou duas tentativas de restaurar o absolutismo:  A Vilafrancada (1823) e a Abrilada (1824 ), ambas sem sucesso, tendo o príncipe sido forçado ao exílio. D. João VI morreu em 1826. O herdeiro do trono, D. Pedro IV, imperador do Brasil, concedeu a  Carta Constitucional   de 1826  e abdicou do trono em favor da sua filha, D. Maria da Glória.  A Constituição foi suspensa e entrou em vigor a Carta .  Esta conferia ao rei o  poder moderador e o   direito de veto absoluto sobre as Cortes  e garantia à nobreza as suas regalias. D. Miguel, jurou respeitar a Carta Constitucional e casar com D. Maria da Glória, sua sobrinha, regressando de Viena de Áustria em 1828. Quebrando o juramento que fizera, fez-se aclamar rei absoluto. O clero e a nobreza recuperaram privilégios. Iniciou-se, então, um período de perseguição aos liberais.
A guerra civil   Em  1831, D. Pedro ,  abdicou do trono do Brasil em favor do seu filho, e rumou à Europa para liderar pessoalmente o  partido liberal  e recuperar o trono da filha.  Na Ilha Terceira, reuniu os meios e os homens  que lhe permitiram desembarcar no Mindelo (perto do Porto) e ocupar a cidade em Julho de 1832. Iniciava-se assim um período de guerra civil  entre  liberais e absolutistas  – também chamados “miguelistas”. Entre  Julho de 1832 e Agosto de 1833 , o Porto esteve cercado pelas tropas de D. Miguel, mas conseguiu resistir e vencer. Depois de várias derrotas,  D. Miguel assinou a paz na Convenção de Évora Monte, em 1834, e partiu, definitivamente para o exílio . O Liberalismo ficava definitivamente implantado e D. Maria era a nova rainha de Portugal.
O triunfo da Monarquia Constitucional e das instituições liberais De entre os diversos legisladores liberais, podemos destacar  Mouzinho da Silveira ,  ministro da Fazenda,  efectuou reformas fundamentais para o fim do  Antigo Regime  e a modernização do país. As principais foram: Abolição dos  morgadios  – Bens transmitidos ao filho mais velho – inferiores a 200 mil réis,  a extinção da  dízima, dos   forais, foros, censos ; A nova divisão administrativa do país em  províncias, comarcas e concelhos; A  liberalização da actividade económica  através da extinção de  monopólios  (sabão e vinho do Porto) e da  abolição de portagens e impostos sobre a circulação interna de mercadorias. A  extinção das ordens religiosas  pelo decreto de Joaquim António de Aguiar, e o  Código Comercial  da autoria de Ferreira Borges.  Estas leis acabaram  com os antigos privilégios do clero e da nobreza e criaram condições para a burguesia desenvolver as suas actividades  sem entraves

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Revoluções inglesas
Revoluções inglesasRevoluções inglesas
Revoluções inglesas
Edenilson Morais
 
O imperialismo no século xix
O imperialismo no século xixO imperialismo no século xix
O imperialismo no século xix
Auxiliadora
 
Revolução Francesa
Revolução FrancesaRevolução Francesa
Revolução Francesa
Susana Simões
 
Revolução americana
Revolução americanaRevolução americana
Revolução americana
Susana Simões
 
5 02 a revolucao francesa.pptx
5 02 a revolucao francesa.pptx5 02 a revolucao francesa.pptx
5 02 a revolucao francesa.pptx
Vítor Santos
 
Chegada da família real ao brasil
Chegada da família real ao brasilChegada da família real ao brasil
Chegada da família real ao brasil
Geová da Silva
 
Revolução inglesa (Revolução Puritana)
Revolução inglesa (Revolução Puritana)Revolução inglesa (Revolução Puritana)
Revolução inglesa (Revolução Puritana)
AleckVictor
 
Independência dos eua
Independência dos euaIndependência dos eua
Independência dos eua
Fatima Freitas
 
Brasil república 9º ano
Brasil república 9º anoBrasil república 9º ano
Brasil república 9º ano
Eloy Souza
 
Breve evolução da Democracia
Breve evolução da DemocraciaBreve evolução da Democracia
Breve evolução da Democracia
cattonia
 
Revoluções Liberais
Revoluções LiberaisRevoluções Liberais
Revoluções Liberais
cattonia
 
2º ANO - Independência e Primeiro reinado
2º ANO - Independência e Primeiro reinado2º ANO - Independência e Primeiro reinado
2º ANO - Independência e Primeiro reinado
Daniel Alves Bronstrup
 
6 03 evolucao democratica nacionalismo e imperialismo
6 03 evolucao democratica nacionalismo e imperialismo6 03 evolucao democratica nacionalismo e imperialismo
6 03 evolucao democratica nacionalismo e imperialismo
Vítor Santos
 
9. revolução inglesa
9. revolução inglesa9. revolução inglesa
9. revolução inglesa
José Augusto Fiorin
 
Revolução Francesa
Revolução FrancesaRevolução Francesa
Revolução Francesa
edna2
 
Revolucão Francesa
Revolucão FrancesaRevolucão Francesa
Revolucão Francesa
eiprofessor
 
Napoleão Bonaparte
Napoleão BonaparteNapoleão Bonaparte
Napoleão Bonaparte
Edenilson Morais
 
O Antigo Regime
O Antigo RegimeO Antigo Regime
O Antigo Regime
cattonia
 
América portuguesa a colonização do brasil
América portuguesa a colonização do brasilAmérica portuguesa a colonização do brasil
América portuguesa a colonização do brasil
Douglas Barraqui
 
