SlideShare uma empresa Scribd logo
Aula 13 – ap. 7C Aula 14 – ap. 7C
1
 Governos marcados pelo autoritarismo;
 Indispostos a dialogar com os diversos setores da
sociedade.
 Utilização dos Atos Institucionais (AI):
 Conjunto de normas superiores até mesmo à
constituição.
 Os militares restringiram as instituições
democráticas e impuseram censura aos meios de
comunicação.
 Os brasileiros que se opunham a essa situação foram
perseguidos, exilados, torturados ou mortos.
2
 Burocracia técnica estatal (militar e civil);
 Os grandes empresários estrangeiros;
 Os grandes empresários nacionais.
 Este modelo modernizou a economia, mas
concentrou a riqueza nas classes altas e
médias marginalizando as classes baixas.
3
 Em 31 de março de 1964, civis e militares
fizeram com que o presidente João Goulart se
retirasse do país.
 Assumiu provisoriamente o Pres. da Câmara
de Deputados Renieri Mazzili.
4
 Para se manter no poder, os militares
desrespeitaram a Constituição e o Congresso
Nacional.
 AI1 = 09 de Abril de 1964
 Eleições indiretas para Presidente,
 Autorizou a cassação de mandatos,
 Suspendeu direitos políticos por 10 anos.
 Suspendeu por seis meses as garantias
constitucionais.
5
 De Abril de 1964 a março de 1967.
 era líder do “grupo da sorbonne”, ligado à Escola
Superior de Guerra (ESG).
 Cassou e suspendeu os direitos: JK, Jânio
Quadros e João Goulart).
 Rompeu relações com CUBA;
 Foi extinta a lei de Remessa de Lucros;
 Foi o idealizador de mecanismos da repressão,
como o SNI (Serviço Nacional de Informações).
6
 Combater a inflação favorecendo a entrada de
capital estrangeiro consolidando uma fórmula
tipicamente exportadora – altas na balança
comercial.
 Controle nas linhas de crédito para o setor
privado.
 Redução dos gastos públicos.
 Contenção dos salários e criação do FGTS que faz
“girar” os financiamentos no BNH.
▪ Redução do salário dos trabalhadores (que também
perderam a estabilidade no emprego).
7
 Instituiu o AI2:
 Adoção do bipartidarismo (ARENA X MDB)
▪ (Aliança Renovadora Nacional) era o partido do governo.
▪ (Movimento Democrático Brasileiro) era o partido da oposição consentida.
 Lei de Segurança Nacional, instrumento jurídico para
enquadrar os “inimigos da pátria”.
 AI3 (1966).
 Eleições indiretas para governadores e vice-governadores e
nomeação dos prefeitos das capitais pelos governadores.
 AI4
 Definiu a criação de uma nova constituição. Promulgada em
1967 reforçou o poder Executivo (autoritarismo).
8
3ºano ditadura e democracia no brasil
 A partir de 15 de março de 1967 até 1969.
 General linha-dura.
 Tratou de pôr fim às manifestações
populares que se intensificaram em
1968.
 Morte do Estudante Edson Luís de Lima Souto, no Rio de
Janeiro em 28 de março de 1968.
 Gerou um passeata com mais de 50 mil pessoas em protesto.
 O aumento das manifestações gerava maior repressão.
 Políticos do MDB protestavam na câmara contra os abusos do
governo.
▪ Ex: Márcio Moreira Alves propôs o boicote dos desfile da independência.
10
No cemitério, os estudantes proferiram um juramento: “Neste
luto, a luta começou”.
3ºano ditadura e democracia no brasil
O governo decidiu então ampliar
os mecanismos de repressão de
modo a “acabar com os
subversivos”.
A sociedade indignada promoveu a
Passeata dos Cem Mil, em 21 de
junho de 1968.
Greves em Contagem e Osasco
mobilizaram centenas de operários.
A seqüência de manifestações reprimidas violentamente por todo o país acabou
por despertar a indignação das classes médias no Rio de Janeiro.
Repletos de criatividade, esses vanguardistas driblaram e enfrentaram a
censura para cantar, representar e escrever. O ano de 1968 foi
“emblemático”, passou para o Brasil como o período de maior e melhor
produção de conteúdo artístico, ao mesmo tempo que é lembrado pelo lado
mais obscuro da política nacional.
1968: O ANO QUE NÃO TERMINOU.
•Caetano Veloso,
•Gilberto Gil,
•Geraldo Vandré e Chico Buarque na música,
•Hélio Oiticica e Lygia Clark nas artes
plásticas,
•Glauber Rocha e Rogério Sganzerla no cinema,
•Ferreira Gullar na poesia, Augusto Boal e José
Celso Martinez Corrêa no teatro.
Esses foram apenas alguns dos nomes
presentes até hoje na cultura brasileira que
deram “o rosto” ao movimento da contracultura
no país.
30º CONGRESSO DA UNE
Os estudantes foram definitivamente reprimidos no 30º
Congresso da UNE, marcado para ocorrer em Ibiúna, São
Paulo, em outubro de 1968.
Fazendo marcação serrada contra os estudantes, a polícia
descobriu o local onde se realizaria o Congresso, e, como
resultado, todos os delegados presentes foram presos.
 Decretado em 13 de dezembro de 1968.
 Aumentava ainda mais o poder do presidente, era
permitido:
 Fechar o Congresso Nacional, as Assembléias Legislativas
e as Câmaras deVereadores.
 Intervir em Estados, territórios e Municípios.
 Cassar mandatos eletivos por 10 anos.
 Decretar o confisco de bens.
 Decretar o estado de sítio.
 Suspender garantias constitucionais referentes às
liberdades de reunião e associação.
 Censurar a Imprensa, correspondências, telecomunicações
e diversões públicas, etc..
16
 Governo (1969 – 1974).
 ANOS DE CHUMBO!
 Surgiram Guerrilhas Urbanas e Rurais.
 Guerrilha do Araguaia: se refugiaram no interior (rios
Tocantins e Araguaia).
 Líderes guerrilheiros Carlos Marighela e Carlos
Lamarca foram mortos e seus grupos dominados.
 Militares acabaram com a luta armada: (+) tortura, (+)
repressão.
17
 Milhares de pessoas acusadas de Subversão.
 Mecanismos criados pelo Governo para manter a
ordem:
 OBAN = Org. Bandeirante.
 DOPS = Dept. de Ordem Política e Social.
 DOI-CODI = Destacamento de Operação de
Defesa Interna.
 Beneficiada pelo apoio do governo, de quem se
transformou em porta-voz, a TV Globo expandiu-se até se
tornar rede nacional e alcançar praticamente o controle do
setor.
18
 Vários setores passaram a ser perseguidos.
 Pois defendiam os Direitos Humanos.
 Religiosos que se destacaram:
 D. Evaristo Arns,
 D. Helder Câmara,
 Leonardo Boff.
19
Leonardo Boff.
Como forma de encobrir o clima de terror, o
governo propaga a propaganda ufanista.
•“Você constrói o Brasil”
•“Ninguém segura este país”
•“Brasil, conte comigo”
•“Brasil, ame-o ou deixe-o”
O auge da campanha publicitária foi
atingido na Copa de 1970: “Pra frente
Brasil”.
Música: Eu te amo meu Brasil – Os incríveis.
21
COPA DO MUNDO 1970: Utilizada pelo governo para maquiar as
torturas que estavam ocorrendo.
22
 Comandado pelo ministro da Fazendo Delfim
Neto.
 Tática utilizada para conquistar a sociedade
brasileira.
 (+) investimentos estrangeiros (empréstimos).
 Aumentou a produção industrial;
 Investiu no crescimento das exportações;
 Política de arrocho salarial
▪ sindicatos não podiam reagir.
 Aumentou a desigualdade.
23
24
Ponte Rio Niterói
Rodovia Transamazônica
Hidrelétrica Itaipu
 Pró-Álcool,
 Embratel,
 MOBRAL (Mov. Brasileiro deAlfabetização),
 PIS (Prog. de Integração Social).
 INCRA (Instituto Nacional de Colonização e
Reforma Agrária).
25
Delfim Neto (Ministro do Governo):
“O bolo deveria crescer para depois ser distribuído em fatias”
 Durou pouco pois era
baseado numa situação
externa favorável;
 Com aumento do preço
do petróleo no mercado
externo, a economia
brasileira sofreu grande
impacto.
26
 Governou de 1974 a 1979.
 O milagre econômico estava entrando em crise.
 Redemocratização: “abertura lenta, gradual e
segura”.
 Decisão pela Redemocratização:
 Imagem do Governos estava desgastada.
▪ Insatisfação popular.
▪ Confronto com a Igreja.
▪ Muito poder nas mãos das forças
armadas.
27
 Permitiu Eleições legislativas (1974).
 MDB recebeu 59% dos votos no senado. Na câmara, a
ARENA venceu por uma margem pequena de votos.
 1976 = Lei Falcão;
▪ Limitava a propaganda eleitoral dos candidatos no rádio e na
TV.
 1977 = Senadores Biônicos,
▪ 1/3 dos senadores era escolhido pelo governo e que sempre
votavam a seu favor.
