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Agrupamento de Escolas de Fronteira 
Escola Básica Integrada Frei Manuel Cardoso 
AS COMUNIDADES DE CAÇADORES-RECOLECTORES 
As Comunidades de Caçadores-Recolectores foram as primeiras a aprender a viver com a 
natureza: entenderam os seus ciclos, do que deviam ter medo e como poderiam resolver os seus 
problemas… 
Viviam em pequenos grupos de 20 a 30 pessoas em cavernas ou outros abrigos naturais ou em 
cabanas construídas com materiais que não resistiram ao tempo. 
Para sobreviverem caçavam, pescavam e recolhiam frutos, raízes, sementes da natureza e, por 
isso, eram nómadas. Assim, quando acabavam os alimentos na região que habitavam, mudavam-se 
para outro local. 
Para desenvolver as suas actividades, fabricava utensílios de pedra (como seixos talhados, 
bifaces ou pontas de seta), osso (como arpões) e de 
madeira. 
Para se proteger do frio, veste-se com peles dos 
animais que caçava. 
Foram os primeiros a desenvolver uma linguagem 
para comunicar entre si. 
Ano Lectivo 2010/2011 
HISTÓRIA 
7º ano 
Ficha de Apoio nº 6 
Fig. 1 - Os caçadores-recolectores fabricavam 
instrumentos em pedra, em osso e em madeira 
Consulta as rubricas 
conceitos e personalidades em 
http://profpedroemfronteira.wordpress.com
As comunidades de caçadores-recolectores 
vão, ainda, descobrir a 
forma de controlar e de fazer o fogo. 
Esta descoberta foi muito importante, 
uma vez que foi possível ao Homem 
cozinhar os seus alimentos, aquecer-se 
quando tinha frio, iluminar os locais 
onde vivia, tornar as suas pontas de 
seta mais duras e, por isso, mais 
eficazes ou espantar os animais ferozes. 
Fig. 2 – Na imagem vemos caçadores-recolectores a utilizar o fogo para 
endurecer as suas pontas de seta. 
Os caçadores-recolectores 
eram 
também artistas: fazia 
gravuras e pinturas de 
animais ou de cenas de 
caça nas paredes das 
grutas ou em rochas ao ar 
livre. A esta arte, que era 
também uma forma de 
comunicação, chamamos 
arte rupestre. 
Fig. 3 – Gravuras em rochas ao ar livre no vale do rio Côa – Vila Nova de Foz Côa. 
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  • 1. Agrupamento de Escolas de Fronteira Escola Básica Integrada Frei Manuel Cardoso AS COMUNIDADES DE CAÇADORES-RECOLECTORES As Comunidades de Caçadores-Recolectores foram as primeiras a aprender a viver com a natureza: entenderam os seus ciclos, do que deviam ter medo e como poderiam resolver os seus problemas… Viviam em pequenos grupos de 20 a 30 pessoas em cavernas ou outros abrigos naturais ou em cabanas construídas com materiais que não resistiram ao tempo. Para sobreviverem caçavam, pescavam e recolhiam frutos, raízes, sementes da natureza e, por isso, eram nómadas. Assim, quando acabavam os alimentos na região que habitavam, mudavam-se para outro local. Para desenvolver as suas actividades, fabricava utensílios de pedra (como seixos talhados, bifaces ou pontas de seta), osso (como arpões) e de madeira. Para se proteger do frio, veste-se com peles dos animais que caçava. Foram os primeiros a desenvolver uma linguagem para comunicar entre si. Ano Lectivo 2010/2011 HISTÓRIA 7º ano Ficha de Apoio nº 6 Fig. 1 - Os caçadores-recolectores fabricavam instrumentos em pedra, em osso e em madeira Consulta as rubricas conceitos e personalidades em http://profpedroemfronteira.wordpress.com
  • 2. As comunidades de caçadores-recolectores vão, ainda, descobrir a forma de controlar e de fazer o fogo. Esta descoberta foi muito importante, uma vez que foi possível ao Homem cozinhar os seus alimentos, aquecer-se quando tinha frio, iluminar os locais onde vivia, tornar as suas pontas de seta mais duras e, por isso, mais eficazes ou espantar os animais ferozes. Fig. 2 – Na imagem vemos caçadores-recolectores a utilizar o fogo para endurecer as suas pontas de seta. Os caçadores-recolectores eram também artistas: fazia gravuras e pinturas de animais ou de cenas de caça nas paredes das grutas ou em rochas ao ar livre. A esta arte, que era também uma forma de comunicação, chamamos arte rupestre. Fig. 3 – Gravuras em rochas ao ar livre no vale do rio Côa – Vila Nova de Foz Côa. Fig. 4 - Fotografia e desenho de gravuras na Gruta do Escoural - Montemor-o-Novo