A construção da modernidade europeia
A construção da modernidade europeiaA construção da modernidade europeia
A construção da modernidade europeia
Susana Simões
 

Mais procurados (20)

Revoluções inglesas
Revoluções inglesasRevoluções inglesas
Revoluções inglesas
 
O imperialismo no século xix
O imperialismo no século xixO imperialismo no século xix
O imperialismo no século xix
 
Revolução Francesa
Revolução FrancesaRevolução Francesa
Revolução Francesa
 
Revolução americana
Revolução americanaRevolução americana
Revolução americana
 
5 02 a revolucao francesa.pptx
5 02 a revolucao francesa.pptx5 02 a revolucao francesa.pptx
5 02 a revolucao francesa.pptx
 
Chegada da família real ao brasil
Chegada da família real ao brasilChegada da família real ao brasil
Chegada da família real ao brasil
 
Revolução inglesa (Revolução Puritana)
Revolução inglesa (Revolução Puritana)Revolução inglesa (Revolução Puritana)
Revolução inglesa (Revolução Puritana)
 
Independência dos eua
Independência dos euaIndependência dos eua
Independência dos eua
 
Brasil república 9º ano
Brasil república 9º anoBrasil república 9º ano
Brasil república 9º ano
 
Breve evolução da Democracia
Breve evolução da DemocraciaBreve evolução da Democracia
Breve evolução da Democracia
 
Revoluções Liberais
Revoluções LiberaisRevoluções Liberais
Revoluções Liberais
 
2º ANO - Independência e Primeiro reinado
2º ANO - Independência e Primeiro reinado2º ANO - Independência e Primeiro reinado
2º ANO - Independência e Primeiro reinado
 
6 03 evolucao democratica nacionalismo e imperialismo
6 03 evolucao democratica nacionalismo e imperialismo6 03 evolucao democratica nacionalismo e imperialismo
6 03 evolucao democratica nacionalismo e imperialismo
 
9. revolução inglesa
9. revolução inglesa9. revolução inglesa
9. revolução inglesa
 
Revolução Francesa
Revolução FrancesaRevolução Francesa
Revolução Francesa
 
Revolucão Francesa
Revolucão FrancesaRevolucão Francesa
Revolucão Francesa
 
Napoleão Bonaparte
Napoleão BonaparteNapoleão Bonaparte
Napoleão Bonaparte
 
O Antigo Regime
O Antigo RegimeO Antigo Regime
O Antigo Regime
 
América portuguesa a colonização do brasil
América portuguesa a colonização do brasilAmérica portuguesa a colonização do brasil
América portuguesa a colonização do brasil
 
A construção da modernidade europeia
A construção da modernidade europeiaA construção da modernidade europeia
A construção da modernidade europeia
 

Semelhante a 8º ano as revoluções liberais

Revolução Francesa e Império Napoleônico M2.pptx
Revolução Francesa e Império Napoleônico M2.pptxRevolução Francesa e Império Napoleônico M2.pptx
Revolução Francesa e Império Napoleônico M2.pptx
KarinedeParisGaspari
 
Julia e Ana Vitória
Julia e Ana VitóriaJulia e Ana Vitória
Julia e Ana Vitória
alunoitv
 
Revolução francesa 8° b
Revolução francesa 8° bRevolução francesa 8° b
Revolução francesa 8° b
alunoitv
 
Revolução francesa
Revolução francesaRevolução francesa
Revolução francesa
crie_historia8
 
Revolução Francesa e Governo Napoleônico
Revolução Francesa e Governo NapoleônicoRevolução Francesa e Governo Napoleônico
Revolução Francesa e Governo Napoleônico
alunoitv
 
Revolucao francesa
Revolucao francesaRevolucao francesa
Revolucao francesa
mesmoeumesmo
 
Revolução Francesa e Império Napoleônico
Revolução Francesa e Império NapoleônicoRevolução Francesa e Império Napoleônico
Revolução Francesa e Império Napoleônico
alunoitv
 
Revoluã§ã£o francesa
Revoluã§ã£o francesaRevoluã§ã£o francesa
Revoluã§ã£o francesa
Julia Selistre
 
Trabalho de História
Trabalho de HistóriaTrabalho de História
Trabalho de História
alunoitv
 
Revolução Francesa
Revolução FrancesaRevolução Francesa
Revolução Francesa
GabrielaLimaPereira
 
Revolução francesa
Revolução francesaRevolução francesa
Revolução francesa
GabrielaLimaPereira
 
Revolução francesa e Era Napoleônica
Revolução francesa e Era NapoleônicaRevolução francesa e Era Napoleônica
Revolução francesa e Era Napoleônica
alunoitv
 
Revolução francesa
Revolução francesaRevolução francesa
Revolução francesa
GabrielaLimaPereira
 
A grande revolução francesa
A grande revolução francesaA grande revolução francesa
A grande revolução francesa
Fernando Alcoforado
 
Revolução Francesa e Governo Napoleônico
Revolução Francesa e Governo NapoleônicoRevolução Francesa e Governo Napoleônico
Revolução Francesa e Governo Napoleônico
alunoitv
 
Revolução Francesa
Revolução Francesa Revolução Francesa
Revolução Francesa
lulimiss
 
Revolução francesa
Revolução francesaRevolução francesa
Revolução francesa
lulimiss
 
A revolução francesa
A revolução francesaA revolução francesa
A revolução francesa
ceufaias
 