 Morte do jornalista Vladimir Herzog (1975) e do
operário Manuel Fiel Filho (1976).
 Escandalizou a opinião pública.
28
 A morte do jornalista
Vladimir Herzog, nos
porões do DOI-CODI,
provocou indignação e
fez com que Geisel
apressasse a mudança
na imagem da
ditadura.
 Previa a expansão das indústria de bens de
produção
 Máquina, equipamentos pesados, energia elétrica.
 alimentar créditos à empresas privadas e fortalecer
setores estatais.
 Conjuntura internacional não era favorável;
 80% dos produtos consumidos eram importados;
 Metade das receitas das exportações era utilizada para
pagar a conta do petróleo.
 Sem recursos para custear seus investimentos, sempre
precisava fazer novos empréstimos...
30
3ºano ditadura e democracia no brasil
• Governo de 1979 a 1985.
• Revogou o AI-5 (restituindo o Habeas-
corpus).
• Permitiu o retorno do
Pluripartidarismo:
– ARENA: PDS.
– MDB: PMDB.
– E surgiram outros: PTB, PDT, PT.
• 1979: Lei da Anistia, prisioneiros e
exilados políticos passam a ter
liberdade.
32
 Sérios problemas: estagnação econômica e
inflação.
 Corte no investimento para as empresa, juros
altos e taxa de desemprego elevada.
 DÍVIDA EXTERNA: o Brasil liquidava
somente os juros.
33
3ºano ditadura e democracia no brasil
• Grupos que apoiavam a Ditadura promoviam
atentados. (1981, atentado do riocentro).
• As manifestações e as greves avolumaram-se, em
1982 foi criada a CUT.
• 1983 foram restabelecidas as eleições diretas para
governadores.
– Sociedade unida passando a exigir eleições Diretas para
Presidente.
– Movimento Diretas Já, em 1984 milhares de pessoas
saíram as ruas.
35
3ºano ditadura e democracia no brasil
Ementa Dante de Oliveira – derrotada no Congresso.
O povo toma as ruas das principais cidades do
país, exigindo o direito de votar para presidente.
 Na data da posse, 15 de março, Tancredo é internado – Sarney
assume. Começava a conturbada NOVA REPÚBLICA.
 21 de abril: morre Tancredo.
 Transição democrática: Paulo Maluf (PDS) X Tancredo Neves
(PMDB)
 15 de janeiro de 1985: Tancredo e Sarney são eleitos depois de 21
anos de governos militares.
• Prioridades: Combater a inflação e a
renegociação da dívida externa.
– 1986: criou o plano Cruzado, nova moeda passava
a valer mil cruzeiros. Preços e taxas congeladas.
– Congelamento dos salários.
– Diversos produtos sumiam do mercado.
– Criou outros planos: Plano Cruzado II (1987), Plano
Bresser (1987), Plano Verão (1988). Foi instituída
nova moeda: o Cruzado Novo.
– ELABORAÇÃO DA NOVA CONSTITUIÇÃO (1988).
39
 As eleições de 1989 foram as primeiras desde
1960 em que os cidadãos brasileiros aptos a
votar escolheram seu presidente da república.
Por serem relativamente novos, os partidos
políticos estavam pouco mobilizados e vinte e
duas candidaturas à presidência foram
lançadas.
 Estavam reunidos disputando a Presidência da
República lideranças históricas, como Ulysses
Guimarães, Leonel Brizola e Mário Covas, e
forças políticas emergentes naquele momento,
como Luiz Inácio Lula da Silva, Fernando
Collor de Mello e Guilherme Afif Domingos.
Ainda faziam parte da disputa figuras
folclóricas, como Paulo Maluf.
40
 Na primeira eleição após a Ditadura Militar, um
debate na TV definiu os rumos do Brasil.
 O debate de 1989 foi transmitido nos estúdios da TV Bandeirantes em São Paulo, constituiu-se em um acordo de
transmissão (pool), realizado pelas emissoras: Globo, Bandeirantes, Manchete e SBT.
41
https://www.youtube.com/watch?v=5ypqzPNBMsI
• Criou o plano Collor: várias mudanças,
dentre elas:
– Confisco temporário das contas das
cadernetas de poupança, extinção de vários
órgãos públicos, congelamento de preços e
salários.
– Causou recessão no pais, aumentou o
desemprego, faliram empresas e agravaram-
se os problemas sociais.
– Entretanto, abriu a economia para
importações e novos mercados para
exportação (empresários passaram a ter nova
visão = neoliberalismo).
42
 Inúmeras denúncias de corrupção envolvendo a cúpula
governamental.
 Câmara instalou uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) e
evidenciou uma série de negócios obscuros envolvendo Paulo
César Farias (o PC).
 Enquanto prosseguiam as investigações, as manifestações exigiam o
Impeachment do presidente (os caras pintadas).
 Collor entregou sua carta renúncia , mesmo assim o Senado
prosseguiu o julgamento de Collor, cassando seus direitos
políticos por oito anos.
43
https://www.youtube.com/watch?v=6qHM-
EPKi7s
• Fernando Henrique Cardoso (1994-1998 e
1998-2002).
• Controlou a inflação: 1994 inflação de 916,4% ao ano,
1996 de 9,6% ao ano.
• Com as privatizações o estado reduziu seu papel de
produtor de bens. (criou as agências reguladoras,
Anatel, Aneel, ANP)
• 2º mandato: enfrentou dificuldades como pressão
inflacionária , desemprego e casos de corrupção. 44
•Itamar Franco (1992-1994).
•Chamou para compor o governo variadas tendências
ideológicas.
•1º de julho de 1994, entrou em vigor o Plano Real com
o objetivo de estabilização e reformas econômicas.
https://www.youtube.com/watch?v=jIRzw5ChqJ0
Lula foi eleito presidente da República com mais de 61%
dos votos, no ano de 2002.
• Lançando o projeto “Fome Zero” e o “Bolsa Família”
(esse auxílio já existia no governo antecessor, no
governo Lula eles foram unificados e ampliados.).
• Deu continuidade às altas taxas de juros para conter a
inflação, no entanto, essas taxas eram menores do
que as do governo anterior.
• Ampliou os parceiros comerciais estrangeiros com
países da África, América do Sul e Oriente
(principalmente a China).
 Casos de corrupção conhecidos como “mensalão”.
No segundo mandato do governo Lula a inflação foi
controlada e o índice de desemprego diminuiu. Para
desenvolver a infraestrutura do país foi criado o
Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Houve
crescimento dos níveis de escolarização e mais de 20
milhões de pessoas saíram da pobreza.
45
46
https://globoplay.globo.com/v/1183536/
02min 24seg
47
 O governo de Dilma Rousseff deu continuidade a política
do governo antecessor, desse modo, foram mantidos os
programas de assistência social.
 Ao investir verbas bilionárias para a realização da Copa das
Confederações no Brasil, em junho de 2013, a juventude
brasileira tomou as ruas em protesto contra a precarização da
vida de modo geral.
 Vieram à tona casos de desvio e lavagem de dinheiro
envolvendo a Petrobrás. Esses casos foram investigados pela
Polícia Federal, surgindo a operação “Lava Jato”.
 No segundo mandato de Dilma a situação econômica
brasileira se agravou ainda mais, e no ano de 2015 foi
registrado PIB (Produto Interno Bruto) negativo no país (-
3,8%).
 As taxas de desemprego e inflação cresceram. Os aliados da
presidência no Parlamento, reduziram. Manifestantes foram às
ruas pedindo o impeachment da presidente, e outros em
defesa do governo Dilma, gerando polarização política no país.
 Em abril de 2016, a maioria dos deputados federais foi
favorável ao impedimento do governo Dilma Rousseff.
48
49
São Paulo/SP
Brasília/DF
50
51
52
BRASÍLIA, 17/04/2016
 Aprovadas várias medidas na área econômica:
 como o controle dos gastos públicos, por
intermédio da PEC 55, que impôs limites a
gastos futuros do governo federal;
 a reforma trabalhista de 2017; e a liberação da
terceirização para atividades-fim com a Lei da
Terceirização
 Houve também uma proposta de reforma da
previdência, que o governo não conseguiu levar
adiante.
 O governo reduziu a taxa de juros de 14,25%
para 6,50% ao ano; a inflação saiu de 9,32%
para 2,76%; a taxa de desemprego de 11,2%
para 13,1%; o dólar subiu de 3,47 para 3,60 reais
e o índice Bovespa subiu de 48.471 pontos para
85.190 pontos
53
Ruim ou péssimo para 74% da
população, bom ou ótimo para somente
5%. O governo Michel Temer (MDB)
chegou ao fim como o mais impopular
desde a redemocratização em 1985.
54
OS DEBATES E AS AUSÊNCIAS
A FACADA E OS DESDOBRAMENTOS
O RESULTADO FINAL

