O documento discute a intervenção de espíritos em batalhas e combates, afirmando que alguns espíritos estimulam a coragem de cada lado enquanto outros se alimentam da discórdia. Espíritos podem influenciar generais, embora estes tenham livre arbítrio, e algumas vezes uma "segunda visão" guia seus planos. Após a morte, espíritos ainda podem se interessar pela luta por um tempo, mas eventualmente percebem que sua animosidade não faz mais sentido.