5_02_a revolução francesa_RESUMO.pdf
5_02_a revolução francesa_RESUMO.pdf5_02_a revolução francesa_RESUMO.pdf
5_02_a revolução francesa_RESUMO.pdf
Vítor Santos
 
G2 as revoluções liberais
G2 as revoluções liberaisG2 as revoluções liberais
G2 as revoluções liberais
Vítor Santos
 

Semelhante a 8º ano as revoluções liberais (20)

Revolução Francesa e Império Napoleônico M2.pptx
Revolução Francesa e Império Napoleônico M2.pptxRevolução Francesa e Império Napoleônico M2.pptx
Revolução Francesa e Império Napoleônico M2.pptx
 
Julia e Ana Vitória
Julia e Ana VitóriaJulia e Ana Vitória
Julia e Ana Vitória
 
Revolução francesa 8° b
Revolução francesa 8° bRevolução francesa 8° b
Revolução francesa 8° b
 
Revolução francesa
Revolução francesaRevolução francesa
Revolução francesa
 
Revolução Francesa e Governo Napoleônico
Revolução Francesa e Governo NapoleônicoRevolução Francesa e Governo Napoleônico
Revolução Francesa e Governo Napoleônico
 
Revolucao francesa
Revolucao francesaRevolucao francesa
Revolucao francesa
 
Revolução Francesa e Império Napoleônico
Revolução Francesa e Império NapoleônicoRevolução Francesa e Império Napoleônico
Revolução Francesa e Império Napoleônico
 
Revoluã§ã£o francesa
Revoluã§ã£o francesaRevoluã§ã£o francesa
Revoluã§ã£o francesa
 
Trabalho de História
Trabalho de HistóriaTrabalho de História
Trabalho de História
 
Revolução Francesa
Revolução FrancesaRevolução Francesa
Revolução Francesa
 
Revolução francesa
Revolução francesaRevolução francesa
Revolução francesa
 
Revolução francesa e Era Napoleônica
Revolução francesa e Era NapoleônicaRevolução francesa e Era Napoleônica
Revolução francesa e Era Napoleônica
 
Revolução francesa
Revolução francesaRevolução francesa
Revolução francesa
 
A grande revolução francesa
A grande revolução francesaA grande revolução francesa
A grande revolução francesa
 
Revolução Francesa e Governo Napoleônico
Revolução Francesa e Governo NapoleônicoRevolução Francesa e Governo Napoleônico
Revolução Francesa e Governo Napoleônico
 
Revolução Francesa
Revolução Francesa Revolução Francesa
Revolução Francesa
 
Revolução francesa
Revolução francesaRevolução francesa
Revolução francesa
 
A revolução francesa
A revolução francesaA revolução francesa
A revolução francesa
 
5_02_a revolução francesa_RESUMO.pdf
5_02_a revolução francesa_RESUMO.pdf5_02_a revolução francesa_RESUMO.pdf
5_02_a revolução francesa_RESUMO.pdf
 
G2 as revoluções liberais
G2 as revoluções liberaisG2 as revoluções liberais
G2 as revoluções liberais
 

Mais de borgia

Expansaoportuguesaapaula 090609084639-phpapp02
Expansaoportuguesaapaula 090609084639-phpapp02Expansaoportuguesaapaula 090609084639-phpapp02
Expansaoportuguesaapaula 090609084639-phpapp02
borgia
 
Colonialismo e imperialismo
Colonialismo e imperialismoColonialismo e imperialismo
Colonialismo e imperialismo
borgia
 
A sociedade medieval
A sociedade medievalA sociedade medieval
A sociedade medieval
borgia
 
A ind. eua
A ind. euaA ind. eua
A ind. eua
borgia
 
O barroco-
O barroco-O barroco-
O barroco-
borgia
 
O despotismo pombalino
O despotismo pombalinoO despotismo pombalino
O despotismo pombalino
borgia
 
Escravos e gladiadores
Escravos e gladiadoresEscravos e gladiadores
Escravos e gladiadores
borgia
 
O despotismo pombalino
O despotismo pombalinoO despotismo pombalino
O despotismo pombalino
borgia
 
A crise do império português no oriente
A crise do império português no orienteA crise do império português no oriente
A crise do império português no oriente
borgia
 
A crise-do-imprio-portugus-1234654982023962-2
A crise-do-imprio-portugus-1234654982023962-2A crise-do-imprio-portugus-1234654982023962-2
A crise-do-imprio-portugus-1234654982023962-2
borgia
 
Aveiro+à+..
Aveiro+à+..Aveiro+à+..
Aveiro+à+..
borgia
 
A expansao portuguesa 01
A expansao portuguesa 01A expansao portuguesa 01
A expansao portuguesa 01
borgia
 
A expansao portuguesa 01
A expansao portuguesa 01A expansao portuguesa 01
A expansao portuguesa 01
borgia
 
Expansao portuguesa
Expansao portuguesaExpansao portuguesa
Expansao portuguesa
borgia
 
Portugal no século xiv
Portugal no século xivPortugal no século xiv
Portugal no século xiv
borgia
 
S Bento da Porta Aberta
S  Bento da Porta AbertaS  Bento da Porta Aberta
S Bento da Porta Aberta
borgia
 
Caravaggio
CaravaggioCaravaggio
Caravaggio
borgia
 

Mais de borgia (17)

Expansaoportuguesaapaula 090609084639-phpapp02
Expansaoportuguesaapaula 090609084639-phpapp02Expansaoportuguesaapaula 090609084639-phpapp02
Expansaoportuguesaapaula 090609084639-phpapp02
 
Colonialismo e imperialismo
Colonialismo e imperialismoColonialismo e imperialismo
Colonialismo e imperialismo
 