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Nazifascismo
NazifascismoNazifascismo
Nazifascismo
Bruce Portes
 
Revolução Russa
Revolução RussaRevolução Russa
Revolução Russa
Paulo Alexandre
 
3º ano era vargas
3º ano   era vargas3º ano   era vargas
3º ano era vargas
Daniel Alves Bronstrup
 
Periodo entre guerras
Periodo entre guerrasPeriodo entre guerras
Periodo entre guerras
Italo Colares
 
[c7s] Aula sobre Ditadura Militar
[c7s] Aula sobre Ditadura Militar[c7s] Aula sobre Ditadura Militar
[c7s] Aula sobre Ditadura Militar
7 de Setembro
 
Primeiro Reinado
Primeiro ReinadoPrimeiro Reinado
Primeiro Reinado
Claudenilson da Silva
 
3º ano - Era Vargas 1930-1945
3º ano  - Era Vargas 1930-19453º ano  - Era Vargas 1930-1945
3º ano - Era Vargas 1930-1945
Daniel Alves Bronstrup
 
Ditadura Militar (1964-1985)
Ditadura Militar (1964-1985)Ditadura Militar (1964-1985)
Ditadura Militar (1964-1985)
Edenilson Morais
 
Revolução russa slide
Revolução russa slideRevolução russa slide
Revolução russa slide
Isabel Aguiar
 
Revolução Russa
Revolução RussaRevolução Russa
Revolução Russa
Douglas Barraqui
 
O governo João Goulart (1961-1964)
O governo João Goulart (1961-1964)O governo João Goulart (1961-1964)
O governo João Goulart (1961-1964)
Edenilson Morais
 
3° ano Brasil República Velha
3° ano   Brasil República Velha3° ano   Brasil República Velha
3° ano Brasil República Velha
Daniel Alves Bronstrup
 
Segundo Reinado
Segundo ReinadoSegundo Reinado
Segundo Reinado
Portal do Vestibulando
 
Era Vargas!
Era Vargas!Era Vargas!
Era Vargas!
João Vitor Miranda
 
Ditaduras na América Latina - Resumo
Ditaduras na América Latina - ResumoDitaduras na América Latina - Resumo
Ditaduras na América Latina - Resumo
Alinnie Moreira
 
Era vargas.
Era vargas.Era vargas.
Era vargas.
Chaldean555
 
Primeiro reinado
Primeiro reinadoPrimeiro reinado
Primeiro reinado
Ramiro Bicca
 
Independência da américa
Independência da américaIndependência da américa
Independência da américa
harlissoncarvalho
 
História do Brasil: A República Velha ou Primeira República (1889-1930) - Pro...
História do Brasil: A República Velha ou Primeira República (1889-1930) - Pro...História do Brasil: A República Velha ou Primeira República (1889-1930) - Pro...
História do Brasil: A República Velha ou Primeira República (1889-1930) - Pro...
João Medeiros
 
Era Vargas (1930-1945)
Era Vargas (1930-1945)Era Vargas (1930-1945)
Era Vargas (1930-1945)
Elton Zanoni
 

Mais procurados (20)

Nazifascismo
NazifascismoNazifascismo
Nazifascismo
 
Revolução Russa
Revolução RussaRevolução Russa
Revolução Russa
 
3º ano era vargas
3º ano   era vargas3º ano   era vargas
3º ano era vargas
 
Periodo entre guerras
Periodo entre guerrasPeriodo entre guerras
Periodo entre guerras
 
[c7s] Aula sobre Ditadura Militar
[c7s] Aula sobre Ditadura Militar[c7s] Aula sobre Ditadura Militar
[c7s] Aula sobre Ditadura Militar
 
Primeiro Reinado
Primeiro ReinadoPrimeiro Reinado
Primeiro Reinado
 
3º ano - Era Vargas 1930-1945
3º ano  - Era Vargas 1930-19453º ano  - Era Vargas 1930-1945
3º ano - Era Vargas 1930-1945
 
Ditadura Militar (1964-1985)
Ditadura Militar (1964-1985)Ditadura Militar (1964-1985)
Ditadura Militar (1964-1985)
 
Revolução russa slide
Revolução russa slideRevolução russa slide
Revolução russa slide
 
Revolução Russa
Revolução RussaRevolução Russa
Revolução Russa
 
O governo João Goulart (1961-1964)
O governo João Goulart (1961-1964)O governo João Goulart (1961-1964)
O governo João Goulart (1961-1964)
 
3° ano Brasil República Velha
3° ano   Brasil República Velha3° ano   Brasil República Velha
3° ano Brasil República Velha
 
Segundo Reinado
Segundo ReinadoSegundo Reinado
Segundo Reinado
 
Era Vargas!
Era Vargas!Era Vargas!
Era Vargas!
 
Ditaduras na América Latina - Resumo
Ditaduras na América Latina - ResumoDitaduras na América Latina - Resumo
Ditaduras na América Latina - Resumo
 
Era vargas.
Era vargas.Era vargas.
Era vargas.
 
Primeiro reinado
Primeiro reinadoPrimeiro reinado
Primeiro reinado
 
Independência da américa
Independência da américaIndependência da américa
Independência da américa
 
História do Brasil: A República Velha ou Primeira República (1889-1930) - Pro...
História do Brasil: A República Velha ou Primeira República (1889-1930) - Pro...História do Brasil: A República Velha ou Primeira República (1889-1930) - Pro...
História do Brasil: A República Velha ou Primeira República (1889-1930) - Pro...
 
Era Vargas (1930-1945)
Era Vargas (1930-1945)Era Vargas (1930-1945)
Era Vargas (1930-1945)
 

Semelhante a 3ºano ditadura e democracia no brasil

3ano-ditaduraedemocracianobrasil-210929030546.pptx
3ano-ditaduraedemocracianobrasil-210929030546.pptx3ano-ditaduraedemocracianobrasil-210929030546.pptx
3ano-ditaduraedemocracianobrasil-210929030546.pptx
RobsonAbreuProfessor
 
3ano ditaduramilitareredemocratizao-121108141325-phpapp01
3ano ditaduramilitareredemocratizao-121108141325-phpapp013ano ditaduramilitareredemocratizao-121108141325-phpapp01
3ano ditaduramilitareredemocratizao-121108141325-phpapp01
Daiane Ramalho
 
REGIME CIVIL-MILITAR.pptx..................
REGIME CIVIL-MILITAR.pptx..................REGIME CIVIL-MILITAR.pptx..................
REGIME CIVIL-MILITAR.pptx..................
ocg50
 
A ditadura militar no brasil
A ditadura militar no brasilA ditadura militar no brasil
A ditadura militar no brasil
Fatima Freitas
 
Ditadura militar
Ditadura militarDitadura militar
Ditadura militar
Fabiana Tonsis
 
Brasil ditadura militar 1964 a 1985 pdf
Brasil ditadura militar 1964 a 1985   pdfBrasil ditadura militar 1964 a 1985   pdf
Brasil ditadura militar 1964 a 1985 pdf
Celso Firmino História, Filosofia, Sociologia
 
A partir de Vargas
A partir de VargasA partir de Vargas
A partir de Vargas
Carlos Glufke
 
A ditadura militar no brasil
A ditadura militar no brasilA ditadura militar no brasil
A ditadura militar no brasil
Fatima Freitas
 