A sociedade medieval
A sociedade medievalA sociedade medieval
A sociedade medieval
 
A ind. eua
A ind. euaA ind. eua
A ind. eua
 
O barroco-
O barroco-O barroco-
O barroco-
 
O despotismo pombalino
O despotismo pombalinoO despotismo pombalino
O despotismo pombalino
 
Escravos e gladiadores
Escravos e gladiadoresEscravos e gladiadores
Escravos e gladiadores
 
O despotismo pombalino
O despotismo pombalinoO despotismo pombalino
O despotismo pombalino
 
A crise do império português no oriente
A crise do império português no orienteA crise do império português no oriente
A crise do império português no oriente
 
A crise-do-imprio-portugus-1234654982023962-2
A crise-do-imprio-portugus-1234654982023962-2A crise-do-imprio-portugus-1234654982023962-2
A crise-do-imprio-portugus-1234654982023962-2
 
Aveiro+à+..
Aveiro+à+..Aveiro+à+..
Aveiro+à+..
 
A expansao portuguesa 01
A expansao portuguesa 01A expansao portuguesa 01
A expansao portuguesa 01
 
A expansao portuguesa 01
A expansao portuguesa 01A expansao portuguesa 01
A expansao portuguesa 01
 
Expansao portuguesa
Expansao portuguesaExpansao portuguesa
Expansao portuguesa
 
Portugal no século xiv
Portugal no século xivPortugal no século xiv
Portugal no século xiv
 
S Bento da Porta Aberta
S  Bento da Porta AbertaS  Bento da Porta Aberta
S Bento da Porta Aberta
 
Caravaggio
CaravaggioCaravaggio
Caravaggio
 

Último

Boletim informativo - Contacto - julho de 2024
Boletim informativo - Contacto - julho de 2024Boletim informativo - Contacto - julho de 2024
Boletim informativo - Contacto - julho de 2024
Bibliotecas Escolares AEIDH
 
Escola Preparatória de Cadetes do Ar (EPCAR).pdf
Escola Preparatória de Cadetes do Ar (EPCAR).pdfEscola Preparatória de Cadetes do Ar (EPCAR).pdf
Escola Preparatória de Cadetes do Ar (EPCAR).pdf
Falcão Brasil
 
Ensinar Programação 📚 Python 🐍 Método Inovador e Prático 🚀
Ensinar Programação 📚 Python 🐍 Método Inovador e Prático 🚀Ensinar Programação 📚 Python 🐍 Método Inovador e Prático 🚀
Ensinar Programação 📚 Python 🐍 Método Inovador e Prático 🚀
Miguel Delamontagne
 
Que Pena Amor! Eugénio de Sá - Soneto.ppsx
Que Pena Amor! Eugénio de Sá - Soneto.ppsxQue Pena Amor! Eugénio de Sá - Soneto.ppsx
Que Pena Amor! Eugénio de Sá - Soneto.ppsx
Luzia Gabriele
 
Plano Estratégico Institucional do Centro Gestor e Operacional do Sistema de ...
Plano Estratégico Institucional do Centro Gestor e Operacional do Sistema de ...Plano Estratégico Institucional do Centro Gestor e Operacional do Sistema de ...
Plano Estratégico Institucional do Centro Gestor e Operacional do Sistema de ...
Falcão Brasil
 
Organograma do Ministério da Defesa (MD).pdf
Organograma do Ministério da Defesa (MD).pdfOrganograma do Ministério da Defesa (MD).pdf
Organograma do Ministério da Defesa (MD).pdf
Falcão Brasil
 
Escola de Comando e Estado-Maior da Aeronáutica (ECEMAR).pdf
Escola de Comando e Estado-Maior da Aeronáutica (ECEMAR).pdfEscola de Comando e Estado-Maior da Aeronáutica (ECEMAR).pdf
Escola de Comando e Estado-Maior da Aeronáutica (ECEMAR).pdf
Falcão Brasil
 
Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras - SISFRON.pdf
Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras - SISFRON.pdfSistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras - SISFRON.pdf
Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras - SISFRON.pdf
Falcão Brasil
 
O que é o programa nacional de alimentação escolar (PNAE)?
O que é  o programa nacional de alimentação escolar (PNAE)?O que é  o programa nacional de alimentação escolar (PNAE)?
O que é o programa nacional de alimentação escolar (PNAE)?
Marcelo Botura
 
Apresentação Institucional do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Prote...
Apresentação Institucional do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Prote...Apresentação Institucional do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Prote...
Apresentação Institucional do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Prote...
Falcão Brasil
 
Os Setores Estratégicos da END - O Setor Cibernético.pdf
Os Setores Estratégicos da END - O Setor Cibernético.pdfOs Setores Estratégicos da END - O Setor Cibernético.pdf
Os Setores Estratégicos da END - O Setor Cibernético.pdf
Falcão Brasil
 
A Participação do Brasil nas Operações de Manutenção da Paz da ONU Passado, P...
A Participação do Brasil nas Operações de Manutenção da Paz da ONU Passado, P...A Participação do Brasil nas Operações de Manutenção da Paz da ONU Passado, P...
A Participação do Brasil nas Operações de Manutenção da Paz da ONU Passado, P...
Falcão Brasil
 
Fotossíntese e respiração: conceitos e trocas gasosas
Fotossíntese e respiração: conceitos e trocas gasosasFotossíntese e respiração: conceitos e trocas gasosas
Fotossíntese e respiração: conceitos e trocas gasosas
MariaJooSilva58
 