Ditadura Militar no Brasil
Ditadura Militar no BrasilDitadura Militar no Brasil
Ditadura Militar no Brasil
João Gonçalves Macedo
 
O circuito de produção e o espaço industrial
O circuito de produção e  o espaço industrialO circuito de produção e  o espaço industrial
O circuito de produção e o espaço industrial
Gilberto Pires
 
A ditadura militar
A ditadura militarA ditadura militar
A ditadura militar
Gilmar Rodrigues
 
Ditadura militar disma
Ditadura militar dismaDitadura militar disma
Ditadura militar disma
Dismael Sagás
 
BRASIL 07- DITADURA MILITAR NO BRASIL
BRASIL 07- DITADURA MILITAR NO BRASILBRASIL 07- DITADURA MILITAR NO BRASIL
BRASIL 07- DITADURA MILITAR NO BRASIL
Diego Bian Filo Moreira
 
Populismo 1945 1964
Populismo 1945   1964Populismo 1945   1964
Populismo 1945 1964
Isabel Aguiar
 
Ditadura militar no brasil
Ditadura militar no brasilDitadura militar no brasil
Ditadura militar no brasil
guiurey
 
A Ditadura Militar no Brasil
A Ditadura Militar no Brasil A Ditadura Militar no Brasil
A Ditadura Militar no Brasil
Adna Myrella
 
A ditadura militar no brasil
A ditadura militar no brasilA ditadura militar no brasil
A ditadura militar no brasil
historiando
 
A ditadura militar no brasil
A ditadura militar no brasilA ditadura militar no brasil
A ditadura militar no brasil
Nelia Salles Nantes
 
Brasil Finaleira
Brasil  FinaleiraBrasil  Finaleira
Brasil Finaleira
Carlos Glufke
 
Música popular brasileira
Música popular brasileiraMúsica popular brasileira
Música popular brasileira
Jose Humberto Rodrigues
 

Semelhante a 3ºano ditadura e democracia no brasil (20)

3ano-ditaduraedemocracianobrasil-210929030546.pptx
3ano-ditaduraedemocracianobrasil-210929030546.pptx3ano-ditaduraedemocracianobrasil-210929030546.pptx
3ano-ditaduraedemocracianobrasil-210929030546.pptx
 
3ano ditaduramilitareredemocratizao-121108141325-phpapp01
3ano ditaduramilitareredemocratizao-121108141325-phpapp013ano ditaduramilitareredemocratizao-121108141325-phpapp01
3ano ditaduramilitareredemocratizao-121108141325-phpapp01
 
REGIME CIVIL-MILITAR.pptx..................
REGIME CIVIL-MILITAR.pptx..................REGIME CIVIL-MILITAR.pptx..................
REGIME CIVIL-MILITAR.pptx..................
 
A ditadura militar no brasil
A ditadura militar no brasilA ditadura militar no brasil
A ditadura militar no brasil
 
Ditadura militar
Ditadura militarDitadura militar
Ditadura militar
 
Brasil ditadura militar 1964 a 1985 pdf
Brasil ditadura militar 1964 a 1985   pdfBrasil ditadura militar 1964 a 1985   pdf
Brasil ditadura militar 1964 a 1985 pdf
 
A partir de Vargas
A partir de VargasA partir de Vargas
A partir de Vargas
 
A ditadura militar no brasil
A ditadura militar no brasilA ditadura militar no brasil
A ditadura militar no brasil
 
Ditadura Militar no Brasil
Ditadura Militar no BrasilDitadura Militar no Brasil
Ditadura Militar no Brasil
 
O circuito de produção e o espaço industrial
O circuito de produção e  o espaço industrialO circuito de produção e  o espaço industrial
O circuito de produção e o espaço industrial
 
A ditadura militar
A ditadura militarA ditadura militar
A ditadura militar
 
Ditadura militar disma
Ditadura militar dismaDitadura militar disma
Ditadura militar disma
 
BRASIL 07- DITADURA MILITAR NO BRASIL
BRASIL 07- DITADURA MILITAR NO BRASILBRASIL 07- DITADURA MILITAR NO BRASIL
BRASIL 07- DITADURA MILITAR NO BRASIL
 
Populismo 1945 1964
Populismo 1945   1964Populismo 1945   1964
Populismo 1945 1964
 
Ditadura militar no brasil
Ditadura militar no brasilDitadura militar no brasil
Ditadura militar no brasil
 
A Ditadura Militar no Brasil
A Ditadura Militar no Brasil A Ditadura Militar no Brasil
A Ditadura Militar no Brasil
 
A ditadura militar no brasil
A ditadura militar no brasilA ditadura militar no brasil
A ditadura militar no brasil
 
A ditadura militar no brasil
A ditadura militar no brasilA ditadura militar no brasil
A ditadura militar no brasil
 
Brasil Finaleira
Brasil  FinaleiraBrasil  Finaleira
Brasil Finaleira
 
Música popular brasileira
Música popular brasileiraMúsica popular brasileira
Música popular brasileira
 

Mais de Daniel Alves Bronstrup

Idade media - Feudalismo.pptx
Idade media - Feudalismo.pptxIdade media - Feudalismo.pptx
Idade media - Feudalismo.pptx
Daniel Alves Bronstrup
 
2º ano - Brasil segundo reinado
2º ano - Brasil segundo reinado2º ano - Brasil segundo reinado
2º ano - Brasil segundo reinado
Daniel Alves Bronstrup
 
2º ANO - Independência e Primeiro reinado
2º ANO - Independência e Primeiro reinado2º ANO - Independência e Primeiro reinado
2º ANO - Independência e Primeiro reinado
Daniel Alves Bronstrup
 
2º ano - Período Regencial e Revoltas
2º ano - Período Regencial e Revoltas2º ano - Período Regencial e Revoltas
2º ano - Período Regencial e Revoltas
Daniel Alves Bronstrup
 
2ºano - Revolução Francesa
2ºano - Revolução Francesa2ºano - Revolução Francesa
2ºano - Revolução Francesa
Daniel Alves Bronstrup
 
REVOLUÇÃO INDUSTRIAL E IDEOLOGIAS DO SEC. XIX.
REVOLUÇÃO INDUSTRIAL E IDEOLOGIAS DO SEC. XIX.REVOLUÇÃO INDUSTRIAL E IDEOLOGIAS DO SEC. XIX.
REVOLUÇÃO INDUSTRIAL E IDEOLOGIAS DO SEC. XIX.
Daniel Alves Bronstrup
 
2ano - Inconfidência Mineira
2ano - Inconfidência Mineira2ano - Inconfidência Mineira
2ano - Inconfidência Mineira
Daniel Alves Bronstrup
 
Brasil Colônia: Ciclo do Ouro.
Brasil Colônia: Ciclo do Ouro.Brasil Colônia: Ciclo do Ouro.
Brasil Colônia: Ciclo do Ouro.
Daniel Alves Bronstrup
 
2º ano - iluminismo
2º ano -  iluminismo2º ano -  iluminismo
2º ano - iluminismo
Daniel Alves Bronstrup
 
1º ano E.M. - Mesopotâmia
1º ano E.M. - Mesopotâmia1º ano E.M. - Mesopotâmia
1º ano E.M. - Mesopotâmia
Daniel Alves Bronstrup
 
Resumão do 3ão - Alta Idade Média
Resumão do 3ão -  Alta Idade MédiaResumão do 3ão -  Alta Idade Média
Resumão do 3ão - Alta Idade Média
Daniel Alves Bronstrup
 
3ão - Brasil Segundo Reinado
3ão - Brasil Segundo Reinado3ão - Brasil Segundo Reinado
3ão - Brasil Segundo Reinado
Daniel Alves Bronstrup
 
3ºano - Revolução Industrial e Ideologias do Séc. XIX
3ºano - Revolução Industrial e Ideologias do Séc. XIX3ºano - Revolução Industrial e Ideologias do Séc. XIX
3ºano - Revolução Industrial e Ideologias do Séc. XIX
Daniel Alves Bronstrup
 
3º ano Revolução Francesa e outros movimentos franceses.
3º ano Revolução Francesa e outros movimentos franceses.3º ano Revolução Francesa e outros movimentos franceses.
3º ano Revolução Francesa e outros movimentos franceses.
Daniel Alves Bronstrup
 
3º ano Período Regencial
3º ano Período Regencial3º ano Período Regencial
3º ano Período Regencial
Daniel Alves Bronstrup
 
3ºão ano - Família Real, Independência e Primeiro Reinado.
3ºão ano - Família Real, Independência e Primeiro Reinado.3ºão ano - Família Real, Independência e Primeiro Reinado.
3ºão ano - Família Real, Independência e Primeiro Reinado.
Daniel Alves Bronstrup
 
3ão Resumão - Iluminismo - Rev Inglesa
3ão Resumão - Iluminismo - Rev Inglesa3ão Resumão - Iluminismo - Rev Inglesa
3ão Resumão - Iluminismo - Rev Inglesa
Daniel Alves Bronstrup
 
3º ano - Mineração, expansão territorial e escravidão.
3º ano - Mineração, expansão territorial e escravidão.3º ano - Mineração, expansão territorial e escravidão.
3º ano - Mineração, expansão territorial e escravidão.
Daniel Alves Bronstrup
 
3º ano - Civilização Romana
3º ano - Civilização Romana 3º ano - Civilização Romana
3º ano - Civilização Romana
Daniel Alves Bronstrup
 
3ão - aulas 2 e 3 - 1A - Civilização Grega
3ão - aulas 2 e 3 - 1A - Civilização Grega3ão - aulas 2 e 3 - 1A - Civilização Grega
3ão - aulas 2 e 3 - 1A - Civilização Grega
Daniel Alves Bronstrup
 

Mais de Daniel Alves Bronstrup (20)

Idade media - Feudalismo.pptx
Idade media - Feudalismo.pptxIdade media - Feudalismo.pptx
Idade media - Feudalismo.pptx
 
2º ano - Brasil segundo reinado
2º ano - Brasil segundo reinado2º ano - Brasil segundo reinado
2º ano - Brasil segundo reinado
 
2º ANO - Independência e Primeiro reinado
2º ANO - Independência e Primeiro reinado2º ANO - Independência e Primeiro reinado
2º ANO - Independência e Primeiro reinado
 
2º ano - Período Regencial e Revoltas
2º ano - Período Regencial e Revoltas2º ano - Período Regencial e Revoltas
2º ano - Período Regencial e Revoltas
 
2ºano - Revolução Francesa
2ºano - Revolução Francesa2ºano - Revolução Francesa
2ºano - Revolução Francesa
 
REVOLUÇÃO INDUSTRIAL E IDEOLOGIAS DO SEC. XIX.
REVOLUÇÃO INDUSTRIAL E IDEOLOGIAS DO SEC. XIX.REVOLUÇÃO INDUSTRIAL E IDEOLOGIAS DO SEC. XIX.
REVOLUÇÃO INDUSTRIAL E IDEOLOGIAS DO SEC. XIX.
 
2ano - Inconfidência Mineira
2ano - Inconfidência Mineira2ano - Inconfidência Mineira
2ano - Inconfidência Mineira
 
Brasil Colônia: Ciclo do Ouro.
Brasil Colônia: Ciclo do Ouro.Brasil Colônia: Ciclo do Ouro.
Brasil Colônia: Ciclo do Ouro.
 
2º ano - iluminismo
2º ano -  iluminismo2º ano -  iluminismo
2º ano - iluminismo
 
1º ano E.M. - Mesopotâmia
1º ano E.M. - Mesopotâmia1º ano E.M. - Mesopotâmia
1º ano E.M. - Mesopotâmia
 
Resumão do 3ão - Alta Idade Média
Resumão do 3ão -  Alta Idade MédiaResumão do 3ão -  Alta Idade Média
Resumão do 3ão - Alta Idade Média
 
3ão - Brasil Segundo Reinado
3ão - Brasil Segundo Reinado3ão - Brasil Segundo Reinado
3ão - Brasil Segundo Reinado
 
3ºano - Revolução Industrial e Ideologias do Séc. XIX
3ºano - Revolução Industrial e Ideologias do Séc. XIX3ºano - Revolução Industrial e Ideologias do Séc. XIX
3ºano - Revolução Industrial e Ideologias do Séc. XIX
 
3º ano Revolução Francesa e outros movimentos franceses.
3º ano Revolução Francesa e outros movimentos franceses.3º ano Revolução Francesa e outros movimentos franceses.
3º ano Revolução Francesa e outros movimentos franceses.
 
3º ano Período Regencial
3º ano Período Regencial3º ano Período Regencial
3º ano Período Regencial
 
3ºão ano - Família Real, Independência e Primeiro Reinado.
3ºão ano - Família Real, Independência e Primeiro Reinado.3ºão ano - Família Real, Independência e Primeiro Reinado.
3ºão ano - Família Real, Independência e Primeiro Reinado.
 
3ão Resumão - Iluminismo - Rev Inglesa
3ão Resumão - Iluminismo - Rev Inglesa3ão Resumão - Iluminismo - Rev Inglesa
3ão Resumão - Iluminismo - Rev Inglesa
 
3º ano - Mineração, expansão territorial e escravidão.
3º ano - Mineração, expansão territorial e escravidão.3º ano - Mineração, expansão territorial e escravidão.
3º ano - Mineração, expansão territorial e escravidão.
 
3º ano - Civilização Romana
3º ano - Civilização Romana 3º ano - Civilização Romana
3º ano - Civilização Romana
 
3ão - aulas 2 e 3 - 1A - Civilização Grega
3ão - aulas 2 e 3 - 1A - Civilização Grega3ão - aulas 2 e 3 - 1A - Civilização Grega
3ão - aulas 2 e 3 - 1A - Civilização Grega
 

Último

Slide para aplicação da AVAL. FLUÊNCIA.pptx
Slide para aplicação  da AVAL. FLUÊNCIA.pptxSlide para aplicação  da AVAL. FLUÊNCIA.pptx
Slide para aplicação da AVAL. FLUÊNCIA.pptx
LeilaVilasboas
 
Relatório de Atividades 2021/2022 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2021/2022 CENSIPAM.pdfRelatório de Atividades 2021/2022 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2021/2022 CENSIPAM.pdf
Falcão Brasil
 
Auxiliar Adolescente 2024 3 trimestre 24
Auxiliar Adolescente 2024 3 trimestre 24Auxiliar Adolescente 2024 3 trimestre 24
Auxiliar Adolescente 2024 3 trimestre 24
DirceuSilva26
 
Trabalho Colaborativo na educação especial.pdf
Trabalho Colaborativo na educação especial.pdfTrabalho Colaborativo na educação especial.pdf
Trabalho Colaborativo na educação especial.pdf
marcos oliveira
 
Relatório de Atividades 2020 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2020 CENSIPAM.pdfRelatório de Atividades 2020 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2020 CENSIPAM.pdf
Falcão Brasil
 
Folha de Atividades (Virei Super-Herói! Projeto de Edição de Fotos) com Grade...
Folha de Atividades (Virei Super-Herói! Projeto de Edição de Fotos) com Grade...Folha de Atividades (Virei Super-Herói! Projeto de Edição de Fotos) com Grade...
Folha de Atividades (Virei Super-Herói! Projeto de Edição de Fotos) com Grade...
marcos oliveira
 
Texto e atividade - O que fazemos com a água que usamos.
Texto e atividade -  O que fazemos com a água que usamos.Texto e atividade -  O que fazemos com a água que usamos.
Texto e atividade - O que fazemos com a água que usamos.
Mary Alvarenga
 
EBOOK_HORA DO CONTO_MARINELA NEVES & PAULA FRANCISCO_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_MARINELA NEVES & PAULA FRANCISCO_22_23EBOOK_HORA DO CONTO_MARINELA NEVES & PAULA FRANCISCO_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_MARINELA NEVES & PAULA FRANCISCO_22_23
Sandra Pratas
 
Caça - palavras e cruzadinha com dígrafos
Caça - palavras  e cruzadinha   com  dígrafosCaça - palavras  e cruzadinha   com  dígrafos
Caça - palavras e cruzadinha com dígrafos
Mary Alvarenga
 
Atividade Dias dos Pais - Meu Pai, Razão da Minha História.
Atividade Dias dos Pais -  Meu Pai, Razão da Minha História.Atividade Dias dos Pais -  Meu Pai, Razão da Minha História.
Atividade Dias dos Pais - Meu Pai, Razão da Minha História.
Mary Alvarenga
 
Mini livro sanfona - Minha Escola Tem História.
Mini livro  sanfona - Minha Escola Tem História. Mini livro  sanfona - Minha Escola Tem História.
Mini livro sanfona - Minha Escola Tem História.
Mary Alvarenga
 