Caça-palavras - multiplicação
Caça-palavras  -  multiplicaçãoCaça-palavras  -  multiplicação
Caça-palavras - multiplicação
Mary Alvarenga
 
Marinha do Brasil (MB) Politíca Naval.pdf
Marinha do Brasil (MB) Politíca Naval.pdfMarinha do Brasil (MB) Politíca Naval.pdf
Marinha do Brasil (MB) Politíca Naval.pdf
Falcão Brasil
 
A GEOPOLÍTICA ATUAL E A INTEGRAÇÃO ECONÔMICA E SOCIAL
A GEOPOLÍTICA ATUAL E A INTEGRAÇÃO ECONÔMICA E SOCIALA GEOPOLÍTICA ATUAL E A INTEGRAÇÃO ECONÔMICA E SOCIAL
A GEOPOLÍTICA ATUAL E A INTEGRAÇÃO ECONÔMICA E SOCIAL
ArapiracaNoticiasFat
 
Slides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptx
Slides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptxSlides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptx
Slides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
Aula 3 CURSO LETRANDO (classes gramaticais).pdf
Aula 3 CURSO LETRANDO (classes gramaticais).pdfAula 3 CURSO LETRANDO (classes gramaticais).pdf
Aula 3 CURSO LETRANDO (classes gramaticais).pdf
ProfessoraSilmaraArg
 

Último (20)

Boletim informativo - Contacto - julho de 2024
Boletim informativo - Contacto - julho de 2024Boletim informativo - Contacto - julho de 2024
Boletim informativo - Contacto - julho de 2024
 
Escola Preparatória de Cadetes do Ar (EPCAR).pdf
Escola Preparatória de Cadetes do Ar (EPCAR).pdfEscola Preparatória de Cadetes do Ar (EPCAR).pdf
Escola Preparatória de Cadetes do Ar (EPCAR).pdf
 
Ensinar Programação 📚 Python 🐍 Método Inovador e Prático 🚀
Ensinar Programação 📚 Python 🐍 Método Inovador e Prático 🚀Ensinar Programação 📚 Python 🐍 Método Inovador e Prático 🚀
Ensinar Programação 📚 Python 🐍 Método Inovador e Prático 🚀
 
Que Pena Amor! Eugénio de Sá - Soneto.ppsx
Que Pena Amor! Eugénio de Sá - Soneto.ppsxQue Pena Amor! Eugénio de Sá - Soneto.ppsx
Que Pena Amor! Eugénio de Sá - Soneto.ppsx
 
TALENTOS DA NOSSA ESCOLA .
TALENTOS DA NOSSA ESCOLA                .TALENTOS DA NOSSA ESCOLA                .
TALENTOS DA NOSSA ESCOLA .
 
Plano Estratégico Institucional do Centro Gestor e Operacional do Sistema de ...
Plano Estratégico Institucional do Centro Gestor e Operacional do Sistema de ...Plano Estratégico Institucional do Centro Gestor e Operacional do Sistema de ...
Plano Estratégico Institucional do Centro Gestor e Operacional do Sistema de ...
 
Organograma do Ministério da Defesa (MD).pdf
Organograma do Ministério da Defesa (MD).pdfOrganograma do Ministério da Defesa (MD).pdf
Organograma do Ministério da Defesa (MD).pdf
 
Escola de Comando e Estado-Maior da Aeronáutica (ECEMAR).pdf
Escola de Comando e Estado-Maior da Aeronáutica (ECEMAR).pdfEscola de Comando e Estado-Maior da Aeronáutica (ECEMAR).pdf
Escola de Comando e Estado-Maior da Aeronáutica (ECEMAR).pdf
 
RECORDANDO BONS MOMENTOS! _
RECORDANDO BONS MOMENTOS!               _RECORDANDO BONS MOMENTOS!               _
RECORDANDO BONS MOMENTOS! _
 
Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras - SISFRON.pdf
Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras - SISFRON.pdfSistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras - SISFRON.pdf
Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras - SISFRON.pdf
 
O que é o programa nacional de alimentação escolar (PNAE)?
O que é  o programa nacional de alimentação escolar (PNAE)?O que é  o programa nacional de alimentação escolar (PNAE)?
O que é o programa nacional de alimentação escolar (PNAE)?
 
Apresentação Institucional do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Prote...
Apresentação Institucional do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Prote...Apresentação Institucional do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Prote...
Apresentação Institucional do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Prote...
 
Os Setores Estratégicos da END - O Setor Cibernético.pdf
Os Setores Estratégicos da END - O Setor Cibernético.pdfOs Setores Estratégicos da END - O Setor Cibernético.pdf
Os Setores Estratégicos da END - O Setor Cibernético.pdf
 
A Participação do Brasil nas Operações de Manutenção da Paz da ONU Passado, P...
A Participação do Brasil nas Operações de Manutenção da Paz da ONU Passado, P...A Participação do Brasil nas Operações de Manutenção da Paz da ONU Passado, P...
A Participação do Brasil nas Operações de Manutenção da Paz da ONU Passado, P...
 
Fotossíntese e respiração: conceitos e trocas gasosas
Fotossíntese e respiração: conceitos e trocas gasosasFotossíntese e respiração: conceitos e trocas gasosas
Fotossíntese e respiração: conceitos e trocas gasosas
 
Caça-palavras - multiplicação
Caça-palavras  -  multiplicaçãoCaça-palavras  -  multiplicação
Caça-palavras - multiplicação
 
Marinha do Brasil (MB) Politíca Naval.pdf
Marinha do Brasil (MB) Politíca Naval.pdfMarinha do Brasil (MB) Politíca Naval.pdf
Marinha do Brasil (MB) Politíca Naval.pdf
 
A GEOPOLÍTICA ATUAL E A INTEGRAÇÃO ECONÔMICA E SOCIAL
A GEOPOLÍTICA ATUAL E A INTEGRAÇÃO ECONÔMICA E SOCIALA GEOPOLÍTICA ATUAL E A INTEGRAÇÃO ECONÔMICA E SOCIAL
A GEOPOLÍTICA ATUAL E A INTEGRAÇÃO ECONÔMICA E SOCIAL
 
Slides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptx
Slides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptxSlides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptx
Slides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptx
 
Aula 3 CURSO LETRANDO (classes gramaticais).pdf
Aula 3 CURSO LETRANDO (classes gramaticais).pdfAula 3 CURSO LETRANDO (classes gramaticais).pdf
Aula 3 CURSO LETRANDO (classes gramaticais).pdf
 