Noite Alva! José Ernesto Ferraresso.ppsx
Noite Alva! José Ernesto Ferraresso.ppsxNoite Alva! José Ernesto Ferraresso.ppsx
Noite Alva! José Ernesto Ferraresso.ppsx
Luzia Gabriele
 
A perspectiva colaborativa e as novas práticas de inclusão. (1).pptx
A perspectiva colaborativa e as novas práticas de inclusão. (1).pptxA perspectiva colaborativa e as novas práticas de inclusão. (1).pptx
A perspectiva colaborativa e as novas práticas de inclusão. (1).pptx
marcos oliveira
 
CALENDÁRIO GRADUAÇÃO 2024-07ddddd-04 (1).pdf
CALENDÁRIO GRADUAÇÃO 2024-07ddddd-04 (1).pdfCALENDÁRIO GRADUAÇÃO 2024-07ddddd-04 (1).pdf
CALENDÁRIO GRADUAÇÃO 2024-07ddddd-04 (1).pdf
CristviaFerreira
 
escrita criativa utilizada na arteterapia
escrita criativa   utilizada na arteterapiaescrita criativa   utilizada na arteterapia
escrita criativa utilizada na arteterapia
shirleisousa9166
 
Licao de adultos Topico 1 CPAD edit.pptx
Licao de adultos Topico 1 CPAD edit.pptxLicao de adultos Topico 1 CPAD edit.pptx
Licao de adultos Topico 1 CPAD edit.pptx
jetroescola
 
A experiência do professor. Publicado EM 08.07.2024
A experiência do professor. Publicado EM 08.07.2024A experiência do professor. Publicado EM 08.07.2024
A experiência do professor. Publicado EM 08.07.2024
Espanhol Online
 
Caderno_de_referencias_Ocupacaohumana_IV_FlaviaCoelho_compressed.pdf
Caderno_de_referencias_Ocupacaohumana_IV_FlaviaCoelho_compressed.pdfCaderno_de_referencias_Ocupacaohumana_IV_FlaviaCoelho_compressed.pdf
Caderno_de_referencias_Ocupacaohumana_IV_FlaviaCoelho_compressed.pdf
shirleisousa9166
 
Apostila em LIBRAS - Curso Básico ENAP 2019.pdf
Apostila em LIBRAS - Curso Básico ENAP 2019.pdfApostila em LIBRAS - Curso Básico ENAP 2019.pdf
Apostila em LIBRAS - Curso Básico ENAP 2019.pdf
pattyhsilva271204
 
apresentação metodologia terapia ocupacional
apresentação metodologia terapia ocupacionalapresentação metodologia terapia ocupacional
apresentação metodologia terapia ocupacional
shirleisousa9166
 

Último (20)

Slide para aplicação da AVAL. FLUÊNCIA.pptx
Slide para aplicação  da AVAL. FLUÊNCIA.pptxSlide para aplicação  da AVAL. FLUÊNCIA.pptx
Slide para aplicação da AVAL. FLUÊNCIA.pptx
 
Relatório de Atividades 2021/2022 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2021/2022 CENSIPAM.pdfRelatório de Atividades 2021/2022 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2021/2022 CENSIPAM.pdf
 
Auxiliar Adolescente 2024 3 trimestre 24
Auxiliar Adolescente 2024 3 trimestre 24Auxiliar Adolescente 2024 3 trimestre 24
Auxiliar Adolescente 2024 3 trimestre 24
 
Trabalho Colaborativo na educação especial.pdf
Trabalho Colaborativo na educação especial.pdfTrabalho Colaborativo na educação especial.pdf
Trabalho Colaborativo na educação especial.pdf
 
Relatório de Atividades 2020 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2020 CENSIPAM.pdfRelatório de Atividades 2020 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2020 CENSIPAM.pdf
 
Folha de Atividades (Virei Super-Herói! Projeto de Edição de Fotos) com Grade...
Folha de Atividades (Virei Super-Herói! Projeto de Edição de Fotos) com Grade...Folha de Atividades (Virei Super-Herói! Projeto de Edição de Fotos) com Grade...
Folha de Atividades (Virei Super-Herói! Projeto de Edição de Fotos) com Grade...
 
Texto e atividade - O que fazemos com a água que usamos.
Texto e atividade -  O que fazemos com a água que usamos.Texto e atividade -  O que fazemos com a água que usamos.
Texto e atividade - O que fazemos com a água que usamos.
 
EBOOK_HORA DO CONTO_MARINELA NEVES & PAULA FRANCISCO_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_MARINELA NEVES & PAULA FRANCISCO_22_23EBOOK_HORA DO CONTO_MARINELA NEVES & PAULA FRANCISCO_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_MARINELA NEVES & PAULA FRANCISCO_22_23
 
Caça - palavras e cruzadinha com dígrafos
Caça - palavras  e cruzadinha   com  dígrafosCaça - palavras  e cruzadinha   com  dígrafos
Caça - palavras e cruzadinha com dígrafos
 
Atividade Dias dos Pais - Meu Pai, Razão da Minha História.
Atividade Dias dos Pais -  Meu Pai, Razão da Minha História.Atividade Dias dos Pais -  Meu Pai, Razão da Minha História.
Atividade Dias dos Pais - Meu Pai, Razão da Minha História.
 
Mini livro sanfona - Minha Escola Tem História.
Mini livro  sanfona - Minha Escola Tem História. Mini livro  sanfona - Minha Escola Tem História.
Mini livro sanfona - Minha Escola Tem História.
 
Noite Alva! José Ernesto Ferraresso.ppsx
Noite Alva! José Ernesto Ferraresso.ppsxNoite Alva! José Ernesto Ferraresso.ppsx
Noite Alva! José Ernesto Ferraresso.ppsx
 
A perspectiva colaborativa e as novas práticas de inclusão. (1).pptx
A perspectiva colaborativa e as novas práticas de inclusão. (1).pptxA perspectiva colaborativa e as novas práticas de inclusão. (1).pptx
A perspectiva colaborativa e as novas práticas de inclusão. (1).pptx
 
CALENDÁRIO GRADUAÇÃO 2024-07ddddd-04 (1).pdf
CALENDÁRIO GRADUAÇÃO 2024-07ddddd-04 (1).pdfCALENDÁRIO GRADUAÇÃO 2024-07ddddd-04 (1).pdf
CALENDÁRIO GRADUAÇÃO 2024-07ddddd-04 (1).pdf
 
escrita criativa utilizada na arteterapia
escrita criativa   utilizada na arteterapiaescrita criativa   utilizada na arteterapia
escrita criativa utilizada na arteterapia
 
Licao de adultos Topico 1 CPAD edit.pptx
Licao de adultos Topico 1 CPAD edit.pptxLicao de adultos Topico 1 CPAD edit.pptx
Licao de adultos Topico 1 CPAD edit.pptx
 
A experiência do professor. Publicado EM 08.07.2024
A experiência do professor. Publicado EM 08.07.2024A experiência do professor. Publicado EM 08.07.2024
A experiência do professor. Publicado EM 08.07.2024
 
Caderno_de_referencias_Ocupacaohumana_IV_FlaviaCoelho_compressed.pdf
Caderno_de_referencias_Ocupacaohumana_IV_FlaviaCoelho_compressed.pdfCaderno_de_referencias_Ocupacaohumana_IV_FlaviaCoelho_compressed.pdf
Caderno_de_referencias_Ocupacaohumana_IV_FlaviaCoelho_compressed.pdf
 
Apostila em LIBRAS - Curso Básico ENAP 2019.pdf
Apostila em LIBRAS - Curso Básico ENAP 2019.pdfApostila em LIBRAS - Curso Básico ENAP 2019.pdf
Apostila em LIBRAS - Curso Básico ENAP 2019.pdf
 
apresentação metodologia terapia ocupacional
apresentação metodologia terapia ocupacionalapresentação metodologia terapia ocupacional
apresentação metodologia terapia ocupacional
 