8º ano as revoluções liberais

  • 2. TEMAS A TRATAR O Nascimento dos Estados Unidos da Améric a A Revolução Francesa A Revolução Liberal Portugu esa A Independência do Brasil A Consolidação do Liberalismo
  • 3. UMA REVOLUÇÃO PRECURSORA: O Nascimento dos Estados Unidos da América A partir dos finais do século XVI, os territórios da América do Norte começaram a ser colonizados, sobretudo pelos ingleses.Nos finais do século XVIII eram treze as colónias inglesas naquele continente, todas elas junto ao Atlântico.
  • 4. MOTIVOS DA REVOLTA DOS COLONOS INGLESES Os elevados custos da Guerra dos Sete anos entre a França e a Inglaterra serviram de pretexto para a administração britânica impor aos colonos duras obrigações: Novos impostos, sobre o chá, o açúcar e o papel selado; Restrições à colonização do interior; Restrições ao fabrico de produtos que fizessem concorrência aos da metrópole; Restrições ao comércio com outros países europeus (regime de exclusivo); A presença de um exército britânico financiado pelos próprios colonos. Tudo isto, levou a um movimento de contestação por parte dos colonos ingleses.
  • 5. BOSTON TEA PARTY No dia 16 de Dezembro de 1773, no porto de Boston, um grupo de colonos, disfarçados de índios, tomaram um navio da Companhia das Índias Orientais carregado de chá e lançaram a carga à água. Inglaterra envia de imediato tropas e o porto foi encerrado. O movimento de contestação e revolta aumentou, contando cada vez com mais apoiantes. Entre 1774 e 1775, realizaram-se dois congressos na cidade de Filadélfia; uma das resoluções saídas dessas reuniões foi a organização de um exército de voluntários, que se entregou à Guerra da Independência.
  • 6. A AFIRMAÇÃO DA INDEPENDÊNCIA Em 1776, no terceiro congresso de Filadélfia, um grupo de representantes das treze colónias, redigiu sob a orientação de Thomas Jefferson, a Declaração de Independência dos Estados Unidos da América. 4 de Julho de 1776 – Dia da Independência
  • 7. Aplicação da filosofia das Luzes: A Constituição Americana Em Junho de 1777, os representantes das trezes colónias juntaram-se com o objectivo de preparar o texto da Constituição americana, cuja versão definitiva seria apresentada dez anos depois, em 1787. A Constituição americana, a primeira da Idade Moderna, redigida por Thomas Jefferson, reproduzia , no seu conjunto, os princípios do liberalismo, defendido pela filosofia das LUZES. Poder Executivo Poder Legislativo Poder Judicial Governo: Presidente Vice-Presidente Entregue ao Congresso: Senado Câmara dos Representantes Supremo Tribunal
  • 9. O ambiente pré-revolucionário Nos finais do século XVIII, a França encontrava-se mergulhada numa crise profunda: Crise social Insatisfação da burguesia impedida de realizar as suas aspirações no quadro de uma sociedade de ordens. A nobreza e o clero continuavam a usufruir de isenções e privilégios, enquanto o terceiro estado era sobrecarregado de impostos e tributos. Crise económica Devido à fraca modernização agrícola, à concorrência dos produtos manufacturados ingleses e à perda de colónias na sequência da derrota na Guerra dos Sete Anos com Inglaterra. Crise financeira Provocada pelas despesas com o exército, pelos gastos da Corte de Luís XVI e Maria Antonieta e pela ausência de contribuição sobre os privilegiados. Crise política Resultante da incapacidade do rei em solucionar os problemas do Estado Frustado por não ter conseguido o apoio da nobreza, para levar a cabo as reformas necessárias que evitassem a bancarrota, Luís XVI, convocou os Estados Gerais para Maio de 1789. Esta assembleia já não se reunia desde 1614.
  • 10. O início da Revolução Os Estados Gerais abriram solenemente no dia 5 de Maio de 1789. Os representantes do Terceiro Estado exigiram que a votação se fizesse por cabeça – um homem, um voto – e não por ordem social, como era costume. Face à recusa do Clero e da Nobreza em aceitar o sistema do votação proposto, o Terceiro Estado, alegando representar a esmagadora maioria dos Franceses, levou a cabo o primeiro acto revolucionário no dia 17 de Junho, constituindo-se em Assembleia Nacional . No dia 20 de Junho, os deputados, reunidos na Sala do Jogo da Pela em Versalhes , juraram não se separar enquanto não elaborassem uma Constituição para a França. Depois do Juramento da Sala do Jogo da Péla, a Assembleia Nacional passou a chamar-se Assembleia Nacional Constituinte e começou a trabalhar naquilo que era a sua razão de existir: elaborar uma Constituição. Porém, até concluir esse texto, a Assembleia Nacional Constituinte produziu muita legislação revolucionária.
  • 11. O fim do Antigo Regime Perante os acontecimentos, o rei mandou cercar Paris, porém, os parisienses organizaram-se e tomaram de assalto a Bastilha – 14 de Julho de 1789 – a prisão que era um dos símbolos do poder absoluto e libertaram os presos. A revolução tinha começado e iria conhecer fases distintas. A Assembleia Nacional Constituinte rapidamente começou a produzir leis para pôr fim ao Antigo Regime . No dia 4 de Agosto de 1789, os privilégios do clero e da nobreza foram abolidos. No dia 26, a Assembleia aprovava a Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão , consignando uma série de princípios fundamentais, entre os quais o da igualdade de todos os cidadãos perante a lei.
  • 12. A Monarquia Constitucional Em 1791 a Assembleia aprovou uma Constituição baseada nas teorias de Rousseau e de Montesquieu – soberania popular e separação de poderes -. A França passava a ter uma monarquia constitucional . Foi o fim da monarquia absoluta e do Antigo Regime. Os poderes passaram a dividir-se em: Poder Executivo , entregue ao rei que podia vetar as Leis; Poder Legislativo, exercido por uma assembleia de deputados eleitos; Poder Judicial , entregue aos juizes. Contudo, esta Constituição não assegurava o direito de participação de todos os cidadãos, porque apenas os cidadãos activos, aqueles que pagavam uma determinada quantia de impostos, tinham direito a voto. Era um sistema de voto censitário . Um sinal do triunfo da burguesia nesta primeira fase da revolução. A Constituição francesa de 1791
  • 13. A Convenção e o radicalismo republicano O primeiro regime constitucional durou menos de um ano. Logo que a Assembleia Legislativa foi eleita –– os revolucionários dividiram-se em dois partidos: Os Girondinos (moderados) e os Jacobinos (extremistas ). Em Agosto de 1792, os Jacobinos tomaram o poder, inaugurando uma nova etapa da Revolução Francesa, a Convenção. Dissolveram a Assembleia Legislativa , aboliram a Monarquia e proclamaram a República. No ano seguinte, o rei Luís XVI foi condenado à morte e executado na guilhotina. Este acto uniu quase toda a Europa contra a França. A França entrou num período de convulsões políticas, instalando-se o regime de terror . Entre 1793 e 1794 foram condenados à morte na guilhotina milhares de franceses. Os próprios chefes revolucionários acabaram por ser vítimas do regime do terror, incluindo Robespierre. Este clima de insegurança iria conduzir a uma nova fase da revolução. A eliminação de Robespierre e o estado de guerra da França contra a Áustria, a Inglaterra, a Espanha e as Províncias Unidas favorecerem a ascensão ao poder dos moderados e a instauração de um novo governo .