3ºano ditadura e democracia no brasil

  • 1. Aula 13 – ap. 7C Aula 14 – ap. 7C 1
  • 2.  Governos marcados pelo autoritarismo;  Indispostos a dialogar com os diversos setores da sociedade.  Utilização dos Atos Institucionais (AI):  Conjunto de normas superiores até mesmo à constituição.  Os militares restringiram as instituições democráticas e impuseram censura aos meios de comunicação.  Os brasileiros que se opunham a essa situação foram perseguidos, exilados, torturados ou mortos. 2
  • 3.  Burocracia técnica estatal (militar e civil);  Os grandes empresários estrangeiros;  Os grandes empresários nacionais.  Este modelo modernizou a economia, mas concentrou a riqueza nas classes altas e médias marginalizando as classes baixas. 3
  • 4.  Em 31 de março de 1964, civis e militares fizeram com que o presidente João Goulart se retirasse do país.  Assumiu provisoriamente o Pres. da Câmara de Deputados Renieri Mazzili. 4
  • 5.  Para se manter no poder, os militares desrespeitaram a Constituição e o Congresso Nacional.  AI1 = 09 de Abril de 1964  Eleições indiretas para Presidente,  Autorizou a cassação de mandatos,  Suspendeu direitos políticos por 10 anos.  Suspendeu por seis meses as garantias constitucionais. 5
  • 6.  De Abril de 1964 a março de 1967.  era líder do “grupo da sorbonne”, ligado à Escola Superior de Guerra (ESG).  Cassou e suspendeu os direitos: JK, Jânio Quadros e João Goulart).  Rompeu relações com CUBA;  Foi extinta a lei de Remessa de Lucros;  Foi o idealizador de mecanismos da repressão, como o SNI (Serviço Nacional de Informações). 6
  • 7.  Combater a inflação favorecendo a entrada de capital estrangeiro consolidando uma fórmula tipicamente exportadora – altas na balança comercial.  Controle nas linhas de crédito para o setor privado.  Redução dos gastos públicos.  Contenção dos salários e criação do FGTS que faz “girar” os financiamentos no BNH. ▪ Redução do salário dos trabalhadores (que também perderam a estabilidade no emprego). 7
  • 8.  Instituiu o AI2:  Adoção do bipartidarismo (ARENA X MDB) ▪ (Aliança Renovadora Nacional) era o partido do governo. ▪ (Movimento Democrático Brasileiro) era o partido da oposição consentida.  Lei de Segurança Nacional, instrumento jurídico para enquadrar os “inimigos da pátria”.  AI3 (1966).  Eleições indiretas para governadores e vice-governadores e nomeação dos prefeitos das capitais pelos governadores.  AI4  Definiu a criação de uma nova constituição. Promulgada em 1967 reforçou o poder Executivo (autoritarismo). 8
  • 10.  A partir de 15 de março de 1967 até 1969.  General linha-dura.  Tratou de pôr fim às manifestações populares que se intensificaram em 1968.  Morte do Estudante Edson Luís de Lima Souto, no Rio de Janeiro em 28 de março de 1968.  Gerou um passeata com mais de 50 mil pessoas em protesto.  O aumento das manifestações gerava maior repressão.  Políticos do MDB protestavam na câmara contra os abusos do governo. ▪ Ex: Márcio Moreira Alves propôs o boicote dos desfile da independência. 10
  • 11. No cemitério, os estudantes proferiram um juramento: “Neste luto, a luta começou”.
  • 13. O governo decidiu então ampliar os mecanismos de repressão de modo a “acabar com os subversivos”. A sociedade indignada promoveu a Passeata dos Cem Mil, em 21 de junho de 1968. Greves em Contagem e Osasco mobilizaram centenas de operários. A seqüência de manifestações reprimidas violentamente por todo o país acabou por despertar a indignação das classes médias no Rio de Janeiro.
  • 14. Repletos de criatividade, esses vanguardistas driblaram e enfrentaram a censura para cantar, representar e escrever. O ano de 1968 foi “emblemático”, passou para o Brasil como o período de maior e melhor produção de conteúdo artístico, ao mesmo tempo que é lembrado pelo lado mais obscuro da política nacional. 1968: O ANO QUE NÃO TERMINOU. •Caetano Veloso, •Gilberto Gil, •Geraldo Vandré e Chico Buarque na música, •Hélio Oiticica e Lygia Clark nas artes plásticas, •Glauber Rocha e Rogério Sganzerla no cinema, •Ferreira Gullar na poesia, Augusto Boal e José Celso Martinez Corrêa no teatro. Esses foram apenas alguns dos nomes presentes até hoje na cultura brasileira que deram “o rosto” ao movimento da contracultura no país.
  • 15. 30º CONGRESSO DA UNE Os estudantes foram definitivamente reprimidos no 30º Congresso da UNE, marcado para ocorrer em Ibiúna, São Paulo, em outubro de 1968. Fazendo marcação serrada contra os estudantes, a polícia descobriu o local onde se realizaria o Congresso, e, como resultado, todos os delegados presentes foram presos.
  • 16.  Decretado em 13 de dezembro de 1968.  Aumentava ainda mais o poder do presidente, era permitido:  Fechar o Congresso Nacional, as Assembléias Legislativas e as Câmaras deVereadores.  Intervir em Estados, territórios e Municípios.  Cassar mandatos eletivos por 10 anos.  Decretar o confisco de bens.  Decretar o estado de sítio.  Suspender garantias constitucionais referentes às liberdades de reunião e associação.  Censurar a Imprensa, correspondências, telecomunicações e diversões públicas, etc.. 16
  • 17.  Governo (1969 – 1974).  ANOS DE CHUMBO!  Surgiram Guerrilhas Urbanas e Rurais.  Guerrilha do Araguaia: se refugiaram no interior (rios Tocantins e Araguaia).  Líderes guerrilheiros Carlos Marighela e Carlos Lamarca foram mortos e seus grupos dominados.  Militares acabaram com a luta armada: (+) tortura, (+) repressão. 17
  • 18.  Milhares de pessoas acusadas de Subversão.  Mecanismos criados pelo Governo para manter a ordem:  OBAN = Org. Bandeirante.  DOPS = Dept. de Ordem Política e Social.  DOI-CODI = Destacamento de Operação de Defesa Interna.  Beneficiada pelo apoio do governo, de quem se transformou em porta-voz, a TV Globo expandiu-se até se tornar rede nacional e alcançar praticamente o controle do setor. 18
  • 19.  Vários setores passaram a ser perseguidos.  Pois defendiam os Direitos Humanos.  Religiosos que se destacaram:  D. Evaristo Arns,  D. Helder Câmara,  Leonardo Boff. 19 Leonardo Boff.
  • 20. Como forma de encobrir o clima de terror, o governo propaga a propaganda ufanista. •“Você constrói o Brasil” •“Ninguém segura este país” •“Brasil, conte comigo” •“Brasil, ame-o ou deixe-o” O auge da campanha publicitária foi atingido na Copa de 1970: “Pra frente Brasil”. Música: Eu te amo meu Brasil – Os incríveis.
  • 21. 21 COPA DO MUNDO 1970: Utilizada pelo governo para maquiar as torturas que estavam ocorrendo.
  • 22. 22
  • 23.  Comandado pelo ministro da Fazendo Delfim Neto.  Tática utilizada para conquistar a sociedade brasileira.  (+) investimentos estrangeiros (empréstimos).  Aumentou a produção industrial;  Investiu no crescimento das exportações;  Política de arrocho salarial ▪ sindicatos não podiam reagir.  Aumentou a desigualdade. 23
  • 24. 24 Ponte Rio Niterói Rodovia Transamazônica Hidrelétrica Itaipu
  • 25.  Pró-Álcool,  Embratel,  MOBRAL (Mov. Brasileiro deAlfabetização),  PIS (Prog. de Integração Social).  INCRA (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária). 25 Delfim Neto (Ministro do Governo): “O bolo deveria crescer para depois ser distribuído em fatias”
  • 26.  Durou pouco pois era baseado numa situação externa favorável;  Com aumento do preço do petróleo no mercado externo, a economia brasileira sofreu grande impacto. 26
  • 27.  Governou de 1974 a 1979.  O milagre econômico estava entrando em crise.  Redemocratização: “abertura lenta, gradual e segura”.  Decisão pela Redemocratização:  Imagem do Governos estava desgastada. ▪ Insatisfação popular. ▪ Confronto com a Igreja. ▪ Muito poder nas mãos das forças armadas. 27
  • 28.  Permitiu Eleições legislativas (1974).  MDB recebeu 59% dos votos no senado. Na câmara, a ARENA venceu por uma margem pequena de votos.  1976 = Lei Falcão; ▪ Limitava a propaganda eleitoral dos candidatos no rádio e na TV.  1977 = Senadores Biônicos, ▪ 1/3 dos senadores era escolhido pelo governo e que sempre votavam a seu favor.  Morte do jornalista Vladimir Herzog (1975) e do operário Manuel Fiel Filho (1976).  Escandalizou a opinião pública. 28
  • 29.  A morte do jornalista Vladimir Herzog, nos porões do DOI-CODI, provocou indignação e fez com que Geisel apressasse a mudança na imagem da ditadura.
  • 30.  Previa a expansão das indústria de bens de produção  Máquina, equipamentos pesados, energia elétrica.  alimentar créditos à empresas privadas e fortalecer setores estatais.  Conjuntura internacional não era favorável;  80% dos produtos consumidos eram importados;  Metade das receitas das exportações era utilizada para pagar a conta do petróleo.  Sem recursos para custear seus investimentos, sempre precisava fazer novos empréstimos... 30
  • 32. • Governo de 1979 a 1985. • Revogou o AI-5 (restituindo o Habeas- corpus). • Permitiu o retorno do Pluripartidarismo: – ARENA: PDS. – MDB: PMDB. – E surgiram outros: PTB, PDT, PT. • 1979: Lei da Anistia, prisioneiros e exilados políticos passam a ter liberdade. 32
  • 33.  Sérios problemas: estagnação econômica e inflação.  Corte no investimento para as empresa, juros altos e taxa de desemprego elevada.  DÍVIDA EXTERNA: o Brasil liquidava somente os juros. 33
  • 35. • Grupos que apoiavam a Ditadura promoviam atentados. (1981, atentado do riocentro). • As manifestações e as greves avolumaram-se, em 1982 foi criada a CUT. • 1983 foram restabelecidas as eleições diretas para governadores. – Sociedade unida passando a exigir eleições Diretas para Presidente. – Movimento Diretas Já, em 1984 milhares de pessoas saíram as ruas. 35
  • 37. Ementa Dante de Oliveira – derrotada no Congresso. O povo toma as ruas das principais cidades do país, exigindo o direito de votar para presidente.
  • 38.  Na data da posse, 15 de março, Tancredo é internado – Sarney assume. Começava a conturbada NOVA REPÚBLICA.  21 de abril: morre Tancredo.  Transição democrática: Paulo Maluf (PDS) X Tancredo Neves (PMDB)  15 de janeiro de 1985: Tancredo e Sarney são eleitos depois de 21 anos de governos militares.
  • 39. • Prioridades: Combater a inflação e a renegociação da dívida externa. – 1986: criou o plano Cruzado, nova moeda passava a valer mil cruzeiros. Preços e taxas congeladas. – Congelamento dos salários. – Diversos produtos sumiam do mercado. – Criou outros planos: Plano Cruzado II (1987), Plano Bresser (1987), Plano Verão (1988). Foi instituída nova moeda: o Cruzado Novo. – ELABORAÇÃO DA NOVA CONSTITUIÇÃO (1988). 39
  • 40.  As eleições de 1989 foram as primeiras desde 1960 em que os cidadãos brasileiros aptos a votar escolheram seu presidente da república. Por serem relativamente novos, os partidos políticos estavam pouco mobilizados e vinte e duas candidaturas à presidência foram lançadas.  Estavam reunidos disputando a Presidência da República lideranças históricas, como Ulysses Guimarães, Leonel Brizola e Mário Covas, e forças políticas emergentes naquele momento, como Luiz Inácio Lula da Silva, Fernando Collor de Mello e Guilherme Afif Domingos. Ainda faziam parte da disputa figuras folclóricas, como Paulo Maluf. 40
  • 41.  Na primeira eleição após a Ditadura Militar, um debate na TV definiu os rumos do Brasil.  O debate de 1989 foi transmitido nos estúdios da TV Bandeirantes em São Paulo, constituiu-se em um acordo de transmissão (pool), realizado pelas emissoras: Globo, Bandeirantes, Manchete e SBT. 41 https://www.youtube.com/watch?v=5ypqzPNBMsI
  • 42. • Criou o plano Collor: várias mudanças, dentre elas: – Confisco temporário das contas das cadernetas de poupança, extinção de vários órgãos públicos, congelamento de preços e salários. – Causou recessão no pais, aumentou o desemprego, faliram empresas e agravaram- se os problemas sociais. – Entretanto, abriu a economia para importações e novos mercados para exportação (empresários passaram a ter nova visão = neoliberalismo). 42
  • 43.  Inúmeras denúncias de corrupção envolvendo a cúpula governamental.  Câmara instalou uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) e evidenciou uma série de negócios obscuros envolvendo Paulo César Farias (o PC).  Enquanto prosseguiam as investigações, as manifestações exigiam o Impeachment do presidente (os caras pintadas).  Collor entregou sua carta renúncia , mesmo assim o Senado prosseguiu o julgamento de Collor, cassando seus direitos políticos por oito anos. 43 https://www.youtube.com/watch?v=6qHM- EPKi7s
  • 44. • Fernando Henrique Cardoso (1994-1998 e 1998-2002). • Controlou a inflação: 1994 inflação de 916,4% ao ano, 1996 de 9,6% ao ano. • Com as privatizações o estado reduziu seu papel de produtor de bens. (criou as agências reguladoras, Anatel, Aneel, ANP) • 2º mandato: enfrentou dificuldades como pressão inflacionária , desemprego e casos de corrupção. 44 •Itamar Franco (1992-1994). •Chamou para compor o governo variadas tendências ideológicas. •1º de julho de 1994, entrou em vigor o Plano Real com o objetivo de estabilização e reformas econômicas. https://www.youtube.com/watch?v=jIRzw5ChqJ0
  • 45. Lula foi eleito presidente da República com mais de 61% dos votos, no ano de 2002. • Lançando o projeto “Fome Zero” e o “Bolsa Família” (esse auxílio já existia no governo antecessor, no governo Lula eles foram unificados e ampliados.). • Deu continuidade às altas taxas de juros para conter a inflação, no entanto, essas taxas eram menores do que as do governo anterior. • Ampliou os parceiros comerciais estrangeiros com países da África, América do Sul e Oriente (principalmente a China).  Casos de corrupção conhecidos como “mensalão”. No segundo mandato do governo Lula a inflação foi controlada e o índice de desemprego diminuiu. Para desenvolver a infraestrutura do país foi criado o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Houve crescimento dos níveis de escolarização e mais de 20 milhões de pessoas saíram da pobreza. 45
  • 47. 47
  • 48.  O governo de Dilma Rousseff deu continuidade a política do governo antecessor, desse modo, foram mantidos os programas de assistência social.  Ao investir verbas bilionárias para a realização da Copa das Confederações no Brasil, em junho de 2013, a juventude brasileira tomou as ruas em protesto contra a precarização da vida de modo geral.  Vieram à tona casos de desvio e lavagem de dinheiro envolvendo a Petrobrás. Esses casos foram investigados pela Polícia Federal, surgindo a operação “Lava Jato”.  No segundo mandato de Dilma a situação econômica brasileira se agravou ainda mais, e no ano de 2015 foi registrado PIB (Produto Interno Bruto) negativo no país (- 3,8%).  As taxas de desemprego e inflação cresceram. Os aliados da presidência no Parlamento, reduziram. Manifestantes foram às ruas pedindo o impeachment da presidente, e outros em defesa do governo Dilma, gerando polarização política no país.  Em abril de 2016, a maioria dos deputados federais foi favorável ao impedimento do governo Dilma Rousseff. 48
  • 50. 50
  • 51. 51
  • 53.  Aprovadas várias medidas na área econômica:  como o controle dos gastos públicos, por intermédio da PEC 55, que impôs limites a gastos futuros do governo federal;  a reforma trabalhista de 2017; e a liberação da terceirização para atividades-fim com a Lei da Terceirização  Houve também uma proposta de reforma da previdência, que o governo não conseguiu levar adiante.  O governo reduziu a taxa de juros de 14,25% para 6,50% ao ano; a inflação saiu de 9,32% para 2,76%; a taxa de desemprego de 11,2% para 13,1%; o dólar subiu de 3,47 para 3,60 reais e o índice Bovespa subiu de 48.471 pontos para 85.190 pontos 53 Ruim ou péssimo para 74% da população, bom ou ótimo para somente 5%. O governo Michel Temer (MDB) chegou ao fim como o mais impopular desde a redemocratização em 1985.
  • 54. 54 OS DEBATES E AS AUSÊNCIAS A FACADA E OS DESDOBRAMENTOS O RESULTADO FINAL