  • 14. Do Directório à queda do Império Napoleónico Apesar da crise económica, o governo do Directório conseguiu manter-se entre 1795 e 1799, sobretudo graças aos êxitos militares de Napoleão Bonaparte , um jovem general que lutava contra as potências europeias que haviam declarado guerra à França. Os seus triunfos deram-lhe tal popularidade que, em Setembro de 1799, através de um golpe de Estado , provocou a queda do Directório e estabeleceu o Consulado (1799-1802). O seu poder foi aumentando, até que se proclamou Imperador em 1804, com o nome de Napoleão I. Concentrou os poderes, afastou os opositores e institucionalizou a censura . A economia desenvolveu-se e a administração , o direito e o ensino conheceram reformas importantes. Obteve importantes vitórias sobre países inimigos da França. Enquanto decorriam essas guerras, os exércitos napoleónicos difundiram as ideias liberais por toda a Europa. Napoleão procurou depois tornar-se senhor dessa mesma Europa. Em 1806, lançou o Bloqueio Continental à Inglaterra, com o objectivo de impedir os países europeus de estabelecerem comércio com os Ingleses e deste modo arruinar economicamente a Inglaterra. O fracasso do Bloqueio e a derrota na Rússia assinalaram o declínio de Napoleão, obrigando-o a render-se em 1814. O Congresso de Viena redefiniu as fronteiras europeias. Mas as sementes revolucionárias viriam a produzir os seus frutos, traduzindo-se na derrota dos absolutistas .
  • 15. A importância da Revolução Francesa
  • 16. A REVOLUÇÃO LIBERAL PORTUGUESA
  • 17. Condicionalismos da revolução Em 1807 , Napoleão invadiu Portugal dado este não ter aderido ao Bloqueio Continental . D. João VI e a corte partem para o Brasil, nas vésperas da 1ª invasão, para evitar a prisão do monarca e a entrega do poder aos Franceses. Entre 1807 e 1811 , Portugal sofreu três invasões, que marcaram muito negativamente o país . Agravaram a desorganização da agricultura, do comércio, da indústria e das finanças . Para solucionar estes problemas, os impostos foram aumentados, tornando ainda mais difíceis as condições de vida das populações; A ocupação de cargos militares pelos Ingleses , chefiados pelo Marechal Beresford . Apesar da expulsão dos franceses, os ingleses permaneceram em Portugal e tornaram-se senhores do país, o que desagradou às chefias militares e à nobreza; Acentuaram a submissão de Portugal aos interesses britânicos . Em 1808, D. João VI abriu os portos brasileiros à navegação estrangeira, beneficiando especialmente Inglaterra e em 1810 assinou um tratado de comércio livre com este país. Os grandes prejudicados foram os comerciantes portugueses. A situação em que mergulhou o país, após as invasões francesas, iria criar, as condições necessárias ao eclodir da revolução liberal de 1820.
  • 18. O movimento revolucionário de 1820 .O descontentamento geral provocado pela situação económica e política do país esteve na base de um movimento revolucionário. No dia 24 de Agosto de 1820 eclodiu no Porto a Revolução Liberal, e, nos dias seguintes, Lisboa e o resto do país aderiram à revolução . Este movimento foi preparado por uma associação secreta – o Sinédrio – e dirigido por alguns burgueses e oficiais do exército . Foi nomeada uma Junta Governativa que exigiu ao rei o seu regresso do Brasil e preparou eleições para as Cortes Constituintes. Beresford e os generais ingleses foram expulsos do exército e do país. Manuel Fernandes Tomás, membro do Sinédrio e principal dirigente da revolução liberal portuguesa
  • 19. As Cortes Constituintes e a Constituição de 1822 Em 1821 as Cortes Constituintes redigiram a primeira Constituição portuguesa , que ficou concluída em Setembro de 1822 . Esta Constituição estabelecia como princípios fundamentais: A soberania da Nação, exercida através do voto. Este estava reservado (com muitas excepções) aos homens maiores de 25 ano que soubessem ler e escrever; A separação dos poderes . O executivo pertencia ao rei e ao seu governo, o legislativo às Cortes e o Judicial aos tribunais; A igualdade e a liberdade dos cidadãos perante a lei. Quando regressou do Brasil, o rei D. João VI assinou a Constituição , comprometendo-se a respeitá-la. Iniciava-se, deste modo, o período da Monarquia Constitucional . Este gesto punha fim ao sistema absolutista e ao Antigo Regime em Portugal.
  • 20. A Independência do Brasil Com a corte portuguesa no Rio de Janeiro, o Brasil conheceu um notável desenvolvimento. Por isso, em 1815, foi elevado à categoria de reino. Em 1821, o rei D. João VI regressou a Portugal:; no Brasil ficou com regente, o seu filho D. Pedro. As Cortes Liberais portuguesas retiraram os privilégios concedidos pela Coroa ao Brasil e ordenaram o regresso de D. Pedro a Portugal . Este, em 1822, ao ter conhecimento destra exigência, proclamou, nas margens do rio Ipiranga , a independência do Brasil, tornando-se, então , imperador do novo país. Contudo, só em 1825 Portugal reconheceu a independência da sua antiga colónia.
  • 21. A reacção absolutista Após a revolução de 1820, alguns membros do claro e da nobreza procuraram restaurar o Antigo Regime e a Monarquia Absoluta. Tinham dois aliados de peso: O príncipe D. Miguel e a rainha D. Carlota Joaquina, que se tinham recusado jurar a Constituição. D. Miguel chefiou duas tentativas de restaurar o absolutismo: A Vilafrancada (1823) e a Abrilada (1824 ), ambas sem sucesso, tendo o príncipe sido forçado ao exílio. D. João VI morreu em 1826. O herdeiro do trono, D. Pedro IV, imperador do Brasil, concedeu a Carta Constitucional de 1826 e abdicou do trono em favor da sua filha, D. Maria da Glória. A Constituição foi suspensa e entrou em vigor a Carta . Esta conferia ao rei o poder moderador e o direito de veto absoluto sobre as Cortes e garantia à nobreza as suas regalias. D. Miguel, jurou respeitar a Carta Constitucional e casar com D. Maria da Glória, sua sobrinha, regressando de Viena de Áustria em 1828. Quebrando o juramento que fizera, fez-se aclamar rei absoluto. O clero e a nobreza recuperaram privilégios. Iniciou-se, então, um período de perseguição aos liberais.
  • 22. A guerra civil Em 1831, D. Pedro , abdicou do trono do Brasil em favor do seu filho, e rumou à Europa para liderar pessoalmente o partido liberal e recuperar o trono da filha. Na Ilha Terceira, reuniu os meios e os homens que lhe permitiram desembarcar no Mindelo (perto do Porto) e ocupar a cidade em Julho de 1832. Iniciava-se assim um período de guerra civil entre liberais e absolutistas – também chamados “miguelistas”. Entre Julho de 1832 e Agosto de 1833 , o Porto esteve cercado pelas tropas de D. Miguel, mas conseguiu resistir e vencer. Depois de várias derrotas, D. Miguel assinou a paz na Convenção de Évora Monte, em 1834, e partiu, definitivamente para o exílio . O Liberalismo ficava definitivamente implantado e D. Maria era a nova rainha de Portugal.
  • 23. O triunfo da Monarquia Constitucional e das instituições liberais De entre os diversos legisladores liberais, podemos destacar Mouzinho da Silveira , ministro da Fazenda, efectuou reformas fundamentais para o fim do Antigo Regime e a modernização do país. As principais foram: Abolição dos morgadios – Bens transmitidos ao filho mais velho – inferiores a 200 mil réis, a extinção da dízima, dos forais, foros, censos ; A nova divisão administrativa do país em províncias, comarcas e concelhos; A liberalização da actividade económica através da extinção de monopólios (sabão e vinho do Porto) e da abolição de portagens e impostos sobre a circulação interna de mercadorias. A extinção das ordens religiosas pelo decreto de Joaquim António de Aguiar, e o Código Comercial da autoria de Ferreira Borges. Estas leis acabaram com os antigos privilégios do clero e da nobreza e criaram condições para a burguesia desenvolver as suas actividades sem entraves